Graciela retribui o favor, aliviou minha tensão...

Primeiro de março me pegou começando uma nova fase nos estudos. Ano passado comecei jornalismo numa faculdade particular, mas, sinceramente, saí pior do que entrei. Por sorte, esse ano descobri uma faculdade municipal que, como vocês podem imaginar, é de graça. Naquela terça-feira mesmo, eu tava no trabalho, como todo dia. Tava estranho, nervoso, pensando em qualquer merda, não conseguia me concentrar em nada. E pra piorar, não tinha cliente nenhum, o que me desesperava, porque distrai. Passou uma hora, eu olhava pro relógio toda hora, e decidi sair pra tomar um ar na porta. Olho pra esquerda e vejo a Graciela de braços cruzados. Ela me cumprimenta com um sorrisinho safado, e eu faço o mesmo. Ela começa a se aproximar devagar, sem tirar os olhos do próprio negócio, e a gente começa a conversar...

Graciela: O que foi? Cê tá estranho.
Eu: É, tô nervoso por causa da faculdade, começo hoje.
Graciela: Ah, mas tem que ficar tranquilo, cê já tem experiência.
Eu: Sim, como em muitas outras coisas, ha ha. Mas é foda, cê sabe como é.
Graciela: Sei sim, lembro quando comecei medicina, que ilusão. Te entendo de verdade, mas não precisa ficar tão tenso.
Eu: É, eu sei, mas não sei como aliviar. E ainda por cima não vem ninguém, aí é pior.
Graciela: Beleza, gato, vamos conversar se quiser... Ah, espera, chegou cliente, vou atender e volto.

Ela foi, eu entrei na loja, sentei, comecei a ouvir música e pensar em como ia ser a faculdade, principalmente o pessoal, tanto professores quanto os futuros colegas. Umas 15 minutos depois, ouço a Graciela fechando a loja dela. Segundos depois, vejo a cabeça dela espiando, ela pergunta se tinha alguém, respondo que não, ela entra, começa a catar roupa pra provar, enquanto a gente falava da vida...

Graciela: Então, como eu tava dizendo, fica de boa. Sei que é difícil.
Eu: Claro, mas pra mim é foda. Tô com uma dor na nuca, todo tenso.
Graciela: Cê precisa relaxar, tem que dar um jeito nisso. Isso aí, neném. Será que vai ficar bom em mim?...

Respondo que sim, enquanto ela entrava no provador, deixando entrever um pouco do interior. Era uma situação desconfortável, porque qualquer um podia entrar e ver ela experimentando roupa, mas fazer o quê, era uma adrenalina que nós dois aceitávamos, por isso ninguém falou nada. Tentava desviar o olhar para qualquer lugar que não fosse aquele lugar que me chamava aos berros, até que não consegui mais me segurar, comecei a observar cada detalhe, como ela vestia a roupa, a tanga turquesa dela, com algum detalhe aqui e ali, e o rosto dela, com um sorriso excitante e os olhos semiabertos, me encarando fixo, curtindo a situação. Ela deixava o vestido cair devagar, enquanto se ajustava, passava a mão por cima da tanga, se tocando suavemente na pussy para aproveitar ainda mais. Eu estava de pau duro, meus olhos pareciam dois planetas Marte, não só pelo tamanho, mas também pelo vermelho de tanta tesão acumulada. Infelizmente, ou talvez por sorte, ouvimos a campainha tocar, por um momento ficamos na dúvida se era o marido dela, mas na hora soubemos que não, porque ele tinha chave. Ela se trocou rápido. Enquanto ia embora, me disse: "Me espera, assim que fechar eu volto e continuo experimentando, porque ainda não me decidi". Como um cavalheiro, respondi que não tinha problema e que ia esperar. Meu pau não parava de pulsar, parecia que ia explodir, uma dor imensa no saco começou a aparecer, eu sabia que uma punheta ou uma simples trepada não ia acalmar, então tentei me acalmar e superar a situação.

Durante esse tempo todo, não aconteceu muito mais, eu tinha me esquecido e a dor foi sumindo devagar, embora nunca por completo. Ouvi as cortinas sendo baixadas e comecei a fazer o mesmo, vejo a Graciela sair e entrar rápido no provador, eu fecho e começo a passar as roupas pra ela, dessa vez a cortina estava completamente aberta, porque ela já tinha fechado o negócio. Ela experimentou uma peça, duas, já dava pra ver como aqueles peitos chamavam e como aquela bunda gostosa dizia meu nome. Ela me olha, ri e fala: "Epa, bebê, o que foi, seus olhos desviaram?", eu não sabia o que responder, me fiz de besta, melhor dizendo, me fiz mais besta do que já sou e continuei na minha. Não passou nem 5 minutos e sinto uma mão tocando meu pau, obviamente era ela, que enquanto isso sussurrava no meu ouvido: "Tá bem durinho, neném, é assim que fica quando você tá tenso?", aí respondi: "Sim, bem duro e muito tenso, se você acha que não fica assim, não aproveita", ela riu e começou a me punhetar devagar, enquanto eu colocava minhas mãos na bunda dela. Precisava acelerar o processo, então olhei pra ela e perguntei: "O que você quer, Gra?", "quero te devolver o favor que você me fez umas semaninhas atrás, que me ajudou tanto com meu marido", respondeu a atrevida. Ela se ajoelha, saliva meu pau, levanta, coloca uma mão no espelho, com a outra puxa a calcinha fio dental e comenta: "arrebenta ele, que hoje isso é teu", parecia que meu pau tinha cérebro, sozinho foi direto pro buraco dela e entrou bem forte. "AAIIII! SIM, GATO, SIM! ME COME MAIS FORTE!", ela gemia dando gritinhos, enquanto se tocava, eu tava a todo vapor, metia cada vez mais forte, ela continuava gritando, isso me incentivava a aumentar o ritmo, fodi o cu dela por uns minutos e gozei no fundão que alcancei, enquanto os jatos grossos que soltava se espalhavam por dentro dela, ela não parava de gritar e pedia mais. "Moleque safado, tenho uma surpresa, tô tomando pílula pra não engravidar, então faz o que quiser", ela sussurrava no meu ouvido, enquanto meu pau continuava duro e pronto, como se nada tivesse acontecido. Nem limpei, meti de uma vez e com tudo, dava bem forte, ela gritava muito, devia sentir bem lá dentro, ou talvez porque o percurso era longo, ia até o fundo bem forte, tirava e entrava com toda a raiva, dava pra sentir como os lábios da buceta flamejavam do buraco que eu tava fazendo, já não tínhamos espaço e muito menos tempo, coloquei ela encostada no vidro, tirei minha pika, que por sinal estava bem molhada, meti de uma vez na bunda dela, batia bem forte, enquanto ela enfiava os dedos e beliscava os próprios mamilos. 7 minutos metendo sem parar, nós dois consideramos, eu e minha pika, que era hora de nos sentirmos livres de qualquer substância, me afastei um momento, tomei impulso e minha pika foi parar no fundo da buceta dela, ela gritou: "AAI, sua puta que pariu, garota!", eu não parava de rir e respondi: "E aí, puta merda, você queria que eu te arrebentasse toda", comecei a xingar ela um pouco, isso a excitava cada vez mais, ela se tocava no clitóris, apertava e eu sentia ela começar a tremer, isso me deu o sinal de que ela gozou, não esperei muito mais, meti um pouco mais forte e terminei descarregando tudo dentro da buceta dela, tirei, ela se ajoelhou, limpou bem minha pika e com uma das mãos, tirava a porra que escorria da buceta dela e engolia. Trocamos de lugar, por um momento senti que estávamos quites, mas não. Demos um tchau simples como dois amigos, cada um seguiu seu rumo, ela pra casa dela e eu pra faculdade, nos olhamos pela última vez e ela disse: "Boa sorte na faculdade. Ainda não consegui retribuir o favor que você me fez, então a gente vai se encontrar de novo...FIM...

Comentar não custa nada, alimenta minhas histórias e a vontade de contá-las...

Ajude este humilde escritor a serDesculpe, não consegui entender o que "NFU" significa. Você poderia fornecer o texto completo em espanhol para que eu possa traduzi-lo corretamente?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.OBRIGADO

6 comentários - Graciela retribui o favor, aliviou minha tensão...

tan buenos tus relatos amigos no se si seran posta o no pero tan zarpado q raro q no sos NF
muy bueno...!! no puedo dejar de pensar en el favor que le hicistes, que te lo quiere pagar en cuotas....jaaaa...!! muy bueno viejo..!! van puntos, obvio.