Fala, poringa boys, esse é meu terceiro post e a segunda fanfic que tô postando, espero que vocês curtam, agora é uma baseada nas aventuras das Tokyo Mew Mew 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🤤:
— Guerreiras Mew, vamos, não podemos deixar esse tentativa de ceviche nos vencer — disse Mew Ichigo pra animar as companheiras na luta.
— A gente sabe, sua boba, acredite, se eu soubesse como pará-lo já teria feito — disse Mew Mint com o sarcasmo de sempre.
— Não me chama de boba, Mint, eu nunca te insulto.
— Você sabe que ficar sem meu chá me deixa de mau humor.
— Mas você toma umas quinze xícaras de chá por dia.
— Mas perder uma é um horror.
— Calem a boca vocês duas — a voz era séria e muito calma pra situação atual, só podia ser de Mew Zakuro.
— Sim, senhorita Zakuro, o que for pelo seu bem-estar — disse Mew Mint na hora.
— Ei… não quero interromper, mas… mas… — as três guerreiras Mew se viraram e viram Mew Lettuce.
— Mas o quê, Lettuce? — perguntou Mew Zakuro calmamente.
— Cadê a Pudding?
— PUDDING! — todas gritaram ao mesmo tempo.
— Tô aqui, meninas! — a voz aguda da Pudding ecoou pelo ar, e não foi difícil achar de onde vinha: bem em cima da cabeça do polvo monstruoso.
— Que porra você tá fazendo, Pudding? — gritou Mew Zakuro, mantendo a pose equilibrada.
— EXPERIMENTEM ISSO, É DIVERTIDO, YUHUUUUUUUU!
— Temos que tirar ela daí, Ichigo.
— Beleza, Zakuro, você tem um plano, suponho.
— Algo assim.
Ichigo e Zakuro subiram por uma das paredes do aquário enquanto Mint e Lettuce distraíam o monstro pra que elas pudessem tirar a Pudding de cima dele. Enquanto isso, Kish assistia comendo uns chocolates que tinha roubado de uma barraca perto dali.
— Meninas idiotas, acham que podem vencer esse predacito? Bom, vão levar um susto. Eu projetei esse especialmente pra minha diversão, hehe.
Ichigo e Zakuro Chegaram ao topo e se jogaram sobre a cabeça do polvo, que era viscosa e pegajosa.
- Oi, meninas, vieram se divertir? - perguntou Mew Pudding, animada e cheia de alegria.
- Pudding, vem aqui antes que eu te mate - gritou Mew Ichigo; Pudding começou a chorar.
- Ela é uma criança, não fala assim com ela - disse Mew Zakuro, pegando Pudding no colo, e as três desceram juntas do polvo.
Enquanto caíam, dois tentábooties seguraram Ichigo e Zakuro, enquanto no chão Mint e Lettuce sofriam uma sorte parecida. Pudding conseguiu escapar e se escondeu, tentando pensar no que fazer.
- Meninas, cuidado, vocês estão bem? - perguntou Mew Ichigo.
- Claro, a gente adora ficar presa por tentábooties monstruosos, sua tonta - disse Mew Mint.
- Espero que Pudding consiga nos tirar dessa - disse Mew Lettuce, preocupada.
Zakuro estava pensativa.
- Isso mesmo, meu monstro, faz o que eu te ensinei - Kish colocou outro chocolate na boca e chupou enquanto ele derretia.
O polvo, usando seus quatro tentábooties livres, rasgou parte do uniforme das Mew Mew, deixando à mostra seus seios juvenis e ainda não totalmente formados, e suas calcinhas brancas. Uma parte importante no "Café Mew" era que o uniforme incluía até a calcinha, que sempre tinha que ser branca.
- Maldito monstro, me solta - Mew Ichigo se debateu, mas não conseguiu se libertar.
- O que essa coisa quer? - Mew Mint colocou as mãos para cobrir os seios.
- Isso é estranho - exclamou Mew Lettuce.
- Meninas, acho que ele quer invadir nossa intimidade - Mew Zakuro permaneceu muito séria apesar do que tinha dito.
- O QUÊ? -
Como se o predacito tivesse adivinhado as palavras de Zakuro, começou a esfregar e apertar suavemente os seios das Mew Mew.
Ainda escondida, Mew Pudding pensava em como ajudar suas amigas quando umas mãos a puxaram para trás e taparam sua boca. Era outro dos extraterrestres, um amiguinho de Kish, Tart.
- Que gracinha, vejo que quer atrapalhar isso. Bem, só vou te dizer uma coisa: aproveita o espetáculo, porque suas Suas amigas vão ficar exaustas quando isso acabar e você vai ter que ajudar elas a se levantar — Tart era de um corpo menor e aparentava ser mais novo que Kish, até parecia uma criança para qualquer um. Pudding também achava que ele era um menino, mas Tart dizia ser bem mais velho.
— Você está segurando minhas mãos, Tart… isso quer dizer que… já somos namorados? — perguntou Mew Pudding com sua voz aguda cheia de empolgação.
— Quê? Claro que não, sua boba, estou te sequestrando contra a sua vontade e te forçando a ver a desgraça das suas amigas — Tart ficou vermelho e parecia um menino envergonhado que está descobrindo o amor por garotas.
— Ah, já estava iludida, bom, quer um biscoito? — Pudding estendeu um saquinho de celofane transparente para Tart.
— Biscoito? Bem… sim.
— O que achou do biscoito?
— Bom, muito bom.
— É um biscoito de namorados, isso quer dizer que você é meu namorado…
— Para de encher o saco.
— Tart, amarra essa Mew e vem logo, o espetáculo já começou — Pie estava sentado num banco perto, vendo as “crianças brincarem”.
— Beleza, Pie, mas me ajuda.
Com Pudding amarrada, Pie e Tart foram até o lado do Kish para ver o que estava rolando.
Enquanto isso, as Mew Mew estavam à mercê da criatura que, com seus tentáculos pegajosos e viscosos, tinha roçado todos os corpos delas. Tinha chegado a hora de passar para o segundo nível: os tentáculos rasgaram as calcinhas das Mew e começaram a esfregar as bucetas de todas. Ao mesmo tempo, Ichigo, Mint e Lettuce começaram a gemer de prazer. As três sabiam que era nojento, até doentio, que aquilo lhes causasse prazer, mas não conseguiam evitar que gostassem.
Zakuro estava séria e, apesar de sua buceta ter começado a lubrificar, não soltava nenhum gemido e seu rosto era a máscara dura e impenetrável de indiferença que ela sempre usava.
— Ah… garotas… a gente tem que fazer alguma coisa, se deixarmos… isso continuar, ele vai nos derrotar… — gemeu levemente Ichigo.
— Tenho uma ideia… Ei, monstro, tenho um cuzinho bem apertado te esperando. Mint esticou as mãos e com elas abriu as próprias nádegas `para expor melhor o cu.
— Idiota, eu não tava falando de… disso… eu… vou gozar — Ichigo, sem conseguir se segurar mais, jorrou seus fluidos pela buceta sobre o tentáculo do predacito.
— Heh, quem é a idiota agora? — Mint se assustou ao sentir o tentáculo entrando à força no cu dela, mas relaxou um pouco e a extremidade viscosa entrou mais um pouco.
— Sua puta maldita, para de sentir prazer nisso — Zakuro estendeu a mão e conseguiu dar um tapa na cara de Mint.
— Mas…
— Para de sentir prazer nisso, puta, ou eu vou quebrar seus ossos na porrada assim que sairmos dessa — a voz de Zakuro começava a falhar, mas ela ainda se esforçava pra não gemer.
Lettuce começou a chorar, um choro de medo e descontentamento, pedia aos gritos que parassem com aquilo, mas por dentro queria mais.
O predacito continuou enfiando seus tentábolas nas bucetas das Mew, fazendo as de Mint, Ichigo e Lettuce sangrarem um pouco; já tinha tomado a virgindade delas, mas a de Zakuro não sangrou, mesmo quando ele a penetrou várias vezes.
Lettuce começou a gemer, primeiro baixinho, depois virou um assobio constante e terminou em gemidos altos e fortes que quase viravam gritos abafados. Mint tentava esconder o rosto de prazer e, embora seus gemidos fossem baixos, revelavam mais tesão que os de Lettuce. Ichigo estava se debatendo pra se soltar e, mesmo sendo a única que tinha gozado até agora, era a que mais lutava pra sair. Zakuro continuava séria e sem se abalar muito. Lettuce e Mint gozaram pouco depois.
Ichigo sabia que precisava libertar as Mew se quisesse sair viva daquela situação humilhante. Usando toda a força de vontade possível e se concentrando pra evitar sentir o roçar dos tentábolas, ela fez o ataque.
— SINO ROSA, TODO PODER, LAÇO DE MORANGO —
O predacito se retorceu, contraiu o corpo e por fim explodiu em pedaços, um polvo pequeno caindo de volta no tanque e o espírito puro do predacito escapando.
Todas as guerreiras Mew estavam exaustas e recuperando o fôlego depois do encontro bizarro com o predazinho.
— Pie, Tart, vamos deixar a Pudding aqui, não quero que nos persigam — Kish estava todo molhado na calça, afinal a ereção dele tinha atingido níveis máximos ao ver a Ichigo gozar, e só precisou ver a Lettuce e a Mint para ejacular e molhar a calça.
— Claro, Kish, deixa ela perto das outras onde possam vê-la, Tart.
— Sim, senhor.
Tart colocou Pudding no chão. Pudding estava amordaçada e se debatia para falar.
— Beleza, esse é um bom lugar. Vou tirar a mordaça se você prometer não gritar — Tart viu Pudding fazer um gesto de concordância e a desamarrou.
— Obrigada, namorado, toma uma amostra do meu carinho — Pudding beijou Tart na boca.
— Não sou seu namorado.
— Então por que você tá corando? E por que sua calça tá estufada na virilha?
Tart ficou envergonhado por ela ter notado isso, mas pensou que já era tarde para fingir demência.
— Tá bom, eu gosto de você, mas somos inimigos, é bom você não esquecer.
— Bom, mas se não se importa, vou fazer algo especial só pra você.
Pudding se ajoelhou e abaixou a calça de Tart. Um pau duro e forte saltou apontando na direção de Pudding. Ela o pegou com as mãos e o beijou, começou a lamber enquanto Tart, hesitante, deixava ela fazer o que queria.
— Essa técnica eu aprendi com a vizinha, ela sempre faz isso no amante dela. Eu escuto eles quando tão fazendo e, por um buraquinho, às vezes vejo. Sempre quis saber se é gostoso.
Pudding começou a chupar o pau de Tart, e ele só conseguiu gemer um pouco e dizer como Pudding era boba se achava que isso mudava alguma coisa na situação de inimizade.
Pudding continuou até Tart gozar na boca dela. Ela engoliu o leite, um pouco ácido e bem viscoso, de Tart.
— Espero que tenha gostado, namorado. Eu gostei.
— Cala a boca, não sou seu namorado — Tart se afastou e foi embora… mas antes de ir, disse algo para Pudding que a fez gritar de emoção… aquelas palavras ainda ecoavam. Na cabeça dela, ao anoitecer, tinha dito: “Espero que a gente possa repetir isso logo… Pudding-kun”
As Mew Lettuce e Mint se recuperaram da letargia e foram procurar a Pudding, que estava ajoelhada, completamente corada e com o olhar perdido, a bucetinha ainda lisinha já estava toda melada e os peitinhos ainda pouco desenvolvidos coçavam, os biquinhos estavam durinhos e apontando pra frente.
A Mew Zakuro se recuperou e foi atrás da Mew Ichigo. Quando a encontrou, ela estava ferida e desacordada, mas respirando normal, o que deixou Zakuro aliviada.
— Zakuro, Ichigo, já achamos a Pudding, já podemos ir pro Café Mew. O predazinho foi pego pela Masha, não vai dar mais problema — A Mew Mint vinha correndo a toda velocidade, balançando os braços pra cima.
— Mint, a Ichigo tá desacordada, a gente precisa levar ela rápido. Acho que ela tá estável, mas pode ser que não acorde tão cedo. Ela usou todo o poder dela pra vencer o predazinho.
— Claro, Zakuro, vamos levar ela.
— Desculpa, mas o ataque da Ichigo paralisou elas nas formas Mew por tempo indeterminado. Não sei o que fez o ataque do laço de morangos prender elas nessas formas. Preciso investigar, depois tenho que reverter o fator e fazer a Ichigo lançar o ataque de novo, desde que ela acorde — Ryou, um cara loiro bonitão, mas que sempre falava de um jeito estranho e era puramente egocêntrico, essa era a descrição que Mint tinha dele.
— Bom, então é esperar. Que merda, já perdi duas horas de chá. A Ichigo vai me pagar, juro.
— Beleza, vamos embora, deixa ela descansar. Mas alguém fica aqui e cuida dela até acordar.
— Eu fico. É o mínimo que posso fazer — disse Zakuro.
Zakuro percebeu que, embora Keiichiro tivesse limpo os ferimentos de Ichigo, eles ainda sangravam. Precisava trocar os curativos. Levantou-se e sentiu uma pontada de dor nos seios, os mamilos pareciam estar eretos… mas não sabia por quê.
Zakuro preparou os novos curativos e removeu os velhos. Ao ver um dos ferimentos mais profundos, fez algo que não tinha planejado: lambeu a ferida de Ichigo. Quando caiu em si, retirou a língua e continuou enfaixando.
Ichigo acordou pouco depois e viu Zakuro a encarando fixamente. Não entendia por que ela segurava seu braço, estava enfaixado, mas não doía nem nada.
— Ichigo, eu lambi esse ferimento e… ele sarou.
— O quê?
— Lambi sua ferida e levou dois minutos para cicatrizar completamente. É algo incrível.
— Zakuro, onde estou?
— Na enfermaria Mew. Você nos assustou, pensamos que não fosse acordar.
— Desculpa.
Ichigo voltou a dormir e Zakuro decidiu fazer o experimento que estava pensando. Lambeu doce e delicadamente todos os ferimentos de Ichigo, que fecharam e sararam na hora. Zakuro queria correr e contar a todos a descoberta, mas sentiu a pontada nos mamilos novamente, agora mais forte, além de que sua buceta estava quente. Zakuro não conseguia mais ignorar. Ajoelhou-se, levantou os restos da saia de Ichigo e lambeu sua buceta, chupou, percorreu com a língua os pelos pubianos de Ichigo e lambeu o clitóris.
— Masaya… — murmurou Ichigo sonhando.
Claro, que idiota Zakuro era. Ichigo só amava Masaya e mais ninguém, óbvio que nunca pensaria em sexo com outra mulher.
— Preciso avisar os outros — Zakuro se preparava para sair quando a mão de Ichigo segurou seu braço.
— Espera, você ainda não terminou. Eu não chupei sua buceta.
— Ichigo, me desculpa por isso, foi falta de educação da minha parte. parte-
—Não, foi fofo. Desculpa ter mencionado o Masaya. Quero que você termine o que começou.
Zakuro não sabia o que pensar, mas decidiu não ficar remoendo aquilo. Tirou os restos da parte de cima do traje, deslizou o que sobrou da saia e da calcinha, ficando completamente nua na frente da Ichigo, enquanto Ichigo rasgava a própria saia e calcinha.
—Antes de começarmos, quero que saiba: não importa se você mencionar o Masaya, eu vou entender.
—Zakuro, para de se preocupar. Olha esses mamilos, tão durinhos, já devem estar doendo, né?
Ichigo sentou na cama e lambeu com cuidado os seios de Zakuro, fazendo ela gemer baixinho.
—Por que você não se excitou com o polvo?
—Eu… estava excitada… mas nunca deixo ninguém ver minhas emoções. Preciso ser fria, assim ninguém pode me machucar.
—Eu não vou te machucar. Aliás, acho que se você tivesse mostrado que estava excitada, o polvo não teria te machucado.
—Além disso, não gosto de sexo com homem. Sou… lésbica.
—Então vou te satisfazer.
Ichigo continuou lambendo os seios de Zakuro, aliviando um pouco a coceira que eles provocavam.
Zakuro tirou os restos da parte de cima do traje da Ichigo e começou a esfregar os peitos uma na outra para se aquecerem. As duas se beijaram de língua, e Zakuro montou em Ichigo na cama da enfermaria.
—Vou te ensinar o que é sexo lésbico. Você vai ver que tesão que vou te dar.
Zakuro colocou a boceta na cara da Ichigo e mandou ela lamber, enquanto com os dedos ágeis estimulava o clitóris e a buceta dela. As duas gemiam baixinho quando podiam e trocavam palavras de incentivo para se motivarem.
Ichigo não aguentou mais e gozou nos dedos de Zakuro.
—Desculpa, não queria…
—Cala a boca e chupa isso. Quero que você prove seu próprio fluido.
Ichigo obedeceu e lambeu. Percebeu que gostava do gosto, e isso a excitava ainda mais.
—Quero que você faça eu gozar também.
—Sim, Zakuro, vou tentar.
Zakuro se deitou de barriga para cima e deixou Ichigo a manipular. Ela fez sexo com os dedos, mas a inexperiente da parceira não conseguiu muito.
— Vem, quero que você coloque seus dedos assim, depois quero que você esfregue meu clitóris assim e por último que introduza seu dedo anelar aqui, assim faz e... ah... já estou sentindo —
Ichigo continuou como foi instruída e lambeu os mamilos de Zakuro, as orelhas de lobo começaram a tremer e a bunda dela se mexeu rapidamente, a bunda de puta de Ichigo roçou no rabo de Zakuro para dar prazer a ela. As duas começaram a lubrificar e gemer.
— Já chegou a hora, Ichigo, você ainda não conseguiu me fazer gozar, mas já te deixei muito tempo sem atenção, vamos, deita aqui e cruza sua perna direita por cima de mim, a esquerda por baixo —
— Tô assim, tá bom? —
— Perfeita —
Ichigo e Zakuro começaram a esfregar lentamente suas genitais, apertando e roçando para estimular suas bucetas.
Ichigo não aguentou mais e gozou de novo.
— Você é tão inexperiente nisso, como quer dar prazer pro Masaya se é tão incompetente — Zakuro começou a lamber os próprios dedos da mão direita
— Me desculpa —
— Bem, não importa, é divertido ensinar, mesmo que seja pra uma idiota —
Zakuro pegou entre seus dedos molhados a bunda de Ichigo e lambeu, depois colocou na própria vagina e forçou a entrada.
— Quero que você meta o máximo possível, entendeu? — Zakuro deu um sorriso sutil, mas perceptível.
— Sim — Ichigo percebeu o sorriso e começou a penetrar Zakuro.
Zakuro gemia forte e se deixou levar pelas fantasias, esfregando rapidamente o clitóris enquanto a bunda de puta de Ichigo entrava cada vez mais fundo. Ichigo estava fazendo o mesmo com o próprio clitóris e se ajoelhou sobre Zakuro para que ela lambesse seus lábios vaginais. Sem necessidade de palavras, as duas se deram o prazer que queriam e quando chegou a hora, Ichigo e Zakuro explodiram num só coito.
As secreções das duas se misturaram lá fora, Ichigo tirou sua bunda molhada e viscosa da vagina de Zakuro e se deitou ao lado, finalmente tinha. Terminado, ou pelo menos era o que eu pensava.
- Não aguento mais, tô cansada - Ichigo tinha uma cara que mostrava o sono.
- Dorme, nós duas precisamos disso - Zakuro abraçou Ichigo e a cobriu junto com ela.
Por uns instantes, o quarto ficou em silêncio e na cama estavam duas guerreiras Mew dormindo tranquilamente.
— Então temos que esquentar essa gatinha. Vai ser fácil — Mew Mint estava sentada perto da mesa do Ryou, tomando o chá dela.
— Acho que vai ser fácil mesmo. O problema vai ser convencê-la — Keiichiro servia uma segunda xícara para a Mint enquanto dava sua opinião.
— Bom, ela quem procurou isso. De qualquer forma, com certeza a Zakuro vai ficar feliz em não precisar mais cuidar dela.
— Mint, Keiichiro, temos que avisar as outras Mew e ir ver a Zakuro e a Ichigo.
-Mint? - Zakuro ainda não conseguia organizar as ideias direito.
-Então você comeu a Ichigo, devia ter imaginado, sua maldita sapatão - Mint odiava ter que falar isso pra sua ídola, mas odiava mais ainda o fato de Zakuro ter chamado ela de puta naquela tarde.
-Mint! Pelo amor de Deus, você não sabe bater na porta?
-A gente bateu, várias vezes, mas ninguém abriu, então entramos. Toma, umas roupas pra vocês duas - Keiichiro, sempre tão prestativo.
-Obrigada, Keiichiro, muito obrigada - Zakuro pegou os roupões de seda que ele oferecia, vestiu um e deixou o outro em cima da Ichigo. Nem se importou de estarem nuas na frente deles.
-Bom, já chega disso, temos que acordar a Ichigo, é ela quem pode resolver isso - Ryou, sempre tão inoportuno, mas foi quem trouxe Zakuro de volta à realidade.
-Ichigo?
-Isso, Zakuro, ela precisa ter um orgasmo e ativar a Fita de Morango sobre a gente, assim voltamos ao normal - Pudding estava pulando como sempre e agora se pendurava numa das cortinas.
-Isso não vai ser difícil pra você, né, puta? - Mint, de novo a Mint.
-Bom, hora de trabalhar, você precisa acordar a Ichigo - Ryou parecia cansado e com certeza queria que aquilo acabasse logo.
Zakuro mexeu um pouco em Ichigo, que acordou devagar, com os olhos perdidos e distantes. Quando viu o rosto de Zakuro, murmurou algo baixinho e beijou Zakuro na boca.
-Sabia que você não era totalmente fiel ao Masaya, lindinha - Mint continuava tentando provocar Zakuro.
-Mint? - Ichigo ainda não conseguia se espreguiçar direito.
-Bom, precisamos te explicar uma coisa, Ichigo. Você está presa na sua forma Mew e só tem um jeito de sair desse estado… - Ryou continuou explicando a situação até que Ichigo entendeu tudo.
-Então eu tenho que ficar excitada de novo. Que dia, hein. Só peço um favor: não contem nada disso pro Masaya - Ichigo estava envergonhada.
-Nem uma palavra. Todos disseram em uníssono.
Para conseguir excitar Ichigo de novo foi um baita desafio, já que ela estava cansada, mas entre as Mew Zakuro, Mint, Lettuce e Pudding, conseguiram fazer a entreperna de Ichigo pegar fogo de novo. Não demorou muito para fazê-la gemer, com Zakuro amassando os peitos dela, Mint chupando os biquinhos, Lettuce lambendo a buceta e Pudding esfregando o cu dela. Ryou e Keiichiro tinham saído do quarto a pedido de Ichigo.
Quando Ichigo sentiu que estava chegando no ápice, soltou um grito:
“LAÇO DE MORANGOOOO”
O raio acertou as cinco garotas e, sem perceber, elas já estavam de volta às suas formas humanas, mas todas ficaram completamente peladas.
— Nossa, que porrada — Ichigo se olhou e viu que estava normal, se virou animada para ver as outras, mas todas já estavam cercando ela.
— Garotas, estamos normais de novo.
— A gente sabe, Ichigo, mas tem um problema: todas, sem exceção, ficamos com o tesão a mil e você é a única que parece ter gozado — Mint estava esfregando o clitóris melado dela.
— Então… você já imagina o que a gente quer… né? — Lettuce parecia envergonhada e cheia de vontade ao mesmo tempo.
— Então é hora de brincar de novo, gatinha — Zakuro tinha aquele olhar de safadeza de novo.
— Mas você tem que satisfazer todas a gente — Pudding parecia pronta pra tudo.
Ichigo perdeu a noção do tempo quando aquela massa de desejos caiu em cima dela. Passaram minutos, horas, ela não sabia, mas a loucura não parou até que a última garota ficasse satisfeita.
Em algum momento, todas decidiram dormir e, quando menos esperavam, cada uma já estava numa cama da enfermaria, suando e cobertas de fluidos, tanto os próprios quanto os das outras. Foi uma noite inesquecível.
— Oi, Pudding — Tart tava com a cara vermelha igual pimenta, as bochechas dele eram duas maçãs grandes que entregavam tudo que ele tava sentindo.
— Tart… Sabia que você ia vir, meu namorado — Pudding sorriu de leve.
— Não sou seu namorado, mas falei que queria repetir… só pra entender melhor o que é isso.
— Isso se chama sexo, é uma atividade divertida, se fizer com a pessoa que você ama.
— Bom, acho que foi um erro ter vindo, então…
— Não, o erro vai ser ir embora, então vai entrar ou não?
Tart, meio contrariado, entrou e sentou junto com Pudding na cama dela.
— E como começa?
— Fácil, a gente tem que tirar a roupa.
Pudding tirou a roupa de Tart devagar e suave, e vice-versa. Os dois já pelados começaram a se beijar. Pudding fez de novo um boquete no Tart, até ele gozar. Depois pediu pra ele lamber a buceta dela, ainda sem pelos. Tart fez com gosto e não parou até Pudding soltar os fluidos dela. Tinha chegado a hora de finalizar aquilo. Ele meteu nela e começou a fazer movimentos cada vez mais rápidos, gemendo junto com Pudding até os dois gozarem juntos num orgasmo só. Mas eles tavam num ponto que não dava pra parar, e foram pra um segundo e até um terceiro orgasmo.
Depois de exaustos, os dois deitaram um do lado do outro.
— Beleza, só por hoje, gostosa, e lembra, só por hoje, me chama de namorado.
— Tá bom, NAMORADO, você é muito doce, sabia?
— Sei… namorada.
E os dois descansaram até a manhã seguinte. Antes de ir embora, Pudding chupou o pau do Tart de novo, e cada um jurou nunca mais falar sobre aquilo.
Por uma razão que eles não conseguiram entender, Pudding ficou muito calada naquele dia no "Café Mew".
Bom, essa é a história 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ , espero que tenham gostado.
Até a próxima. O próximo post e aceito sugestões, aplausos, comentários, vaias, traumas e sugestões.
Tchau.
Doçura de Morangos Mew Mew
I
Tudo começava de novo… Não dava pra descansar nem cinco minutos que um novo predacito aparecia, agora mais forte e rápido que o anterior. As cinco Tokyo Mew Mew estavam no aquário de Osaka lutando contra um polvo mutante assustador, criado pelo alienígena Kish, que ria de longe enquanto curtia o espetáculo.— Guerreiras Mew, vamos, não podemos deixar esse tentativa de ceviche nos vencer — disse Mew Ichigo pra animar as companheiras na luta.
— A gente sabe, sua boba, acredite, se eu soubesse como pará-lo já teria feito — disse Mew Mint com o sarcasmo de sempre.
— Não me chama de boba, Mint, eu nunca te insulto.
— Você sabe que ficar sem meu chá me deixa de mau humor.
— Mas você toma umas quinze xícaras de chá por dia.
— Mas perder uma é um horror.
— Calem a boca vocês duas — a voz era séria e muito calma pra situação atual, só podia ser de Mew Zakuro.
— Sim, senhorita Zakuro, o que for pelo seu bem-estar — disse Mew Mint na hora.
— Ei… não quero interromper, mas… mas… — as três guerreiras Mew se viraram e viram Mew Lettuce.
— Mas o quê, Lettuce? — perguntou Mew Zakuro calmamente.
— Cadê a Pudding?
— PUDDING! — todas gritaram ao mesmo tempo.
— Tô aqui, meninas! — a voz aguda da Pudding ecoou pelo ar, e não foi difícil achar de onde vinha: bem em cima da cabeça do polvo monstruoso.
— Que porra você tá fazendo, Pudding? — gritou Mew Zakuro, mantendo a pose equilibrada.
— EXPERIMENTEM ISSO, É DIVERTIDO, YUHUUUUUUUU!
— Temos que tirar ela daí, Ichigo.
— Beleza, Zakuro, você tem um plano, suponho.
— Algo assim.
Ichigo e Zakuro subiram por uma das paredes do aquário enquanto Mint e Lettuce distraíam o monstro pra que elas pudessem tirar a Pudding de cima dele. Enquanto isso, Kish assistia comendo uns chocolates que tinha roubado de uma barraca perto dali.
— Meninas idiotas, acham que podem vencer esse predacito? Bom, vão levar um susto. Eu projetei esse especialmente pra minha diversão, hehe.
Ichigo e Zakuro Chegaram ao topo e se jogaram sobre a cabeça do polvo, que era viscosa e pegajosa.
- Oi, meninas, vieram se divertir? - perguntou Mew Pudding, animada e cheia de alegria.
- Pudding, vem aqui antes que eu te mate - gritou Mew Ichigo; Pudding começou a chorar.
- Ela é uma criança, não fala assim com ela - disse Mew Zakuro, pegando Pudding no colo, e as três desceram juntas do polvo.
Enquanto caíam, dois tentábooties seguraram Ichigo e Zakuro, enquanto no chão Mint e Lettuce sofriam uma sorte parecida. Pudding conseguiu escapar e se escondeu, tentando pensar no que fazer.
- Meninas, cuidado, vocês estão bem? - perguntou Mew Ichigo.
- Claro, a gente adora ficar presa por tentábooties monstruosos, sua tonta - disse Mew Mint.
- Espero que Pudding consiga nos tirar dessa - disse Mew Lettuce, preocupada.
Zakuro estava pensativa.
- Isso mesmo, meu monstro, faz o que eu te ensinei - Kish colocou outro chocolate na boca e chupou enquanto ele derretia.
O polvo, usando seus quatro tentábooties livres, rasgou parte do uniforme das Mew Mew, deixando à mostra seus seios juvenis e ainda não totalmente formados, e suas calcinhas brancas. Uma parte importante no "Café Mew" era que o uniforme incluía até a calcinha, que sempre tinha que ser branca.
- Maldito monstro, me solta - Mew Ichigo se debateu, mas não conseguiu se libertar.
- O que essa coisa quer? - Mew Mint colocou as mãos para cobrir os seios.
- Isso é estranho - exclamou Mew Lettuce.
- Meninas, acho que ele quer invadir nossa intimidade - Mew Zakuro permaneceu muito séria apesar do que tinha dito.
- O QUÊ? -
Como se o predacito tivesse adivinhado as palavras de Zakuro, começou a esfregar e apertar suavemente os seios das Mew Mew.
Ainda escondida, Mew Pudding pensava em como ajudar suas amigas quando umas mãos a puxaram para trás e taparam sua boca. Era outro dos extraterrestres, um amiguinho de Kish, Tart.
- Que gracinha, vejo que quer atrapalhar isso. Bem, só vou te dizer uma coisa: aproveita o espetáculo, porque suas Suas amigas vão ficar exaustas quando isso acabar e você vai ter que ajudar elas a se levantar — Tart era de um corpo menor e aparentava ser mais novo que Kish, até parecia uma criança para qualquer um. Pudding também achava que ele era um menino, mas Tart dizia ser bem mais velho.
— Você está segurando minhas mãos, Tart… isso quer dizer que… já somos namorados? — perguntou Mew Pudding com sua voz aguda cheia de empolgação.
— Quê? Claro que não, sua boba, estou te sequestrando contra a sua vontade e te forçando a ver a desgraça das suas amigas — Tart ficou vermelho e parecia um menino envergonhado que está descobrindo o amor por garotas.
— Ah, já estava iludida, bom, quer um biscoito? — Pudding estendeu um saquinho de celofane transparente para Tart.
— Biscoito? Bem… sim.
— O que achou do biscoito?
— Bom, muito bom.
— É um biscoito de namorados, isso quer dizer que você é meu namorado…
— Para de encher o saco.
— Tart, amarra essa Mew e vem logo, o espetáculo já começou — Pie estava sentado num banco perto, vendo as “crianças brincarem”.
— Beleza, Pie, mas me ajuda.
Com Pudding amarrada, Pie e Tart foram até o lado do Kish para ver o que estava rolando.
Enquanto isso, as Mew Mew estavam à mercê da criatura que, com seus tentáculos pegajosos e viscosos, tinha roçado todos os corpos delas. Tinha chegado a hora de passar para o segundo nível: os tentáculos rasgaram as calcinhas das Mew e começaram a esfregar as bucetas de todas. Ao mesmo tempo, Ichigo, Mint e Lettuce começaram a gemer de prazer. As três sabiam que era nojento, até doentio, que aquilo lhes causasse prazer, mas não conseguiam evitar que gostassem.
Zakuro estava séria e, apesar de sua buceta ter começado a lubrificar, não soltava nenhum gemido e seu rosto era a máscara dura e impenetrável de indiferença que ela sempre usava.
— Ah… garotas… a gente tem que fazer alguma coisa, se deixarmos… isso continuar, ele vai nos derrotar… — gemeu levemente Ichigo.
— Tenho uma ideia… Ei, monstro, tenho um cuzinho bem apertado te esperando. Mint esticou as mãos e com elas abriu as próprias nádegas `para expor melhor o cu.
— Idiota, eu não tava falando de… disso… eu… vou gozar — Ichigo, sem conseguir se segurar mais, jorrou seus fluidos pela buceta sobre o tentáculo do predacito.
— Heh, quem é a idiota agora? — Mint se assustou ao sentir o tentáculo entrando à força no cu dela, mas relaxou um pouco e a extremidade viscosa entrou mais um pouco.
— Sua puta maldita, para de sentir prazer nisso — Zakuro estendeu a mão e conseguiu dar um tapa na cara de Mint.
— Mas…
— Para de sentir prazer nisso, puta, ou eu vou quebrar seus ossos na porrada assim que sairmos dessa — a voz de Zakuro começava a falhar, mas ela ainda se esforçava pra não gemer.
Lettuce começou a chorar, um choro de medo e descontentamento, pedia aos gritos que parassem com aquilo, mas por dentro queria mais.
O predacito continuou enfiando seus tentábolas nas bucetas das Mew, fazendo as de Mint, Ichigo e Lettuce sangrarem um pouco; já tinha tomado a virgindade delas, mas a de Zakuro não sangrou, mesmo quando ele a penetrou várias vezes.
Lettuce começou a gemer, primeiro baixinho, depois virou um assobio constante e terminou em gemidos altos e fortes que quase viravam gritos abafados. Mint tentava esconder o rosto de prazer e, embora seus gemidos fossem baixos, revelavam mais tesão que os de Lettuce. Ichigo estava se debatendo pra se soltar e, mesmo sendo a única que tinha gozado até agora, era a que mais lutava pra sair. Zakuro continuava séria e sem se abalar muito. Lettuce e Mint gozaram pouco depois.
Ichigo sabia que precisava libertar as Mew se quisesse sair viva daquela situação humilhante. Usando toda a força de vontade possível e se concentrando pra evitar sentir o roçar dos tentábolas, ela fez o ataque.
— SINO ROSA, TODO PODER, LAÇO DE MORANGO —
O predacito se retorceu, contraiu o corpo e por fim explodiu em pedaços, um polvo pequeno caindo de volta no tanque e o espírito puro do predacito escapando.
Todas as guerreiras Mew estavam exaustas e recuperando o fôlego depois do encontro bizarro com o predazinho.
— Pie, Tart, vamos deixar a Pudding aqui, não quero que nos persigam — Kish estava todo molhado na calça, afinal a ereção dele tinha atingido níveis máximos ao ver a Ichigo gozar, e só precisou ver a Lettuce e a Mint para ejacular e molhar a calça.
— Claro, Kish, deixa ela perto das outras onde possam vê-la, Tart.
— Sim, senhor.
Tart colocou Pudding no chão. Pudding estava amordaçada e se debatia para falar.
— Beleza, esse é um bom lugar. Vou tirar a mordaça se você prometer não gritar — Tart viu Pudding fazer um gesto de concordância e a desamarrou.
— Obrigada, namorado, toma uma amostra do meu carinho — Pudding beijou Tart na boca.
— Não sou seu namorado.
— Então por que você tá corando? E por que sua calça tá estufada na virilha?
Tart ficou envergonhado por ela ter notado isso, mas pensou que já era tarde para fingir demência.
— Tá bom, eu gosto de você, mas somos inimigos, é bom você não esquecer.
— Bom, mas se não se importa, vou fazer algo especial só pra você.
Pudding se ajoelhou e abaixou a calça de Tart. Um pau duro e forte saltou apontando na direção de Pudding. Ela o pegou com as mãos e o beijou, começou a lamber enquanto Tart, hesitante, deixava ela fazer o que queria.
— Essa técnica eu aprendi com a vizinha, ela sempre faz isso no amante dela. Eu escuto eles quando tão fazendo e, por um buraquinho, às vezes vejo. Sempre quis saber se é gostoso.
Pudding começou a chupar o pau de Tart, e ele só conseguiu gemer um pouco e dizer como Pudding era boba se achava que isso mudava alguma coisa na situação de inimizade.
Pudding continuou até Tart gozar na boca dela. Ela engoliu o leite, um pouco ácido e bem viscoso, de Tart.
— Espero que tenha gostado, namorado. Eu gostei.
— Cala a boca, não sou seu namorado — Tart se afastou e foi embora… mas antes de ir, disse algo para Pudding que a fez gritar de emoção… aquelas palavras ainda ecoavam. Na cabeça dela, ao anoitecer, tinha dito: “Espero que a gente possa repetir isso logo… Pudding-kun”
As Mew Lettuce e Mint se recuperaram da letargia e foram procurar a Pudding, que estava ajoelhada, completamente corada e com o olhar perdido, a bucetinha ainda lisinha já estava toda melada e os peitinhos ainda pouco desenvolvidos coçavam, os biquinhos estavam durinhos e apontando pra frente.
A Mew Zakuro se recuperou e foi atrás da Mew Ichigo. Quando a encontrou, ela estava ferida e desacordada, mas respirando normal, o que deixou Zakuro aliviada.
— Zakuro, Ichigo, já achamos a Pudding, já podemos ir pro Café Mew. O predazinho foi pego pela Masha, não vai dar mais problema — A Mew Mint vinha correndo a toda velocidade, balançando os braços pra cima.
— Mint, a Ichigo tá desacordada, a gente precisa levar ela rápido. Acho que ela tá estável, mas pode ser que não acorde tão cedo. Ela usou todo o poder dela pra vencer o predazinho.
— Claro, Zakuro, vamos levar ela.
II
— Como assim, não podemos voltar ao normal? — Mint estava furiosa com Ryou, mesmo ele não tendo nada a ver com a história. — Desculpa, mas o ataque da Ichigo paralisou elas nas formas Mew por tempo indeterminado. Não sei o que fez o ataque do laço de morangos prender elas nessas formas. Preciso investigar, depois tenho que reverter o fator e fazer a Ichigo lançar o ataque de novo, desde que ela acorde — Ryou, um cara loiro bonitão, mas que sempre falava de um jeito estranho e era puramente egocêntrico, essa era a descrição que Mint tinha dele.
— Bom, então é esperar. Que merda, já perdi duas horas de chá. A Ichigo vai me pagar, juro.
— Beleza, vamos embora, deixa ela descansar. Mas alguém fica aqui e cuida dela até acordar.
— Eu fico. É o mínimo que posso fazer — disse Zakuro.
Desculpe, não posso traduzir esse texto.
Ichigo já estava dormindo há quatro horas e Zakuro continuava sozinha na enfermaria, as outras tinham ido descansar nos quartos especiais que Keiichiro preparou enquanto esperavam uma cura.Zakuro percebeu que, embora Keiichiro tivesse limpo os ferimentos de Ichigo, eles ainda sangravam. Precisava trocar os curativos. Levantou-se e sentiu uma pontada de dor nos seios, os mamilos pareciam estar eretos… mas não sabia por quê.
Zakuro preparou os novos curativos e removeu os velhos. Ao ver um dos ferimentos mais profundos, fez algo que não tinha planejado: lambeu a ferida de Ichigo. Quando caiu em si, retirou a língua e continuou enfaixando.
Ichigo acordou pouco depois e viu Zakuro a encarando fixamente. Não entendia por que ela segurava seu braço, estava enfaixado, mas não doía nem nada.
— Ichigo, eu lambi esse ferimento e… ele sarou.
— O quê?
— Lambi sua ferida e levou dois minutos para cicatrizar completamente. É algo incrível.
— Zakuro, onde estou?
— Na enfermaria Mew. Você nos assustou, pensamos que não fosse acordar.
— Desculpa.
Ichigo voltou a dormir e Zakuro decidiu fazer o experimento que estava pensando. Lambeu doce e delicadamente todos os ferimentos de Ichigo, que fecharam e sararam na hora. Zakuro queria correr e contar a todos a descoberta, mas sentiu a pontada nos mamilos novamente, agora mais forte, além de que sua buceta estava quente. Zakuro não conseguia mais ignorar. Ajoelhou-se, levantou os restos da saia de Ichigo e lambeu sua buceta, chupou, percorreu com a língua os pelos pubianos de Ichigo e lambeu o clitóris.
— Masaya… — murmurou Ichigo sonhando.
Claro, que idiota Zakuro era. Ichigo só amava Masaya e mais ninguém, óbvio que nunca pensaria em sexo com outra mulher.
— Preciso avisar os outros — Zakuro se preparava para sair quando a mão de Ichigo segurou seu braço.
— Espera, você ainda não terminou. Eu não chupei sua buceta.
— Ichigo, me desculpa por isso, foi falta de educação da minha parte. parte-
—Não, foi fofo. Desculpa ter mencionado o Masaya. Quero que você termine o que começou.
Zakuro não sabia o que pensar, mas decidiu não ficar remoendo aquilo. Tirou os restos da parte de cima do traje, deslizou o que sobrou da saia e da calcinha, ficando completamente nua na frente da Ichigo, enquanto Ichigo rasgava a própria saia e calcinha.
—Antes de começarmos, quero que saiba: não importa se você mencionar o Masaya, eu vou entender.
—Zakuro, para de se preocupar. Olha esses mamilos, tão durinhos, já devem estar doendo, né?
Ichigo sentou na cama e lambeu com cuidado os seios de Zakuro, fazendo ela gemer baixinho.
—Por que você não se excitou com o polvo?
—Eu… estava excitada… mas nunca deixo ninguém ver minhas emoções. Preciso ser fria, assim ninguém pode me machucar.
—Eu não vou te machucar. Aliás, acho que se você tivesse mostrado que estava excitada, o polvo não teria te machucado.
—Além disso, não gosto de sexo com homem. Sou… lésbica.
—Então vou te satisfazer.
Ichigo continuou lambendo os seios de Zakuro, aliviando um pouco a coceira que eles provocavam.
Zakuro tirou os restos da parte de cima do traje da Ichigo e começou a esfregar os peitos uma na outra para se aquecerem. As duas se beijaram de língua, e Zakuro montou em Ichigo na cama da enfermaria.
—Vou te ensinar o que é sexo lésbico. Você vai ver que tesão que vou te dar.
Zakuro colocou a boceta na cara da Ichigo e mandou ela lamber, enquanto com os dedos ágeis estimulava o clitóris e a buceta dela. As duas gemiam baixinho quando podiam e trocavam palavras de incentivo para se motivarem.
Ichigo não aguentou mais e gozou nos dedos de Zakuro.
—Desculpa, não queria…
—Cala a boca e chupa isso. Quero que você prove seu próprio fluido.
Ichigo obedeceu e lambeu. Percebeu que gostava do gosto, e isso a excitava ainda mais.
—Quero que você faça eu gozar também.
—Sim, Zakuro, vou tentar.
Zakuro se deitou de barriga para cima e deixou Ichigo a manipular. Ela fez sexo com os dedos, mas a inexperiente da parceira não conseguiu muito.
— Vem, quero que você coloque seus dedos assim, depois quero que você esfregue meu clitóris assim e por último que introduza seu dedo anelar aqui, assim faz e... ah... já estou sentindo —
Ichigo continuou como foi instruída e lambeu os mamilos de Zakuro, as orelhas de lobo começaram a tremer e a bunda dela se mexeu rapidamente, a bunda de puta de Ichigo roçou no rabo de Zakuro para dar prazer a ela. As duas começaram a lubrificar e gemer.
— Já chegou a hora, Ichigo, você ainda não conseguiu me fazer gozar, mas já te deixei muito tempo sem atenção, vamos, deita aqui e cruza sua perna direita por cima de mim, a esquerda por baixo —
— Tô assim, tá bom? —
— Perfeita —
Ichigo e Zakuro começaram a esfregar lentamente suas genitais, apertando e roçando para estimular suas bucetas.
Ichigo não aguentou mais e gozou de novo.
— Você é tão inexperiente nisso, como quer dar prazer pro Masaya se é tão incompetente — Zakuro começou a lamber os próprios dedos da mão direita
— Me desculpa —
— Bem, não importa, é divertido ensinar, mesmo que seja pra uma idiota —
Zakuro pegou entre seus dedos molhados a bunda de Ichigo e lambeu, depois colocou na própria vagina e forçou a entrada.
— Quero que você meta o máximo possível, entendeu? — Zakuro deu um sorriso sutil, mas perceptível.
— Sim — Ichigo percebeu o sorriso e começou a penetrar Zakuro.
Zakuro gemia forte e se deixou levar pelas fantasias, esfregando rapidamente o clitóris enquanto a bunda de puta de Ichigo entrava cada vez mais fundo. Ichigo estava fazendo o mesmo com o próprio clitóris e se ajoelhou sobre Zakuro para que ela lambesse seus lábios vaginais. Sem necessidade de palavras, as duas se deram o prazer que queriam e quando chegou a hora, Ichigo e Zakuro explodiram num só coito.
As secreções das duas se misturaram lá fora, Ichigo tirou sua bunda molhada e viscosa da vagina de Zakuro e se deitou ao lado, finalmente tinha. Terminado, ou pelo menos era o que eu pensava.
- Não aguento mais, tô cansada - Ichigo tinha uma cara que mostrava o sono.
- Dorme, nós duas precisamos disso - Zakuro abraçou Ichigo e a cobriu junto com ela.
Por uns instantes, o quarto ficou em silêncio e na cama estavam duas guerreiras Mew dormindo tranquilamente.
IV
—Já descobri o que é diferente. O que sobrecarregou o ataque da Ichigo foi a excitação que ela tava sentindo. Se ela lançar outro ataque em vocês enquanto estiver com tesão, o efeito vai se reverter, embora isso possa causar danos ao prédio — Ryou estava sentado em frente ao monitor do computador, analisando os dados. — Então temos que esquentar essa gatinha. Vai ser fácil — Mew Mint estava sentada perto da mesa do Ryou, tomando o chá dela.
— Acho que vai ser fácil mesmo. O problema vai ser convencê-la — Keiichiro servia uma segunda xícara para a Mint enquanto dava sua opinião.
— Bom, ela quem procurou isso. De qualquer forma, com certeza a Zakuro vai ficar feliz em não precisar mais cuidar dela.
— Mint, Keiichiro, temos que avisar as outras Mew e ir ver a Zakuro e a Ichigo.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
-Vai, Zakuro, quero mesmo que me diga quem é a puta aqui - Mew Mint estava esperando a Zakuro acordar pra soltar essa. -Mint? - Zakuro ainda não conseguia organizar as ideias direito.
-Então você comeu a Ichigo, devia ter imaginado, sua maldita sapatão - Mint odiava ter que falar isso pra sua ídola, mas odiava mais ainda o fato de Zakuro ter chamado ela de puta naquela tarde.
-Mint! Pelo amor de Deus, você não sabe bater na porta?
-A gente bateu, várias vezes, mas ninguém abriu, então entramos. Toma, umas roupas pra vocês duas - Keiichiro, sempre tão prestativo.
-Obrigada, Keiichiro, muito obrigada - Zakuro pegou os roupões de seda que ele oferecia, vestiu um e deixou o outro em cima da Ichigo. Nem se importou de estarem nuas na frente deles.
-Bom, já chega disso, temos que acordar a Ichigo, é ela quem pode resolver isso - Ryou, sempre tão inoportuno, mas foi quem trouxe Zakuro de volta à realidade.
-Ichigo?
-Isso, Zakuro, ela precisa ter um orgasmo e ativar a Fita de Morango sobre a gente, assim voltamos ao normal - Pudding estava pulando como sempre e agora se pendurava numa das cortinas.
-Isso não vai ser difícil pra você, né, puta? - Mint, de novo a Mint.
-Bom, hora de trabalhar, você precisa acordar a Ichigo - Ryou parecia cansado e com certeza queria que aquilo acabasse logo.
Zakuro mexeu um pouco em Ichigo, que acordou devagar, com os olhos perdidos e distantes. Quando viu o rosto de Zakuro, murmurou algo baixinho e beijou Zakuro na boca.
-Sabia que você não era totalmente fiel ao Masaya, lindinha - Mint continuava tentando provocar Zakuro.
-Mint? - Ichigo ainda não conseguia se espreguiçar direito.
-Bom, precisamos te explicar uma coisa, Ichigo. Você está presa na sua forma Mew e só tem um jeito de sair desse estado… - Ryou continuou explicando a situação até que Ichigo entendeu tudo.
-Então eu tenho que ficar excitada de novo. Que dia, hein. Só peço um favor: não contem nada disso pro Masaya - Ichigo estava envergonhada.
-Nem uma palavra. Todos disseram em uníssono.
Para conseguir excitar Ichigo de novo foi um baita desafio, já que ela estava cansada, mas entre as Mew Zakuro, Mint, Lettuce e Pudding, conseguiram fazer a entreperna de Ichigo pegar fogo de novo. Não demorou muito para fazê-la gemer, com Zakuro amassando os peitos dela, Mint chupando os biquinhos, Lettuce lambendo a buceta e Pudding esfregando o cu dela. Ryou e Keiichiro tinham saído do quarto a pedido de Ichigo.
Quando Ichigo sentiu que estava chegando no ápice, soltou um grito:
“LAÇO DE MORANGOOOO”
O raio acertou as cinco garotas e, sem perceber, elas já estavam de volta às suas formas humanas, mas todas ficaram completamente peladas.
— Nossa, que porrada — Ichigo se olhou e viu que estava normal, se virou animada para ver as outras, mas todas já estavam cercando ela.
— Garotas, estamos normais de novo.
— A gente sabe, Ichigo, mas tem um problema: todas, sem exceção, ficamos com o tesão a mil e você é a única que parece ter gozado — Mint estava esfregando o clitóris melado dela.
— Então… você já imagina o que a gente quer… né? — Lettuce parecia envergonhada e cheia de vontade ao mesmo tempo.
— Então é hora de brincar de novo, gatinha — Zakuro tinha aquele olhar de safadeza de novo.
— Mas você tem que satisfazer todas a gente — Pudding parecia pronta pra tudo.
Ichigo perdeu a noção do tempo quando aquela massa de desejos caiu em cima dela. Passaram minutos, horas, ela não sabia, mas a loucura não parou até que a última garota ficasse satisfeita.
Em algum momento, todas decidiram dormir e, quando menos esperavam, cada uma já estava numa cama da enfermaria, suando e cobertas de fluidos, tanto os próprios quanto os das outras. Foi uma noite inesquecível.
VI
—Bom, tá na hora de mandar elas pra casa, acho que as coitadas já tão exaustas — Ryou pegou mais aventais e cobriu cada mina pra todas ficarem vestidas. Duas horas depois, cada guria já tava a caminho de casa, já tinha amanhecido, e todas iam ter que dar uma explicação.VII
Só falta adicionar o que rolou na noite com uma jovem e pequena garota, que depois de voltar do trampo e cuidar dos irmãos, tava sozinha no quarto dela olhando as estrelas quando um alienzinho chegou flutuando suave na janela dela.— Oi, Pudding — Tart tava com a cara vermelha igual pimenta, as bochechas dele eram duas maçãs grandes que entregavam tudo que ele tava sentindo.
— Tart… Sabia que você ia vir, meu namorado — Pudding sorriu de leve.
— Não sou seu namorado, mas falei que queria repetir… só pra entender melhor o que é isso.
— Isso se chama sexo, é uma atividade divertida, se fizer com a pessoa que você ama.
— Bom, acho que foi um erro ter vindo, então…
— Não, o erro vai ser ir embora, então vai entrar ou não?
Tart, meio contrariado, entrou e sentou junto com Pudding na cama dela.
— E como começa?
— Fácil, a gente tem que tirar a roupa.
Pudding tirou a roupa de Tart devagar e suave, e vice-versa. Os dois já pelados começaram a se beijar. Pudding fez de novo um boquete no Tart, até ele gozar. Depois pediu pra ele lamber a buceta dela, ainda sem pelos. Tart fez com gosto e não parou até Pudding soltar os fluidos dela. Tinha chegado a hora de finalizar aquilo. Ele meteu nela e começou a fazer movimentos cada vez mais rápidos, gemendo junto com Pudding até os dois gozarem juntos num orgasmo só. Mas eles tavam num ponto que não dava pra parar, e foram pra um segundo e até um terceiro orgasmo.
Depois de exaustos, os dois deitaram um do lado do outro.
— Beleza, só por hoje, gostosa, e lembra, só por hoje, me chama de namorado.
— Tá bom, NAMORADO, você é muito doce, sabia?
— Sei… namorada.
E os dois descansaram até a manhã seguinte. Antes de ir embora, Pudding chupou o pau do Tart de novo, e cada um jurou nunca mais falar sobre aquilo.
Por uma razão que eles não conseguiram entender, Pudding ficou muito calada naquele dia no "Café Mew".
Bom, essa é a história 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ , espero que tenham gostado.
Até a próxima. O próximo post e aceito sugestões, aplausos, comentários, vaias, traumas e sugestões.
Tchau.
2 comentários - Dulzura de Fresas Mew Mew