O verão daquele ano foi especialmente quente, embora a sombra das árvores que lotavam o pátio da nossa casa de campo nos proporcionasse tardes de soneca sob a parreira ou a figueira, que nos isolavam tanto da temperatura ambiente quanto da agitação nas ruas.
Naquela época, morávamos nessa casa eu, minha mãe, separada há uns cinco anos, e minhas duas irmãs mais velhas, Cláudia e Teresa.
Ao nosso lado, morava Patrícia, uma mulher linda de 30 anos, casada há pouco tempo, de cabelo loiro, olhos brilhantes e um sorriso sempre presente nos lábios finos e carnudos. Ela tinha um corpo escultural, que destacava com umas calças justas que desenhavam os belos contornos das pernas longas e bem-feitas e da bunda empinada que, quando vista de perfil, parecia ainda mais dura.
Os peitos dela eram fora de série: sempre altivos, insinuando uma dureza que dava vontade de apertar. Ela sabia da beleza do busto, que realçava com umas blusas tão coladas no corpo quanto as calças nas pernas. E por cima do decote, duas massas que lutavam para se libertar, o que tornava difícil desviar o olhar. E Patrícia exibia os peitos com uma naturalidade que a deixava ainda mais gostosa.
Mesmo que desde o primeiro momento eu tenha me sentido atraído pelos encantos da nossa vizinha, coisa que tinha certeza de que ela percebeu, ela nunca teve um gesto, um olhar ou uma palavra que denotasse incômodo ou aprovação. A atitude dela era sempre aberta, alegre, sem nenhum sinal de segundas intenções.
Eu tinha acabado de fazer 18 anos e, sempre que ela vinha na nossa casa, o que acontecia quase toda tarde, eu arrumava qualquer desculpa para ficar perto de onde ela estivesse, com minha mãe ou alguma das minhas irmãs mais velhas.
Elas costumavam conversar na sala de estar, enquanto eu me dedicava a olhar discos, montar quebra-cabeças ou ler, geralmente deitado no chão, fingindo que estava completamente absorto. nos meus afazeres, mas de olho na Patrícia, nos gestos dela, nas pernas dela, na risa dela, nas palavras dela.
Tudo não teria passado de uma atração juvenil sem maiores consequências depois, se não fosse pelo fato de que um dia a Patrícia começou a usar minissaia, dizendo que o calor era demais pra usar calça. Quando vi as pernas dela pela primeira vez, livres do aperto das calças, quase perdi o fôlego: eram cheinhas mas não gordas, finas mas não magras. Tinham o tanto certo que uma perna precisa ter pra despertar o apetite de um homem. E as coxas dela insinuavam uma região que pedia pra ser conhecida, com curvas que prometiam prazeres sem limites e que despertaram minhas maiores fantasias.
Na tarde em que aconteceram os fatos que motivam essa história, a conversa tinha se concentrado na minissaia da Patrícia e em como ela ficava bem nela, então meus olhares ardentes pras pernas lindas e desejadas dela passaram despercebidos pelas minhas irmãs, mas não pela minha vizinha, que num certo momento me olhou de um jeito que me deixou gelado, porque ela cravou os olhos verdes em mim intensamente, em silêncio. Eu não sabia se ela tava irritada, curiosa ou lisonjeada pelo desejo que meus olhares pras pernas dela mostravam, o fato é que ela me encarou por uns segundos que pareceram uma eternidade e que me perturbaram completamente, me forçando a desviar o olhar enquanto meu rosto ficava todo vermelho, mais por vergonha do que pelo calor do ambiente.
Eu não conseguia mais ficar perto delas, porque o olhar da Patrícia tinha me desarmado por completo e eu sabia que agora ela tava ligada que era objeto dos meus desejos. Que dúvida podia restar depois que ela me pegou olhando pras pernas dela com aquele olhar de safado quando ela cravou os olhos em mim!
Saí correndo de perto das mulheres e aquela tarde passei debaixo da parreira, deitado na rede, sem parar de pensar nas pernas da Patrícia, nas coxas tentadoras dela, que pediam pra serem tocadas e pra percorrê-las até alcançar o tesouro que se escondia no fim das suas pernas. Imaginava que ela usava biquínis brancos e que eles protegiam uma moita de pelos abundantes e crespos e uma fenda de lábios grossos, rosados, frescos e molhados.
Logo depois, eu estava percorrendo com minha imaginação aquele par de colunas, que se abriam às minhas carícias, até alcançar a meta desejada, molhada de tesão. Enquanto explorava o precioso montinho, meus lábios beijavam seus seios por cima da blusa, provocando suspiros de desejo da parte da Patrícia.
Enquanto minha imaginação conseguia tudo o que queria da minha complacente vizinha, minha mão se enfiava dentro da minha calça para tentar aliviar meu instrumento viril.
Um barulho de vozes e passos interrompeu minha fantasia e tive que tirar apressadamente minha mão de dentro da calça e me ajeitei o melhor que pude para esconder meu estado de excitação. As que chegavam eram a Patrícia e minha irmã Cláudia, enfiadas numa conversa animada, que interromperam quando perceberam minha presença. Um olhar da minha irmã me fez entender que meus esforços para esconder minhas atividades solitárias não tinham tido todo o sucesso que eu esperava, o que me encheu de vergonha, pois minha ereção era evidente. A Patrícia pareceu não perceber, pois continuou conversando com minha irmã como se nada estivesse acontecendo.
Elas se retiraram para outro canto do pomar, me deixando sozinho e frustrado, já que nem tinha me satisfeito nem tinha conseguido esconder minha luxúria dos olhos da Cláudia. Pouco depois, chegaram até mim as risadas abafadas das duas, compartilhando talvez algum segredo.
Algumas horas depois, quando a Patrícia já tinha ido para casa esperar a chegada do marido do trabalho, eu continuava na rede, remoendo minha raiva e frustração pelo mico que tinha pagado, que me colocou em evidência primeiro com a Patrícia e depois com minha irmã Cláudia. Levantei, decidido a entrar em casa, quando um barulho chamou minha atenção. Fui até o lugar de onde parecia vir o som, que era uma figueira no fundo do pomar, difícil de alcançar por ser tão escondida.
Na penumbra do entardecer, consegui distinguir minha irmã Cláudia sentada no chão, com as costas apoiadas no tronco da figueira, a cabeça erguida e os olhos fechados, enquanto uma de suas mãos sumia entre as dobras da saia e se movia freneticamente. A outra mão tinha se perdido no decote da blusa e massageava um dos seios, no mesmo ritmo das carícias sob a saia. O barulho que eu tinha ouvido eram os suspiros da minha irmãzinha, que aumentavam de tom conforme o ritmo da massagem entre as pernas acelerava.
A surpresa de flagrar Cláudia se masturbando logo se transformou no desejo que me provocou ver suas pernas de fora e um dos seios, impudico, escapando da prisão, enquanto os suspiros ficavam cada vez mais profundos e a massagem mais frenética.
Cláudia, de 20 anos, era uma mulher muito bem-feita, e suas pernas eram dignas de admiração, assim como os seios, que eu tinha diante dos olhos para opinar com total conhecimento. Sem perceber, meu pau tinha atingido proporções enormes. Quando senti o incômodo da pressão do meu pau na calça, lutando para sair, quase em êxtase o tirei e comecei a massageá-lo devagar, fundo, intenso, enquanto devorava com os olhos a paisagem que minha irmã me oferecia.
Com os olhos fixos nas pernas de Cláudia, tentando ver o que se escondia no fim delas, continuei me masturbando lentamente, como se quisesse prolongar ao máximo o prazer que o espetáculo e a massagem da minha irmã me davam. De repente, minha irmã parou de se massagear e, quando levantei o olhar das pernas dela para o rosto, encontrei seus olhos fixos no meu pau. Não havia surpresa nos olhos dela, só desejo, disso eu tinha certeza. Ela me olhou fixamente, com a boca entreaberta e a língua Espiando, como se estivesse se lambendo de desejo. Olhei pra ela esperando algum sinal, e ela assentiu, me convidando com os olhos enquanto se deitava no chão com um sorriso nos lábios.
Me aproximei e coloquei minha mão onde ela tinha acabado de colocar a dela, encontrando o lugar molhado de tesão. Não encontrei nenhuma calcinha atrapalhando meus desejos, então abri suas pernas e, me colocando por cima dela, encostei meu pau na entrada da buceta dela, sem ousar penetrar. Foi quando a Cláudia agarrou minhas nádegas, levantou as pernas, apertando elas atrás das minhas costas, e me puxou enquanto subia o corpo, fazendo meu pau penetrar até a metade.
Um suspiro prolongado me mostrou que ela tava feliz com minha ferramenta dentro dela, então terminei de enfiar meu pau até o fundo, e em seguida comecei a meter e tirar repetidamente, até que ela teve um orgasmo prolongado, seguido na hora pelo meu.
Fiquei com meu pau enterrado na entrada da buceta dela, tentando recuperar o fôlego, enquanto ela suspirava baixinho e continuava agarrada nas minhas nádegas, com os pés cruzados nas minhas costas e me olhando fundo nos olhos. Depois de um tempo, quando nossa respiração acalmou, ela começou a se mexer devagar, em movimentos circulares, enquanto beijava meu pescoço com um beijo longo e suave, intenso e calmo. Comecei a me mover de novo dentro da minha irmãzinha, agora mais devagar, com vontade de aproveitar melhor o incesto.
Mas a Cláudia tinha outros planos, porque cedo demais pro meu gosto ela aumentou o ritmo dos movimentos e foi acelerando enquanto soltava gritinhos abafados.
"Mais, mais, mais"
Ela beijava meu pescoço, deixando manchas vermelhas. Logo os gritinhos mudaram e aumentaram de volume.
"Como é gostoso, quero mais, agoraaaaaa!"
E gozou intensamente enquanto se apertava contra mim, cravando as unhas nas minhas costelas.
"Que gostoso, que delíciaaaa "
As expressões da minha irmã me excitaram tanto que não consegui me segurar e senti o jorro de vida dentro de mim lutando pra sair e se derramar dentro dela, o que aconteceu quando os gemidos de prazer da Claudia estavam se apagando. Afundei nela com todo o meu corpo e gozei enquanto meu rosto se perdia entre os peitos da minha irmãzinha.
"Já, já, vai. delíciaaaa. jáaaaaa!"
E ficamos os dois, abraçados, suados e exaustos, mas ansiosos pelo que viria agora, quando teríamos que nos olhar nos olhos depois do momento de luxúria e incesto. Não aguentei a espera e me levantei um pouco pra olhar nos olhos da minha irmã. Perguntei "o que você me diz?", esperando uma cena de choro da parte dela pra disfarçar o momento de fraqueza que tinha tido, mas, pra minha surpresa, ela respondeu: "foi uma delícia, não acha?".
"Você não está arrependida?"
"Não, de jeito nenhum. pelo contrário"
"Você é uma mulher muito safada, me fez gozar como um louco"
"Você também. tem uma rola muito gostosa"
"Você gostou?"
"Gostei desde que te vi batendo uma"
"Você me viu?"
"Sim. Aí eu soube que a gente tinha que fazer"
"Você estava batendo uma pensando em mim?"
"Sim e não"
"Como assim?"
"Eu precisava chamar sua atenção pra onde eu estava e fazer você ficar excitado. por isso eu estava me masturbando, pra você me ver e ficar com tesão, mas me deixei levar pelo entusiasmo"
"pervertida!"
"Mas deu resultado, né?"
E dizendo isso, minha irmãzinha agarrou minha rola e começou a massagear, movendo a pele lentamente pra frente e pra trás, com uma habilidade que mostrava sua experiência nisso. Com a mão livre, pegou minhas bolas, acariciando-as suavemente, me levando a um nível de excitação incrível. Quando minha rola atingiu um tamanho respeitável, ela me fez sentar ao lado dela e se inclinou pra levar meu pedaço de carne à boca, engolindo ele inteiro, movendo os lábios em toda a extensão do meu pau, pra terminar chupando devagar até conseguir o que queria. Meu esperma saiu rápido e inundou ela toda, mas ela se apressou pra engolir o máximo possível dos meus líquidos, até deixar meu pau completamente limpo.
Quando consegui me recuperar um pouco, abri as pernas dela e me posicionei entre elas pra alcançar a gruta do amor dela, que comecei a beijar suavemente, aumentando o ritmo das minhas carícias, até enfiar minha língua em busca do clitóris dela, que alcancei bem na hora em que minha irmãzinha esticava as pernas pro ar, arqueava as costas e enchia minha cara com os sucos vaginais dela, entre suspiros de alívio.
A buceta da minha irmã ainda gotejava o líquido precioso dela quando subi nela de novo e enfiei meu pau, e aí ficamos os dois nos movendo em silêncio por um bom tempo, focados em conseguir nosso próprio prazer, como se o outro não existisse, um prazer que queríamos fazer durar o máximo possível. Esse mesmo silêncio e a dedicação de cada um em se mover ritmadamente, suavemente, nos excitou a limites incríveis e logo estávamos galopando desenfreadamente um no outro, com o corpo suado e nos apertando pelos lados, cravando as unhas no corpo do outro, soltando gemidos de prazer.
De repente, o orgasmo chegou quase ao mesmo tempo e nos apertamos, nos afundamos um no outro, como se quiséssemos fundir nossos corpos, enquanto trocávamos nossos sucos numa troca de prazer que esgotou nossas forças. E terminamos entre beijos, mordidas e promessas de amor e desejo.
"Que tal a gente fazer de novo amanhã, no mesmo horário, aqui mesmo?"
Falei quando recuperei o fôlego, e ela respondeu que sim, me dando um beijo apaixonado, enfiando a língua na minha boca, se despediu rapidamente e sumiu nas sombras da noite que caía.
Fiquei pensando no que tinha acontecido: comecei me masturbando pensando na vizinha Patrícia e terminei na Braços ardentes da minha irmã Cláudia.
O que eu não sabia naquele momento era que essa história teria reviravoltas inesperadas, que realizariam todos os meus desejos.
Continua...
Naquela época, morávamos nessa casa eu, minha mãe, separada há uns cinco anos, e minhas duas irmãs mais velhas, Cláudia e Teresa.
Ao nosso lado, morava Patrícia, uma mulher linda de 30 anos, casada há pouco tempo, de cabelo loiro, olhos brilhantes e um sorriso sempre presente nos lábios finos e carnudos. Ela tinha um corpo escultural, que destacava com umas calças justas que desenhavam os belos contornos das pernas longas e bem-feitas e da bunda empinada que, quando vista de perfil, parecia ainda mais dura.
Os peitos dela eram fora de série: sempre altivos, insinuando uma dureza que dava vontade de apertar. Ela sabia da beleza do busto, que realçava com umas blusas tão coladas no corpo quanto as calças nas pernas. E por cima do decote, duas massas que lutavam para se libertar, o que tornava difícil desviar o olhar. E Patrícia exibia os peitos com uma naturalidade que a deixava ainda mais gostosa.
Mesmo que desde o primeiro momento eu tenha me sentido atraído pelos encantos da nossa vizinha, coisa que tinha certeza de que ela percebeu, ela nunca teve um gesto, um olhar ou uma palavra que denotasse incômodo ou aprovação. A atitude dela era sempre aberta, alegre, sem nenhum sinal de segundas intenções.
Eu tinha acabado de fazer 18 anos e, sempre que ela vinha na nossa casa, o que acontecia quase toda tarde, eu arrumava qualquer desculpa para ficar perto de onde ela estivesse, com minha mãe ou alguma das minhas irmãs mais velhas.
Elas costumavam conversar na sala de estar, enquanto eu me dedicava a olhar discos, montar quebra-cabeças ou ler, geralmente deitado no chão, fingindo que estava completamente absorto. nos meus afazeres, mas de olho na Patrícia, nos gestos dela, nas pernas dela, na risa dela, nas palavras dela.
Tudo não teria passado de uma atração juvenil sem maiores consequências depois, se não fosse pelo fato de que um dia a Patrícia começou a usar minissaia, dizendo que o calor era demais pra usar calça. Quando vi as pernas dela pela primeira vez, livres do aperto das calças, quase perdi o fôlego: eram cheinhas mas não gordas, finas mas não magras. Tinham o tanto certo que uma perna precisa ter pra despertar o apetite de um homem. E as coxas dela insinuavam uma região que pedia pra ser conhecida, com curvas que prometiam prazeres sem limites e que despertaram minhas maiores fantasias.
Na tarde em que aconteceram os fatos que motivam essa história, a conversa tinha se concentrado na minissaia da Patrícia e em como ela ficava bem nela, então meus olhares ardentes pras pernas lindas e desejadas dela passaram despercebidos pelas minhas irmãs, mas não pela minha vizinha, que num certo momento me olhou de um jeito que me deixou gelado, porque ela cravou os olhos verdes em mim intensamente, em silêncio. Eu não sabia se ela tava irritada, curiosa ou lisonjeada pelo desejo que meus olhares pras pernas dela mostravam, o fato é que ela me encarou por uns segundos que pareceram uma eternidade e que me perturbaram completamente, me forçando a desviar o olhar enquanto meu rosto ficava todo vermelho, mais por vergonha do que pelo calor do ambiente.
Eu não conseguia mais ficar perto delas, porque o olhar da Patrícia tinha me desarmado por completo e eu sabia que agora ela tava ligada que era objeto dos meus desejos. Que dúvida podia restar depois que ela me pegou olhando pras pernas dela com aquele olhar de safado quando ela cravou os olhos em mim!
Saí correndo de perto das mulheres e aquela tarde passei debaixo da parreira, deitado na rede, sem parar de pensar nas pernas da Patrícia, nas coxas tentadoras dela, que pediam pra serem tocadas e pra percorrê-las até alcançar o tesouro que se escondia no fim das suas pernas. Imaginava que ela usava biquínis brancos e que eles protegiam uma moita de pelos abundantes e crespos e uma fenda de lábios grossos, rosados, frescos e molhados.
Logo depois, eu estava percorrendo com minha imaginação aquele par de colunas, que se abriam às minhas carícias, até alcançar a meta desejada, molhada de tesão. Enquanto explorava o precioso montinho, meus lábios beijavam seus seios por cima da blusa, provocando suspiros de desejo da parte da Patrícia.
Enquanto minha imaginação conseguia tudo o que queria da minha complacente vizinha, minha mão se enfiava dentro da minha calça para tentar aliviar meu instrumento viril.
Um barulho de vozes e passos interrompeu minha fantasia e tive que tirar apressadamente minha mão de dentro da calça e me ajeitei o melhor que pude para esconder meu estado de excitação. As que chegavam eram a Patrícia e minha irmã Cláudia, enfiadas numa conversa animada, que interromperam quando perceberam minha presença. Um olhar da minha irmã me fez entender que meus esforços para esconder minhas atividades solitárias não tinham tido todo o sucesso que eu esperava, o que me encheu de vergonha, pois minha ereção era evidente. A Patrícia pareceu não perceber, pois continuou conversando com minha irmã como se nada estivesse acontecendo.
Elas se retiraram para outro canto do pomar, me deixando sozinho e frustrado, já que nem tinha me satisfeito nem tinha conseguido esconder minha luxúria dos olhos da Cláudia. Pouco depois, chegaram até mim as risadas abafadas das duas, compartilhando talvez algum segredo.
Algumas horas depois, quando a Patrícia já tinha ido para casa esperar a chegada do marido do trabalho, eu continuava na rede, remoendo minha raiva e frustração pelo mico que tinha pagado, que me colocou em evidência primeiro com a Patrícia e depois com minha irmã Cláudia. Levantei, decidido a entrar em casa, quando um barulho chamou minha atenção. Fui até o lugar de onde parecia vir o som, que era uma figueira no fundo do pomar, difícil de alcançar por ser tão escondida.
Na penumbra do entardecer, consegui distinguir minha irmã Cláudia sentada no chão, com as costas apoiadas no tronco da figueira, a cabeça erguida e os olhos fechados, enquanto uma de suas mãos sumia entre as dobras da saia e se movia freneticamente. A outra mão tinha se perdido no decote da blusa e massageava um dos seios, no mesmo ritmo das carícias sob a saia. O barulho que eu tinha ouvido eram os suspiros da minha irmãzinha, que aumentavam de tom conforme o ritmo da massagem entre as pernas acelerava.
A surpresa de flagrar Cláudia se masturbando logo se transformou no desejo que me provocou ver suas pernas de fora e um dos seios, impudico, escapando da prisão, enquanto os suspiros ficavam cada vez mais profundos e a massagem mais frenética.
Cláudia, de 20 anos, era uma mulher muito bem-feita, e suas pernas eram dignas de admiração, assim como os seios, que eu tinha diante dos olhos para opinar com total conhecimento. Sem perceber, meu pau tinha atingido proporções enormes. Quando senti o incômodo da pressão do meu pau na calça, lutando para sair, quase em êxtase o tirei e comecei a massageá-lo devagar, fundo, intenso, enquanto devorava com os olhos a paisagem que minha irmã me oferecia.
Com os olhos fixos nas pernas de Cláudia, tentando ver o que se escondia no fim delas, continuei me masturbando lentamente, como se quisesse prolongar ao máximo o prazer que o espetáculo e a massagem da minha irmã me davam. De repente, minha irmã parou de se massagear e, quando levantei o olhar das pernas dela para o rosto, encontrei seus olhos fixos no meu pau. Não havia surpresa nos olhos dela, só desejo, disso eu tinha certeza. Ela me olhou fixamente, com a boca entreaberta e a língua Espiando, como se estivesse se lambendo de desejo. Olhei pra ela esperando algum sinal, e ela assentiu, me convidando com os olhos enquanto se deitava no chão com um sorriso nos lábios.
Me aproximei e coloquei minha mão onde ela tinha acabado de colocar a dela, encontrando o lugar molhado de tesão. Não encontrei nenhuma calcinha atrapalhando meus desejos, então abri suas pernas e, me colocando por cima dela, encostei meu pau na entrada da buceta dela, sem ousar penetrar. Foi quando a Cláudia agarrou minhas nádegas, levantou as pernas, apertando elas atrás das minhas costas, e me puxou enquanto subia o corpo, fazendo meu pau penetrar até a metade.
Um suspiro prolongado me mostrou que ela tava feliz com minha ferramenta dentro dela, então terminei de enfiar meu pau até o fundo, e em seguida comecei a meter e tirar repetidamente, até que ela teve um orgasmo prolongado, seguido na hora pelo meu.
Fiquei com meu pau enterrado na entrada da buceta dela, tentando recuperar o fôlego, enquanto ela suspirava baixinho e continuava agarrada nas minhas nádegas, com os pés cruzados nas minhas costas e me olhando fundo nos olhos. Depois de um tempo, quando nossa respiração acalmou, ela começou a se mexer devagar, em movimentos circulares, enquanto beijava meu pescoço com um beijo longo e suave, intenso e calmo. Comecei a me mover de novo dentro da minha irmãzinha, agora mais devagar, com vontade de aproveitar melhor o incesto.
Mas a Cláudia tinha outros planos, porque cedo demais pro meu gosto ela aumentou o ritmo dos movimentos e foi acelerando enquanto soltava gritinhos abafados.
"Mais, mais, mais"
Ela beijava meu pescoço, deixando manchas vermelhas. Logo os gritinhos mudaram e aumentaram de volume.
"Como é gostoso, quero mais, agoraaaaaa!"
E gozou intensamente enquanto se apertava contra mim, cravando as unhas nas minhas costelas.
"Que gostoso, que delíciaaaa "
As expressões da minha irmã me excitaram tanto que não consegui me segurar e senti o jorro de vida dentro de mim lutando pra sair e se derramar dentro dela, o que aconteceu quando os gemidos de prazer da Claudia estavam se apagando. Afundei nela com todo o meu corpo e gozei enquanto meu rosto se perdia entre os peitos da minha irmãzinha.
"Já, já, vai. delíciaaaa. jáaaaaa!"
E ficamos os dois, abraçados, suados e exaustos, mas ansiosos pelo que viria agora, quando teríamos que nos olhar nos olhos depois do momento de luxúria e incesto. Não aguentei a espera e me levantei um pouco pra olhar nos olhos da minha irmã. Perguntei "o que você me diz?", esperando uma cena de choro da parte dela pra disfarçar o momento de fraqueza que tinha tido, mas, pra minha surpresa, ela respondeu: "foi uma delícia, não acha?".
"Você não está arrependida?"
"Não, de jeito nenhum. pelo contrário"
"Você é uma mulher muito safada, me fez gozar como um louco"
"Você também. tem uma rola muito gostosa"
"Você gostou?"
"Gostei desde que te vi batendo uma"
"Você me viu?"
"Sim. Aí eu soube que a gente tinha que fazer"
"Você estava batendo uma pensando em mim?"
"Sim e não"
"Como assim?"
"Eu precisava chamar sua atenção pra onde eu estava e fazer você ficar excitado. por isso eu estava me masturbando, pra você me ver e ficar com tesão, mas me deixei levar pelo entusiasmo"
"pervertida!"
"Mas deu resultado, né?"
E dizendo isso, minha irmãzinha agarrou minha rola e começou a massagear, movendo a pele lentamente pra frente e pra trás, com uma habilidade que mostrava sua experiência nisso. Com a mão livre, pegou minhas bolas, acariciando-as suavemente, me levando a um nível de excitação incrível. Quando minha rola atingiu um tamanho respeitável, ela me fez sentar ao lado dela e se inclinou pra levar meu pedaço de carne à boca, engolindo ele inteiro, movendo os lábios em toda a extensão do meu pau, pra terminar chupando devagar até conseguir o que queria. Meu esperma saiu rápido e inundou ela toda, mas ela se apressou pra engolir o máximo possível dos meus líquidos, até deixar meu pau completamente limpo.
Quando consegui me recuperar um pouco, abri as pernas dela e me posicionei entre elas pra alcançar a gruta do amor dela, que comecei a beijar suavemente, aumentando o ritmo das minhas carícias, até enfiar minha língua em busca do clitóris dela, que alcancei bem na hora em que minha irmãzinha esticava as pernas pro ar, arqueava as costas e enchia minha cara com os sucos vaginais dela, entre suspiros de alívio.
A buceta da minha irmã ainda gotejava o líquido precioso dela quando subi nela de novo e enfiei meu pau, e aí ficamos os dois nos movendo em silêncio por um bom tempo, focados em conseguir nosso próprio prazer, como se o outro não existisse, um prazer que queríamos fazer durar o máximo possível. Esse mesmo silêncio e a dedicação de cada um em se mover ritmadamente, suavemente, nos excitou a limites incríveis e logo estávamos galopando desenfreadamente um no outro, com o corpo suado e nos apertando pelos lados, cravando as unhas no corpo do outro, soltando gemidos de prazer.
De repente, o orgasmo chegou quase ao mesmo tempo e nos apertamos, nos afundamos um no outro, como se quiséssemos fundir nossos corpos, enquanto trocávamos nossos sucos numa troca de prazer que esgotou nossas forças. E terminamos entre beijos, mordidas e promessas de amor e desejo.
"Que tal a gente fazer de novo amanhã, no mesmo horário, aqui mesmo?"
Falei quando recuperei o fôlego, e ela respondeu que sim, me dando um beijo apaixonado, enfiando a língua na minha boca, se despediu rapidamente e sumiu nas sombras da noite que caía.
Fiquei pensando no que tinha acontecido: comecei me masturbando pensando na vizinha Patrícia e terminei na Braços ardentes da minha irmã Cláudia.
O que eu não sabia naquele momento era que essa história teria reviravoltas inesperadas, que realizariam todos os meus desejos.
Continua...
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