A mendocina tinha nos descoberto, isso me deixou nervoso o dia inteiro, então eu reagia com medo quando a coroa me procurava pra nossa brincadeira sexual de sempre.
Lá pra uma da tarde, como de costume, subi na minha moto e fui pra casa.
Já eram umas duas e pouco quando terminei de almoçar a comida que tinha pedido, e alguém tocou a campainha.
Quando perguntei quem era, como vocês tão imaginando, era a mendocina. Abri a porta e ela tava sorrindo, entrou rápido, me deu um beijo na bochecha e falou: – Corno, conta tudo.
– Como assim, conta o quê? – perguntei.
A mendocina sentou no sofá da sala e disse: – Como é a baba na hora de transar, porque parece uma frígida do caralho.
Eu, meio nervoso, sentei do lado dela e respondi: – Tranquilo, bem tranquilo, sem drama.
A mendocina sorriu e voltou à carga: – Tranquilo... ah, (diz meu nome), mas dá mais detalhe. Tranquilo na posição papai-e-mamãe, às vezes ela vai por cima, chupa o pau... isso que eu quero saber.
Fiquei pensativo, meio nervoso, e falei: – Tá bom, eu conto, mas você pelo menos tem que me dar um incentivo...
A mendocina respondeu: – Tá certo, parece justo. – Riu um pouco e pediu: – Faz um chimarrão.
Fui pra cozinha, coloquei a chaleira no fogo, falei umas merdas e me virei pra olhar a mendocina. Nisso, a gostosa se levantou, tirou a blusa de moletom que tava usando, depois a camiseta e por último o sutiã. Ela me olhava e agia com uma naturalidade que me surpreendia.
Comecei a colocar água no termo e ela veio pro meu lado. Os peitos dela estavam de fora, eram pontudos, médios, os bicos meio desiguais e, apesar dela ser meio loira, eram pretos que nem carvão.
– A baba não tem frescura – falei, estendendo o mate pra ela –, gosta que eu goze na boca dela.
Continuei, e nisso comecei a ficar duro, e a mendocina percebeu.
– Opa, opa – ela disse –, posso ver? – Sem me deixar reagir, ela abaixou o zíper da minha calça jeans, enfiou a mão na minha cueca e pegou no meu pau. pra deixar ela exposta –como adoro cocks– comento –e a sua é uma linda cock– ela se ajoelhou sem soltar a minha, olhou bem pra ela, me olhou e tocou nas bolas e moveu a mão pra deixar minha cabeça exposta, nisso, pelo tesão que tava, umas gotas de pré-leite saíram. –a vergaston– falou na brincadeira e aproximou a boca pra, com a língua, provar as gotinhas de cum que tinham na cabeça da minha cock.
Ao terminar, se levantou sem guardar a “mercadoria” e me disse –que yummy cum… me dá outro mate.–
Eu dei um mate, ela ficou me olhando esperando que eu contasse como eram minhas fodas com a coroa e nem preciso dizer que contei.
Quando terminei, a mendocina parecia satisfeita, se afastou um pouco de mim, tirou os tênis e o jogging que tava usando, então ficou só de calcinha, se virou pra eu ver a bunda, mesmo sem usar fio dental, tinha parte da calcinha enfiada naquela racha linda.
–então olha só… você sabe fazer booties?– gritou.
–não, não sou um expert, com a cutie que mais transei anal até agora foi com ela, não me acho.– respondi.
A mendocina me olhou com cara de girl e, diante do meu olhar, fez a parte da frente da calcinha dela se enfiar na pussy, ficou, por assim dizer, “conchales”. A cutie tava depilada e, procurando no jogging, tirou um USB
–você tem computador?– me perguntou, e eu respondi –no quarto–
Ela apontou pro meu quarto e foi pra lá, eu segui, quando entrei ela já tinha parado na frente do PC e conectado o pendrive, depois de um tempo abriu a janela do Windows e tinha um monte de arquivos idiotas, mas ela clicou num que dizia “gorrion”, abriu a pasta, era um vídeo, deu um clique duplo e começou a tocar enquanto sentávamos na cama, nisso meu celular tocou, era a coroa mandando um SMS “sinto sua falta” dizia. Ia responder quando vi no vídeo a mendocina pelada junto com um cara que tinha uma cock igual a do Rocco (se é que vocês sabem quem é).
O cara tava boco Aí a mendocina colocou a bunda dela contra a pica do cara e começou a sentar, era pura e simplesmente um empalamento.
A mendocina sofria igual uma besta, até num momento dava pra ver que os olhos dela ficavam marejados.
Eu, surpreso com o que via e ouvia, sinto ela pegar nas minhas bolas e começar a passar a mão.
— Eu gosto de sexo anal… mas com ele não curto porque dói pra caralho… — comentou a mendocina e então soltou a bomba — quero que você entre junto.
— Que… que isso!! — quase gritei — pra quê? — perguntei.
— Eu gosto de dar o cu e queria que antes dele meter, você fizesse uma espécie de dilatação, não se ofende, mas ele tem uma pica enorme.
— Mas… você tem brinquedos, óleos e tal pra dilatar o cu.
— Sei, mas prefiro a pica de um macho, além disso tô afim de me acabar e faz tempo que não faço isso. — Nisso ela pegou na minha pica e começou a me masturbar rápido — Você não tá afim de me comer?
Eu, meio atordoado com a experiência, perguntei — E ele não liga?
— Não, o viado até me incentiva a dar pra outros e depois contar o que fiz, então se eu disser que trouxe alguém, ele vai ficar todo excitado.
Naquela hora eu me perdi e gozei, me sujando e sujando a mão da mendocina. Ela sorriu pra mim e disse — Hoje não vou te chupar, mas olha isso — ela levou a mão, juntou toda minha porra e colocou na boca, e diante do meu olhar, engoliu.
Ela se levantou, olhou as horas e disse — Daqui a 40 minutos a gente entra.
Ela puxou a calcinha pra deixar a buceta à mostra — Aqui tá seu incentivo — completou e sentou na minha pica, enfiando só a metade na buceta.
— Tá sentindo? Molhada, quentinha, sente como ela abraça sua pica? Se aceitar, vai ter isso e muito mais.
Fiquei deitado na cama, abalado pela experiência, enquanto ouvia a mendocina se vestindo até que um caloroso “tchau” indicou que ela tinha ido embora.
Nisso peguei meu celular e escrevi “eu também sinto sua falta, na hora” pra coroa de quarenta e poucos “que foi que demorou tanto?” “muito” ao que respondi “tava com o cel desligado carregando” MENTIRA!!!
(bom, galera, espero ter escrito em termos claros minhas experiências. Se algo no meu jeito de escrever incomoda, avisem. Só tô tentando passar as coisas que rolaram comigo de forma compreensível e que não pareça um conto fictício tirado da Playboy, onde todo mundo tem pau grande, maior que grande, enorme-gigantesco, e tem frases tipo “chupei aquele tronco nervudo”. Nós, comuns, falamos “pau”, “pau”, e as gostosas que nos cercam são normais, não deusas do Olimpo. Sei que sonhar não custa nada, mas as gostosas que eu comi não foram muitas e eram normais, com dois peitos, uma bunda, usa a palavra: buceta e boca)
Bom, na próxima chega a mina de Mendoza. Se não incomodar, né?
Lá pra uma da tarde, como de costume, subi na minha moto e fui pra casa.
Já eram umas duas e pouco quando terminei de almoçar a comida que tinha pedido, e alguém tocou a campainha.
Quando perguntei quem era, como vocês tão imaginando, era a mendocina. Abri a porta e ela tava sorrindo, entrou rápido, me deu um beijo na bochecha e falou: – Corno, conta tudo.
– Como assim, conta o quê? – perguntei.
A mendocina sentou no sofá da sala e disse: – Como é a baba na hora de transar, porque parece uma frígida do caralho.
Eu, meio nervoso, sentei do lado dela e respondi: – Tranquilo, bem tranquilo, sem drama.
A mendocina sorriu e voltou à carga: – Tranquilo... ah, (diz meu nome), mas dá mais detalhe. Tranquilo na posição papai-e-mamãe, às vezes ela vai por cima, chupa o pau... isso que eu quero saber.
Fiquei pensativo, meio nervoso, e falei: – Tá bom, eu conto, mas você pelo menos tem que me dar um incentivo...
A mendocina respondeu: – Tá certo, parece justo. – Riu um pouco e pediu: – Faz um chimarrão.
Fui pra cozinha, coloquei a chaleira no fogo, falei umas merdas e me virei pra olhar a mendocina. Nisso, a gostosa se levantou, tirou a blusa de moletom que tava usando, depois a camiseta e por último o sutiã. Ela me olhava e agia com uma naturalidade que me surpreendia.
Comecei a colocar água no termo e ela veio pro meu lado. Os peitos dela estavam de fora, eram pontudos, médios, os bicos meio desiguais e, apesar dela ser meio loira, eram pretos que nem carvão.
– A baba não tem frescura – falei, estendendo o mate pra ela –, gosta que eu goze na boca dela.
Continuei, e nisso comecei a ficar duro, e a mendocina percebeu.
– Opa, opa – ela disse –, posso ver? – Sem me deixar reagir, ela abaixou o zíper da minha calça jeans, enfiou a mão na minha cueca e pegou no meu pau. pra deixar ela exposta –como adoro cocks– comento –e a sua é uma linda cock– ela se ajoelhou sem soltar a minha, olhou bem pra ela, me olhou e tocou nas bolas e moveu a mão pra deixar minha cabeça exposta, nisso, pelo tesão que tava, umas gotas de pré-leite saíram. –a vergaston– falou na brincadeira e aproximou a boca pra, com a língua, provar as gotinhas de cum que tinham na cabeça da minha cock.
Ao terminar, se levantou sem guardar a “mercadoria” e me disse –que yummy cum… me dá outro mate.–
Eu dei um mate, ela ficou me olhando esperando que eu contasse como eram minhas fodas com a coroa e nem preciso dizer que contei.
Quando terminei, a mendocina parecia satisfeita, se afastou um pouco de mim, tirou os tênis e o jogging que tava usando, então ficou só de calcinha, se virou pra eu ver a bunda, mesmo sem usar fio dental, tinha parte da calcinha enfiada naquela racha linda.
–então olha só… você sabe fazer booties?– gritou.
–não, não sou um expert, com a cutie que mais transei anal até agora foi com ela, não me acho.– respondi.
A mendocina me olhou com cara de girl e, diante do meu olhar, fez a parte da frente da calcinha dela se enfiar na pussy, ficou, por assim dizer, “conchales”. A cutie tava depilada e, procurando no jogging, tirou um USB
–você tem computador?– me perguntou, e eu respondi –no quarto–
Ela apontou pro meu quarto e foi pra lá, eu segui, quando entrei ela já tinha parado na frente do PC e conectado o pendrive, depois de um tempo abriu a janela do Windows e tinha um monte de arquivos idiotas, mas ela clicou num que dizia “gorrion”, abriu a pasta, era um vídeo, deu um clique duplo e começou a tocar enquanto sentávamos na cama, nisso meu celular tocou, era a coroa mandando um SMS “sinto sua falta” dizia. Ia responder quando vi no vídeo a mendocina pelada junto com um cara que tinha uma cock igual a do Rocco (se é que vocês sabem quem é).
O cara tava boco Aí a mendocina colocou a bunda dela contra a pica do cara e começou a sentar, era pura e simplesmente um empalamento.
A mendocina sofria igual uma besta, até num momento dava pra ver que os olhos dela ficavam marejados.
Eu, surpreso com o que via e ouvia, sinto ela pegar nas minhas bolas e começar a passar a mão.
— Eu gosto de sexo anal… mas com ele não curto porque dói pra caralho… — comentou a mendocina e então soltou a bomba — quero que você entre junto.
— Que… que isso!! — quase gritei — pra quê? — perguntei.
— Eu gosto de dar o cu e queria que antes dele meter, você fizesse uma espécie de dilatação, não se ofende, mas ele tem uma pica enorme.
— Mas… você tem brinquedos, óleos e tal pra dilatar o cu.
— Sei, mas prefiro a pica de um macho, além disso tô afim de me acabar e faz tempo que não faço isso. — Nisso ela pegou na minha pica e começou a me masturbar rápido — Você não tá afim de me comer?
Eu, meio atordoado com a experiência, perguntei — E ele não liga?
— Não, o viado até me incentiva a dar pra outros e depois contar o que fiz, então se eu disser que trouxe alguém, ele vai ficar todo excitado.
Naquela hora eu me perdi e gozei, me sujando e sujando a mão da mendocina. Ela sorriu pra mim e disse — Hoje não vou te chupar, mas olha isso — ela levou a mão, juntou toda minha porra e colocou na boca, e diante do meu olhar, engoliu.
Ela se levantou, olhou as horas e disse — Daqui a 40 minutos a gente entra.
Ela puxou a calcinha pra deixar a buceta à mostra — Aqui tá seu incentivo — completou e sentou na minha pica, enfiando só a metade na buceta.
— Tá sentindo? Molhada, quentinha, sente como ela abraça sua pica? Se aceitar, vai ter isso e muito mais.
Fiquei deitado na cama, abalado pela experiência, enquanto ouvia a mendocina se vestindo até que um caloroso “tchau” indicou que ela tinha ido embora.
Nisso peguei meu celular e escrevi “eu também sinto sua falta, na hora” pra coroa de quarenta e poucos “que foi que demorou tanto?” “muito” ao que respondi “tava com o cel desligado carregando” MENTIRA!!!
(bom, galera, espero ter escrito em termos claros minhas experiências. Se algo no meu jeito de escrever incomoda, avisem. Só tô tentando passar as coisas que rolaram comigo de forma compreensível e que não pareça um conto fictício tirado da Playboy, onde todo mundo tem pau grande, maior que grande, enorme-gigantesco, e tem frases tipo “chupei aquele tronco nervudo”. Nós, comuns, falamos “pau”, “pau”, e as gostosas que nos cercam são normais, não deusas do Olimpo. Sei que sonhar não custa nada, mas as gostosas que eu comi não foram muitas e eram normais, com dois peitos, uma bunda, usa a palavra: buceta e boca)
Bom, na próxima chega a mina de Mendoza. Se não incomodar, né?
5 comentários - Histórias de Escritório 4
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