Me culie a mi empleada del servicio

Bom, esse é meu primeiro relato, espero que vocês gostem.

Quando eu tinha uns 12 anos, tivemos uma empregada chamada Andrea (não é o nome verdadeiro, mas é pra evitar, vocês sabem). Ela tinha uns 30 anos e não era nada atraente nem nada. Ficou com minha família até eu completar 16 anos. Só uma vez tentei dar em cima dela, mas ela me deu um fora e fiquei duas semanas apavorado, pensando que ela ia contar pra minha mãe. Ela teve que sair porque ia se casar ou algo assim. Então meus pais contrataram outra, chamada Camila. Era uma morena da minha altura, uns 1,75m, com uns 19 anos, e eu com 16. Naquela época já era uma fantasia: peitos pequenos, mas uma bunda muito linda. Mas ela nunca me deu bola. Eu fazia de bobo e apalpava a bunda dela, mas ela ficava brava. Essa saiu e nunca mais voltou, ficou um ano com a gente.

Depois, meus pais contrataram outra, chamada Sofia. Era loira, mas dava pra ver que o cabelo era pintado. Branca, meio pálida (ela dizia que tinha anemia ou algo assim). Media uns 1,65m, tinha uns peitos normais, mas o cu dela era lindo: empinadinho, durinho, firmezinho. No começo, ela era bem arisca, mas um dia, quando o ônibus da minha escola não chegou, ela começou a me provocar. Eu falei: "Fica quieta ou eu não respondo". Ela continuou, então eu sentei em cima dela pra irritar e comecei a fazer cócegas. Vi que ela começou a suar e comecei a beliscar as pernas dela, que também eram firmes, e fui me aproximando mais e mais, mas parei na saia dela. Ela riu, então eu levantei a saia e vi que ela estava toda molhadinha. Senti aquele cheiro na hora e perguntei: "O que é isso?", fazendo de desentendido. Ela só riu. Nessa hora o telefone tocou, era meu ônibus, e tive que ir. Não aconteceu nada.

Umas duas semanas depois, meus pais saíram com meu irmão mais novo pra uma reunião, e eu, enquanto jogava videogame, tive uma ideia. Fui até o quarto dela e comecei a provocá-la, sabendo que ela ia me provocar de volta. Então comecei a empurrá-la e beliscá-la até derrubá-la em cima dela, dizendo que ia esmagá-la. Ela só ria, até que tentou se mexer e meu rosto ficou no ouvido dela. Comecei a dar beijinhos no pescoço dela e a brincar com a orelha até ficar bem pertinho da boca. Ela não disse nada, só cerrou bem a boca e os olhos. Aí deixei meus lábios caírem sobre os dela e fiquei parado ali, sem mexer. Ela não fez nada, então comecei a mover a boca e ela respondeu. Nos demos um beijo longo e babado (hahaha). Ela não abria a boca e eu não conseguia colocar a língua, até que ela parou de forçar, pegou minha cabeça e ficamos quase 30 minutos nos beijando. Comecei a descer e tirei uma teta pra fora da camiseta — ela não usava sutiã (ou como se escreve) —, o biquinho dela estava todo durinho. Me agarrei como um bebê recém-nascido e ela soltou um gemido. Aí comecei a descer mais, dando beijinhos no peito, na barriga e parei onde começava a calça. Estranho, porque ela quase sempre mostrava essas pernas lindas. Tentei abrir um botão e ela me empurrou, falou "Não! E se sua mãe chegar?". Eu disse: "Ela demora". Ela: "Tem certeza?". Eu: "Sim, relaxa". Abri a calça dela e de novo estava toda molhadinha, senti aquele cheiro gostoso. Baixei a calcinha e comecei a tomar todo aquele líquido quentinho. Ela gemia e gemia. Sou bom no sexo oral, minha primeira namorada me ensinou — ela era uns 4 anos mais velha, mas isso é outra história. Fiquei ali mais meia hora, mas o telefone tocou e era minha mãe. Não tem nada que mate mais uma trepada do que a voz da sua mãe. Quando voltei, ela fingiu que estava dormindo, então fui pro meu quarto e me acabei na punheta. Ficamos nessa brincadeira quase 4 meses, mas ela nunca me tocou, só eu dava prazer pra ela. A gente teve que se mudar pra outro lugar, e foi a primeira vez que ela me chupou. Descemos pra um dos depósitos do apartamento novo — era pequeno, só cabíamos os dois apertados. Meu irmão tava dormindo lá em cima e nós descemos pra "guardar caixas". Ela entrou, eu tranquei a porta e apaguei a luz. Ela começou a pedir pra abrir, então abri, empurrei ela com um beijo e fechei de novo sem acender a luz. Começamos a nos beijar de novo e eu meti a mão... De novo toda molhadinha, melhor dizendo, sabia o que estava por vir. Mas dessa vez notei que ela estava mais agressiva. Eu estava de moletom, ela puxou rapidão, tirou meu pau pra fora e começou a fazer uma das melhores punhetas da minha vida. Do nada, não senti mais nada até que ela deu uma mordidinha na ponta do pau. Por causa da escuridão, ela disse "desculpa". Eu não falei nada e ela começou a chupar. Começou bem devagar e eu quase não sentia nada, até que pegou as duas mãos e começou a massagear minhas bolas. Aí eu quase piro! Tive um surto e agarrei a cabeça dela com força, colocando pra mamar direito. Ela não reclamou, mas disse pra eu não gozar na cara dela, que se eu quisesse ela engolia, mas na cara não. Eu não liguei e enchi a boca dela todinha. Sempre fui meio bombado, musculoso, então levantei ela e tentei enfiar, mas por causa da maldita escuridão não deu tempo e ela falou "sem camisinha não". Depois ficamos mais dois meses "inativos", até que um dia meu irmão foi jogar futebol com uns amigos dele e meus pais foram assistir. Eu finji que estava doente. Ela estava cozinhando e como a cozinha era meio apertada, tinha que passar raspando nela. Na primeira vez nem pensei, foi bunda com bunda, mas na segunda eu percebi e esfreguei todinho. Aí começamos um jogo de passar, até que na minha vez ela fez força pra trás e me segurou ali um tempão. Imediatamente senti a ereção mais forte da minha vida, parecia que ia rasgar o moletom. Puxei ele pra baixo, mas ela também estava de moletom e comecei a esfregar entre as pernas dela, mas ela ainda estava de roupa. Até que senti um jorrinho quente e vi o moletom verde dela ficar todo molhadinho entre as pernas. Não pensei mais, puxei o moletom dela pra baixo e comecei a meter, apoiando ela na mesa da cozinha. Ela gemía e gemía e eu metia e metia. Levantei ela, sentei na mesa e voltei a beber aquele líquido, me lambuzando todo. Ela desceu e começou a chupar, quase gozei, mas tirei ela um pouco, carreguei até meu quarto, joguei na cama e comecei a lamber aqueles lábios suculentos. depiladinhos lindos e abrir caminho até seu clitóris vermelhinho já de tanto roçar, esperei minha rola acalmar e comecei a meter de papai e mamãe, depois coloquei ela de quatro, o famoso beirado da cama, ela já começou a gemer forte e cada vez mais alto, deitei, ela montou por uns 15 minutos, e eu a levantei sem me levantar, coloquei ela na minha cara e comecei a chupar sua buceta como um louco até ela gozar, continuei e ela gozou de novo, foi incrível, ela continuou em cima de mim e passou pra minha rola, tentou enfiar sozinha no cu, mas não entrou, então ela montou tão gostoso que eu gozei, depois disso tivemos mais uns 3 ou 4 encontros, mas infelizmente ela foi embora, chegou uma nova com um super rabo, já comecei lambendo sua bucetinha, essa soltou mais rápido, mas em outra ocasião eu conto, ah, e desculpa pela ass-grafia.

Por favor comentem e me digam o que acharam.

9 comentários - Me culie a mi empleada del servicio

De onda te lo digo... Sabés que existen las comas, los punto y coma y los puntos y al otro renglon?????? 🙄
chikabisex dijo:De onda te lo digo... Sabés que existen las comas, los punto y coma y los puntos y al otro renglon?????? :roll:

si...es cierto...pero vale tu intención de empezar a escribir...ya aprenderas..jeje 🙎‍♂️

con respecto al relato en si...me pasa que m encariñe porque me hizo acordar a un Amigo...que me contó algo muy parecido...re loco...buen....¿¿a quien carajo le importa???..jejeje

pienso q es excitante la situación 1era vez, empleada joven....etc...eso vale.... 😃

T invito a una comu nueva de escritores emporingados q estamos armando para participar de TEmas :

http://www.poringa.net/comunidades/escrituraimperfectaemporingada/

saludosss