Olá, pessoal que curte histórias eróticas. Peço desculpas de antemão pelo atraso na entrega da quarta parte dessa série, mas andei muito ocupado ultimamente, e só hoje sobrou um tempinho. Então, aqui vai a continuação.
Espero que vocês curtam pra caramba!
Não esqueçam de deixar comentários, mesmo que seja só um obrigado, isso vale muito pra um escritor amador.
Também aqui deixo o link do capítulo anterior.http://www.poringa.net/posts/relatos/1785430/Violacion-en-un-prostibulo_-ahora-soy-una-perra-_relato-3.html
Capítulo 3
Saímos do quarto, tinha um corredor comprido, e a gente começou a andar por ele. Era um corredor bem longo, que de vez em quando se ligava com outros corredores. Também dava pra ver várias portas, cada uma com um número, até que chegamos no quarto número 629. Kevin abriu com uma chave e mandou eu entrar. Entrei e vi que era um quarto, na verdade um escritório, porque tava cheio de pastas e livros. Também tinha uma mesa enorme e três cadeiras.
Kevin entrou e mandou eu sentar. Ele sentou também e começou a explicar o que era tudo aquilo. Falou na lata: "Isso aqui é uma casa de putas". Disse que eu era uma escrava dali, que todo dia tinha que satisfazer os clientes que viessem, que teria tempo pra tomar café, almoçar e jantar, depois iria dormir, que teria meu quarto, com TV a cabo e uma cama. Mas que se eu não obedecesse tudo que mandassem, eu ia perder status e cada vez me dariam coisas piores, até dormir no chão. Por outro lado, se eu me saísse bem e os clientes começassem a me pedir, e se pagassem mais por mim, eu teria muito mais regalias, como uma cama maior, mais luxo, um banheiro próprio e o que eu quisesse. Até poderia mandar dinheiro pra minha família de forma anônima, mas que eu nunca mais sairia dessa mansão do prazer.
Kevin parecia bem angustiado me contando isso. Até falou que eu era muito gostosa e que sentia muito eu ter ido parar ali, mas que não podia fazer nada porque a mãe dele comandava tudo. Também disse que, uma vez por semana, a melhor puta do mundo viria dar aulas de como dar um serviço melhor, e que, também uma vez por semana, infelizmente a mãe dele escolhia alguém aleatório e submetia a provas sexuais extremas pra avaliar. Depois disso, ele falou que agora ia me levar pro meu quarto e me explicar mais coisas. Eu me levantei junto com a cadeira pra ir pro meu quarto, e Kevin também levantou e passou do meu lado. Sentia uma sensação muito estranha em mim, ele ficou parado ali, me olhando, e eu também fiquei olhando pra ele, e não sei por que avancei até ele e o beijei apaixonadamente, foi um beijo muito gostoso, mas quando terminamos, fiquei com muito medo, achei que ele fosse me castigar, mas pelo contrário, ele me beijou de novo apaixonadamente, e trancou a porta com o ferrolho, naquele momento eu não sabia o que ia acontecer, mas era um beijo tão gostoso que acho que estou começando a sentir algo por ele.
Depois começamos a nos beijar muito apaixonadamente, não só na boca, mas beijos e carícias pelo corpo todo, eu já tinha entendido pra onde isso ia, mas era uma sensação estranha que me incitava a continuar, acho que de verdade sinto algo por ele, mesmo ele sendo culpado de toda essa miséria pela qual passo, e vou continuar passando.
Depois Kevin me colocou em cima da escrivaninha dele, tirou o roupão que eu estava usando, me deixando nua, eu joguei todos os documentos e lápis que estavam em cima e tirei a camisa dele, enquanto continuávamos nos acariciando e dando uns beijos gostosos e lambidas no corpo, nessa altura eu já estava muito excitada, e de verdade queria isso, não estava pensando direito, só agia e pronto.
Tirei a calça e a cueca dele, que era bem apertada, ele tinha um pau grande que ainda não estava totalmente ereto, mas mesmo assim dava pra ver que ele tinha uma boa máquina sexual, depois comecei a chupar ele devagar, saboreando, era muito gostoso, olhei pro rosto do Kevin, e ele tinha uma cara de prazer inexplicável, continuei chupando ele por um bom tempo.
Depois de ter chupado ele por uns 10 minutos, Kevin me disse "chega, agora é minha vez de te dar prazer", me deitei sobre a escrivaninha e abri as pernas, assim que eu abri, Kevin passou a língua na minha buceta, me excitando ainda mais, continuou chupando minha buceta, ele fazia muito bem, era uma sensação muito prazerosa, ele fazia tão bem que, 5 minutos depois de ter chupado ela, foi tanta a minha excitação, que quando eu gozei, saiu um líquido muito parecido com a água da minha buceta, acertando na cara do Kevin, fiquei com muita vergonha, porque não sabia o que estava acontecendo comigo. Kevin só riu e falou: "é mais normal do que você pensa".
Depois, Kevin me pegou pela cintura, me sentou na mesa, me abraçou bem forte e enfiou o pauzão dele na minha buceta, que já estava bem molhada, e começou a me foder enquanto beijava meu pescoço. Era muito gostoso, era muito mais que prazer, não era como os estupros anteriores que, mesmo sendo estupro, tinha um certo prazer envolvido. Isso era melhor, não era só sexo, acho que é isso que chamam de "fazer amor".
Depois de me foder por uns 5 minutos assim, eu me afastei dele e o deitei sobre a mesa, que era bem grande, já que ele coube sem problema nenhum.
Depois de deitá-lo sobre a mesa, subi em cima dele, bem devagar, e enfiei o pau dele na minha buceta devagar e comecei a cavalgar em cima dele. Os dois estavam muito excitados, eu gemia que nem uma louca, acho que dava pra ouvir em toda a mansão. Kevin também soltava gemidos de prazer, era só olhar pra cara dele pra perceber que ele estava adorando. Eu continuei cavalgando em cima dele e gemendo que nem uma louca, estava adorando.
Kevin disse pra gente trocar de posição, eu aceitei e levantei dele. Ele me fez encostar numa parede e me penetrou brutalmente, fazendo eu bater meu rosto e meus peitos na parede. Ele estava me fodendo muito forte, mas eu adorava, era uma fera, não parava de me foder com força. Agora sim eu estava ficando louca, gemia que nem uma verdadeira puta, adorando cada segundo, e não parava de pensar nele.
Depois de uns 10 minutos me fodendo brutalmente, ele falou: "vira e abre a boca". Eu obedeci e ele gozou na minha cara e na minha boca. Eu adorei, não sei porquê, e até comi o esperma dele sem ele pedir. Depois que ele terminou de gozar, comecei a chupar ele, e até quase engoli o pau dele inteiro. inteira, teria feito se ele não tivesse me parado, e disse “chega, isso não pode ser”.
Depois disso, ele se vestiu e mandou eu colocar meu roupão, fiquei muito envergonhada porque achei que não tinha sido suficiente pra ele, já que nesse lugar eu tava acostumada a foder com profissionais, mas aí ele disse: “foi incrível, mas isso não pode ser”. Ele falou que não costumava foder com as putas da casa, mas que não me via como uma, e que tava confuso comigo, mas que isso tinha que parar, porque ele era o responsável pelo lugar e não podia se envolver com funcionários, mas que tinha gostado muito. E aí ele soltou algo que me deixou congelada: “se não tivéssemos nos conhecido assim, as coisas seriam bem diferentes”. Depois disse que ia me levar pro meu quarto, me explicar outras coisas e que depois disso a gente não ia mais se ver, exceto umas poucas vezes por mês por causa de assuntos de administração, mas que era o melhor pros dois.
Eu, toda desconsolada, vesti meu roupão e me preparei pra sair pro meu quarto com ele. Naquele momento, acho que já tava aceitando que ia viver ali por um bom tempo. Saímos do escritório, e quando saí percebi que as paredes tinham um material antirruído, então ninguém poderia ter descoberto o que rolou, por isso o Kevin tava tranquilo quando saímos. Agora a gente vai pro meu quarto, pra ver o que me espera nesse futuro incerto…
Espero que vocês curtam pra caramba!
Não esqueçam de deixar comentários, mesmo que seja só um obrigado, isso vale muito pra um escritor amador.
Também aqui deixo o link do capítulo anterior.http://www.poringa.net/posts/relatos/1785430/Violacion-en-un-prostibulo_-ahora-soy-una-perra-_relato-3.html
Capítulo 3
Saímos do quarto, tinha um corredor comprido, e a gente começou a andar por ele. Era um corredor bem longo, que de vez em quando se ligava com outros corredores. Também dava pra ver várias portas, cada uma com um número, até que chegamos no quarto número 629. Kevin abriu com uma chave e mandou eu entrar. Entrei e vi que era um quarto, na verdade um escritório, porque tava cheio de pastas e livros. Também tinha uma mesa enorme e três cadeiras.
Kevin entrou e mandou eu sentar. Ele sentou também e começou a explicar o que era tudo aquilo. Falou na lata: "Isso aqui é uma casa de putas". Disse que eu era uma escrava dali, que todo dia tinha que satisfazer os clientes que viessem, que teria tempo pra tomar café, almoçar e jantar, depois iria dormir, que teria meu quarto, com TV a cabo e uma cama. Mas que se eu não obedecesse tudo que mandassem, eu ia perder status e cada vez me dariam coisas piores, até dormir no chão. Por outro lado, se eu me saísse bem e os clientes começassem a me pedir, e se pagassem mais por mim, eu teria muito mais regalias, como uma cama maior, mais luxo, um banheiro próprio e o que eu quisesse. Até poderia mandar dinheiro pra minha família de forma anônima, mas que eu nunca mais sairia dessa mansão do prazer.
Kevin parecia bem angustiado me contando isso. Até falou que eu era muito gostosa e que sentia muito eu ter ido parar ali, mas que não podia fazer nada porque a mãe dele comandava tudo. Também disse que, uma vez por semana, a melhor puta do mundo viria dar aulas de como dar um serviço melhor, e que, também uma vez por semana, infelizmente a mãe dele escolhia alguém aleatório e submetia a provas sexuais extremas pra avaliar. Depois disso, ele falou que agora ia me levar pro meu quarto e me explicar mais coisas. Eu me levantei junto com a cadeira pra ir pro meu quarto, e Kevin também levantou e passou do meu lado. Sentia uma sensação muito estranha em mim, ele ficou parado ali, me olhando, e eu também fiquei olhando pra ele, e não sei por que avancei até ele e o beijei apaixonadamente, foi um beijo muito gostoso, mas quando terminamos, fiquei com muito medo, achei que ele fosse me castigar, mas pelo contrário, ele me beijou de novo apaixonadamente, e trancou a porta com o ferrolho, naquele momento eu não sabia o que ia acontecer, mas era um beijo tão gostoso que acho que estou começando a sentir algo por ele.
Depois começamos a nos beijar muito apaixonadamente, não só na boca, mas beijos e carícias pelo corpo todo, eu já tinha entendido pra onde isso ia, mas era uma sensação estranha que me incitava a continuar, acho que de verdade sinto algo por ele, mesmo ele sendo culpado de toda essa miséria pela qual passo, e vou continuar passando.
Depois Kevin me colocou em cima da escrivaninha dele, tirou o roupão que eu estava usando, me deixando nua, eu joguei todos os documentos e lápis que estavam em cima e tirei a camisa dele, enquanto continuávamos nos acariciando e dando uns beijos gostosos e lambidas no corpo, nessa altura eu já estava muito excitada, e de verdade queria isso, não estava pensando direito, só agia e pronto.
Tirei a calça e a cueca dele, que era bem apertada, ele tinha um pau grande que ainda não estava totalmente ereto, mas mesmo assim dava pra ver que ele tinha uma boa máquina sexual, depois comecei a chupar ele devagar, saboreando, era muito gostoso, olhei pro rosto do Kevin, e ele tinha uma cara de prazer inexplicável, continuei chupando ele por um bom tempo.
Depois de ter chupado ele por uns 10 minutos, Kevin me disse "chega, agora é minha vez de te dar prazer", me deitei sobre a escrivaninha e abri as pernas, assim que eu abri, Kevin passou a língua na minha buceta, me excitando ainda mais, continuou chupando minha buceta, ele fazia muito bem, era uma sensação muito prazerosa, ele fazia tão bem que, 5 minutos depois de ter chupado ela, foi tanta a minha excitação, que quando eu gozei, saiu um líquido muito parecido com a água da minha buceta, acertando na cara do Kevin, fiquei com muita vergonha, porque não sabia o que estava acontecendo comigo. Kevin só riu e falou: "é mais normal do que você pensa".
Depois, Kevin me pegou pela cintura, me sentou na mesa, me abraçou bem forte e enfiou o pauzão dele na minha buceta, que já estava bem molhada, e começou a me foder enquanto beijava meu pescoço. Era muito gostoso, era muito mais que prazer, não era como os estupros anteriores que, mesmo sendo estupro, tinha um certo prazer envolvido. Isso era melhor, não era só sexo, acho que é isso que chamam de "fazer amor".
Depois de me foder por uns 5 minutos assim, eu me afastei dele e o deitei sobre a mesa, que era bem grande, já que ele coube sem problema nenhum.
Depois de deitá-lo sobre a mesa, subi em cima dele, bem devagar, e enfiei o pau dele na minha buceta devagar e comecei a cavalgar em cima dele. Os dois estavam muito excitados, eu gemia que nem uma louca, acho que dava pra ouvir em toda a mansão. Kevin também soltava gemidos de prazer, era só olhar pra cara dele pra perceber que ele estava adorando. Eu continuei cavalgando em cima dele e gemendo que nem uma louca, estava adorando.
Kevin disse pra gente trocar de posição, eu aceitei e levantei dele. Ele me fez encostar numa parede e me penetrou brutalmente, fazendo eu bater meu rosto e meus peitos na parede. Ele estava me fodendo muito forte, mas eu adorava, era uma fera, não parava de me foder com força. Agora sim eu estava ficando louca, gemia que nem uma verdadeira puta, adorando cada segundo, e não parava de pensar nele.
Depois de uns 10 minutos me fodendo brutalmente, ele falou: "vira e abre a boca". Eu obedeci e ele gozou na minha cara e na minha boca. Eu adorei, não sei porquê, e até comi o esperma dele sem ele pedir. Depois que ele terminou de gozar, comecei a chupar ele, e até quase engoli o pau dele inteiro. inteira, teria feito se ele não tivesse me parado, e disse “chega, isso não pode ser”.
Depois disso, ele se vestiu e mandou eu colocar meu roupão, fiquei muito envergonhada porque achei que não tinha sido suficiente pra ele, já que nesse lugar eu tava acostumada a foder com profissionais, mas aí ele disse: “foi incrível, mas isso não pode ser”. Ele falou que não costumava foder com as putas da casa, mas que não me via como uma, e que tava confuso comigo, mas que isso tinha que parar, porque ele era o responsável pelo lugar e não podia se envolver com funcionários, mas que tinha gostado muito. E aí ele soltou algo que me deixou congelada: “se não tivéssemos nos conhecido assim, as coisas seriam bem diferentes”. Depois disse que ia me levar pro meu quarto, me explicar outras coisas e que depois disso a gente não ia mais se ver, exceto umas poucas vezes por mês por causa de assuntos de administração, mas que era o melhor pros dois.
Eu, toda desconsolada, vesti meu roupão e me preparei pra sair pro meu quarto com ele. Naquele momento, acho que já tava aceitando que ia viver ali por um bom tempo. Saímos do escritório, e quando saí percebi que as paredes tinham um material antirruído, então ninguém poderia ter descoberto o que rolou, por isso o Kevin tava tranquilo quando saímos. Agora a gente vai pro meu quarto, pra ver o que me espera nesse futuro incerto…
16 comentários - Violacion en un prostibulo, ahora soy una perra ,relato 4
No creo que sea gallega porque sino diría COÑO en vez de CONCHA 😉 BUEN POST seguí así
Atte.
Ghost Writer
no es copiado por algo esta escrito en español latino y no en coño, aprende a leer.
lo que realmente es pendejo es burlarse de los demas eso es de niñios de preparatoria, un adolecente porlomenos sabe que molestar o burlarse no tiene ningun sentido.
lo mismo creo pero el proximo se biene recargado y tal vez de larga duracion XD 😀
"ANCOGOJADO", omfg se nota el copy & Paste, porque un poringuero no tiene ese lexico
suerte che buena la historia lastima que no pones fuentes
la verdad spy de chile y esa palabra se usa mucho, ademas mi lenguaje es muy variado, ya que en poringa leo mucho en argentino, mas las series que veo que la malloria soy en español coño, mas mi idioma por eso hay un enrredo de lenguas
nose que fume ese dia que puse ese comentario jaja
suerte
y basta con los quotes q no quiero ser baneado 😃