Espero que não apaguem este post, talvez façam isso por causa de tanto amor filial, mas enfim, espero que vocês gostem. É bem longo, leva uns 30 minutos pra ler. É minha melhor obra até agora e espero que curtam.Amalia passava a maior parte do tempo sozinha com os dois filhos. O marido dela, Cecilio, vivia da pesca como comandante de um barco e passava longas temporadas no mar, longe de casa, no Oceano Índico. A vida dela tinha sido dura, mas financeiramente viviam sem aperto. Ela tinha quarenta e sete anos e morava num vilarejo de pescadores no norte da Espanha. Cecilio era o único homem com quem ela tinha estado. Conheceu ele quando eram adolescentes e desde então nunca se separaram. Era feliz com ele, apesar daqueles dois inimigos ferrenhos que eram a distância e o tempo. Casou-se muito nova, aos dezoito, e logo veio ao mundo a filha Lorena, que hoje tem vinte e oito anos. Dez anos depois, tiveram um segundo filho, Tito, que acabara de fazer dezoito. Viviam os três juntos numa casinha de dois andares perto do mar, e na mesma vila morava toda a família dela, inclusive a do marido. Então, com a ausência constante de Cecilio, ela se refugiava no calor dos seus, que faziam de tudo para mimá-la ao máximo, pra ela escapar daquela solidão desgraçada. Era uma mulher atraente pra idade dela e muito refinada. Era alta e magra, loira com cabelo curto, raspado na nuca, e uma franja que cobria a testa toda. Parecia uma boneca. Tinha olhos azuis, um sorriso bonito, peitos compridos e estreitos, bem separados um do outro, com auréolas bem marrons e mamilos grandes e escuros, uma bunda larga, mas chata, e pernas finas e longas. Costumava se vestir com roupas meio fora de moda, tipo saias justas, saias coladas até o joelho, blusas e roupas do ano do catapora, como se a preguiça de se arrumar aparecesse no jeito de vestir. Já a filha dela, Lorena, era o oposto: uma jovem mais gordinha, mas bonita de rosto, porque tinha herdado os olhos e o sorriso da mãe. Tinha cabelo preto, comprido e liso, mas geralmente usava preso num rabo de cavalo. Era de altura mediana. altura, e destacavam a bunda e os peitos dela. Tinha uma bunda bem redonda e imponente, de nádegas firmes, e uns peitos enormes em formato de sino, volumosos na base e macios, se roçando um no outro, com auréolas escuras e mamilos grandes, iguais aos da mãe dela. Tito, com seus dezoito anos recém-completados, era um jovem alto como a mãe, muito magro, com pernas longas e finas, cabelo cacheado e traços faciais da mãe. Lorena trabalhava como esteticista num salão de beleza. Tava saindo com um cara há um mês, um cara que tava apaixonado por ela, embora pra Lorena ainda não fosse nada sério. Tito ainda estudava no colégio, repetindo de ano, e até agora nunca tinha ficado com nenhuma garota, nem sequer tinha beijado uma, era meio tímido, igual ao pai, e travava com as minas. Mas como todo adolescente, se masturbava direto com revistas pornô ou navegando em sites adultos. Nunca tinha sentido atração pela mãe ou pela irmã, mesmo elas não se importando de andar pela casa de calcinha ou até sem sutiã às vezes, assim como ele andava de cueca na frente delas, pra ele eram situações espontâneas e naturais. Nunca passaram pela cabeça dele fantasias incestuosas nem a putaria tinha rondado ele nesse sentido, até que de repente ele se deparou com uma situação perigosa onde a mente dele ultrapassou os limites da imoralidade. Foi tipo o estopim que ia detonar o escândalo.
Fazia uma semana que o pai dele tinha partido de novo pras águas do Oceano Índico, perto de Madagascar, onde provavelmente ia passar uns quatro meses sem voltar pra casa, embora parecesse que tinham um defeito e precisavam voltar ao porto pra resolver o problema. Depois do almoço, Tito foi na casa de um amigo pra jogar videogame, mas encontrou a porta fechada e voltou pra casa pra estudar um pouco pra prova de matemática. Não tava muito a fim, mas precisava. Dar um jeito nos estudos ou ia rodar de novo na matéria. O pai já tinha ameaçado tirar ele do colégio se não se ligasse. Ele entrou em casa e largou as chaves no cinzeiro da entrada.
— Mãe, cheguei!
— Tá bom, tô no meu quarto.
— Vou estudar, se alguém me chamar, diz que não tô.
— Tá, tá, já vou te preparar um lanche.
— Tá…
Ele espiou o quarto da irmã e viu que tava vazio. Depois foi pro banheiro, levantou a tampa e começou a mijar. Enquanto fazia isso, ouviu as duas cochichando no quarto. Sacudiu a pica, guardou e saiu de novo pro corredor. Percebeu que a porta do quarto da mãe não tava totalmente fechada e deu uns passos na direção, espiando com cuidado. E aí viu elas. Teve uma sensação súbita e avassaladora. A irmã dele, esteticista, tava depilando a buceta da mãe. Ela tava deitada na cama, de barriga pra cima, atravessada, com as pernas dobradas e abertas, os calcanhares na borda da cama, enquanto a irmã, ajoelhada no chão, tava depilando a virilha e parte dos pelos com uma navalha. A mãe tava nua da cintura pra baixo e por cima usava uma blusa estampada. Ele viu claramente a buceta aberta dela, uma fenda grande e suculenta com o clitóris pra fora, e também parte da fenda do cu. A irmã passava a navalha na barriga baixa, deixando só um fiozinho de pelo em cima da fenda. Teve que passar a mão na braguilha pra segurar a ereção repentina, com vontade de bater uma ali mesmo, vendo a xota da mãe. Tinha topado com aquela cena por acaso, mas era excitante pra caralho.
— Pronto, ficou muito bom — disse a irmã, secando a buceta dela com uma toalhinha.
Quando ela se levantou, bem na hora que a mãe também baixava as pernas pra se erguer, Lorena olhou pra porta e descobriu ele vigiando elas. Tito ficou vermelho e se afastou. Imediatamente, recuando a toda pressa para o quarto e fechando a porta. Que vergonha a irmã ter pegado ele e, pra piorar, contar pra mãe. Iam chamar ele de porco pervertido e, se ainda chegasse aos ouvidos do pai, ia levar uma boa surra. Tava calor. Ele se despiu e ficou só de cueca preta elástica, e começou a estudar, mas não conseguia se concentrar: de um lado, o medo batia forte; do outro, a vontade de bater uma depois de ter visto a mãe naquela posição, com a buceta aberta enquanto a irmã depilava ela. No meio da tarde, a mãe levou o lanche pra ele, agindo naturalmente, sinal de que a irmã não tinha contado nada. Umas duas horas depois, ele continuava trancado no quarto, sem querer sair, com medo de encarar a Lorena. A mãe entrou duas ou três vezes pra convencer ele a descer pra jantar, mas ele disse que não tava com fome e que queria terminar uns trabalhos. Agora ele olhava pra mãe com outros olhos. Ela tinha entrado de camisola, uma camisola creme bem comprida, quase até o tornozelo, mas transparente. Dava pra ver claramente a calcinha branca dela e os peitos caídos balançando por baixo da gaze, com as auréolas escuras e os bicos colados no tecido. Aquelas transparências fizeram a pica dele inchar. Quando ela se inclinou pra pegar a bandeja, ele reparou na bunda dela, chata e larga, com um pedaço da calcinha enfiado na racha. Que puta gostosa, com aquela maturidade e aquele tesão. Ele queria afastar esses pensamentos sujos da cabeça, mas a ereção não baixava e começaram a surgir fantasias eróticas na mente dele, com a mãe como protagonista indiscutível. Ele se sentiu um maldito pervertido, mas a sensação era indomável. Tentou relaxar se concentrando na leitura, sentado na cama, com as costas apoiadas na cabeceira. Leu só umas duas páginas e sem a devida concentração. Largou o livro de lado. Queria bater uma, mas sabia que ia fazer isso Pensando na mãe dele, na posição dela na cama, e não queria fazer aquilo. Precisava se segurar. Era totalmente imoral. Ia apagar a luz pra tentar dormir, quando a irmã dele, Lorena, entrou no quarto. As bochechas dele ficaram vermelhas ao vê-la. Ele tinha evitado ela a tarde inteira. Continuou deitado de barriga pra cima, pelado, só de cueca, onde dava pra ver o contorno do pau e das bolas dele, contornos que a Lorena reparou, assim como reparou no corpo magro e branco dele, quase sem pelo nenhum. Ela tava com uma camisola longa de cetim rosa, alças finas e decote em V, com bojos franzidos que valorizavam os peitões dela e detalhes de renda ao redor, com uma abertura lateral bem pronunciada que deixava à mostra a coxa grossa e lisa. Fechou a porta atrás dela e deu uns passos em direção à cama.
— O que cê tá fazendo? Não apareceu a tarde inteira.
— Ia dormir, amanhã tenho prova de matemática e queria acordar cedo — ele explicou, ainda todo envergonhado.
Lorena sentou na beirada da cama, na altura da cintura dele, olhando pra ele. Cruzou as pernas. A abertura lateral deixava ela numa posição muito erótica, com os peitos descansando nas coxas e o vale separando as tetas aparecendo no decote. Lorena, inevitavelmente, ficava de olho no volume da cueca. Era uma mina muito tarada. Com vinte e oito anos e nunca tinha tido nenhuma experiência sexual, talvez por causa do físico dela, por ser um pouco gordinha, mas nunca transou e com o cara que tava saindo ainda não tinha nada sério.
— Te vi como cê tava nos espiando… — ela confessou.
Tito ficou pálido e na hora sorriu meio trêmulo.
— Foi sem querer, ia ver a mamãe e…
— Fica tranquilo, não tem problema, imagino que foi sem querer.
— Cê contou alguma coisa?
— Não, como é que eu vou contar. É normal, homem é tudo tarado. Aposto que cê ficou excitado vendo como eu depilava a bucetinha dela…
— Bom, um pouco. sim... - ela reconheceu com a mesma voz trêmula.
Com a sua própria mãe, seu tarado – brincou, dando um tapinha carinhoso na perna dele.
O que você quer, eu vi ela ali, de pernas abertas, e você ajoelhada, depilando a buceta dela... Pareciam duas sapatão.
Hahaha... Ficou de pau duro, né, safado? – provocou a irmã, apertando ele.
Não consegui evitar.
Lorena passou a mão por cima do joelho dele em direção à coxa, num toque suave.
Como vocês, homens, são – completou, deslizando a mão pela coxa dele, do joelho até o alto, quase roçando a virilha com a lateral da mão.
Você não fica com tesão depilando a buceta dela?
Eu? Não, cara, tô acostumada a depilar mulher todo dia. Além do mais, é minha mãe, não sou tão pervertida quanto você. Aposto que você já bateu uma – imaginou, olhando nos olhos dele.
Ainda não, mas tô morrendo de vontade de bater uma...
E por que não bateu?
Preferia que alguém me fizesse uma punheta...
A irmã dele não parava de acariciar a perna dele, ora deslizando a palma, ora com as pontas dos dedos.
E você pensaria nela, na mamãe?
Sim, gostei da buceta dela.
Você comeria ela? – perguntou, com o olhar fixo no volume e a própria buceta pegando fogo de tanto tesão na conversa.
Sim, adoraria foder ela...
Tá de pau duro – disse, dando uns tapinhas no pau por cima da cueca.
Tô muito excitado. Quer fazer uma punheta pra mim?
Dos tapinhas, passou a esfregar o volume, deslizando a palma pelos contornos do pênis. Sentiu a dureza extrema e o comprimento incrível, além da maciez dos ovos.
Mas não conta pra ninguém, tá?
Ninguém vai ficar sabendo. Faz uma punheta pra mim, mana...
Ela mesma se encarregou de puxar a cueca dele para baixo com as duas mãos, revelando um pau fino, mas extremamente comprido, de tom esbranquiçado e uma glande brilhante e avermelhada. Enquanto deslizava a cueca pelas pernas dele, Ela reparou nos poucos pelos na base e nos ovos dele, pequenos, redondos e duros, num tom rosado que se destacava na brancura da pele dela. Ela tirou a roupa pelos pés e Tito esticou as pernas, abrindo-as. A irmã dele segurou a piroca dele no meio, colocou ela na vertical e começou a socar bem devagar.
Ahhh… Que delícia… - ele dizia, ofegante, abrindo e fechando os olhos, balançando a cabeça no travesseiro.
Você gosta? – ela perguntou.
Sim, gosto muito, você faz muito bem… Ahhh… Ahhh…
Ela foi acelerando aos poucos, agora segurando a piroca mais perto da cabeça, apertando com força pra sentir o toque e a dureza, aquela pele tão lisinha, sem imperfeições.
Tá pensando na buceta da mamãe?
Siiiiim… Gosto da ppk dela… Ahhh… Ahhh… Por que você não tira os peitos? Deixa eu ver seus peitos… Ahhh… Ahhh…
Com a mão esquerda, ela puxou uma alça e depois a outra. A camisola caiu sozinha até o colo, deixando os dois peitões enormes dela de fora, duas massas de carne mole em formato de sino, com auréolas escuras e bicos grossos, balançando bem de leve no ritmo do movimento do braço. Ela já tava sacudindo a piroca dele num ritmo bom. Sentiu um formigamento na buceta, como se os fluidos estivessem descendo. Precisava se tocar. Levou a mão esquerda por baixo da camisola, diante dos olhos atentos do irmão, que não parava de ofegar, e enfiou dentro da calcinha, uma calcinha branca de cetim, pra se masturbar, esfregando a xereca com a palma. Tito observava os nós dos dedos se mexendo dentro da calcinha.
Você tá com tesão, né?
Foi você que me deixou com tesão…
Gosto quando você depila a xereca… Bate mais forte…
Ela acelerou de repente, sacudindo ele rapidamente enquanto se agarrava na xereca pra mexer em círculos. Tito esticou o braço direito e passou a mão nos dois peitos dela, depois pegou eles pela base, levantando, deformando, como se quisesse conferir o peso. moleza. Depois ela pegou um dos peitos dele pelo mamilo e balançou de um lado pro outro. Ela se esfregava na buceta com tanta força que os dedos apareciam pelas laterais da calcinha, junto com um pouco de pelo. Tito começou a ofegar nervosamente, se contraindo e balançando a cabeça bruscamente. Lorena soltou um gemido, fechando os olhos e juntando as pernas, com a mão presa e suja. Um segundo depois, o pau começou a jorrar porra pra cima, gotas grossas que se espalharam por toda parte. Lorena parou de sacudi-lo e soltou. A mão dela estava toda suja. O irmão se remexia pra segurar o prazer imenso.
Espera, vou te limpar…
Ela pegou a cueca dele e segurou o pau pela base pra secar a cabeça e algumas respingadas no tronco. Depois passou a peça nos ovos e limpou umas gotas da barriga. Quando se inclinou, os peitos dela roçaram na coxa dele. Ela limpou a mão suja e largou a cueca pra levantar as alças e cobrir os peitos, ajustando os bojos.
Valeu, mana – agradeceu Tito, ainda com a respiração ofegante.
A gente se esquentou pra caralho – ela disse, se levantando e alisando a camisa. – Nem uma palavra, hein? Ou a gente se fode.
Fica tranquila, mulher. Que punheta boa que você me deu…
Vou nessa…
Ela se inclinou e beijou a testa dele como se fosse um garotinho, depois se virou e saiu do quarto. Tito relaxou de olhos fechados, sem perder a ereção, sabia que ia ter que bater mais uma punheta lembrando do que tinha acabado de rolar com a irmã.
Na manhã seguinte, o despertador tocou às oito da manhã. Tito custou a se levantar porque tinha dormido pouco e o pau tava moído de tanta punheta que tinha batido, e mesmo assim acordou de pau duro. Tava pelado. Olhou pra ele. Tava muito duro e muito quente. A punheta que a irmã tinha dado nele tinha criado um tesão indestrutível que alimentava a perversão recém-chegada. Ele tentou refletir, avaliar as graves consequências do incesto, tudo parecia tão imoral que se alguém descobrisse o escândalo seria bestial. Ele estava transando com a irmã mais velha, e pra piorar, inspirado na buceta da mãe. Ouviu a porta da frente, a do quarto da irmã. Ouviu ela andar pelo corredor. Ouviu ela entrar no banheiro. Costumavam se encontrar de manhã. A mãe ainda demoraria umas duas horas pra levantar. Olhou de novo pra pica, tava muito quente. Levantou e saiu do quarto, indo em direção ao banheiro. Andou pelado pelo corredor e invadiu de repente, fechando a porta na hora. A irmã, na frente da pia, de camisola rosa, tava enxaguando a boca depois de escovar os dentes. Olhou pra ele por cima do ombro e sorriu.
- Onde cê vai?
Abraçou ela por trás, roçando a pica na bunda dela, por cima do tecido acetinado, e envolveu ela com os braços, apalpando os peitos e beijando o pescoço dela.
- Como que tá a minha gordinha?
- Ai, não me chama disso – reclamou, dando um tapa nele.
- Olha como eu tô – ofegou, esfregando a pica na bunda da irmã, apertando os peitos dela com vontade.
- Certeza que passou a noite toda batendo uma pensando na bucetinha gostosa da mamãe…
- Siiim. Ela tem uma xoxota muito gostosa… Vem, vem comigo…
Envolveu ela pela cintura pra levar até o vaso. Fechou a tampa e sentou, se recostando na caixa d'água e abrindo as pernas, com a pica dura pra cima.
- Faz uma punheta pra mim, vai, sê bonzinha…
Lorena, cheia de vontade, se ajoelhou entre as pernas do irmão.
- Cê vai pensar na buceta da mamãe? – perguntou, segurando a pica com a mão direita e acariciando ela por todo o tronco.
- Sim, quero a buceta dela… Tira os peitos pra fora.
Ela baixou as alças com a mão esquerda e a camisola caiu até a cintura, deixando os dois peitões à mostra, dois peitões que ele começou a bater com a ponta da pica no ritmo das sacudidas. Tito bufava descontrolado ao sentir. a maciez das tetas, ao sentir como o pau dele afundava naquela massa esponjosa, como roçava aqueles bicos duros e empinados. Se olhavam no rosto. Ele socava bem rápido em cima das tetas, batendo com força nelas. Tito esticou o braço e acariciou o rosto dela com a ponta dos dedos.
Você gosta do meu pau, né, gordinha?
Sim, gosto muito. Você queria foder a mamãe?
E você? Queria que eu metesse ele?
Seria meio putaria, né? – ela completou sem parar de esfregar o pau nas tetas, que balançavam com as batidas incessantes.
Quero ver sua buceta… Ahhh… Ahhhh… – Ele continuava acariciando a bochecha dela –. Grava, grava no celular… Você vai?
Sim…
Quero ver sua bunda, deixa eu ver sua bunda…
Lorena se levantou e virou de costas para ele. Terminou de puxar a camisola até os tornozelos e, em seguida, baixou a calcinha até a metade das coxas, mostrando uma bunda grande e larga, com nádegas cheias de pele lisa e tom bronzeado, e a moita espessa de pelos se destacando entre as pernas. Ela se curvou levemente para frente, com as tetas balançando e a racha da bunda meio aberta, uma racha funda com um ânus avermelhado, limpo e macio. Tito se levantou e, naquele momento, ela jogou o braço direito para trás, agarrou o pau dele e começou a bater uma em cima da bunda, roçando a glande nas nádegas, às vezes deslizando ao longo da racha. Ela olhava para ele por cima do ombro, inclinada, se tocando na buceta enquanto batia a bunda com o pau. Logo os gemidos do irmão ficaram mais seguidos e mais profundos. Ela acelerou as punhetadas no pau, sem parar de roçar nas nádegas, até sentir ele jorrar leite em cima de uma delas, uns dois jatos que formaram duas trilhas escorrendo para baixo, uma para as pernas e outra para o fundo da racha. Tito soltou uns bufos quando a irmã largou o pau dele e acabou sentando de novo no vaso, tentando se recuperar. do esforço lascivo de ter gozado na bunda da irmã. Lorena também se levantou. Arrancou um pedaço de papel e limpou a bunda passando a mão da buceta até o cóccix, depois com outro pedaço de papel, enxugou a fileira de porra que ainda escorria pela perna dela.
Espero que não nos peguem – disse pro irmão enquanto subia a calcinha.
Não nos pegam, mulher, tomando cuidado…
Ela subiu a camisola e ajustou as taças nos peitos. Viu que o pau do irmão começava a murchar.
Bom, amorzinho, vou me vestir…
Ela se inclinou pra ele e beijou o cabelo dele, depois Lorena saiu do banheiro. Antes de se vestir, se masturbou na cama, cheirando e chupando a mão que tinha segurado o pau do irmão, reconstruindo mentalmente cada segundo das punhetas. Tinha vinte e oito anos, pelo físico dela os caras mal reparavam nela e ainda era virgem, nunca tinha sentido as sensações elétricas de uma experiência sexual, embora tivesse consciência da imoralidade dessas experiências.
O tesão de Lorena parecia insaciável agora que tinha provado e gravou com o celular a mãe dela enquanto se despia, enquanto passava creme no corpo todo, enquanto mijava e tomava banho. Ela era filha e tinha licença pra ficar perto quando a mãe tava nua. Capturou uns close da buceta dela, com o único objetivo de provocar o irmão. Gravou mais de quinze minutos de intimidade da mãe e depois no salão, de presente, gravou a chefe dela mijando e uma cliente que teve que depilar a xereca. Lorena tava cega pela putaria mais perversa, uma ninfomania que foi se formando com o tempo por causa da seca sexual, da inveja que sentia das amigas, as gostosas, e que tinha atingido o auge quando o irmão espiou elas depilando a bucetinha molhada da mãe. O cara dela ligou várias vezes durante a manhã, provavelmente com a intenção de encontrar ela pra tomar umas cervejas, mas não atendeu nenhuma das ligações dela. Ao meio-dia, almoçaram os três na mesa retangular da cozinha. Trocava olhares obscenos com o irmão e, quando a mãe se levantava, ambos a seguiam com os olhos, se excitando com os movimentos dela, principalmente com o rebolado da bunda e os peitos sob a blusa que ela usava. E Amália, como se não acreditasse, ignorava as intenções sujas dos próprios filhos.
Depois da comida, arrumaram a mesa. Os irmãozinhos sentaram no sofá pra ver TV, um do lado do outro, enquanto Amália disse que tinha que fazer uns recados e que ia ficar um bom tempo fora de casa. Tito vestia uma calça de moletom preta e uma camiseta branca de alças, e a irmã dele uma camiseta elástica vermelha, com um decote bem aberto em forma de U, e uma saia branca de veludo grosso, com a barra um pouco acima dos joelhos. Os dois estavam relaxados no sofá quando ouviram a porta da rua. Então Tito deu um tapa na perna dela.
Você gravou?
Sim – disse ela tirando o celular –. Gravei a buceta dela pra você, sei que você gosta, e muitas outras surpresas…
Tito pegou o celular e ele mesmo se encarregou de procurar as pastas onde os vídeos estavam salvos. Começou a reproduzi-los e a ficar fascinado com o que via, bufando e mordendo os lábios.
Ummm… Que buceta mais gostosa… Olha como ela mija… Ohhh…
Tá gostando? Aposto que você tá de pau duro – disse ela passando a mão por cima do volume.
Umm… Sim, como eu queria comer ela – comentou sem tirar os olhos da telinha do celular.
Quer que eu masturbe você?
Masturba, mexe no meu pau, tô com ele muito quente…
Enquanto o irmão via as cenas gravadas, Lorena tratou de baixar a calça de moletom dele e deslizar até os tornozelos. Depois, baixou só a parte da frente da cueca, deixando ela presa debaixo das bolas. Inclinada pra ele, pegou o pau dele com a mão direita e começou a bater uma devagar, pra curtir aquele toque duro. Tito ficava atento às imagens enquanto a irmã mexia na pica dele.
Adoraria ver você foder com ela – admitiu a irmã.
Porra, se eu pudesse comer aquela bucetinha...
Ela deve ficar com tesão de vez em quando, com o pai tão longe e sem se verem há tanto tempo...
Olha que rabo ela tem...
Agora Lorena pegou na pica dele com a esquerda pra massagear os ovos com a direita, esfregando de leve, amassando com a palma ou deslizando as pontas dos dedos pelas asperezas duras, batendo na pica com socos fortes. Tito já franzia a testa pra ofegar, com o celular na mão, ligado na tela, embora às vezes olhasse pra mão da irmã pra conferir a força dos puxões na pica.
Ohhh... Ahhh... Por que você não tira os peitos? Adoro ver seus peitos enquanto você me masturba... Vai, tira eles...
Lorena tirou a camiseta pela cabeça, liberando os peitos enormes e caídos. Jogou a camiseta e se deitou no colo do irmão, esmagando os peitos contra a barriga dele. Pegou a pica dele, colocou na vertical e começou a chupar, subindo e descendo a cabeça. Chegava com os lábios até a base e subia pra cabeça, saboreava com a língua e descia de novo. Que gostosa tava a pica. Mantinha um ritmo lento na chupada, como se quisesse aproveitar o sabor. Tito segurava o celular com a mão esquerda, mantendo ele no alto, e com a direita acariciou as costas dela, até passar por cima da saia e puxar a roupa pra cintura, pra assim esfregar o rabo imenso dela por cima da calcinha. Ficaram assim até os vídeos acabarem.
Por que você não desce e chupa meus ovos...
Lorena desceu pro chão, de joelhos, e deu uns passos até se enfiar entre as pernas dele. Puxou a cueca dele até os tornozelos e tirou junto com a calça de moletom. Tito segurou a pica pra bater uma enquanto ela se curvava, virando a cabeça pra lamber os ovos dele. Lambeu com a língua toda. Fora, sem parar, levantando eles com a força que fazia pra chupar. Tito só via os olhos dela e a testa, cheirando debaixo do pau dele, sentindo como ela molhava eles. Às vezes cuspia neles e espalhava a saliva com a ponta da língua, brincando, com a baba escorrendo do queixo. Tito batia uma devagar, como se quisesse segurar a gozada.
— Como você faz bem, gordinha… Gosta de chupar minhas bolas, né, gordinha?
A irmã dele virou a cabeça pra olhar pra ele.
— Sim, gosto. Já chuparam seu cu alguma vez?
— Não — respondeu Tito, diminuindo a punheta. — Quer chupar meu cu?
— O que você quiser, mas vi uma vez num filme pornô. O cara gostava…
— Vai, chupa meu cu, Promíscua…
Tito levantou as pernas pra cima, reclinando um pouco mais pra bunda ficar pra fora da borda. A irmã dele, sentada nos calcanhares, aproximou o rosto e abriu a racha pra deixar o cu do irmão exposto, um cu esbranquiçado e enrugado. O cheiro era fedido e ela até fez uma careta de nojo quando esticou a língua e acariciou o cu dele com a ponta. As bolas batiam na testa dela enquanto ele se masturbava. Ela sentia o gosto ruim de merda, mas não parava de roçar a ponta, só a ponta, por cima do buraco.
— Uau… Ohhhhh…
Elétrico, Tito se ergueu, abaixando as pernas e batendo uma desesperada. Lorena também se levantou, com as mãos apoiadas nos joelhos do irmão. Tito batia uma apontando o pau pra ela, até que, alguns segundos depois, vários cuspes de porra se espalharam pelos peitos dela, escorrendo depois em fileiras lentas, com alguns grudes presos nas auréolas escuras, por cima dos mamilos. Tito se deixou cair pra trás de novo, soltando o pau e esticando os braços. Lorena olhou pros peitos sujos.
— Porra, tia, quando você chupou meu cu, a porra veio de repente.
— Você gostou?
— Porra, incrível. E você? Você gosta de lamber meu cu?
É meio nojento, pra ser sincera, mas tudo bem, se você gosta, então eu faço. Quer que eu limpe?
Limpa minha pica.
Pegou a camiseta do chão antes e vestiu, se cobrindo, sem nem limpar o esperma que escorria pelos peitos dela. Ela se comportava como a submissa do irmão. Depois colocou a saia e tirou um lenço de papel do pacote. Ajoelhou-se de novo entre as pernas do irmão, segurou a pica dele e secou a glande e os ovos, depois cuidou de subir a cueca e o moletom dele. Em seguida, levantou-se.
Bom, vou tomar um café e vazar.
Me empresta o celular? Vou passar os vídeos pro meu.
Tá, depois me devolve. Tchau, gato.
Tchau, gordinha, e valeu pelo boquete.
De nada.
No quarto dela, ao trocar de roupa para vestir o uniforme do trabalho, se masturbou enfiando dois dedos na buceta. Precisava abafar o tesão no sangue. Como submissa, era ela quem satisfazia ele, mas tinha que se satisfazer sozinha, o irmão não se oferecia pra masturbá-la. Sabia que já tava presa naquela aura de prazer e que ia custar muito esforço escapar da força dele.
Passou a tarde toda trabalhando com a cabeça nas cenas com o irmão. Não conseguia se concentrar, tinha a vagina crepitando de prazer, e pra piorar, teve que depilar três bocetas, três bocetas que tocou e cheirou, então depois teve que se masturbar no banheiro.
Quando voltou pra casa, a mãe preparava o jantar e o irmão tinha acabado de sair do banho de roupão. Tanto ela quanto a mãe se puseram confortáveis, Lorena com a camisola rosa de sempre e abertura lateral, e a mãe com a dela bege comprida, onde transpareciam os peitos alongados e a calcinha preta. Já na cozinha, jantando, os irmãos trocavam olhares cheios de tesão toda vez que a mãe se levantava, devorando ela com os olhos safados. Como ela mexia a bunda, como os peitos balançavam sob a gaze, batendo um no outro. A outra. Jantavam numa mesa retangular com umas saias por baixo pra cobrir as pernas. Amália e Lorena ficavam uma do lado da outra, enquanto Tito estava na frente da irmã. Debaixo da mesa, Tito esticou a perna direita. Lorena sentiu o pé do irmão se enfiando entre as pernas dela, por baixo da barra da camisola. Ela abriu as pernas e baixou as mãos, enfiando-as por debaixo das saias. Se olhavam nos olhos. Ela agarrou o pé dele. Colocou a sola em cima da calcinha. Lorena massageava o pé dele debaixo da mesa com as duas mãos enquanto a mãe falava das últimas histórias do pai. Com cuidado, ela afastou a frente da calcinha pro lado e o irmão encostou a ponta do pé, cutucando com o dedão na frestinha da buceta. Lorena mordia o lábio inferior. Tito apertava com o pé e ela mesma colocou o dedo na posição horizontal pra enfiar um pouco na racha, pra se masturbar com ele. Ela mexia suavemente o quadril pra sentir a pressão do dedo enfiado na frestinha. Levantou a mão esquerda pra continuar comendo e a mãe não desconfiar, mantendo a direita debaixo da mesa, segurando o pé do irmão pelo tornozelo enquanto ele remexia a buceta dela com o dedão. Teve um momento em que ela fechou os olhos e soltou um suspiro, Tito não parava de mexer o dedo pra masturbá-la. Pouco depois, sentiu que molhava e ela mesma afastou o pé da buceta. Então Tito o tirou. Putaria do caralho. O irmão tinha fodido ela com o dedo do pé, debaixo da mesa, enquanto a mãe jantava. Mais tarde, elas arrumaram a mesa e ele se deliciou com os movimentos delas. Com aquelas camisolas tão provocantes, pareciam duas putas à disposição dele. A pica dele ia explodir. Pra Tito, a moralidade já não valia mais nada. Mais tarde, viram um pouco de TV, até que a mãe começou a bocejar e se levantou de repente.
— Bom, vou ao banheiro e pra cama. — Deu um beijo em cada um —. Amanhã tenho que sair cedo com o tio Romão pra ir na A gestoria preparar nossa declaração de imposto de renda. Alguém me liga, tá?
Eu te ligo, mãe – disse Tito.
Quando ela saía da sala, Tito se levantou e sentou ao lado da irmã para sussurrar no ouvido dela:
Vai com ela, grava ela, quero ver a buceta dela. Certeza que vai mijar.
Vou tentar, mas não prometo nada, não quero me arriscar.
Lorena pegou o celular na mesa, ativou a câmera e seguiu a mãe. Quando entrou no banheiro, fingindo que ia escovar os dentes, Amália estava levantando a barra da camisola pra baixar a calcinha. Ela conseguiu gravar aquele rabo largo e achatado, como ela sentava pra urinar e depois se limpava a buceta com um pedaço de papel. Enquanto ela subia a calcinha, Lorena teve tempo de esconder o celular debaixo da toalha. A mãe se despediu da filha com outro beijo e depois saiu pro quarto dela. Lorena reproduziu o vídeo pra garantir que tudo tinha sido filmado direitinho, depois saiu do banheiro e foi pro quarto dela. Sentou na beirada da cama, até que cinco minutos depois o irmão entrou de repente, fechando a porta atrás de si.
Chiiii, ela ainda pode estar acordada – ela avisou.
Tito tirou o roupão, exibindo a nudez total, já com o pau completamente duro e inchado. Parou na frente dela, com o pau a poucos centímetros do rosto dela.
Você gravou?
Sim, quando ela tava mijando. Toma.
Entregou o celular pra ele mesmo reproduzir, mas antes, ele ajudou ela a tirar a camisola pela cabeça, deixando ela com as tetonas de fora e a calcinha apertada na cintura.
Tira isso e bate uma pra mim…
Ela começou a masturbar ele devagar, na vertical, acariciando os ovos ao mesmo tempo, olhando pra ele com submissão, enquanto o irmão assistia o vídeo.
Sou uma boa espiã, hein?
Ummm… Que buceta… Adoro ver ela mijar… Olha como ela limpa a xereca… Ummm… Que foda que eu dava nela…
Você gosta?
Não ia gostar de lamber quando ela depila? Sim, me excita muito depilar ela…
Que sorte a sua de poder tocar na buceta dela. Tira a calcinha… – Lorena soltou o pau dele pra tirar a calcinha, exibindo pro irmão uma buceta bem carnuda, com lábios grossos e uma fenda profunda, toda a área com um pelo denso aparado nas bordas do triângulo -. Deita pra trás – pediu ele, batendo uma punheta sozinho.
A irmã obedeceu e se deitou pra trás. Os peitos moles dela balançaram como pudins, tombando pros lados. Ela abriu as pernas, e então o irmão dobrou a perna direita, levantando o pé pra aproximar da buceta dela. Primeiro acariciou com a sola, pressionando, mas depois enfiou o dedo na fenda carnuda, fodendo ela com ele. Lorena rebolou o quadril, erguendo a cabeça pra ver como ele a masturbava com o pé.
Que buceta que você tem, Promíscua… – ele dizia com o dedão enfiado -. Mexe essa ppk, mexe…
Ai… Que gostoso, Tito…
Ela dizia se remexendo, agora segurando o pé dele com as duas mãos pra se foder sozinha. Mas Tito tirou o pé, pra que ela se levantasse e, ainda segurando com as duas mãos, lambesse o dedão e provasse as secreções vaginais.
Que gosto tem sua buceta? – Mas ela continuava lambendo o dedo do pé dele como uma louca, como se fosse um pau grosso e minúsculo, com o calcanhar apoiado na coxa -. Quero ver você mijar, igual ela faz.
Lorena ergueu a cabeça pra ele, ainda com o pé entre as mãos e o dedão todo babado. Tito abaixou a perna e ajudou ela a se levantar segurando pelo braço. Os dois estavam de pé ao lado da cama, pelados. Tito olhava pra todos os cantos. Descobriu em cima da cômoda uma vasilha de vidro, oval, chata, mas grande, cheia de lenços de cabelo e grampos de todo tipo.
Aqui? – ela perguntou.
Sim, quero ver você mijar…
Ele pegou a vasilha e derrubou todos os lenços e grampos na superfície da cômoda, depois colocou a vasilha no chão, a um metro da cama.
Mija. ah…
Mas…
Vem, vaca, deixa eu ver como você mija.
Tá bom…
Lorena se agachou com a vasilha debaixo da buceta, envolta naquele olhar submisso que buscava os olhos do irmão. Tito ficou na frente dela, de pé, batendo uma punheta desesperada diante do tesão que era vê-la naquela posição. Lorena sorriu e no segundo seguinte começou a mijar, enchendo aos poucos o recipiente com um caldo amarelo claro, enquanto via o irmão se sacudindo a piroca bruscamente, queimado pela luxúria mais perversa.
Te excita me ver mijar? – perguntou quando as últimas gotas caíam, deixando a vasilha mais ou menos pela metade.
Sim, adoro, sabe o que eu queria?
O quê?
Mijar na sua buceta…
Sério? Quer mijar na minha buceta?
Sim, sei que você deseja, quero mijar na sua xota…
Vai feder pra caralho, mas, tudo bem, toma cuidado, tá?
Sim, ahh… Abre as pernas e se abre…
A irmã dele, agachada com a vasilha debaixo, meio cheia do mijo dela, separou um pouco as pernas e com as duas mãos abriu a fenda da buceta, enfiando os braços por baixo das coxas, mostrando o tom avermelhado e vivo das profundezas e o clitóris inchado, com a bunda enorme roçando as bordas de vidro do recipiente e os peitos esmagados contra as coxas. Olhou nos olhos dele vendo a piroca descer pra apontar. De repente, saiu um jorro forte de mijo que bateu no umbigo dela, respingando nos peitos, mas logo ele baixou mais a piroca até acertar no meio da buceta. Lorena se viu sendo mijada na xota, viu como espirrava pra todo lado e como a vasilha ia enchendo até transbordar, sujando a bunda dela. Olhou pro irmão e deu um sorriso. Era uma mijada longa que deixava a buceta encharcada. O jorro foi perdendo força e Tito deu um passo pra frente pra não mijar fora, chegando a roçar o bico de um peito. Lorena se olhou. Tinha a bunda mergulhada no mijo. Levantou-se, se afastando pra Ao lado, junto com o irmão, observando com ele como o caldo amarelado escorria pelos lados. Tito olhou pra ela. Tinha os peitos salpicados e a barriga toda brilhando com a cachoeira de mijo, com a buceta completamente encharcada e escorrendo pra baixo.
— Que putaria que a gente virou, hein? — ela disse.
— Tô afim de te foder, imaginar que você é ela…
— Você gostaria de mijar nela, igual fez comigo?
Ele agarrou ela pelo rabo de cavalo e puxou a cabeça dela pra trás, dando uns tapinhas na cara dela e descendo a mão pelo pescoço pra apalpar os peitos e espalhar as gotas de mijo pela massa mole.
— Siiim, quero mijar nela. Você é uma Promíscua e tô com muita vontade de te foder.
— A gente não tem camisinha…
— Eu sei dar ré. Vai, se posiciona na cama…
Lorena, pronta, caminhou até a cama e subiu de joelhos pra ficar de quatro, com os joelhos perto da borda, o rabo empinado, os peitões balançando pra baixo igual úbere de vaca e o olhar fixo na frente. Que rabão enorme ele tinha na frente, com aquela buceta carnuda, com os pelos molhados, de onde ainda escorriam umas gotas. Toda a fenda do cu e parte das nádegas estavam encharcadas de mijo, com uns filetes escorrendo pela coxa. Era tudo pra ele. Ele se aproximou dela, batendo na pica pra endurecer ainda mais e posicionou ela na horizontal pra guiar até a rachinha carnuda e molhada. A irmã dele olhava pra frente ao sentir o roçar. Nunca imaginou que fosse o irmão mais novo o homem que ia desvirgar ela. Devagar, ele foi penetrando ela, segurando pelas cadeiras. Lorena apertava os dentes, sentindo a pica se encaixando no fundo da buceta dela. Assim que encostou a pélvis no rabo, começou a foder ela de um jeito calmo, tirando a pica até a cabeça e enfiando devagar. A irmã só soltava o ar pra não fazer barulho, olhando pra frente, mordendo o lábio pra segurar os arrepios de tesão que as penetrações lentas davam. As tetas dela balançavam devagar. Com os polegares, o irmão dela abria a racha do cu pra reparar no cu dela, todo molhado de mijo, enquanto enfiava a pica devagar. Quase não faziam barulho. Ela às vezes olhava por cima do ombro e via a cara do irmão, de testa franzida e olhar fixo no cu dela, vendo a pica deslizando devagar.
Que puta gostoso te foder! – exclamou ele sem parar de se mexer, passando a ponta do polegar por cima do cu dela.
Imagina que sou a mãe? Queria ver você fodendo ela…
Siiim… Você é ela… Ahhhh… Ahhh…
Eu também tô sentindo pra caralho – completou Lorena, fechando os olhos pra se concentrar, pra aproveitar aquele prazer do caralho.
Ele acariciava as nádegas dela e espalhava umas gotas de mijo por toda a pele dela, pela cintura e pelo cóccix. Soltou uns bufos bem seguidos.
Ufff… Vou gozar…
Não goza dentro, Tito, é perigoso… - pediu ela.
Ele tirou a pica pra bater uma com a mão, com a ponta roçando o clitóris dela. Lorena fechou os olhos e na hora sentiu a porra espirrando na buceta dela, cobrindo tudo com a grossura do gozo, deixando até a racha toda inundada.
Porra, que dahora! – exclamou Tito soltando a mão, vendo a crema cobrindo a racha toda -. Limpo você?
Sim, por favor…
Pegou a calcinha da irmã e passou na xota dela, pegando os restos de porra. Dobrou e secou de novo. Depois limpou o cu dela passando a calcinha pela racha toda e secou uns respingos nas nádegas. Aí jogou a calcinha no chão e Lorena se levantou, saindo da cama.
Beleza, gordinha, vou dormir um pouco, né?
Sim, vou arrumar isso tudo e arejar um pouco.
Deram um beijinho na boca e Tito saiu do quarto. Lorena vestiu a camisola e pegou a calcinha suja. Tava fedendo pra caralho. A ninfomania dela tinha se contaminado com a luxúria mais obscena e perversa, chegando a transar com o mano, a chuva dourada. Depois, com todo cuidado, pegou o recipiente do chão, derramando o mijo pelas bordas, sujando os dedos, e levou até a pia para despejar na privada. Enxaguou na banheira e voltou pro quarto pra esfregar o cômodo com água limpa. Perfumou tudo e tentou não deixar vestígio da perversão. Aí se deitou e dormiu, já desvirginada pelo próprio irmãozinho.
Amalia acordou bem cedo pra ir na gestoria, onde ia ficar ocupada a manhã toda. Se arrumou com roupa informal e tomou um café com bolachas. Tava com pressa. O cunhado dela ia buscá-la logo. Os filhos ainda dormiam. Passou no quarto da Lorena pra acordar ela e deu um beijo de despedida. Depois foi pro quarto do Tito pra dar outro beijo. Mas parou quando abriu a porta. O filho ainda dormia, mas tava descoberto e completamente pelado. Ficava deitado de barriga pra cima com as pernas bem abertas e os braços em cima do peito. Sem querer, reparou na piroca grande e brilhante dele, mole e caída pro lado, com os ovos entre as pernas descansando no colchão. Ficou sem graça de ver ele pelado e fechou a porta na hora. Fazia vários anos que não via ele nu. Que salsicha ele tinha, pensou rindo, não era mal dotado. Encontrou a filha no corredor. Ela tava sonolenta e de camisola rosa.
Vou indo, filha, seu tio Romão deve estar lá fora me esperando. Não entra no quarto do seu irmão porque ele tá pelado, todo sossegado. Não sabia que ele dormia nu.
E você viu ele?
Olha, ia chamar ele, mas fiquei sem graça. Ele acorda logo. Bom, vou nessa.
Se beijaram de novo e ela saiu rápido de casa. O cunhado Romão esperava ela no carro. Romão era o cunhado dela, o irmão mais velho do marido. Já tava aposentado, tinha feito sessenta e cinco anos, e o físico dele mostrava isso. Tinha uma aparência magricela, altura mediana, com pernas muito esqueléticas, já meio calvo, exceto pela fileira de cabelos brancos em forma de ferradura, com a cabeça em formato de pepino e um rosto de traços bem brutos. Embora fosse um homem simples e bonachão, que se prestava a todo tipo de favores. Era um solteirão, vivia sozinho e sempre foi muito próximo do irmão, apesar de sentir inveja dele. Amalia gostava dele, sempre gostou, mas conseguiu guardar segredo por respeito ao irmão e sempre manteve distância. Ela era o amor platônico e inalcançável dele, apesar da diferença de idade. Ele adorava fazer favores para ela, sentir o cheiro dela, olhar para ela, se deliciar com os encantos dela, mas sempre com discrição suficiente para não alertar ninguém. Sabia que nunca sairia das fantasias. Quando ela entrou no carro, começaram a revisar a documentação que levavam para deixar tudo devidamente preparado. Na ausência do marido, o cunhado Román a ajudava nesse tipo de tramitação.
Em casa, Tito saiu do quarto coberto por um roupão, mas sem amarrar, então a piroca murcha dele balançava de um lado para o outro a cada passo. Ele encontrou a irmã no corredor, vestida com a camisola rosa de cetim. Ela se inclinou para dar um beijo na bochecha dele.
— Bom dia.
— Bom dia. Você me leva pra mijar?
— Kkkkk, como você é, maninho. Vou parecer sua empregada, te levando até pra mijar…
— Você é minha putinha, ou não gosta de ser minha putinha?
— Sim, gosto de ser sua putinha.
— Me leva pra mijar, putinha.
Ela o acompanhou até o banheiro. Tito se posicionou na frente do vaso e ela, ao lado dele, segurou a piroca mole dele apontando para dentro do vaso. Logo saiu o jato. Ela segurava com a ponta dos dedos, para baixo, pra ele não mijar fora.
— Que gostoso ter alguém segurando enquanto você mija…
— Como a gente ficou tarado…
O jato foi diminuindo e ela sacudiu antes de soltar. Tito deu um passo para trás.
— Você não vai mijar?
— Vou — respondeu, levantando a camisola. Camisola.
Deixa eu abrir sua buceta…
Ela sentou no vaso e abriu as pernas. O irmão dela se ajoelhou na frente dela e, com os polegares das duas mãos, afastou bruscamente os lábios vaginais, deixando a xereca bem aberta. Ela reclamou com uma careta, mas logo um sorriso cúmplice tomou conta do rosto dela. Fez força até que um jato disperso saiu da vagina dela. O irmão mantinha os lábios vaginais separados enquanto ela mijava.
— Sabe que a mamãe te viu pelado hoje de manhã? — confessou sem parar de urinar, sentindo a pressão dos dedos na buceta dela.
— Sério? Hummm…
— Certeza que ela ficou excitada — completou, já com o jato bem fraco.
— Deixa eu te limpar. — Tito arrancou um pedaço de papel higiênico e secou a xereca dela, passando várias vezes. — Hoje, então, ela vai passar o dia inteiro lembrando do meu pau.
— É, capaz dela se masturbar pensando nele — provocou a irmã, levantando-se e abaixando a camisola.
— Por que a gente não vai no quarto dela e você me dá uma calcinha dela? Quero cheirar…
— Vou me atrasar, Tito…
— Vamos, me deixa com tesão saber que ela me viu pelado.
— E eu também.
Saíram juntos do banheiro em direção ao quarto da mãe. Assim que entraram, Lorena abriu uma gaveta e tirou uma tanga preta de cetim e uma calcinha branca de renda. A mãe deles costumava usar tangas pra deixar a bunda solta com as saias. Tito tirou do cabide a camisola creme que ela usava toda noite.
— Veste ela, quero que você seja ela…
Tito pegou a tanga pra cheirar enquanto a irmã se despia pra vestir a camisola longa e transparente da mãe. Ficou pequena nela, bem justa, com a gaze prestes a rasgar, os peitos apertados como se os bicos fossem furar o tecido, e a buceta e a bunda dela visíveis por causa da transparência.
— Vem pra cama… — Tito subiu na cama e se deitou de barriga pra cima com as pernas abertas, sem parar de cheirar a tanga da mãe. — Me masturba, vai, bate uma com a calcinha dela… Lorena subiu e se ajoelhou entre as pernas do irmão, sentada sobre os calcanhares e curvada em direção à genital dele. Agarrou os ovos dele com a mão direita e com a esquerda envolveu o pau dele com a calcinha branca da mãe, começando a bater uma rapidamente. Olhava para o irmão como uma submissa. Os ovos ela apertava devagar e o pau ela sacudia escondido pela calcinha.
Ahhh… Que delícia, rabuda… Ahhh…
Ela afastou a calcinha para deslizá-la pela coxa da perna e agarrou o pau com a direita para chupar como uma louca, batendo uma sobre a língua. Tito balançava a cabeça mordendo a calcinha da mãe. Lorena socava o pau rapidamente com a cabecinha dentro da boca. Às vezes parava de bater uma para só chupar e babar nele, mas logo recomeçava a masturbação, agora passando a calcinha pelos ovos.
Imagina que sou ela? – perguntava a irmã.
Ummm… Sim, você é a mamãe, continua, Vadia… Uau…
Ela enfiou o pau de novo na boca, lambendo por todos os lados, com gana, sem parar, amassando os ovos dele com a calcinha. Amália, a mãe, via e ouvia tudo da porta, paralisada por uma onda de arrepios. Tinha voltado para pegar uns documentos que faltavam e o cunhado esperava no carro. Não acreditava no que via. A filha fazendo um boquete no filho, com a calcinha e a camisola dela, na cama dela, como se Lorena fosse ela. Não saía do espanto, não piscava, os filhos estavam enroscados sexualmente. Viu Lorena levantar as pernas dele e se jogar para chupar o cu dele, com a língua toda para fora, deslizando por cima do ânus como se fosse uma puta. Balançava a cabeça para fazer cócegas, dava beijos no ânus ou tentava foder com a ponta da língua. Agia como uma puta safada. Nunca imaginou um nível tão grande de perversão nos filhos. Como parar aquela situação, como enfrentar sozinha uma luxúria tão incestuosa quanto aquela. Estava chocada com a intensidade com que ele lambia a bunda dela, como passava a calcinha dela pelas bolas ou como o filho batia uma na própria piroca longa e lisa enquanto mordiscava e cheirava a tanga preta. Ele já tinha deixado o cu dela todo babado e tinha passado a chupar as bolas, mas Tito abaixou as pernas e se sentou.
Fica de quatro, mamãe, deixa eu te foder…
Ela ouviu o filho dizer. Lorena se ajoelhou de quatro, virada para a cabeceira, e Tito se ajoelhou atrás dela, levantando a camisola até a cintura e deixando ela com a bunda grande e larga na posição. Pareciam dois cachorros. Ele deu uns tapinhas na buceta dela antes de aproximar a piroca e enfiar de uma vez. A filha dela uivou de prazer e as respirações ofegantes aumentaram quando ele começou a foder com força. Tito abria a racha do cu dela pra ver o ânus, como pulsava, como se contraía, e depois passava as mãos pelas costas dela, acariciando, por cima da gaze da camisola, até pegar o rabo de cavalo dela com as duas mãos, como se fossem rédeas de um cavalo, pra puxar a cabeça dela pra trás.
Grita, puta…
Lorena soltava gemidos estridentes. Tito acelerava as estocadas puxando o rabo de cavalo dela. As respirações ofegantes se sucediam sem parar. Ele enfiou a tanga preta na boca dela. Tito fez uma pausa, tirou a piroca, se inclinou pra ela, lambeu o cu dela com três passadas e se ergueu de novo pra continuar fodendo, dessa vez mais rápido. Amalia reparava na bunda do filho, que não parava de contrair pra enterrar a piroca na boceta da irmã dela. Que vergonha se alguém descobrisse aquilo, se chegasse aos ouvidos do marido dela ou de qualquer pessoa do círculo social. Ele já tava fodendo bem apressado, agarrado na cintura dela, batendo violentamente a pélvis contra a bunda. Buzinou um carro na rua, com certeza o Román, avisando ela pra se apressar. Amalia se cagou de medo de ser descoberta e deu um passo pra trás. Tito olhou e viu um reflexo na porta e uma sombra recuando, mas estava a na hora de gozar, ele se esforçou pra meter com força. Tirou de repente, bateu uma punheta forte e logo jorros grossos de porra espessa se espatifaram na buceta, inundando tudo. Lorena, ainda de quatro, tirou a calcinha fio dental da boca, rebolando a bunda, sentindo o semen quentinho molhando a vagina dela. Tito reparou como o semen escorria devagar pros lençóis. Pegou a calcinha branca e limpou a buceta dela até secar, depois saiu da cama e foi pegar o roupão.
— Não sei, mas acho que ela nos viu.
Lorena tirava a camisola da mãe.
— Quem?
— Me pareceu, sei lá, não liga pra mim.
— Então estamos ferrados se ela nos viu, mas acho que não vai ter coragem de falar nada.
— Talvez ela tenha gostado, haha…
— Vamos, já tô atrasado pro trabalho.
Tito saiu do quarto e Lorena cuidou de deixar tudo pronto. Alisou a cama, pendurou a camisola e pegou a calcinha. Parou pra pensar na possibilidade de a mãe deles ter descoberto. A verdade é que a relação incestuosa com o irmão tava saindo do controle e ela sabia que tavam correndo muitos riscos, mas era uma ninfomaníaca e não conseguia controlar as sensações. Aquela relação, pelo bem de todos, tinha que ficar em segredo. FIM DA PRIMEIRA PARTE.
Fazia uma semana que o pai dele tinha partido de novo pras águas do Oceano Índico, perto de Madagascar, onde provavelmente ia passar uns quatro meses sem voltar pra casa, embora parecesse que tinham um defeito e precisavam voltar ao porto pra resolver o problema. Depois do almoço, Tito foi na casa de um amigo pra jogar videogame, mas encontrou a porta fechada e voltou pra casa pra estudar um pouco pra prova de matemática. Não tava muito a fim, mas precisava. Dar um jeito nos estudos ou ia rodar de novo na matéria. O pai já tinha ameaçado tirar ele do colégio se não se ligasse. Ele entrou em casa e largou as chaves no cinzeiro da entrada.
— Mãe, cheguei!
— Tá bom, tô no meu quarto.
— Vou estudar, se alguém me chamar, diz que não tô.
— Tá, tá, já vou te preparar um lanche.
— Tá…
Ele espiou o quarto da irmã e viu que tava vazio. Depois foi pro banheiro, levantou a tampa e começou a mijar. Enquanto fazia isso, ouviu as duas cochichando no quarto. Sacudiu a pica, guardou e saiu de novo pro corredor. Percebeu que a porta do quarto da mãe não tava totalmente fechada e deu uns passos na direção, espiando com cuidado. E aí viu elas. Teve uma sensação súbita e avassaladora. A irmã dele, esteticista, tava depilando a buceta da mãe. Ela tava deitada na cama, de barriga pra cima, atravessada, com as pernas dobradas e abertas, os calcanhares na borda da cama, enquanto a irmã, ajoelhada no chão, tava depilando a virilha e parte dos pelos com uma navalha. A mãe tava nua da cintura pra baixo e por cima usava uma blusa estampada. Ele viu claramente a buceta aberta dela, uma fenda grande e suculenta com o clitóris pra fora, e também parte da fenda do cu. A irmã passava a navalha na barriga baixa, deixando só um fiozinho de pelo em cima da fenda. Teve que passar a mão na braguilha pra segurar a ereção repentina, com vontade de bater uma ali mesmo, vendo a xota da mãe. Tinha topado com aquela cena por acaso, mas era excitante pra caralho.
— Pronto, ficou muito bom — disse a irmã, secando a buceta dela com uma toalhinha.
Quando ela se levantou, bem na hora que a mãe também baixava as pernas pra se erguer, Lorena olhou pra porta e descobriu ele vigiando elas. Tito ficou vermelho e se afastou. Imediatamente, recuando a toda pressa para o quarto e fechando a porta. Que vergonha a irmã ter pegado ele e, pra piorar, contar pra mãe. Iam chamar ele de porco pervertido e, se ainda chegasse aos ouvidos do pai, ia levar uma boa surra. Tava calor. Ele se despiu e ficou só de cueca preta elástica, e começou a estudar, mas não conseguia se concentrar: de um lado, o medo batia forte; do outro, a vontade de bater uma depois de ter visto a mãe naquela posição, com a buceta aberta enquanto a irmã depilava ela. No meio da tarde, a mãe levou o lanche pra ele, agindo naturalmente, sinal de que a irmã não tinha contado nada. Umas duas horas depois, ele continuava trancado no quarto, sem querer sair, com medo de encarar a Lorena. A mãe entrou duas ou três vezes pra convencer ele a descer pra jantar, mas ele disse que não tava com fome e que queria terminar uns trabalhos. Agora ele olhava pra mãe com outros olhos. Ela tinha entrado de camisola, uma camisola creme bem comprida, quase até o tornozelo, mas transparente. Dava pra ver claramente a calcinha branca dela e os peitos caídos balançando por baixo da gaze, com as auréolas escuras e os bicos colados no tecido. Aquelas transparências fizeram a pica dele inchar. Quando ela se inclinou pra pegar a bandeja, ele reparou na bunda dela, chata e larga, com um pedaço da calcinha enfiado na racha. Que puta gostosa, com aquela maturidade e aquele tesão. Ele queria afastar esses pensamentos sujos da cabeça, mas a ereção não baixava e começaram a surgir fantasias eróticas na mente dele, com a mãe como protagonista indiscutível. Ele se sentiu um maldito pervertido, mas a sensação era indomável. Tentou relaxar se concentrando na leitura, sentado na cama, com as costas apoiadas na cabeceira. Leu só umas duas páginas e sem a devida concentração. Largou o livro de lado. Queria bater uma, mas sabia que ia fazer isso Pensando na mãe dele, na posição dela na cama, e não queria fazer aquilo. Precisava se segurar. Era totalmente imoral. Ia apagar a luz pra tentar dormir, quando a irmã dele, Lorena, entrou no quarto. As bochechas dele ficaram vermelhas ao vê-la. Ele tinha evitado ela a tarde inteira. Continuou deitado de barriga pra cima, pelado, só de cueca, onde dava pra ver o contorno do pau e das bolas dele, contornos que a Lorena reparou, assim como reparou no corpo magro e branco dele, quase sem pelo nenhum. Ela tava com uma camisola longa de cetim rosa, alças finas e decote em V, com bojos franzidos que valorizavam os peitões dela e detalhes de renda ao redor, com uma abertura lateral bem pronunciada que deixava à mostra a coxa grossa e lisa. Fechou a porta atrás dela e deu uns passos em direção à cama.
— O que cê tá fazendo? Não apareceu a tarde inteira.
— Ia dormir, amanhã tenho prova de matemática e queria acordar cedo — ele explicou, ainda todo envergonhado.
Lorena sentou na beirada da cama, na altura da cintura dele, olhando pra ele. Cruzou as pernas. A abertura lateral deixava ela numa posição muito erótica, com os peitos descansando nas coxas e o vale separando as tetas aparecendo no decote. Lorena, inevitavelmente, ficava de olho no volume da cueca. Era uma mina muito tarada. Com vinte e oito anos e nunca tinha tido nenhuma experiência sexual, talvez por causa do físico dela, por ser um pouco gordinha, mas nunca transou e com o cara que tava saindo ainda não tinha nada sério.
— Te vi como cê tava nos espiando… — ela confessou.
Tito ficou pálido e na hora sorriu meio trêmulo.
— Foi sem querer, ia ver a mamãe e…
— Fica tranquilo, não tem problema, imagino que foi sem querer.
— Cê contou alguma coisa?
— Não, como é que eu vou contar. É normal, homem é tudo tarado. Aposto que cê ficou excitado vendo como eu depilava a bucetinha dela…
— Bom, um pouco. sim... - ela reconheceu com a mesma voz trêmula.
Com a sua própria mãe, seu tarado – brincou, dando um tapinha carinhoso na perna dele.
O que você quer, eu vi ela ali, de pernas abertas, e você ajoelhada, depilando a buceta dela... Pareciam duas sapatão.
Hahaha... Ficou de pau duro, né, safado? – provocou a irmã, apertando ele.
Não consegui evitar.
Lorena passou a mão por cima do joelho dele em direção à coxa, num toque suave.
Como vocês, homens, são – completou, deslizando a mão pela coxa dele, do joelho até o alto, quase roçando a virilha com a lateral da mão.
Você não fica com tesão depilando a buceta dela?
Eu? Não, cara, tô acostumada a depilar mulher todo dia. Além do mais, é minha mãe, não sou tão pervertida quanto você. Aposto que você já bateu uma – imaginou, olhando nos olhos dele.
Ainda não, mas tô morrendo de vontade de bater uma...
E por que não bateu?
Preferia que alguém me fizesse uma punheta...
A irmã dele não parava de acariciar a perna dele, ora deslizando a palma, ora com as pontas dos dedos.
E você pensaria nela, na mamãe?
Sim, gostei da buceta dela.
Você comeria ela? – perguntou, com o olhar fixo no volume e a própria buceta pegando fogo de tanto tesão na conversa.
Sim, adoraria foder ela...
Tá de pau duro – disse, dando uns tapinhas no pau por cima da cueca.
Tô muito excitado. Quer fazer uma punheta pra mim?
Dos tapinhas, passou a esfregar o volume, deslizando a palma pelos contornos do pênis. Sentiu a dureza extrema e o comprimento incrível, além da maciez dos ovos.
Mas não conta pra ninguém, tá?
Ninguém vai ficar sabendo. Faz uma punheta pra mim, mana...
Ela mesma se encarregou de puxar a cueca dele para baixo com as duas mãos, revelando um pau fino, mas extremamente comprido, de tom esbranquiçado e uma glande brilhante e avermelhada. Enquanto deslizava a cueca pelas pernas dele, Ela reparou nos poucos pelos na base e nos ovos dele, pequenos, redondos e duros, num tom rosado que se destacava na brancura da pele dela. Ela tirou a roupa pelos pés e Tito esticou as pernas, abrindo-as. A irmã dele segurou a piroca dele no meio, colocou ela na vertical e começou a socar bem devagar.
Ahhh… Que delícia… - ele dizia, ofegante, abrindo e fechando os olhos, balançando a cabeça no travesseiro.
Você gosta? – ela perguntou.
Sim, gosto muito, você faz muito bem… Ahhh… Ahhh…
Ela foi acelerando aos poucos, agora segurando a piroca mais perto da cabeça, apertando com força pra sentir o toque e a dureza, aquela pele tão lisinha, sem imperfeições.
Tá pensando na buceta da mamãe?
Siiiiim… Gosto da ppk dela… Ahhh… Ahhh… Por que você não tira os peitos? Deixa eu ver seus peitos… Ahhh… Ahhh…
Com a mão esquerda, ela puxou uma alça e depois a outra. A camisola caiu sozinha até o colo, deixando os dois peitões enormes dela de fora, duas massas de carne mole em formato de sino, com auréolas escuras e bicos grossos, balançando bem de leve no ritmo do movimento do braço. Ela já tava sacudindo a piroca dele num ritmo bom. Sentiu um formigamento na buceta, como se os fluidos estivessem descendo. Precisava se tocar. Levou a mão esquerda por baixo da camisola, diante dos olhos atentos do irmão, que não parava de ofegar, e enfiou dentro da calcinha, uma calcinha branca de cetim, pra se masturbar, esfregando a xereca com a palma. Tito observava os nós dos dedos se mexendo dentro da calcinha.
Você tá com tesão, né?
Foi você que me deixou com tesão…
Gosto quando você depila a xereca… Bate mais forte…
Ela acelerou de repente, sacudindo ele rapidamente enquanto se agarrava na xereca pra mexer em círculos. Tito esticou o braço direito e passou a mão nos dois peitos dela, depois pegou eles pela base, levantando, deformando, como se quisesse conferir o peso. moleza. Depois ela pegou um dos peitos dele pelo mamilo e balançou de um lado pro outro. Ela se esfregava na buceta com tanta força que os dedos apareciam pelas laterais da calcinha, junto com um pouco de pelo. Tito começou a ofegar nervosamente, se contraindo e balançando a cabeça bruscamente. Lorena soltou um gemido, fechando os olhos e juntando as pernas, com a mão presa e suja. Um segundo depois, o pau começou a jorrar porra pra cima, gotas grossas que se espalharam por toda parte. Lorena parou de sacudi-lo e soltou. A mão dela estava toda suja. O irmão se remexia pra segurar o prazer imenso.
Espera, vou te limpar…
Ela pegou a cueca dele e segurou o pau pela base pra secar a cabeça e algumas respingadas no tronco. Depois passou a peça nos ovos e limpou umas gotas da barriga. Quando se inclinou, os peitos dela roçaram na coxa dele. Ela limpou a mão suja e largou a cueca pra levantar as alças e cobrir os peitos, ajustando os bojos.
Valeu, mana – agradeceu Tito, ainda com a respiração ofegante.
A gente se esquentou pra caralho – ela disse, se levantando e alisando a camisa. – Nem uma palavra, hein? Ou a gente se fode.
Fica tranquila, mulher. Que punheta boa que você me deu…
Vou nessa…
Ela se inclinou e beijou a testa dele como se fosse um garotinho, depois se virou e saiu do quarto. Tito relaxou de olhos fechados, sem perder a ereção, sabia que ia ter que bater mais uma punheta lembrando do que tinha acabado de rolar com a irmã.
Na manhã seguinte, o despertador tocou às oito da manhã. Tito custou a se levantar porque tinha dormido pouco e o pau tava moído de tanta punheta que tinha batido, e mesmo assim acordou de pau duro. Tava pelado. Olhou pra ele. Tava muito duro e muito quente. A punheta que a irmã tinha dado nele tinha criado um tesão indestrutível que alimentava a perversão recém-chegada. Ele tentou refletir, avaliar as graves consequências do incesto, tudo parecia tão imoral que se alguém descobrisse o escândalo seria bestial. Ele estava transando com a irmã mais velha, e pra piorar, inspirado na buceta da mãe. Ouviu a porta da frente, a do quarto da irmã. Ouviu ela andar pelo corredor. Ouviu ela entrar no banheiro. Costumavam se encontrar de manhã. A mãe ainda demoraria umas duas horas pra levantar. Olhou de novo pra pica, tava muito quente. Levantou e saiu do quarto, indo em direção ao banheiro. Andou pelado pelo corredor e invadiu de repente, fechando a porta na hora. A irmã, na frente da pia, de camisola rosa, tava enxaguando a boca depois de escovar os dentes. Olhou pra ele por cima do ombro e sorriu.
- Onde cê vai?
Abraçou ela por trás, roçando a pica na bunda dela, por cima do tecido acetinado, e envolveu ela com os braços, apalpando os peitos e beijando o pescoço dela.
- Como que tá a minha gordinha?
- Ai, não me chama disso – reclamou, dando um tapa nele.
- Olha como eu tô – ofegou, esfregando a pica na bunda da irmã, apertando os peitos dela com vontade.
- Certeza que passou a noite toda batendo uma pensando na bucetinha gostosa da mamãe…
- Siiim. Ela tem uma xoxota muito gostosa… Vem, vem comigo…
Envolveu ela pela cintura pra levar até o vaso. Fechou a tampa e sentou, se recostando na caixa d'água e abrindo as pernas, com a pica dura pra cima.
- Faz uma punheta pra mim, vai, sê bonzinha…
Lorena, cheia de vontade, se ajoelhou entre as pernas do irmão.
- Cê vai pensar na buceta da mamãe? – perguntou, segurando a pica com a mão direita e acariciando ela por todo o tronco.
- Sim, quero a buceta dela… Tira os peitos pra fora.
Ela baixou as alças com a mão esquerda e a camisola caiu até a cintura, deixando os dois peitões à mostra, dois peitões que ele começou a bater com a ponta da pica no ritmo das sacudidas. Tito bufava descontrolado ao sentir. a maciez das tetas, ao sentir como o pau dele afundava naquela massa esponjosa, como roçava aqueles bicos duros e empinados. Se olhavam no rosto. Ele socava bem rápido em cima das tetas, batendo com força nelas. Tito esticou o braço e acariciou o rosto dela com a ponta dos dedos.
Você gosta do meu pau, né, gordinha?
Sim, gosto muito. Você queria foder a mamãe?
E você? Queria que eu metesse ele?
Seria meio putaria, né? – ela completou sem parar de esfregar o pau nas tetas, que balançavam com as batidas incessantes.
Quero ver sua buceta… Ahhh… Ahhhh… – Ele continuava acariciando a bochecha dela –. Grava, grava no celular… Você vai?
Sim…
Quero ver sua bunda, deixa eu ver sua bunda…
Lorena se levantou e virou de costas para ele. Terminou de puxar a camisola até os tornozelos e, em seguida, baixou a calcinha até a metade das coxas, mostrando uma bunda grande e larga, com nádegas cheias de pele lisa e tom bronzeado, e a moita espessa de pelos se destacando entre as pernas. Ela se curvou levemente para frente, com as tetas balançando e a racha da bunda meio aberta, uma racha funda com um ânus avermelhado, limpo e macio. Tito se levantou e, naquele momento, ela jogou o braço direito para trás, agarrou o pau dele e começou a bater uma em cima da bunda, roçando a glande nas nádegas, às vezes deslizando ao longo da racha. Ela olhava para ele por cima do ombro, inclinada, se tocando na buceta enquanto batia a bunda com o pau. Logo os gemidos do irmão ficaram mais seguidos e mais profundos. Ela acelerou as punhetadas no pau, sem parar de roçar nas nádegas, até sentir ele jorrar leite em cima de uma delas, uns dois jatos que formaram duas trilhas escorrendo para baixo, uma para as pernas e outra para o fundo da racha. Tito soltou uns bufos quando a irmã largou o pau dele e acabou sentando de novo no vaso, tentando se recuperar. do esforço lascivo de ter gozado na bunda da irmã. Lorena também se levantou. Arrancou um pedaço de papel e limpou a bunda passando a mão da buceta até o cóccix, depois com outro pedaço de papel, enxugou a fileira de porra que ainda escorria pela perna dela.
Espero que não nos peguem – disse pro irmão enquanto subia a calcinha.
Não nos pegam, mulher, tomando cuidado…
Ela subiu a camisola e ajustou as taças nos peitos. Viu que o pau do irmão começava a murchar.
Bom, amorzinho, vou me vestir…
Ela se inclinou pra ele e beijou o cabelo dele, depois Lorena saiu do banheiro. Antes de se vestir, se masturbou na cama, cheirando e chupando a mão que tinha segurado o pau do irmão, reconstruindo mentalmente cada segundo das punhetas. Tinha vinte e oito anos, pelo físico dela os caras mal reparavam nela e ainda era virgem, nunca tinha sentido as sensações elétricas de uma experiência sexual, embora tivesse consciência da imoralidade dessas experiências.
O tesão de Lorena parecia insaciável agora que tinha provado e gravou com o celular a mãe dela enquanto se despia, enquanto passava creme no corpo todo, enquanto mijava e tomava banho. Ela era filha e tinha licença pra ficar perto quando a mãe tava nua. Capturou uns close da buceta dela, com o único objetivo de provocar o irmão. Gravou mais de quinze minutos de intimidade da mãe e depois no salão, de presente, gravou a chefe dela mijando e uma cliente que teve que depilar a xereca. Lorena tava cega pela putaria mais perversa, uma ninfomania que foi se formando com o tempo por causa da seca sexual, da inveja que sentia das amigas, as gostosas, e que tinha atingido o auge quando o irmão espiou elas depilando a bucetinha molhada da mãe. O cara dela ligou várias vezes durante a manhã, provavelmente com a intenção de encontrar ela pra tomar umas cervejas, mas não atendeu nenhuma das ligações dela. Ao meio-dia, almoçaram os três na mesa retangular da cozinha. Trocava olhares obscenos com o irmão e, quando a mãe se levantava, ambos a seguiam com os olhos, se excitando com os movimentos dela, principalmente com o rebolado da bunda e os peitos sob a blusa que ela usava. E Amália, como se não acreditasse, ignorava as intenções sujas dos próprios filhos.
Depois da comida, arrumaram a mesa. Os irmãozinhos sentaram no sofá pra ver TV, um do lado do outro, enquanto Amália disse que tinha que fazer uns recados e que ia ficar um bom tempo fora de casa. Tito vestia uma calça de moletom preta e uma camiseta branca de alças, e a irmã dele uma camiseta elástica vermelha, com um decote bem aberto em forma de U, e uma saia branca de veludo grosso, com a barra um pouco acima dos joelhos. Os dois estavam relaxados no sofá quando ouviram a porta da rua. Então Tito deu um tapa na perna dela.
Você gravou?
Sim – disse ela tirando o celular –. Gravei a buceta dela pra você, sei que você gosta, e muitas outras surpresas…
Tito pegou o celular e ele mesmo se encarregou de procurar as pastas onde os vídeos estavam salvos. Começou a reproduzi-los e a ficar fascinado com o que via, bufando e mordendo os lábios.
Ummm… Que buceta mais gostosa… Olha como ela mija… Ohhh…
Tá gostando? Aposto que você tá de pau duro – disse ela passando a mão por cima do volume.
Umm… Sim, como eu queria comer ela – comentou sem tirar os olhos da telinha do celular.
Quer que eu masturbe você?
Masturba, mexe no meu pau, tô com ele muito quente…
Enquanto o irmão via as cenas gravadas, Lorena tratou de baixar a calça de moletom dele e deslizar até os tornozelos. Depois, baixou só a parte da frente da cueca, deixando ela presa debaixo das bolas. Inclinada pra ele, pegou o pau dele com a mão direita e começou a bater uma devagar, pra curtir aquele toque duro. Tito ficava atento às imagens enquanto a irmã mexia na pica dele.
Adoraria ver você foder com ela – admitiu a irmã.
Porra, se eu pudesse comer aquela bucetinha...
Ela deve ficar com tesão de vez em quando, com o pai tão longe e sem se verem há tanto tempo...
Olha que rabo ela tem...
Agora Lorena pegou na pica dele com a esquerda pra massagear os ovos com a direita, esfregando de leve, amassando com a palma ou deslizando as pontas dos dedos pelas asperezas duras, batendo na pica com socos fortes. Tito já franzia a testa pra ofegar, com o celular na mão, ligado na tela, embora às vezes olhasse pra mão da irmã pra conferir a força dos puxões na pica.
Ohhh... Ahhh... Por que você não tira os peitos? Adoro ver seus peitos enquanto você me masturba... Vai, tira eles...
Lorena tirou a camiseta pela cabeça, liberando os peitos enormes e caídos. Jogou a camiseta e se deitou no colo do irmão, esmagando os peitos contra a barriga dele. Pegou a pica dele, colocou na vertical e começou a chupar, subindo e descendo a cabeça. Chegava com os lábios até a base e subia pra cabeça, saboreava com a língua e descia de novo. Que gostosa tava a pica. Mantinha um ritmo lento na chupada, como se quisesse aproveitar o sabor. Tito segurava o celular com a mão esquerda, mantendo ele no alto, e com a direita acariciou as costas dela, até passar por cima da saia e puxar a roupa pra cintura, pra assim esfregar o rabo imenso dela por cima da calcinha. Ficaram assim até os vídeos acabarem.
Por que você não desce e chupa meus ovos...
Lorena desceu pro chão, de joelhos, e deu uns passos até se enfiar entre as pernas dele. Puxou a cueca dele até os tornozelos e tirou junto com a calça de moletom. Tito segurou a pica pra bater uma enquanto ela se curvava, virando a cabeça pra lamber os ovos dele. Lambeu com a língua toda. Fora, sem parar, levantando eles com a força que fazia pra chupar. Tito só via os olhos dela e a testa, cheirando debaixo do pau dele, sentindo como ela molhava eles. Às vezes cuspia neles e espalhava a saliva com a ponta da língua, brincando, com a baba escorrendo do queixo. Tito batia uma devagar, como se quisesse segurar a gozada.
— Como você faz bem, gordinha… Gosta de chupar minhas bolas, né, gordinha?
A irmã dele virou a cabeça pra olhar pra ele.
— Sim, gosto. Já chuparam seu cu alguma vez?
— Não — respondeu Tito, diminuindo a punheta. — Quer chupar meu cu?
— O que você quiser, mas vi uma vez num filme pornô. O cara gostava…
— Vai, chupa meu cu, Promíscua…
Tito levantou as pernas pra cima, reclinando um pouco mais pra bunda ficar pra fora da borda. A irmã dele, sentada nos calcanhares, aproximou o rosto e abriu a racha pra deixar o cu do irmão exposto, um cu esbranquiçado e enrugado. O cheiro era fedido e ela até fez uma careta de nojo quando esticou a língua e acariciou o cu dele com a ponta. As bolas batiam na testa dela enquanto ele se masturbava. Ela sentia o gosto ruim de merda, mas não parava de roçar a ponta, só a ponta, por cima do buraco.
— Uau… Ohhhhh…
Elétrico, Tito se ergueu, abaixando as pernas e batendo uma desesperada. Lorena também se levantou, com as mãos apoiadas nos joelhos do irmão. Tito batia uma apontando o pau pra ela, até que, alguns segundos depois, vários cuspes de porra se espalharam pelos peitos dela, escorrendo depois em fileiras lentas, com alguns grudes presos nas auréolas escuras, por cima dos mamilos. Tito se deixou cair pra trás de novo, soltando o pau e esticando os braços. Lorena olhou pros peitos sujos.
— Porra, tia, quando você chupou meu cu, a porra veio de repente.
— Você gostou?
— Porra, incrível. E você? Você gosta de lamber meu cu?
É meio nojento, pra ser sincera, mas tudo bem, se você gosta, então eu faço. Quer que eu limpe?
Limpa minha pica.
Pegou a camiseta do chão antes e vestiu, se cobrindo, sem nem limpar o esperma que escorria pelos peitos dela. Ela se comportava como a submissa do irmão. Depois colocou a saia e tirou um lenço de papel do pacote. Ajoelhou-se de novo entre as pernas do irmão, segurou a pica dele e secou a glande e os ovos, depois cuidou de subir a cueca e o moletom dele. Em seguida, levantou-se.
Bom, vou tomar um café e vazar.
Me empresta o celular? Vou passar os vídeos pro meu.
Tá, depois me devolve. Tchau, gato.
Tchau, gordinha, e valeu pelo boquete.
De nada.
No quarto dela, ao trocar de roupa para vestir o uniforme do trabalho, se masturbou enfiando dois dedos na buceta. Precisava abafar o tesão no sangue. Como submissa, era ela quem satisfazia ele, mas tinha que se satisfazer sozinha, o irmão não se oferecia pra masturbá-la. Sabia que já tava presa naquela aura de prazer e que ia custar muito esforço escapar da força dele.
Passou a tarde toda trabalhando com a cabeça nas cenas com o irmão. Não conseguia se concentrar, tinha a vagina crepitando de prazer, e pra piorar, teve que depilar três bocetas, três bocetas que tocou e cheirou, então depois teve que se masturbar no banheiro.
Quando voltou pra casa, a mãe preparava o jantar e o irmão tinha acabado de sair do banho de roupão. Tanto ela quanto a mãe se puseram confortáveis, Lorena com a camisola rosa de sempre e abertura lateral, e a mãe com a dela bege comprida, onde transpareciam os peitos alongados e a calcinha preta. Já na cozinha, jantando, os irmãos trocavam olhares cheios de tesão toda vez que a mãe se levantava, devorando ela com os olhos safados. Como ela mexia a bunda, como os peitos balançavam sob a gaze, batendo um no outro. A outra. Jantavam numa mesa retangular com umas saias por baixo pra cobrir as pernas. Amália e Lorena ficavam uma do lado da outra, enquanto Tito estava na frente da irmã. Debaixo da mesa, Tito esticou a perna direita. Lorena sentiu o pé do irmão se enfiando entre as pernas dela, por baixo da barra da camisola. Ela abriu as pernas e baixou as mãos, enfiando-as por debaixo das saias. Se olhavam nos olhos. Ela agarrou o pé dele. Colocou a sola em cima da calcinha. Lorena massageava o pé dele debaixo da mesa com as duas mãos enquanto a mãe falava das últimas histórias do pai. Com cuidado, ela afastou a frente da calcinha pro lado e o irmão encostou a ponta do pé, cutucando com o dedão na frestinha da buceta. Lorena mordia o lábio inferior. Tito apertava com o pé e ela mesma colocou o dedo na posição horizontal pra enfiar um pouco na racha, pra se masturbar com ele. Ela mexia suavemente o quadril pra sentir a pressão do dedo enfiado na frestinha. Levantou a mão esquerda pra continuar comendo e a mãe não desconfiar, mantendo a direita debaixo da mesa, segurando o pé do irmão pelo tornozelo enquanto ele remexia a buceta dela com o dedão. Teve um momento em que ela fechou os olhos e soltou um suspiro, Tito não parava de mexer o dedo pra masturbá-la. Pouco depois, sentiu que molhava e ela mesma afastou o pé da buceta. Então Tito o tirou. Putaria do caralho. O irmão tinha fodido ela com o dedo do pé, debaixo da mesa, enquanto a mãe jantava. Mais tarde, elas arrumaram a mesa e ele se deliciou com os movimentos delas. Com aquelas camisolas tão provocantes, pareciam duas putas à disposição dele. A pica dele ia explodir. Pra Tito, a moralidade já não valia mais nada. Mais tarde, viram um pouco de TV, até que a mãe começou a bocejar e se levantou de repente.
— Bom, vou ao banheiro e pra cama. — Deu um beijo em cada um —. Amanhã tenho que sair cedo com o tio Romão pra ir na A gestoria preparar nossa declaração de imposto de renda. Alguém me liga, tá?
Eu te ligo, mãe – disse Tito.
Quando ela saía da sala, Tito se levantou e sentou ao lado da irmã para sussurrar no ouvido dela:
Vai com ela, grava ela, quero ver a buceta dela. Certeza que vai mijar.
Vou tentar, mas não prometo nada, não quero me arriscar.
Lorena pegou o celular na mesa, ativou a câmera e seguiu a mãe. Quando entrou no banheiro, fingindo que ia escovar os dentes, Amália estava levantando a barra da camisola pra baixar a calcinha. Ela conseguiu gravar aquele rabo largo e achatado, como ela sentava pra urinar e depois se limpava a buceta com um pedaço de papel. Enquanto ela subia a calcinha, Lorena teve tempo de esconder o celular debaixo da toalha. A mãe se despediu da filha com outro beijo e depois saiu pro quarto dela. Lorena reproduziu o vídeo pra garantir que tudo tinha sido filmado direitinho, depois saiu do banheiro e foi pro quarto dela. Sentou na beirada da cama, até que cinco minutos depois o irmão entrou de repente, fechando a porta atrás de si.
Chiiii, ela ainda pode estar acordada – ela avisou.
Tito tirou o roupão, exibindo a nudez total, já com o pau completamente duro e inchado. Parou na frente dela, com o pau a poucos centímetros do rosto dela.
Você gravou?
Sim, quando ela tava mijando. Toma.
Entregou o celular pra ele mesmo reproduzir, mas antes, ele ajudou ela a tirar a camisola pela cabeça, deixando ela com as tetonas de fora e a calcinha apertada na cintura.
Tira isso e bate uma pra mim…
Ela começou a masturbar ele devagar, na vertical, acariciando os ovos ao mesmo tempo, olhando pra ele com submissão, enquanto o irmão assistia o vídeo.
Sou uma boa espiã, hein?
Ummm… Que buceta… Adoro ver ela mijar… Olha como ela limpa a xereca… Ummm… Que foda que eu dava nela…
Você gosta?
Não ia gostar de lamber quando ela depila? Sim, me excita muito depilar ela…
Que sorte a sua de poder tocar na buceta dela. Tira a calcinha… – Lorena soltou o pau dele pra tirar a calcinha, exibindo pro irmão uma buceta bem carnuda, com lábios grossos e uma fenda profunda, toda a área com um pelo denso aparado nas bordas do triângulo -. Deita pra trás – pediu ele, batendo uma punheta sozinho.
A irmã obedeceu e se deitou pra trás. Os peitos moles dela balançaram como pudins, tombando pros lados. Ela abriu as pernas, e então o irmão dobrou a perna direita, levantando o pé pra aproximar da buceta dela. Primeiro acariciou com a sola, pressionando, mas depois enfiou o dedo na fenda carnuda, fodendo ela com ele. Lorena rebolou o quadril, erguendo a cabeça pra ver como ele a masturbava com o pé.
Que buceta que você tem, Promíscua… – ele dizia com o dedão enfiado -. Mexe essa ppk, mexe…
Ai… Que gostoso, Tito…
Ela dizia se remexendo, agora segurando o pé dele com as duas mãos pra se foder sozinha. Mas Tito tirou o pé, pra que ela se levantasse e, ainda segurando com as duas mãos, lambesse o dedão e provasse as secreções vaginais.
Que gosto tem sua buceta? – Mas ela continuava lambendo o dedo do pé dele como uma louca, como se fosse um pau grosso e minúsculo, com o calcanhar apoiado na coxa -. Quero ver você mijar, igual ela faz.
Lorena ergueu a cabeça pra ele, ainda com o pé entre as mãos e o dedão todo babado. Tito abaixou a perna e ajudou ela a se levantar segurando pelo braço. Os dois estavam de pé ao lado da cama, pelados. Tito olhava pra todos os cantos. Descobriu em cima da cômoda uma vasilha de vidro, oval, chata, mas grande, cheia de lenços de cabelo e grampos de todo tipo.
Aqui? – ela perguntou.
Sim, quero ver você mijar…
Ele pegou a vasilha e derrubou todos os lenços e grampos na superfície da cômoda, depois colocou a vasilha no chão, a um metro da cama.
Mija. ah…
Mas…
Vem, vaca, deixa eu ver como você mija.
Tá bom…
Lorena se agachou com a vasilha debaixo da buceta, envolta naquele olhar submisso que buscava os olhos do irmão. Tito ficou na frente dela, de pé, batendo uma punheta desesperada diante do tesão que era vê-la naquela posição. Lorena sorriu e no segundo seguinte começou a mijar, enchendo aos poucos o recipiente com um caldo amarelo claro, enquanto via o irmão se sacudindo a piroca bruscamente, queimado pela luxúria mais perversa.
Te excita me ver mijar? – perguntou quando as últimas gotas caíam, deixando a vasilha mais ou menos pela metade.
Sim, adoro, sabe o que eu queria?
O quê?
Mijar na sua buceta…
Sério? Quer mijar na minha buceta?
Sim, sei que você deseja, quero mijar na sua xota…
Vai feder pra caralho, mas, tudo bem, toma cuidado, tá?
Sim, ahh… Abre as pernas e se abre…
A irmã dele, agachada com a vasilha debaixo, meio cheia do mijo dela, separou um pouco as pernas e com as duas mãos abriu a fenda da buceta, enfiando os braços por baixo das coxas, mostrando o tom avermelhado e vivo das profundezas e o clitóris inchado, com a bunda enorme roçando as bordas de vidro do recipiente e os peitos esmagados contra as coxas. Olhou nos olhos dele vendo a piroca descer pra apontar. De repente, saiu um jorro forte de mijo que bateu no umbigo dela, respingando nos peitos, mas logo ele baixou mais a piroca até acertar no meio da buceta. Lorena se viu sendo mijada na xota, viu como espirrava pra todo lado e como a vasilha ia enchendo até transbordar, sujando a bunda dela. Olhou pro irmão e deu um sorriso. Era uma mijada longa que deixava a buceta encharcada. O jorro foi perdendo força e Tito deu um passo pra frente pra não mijar fora, chegando a roçar o bico de um peito. Lorena se olhou. Tinha a bunda mergulhada no mijo. Levantou-se, se afastando pra Ao lado, junto com o irmão, observando com ele como o caldo amarelado escorria pelos lados. Tito olhou pra ela. Tinha os peitos salpicados e a barriga toda brilhando com a cachoeira de mijo, com a buceta completamente encharcada e escorrendo pra baixo.
— Que putaria que a gente virou, hein? — ela disse.
— Tô afim de te foder, imaginar que você é ela…
— Você gostaria de mijar nela, igual fez comigo?
Ele agarrou ela pelo rabo de cavalo e puxou a cabeça dela pra trás, dando uns tapinhas na cara dela e descendo a mão pelo pescoço pra apalpar os peitos e espalhar as gotas de mijo pela massa mole.
— Siiim, quero mijar nela. Você é uma Promíscua e tô com muita vontade de te foder.
— A gente não tem camisinha…
— Eu sei dar ré. Vai, se posiciona na cama…
Lorena, pronta, caminhou até a cama e subiu de joelhos pra ficar de quatro, com os joelhos perto da borda, o rabo empinado, os peitões balançando pra baixo igual úbere de vaca e o olhar fixo na frente. Que rabão enorme ele tinha na frente, com aquela buceta carnuda, com os pelos molhados, de onde ainda escorriam umas gotas. Toda a fenda do cu e parte das nádegas estavam encharcadas de mijo, com uns filetes escorrendo pela coxa. Era tudo pra ele. Ele se aproximou dela, batendo na pica pra endurecer ainda mais e posicionou ela na horizontal pra guiar até a rachinha carnuda e molhada. A irmã dele olhava pra frente ao sentir o roçar. Nunca imaginou que fosse o irmão mais novo o homem que ia desvirgar ela. Devagar, ele foi penetrando ela, segurando pelas cadeiras. Lorena apertava os dentes, sentindo a pica se encaixando no fundo da buceta dela. Assim que encostou a pélvis no rabo, começou a foder ela de um jeito calmo, tirando a pica até a cabeça e enfiando devagar. A irmã só soltava o ar pra não fazer barulho, olhando pra frente, mordendo o lábio pra segurar os arrepios de tesão que as penetrações lentas davam. As tetas dela balançavam devagar. Com os polegares, o irmão dela abria a racha do cu pra reparar no cu dela, todo molhado de mijo, enquanto enfiava a pica devagar. Quase não faziam barulho. Ela às vezes olhava por cima do ombro e via a cara do irmão, de testa franzida e olhar fixo no cu dela, vendo a pica deslizando devagar.
Que puta gostoso te foder! – exclamou ele sem parar de se mexer, passando a ponta do polegar por cima do cu dela.
Imagina que sou a mãe? Queria ver você fodendo ela…
Siiim… Você é ela… Ahhhh… Ahhh…
Eu também tô sentindo pra caralho – completou Lorena, fechando os olhos pra se concentrar, pra aproveitar aquele prazer do caralho.
Ele acariciava as nádegas dela e espalhava umas gotas de mijo por toda a pele dela, pela cintura e pelo cóccix. Soltou uns bufos bem seguidos.
Ufff… Vou gozar…
Não goza dentro, Tito, é perigoso… - pediu ela.
Ele tirou a pica pra bater uma com a mão, com a ponta roçando o clitóris dela. Lorena fechou os olhos e na hora sentiu a porra espirrando na buceta dela, cobrindo tudo com a grossura do gozo, deixando até a racha toda inundada.
Porra, que dahora! – exclamou Tito soltando a mão, vendo a crema cobrindo a racha toda -. Limpo você?
Sim, por favor…
Pegou a calcinha da irmã e passou na xota dela, pegando os restos de porra. Dobrou e secou de novo. Depois limpou o cu dela passando a calcinha pela racha toda e secou uns respingos nas nádegas. Aí jogou a calcinha no chão e Lorena se levantou, saindo da cama.
Beleza, gordinha, vou dormir um pouco, né?
Sim, vou arrumar isso tudo e arejar um pouco.
Deram um beijinho na boca e Tito saiu do quarto. Lorena vestiu a camisola e pegou a calcinha suja. Tava fedendo pra caralho. A ninfomania dela tinha se contaminado com a luxúria mais obscena e perversa, chegando a transar com o mano, a chuva dourada. Depois, com todo cuidado, pegou o recipiente do chão, derramando o mijo pelas bordas, sujando os dedos, e levou até a pia para despejar na privada. Enxaguou na banheira e voltou pro quarto pra esfregar o cômodo com água limpa. Perfumou tudo e tentou não deixar vestígio da perversão. Aí se deitou e dormiu, já desvirginada pelo próprio irmãozinho.
Amalia acordou bem cedo pra ir na gestoria, onde ia ficar ocupada a manhã toda. Se arrumou com roupa informal e tomou um café com bolachas. Tava com pressa. O cunhado dela ia buscá-la logo. Os filhos ainda dormiam. Passou no quarto da Lorena pra acordar ela e deu um beijo de despedida. Depois foi pro quarto do Tito pra dar outro beijo. Mas parou quando abriu a porta. O filho ainda dormia, mas tava descoberto e completamente pelado. Ficava deitado de barriga pra cima com as pernas bem abertas e os braços em cima do peito. Sem querer, reparou na piroca grande e brilhante dele, mole e caída pro lado, com os ovos entre as pernas descansando no colchão. Ficou sem graça de ver ele pelado e fechou a porta na hora. Fazia vários anos que não via ele nu. Que salsicha ele tinha, pensou rindo, não era mal dotado. Encontrou a filha no corredor. Ela tava sonolenta e de camisola rosa.
Vou indo, filha, seu tio Romão deve estar lá fora me esperando. Não entra no quarto do seu irmão porque ele tá pelado, todo sossegado. Não sabia que ele dormia nu.
E você viu ele?
Olha, ia chamar ele, mas fiquei sem graça. Ele acorda logo. Bom, vou nessa.
Se beijaram de novo e ela saiu rápido de casa. O cunhado Romão esperava ela no carro. Romão era o cunhado dela, o irmão mais velho do marido. Já tava aposentado, tinha feito sessenta e cinco anos, e o físico dele mostrava isso. Tinha uma aparência magricela, altura mediana, com pernas muito esqueléticas, já meio calvo, exceto pela fileira de cabelos brancos em forma de ferradura, com a cabeça em formato de pepino e um rosto de traços bem brutos. Embora fosse um homem simples e bonachão, que se prestava a todo tipo de favores. Era um solteirão, vivia sozinho e sempre foi muito próximo do irmão, apesar de sentir inveja dele. Amalia gostava dele, sempre gostou, mas conseguiu guardar segredo por respeito ao irmão e sempre manteve distância. Ela era o amor platônico e inalcançável dele, apesar da diferença de idade. Ele adorava fazer favores para ela, sentir o cheiro dela, olhar para ela, se deliciar com os encantos dela, mas sempre com discrição suficiente para não alertar ninguém. Sabia que nunca sairia das fantasias. Quando ela entrou no carro, começaram a revisar a documentação que levavam para deixar tudo devidamente preparado. Na ausência do marido, o cunhado Román a ajudava nesse tipo de tramitação.
Em casa, Tito saiu do quarto coberto por um roupão, mas sem amarrar, então a piroca murcha dele balançava de um lado para o outro a cada passo. Ele encontrou a irmã no corredor, vestida com a camisola rosa de cetim. Ela se inclinou para dar um beijo na bochecha dele.
— Bom dia.
— Bom dia. Você me leva pra mijar?
— Kkkkk, como você é, maninho. Vou parecer sua empregada, te levando até pra mijar…
— Você é minha putinha, ou não gosta de ser minha putinha?
— Sim, gosto de ser sua putinha.
— Me leva pra mijar, putinha.
Ela o acompanhou até o banheiro. Tito se posicionou na frente do vaso e ela, ao lado dele, segurou a piroca mole dele apontando para dentro do vaso. Logo saiu o jato. Ela segurava com a ponta dos dedos, para baixo, pra ele não mijar fora.
— Que gostoso ter alguém segurando enquanto você mija…
— Como a gente ficou tarado…
O jato foi diminuindo e ela sacudiu antes de soltar. Tito deu um passo para trás.
— Você não vai mijar?
— Vou — respondeu, levantando a camisola. Camisola.
Deixa eu abrir sua buceta…
Ela sentou no vaso e abriu as pernas. O irmão dela se ajoelhou na frente dela e, com os polegares das duas mãos, afastou bruscamente os lábios vaginais, deixando a xereca bem aberta. Ela reclamou com uma careta, mas logo um sorriso cúmplice tomou conta do rosto dela. Fez força até que um jato disperso saiu da vagina dela. O irmão mantinha os lábios vaginais separados enquanto ela mijava.
— Sabe que a mamãe te viu pelado hoje de manhã? — confessou sem parar de urinar, sentindo a pressão dos dedos na buceta dela.
— Sério? Hummm…
— Certeza que ela ficou excitada — completou, já com o jato bem fraco.
— Deixa eu te limpar. — Tito arrancou um pedaço de papel higiênico e secou a xereca dela, passando várias vezes. — Hoje, então, ela vai passar o dia inteiro lembrando do meu pau.
— É, capaz dela se masturbar pensando nele — provocou a irmã, levantando-se e abaixando a camisola.
— Por que a gente não vai no quarto dela e você me dá uma calcinha dela? Quero cheirar…
— Vou me atrasar, Tito…
— Vamos, me deixa com tesão saber que ela me viu pelado.
— E eu também.
Saíram juntos do banheiro em direção ao quarto da mãe. Assim que entraram, Lorena abriu uma gaveta e tirou uma tanga preta de cetim e uma calcinha branca de renda. A mãe deles costumava usar tangas pra deixar a bunda solta com as saias. Tito tirou do cabide a camisola creme que ela usava toda noite.
— Veste ela, quero que você seja ela…
Tito pegou a tanga pra cheirar enquanto a irmã se despia pra vestir a camisola longa e transparente da mãe. Ficou pequena nela, bem justa, com a gaze prestes a rasgar, os peitos apertados como se os bicos fossem furar o tecido, e a buceta e a bunda dela visíveis por causa da transparência.
— Vem pra cama… — Tito subiu na cama e se deitou de barriga pra cima com as pernas abertas, sem parar de cheirar a tanga da mãe. — Me masturba, vai, bate uma com a calcinha dela… Lorena subiu e se ajoelhou entre as pernas do irmão, sentada sobre os calcanhares e curvada em direção à genital dele. Agarrou os ovos dele com a mão direita e com a esquerda envolveu o pau dele com a calcinha branca da mãe, começando a bater uma rapidamente. Olhava para o irmão como uma submissa. Os ovos ela apertava devagar e o pau ela sacudia escondido pela calcinha.
Ahhh… Que delícia, rabuda… Ahhh…
Ela afastou a calcinha para deslizá-la pela coxa da perna e agarrou o pau com a direita para chupar como uma louca, batendo uma sobre a língua. Tito balançava a cabeça mordendo a calcinha da mãe. Lorena socava o pau rapidamente com a cabecinha dentro da boca. Às vezes parava de bater uma para só chupar e babar nele, mas logo recomeçava a masturbação, agora passando a calcinha pelos ovos.
Imagina que sou ela? – perguntava a irmã.
Ummm… Sim, você é a mamãe, continua, Vadia… Uau…
Ela enfiou o pau de novo na boca, lambendo por todos os lados, com gana, sem parar, amassando os ovos dele com a calcinha. Amália, a mãe, via e ouvia tudo da porta, paralisada por uma onda de arrepios. Tinha voltado para pegar uns documentos que faltavam e o cunhado esperava no carro. Não acreditava no que via. A filha fazendo um boquete no filho, com a calcinha e a camisola dela, na cama dela, como se Lorena fosse ela. Não saía do espanto, não piscava, os filhos estavam enroscados sexualmente. Viu Lorena levantar as pernas dele e se jogar para chupar o cu dele, com a língua toda para fora, deslizando por cima do ânus como se fosse uma puta. Balançava a cabeça para fazer cócegas, dava beijos no ânus ou tentava foder com a ponta da língua. Agia como uma puta safada. Nunca imaginou um nível tão grande de perversão nos filhos. Como parar aquela situação, como enfrentar sozinha uma luxúria tão incestuosa quanto aquela. Estava chocada com a intensidade com que ele lambia a bunda dela, como passava a calcinha dela pelas bolas ou como o filho batia uma na própria piroca longa e lisa enquanto mordiscava e cheirava a tanga preta. Ele já tinha deixado o cu dela todo babado e tinha passado a chupar as bolas, mas Tito abaixou as pernas e se sentou.
Fica de quatro, mamãe, deixa eu te foder…
Ela ouviu o filho dizer. Lorena se ajoelhou de quatro, virada para a cabeceira, e Tito se ajoelhou atrás dela, levantando a camisola até a cintura e deixando ela com a bunda grande e larga na posição. Pareciam dois cachorros. Ele deu uns tapinhas na buceta dela antes de aproximar a piroca e enfiar de uma vez. A filha dela uivou de prazer e as respirações ofegantes aumentaram quando ele começou a foder com força. Tito abria a racha do cu dela pra ver o ânus, como pulsava, como se contraía, e depois passava as mãos pelas costas dela, acariciando, por cima da gaze da camisola, até pegar o rabo de cavalo dela com as duas mãos, como se fossem rédeas de um cavalo, pra puxar a cabeça dela pra trás.
Grita, puta…
Lorena soltava gemidos estridentes. Tito acelerava as estocadas puxando o rabo de cavalo dela. As respirações ofegantes se sucediam sem parar. Ele enfiou a tanga preta na boca dela. Tito fez uma pausa, tirou a piroca, se inclinou pra ela, lambeu o cu dela com três passadas e se ergueu de novo pra continuar fodendo, dessa vez mais rápido. Amalia reparava na bunda do filho, que não parava de contrair pra enterrar a piroca na boceta da irmã dela. Que vergonha se alguém descobrisse aquilo, se chegasse aos ouvidos do marido dela ou de qualquer pessoa do círculo social. Ele já tava fodendo bem apressado, agarrado na cintura dela, batendo violentamente a pélvis contra a bunda. Buzinou um carro na rua, com certeza o Román, avisando ela pra se apressar. Amalia se cagou de medo de ser descoberta e deu um passo pra trás. Tito olhou e viu um reflexo na porta e uma sombra recuando, mas estava a na hora de gozar, ele se esforçou pra meter com força. Tirou de repente, bateu uma punheta forte e logo jorros grossos de porra espessa se espatifaram na buceta, inundando tudo. Lorena, ainda de quatro, tirou a calcinha fio dental da boca, rebolando a bunda, sentindo o semen quentinho molhando a vagina dela. Tito reparou como o semen escorria devagar pros lençóis. Pegou a calcinha branca e limpou a buceta dela até secar, depois saiu da cama e foi pegar o roupão.
— Não sei, mas acho que ela nos viu.
Lorena tirava a camisola da mãe.
— Quem?
— Me pareceu, sei lá, não liga pra mim.
— Então estamos ferrados se ela nos viu, mas acho que não vai ter coragem de falar nada.
— Talvez ela tenha gostado, haha…
— Vamos, já tô atrasado pro trabalho.
Tito saiu do quarto e Lorena cuidou de deixar tudo pronto. Alisou a cama, pendurou a camisola e pegou a calcinha. Parou pra pensar na possibilidade de a mãe deles ter descoberto. A verdade é que a relação incestuosa com o irmão tava saindo do controle e ela sabia que tavam correndo muitos riscos, mas era uma ninfomaníaca e não conseguia controlar as sensações. Aquela relação, pelo bem de todos, tinha que ficar em segredo. FIM DA PRIMEIRA PARTE.
26 comentários - A buceta da mamãe parte 1
es incesto cosa que no me gusta
pero esta hizo la diferencia muy bueno 😀
jajajaXD 😀
Gracias