À tarde, depois daquela aventura estranha com a mendocina, voltei pro meu trampo. A porta do meu chefe tava fechada e, ao passar na frente da quarentona, ela me disse: "Parece que temos uma colega nova."
Admito que fiquei com a cabeça meio confusa, jogando em duas pontas. O fato é que eu percebia que a quarentona queria que a nossa coisa ficasse séria, e isso pra mim não rolava.
A verdade é que o casamento dela era uma merda, e mesmo que agora eles transassem feito coelhos, o marido continuava metendo chifre nela e tratando ela mal pra caralho.
Eu falava pra ela se separar, largar ele, mas que não fizesse por minha causa, que fizesse porque ela se sentia livre pra isso.
Naquela tarde chegou um cliente que se achava um "Don Juan". Não era grande coisa, mas tinha muita grana e, de todas as gostosas que ele tinha comido, nunca se soube que ele fosse um bom amante. O cara só transava, e mesmo que me dê raiva dizer... ele transava porque tinha dinheiro.
Ele já estava dando em cima da quarentona fazia tempo. Não era porque gostava dela, era só porque não tinha comido ela ainda e queria pegar.
Isso me deu motivo pra zoar a quarentona e incentivar ela a ficar com o cara. No começo ela não gostou muito, mas nas vezes que a gente transava, ela me perguntava: "Você se importaria se eu chupasse o pau de outro cara?"
"Mamãe, se você chupa o do seu marido, ou você esquece que tá comendo dois caras?", eu disse.
"E se eu deixar outro me arrombar o cu? Você se importaria?", ela perguntou de novo.
"Ah, eu adoraria ver como fazem com você", soltei sem perceber.
A colega nova era uma moça de 30 anos, bem católica, uma morena gata linda, baixinha, uns 1,40m, sem bunda nenhuma e muita teta, e ficava toda corada com nossas conversas de sexo entre colegas.
Depois de vários dias de zoeira e transas esporádicas com a quarentona, a mendocina me mandou um SMS: "Hoje à noite vem em casa lá pelas 11."
Nem preciso dizer que passei o dia todo pensando nisso e mais de uma vez parecia que eu ia acampar.
Me despedi da... meus colegas, fui pra casa, tomei um banho e 5 minutos antes das 11 rumei pra casa da mendocina. Bati na porta, a mendocina abriu, me deu um sorriso e, agarrando meu pau, me puxou pra ela me dando um beijo. Uma recepção que eu não esperava. Ela fechou a porta, baixou meu zíper, pegou na minha mão e começou a me masturbar enquanto me beijava, eu me sentia dominado, ela estava me "comendo" se é que me entendem. Devemos ter ficado uns 5 minutos assim, quando uma voz de homem ecoou do que eu imaginava ser o quarto da mendocina, fiquei nervoso e ela, sem soltar meu pau, me levou pro quarto onde tinha um cara deitado na cama tirando a roupa. A mendocina foi até o cara tirando os tênis, o jeans e a calcinha, deitou o homem de barriga pra cima e sentou na cara dele. Eu vi o cara comendo a buceta dela enquanto massageava a bunda dela com os dedos. Depois olhei pra cintura do cara e vi o pau dele começando a ficar duro, o cara tinha um pau grande, o mais perto do "26x8" do Rocco que já vi, me senti intimidado por alguns segundos, porque a mendocina me chamou e num instante fiquei pelado e me posicionei de um jeito que ela só precisou se inclinar um pouco e começou a chupar meu pau. Ficamos lá até umas 2 da manhã, a mendocina tinha um fôlego e ninguém ficou de fora, em um momento o cara estava penetrando ela e ela me tinha ao lado chupando os peitos dela enquanto ela me masturbava com a mão. Finalmente, chegou minha hora de comer a bunda dela e pra minha surpresa a bunda dela não precisou de muita dilatação, parecia que a gostosa curtia muito sexo anal. Enquanto eu começava a comer ela, ela começou a chupar o cara e notei que só a cabeça entrava na boca dela. Mas não me importei, se eu estava ali era porque a gostosa queria mais um pau e acabou sendo o meu. Eu curti comer ela, tomei meu tempo, tirava e metia toda hora, dava devagar, dava forte, estava num sonho. Finalmente o cara disse que era a vez dele, eu Sali, a mendocina não saiu da posição dela e me chamou para que eu ficasse na frente dela, pensei que ela ia me chupar, mas em vez disso ela estendeu as mãos para que eu as segurasse.
Eu fiz isso. Vi o cara cuspir na mão várias vezes para lubrificar o pau e ele disse – Vou –
A mendocina soltou um “¡uuff!” como gemido e apertou minhas mãos com força “filho da puta maldito!” disse.
O cara começou a meter nela sem ligar para os gemidos da mendocina.
Ela começou a me olhar e nos olhos dela havia caretas de dor e de prazer, às vezes apertava minhas mãos com força e eu via como o corpo e o rosto dela se contraíam de vez em quando.
Ela mordia os lábios, eu estava atônito e com o pau duro, pelo que via, a gostosa estava sentindo dor de verdade, mas não mandava parar.
O cara parou de se mexer, mas não tirou o pau, me olhou com cara de cúmplice e disse – Como vou curtir isso –
De repente ele deu uma investida, a mendocina soltou um forte “uuff” no meio de uma fungada entrecortada, e ainda apertou minhas mãos com tanta força que doeu um pouco.
O cara recuou, e deu outra investida, dessa vez ela “¡aiii, a boceta da sua mãe!”
– Para, cara!!... – eu disse.
– Não, não, deixa continuar… eu gosto, eu gosto… ai como eu gosto… –
Eu rapidamente aproximei meu pau da boca dela e ela começou a chupar, até algumas vezes ela enterrou os dentes, eu fiquei com medo de me machucar, mas foi uma noite maluca.
Transamos até umas 5 da manhã e depois dormimos os 3 na cama um pouco desconfortáveis. Por volta das 7 e meia eu levantei para tomar banho e tomar café para ir trabalhar.
A mendocina estava acordada, me olhou, se aproximou, me deu um beijo e apoiando as mãos no meu peito perguntou – Quer tomar banho comigo? –
Eu aceitei e tomamos banho juntos, ensaboei as costas dela, fiz uma massagem, ela por sua vez lavou meu peito, o pau e as bolas, depois nos ajudamos a secar, coloquei a roupa que tinha trazido na noite, ela me acompanhou até a porta, me deu um beijo bem tierno e me disse – a gente se vê daqui a pouco, gostoso –
Mal a porta se fechou, eu olhei a rua deserta e fui pra casa sem acreditar em tudo que tinha acontecido comigo…
Admito que fiquei com a cabeça meio confusa, jogando em duas pontas. O fato é que eu percebia que a quarentona queria que a nossa coisa ficasse séria, e isso pra mim não rolava.
A verdade é que o casamento dela era uma merda, e mesmo que agora eles transassem feito coelhos, o marido continuava metendo chifre nela e tratando ela mal pra caralho.
Eu falava pra ela se separar, largar ele, mas que não fizesse por minha causa, que fizesse porque ela se sentia livre pra isso.
Naquela tarde chegou um cliente que se achava um "Don Juan". Não era grande coisa, mas tinha muita grana e, de todas as gostosas que ele tinha comido, nunca se soube que ele fosse um bom amante. O cara só transava, e mesmo que me dê raiva dizer... ele transava porque tinha dinheiro.
Ele já estava dando em cima da quarentona fazia tempo. Não era porque gostava dela, era só porque não tinha comido ela ainda e queria pegar.
Isso me deu motivo pra zoar a quarentona e incentivar ela a ficar com o cara. No começo ela não gostou muito, mas nas vezes que a gente transava, ela me perguntava: "Você se importaria se eu chupasse o pau de outro cara?"
"Mamãe, se você chupa o do seu marido, ou você esquece que tá comendo dois caras?", eu disse.
"E se eu deixar outro me arrombar o cu? Você se importaria?", ela perguntou de novo.
"Ah, eu adoraria ver como fazem com você", soltei sem perceber.
A colega nova era uma moça de 30 anos, bem católica, uma morena gata linda, baixinha, uns 1,40m, sem bunda nenhuma e muita teta, e ficava toda corada com nossas conversas de sexo entre colegas.
Depois de vários dias de zoeira e transas esporádicas com a quarentona, a mendocina me mandou um SMS: "Hoje à noite vem em casa lá pelas 11."
Nem preciso dizer que passei o dia todo pensando nisso e mais de uma vez parecia que eu ia acampar.
Me despedi da... meus colegas, fui pra casa, tomei um banho e 5 minutos antes das 11 rumei pra casa da mendocina. Bati na porta, a mendocina abriu, me deu um sorriso e, agarrando meu pau, me puxou pra ela me dando um beijo. Uma recepção que eu não esperava. Ela fechou a porta, baixou meu zíper, pegou na minha mão e começou a me masturbar enquanto me beijava, eu me sentia dominado, ela estava me "comendo" se é que me entendem. Devemos ter ficado uns 5 minutos assim, quando uma voz de homem ecoou do que eu imaginava ser o quarto da mendocina, fiquei nervoso e ela, sem soltar meu pau, me levou pro quarto onde tinha um cara deitado na cama tirando a roupa. A mendocina foi até o cara tirando os tênis, o jeans e a calcinha, deitou o homem de barriga pra cima e sentou na cara dele. Eu vi o cara comendo a buceta dela enquanto massageava a bunda dela com os dedos. Depois olhei pra cintura do cara e vi o pau dele começando a ficar duro, o cara tinha um pau grande, o mais perto do "26x8" do Rocco que já vi, me senti intimidado por alguns segundos, porque a mendocina me chamou e num instante fiquei pelado e me posicionei de um jeito que ela só precisou se inclinar um pouco e começou a chupar meu pau. Ficamos lá até umas 2 da manhã, a mendocina tinha um fôlego e ninguém ficou de fora, em um momento o cara estava penetrando ela e ela me tinha ao lado chupando os peitos dela enquanto ela me masturbava com a mão. Finalmente, chegou minha hora de comer a bunda dela e pra minha surpresa a bunda dela não precisou de muita dilatação, parecia que a gostosa curtia muito sexo anal. Enquanto eu começava a comer ela, ela começou a chupar o cara e notei que só a cabeça entrava na boca dela. Mas não me importei, se eu estava ali era porque a gostosa queria mais um pau e acabou sendo o meu. Eu curti comer ela, tomei meu tempo, tirava e metia toda hora, dava devagar, dava forte, estava num sonho. Finalmente o cara disse que era a vez dele, eu Sali, a mendocina não saiu da posição dela e me chamou para que eu ficasse na frente dela, pensei que ela ia me chupar, mas em vez disso ela estendeu as mãos para que eu as segurasse.
Eu fiz isso. Vi o cara cuspir na mão várias vezes para lubrificar o pau e ele disse – Vou –
A mendocina soltou um “¡uuff!” como gemido e apertou minhas mãos com força “filho da puta maldito!” disse.
O cara começou a meter nela sem ligar para os gemidos da mendocina.
Ela começou a me olhar e nos olhos dela havia caretas de dor e de prazer, às vezes apertava minhas mãos com força e eu via como o corpo e o rosto dela se contraíam de vez em quando.
Ela mordia os lábios, eu estava atônito e com o pau duro, pelo que via, a gostosa estava sentindo dor de verdade, mas não mandava parar.
O cara parou de se mexer, mas não tirou o pau, me olhou com cara de cúmplice e disse – Como vou curtir isso –
De repente ele deu uma investida, a mendocina soltou um forte “uuff” no meio de uma fungada entrecortada, e ainda apertou minhas mãos com tanta força que doeu um pouco.
O cara recuou, e deu outra investida, dessa vez ela “¡aiii, a boceta da sua mãe!”
– Para, cara!!... – eu disse.
– Não, não, deixa continuar… eu gosto, eu gosto… ai como eu gosto… –
Eu rapidamente aproximei meu pau da boca dela e ela começou a chupar, até algumas vezes ela enterrou os dentes, eu fiquei com medo de me machucar, mas foi uma noite maluca.
Transamos até umas 5 da manhã e depois dormimos os 3 na cama um pouco desconfortáveis. Por volta das 7 e meia eu levantei para tomar banho e tomar café para ir trabalhar.
A mendocina estava acordada, me olhou, se aproximou, me deu um beijo e apoiando as mãos no meu peito perguntou – Quer tomar banho comigo? –
Eu aceitei e tomamos banho juntos, ensaboei as costas dela, fiz uma massagem, ela por sua vez lavou meu peito, o pau e as bolas, depois nos ajudamos a secar, coloquei a roupa que tinha trazido na noite, ela me acompanhou até a porta, me deu um beijo bem tierno e me disse – a gente se vê daqui a pouco, gostoso –
Mal a porta se fechou, eu olhei a rua deserta e fui pra casa sem acreditar em tudo que tinha acontecido comigo…
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