Chegando em casa

Outro conto rapidinho!
Chegando em casa
Já estou no trem que me leva do trabalho pra casa; como ultimamente, não tô chegando com o humor lá essas coisas. Acontece a mesma coisa que sinto repetidamente nos últimos tempos: o pessoal me decepciona, sempre entregam menos do que eu espero; é tanto que já tô começando a achar que coloco expectativas altas demais nos outros ou então que não sei me explicar direito ou entender eles.

Tô, portanto, com um humor pesado que me faz não me sentir bem comigo mesmo nem com a vida que tá rolando ao meu redor há um tempo.

A 5 minutos de Bilbao, ligo pra minha linda escrava, que sei que vai estar me esperando em casa; ela é uma das poucas pessoas que conseguem, às vezes e não muitas, mudar meu humor atual.

Ela tá em casa e me diz que tá me esperando faz quase uma hora, que chegou do trabalho. A conversa é igual a de sempre: alegre, descontraída e com um toque de melancolia.

Enquanto vou da estação até minha casa, fico pensando na quantidade de pessoas que, mais uma vez, ficaram pelo caminho: cachorrinhas que estiveram do meu/nosso lado, amigos dos quais nos afastamos, gente que passou rapidinho, etc... é, definitivamente, esse não é um dos melhores momentos que já vivi.

Seguindo com essas reflexões, meu humor vai ficando ainda mais pesado conforme me aproximo de casa. Abro o portão, subo as escadas e abro a porta de casa quando, com um barulhão, alguma coisa cai nos meus pés.

Me abaixo e pego, vejo que é uma palmatória de couro dupla. É nova e, pelo jeito, é um dos artesanatos da minha menina linda; não consigo evitar e, apesar do meu humor atual, dou um sorriso.

É uma palmatória preta brilhante, de formato oblongo, com duas tiras que são rodeadas em todo o perímetro por uma série de tachinhas metálicas que devem deixar ela bem dura; mas o que chama muito minha atenção são as duas tiras que tem na ponta oposta à que tem uma corrente que, parece É evidente, cumpre a função de sistema de agarre.

Olho pra ela e faço vibrar no ar; soa forte, muito forte. Uso na palma da Minha mão e, sim, é forte. Além disso, tenho certeza de que essas correias...

Percebo que Minha linda putinha não apareceu perto de Mim, volto Meu olhar pra porta da sala e a vejo fechada; sorrio e penso "então temos surpresa". Com calma, sem pressa, deixo Minha jaqueta pendurada no cabideiro da entrada e Minha carteira na cozinha e, tentando não fazer barulho, Me dirijo pra sala.

Abro a porta de repente, com um puxão seco, e lá está ela; ajoelhada sobre uma almofada, vestida com corset, sandálias e tanguinha; enfeitada com sua coleira de couro com brilhinhos, sua coleira permanente em forma de pulseira, brincos, seu anel de submissão e perfeitamente maquiada.

A cabeça dela continua baixa enquanto Me aproximo e as mãos estão entrelaçadas na frente do peito, como se rezasse.

Numa mesinha ao lado tem umas pinças (umas duas dúzias, ou um pouco mais, de vários formatos), umas velas e Meu tão querido Tx; além do Arnidol, do Positon e do Thrombocid, caso sejam necessários. Me maravilho de ela ter tido tempo de organizar tudo tão bem em tão pouco tempo e estar tão gostosa e disposta como está.

Me aproximo e passo o dedo indicador da Minha mão esquerda pelos lábios dela; ela o beija.

Pouso Minha mão na nuca dela e pressiono levemente pra que ela adote uma posição ajoelhada mas com a bunda empinada; ela se coloca com os braços flexionados e apoiados no chão, as palmas estendidas e tocando o chão. A bunda dela está empinada, quase descoberta pela tanguinha minúscula.

Acaricio e separo a mão enquanto cai o primeiro tapa.

* Auchh. – escapa dela, metade pela surpresa, metade pela dor.
* Dói, Minha linda menina?
* Não, meu Senhor; foi mais a surpresa do momento do que a dor.
* Bem, porque agora vai cair uma boa leva.

Implacáveis, vão caindo numa nádega e na outra, de de forma ascendente na intensidade, duas dúzias de palmadas que vão colorindo ele de um agradável tom avermelhado.

* Por favor, meu Senhor, chega. - Ela me diz de repente com voz estrangulada.
* O que foi, garota Minha??? Será que essa palmatória que você acabou de Me fazer é muito dura???
* Não, meu Senhor, não é a palmatória em si, mas as tirinhas que vêm da ponta e cruzam as coxas. - Ela Me responde. - Com certeza tenho marcas nelas.

Sem dizer uma palavra, olho o que Ela Me diz e confirmo que é verdade; acaricio as marcas lindas, pego o Arnidol e passo nelas.

De repente, e sem acrescentar uma palavra, pego ela pelo cabelo da nuca e a faço levantar o tronco; desnudo os peitos dela, deixando-os no ar, baixando para isso as taças do corset. Pego duas presilhas pequenas de cabelo e coloco uma em cada mamilo, foda-se, outras 4 e coloco duas de cada lado de cada um dos mamilos; seguem outras quatro colocadas da mesma forma.

O rosto dela se contrai pela brusquidão das Minhas ações, que não dão tempo pra ela se preparar, enquanto um sorriso lindo ilumina a cara dela.

Acaricio os peitos dela, amasso, peso e agarro com sentimento de posse, e as presilhas fazem o efeito delas, mordiscando, marcando, fazendo com que cheguem mais fundo na carne dela.

Sorrio por dentro.

Sem dizer uma palavra, coloco ela na posição anterior.

Começo a açoitar ela de novo com a palmatória nova, mas cuidando pra que as pequenas tiras não cheguem nas coxas dela, e sim fiquem dentro do espaço delimitado pelas nádegas dela.

A palmatória passa de uma mão pra outra conforme Eu mudo de posição pra açoitar ela numa ou noutra nádega. Além disso, enquanto açoito ela de um lado, com a outra mão "acaricio" e amasso o peito do lado em que Estou.

Os gemidinhos baixinhos dela, os suspiros suaves são um prazer pros Meus ouvidos; Me fazem sentir como Ela se entrega, como se rende a Mim, como Meu prazer é o dela e Meu desejo, o destino dela.

Pego o cabelo da nuca dela e a levanto.

Olho nos olhos dela e tomo a boca dela com brutalidade num beijo possessivo que mostra que ela é Minha; ela se deixa fazer.

Sem separar Meus lábios da boca doce, suculenta e, especialmente, entregue dela, vou pegando os grampos dos peitos e, bruscamente, uns ou com infinito cuidado outros, os dez grampos se soltam da carne dos peitos dela.

Acaricio os mamilos enquanto continuo com o beijo possessivo que parece interminável.

Tanta demonstração de entrega, de senso de domínio e submissão fizeram Meu pau ficar duro, grande, prestes a explodir.

Me separo da boca dela e a levanto do chão com suavidade; as pernas dela tremem enquanto ela se posiciona sem dizer uma palavra; é lógico, ela ficou um bom tempo (quase uma hora, pelo menos) de joelhos.

Subo as taças do corset e acaricio o rosto dela com Minha mão direita.

Minha mão esquerda desce e entra por baixo da calcinha fio dental dela; sinto como a umidade que flui do interior dela molha Meus dedos e sorrio.

Obrigado, Minha garota. – digo pra ela enquanto a beijo suavemente nos lábios.

De nada, meu Amo. – enquanto ela Me responde com um sorriso perfeitamente desenhado no rosto.

Olho nos olhos dela, sei que não vou gozar assim. Posso optar por pegar algum dos elementos que estão na mesa, posso levá-la pela mão até o quarto e fazer o que quiser com ela, pois ela está tanto física quanto psicologicamente entregue, dada a Mim.

No entanto, no entanto… o que aconteceu a seguir decido guardar pra Mim, pois é Meu desejo que cada um imagine o que aconteceu.

Obrigado a todos por Me lerem. Espero que tenham gostado.

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