Pois é, eu tinha outra conta, mas não sei o que aconteceu, diz que sou menor de idade, mas enfim, aqui vai o relato de novo. Comenta aí o que acharam.
Só pra contar, o Poringa é o primeiro site onde tive coragem de postar isso.
Vou me apresentar: tenho 18 anos, sou meio corpulento, o pau é normal, nem muito grande nem pequeno, e me chamo Andrés. Minha irmã tem 24 anos, tem uns peitões bem grandes, uma bunda média e é gostosa, se chama Joana.
A verdade é que eu já olhava pra minha irmã com tesão. Sempre que ela tava deitada de bunda pra cima, eu tirava umas fotos pra bater uma punheta depois. Mais ainda, ela também me olhava diferente, porque eu sempre passava pelo quarto dela de pau duro e de cueca pra ver como ela reagia. Ela sempre puxava conversa e olhava pro meu volume. E além disso, sei que ela é bem safada, porque no computador de mesa achei uns vídeos pornô e no histórico vi que ela visita sites pornô, uns que eu nem conhecia. Uma vez também descobri que ela tem conta num site chamado Adult Friend Finder, que é pra encontros pornô, e no perfil desse site tem uma foto da buceta dela meio peluda e antes tinha uma dos peitos dela. Bom, vamos falar do que rolou.
Tudo começou no dia que finalmente me compraram meu notebook. Naquele dia, tava tão empolgado que deixei a internet ligada e fui pro quarto ver uns sites. Era quase 1 da manhã quando ouvi minha irmã falando no telefone no quarto dela. Como só tem uma cortina separando a porta, porque naqueles dias tava muito calor, eu ouvia quase tudo que ela dizia. Parecia que ela tava falando com o namorado, mas não prestei muita atenção. Aí me deu na telha de ver pornô, tava com muito tesão, fiquei meia hora batendo uma. Quando ia dormir, ouvi um barulho estranho e fiquei quieto pra escutar. E qual não foi minha surpresa: ouvi minha irmã falando isso pro namorado no telefone:
— Aí, aí, quer ouvir como eu enfio o dedo? Aí, aproxima o fone da TV (parece que o namorado tava... (assistindo pornô)"
-"Ah, você quer que eu grite aaaaammmmggg mmmmm que gostoso"
-"Quer que a gente goze junto"
-"aaaamg que delícia"
Eu já tava super excitado ouvindo tudo isso de novo, comecei a bater uma, mesmo ela falando bem devagar, dava pra ouvir os gemidos que ela soltava
e ela sempre dizia "é que não posso gritar mais alto porque podem me ouvir"
Eu tava super quente, prestes a estourar meu leite, quando, cego pelo tesão, decidi surpreendê-la com os dedos dentro da buceta dela. Como a luz tava apagada, entrei e acendi o interruptor de repente, eu com o pau pra fora e bem duro, e falei:
-"Quer que eu te faça gritar, irmãzinha?"
Surpresa, ela desligou o telefone e se cobriu com um lençol pra esconder o corpo nu, e disse:
-"Andrés, o que você tá fazendo aqui?"
E eu respondi:
-"Me esquentar com seus gemidos."
Ela falou: "Sai do meu quarto, imbecil."
Aí eu disse:
-"Vamos, irmãzinha, não quer que eu te faça gritar de prazer? Olha como você me deixou todo excitado com seus gemidos. Meus pais não vão saber porque a gente não conta, e além disso, não dá pra ouvir nada no quarto deles (a casa não é toda junta, tem um pátio separando nossos quartos do deles). E não se faz de sonsa, você fica olhando pro meu volume quando eu ando pela casa de cueca."
Ela respondeu:
-"Não mente, eu não fico olhando pro seu volume porque sei que você é meu irmão."
Curiosamente, naquele instante, ela tava olhando pro meu pau duro, prestes a explodir.
Eu falei:
-"Vamos, irmãzinha, acabar com esse tesão que você me causou com seus gemidos, e também acabar com o tesão que seu namorado te provoca."
Aí me aproximei da cama, tentei puxar o lençol e deitar com ela.
Ela reagiu assim:
-"Ei, espera, Andrés, somos irmãos!"
E eu respondi:
-"Nunca ouviu falar de incesto? Não é tão comum, mas faz parte dos humanos, e muitos irmãos curtem. Já li vários contos imaginando que a gente é o casal. Protagonistas, se sua irmãzinha topa"
Ela não respondeu, então considerei como um "sim", tirei o lençol e me joguei nela.
— "Ô, irmãzinha, quanto tempo sonhei com isso"
E ela continuava sem dizer nada, aí comecei a chupar os peitos dela como um bebê faminto, e com as mãos pegava na bunda dela, e ela só ficava com cara de surpresa, mas tava adorando.
Então pedi pra gente fazer um 69, ela chupar minha rola e eu chupar a buceta dela.
E ela topou, só balançando a cabeça dizendo que sim.
Aquela chupada dos dois era espetacular, ela chupava desde as bolas até a ponta do pau e massageava com a mão, enquanto eu passava a língua toda nas bordas dos lábios da buceta dela até enfiar dentro, e com as mãos apertava a bunda dela como um louco. Ela começou a gemer que nem uma doida e teve o primeiro orgasmo, deixou minha língua toda molhada com os sucos dela. Pouco depois, eu também tava quase explodindo meu gozo na boca dela, mas me desgrudei pra fazer outras coisas.
Quando me afastei, minha irmã disse:
— "O que foi, já se arrependeu?"
Falei:
— "Claro que não, só quero guardar meu gozo pra depositar dentro do teu corpo"
Ela respondeu:
— "E o que cê tá esperando, irmãozinho? Me faz tua, me penetra logo, porque tô mais quente do que nunca"
Aí coloquei minha irmã por cima de mim, como se ela fosse me cavalgar. Primeiro, beijei ela como um louco enquanto apalpava os peitos dela e apertava aqueles biquinhos rosados lindos.
— "Já, irmãzinha, quero meter na tua buceta até morrer"
— "Sim, Andrés, mete logo, que eu tô morrendo por dentro de tanto tesão"
Então nos ajeitamos pra enfiar meu pau, e quando entrou pela primeira vez, ela gritou, e eu falei:
— "Calma, que podem nos ouvir, geme mais baixo"
— "Desculpa, irmãozinho, é que fazia muito tempo que não me davam sexo"
— "Pois de agora em diante, vou te dar sexo sempre que você quiser, minha irmãzinha querida"
Depois disso, ela me cavalgou como toda uma profissional, eu não fazia esforço nenhum, ela quem mandava. Brincava no meu pau como uma louca, eu só curtia e apalpava os peitos dela.
Ela disse:
— "Vou gozar, maninho, vou gozar... ammmmg, mmmmm, haaaaaaaa, já já gozei."
Senti os fluidos dela escorrendo no meu pau.
— "Agora pelo cu, maninha, agora pela bunda, por favor, sim?"
— "Mas o que você tá dizendo? Aí não, dói muito. Só deram pelo meu cu duas vezes e dói pra caralho."
— "Vai, Joana, juro que se doer, a gente para e continua na sua buceta."
— "Tá bom, mas se doer, você tira e mete na buceta."
Nisso, levantei da cama e coloquei ela com a bunda na beirada pra meter.
Comecei devagar, e como meu pau já tava lubrificado com os fluidos dela, não sofri muito. Acelerei e ela disse:
— "Para, para, tá doendo, para, senão vou gritar e vão nos ouvir."
— "Espera, maninha, te juro que agora você não vai sentir mais dor, só prazer."
— "Não, já para, aaaaaaaaaamm, jáááá, não, tá doendo, para."
Não liguei pras súplicas dela e coloquei a cara dela contra a cama pra não ouvirem os gritos. Logo ela não gritava mais de dor, mas de prazer, e pedia mais e mais. Tava quase gozando e falei, e ela respondeu:
— "Solta seu leite na minha bunda, maninho, enche meu cu de porra."
Nisso, tirei de novo do cu dela e falei: "Espera, quero terminar na sua buceta, mas tô preocupado se você engravida."
— "Não se preocupa, Andrezinho, acabei de menstruar, não tem risco de gravidez. Mete logo e goza dentro de mim."
Aí sentei ela na cama com as pernas abertas na beirada, e eu de pé meti o pau de novo na buceta dela. Metia como se tivesse desesperado, umas estocadas monumentais. Ela só gemia, e isso me excitava mais, e eu acelerava mais e beijava ela pra não ouvirem os gemidos. Também ficava brincando com os peitões enormes dela.
Falei:
— "Já já vou esvaziar, irmã, vou te deixar cheia do meu leite."
— "Sim, Andrezinho, me enche toda, faz de mim sua putinha."
Nisso, minhas pernas bambearam na hora de gozar. Me esvaziei. Tudo nela, e ela me disse:
— "Como tá gostosa sua porra, Andrés, quer que eu limpe seu pau com minha boca?"
— "Claro, Joana, limpa meu pau todo e deixa ele seco."
Ela começou a chupar até deixar ele todo murcho e seco, eu falei:
— "Já são quase 4 da manhã, tenho que ir dormir, amanhã vou pra escola. A gente se vê amanhã, irmãzinha."
— "Tá bom, irmãozinho, te espero aqui amanhã à noite."
A gente se deu um beijo de despedida e uma última apalpada, e nos despedimos.
Bom, foi isso que aconteceu com minha irmã Joana no dia em que a peguei se masturbando no telefone com o namorado dela, e no final quem aproveitou fomos eu e ela.
Depois conto o que aconteceu em seguida, porque minha irmã acabou de me pegar escrevendo isso e já estamos excitados de novo.
Até mais.
Continua...
Só pra contar, o Poringa é o primeiro site onde tive coragem de postar isso.
Vou me apresentar: tenho 18 anos, sou meio corpulento, o pau é normal, nem muito grande nem pequeno, e me chamo Andrés. Minha irmã tem 24 anos, tem uns peitões bem grandes, uma bunda média e é gostosa, se chama Joana.
A verdade é que eu já olhava pra minha irmã com tesão. Sempre que ela tava deitada de bunda pra cima, eu tirava umas fotos pra bater uma punheta depois. Mais ainda, ela também me olhava diferente, porque eu sempre passava pelo quarto dela de pau duro e de cueca pra ver como ela reagia. Ela sempre puxava conversa e olhava pro meu volume. E além disso, sei que ela é bem safada, porque no computador de mesa achei uns vídeos pornô e no histórico vi que ela visita sites pornô, uns que eu nem conhecia. Uma vez também descobri que ela tem conta num site chamado Adult Friend Finder, que é pra encontros pornô, e no perfil desse site tem uma foto da buceta dela meio peluda e antes tinha uma dos peitos dela. Bom, vamos falar do que rolou.
Tudo começou no dia que finalmente me compraram meu notebook. Naquele dia, tava tão empolgado que deixei a internet ligada e fui pro quarto ver uns sites. Era quase 1 da manhã quando ouvi minha irmã falando no telefone no quarto dela. Como só tem uma cortina separando a porta, porque naqueles dias tava muito calor, eu ouvia quase tudo que ela dizia. Parecia que ela tava falando com o namorado, mas não prestei muita atenção. Aí me deu na telha de ver pornô, tava com muito tesão, fiquei meia hora batendo uma. Quando ia dormir, ouvi um barulho estranho e fiquei quieto pra escutar. E qual não foi minha surpresa: ouvi minha irmã falando isso pro namorado no telefone:
— Aí, aí, quer ouvir como eu enfio o dedo? Aí, aproxima o fone da TV (parece que o namorado tava... (assistindo pornô)"
-"Ah, você quer que eu grite aaaaammmmggg mmmmm que gostoso"
-"Quer que a gente goze junto"
-"aaaamg que delícia"
Eu já tava super excitado ouvindo tudo isso de novo, comecei a bater uma, mesmo ela falando bem devagar, dava pra ouvir os gemidos que ela soltava
e ela sempre dizia "é que não posso gritar mais alto porque podem me ouvir"
Eu tava super quente, prestes a estourar meu leite, quando, cego pelo tesão, decidi surpreendê-la com os dedos dentro da buceta dela. Como a luz tava apagada, entrei e acendi o interruptor de repente, eu com o pau pra fora e bem duro, e falei:
-"Quer que eu te faça gritar, irmãzinha?"
Surpresa, ela desligou o telefone e se cobriu com um lençol pra esconder o corpo nu, e disse:
-"Andrés, o que você tá fazendo aqui?"
E eu respondi:
-"Me esquentar com seus gemidos."
Ela falou: "Sai do meu quarto, imbecil."
Aí eu disse:
-"Vamos, irmãzinha, não quer que eu te faça gritar de prazer? Olha como você me deixou todo excitado com seus gemidos. Meus pais não vão saber porque a gente não conta, e além disso, não dá pra ouvir nada no quarto deles (a casa não é toda junta, tem um pátio separando nossos quartos do deles). E não se faz de sonsa, você fica olhando pro meu volume quando eu ando pela casa de cueca."
Ela respondeu:
-"Não mente, eu não fico olhando pro seu volume porque sei que você é meu irmão."
Curiosamente, naquele instante, ela tava olhando pro meu pau duro, prestes a explodir.
Eu falei:
-"Vamos, irmãzinha, acabar com esse tesão que você me causou com seus gemidos, e também acabar com o tesão que seu namorado te provoca."
Aí me aproximei da cama, tentei puxar o lençol e deitar com ela.
Ela reagiu assim:
-"Ei, espera, Andrés, somos irmãos!"
E eu respondi:
-"Nunca ouviu falar de incesto? Não é tão comum, mas faz parte dos humanos, e muitos irmãos curtem. Já li vários contos imaginando que a gente é o casal. Protagonistas, se sua irmãzinha topa"
Ela não respondeu, então considerei como um "sim", tirei o lençol e me joguei nela.
— "Ô, irmãzinha, quanto tempo sonhei com isso"
E ela continuava sem dizer nada, aí comecei a chupar os peitos dela como um bebê faminto, e com as mãos pegava na bunda dela, e ela só ficava com cara de surpresa, mas tava adorando.
Então pedi pra gente fazer um 69, ela chupar minha rola e eu chupar a buceta dela.
E ela topou, só balançando a cabeça dizendo que sim.
Aquela chupada dos dois era espetacular, ela chupava desde as bolas até a ponta do pau e massageava com a mão, enquanto eu passava a língua toda nas bordas dos lábios da buceta dela até enfiar dentro, e com as mãos apertava a bunda dela como um louco. Ela começou a gemer que nem uma doida e teve o primeiro orgasmo, deixou minha língua toda molhada com os sucos dela. Pouco depois, eu também tava quase explodindo meu gozo na boca dela, mas me desgrudei pra fazer outras coisas.
Quando me afastei, minha irmã disse:
— "O que foi, já se arrependeu?"
Falei:
— "Claro que não, só quero guardar meu gozo pra depositar dentro do teu corpo"
Ela respondeu:
— "E o que cê tá esperando, irmãozinho? Me faz tua, me penetra logo, porque tô mais quente do que nunca"
Aí coloquei minha irmã por cima de mim, como se ela fosse me cavalgar. Primeiro, beijei ela como um louco enquanto apalpava os peitos dela e apertava aqueles biquinhos rosados lindos.
— "Já, irmãzinha, quero meter na tua buceta até morrer"
— "Sim, Andrés, mete logo, que eu tô morrendo por dentro de tanto tesão"
Então nos ajeitamos pra enfiar meu pau, e quando entrou pela primeira vez, ela gritou, e eu falei:
— "Calma, que podem nos ouvir, geme mais baixo"
— "Desculpa, irmãozinho, é que fazia muito tempo que não me davam sexo"
— "Pois de agora em diante, vou te dar sexo sempre que você quiser, minha irmãzinha querida"
Depois disso, ela me cavalgou como toda uma profissional, eu não fazia esforço nenhum, ela quem mandava. Brincava no meu pau como uma louca, eu só curtia e apalpava os peitos dela.
Ela disse:
— "Vou gozar, maninho, vou gozar... ammmmg, mmmmm, haaaaaaaa, já já gozei."
Senti os fluidos dela escorrendo no meu pau.
— "Agora pelo cu, maninha, agora pela bunda, por favor, sim?"
— "Mas o que você tá dizendo? Aí não, dói muito. Só deram pelo meu cu duas vezes e dói pra caralho."
— "Vai, Joana, juro que se doer, a gente para e continua na sua buceta."
— "Tá bom, mas se doer, você tira e mete na buceta."
Nisso, levantei da cama e coloquei ela com a bunda na beirada pra meter.
Comecei devagar, e como meu pau já tava lubrificado com os fluidos dela, não sofri muito. Acelerei e ela disse:
— "Para, para, tá doendo, para, senão vou gritar e vão nos ouvir."
— "Espera, maninha, te juro que agora você não vai sentir mais dor, só prazer."
— "Não, já para, aaaaaaaaaamm, jáááá, não, tá doendo, para."
Não liguei pras súplicas dela e coloquei a cara dela contra a cama pra não ouvirem os gritos. Logo ela não gritava mais de dor, mas de prazer, e pedia mais e mais. Tava quase gozando e falei, e ela respondeu:
— "Solta seu leite na minha bunda, maninho, enche meu cu de porra."
Nisso, tirei de novo do cu dela e falei: "Espera, quero terminar na sua buceta, mas tô preocupado se você engravida."
— "Não se preocupa, Andrezinho, acabei de menstruar, não tem risco de gravidez. Mete logo e goza dentro de mim."
Aí sentei ela na cama com as pernas abertas na beirada, e eu de pé meti o pau de novo na buceta dela. Metia como se tivesse desesperado, umas estocadas monumentais. Ela só gemia, e isso me excitava mais, e eu acelerava mais e beijava ela pra não ouvirem os gemidos. Também ficava brincando com os peitões enormes dela.
Falei:
— "Já já vou esvaziar, irmã, vou te deixar cheia do meu leite."
— "Sim, Andrezinho, me enche toda, faz de mim sua putinha."
Nisso, minhas pernas bambearam na hora de gozar. Me esvaziei. Tudo nela, e ela me disse:
— "Como tá gostosa sua porra, Andrés, quer que eu limpe seu pau com minha boca?"
— "Claro, Joana, limpa meu pau todo e deixa ele seco."
Ela começou a chupar até deixar ele todo murcho e seco, eu falei:
— "Já são quase 4 da manhã, tenho que ir dormir, amanhã vou pra escola. A gente se vê amanhã, irmãzinha."
— "Tá bom, irmãozinho, te espero aqui amanhã à noite."
A gente se deu um beijo de despedida e uma última apalpada, e nos despedimos.
Bom, foi isso que aconteceu com minha irmã Joana no dia em que a peguei se masturbando no telefone com o namorado dela, e no final quem aproveitou fomos eu e ela.
Depois conto o que aconteceu em seguida, porque minha irmã acabou de me pegar escrevendo isso e já estamos excitados de novo.
Até mais.
Continua...
13 comentários - Pego minha irmã se masturbando
🙄 🙄 🙄 🙄 🙄 🙄 🙄 🙄
aunque no me da ganas de tirarme a mi hermana 😛
🙂 🙂 🙂
😉