O Amigo da Minha Esposa...

Minha esposa e eu temos o costume de nos encontrar toda sexta à noite num bar da cidade, tomar uns drinks, conversar sobre problemas conhecidos, ouvir música e, na maioria das vezes, passar o tempo dançando.

Uma noite, encontramos por acaso um velho amigo dela que estava doido pra comer ela desde a faculdade, coisa que lembro da época em que a conheci e que ela mesma tinha me contado o quanto ele estava interessado em penetrar ela.

Ela é uma mulher de 48 anos, pele morena, olhos carinhosos e uma boca com uns lábios apetitosos e sensuais, por isso já tinha percebido na rua as mais lascivas cantadas, todas falando dos prazeres majestosos que aquela boca proporcionaria; do corpo que ela tem, só posso descrever como Esplendoroso.

Ele estava sozinho e pediu pra passar um tempo com a gente enquanto chegava alguém que ele esperava. Pensamos por um momento e achamos que a companhia rápida dele não atrapalharia nossa noite. Começamos uma conversa agradável, tocando em vários assuntos, e, sinceramente, eu nunca tinha tido a oportunidade de sair com ele. Até deixei ele dançar com ela, mostrando que sou uma pessoa educada, respeitável e também muito divertido.

Já de noite e com vários drinks na cabeça, comentei que a pessoa que ele esperava já não viria. Ele, calmo e devagar, me disse que eu tinha sido um homem sortudo só por compartilhar a vida ao lado de uma mulher tão preciosa e divinamente feita. Ela retribuiu o elogio dando um beijinho na bochecha dele.

Pouco depois, ele foi ao banheiro, e ela aproveitou pra me falar da vontade que tava de pregar uma peça nele. Disse que sabia que com só um toque de sensualidade e safadeza, ia deixar ele suando de tesão; não achei a ideia tão absurda, e como era só uma brincadeira... Deixei nas mãos dela, mas sob minha supervisão. Quando ele saiu do banheiro, ela imediatamente o convidou pra dançar, aproveitando o clima romântico do momento.

Pude ver como dançavam com os corpos colados um no outro, num abraço quente, totalmente de frente, cara a cara, como se já fossem se beijar, conversando animadamente, já que riam quase toda hora. Me surpreendi no momento em que ela pegou ele pela bunda, centralizou e puxou mais perto do corpo dela, me olhou como se perguntasse com aquele olhar feroz se tava fazendo certo, e eu só pude devolver um gesto de aprovação com um sorriso, coisa que notei que não me desagradava, mas que cada vez mais me excitava também.

Terminaram de dançar pra sentar de novo na mesa e continuar compartilhando do meu lado, foi quando pude notar a ereção evidente que aquele homem tentava disfarçar com certo desconforto na minha presença; não deixei ela sentar e sugeri que era minha vez de dançar com ela. Uma vez no centro da pista e confundidos com o resto dos casais, apoiei na pélvis quente dela a dureza que meu pau guardava, sufocado na minha roupa íntima, e aproveitei pra libertá-lo da posição desconfortável em que estava.

Perguntei se ela tava disposta a continuar com o jogo, dizendo que tinha percebido como ele tava excitado e que as coisas tavam ficando complicadas, já que todos estávamos na mesma condição. Ela respondeu na hora que queria esticar um pouco mais o cenário, porque o fato de perceber que tinha o poder de deixar dois caras de pau duro ao mesmo tempo a enchia de um tesão ardente, só alegando que eu confiasse nela, que tudo tava sob controle e que assim esperava manter.

Chegou a nova vez de dançar com ele, e eu me permiti pegar um pouco de ar fresco com a ideia de que eles se considerassem mais íntimos. Depois de alguns minutos, me levantei e... Dessa vez pude perceber que os dois já estavam se acariciando ao mesmo tempo, trocando sinais sutis de devoção um pelo outro. Pra ser sincero, já não tava gostando nada da ideia de vê-la sendo apalpada e beijada por outro cara, e ela percebeu minha agitação. Com uma piscadinha, me garantiu que ainda tava no controle. Dançaram aquela e mais umas duas músicas, até que eu voltei pra pista e ouvi dos lábios dela que tava se divertindo, que sentia uma sensação estranha, nunca vivida antes, que os sucos daquela estranha tinham inundado a buceta dela — coisa que pude confirmar quando enfiei minha mão lá embaixo e senti o quanto tava molhada. Passei meus dedos no clitóris dela por um instante, e na hora ela soltou uns suspiros que mostravam que tava chegando ao orgasmo. Pedi na mesma hora que fosse ao banheiro e tirasse a calcinha, pra deixar os líquidos escorrerem e molharem a perna toda.

Depois de uma pausa curta e calma, ela voltou pra junto da gente e chamou ele pra dançar de novo, mas dava pra ver no rosto dela uma expressão sádica, como se quisesse devorar o mundo inteiro. Na pista, notei que ela tirou a calcinha do sutiã pra enxugar as gotas de suor que escorriam pelo rosto daquele cara. Como resposta automática, ele deslizou as duas mãos por baixo da saia pra acariciar aquela intimidade molhada e escondida. Dava pra ver claramente como ele apertava e separava aquelas nádegas gostosas. Depois, vi uma das mãos se enfiar na fenda e brincar um tempão com aquele clitóris que já tava inchado de novo, cheio de desejo, prestes a explodir — ou melhor, explodindo naquele exato momento, pelo que dava pra ver na expressão facial que eu conhecia bem. Ela gemia que nem um animal selvagem, chamava o nome dele e se agarrava cada vez mais no corpo do cara, enquanto ele aproveitava pra enfiar os dedos ainda mais fundo, remexendo tudo lá dentro. nas profundezas, pela expressão dos olhos dela, pude entender que naquele momento estavam enfiando mais um dos dedos naquele cuzinho quente. Não conseguia acreditar no que meus olhos estavam vendo, aquela mulher entregue na penumbra aos apetites mais libidinosos diante de dezenas de acompanhantes desconhecidos e inocentes do que estava rolando, ela se contorcia e se desmanchava toda naquelas mãos que lhe ofereciam tanta delícia.

Fizeram outra pausa porque Ela não aguentava mais um segundo em pé depois daquela sequência de orgasmos. Sentaram do meu lado, com Ela no meio dos dois. Quando se recuperou daquele momento de turbulência, se aninhou no meu ombro buscando proteção, como se estivesse envergonhada do espetáculo que tinha me dado. Aí eu sussurrei que ela tinha estado linda, divina, e que a única coisa desagradável era que eu não aguentava mais aquela ereção que já tinha há um tempão. Ela conferiu passando a mão no tecido da minha calça molhada, que agora não parava de acariciar, e com a outra mão fez o mesmo carinho nele. Não conseguia acreditar no que meus olhos estavam vendo: agora ela abaixava habilmente o zíper das duas calças e enfiava as mãos para apalhar de perto aquele par de paus, à margem de uma descarga. Ela exigiu que baixássemos as calças até os joelhos para poder elogiar nossos paus e bolas por completo. Graças à toalha da mesa, aquele momento em que Ela estava com um pau em cada mão passava despercebido pelos olhos dos nossos acompanhantes.

Ele se levantou de repente para ir ao banheiro, e eu imaginei que não tinha aguentado tanta pressão e tinha tido um orgasmo silencioso nas mãos Dela. Aproveitei a deixa para deslizar secretamente debaixo da mesa e pegar meu pau com as duas mãos, enfiando ele devagar na boca quente dela, me presenteando com os carinhos mais suaves, lambidas e mordidinhas que aquela boca divina podia dar. e carnudos lábios só podiam provocar. Em poucos instantes, eu já estava gozando na boca dela todo o meu esperma, e Ela não fazia nenhum esforço para parar de engolir, sem deixar cair uma única gota das minhas secreções.

Ele apareceu novamente na cena e, pensando que Ela não estava, pediu para falar comigo a sós sobre algo talvez delicado para mim. Eu dei a chance pra ele falar. Ele disse que não aguentava mais, que eram muitos anos desejando aquela mulher e, já que pelo que aconteceu há pouco, só pedia meu consentimento pra ir pra cama com ela e fazê-la sua.

A verdade é que fiquei surpreso, porque esse pedido seria a última coisa que eu esperaria de qualquer homem na vida. Perguntei se ele estava louco, que ela não estava disponível pra outros homens. Nesse momento, Ela, que ainda estava debaixo da mesa ouvindo toda a conversa, me deu um apertão forte nas bolas. Tive que me acalmar e retomar a conversa, dizendo que era melhor a gente falar com ela, que seria quem tomaria a decisão. Na hora, Ela emergiu debaixo da mesa e disse que concordava, mas com uma condição. Ele, totalmente surpreso, perguntou qual seria essa situação, já que ele estaria totalmente sujeito às ordens dela. Então ela respondeu: "Só ordeno que me comam os dois."

Ele imediatamente nos convidou para o apartamento dele, e a gente aceitou de bom grado. Uma vez lá, curtindo o agrado do lugar, fomos envolvidos por um clima romântico-erótico. Estávamos os três dançando em uníssono. Ele a segurava de frente, e eu bem apertado na bunda dela. Começamos a despir ela aos poucos: eu tirava a blusa, e ele abaixava a saia, até ela ficar totalmente nua, porque a calcinha, nem lembro onde deixamos. Continuamos dançando, agora cada vez mais agarrados àquele corpo quente e nu. Ele e eu tropeçávamos as mãos numa carícia eterna por toda a esplendorosa sensibilidade do corpo dela. Aos poucos, e como deu, também... Fomos tirando nossas roupas até ficarmos todos como viemos ao mundo.

Não consigo descrever o nível de tesão que Ela estava sentindo naquele grande momento da existência dela; carícias, beijos, mordidinhas, tudo isso em dobro a deixava à beira da loucura, uma boca em cada peito sugando aqueles mamilos duros a ponto de explodir; um dedo dentro do cu, outro cutucando o interior da buceta dela e uma rola em cada mão, verdade que foi a cena mais erótica que já curtimos.

Passamos pro conforto do quarto, onde as carícias e a putaria aumentavam cada vez mais. Ela já tava chupando minha rola e Ele tava lambendo ela, dava pra ver a língua subindo e descendo e sugando os sucos que jorravam dela. A gente trocava de posição, ela mamava ele e eu brincava com o clitóris dela, que tava cada vez mais inchado de tanto tesão que dominava ela; na hora ela pediu pra gente meter os dois ao mesmo tempo, e Ele não perdeu tempo, pegou ela pela frente pra enfiar a rola dele no fundo da buceta molhada dela e deixou pra mim o calor do cu apertado dela pra enfiar a minha; Ele começou primeiro a meter com movimentos lentos e profundos até ver que tava tudo dentro, aí começou uma série de metidas rápidas e brutas, parou por um instante pra me dar chance de enterrar minha rola naquele cu gostoso, louco por prazer; uma vez lá dentro, com as duas rolas, Ela soluçava, gemia e pedia piedade, mas ao mesmo tempo que a gente não parasse de foder ela, a rola dEle entrava na buceta dela enquanto a minha saía do cu, uma entrava e a outra saía, entravam e saíam numa simetria foda; Ela teve vários orgasmos ao mesmo tempo, um na xota e outro no cu, e continuava implorando por mais e mais prazer, mas a gente já não aguentava muito tempo sem que nossas picas explodissem num vulcão de porra, aí eu e Ele Combinamos de encher ela de porra ao mesmo tempo, aceleramos um pouco mais nossos movimentos. Ela gritava, ria, chorava, tava completamente louca de prazer enquanto nós dois descarregávamos todo nosso gozo dentro do corpo dela. Ficamos os dois grudados naquele corpo, totalmente exaustos pela batalha que tínhamos terminado.

Mais tarde, depois de um pequeno descanso, recuperamos todas as nossas forças e estávamos inovando com ela tudo o que em posições, boquetes e penetrações alguns seres já aproveitaram. Desde aquele momento, compartilhamos ela todas as vezes que ela pediu, já que sempre tomou o controle das situações e até hoje a gente curte dividir ela.

Fim.



11 comentários - O Amigo da Minha Esposa...

Me interesa pero estoy un poco lejos, igual gracias por compartir , me gusta esa perversion al igual que uds.Te invito a leer mi post "Enlechada en el SW" se que va a gustar
Verdaderamente excelente el relato me encanto muuuy bueno te felicito, y mucho mas si es real. te dejo unos puntos. y cuando quieras podemos ver de hacer contacto, bueno si son de argentina bs. as. jaja besos
Lastima que son de Panamá, si no me anotaba para cogerla...!!!