Fiquei sentada na mesa, enquanto imaginava o que o Mauro estaria dizendo. Embora a tentação me invadisse, não fui até a cozinha para espioná-los.
Passaram uns vinte minutos e ninguém saía da cozinha. Uma das meninas que chegou da rua queria tomar chimarrão e me perguntou onde estava a chave da cozinha, porque estava trancada.
— Não sei, respondi, o Mauro estava com ela. Deve ter levado sem querer. Completei, me fazendo de sonsa.
Passaram uns três ou quatro minutos, quando vi a Alejandra passando em direção ao banheiro. E atrás dela, o Mauro se aproximou do escritório.
Minha colega perguntou de onde ele vinha, ele, me olhando como quem implora por uma desculpa, como quem suplica por um álibi, fez uma pausa.
— Que não tinha bolachinha? — eu o repreendi de repente.
— Não, não. Fomos em três mercados e não conseguimos nada, ele respondeu suspirando.
— Ufa, estou morrendo de fome, expliquei.
— Eu tenho bolacha de água e sal, acrescentou minha colega.
Nisso, a Ale entrou. Olhei pra ela com cara de "não fala uma palavra".
— Não viram a chave da cozinha, que está trancada? — nossa colega acrescentou.
— Acabei de colocar a chaleira pra fazer chimarrão, disse a Pato, desprevenida.
— Ah! De novo levaram a chave sem querer, falei de repente.
— É, disse o Mauro. Eu estava com ela no bolso.
— Bom, prepara o chimarrão que vou pegar as bolachas, completou minha colega, sem perceber nada.
Eu morria de vontade de saber o que tinha rolado naquela cozinha durante aquela meia hora que a porta ficou trancada.
Mas não podia perguntar, ou podia?
Chamei o Mauro, que é mais narrativo, e perguntei.
O que ele me contou é mais ou menos isso:
Entrei na cozinha e ela estava lá parada, tomando água. Ficamos alguns segundos imóveis. Peguei um copo e também tomei água. Olhei pra ela e deixei o copo no balcão. Ela estava calada, mas de frente no meu caminho. Sem falar nada, peguei ela pela cintura e beijei. Ela também correspondeu.
Começamos a nos beijar apaixonadamente. Eu não conseguia pensar, só sentia uma excitação tremenda, faz tanto tempo que desejo ela que, sem pensar... Minhas mãos desceram por baixo da saia dela e, segurando a bunda dela com as duas mãos, puxei ela pra perto de mim, fazendo ela sentir minha pika já dura pra caralho. Ela, doida, me beijava e, com movimentos de quadril, se esfregava em mim. Apoiei ela no móvel, tirei minha pika da calça, puxei a calcinha dela pra baixo e, com um empurrão, enfiei até o fundo. Ela só gemeu baixinho. Soltei um dos peitos dela e chupei até não aguentar mais. Desci entre as pernas dela, ela tentou me parar, mas em segundos já tinha puxado a calcinha e começado a chupar aquela buceta molhada. Ela acariciava meu cabelo, gemendo baixinho. Levantei, peguei ela pela cintura, virei ela de costas e, puxando a calcinha de novo, comecei a comer ela por trás. Amassando os peitos dela, que balançavam a cada estocada. Nossos orgasmos não demoraram a chegar, e comecei a encher o cuzinho dela com meu leite quente, bem na hora que ela também gozou, empurrando a bunda toda pra trás. Terminei deitado nas costas dela, com as mãos nos peitos dela e com meu esperma espalhado por todas as pernas e na bunda dela. Foi o melhor sexo que tive em muito tempo, ele concluiu.
— Valeu, mas não queria tantos detalhes — falei, corando e um pouco excitada com o que tinha acabado de ouvir.
— E aí, o que deu? — perguntei.
Nessa hora, as duas garotas voltaram a entrar no escritório, então a resposta desviou pra um assunto de trabalho...
(continua)
Passaram uns vinte minutos e ninguém saía da cozinha. Uma das meninas que chegou da rua queria tomar chimarrão e me perguntou onde estava a chave da cozinha, porque estava trancada.
— Não sei, respondi, o Mauro estava com ela. Deve ter levado sem querer. Completei, me fazendo de sonsa.
Passaram uns três ou quatro minutos, quando vi a Alejandra passando em direção ao banheiro. E atrás dela, o Mauro se aproximou do escritório.
Minha colega perguntou de onde ele vinha, ele, me olhando como quem implora por uma desculpa, como quem suplica por um álibi, fez uma pausa.
— Que não tinha bolachinha? — eu o repreendi de repente.
— Não, não. Fomos em três mercados e não conseguimos nada, ele respondeu suspirando.
— Ufa, estou morrendo de fome, expliquei.
— Eu tenho bolacha de água e sal, acrescentou minha colega.
Nisso, a Ale entrou. Olhei pra ela com cara de "não fala uma palavra".
— Não viram a chave da cozinha, que está trancada? — nossa colega acrescentou.
— Acabei de colocar a chaleira pra fazer chimarrão, disse a Pato, desprevenida.
— Ah! De novo levaram a chave sem querer, falei de repente.
— É, disse o Mauro. Eu estava com ela no bolso.
— Bom, prepara o chimarrão que vou pegar as bolachas, completou minha colega, sem perceber nada.
Eu morria de vontade de saber o que tinha rolado naquela cozinha durante aquela meia hora que a porta ficou trancada.
Mas não podia perguntar, ou podia?
Chamei o Mauro, que é mais narrativo, e perguntei.
O que ele me contou é mais ou menos isso:
Entrei na cozinha e ela estava lá parada, tomando água. Ficamos alguns segundos imóveis. Peguei um copo e também tomei água. Olhei pra ela e deixei o copo no balcão. Ela estava calada, mas de frente no meu caminho. Sem falar nada, peguei ela pela cintura e beijei. Ela também correspondeu.
Começamos a nos beijar apaixonadamente. Eu não conseguia pensar, só sentia uma excitação tremenda, faz tanto tempo que desejo ela que, sem pensar... Minhas mãos desceram por baixo da saia dela e, segurando a bunda dela com as duas mãos, puxei ela pra perto de mim, fazendo ela sentir minha pika já dura pra caralho. Ela, doida, me beijava e, com movimentos de quadril, se esfregava em mim. Apoiei ela no móvel, tirei minha pika da calça, puxei a calcinha dela pra baixo e, com um empurrão, enfiei até o fundo. Ela só gemeu baixinho. Soltei um dos peitos dela e chupei até não aguentar mais. Desci entre as pernas dela, ela tentou me parar, mas em segundos já tinha puxado a calcinha e começado a chupar aquela buceta molhada. Ela acariciava meu cabelo, gemendo baixinho. Levantei, peguei ela pela cintura, virei ela de costas e, puxando a calcinha de novo, comecei a comer ela por trás. Amassando os peitos dela, que balançavam a cada estocada. Nossos orgasmos não demoraram a chegar, e comecei a encher o cuzinho dela com meu leite quente, bem na hora que ela também gozou, empurrando a bunda toda pra trás. Terminei deitado nas costas dela, com as mãos nos peitos dela e com meu esperma espalhado por todas as pernas e na bunda dela. Foi o melhor sexo que tive em muito tempo, ele concluiu.
— Valeu, mas não queria tantos detalhes — falei, corando e um pouco excitada com o que tinha acabado de ouvir.
— E aí, o que deu? — perguntei.
Nessa hora, as duas garotas voltaram a entrar no escritório, então a resposta desviou pra um assunto de trabalho...
(continua)
5 comentários - A história de Mauro e Ale (parte 2)
la primera
lei esta ta buena la historia
(L) 2da parte xD