Deixa eu contar a vez que conheci uma amiga daqui. A gente se deu super bem por esse aplicativo e decidimos nos ver um dia pra bater um papo. A química foi incrível, ela é muito brincalhona e eu também, então as conversas iam ficando mais quentes com as piadas, como se a gente se conhecesse há anos. E às vezes rolava umas conversas safadas, tudo na brincadeira, com umas piadas pesadas, mas a gente se segurava, feito dois malandros, kkkk.
Acontece que, por causa do meu trabalho, eu ia viajar pra cidade dela, então avisei pra ver se a gente comia algo ou tomava uma cerveja. No fim, ela topou, e, como sempre, a danada me zuou, kkkk, falando que por causa da minha idade eu não aguentava a bebedeira — e vocês já sabem das piadas que a gente vai encarando com a idade, kkkkkkkk.
Resumindo: depois do meu primeiro turno de trabalho por lá, combinamos de nos encontrar numa praça pra ir ao cinema e depois tomar uma cerveja. Eu fui como sempre, de calça social e camisa sem gravata, igual no escritório todo dia. Quando vi ela chegando, não aaaaaa, tava uma gostosa! Ela vestia um daqueles vestidos de gabardina que parecem jaleco, na cor vinho, com um cinto do mesmo material marcando a cintura, deixando ela com um shape UAU. O vestido sem meia, destacando as pernas bem torneadas, deliciosas, compridas, finas, mas com um formato de se admirar. Uns sapatos de verniz na mesma cor do vestido, abertos na ponta, mostrando uns pés perfeitamente cuidados, com as unhas pintadas de um jeito provocante. A cor da pele dela combinava perfeitamente com a roupa, morena clara, com os olhos castanhos e aquele sorriso que ilumina o rosto. Bom, no fim, ela sorri e morde os lábios. É uma pessoa que contagia com a alegria, uma coquete sem frescura, daquele tipo de gente com quem você pode ficar em total silêncio e não se entediar.
Passamos pra comprar os ingressos enquanto colocávamos a conversa em dia sobre nossas vidas — vocês sabem, estudos, família, filhos e tal. Me deu vontade de ver um filme daqueles de comédia americana, dos mais Simples assim. Fazia tempo que não ria de besteira e tava precisando, nunca é demais dar uma risada. O filme ia rolando com umas bobagens e a gente ria que nem criança. A verdade é que eu tava tão besta que a risada era incontrolável. Pelo menos você ria daquelas situações tão viajadas que nunca rolariam na vida real.
No meio do filme, começamos a brincar num tom mais pesado, zoando nossos corpos e fazendo comentários sacanas sobre o filme. Depois passamos a contar as besteiras que a gente fazia quando era mais novo, em que lugares loucos a gente tinha feito e tal. Aí chegamos nas apostas pra ver quem se atrevia, nessa idade, a fazer umas idiotices, e começamos a nos desafiar. O clássico do cinema: subir os pés na poltrona da frente sem levar bronca. Falei que durava 5 minutos e ela disse que não. Aí falei que se eu aguentasse 5 minutos sem ninguém falar nada, ela teria que me pagar com um favor sexual. A risada foi alta, mas aceitamos jogar pesado. Subi os pés e começamos a contar o tempo. Faltavam 4 minutos e 50 segundos quando ela falou: "Putz, já era". Eu ri e falei: "É brincadeira, se não quiser, a gente deixa como jogo". E ela respondeu: "Imagina, agora a gente aguenta". E me perguntou o que eu queria de pagamento. Falei que queria conhecer os peitos dela, e ela corou. Eu morri de rir e falei que a gente tinha combinado favores sexuais. Ela riu, ficou vermelha e disse: "Tá bom, dívida de jogo é dívida de honra". Eu ri, mas a ansiedade me consumia. Claro que eu devia perdoar a dívida, mas é claro que queria cobrar. Quando senti, ela pegou minha mão e levou até o peito dela. Senti um seio quente, gostoso, totalmente manejável, cabia perfeito na minha mão. Adorei sentir, mas perguntei por que ela não tinha só mostrado. Ela respondeu num tom de "não seja bobo": "Imagina, vou tirar eles aqui? Além do mais, você se deu melhor" e soltou a risada.
"Tá bom", falei, "ganhei mais do que pedi". A gente tava na brincadeira, mas o calor começou a subir. Falei: "Agora é sua vez". sorrindo, me disse que não lhe vinha nada à cabeça, falou que essa aposta era diferente, que se tirasse a tanga e ficasse sem ela 30 minutos sem reclamar, então pediria um favor meu. Eu aceitei, mas avisei que não ia ser fácil, porque ficar sem calcinha meia hora qualquer um consegue. Ela topou, e então eu mandei ela tirar a tanga e colocar no bolso da minha camisa. Ela riu, mas fez isso. Aí eu sentei pra ver o filme, e ela lá, fingindo que nada, mas cheia de dúvida e nervoso. Depois de 5 minutos, quando notei que ela tava mais confiante, falei que já tinha me entediado com o filme e que a gente fosse pegar uma cerveja. Mais uma gargalhada, e o rosto dela ficou vermelho. Pensei que na hora ela fosse desistir e pedir a tanga de volta, mas não foi assim. Saímos do cinema e caminhamos pela praça. Segurei a mão dela pra não deixar o nervosismo tomar conta, mas eu, filho da puta, falei que queria dar uma olhada na praça. Ela disse que sim, mas ria de nervoso. A gente andava, e eu, como se nada, parava ela nas vitrines pra babar nas coisas. A ideia era deixar ela sem calcinha ou fazê-la se desesperar e pedir de volta, assim ela perderia e aí a gente via como fazer ela pagar. Nisso, vi as escadas e falei: "Vamos lá em cima". Ela apertou minha mão e riu alto de novo, nervosa. Eu disse: "Se não quiser, tudo bem". Ela respondeu que só tava se dando coragem porque não gostava de perder. Fomos pra escada, e vi que ela ficou vermelha. Ela passou um pouco reto, e foi quando pensei que já tinha ganhado. Mas aí percebi meu erro: ela foi pras escadas rolantes pra dar mais emoção à aposta. Então ela falou: "Me dá 5 degraus de vantagem". E começou a subir. Virei e vi a bunda redonda e gostosa dela, firme, se mexendo no ritmo dos passos, subindo os degraus um por um com malícia, me deixando ver o que o vestido escondia e ao mesmo tempo tapando pra ninguém mais ver. Lá íamos nós subindo na praça, e eu olhava por baixo do vestido de gabardina dela. Que bom que era vinho, porque deixava ver o branco da pele dela. pele e o rosadinho da buceta dela, terminamos de subir depois de 22 minutos do início da aposta, e eu disse que os outros 8 podiam ser perdoados porque o que ela acabou de fazer foi muito mais do que eu imaginava que ela faria. A gente se aproximou de um banheiro e eu entreguei a calcinha fio-dental dela, ela entrou dando risada e saiu na hora depois de ter colocado de novo. Eu disse que ela tinha perdido, e ela respondeu que eu não a conhecia. Foi tão excitante o momento que comecei a ter uma ereção leve, mas totalmente tesuda, de perigo e emoção. Comentei com ela, e ela riu de novo alto, com aquela energia que é a marca registrada dela. Falei: "Então vamos pegar a cerveja?" e ela disse que sim, que conhecia um billar onde o clima era bom e onde se bebia uma boa cerveja de chope. Aceitei de boa e a gente entrou num táxi. Perguntei o que ela ia pedir, e ela só sorria. Disse que estava pensando porque tinha ganhado e bem. Eu ri e falei: "Claro que você ganhou e bem, nunca esperava tanto." Ela riu de novo e me deu um beijo carinhoso na bochecha, de menina inocente. Me tirou do sério, me emocionou e fez eu ficar duro que nem um touro. Como era possível ela se fazer de boazinha depois do que acabou de fazer?
Eu me sentei de lado no táxi, e ela percebeu. Olhou pro meu volume de canto de olho e riu de novo. Aquela risada começava a me deixar muito ardente. Chegamos numa avenida já com pouco trânsito, mas com um billar grande, cheio de letreiros de neon. Entramos e ela disse que gostava de jogar sinuca. Aceitei na boa, falando que carambola não é meu forte, só a de bolso. Ela soltou a gargalhada que já me deixava louco de ouvir, e nos deram o estojo com as bolas, o triângulo e dois giz. Ela disse que as melhores mesas ficavam em cima. Subimos dois andares e chegamos numa área grande com 3 mesas espalhadas, com o espaço bem confortável, uma espécie de privê, mas pra sinuca. Perguntei o que ela queria jogar, e ela disse que aqui é que vinha o interessante: em vez de pagar, eu ia topar um jogo que ela tinha em mente. A gente ia competir por pontos corridos. as 15 bolas tinham que entrar da 1 em diante em perfeita ordem, eu disse que isso estava bom, mas cadê o interessante, ela riu de novo e eu não me segurei mais, ajustei o pau que já começava a soltar líquido.
Ela disse com um sorriso e umas bochechas vermelhas de nervoso que pra cada ponto que cada um acertasse, o outro daria uma lambida lenta nos genitais, sorri e aceitei de bom grado, pegamos um taco cada um, começamos a jogar, ela meteu a bola 1, e perguntei se cobrava por bola ou no final da contagem, ela pensou uns segundos e disse espera, foi ao banheiro, e voltou rápido com algo na mão, colocou de novo a calcinha fio dental na minha bolsa e disse por bola, e sentou na borda da mesa esperando. Eu me abaixei já com uma ereção tremenda e pensei, se controla, isso tem que ser devagar, e então, levantei um pouco as pernas dela e passei minha língua do períneo até o púbis dela devagar, sentindo o gosto e fazendo as pausas necessárias, ela disse que assim tava bom, desceu da mesa e acariciou meu pau por cima da calça e disse que esperava que eu logo metesse bola. Começamos a perseguir a bola 2, já era mais nervosismo porque ninguém conseguia meter nada, as bolas começaram a se mexer e a atrapalhar as caçapas, e minha ereção começava a sumir, mas a excitação continuava pela vontade de marcar alguns pontos. Num golpe de sorte, acertei a bola 2, e ela empurrou a 11, entrando as duas juntas, soltei uma gargalhada e ela outra e disse fazer o quê, pagar. Ela deu um gole na cerveja, me sentou na borda da mesa, abriu meu cinto, desabotoou minha calça, e antes de tirar qualquer coisa disse essa vai por minha conta, e se abaixou pra puxar minha cueca com os dentes sem usar as mãos, meu pau roçava no rosto dela, nos lábios e em tudo enquanto ela manobrava, e eu tava louco. Finalmente libertou ele e começou a pagar os 13 pontos. Três passadas lentas com a língua na minha glande me fizeram sentir mais tesão do que nunca, e ela disse que não colocasse as mãos, obedeci e ela baixou mais minha roupa, liberando minhas bolas. A próxima passada foi da base até a glande, ela lambia em volta como se fosse caramelo. Terminou e eu estava de olhos fechados, senti ela me cobrir de novo com minha roupa e sair de salto alto. Aquela atitude me deixava mais excitado que tudo. Era a vez dela jogar. Ela mirou a bola 3 e, ao tentar encaçapá-la, acertou a 15 primeiro. Virou e disse: "A intenção é o que conta". Eu ri, ela subiu na mesa e falou que queria os 15 mais lentos que o primeiro. Comecei a pagar, cada passada levava pelo menos 7 segundos, devagar, saboreando. Já estávamos muito excitados quando ela disse: "Vamos vazar daqui". Ajeitamos a roupa e trocamos um beijo, apalpei os peitos dela de novo e fomos pagar. Pegamos outro táxi e fomos para um hotel. No táxi, já estávamos nos tocando inteiros e nos beijando do jeito mais louco possível. Não aguentava mais, queria sentir toda a pele dela. Paguei o táxi e descemos. Pedi um quarto e fomos rápidos, já estávamos prontos para tudo. Entramos e, ao fechar a porta, ela tirou o cinto e desabotoou o vestido. Estava nua por baixo, um corpo gostoso pra caralho. Ela se encolheu e disse que não era mais a mesma. Eu falei que isso não importava, que o que nos levou até ali era o tesão que sentíamos um pelo outro. Tirei a roupa e fomos para a cama. Nos beijamos e nos acariciamos devagar e gostoso, sentia cada palmo da pele dela e o cheiro. Quando cheguei na buceta dela, parei. Tinha um leve cheiro de cerveja que me fez rir e me deixou ainda mais excitado, porque lembrava como ela tinha se comportado no bilhar. Me ajoelhei, levantei as pernas dela, deixando-a quase sustentada só pela cabeça, e vi de frente, com toda a luz, aquela buceta rosada, lisinha, gostosa, molhada, que pedia aos berros para ser comida. Dei um beijo nela e repeti a ação devagar, do períneo até o púbis, uma e outra vez. As pernas dela tremiam cada vez que eu passava pelo clitóris. e ela me dizia pra não fazê-la sofrer daquele jeito, eu falei pra me deixar fazer do meu jeito, que era melhor ela pegar no meu pau, e ela colocou na palma da mão, naquela posição desconfortável que eu a deixei, começou a fazer movimentos lentos e quando chegava na cabeça, esfregava com um dedo, ficou mais duro do que já tava e aí eu acelerei o ritmo do que eu tava fazendo, já não aguentava mais, minha língua começou a percorrer a buceta dela, as pernas dela e aos poucos fui descendo, subindo até chegar naqueles peitos deliciosos, de chocolate, aqueles bicos escuros que eu adorei desde a primeira vez que toquei no cinema, esfreguei devagar, com calma, e chupava, subia e beijava ela e voltava pros peitos dela, deitei do lado dela e fiquei esfregando a buceta dela, e ela a minha, depois de beijos e carícias pedi pra ela subir, ela topou, com um sorriso e um beijo no meu nariz, sentou na minha barriga e se levantou o suficiente pra se ajeitar, não deixei ela chegar, já não aguentava, me soltei com tudo dentro dela, e quando senti o calor, tremi, era perfeito, quente e molhado, começamos a nos mover devagar, enquanto eu esfregava os peitos dela e ela sorria pra mim, se abaixava e a gente se beijava sem perder o ritmo, fomos acelerando mais, e eu falei pra ela esperar que ainda não queria gozar, ela parou e eu tirei ela de cima de mim, falei que tinha adorado a bunda dela, pra ela ficar de quatro, ela disse que por ali não, e eu falei que não era aquilo que eu queria, coloquei ela de quatro e beijei devagar a bunda dela, arranhava e passava a mão na frente pra sentir a umidade dela, devagar me aproximei e me soltei de novo, a gente se movia no mesmo ritmo, tudo foi acelerando, os barulhos aumentaram, e o calor crescia, a gente já tava quase gritando quando ela falou pra eu não tirar, que não tinha problema, isso me excitou mais ainda, segurei ela firme pela cintura apertando a pele dela e a gente se moveu muito rápido, senti quando gozei, quando me esvaziei, mas não parei de me mexer, ela, ao sentir, tentou se levantar um pouco, e eu senti como Eu batia meu pau nas paredes dela, ela se mexia mais rápido e eu já nem reagia de tanto prazer que aquilo me dava. Aí ela parou, sem fazer um único barulho. Eu não sabia o que tava rolando, até sentir ela me puxar pelo cabelo, com o braço dela pra trás. Ela me deu um tranco e sussurrou: "morde devagar". Eu obedeci, e a cada metida ela tremia. Aí senti algo começando a escorrer — ela também tinha gozado, e tava sorrindo. Ficou imóvel por uns segundos, depois se jogou na cama e pediu pra eu abraçar ela. Ficamos assim a noite toda. No dia seguinte, cada um foi pro trampo. Combinamos de nos ver em breve, e ela prometeu que na próxima visita a gente faria algo especial. Ainda tô esperando essa data.
Acontece que, por causa do meu trabalho, eu ia viajar pra cidade dela, então avisei pra ver se a gente comia algo ou tomava uma cerveja. No fim, ela topou, e, como sempre, a danada me zuou, kkkk, falando que por causa da minha idade eu não aguentava a bebedeira — e vocês já sabem das piadas que a gente vai encarando com a idade, kkkkkkkk.
Resumindo: depois do meu primeiro turno de trabalho por lá, combinamos de nos encontrar numa praça pra ir ao cinema e depois tomar uma cerveja. Eu fui como sempre, de calça social e camisa sem gravata, igual no escritório todo dia. Quando vi ela chegando, não aaaaaa, tava uma gostosa! Ela vestia um daqueles vestidos de gabardina que parecem jaleco, na cor vinho, com um cinto do mesmo material marcando a cintura, deixando ela com um shape UAU. O vestido sem meia, destacando as pernas bem torneadas, deliciosas, compridas, finas, mas com um formato de se admirar. Uns sapatos de verniz na mesma cor do vestido, abertos na ponta, mostrando uns pés perfeitamente cuidados, com as unhas pintadas de um jeito provocante. A cor da pele dela combinava perfeitamente com a roupa, morena clara, com os olhos castanhos e aquele sorriso que ilumina o rosto. Bom, no fim, ela sorri e morde os lábios. É uma pessoa que contagia com a alegria, uma coquete sem frescura, daquele tipo de gente com quem você pode ficar em total silêncio e não se entediar.
Passamos pra comprar os ingressos enquanto colocávamos a conversa em dia sobre nossas vidas — vocês sabem, estudos, família, filhos e tal. Me deu vontade de ver um filme daqueles de comédia americana, dos mais Simples assim. Fazia tempo que não ria de besteira e tava precisando, nunca é demais dar uma risada. O filme ia rolando com umas bobagens e a gente ria que nem criança. A verdade é que eu tava tão besta que a risada era incontrolável. Pelo menos você ria daquelas situações tão viajadas que nunca rolariam na vida real.
No meio do filme, começamos a brincar num tom mais pesado, zoando nossos corpos e fazendo comentários sacanas sobre o filme. Depois passamos a contar as besteiras que a gente fazia quando era mais novo, em que lugares loucos a gente tinha feito e tal. Aí chegamos nas apostas pra ver quem se atrevia, nessa idade, a fazer umas idiotices, e começamos a nos desafiar. O clássico do cinema: subir os pés na poltrona da frente sem levar bronca. Falei que durava 5 minutos e ela disse que não. Aí falei que se eu aguentasse 5 minutos sem ninguém falar nada, ela teria que me pagar com um favor sexual. A risada foi alta, mas aceitamos jogar pesado. Subi os pés e começamos a contar o tempo. Faltavam 4 minutos e 50 segundos quando ela falou: "Putz, já era". Eu ri e falei: "É brincadeira, se não quiser, a gente deixa como jogo". E ela respondeu: "Imagina, agora a gente aguenta". E me perguntou o que eu queria de pagamento. Falei que queria conhecer os peitos dela, e ela corou. Eu morri de rir e falei que a gente tinha combinado favores sexuais. Ela riu, ficou vermelha e disse: "Tá bom, dívida de jogo é dívida de honra". Eu ri, mas a ansiedade me consumia. Claro que eu devia perdoar a dívida, mas é claro que queria cobrar. Quando senti, ela pegou minha mão e levou até o peito dela. Senti um seio quente, gostoso, totalmente manejável, cabia perfeito na minha mão. Adorei sentir, mas perguntei por que ela não tinha só mostrado. Ela respondeu num tom de "não seja bobo": "Imagina, vou tirar eles aqui? Além do mais, você se deu melhor" e soltou a risada.
"Tá bom", falei, "ganhei mais do que pedi". A gente tava na brincadeira, mas o calor começou a subir. Falei: "Agora é sua vez". sorrindo, me disse que não lhe vinha nada à cabeça, falou que essa aposta era diferente, que se tirasse a tanga e ficasse sem ela 30 minutos sem reclamar, então pediria um favor meu. Eu aceitei, mas avisei que não ia ser fácil, porque ficar sem calcinha meia hora qualquer um consegue. Ela topou, e então eu mandei ela tirar a tanga e colocar no bolso da minha camisa. Ela riu, mas fez isso. Aí eu sentei pra ver o filme, e ela lá, fingindo que nada, mas cheia de dúvida e nervoso. Depois de 5 minutos, quando notei que ela tava mais confiante, falei que já tinha me entediado com o filme e que a gente fosse pegar uma cerveja. Mais uma gargalhada, e o rosto dela ficou vermelho. Pensei que na hora ela fosse desistir e pedir a tanga de volta, mas não foi assim. Saímos do cinema e caminhamos pela praça. Segurei a mão dela pra não deixar o nervosismo tomar conta, mas eu, filho da puta, falei que queria dar uma olhada na praça. Ela disse que sim, mas ria de nervoso. A gente andava, e eu, como se nada, parava ela nas vitrines pra babar nas coisas. A ideia era deixar ela sem calcinha ou fazê-la se desesperar e pedir de volta, assim ela perderia e aí a gente via como fazer ela pagar. Nisso, vi as escadas e falei: "Vamos lá em cima". Ela apertou minha mão e riu alto de novo, nervosa. Eu disse: "Se não quiser, tudo bem". Ela respondeu que só tava se dando coragem porque não gostava de perder. Fomos pra escada, e vi que ela ficou vermelha. Ela passou um pouco reto, e foi quando pensei que já tinha ganhado. Mas aí percebi meu erro: ela foi pras escadas rolantes pra dar mais emoção à aposta. Então ela falou: "Me dá 5 degraus de vantagem". E começou a subir. Virei e vi a bunda redonda e gostosa dela, firme, se mexendo no ritmo dos passos, subindo os degraus um por um com malícia, me deixando ver o que o vestido escondia e ao mesmo tempo tapando pra ninguém mais ver. Lá íamos nós subindo na praça, e eu olhava por baixo do vestido de gabardina dela. Que bom que era vinho, porque deixava ver o branco da pele dela. pele e o rosadinho da buceta dela, terminamos de subir depois de 22 minutos do início da aposta, e eu disse que os outros 8 podiam ser perdoados porque o que ela acabou de fazer foi muito mais do que eu imaginava que ela faria. A gente se aproximou de um banheiro e eu entreguei a calcinha fio-dental dela, ela entrou dando risada e saiu na hora depois de ter colocado de novo. Eu disse que ela tinha perdido, e ela respondeu que eu não a conhecia. Foi tão excitante o momento que comecei a ter uma ereção leve, mas totalmente tesuda, de perigo e emoção. Comentei com ela, e ela riu de novo alto, com aquela energia que é a marca registrada dela. Falei: "Então vamos pegar a cerveja?" e ela disse que sim, que conhecia um billar onde o clima era bom e onde se bebia uma boa cerveja de chope. Aceitei de boa e a gente entrou num táxi. Perguntei o que ela ia pedir, e ela só sorria. Disse que estava pensando porque tinha ganhado e bem. Eu ri e falei: "Claro que você ganhou e bem, nunca esperava tanto." Ela riu de novo e me deu um beijo carinhoso na bochecha, de menina inocente. Me tirou do sério, me emocionou e fez eu ficar duro que nem um touro. Como era possível ela se fazer de boazinha depois do que acabou de fazer?
Eu me sentei de lado no táxi, e ela percebeu. Olhou pro meu volume de canto de olho e riu de novo. Aquela risada começava a me deixar muito ardente. Chegamos numa avenida já com pouco trânsito, mas com um billar grande, cheio de letreiros de neon. Entramos e ela disse que gostava de jogar sinuca. Aceitei na boa, falando que carambola não é meu forte, só a de bolso. Ela soltou a gargalhada que já me deixava louco de ouvir, e nos deram o estojo com as bolas, o triângulo e dois giz. Ela disse que as melhores mesas ficavam em cima. Subimos dois andares e chegamos numa área grande com 3 mesas espalhadas, com o espaço bem confortável, uma espécie de privê, mas pra sinuca. Perguntei o que ela queria jogar, e ela disse que aqui é que vinha o interessante: em vez de pagar, eu ia topar um jogo que ela tinha em mente. A gente ia competir por pontos corridos. as 15 bolas tinham que entrar da 1 em diante em perfeita ordem, eu disse que isso estava bom, mas cadê o interessante, ela riu de novo e eu não me segurei mais, ajustei o pau que já começava a soltar líquido.
Ela disse com um sorriso e umas bochechas vermelhas de nervoso que pra cada ponto que cada um acertasse, o outro daria uma lambida lenta nos genitais, sorri e aceitei de bom grado, pegamos um taco cada um, começamos a jogar, ela meteu a bola 1, e perguntei se cobrava por bola ou no final da contagem, ela pensou uns segundos e disse espera, foi ao banheiro, e voltou rápido com algo na mão, colocou de novo a calcinha fio dental na minha bolsa e disse por bola, e sentou na borda da mesa esperando. Eu me abaixei já com uma ereção tremenda e pensei, se controla, isso tem que ser devagar, e então, levantei um pouco as pernas dela e passei minha língua do períneo até o púbis dela devagar, sentindo o gosto e fazendo as pausas necessárias, ela disse que assim tava bom, desceu da mesa e acariciou meu pau por cima da calça e disse que esperava que eu logo metesse bola. Começamos a perseguir a bola 2, já era mais nervosismo porque ninguém conseguia meter nada, as bolas começaram a se mexer e a atrapalhar as caçapas, e minha ereção começava a sumir, mas a excitação continuava pela vontade de marcar alguns pontos. Num golpe de sorte, acertei a bola 2, e ela empurrou a 11, entrando as duas juntas, soltei uma gargalhada e ela outra e disse fazer o quê, pagar. Ela deu um gole na cerveja, me sentou na borda da mesa, abriu meu cinto, desabotoou minha calça, e antes de tirar qualquer coisa disse essa vai por minha conta, e se abaixou pra puxar minha cueca com os dentes sem usar as mãos, meu pau roçava no rosto dela, nos lábios e em tudo enquanto ela manobrava, e eu tava louco. Finalmente libertou ele e começou a pagar os 13 pontos. Três passadas lentas com a língua na minha glande me fizeram sentir mais tesão do que nunca, e ela disse que não colocasse as mãos, obedeci e ela baixou mais minha roupa, liberando minhas bolas. A próxima passada foi da base até a glande, ela lambia em volta como se fosse caramelo. Terminou e eu estava de olhos fechados, senti ela me cobrir de novo com minha roupa e sair de salto alto. Aquela atitude me deixava mais excitado que tudo. Era a vez dela jogar. Ela mirou a bola 3 e, ao tentar encaçapá-la, acertou a 15 primeiro. Virou e disse: "A intenção é o que conta". Eu ri, ela subiu na mesa e falou que queria os 15 mais lentos que o primeiro. Comecei a pagar, cada passada levava pelo menos 7 segundos, devagar, saboreando. Já estávamos muito excitados quando ela disse: "Vamos vazar daqui". Ajeitamos a roupa e trocamos um beijo, apalpei os peitos dela de novo e fomos pagar. Pegamos outro táxi e fomos para um hotel. No táxi, já estávamos nos tocando inteiros e nos beijando do jeito mais louco possível. Não aguentava mais, queria sentir toda a pele dela. Paguei o táxi e descemos. Pedi um quarto e fomos rápidos, já estávamos prontos para tudo. Entramos e, ao fechar a porta, ela tirou o cinto e desabotoou o vestido. Estava nua por baixo, um corpo gostoso pra caralho. Ela se encolheu e disse que não era mais a mesma. Eu falei que isso não importava, que o que nos levou até ali era o tesão que sentíamos um pelo outro. Tirei a roupa e fomos para a cama. Nos beijamos e nos acariciamos devagar e gostoso, sentia cada palmo da pele dela e o cheiro. Quando cheguei na buceta dela, parei. Tinha um leve cheiro de cerveja que me fez rir e me deixou ainda mais excitado, porque lembrava como ela tinha se comportado no bilhar. Me ajoelhei, levantei as pernas dela, deixando-a quase sustentada só pela cabeça, e vi de frente, com toda a luz, aquela buceta rosada, lisinha, gostosa, molhada, que pedia aos berros para ser comida. Dei um beijo nela e repeti a ação devagar, do períneo até o púbis, uma e outra vez. As pernas dela tremiam cada vez que eu passava pelo clitóris. e ela me dizia pra não fazê-la sofrer daquele jeito, eu falei pra me deixar fazer do meu jeito, que era melhor ela pegar no meu pau, e ela colocou na palma da mão, naquela posição desconfortável que eu a deixei, começou a fazer movimentos lentos e quando chegava na cabeça, esfregava com um dedo, ficou mais duro do que já tava e aí eu acelerei o ritmo do que eu tava fazendo, já não aguentava mais, minha língua começou a percorrer a buceta dela, as pernas dela e aos poucos fui descendo, subindo até chegar naqueles peitos deliciosos, de chocolate, aqueles bicos escuros que eu adorei desde a primeira vez que toquei no cinema, esfreguei devagar, com calma, e chupava, subia e beijava ela e voltava pros peitos dela, deitei do lado dela e fiquei esfregando a buceta dela, e ela a minha, depois de beijos e carícias pedi pra ela subir, ela topou, com um sorriso e um beijo no meu nariz, sentou na minha barriga e se levantou o suficiente pra se ajeitar, não deixei ela chegar, já não aguentava, me soltei com tudo dentro dela, e quando senti o calor, tremi, era perfeito, quente e molhado, começamos a nos mover devagar, enquanto eu esfregava os peitos dela e ela sorria pra mim, se abaixava e a gente se beijava sem perder o ritmo, fomos acelerando mais, e eu falei pra ela esperar que ainda não queria gozar, ela parou e eu tirei ela de cima de mim, falei que tinha adorado a bunda dela, pra ela ficar de quatro, ela disse que por ali não, e eu falei que não era aquilo que eu queria, coloquei ela de quatro e beijei devagar a bunda dela, arranhava e passava a mão na frente pra sentir a umidade dela, devagar me aproximei e me soltei de novo, a gente se movia no mesmo ritmo, tudo foi acelerando, os barulhos aumentaram, e o calor crescia, a gente já tava quase gritando quando ela falou pra eu não tirar, que não tinha problema, isso me excitou mais ainda, segurei ela firme pela cintura apertando a pele dela e a gente se moveu muito rápido, senti quando gozei, quando me esvaziei, mas não parei de me mexer, ela, ao sentir, tentou se levantar um pouco, e eu senti como Eu batia meu pau nas paredes dela, ela se mexia mais rápido e eu já nem reagia de tanto prazer que aquilo me dava. Aí ela parou, sem fazer um único barulho. Eu não sabia o que tava rolando, até sentir ela me puxar pelo cabelo, com o braço dela pra trás. Ela me deu um tranco e sussurrou: "morde devagar". Eu obedeci, e a cada metida ela tremia. Aí senti algo começando a escorrer — ela também tinha gozado, e tava sorrindo. Ficou imóvel por uns segundos, depois se jogou na cama e pediu pra eu abraçar ela. Ficamos assim a noite toda. No dia seguinte, cada um foi pro trampo. Combinamos de nos ver em breve, e ela prometeu que na próxima visita a gente faria algo especial. Ainda tô esperando essa data.
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