hora 8
Chegamos, diz meu dono me mostrando minha suposta casa
Ele sai do carro e abre a porta pra mim
Desce, princesa, ele diz
Eu obedeço
Sabe, amanhã é capaz daqueles homens do parque virem e fazerem qualquer coisa com você, diz meu dono
Dono, uma pergunta, eu falo
Como ousa me perguntar algo, puta?, diz meu dono me puxando pelo cabelo
Vai, me pergunta, ele diz enquanto me arrasta pelo cabelo até o prédio
Depois desse horário, o que vou fazer? - pergunto
Depois das oito da noite, você obedece ao seu verdadeiro dono - ele diz
Meu verdadeiro dono? E quem é?, pergunto
Você vai conhecê-lo daqui a uma hora. Até lá, eu sou seu dono, entendeu, puta?, pergunta irritado
Sim, dono, respondo
Ele solta meu cabelo e me manda entrar no prédio
Eu entro
Não tem nenhum homem no lugar. Parece que todos já foram "atendidos"
Quero que entre naquele quarto, diz meu dono apontando pra uma porta verde
Vou até lá e entro
Tem muitas cordas. Parecem instrumentos de tortura
Tira toda a roupa, diz meu dono entrando e fechando a porta
Começo a tirar tudo, mas meu dono me para quando estou prestes a tirar a meia-calça
Deixa ela, ele diz
Agora sobe na mesa, ele fala de novo
Eu obedeço
Fica de quatro, ordena meu dono ligando a câmera
Fico de quatro e deixo a câmera gravar minha bunda enorme
Fica assim, já volto, ordena meu dono deixando a câmera me gravando
Ele volta em meio minuto com um balde de metal
O que é isso, dono?, pergunto intrigada
Meu dono me puxa pelo cabelo
O que eu te falei sobre perguntar, puta?, grita meu dono
Me desculpa, imploro
Meu dono tira algo do balde e aproxima do meu rosto
Come, hotel, ele diz
Na mão dele tem minhocas vivas
Mas, dono, eu falo
Não vai fazer? - ele pergunta
Eu abro minha boca pra ele colocar
Meu dono enfia tudo que tem na mão na minha boca e a fecha
Não quero que engula, nem que morda, nem que cuspa, ele diz
Eu concordo com a cabeça
Agora vamos pra bunda e pra buceta, ele diz
Ele começa a abrir minhas nádegas depois ele enfia os dedos no meu cu até deixar bem aberto. Aí enfia um tubo pra não fechar, e mete um monte de vermes nojentos no meu bum
Não me sinto bem... os vermes se mexem e me dão uma sensação nada agradável
Agora com sua bucetinha, diz meu amo enfiando um tampão no meu cu pra não deixar os vermes escaparem
Ele enfia a pica de uma vez na minha buceta pra abrir ela, e eu quase grito, mas me seguro pra não deixar os vermes saírem da minha boca
Ele bombeia umas quantas vezes até minha buceta ficar bem aberta, e aí me vira. Abre minhas pernas, enfia o mesmo tubo que enfiou no meu cu, e mete um monte de vermes
Depois tapa minha bucetinha com fita adesiva
Quero que você se segure pra não tirar eles por meia hora, ordena meu amo
Meia hora?, penso eu
Se aguentar, vou mandar te promoverem de nível. Senão, vou fazer te rebaixarem pro nível 3
Meu amo me coloca de quatro de novo, e grava tudo
Olha como seu cu se contorce, diz meu amo gravando a cena toda
Ele move a câmera pra minha boca
Abre, ordena
Eu abro mostrando todos aqueles vermes
Você é uma puta completa, diz meu amo
Passa a meia hora e eu tô quase explodindo
Beleza, terminamos, diz meu amo tirando o tampão do meu cu e a fita da minha buceta
Não cospe eles, ele me ordena
Não entendo o que ele pretende fazer
Meu amo abaixa as calças, e vai enfiar a pica dele na minha buceta cheia de vermes
Ele enfia de uma vez. Começa a bombar. Alguns vermes saem. Outros vão mais pra dentro.
Tira a pica da minha buceta e enfia no meu cu. Tudo é tão nojento
Ele começa a bombar meu cu por um minuto, e aí tira a pica da minha bunda
Vem direto pra minha boca e manda eu abrir
Eu abro, e ele enfia
Começa a foder minha boca, fazendo eu engolir a maioria dos vermes
Aí goza na minha boca, e termina de gravar
Amo, não me sinto bem, eu digo
Então caga e mija, diz meu amo
Posso ir ao banheiro?, pergunto
Vai lá — Pode, diz ele.
Levanto, mas mal consigo andar. Minha barriga tá doendo pra caralho.
Tô quase chegando na porta, quando meu amo prende a coleira de novo.
— Se conseguir chegar, é todo seu — ele diz.
Tento puxar, mas não consigo mover meu amo nem um centímetro.
— Não aguento — falo.
— Se quiser, caga aqui, mas se fizer, vou postar o vídeo na internet.
— Amo, pelo amor, fiz tudo que você quis — imploro.
Meu amo se compadece e tira minha coleira.
— Sobe na mesa, vai cagar aí — ele diz, pegando a câmera.
— Vai me gravar? — pergunto.
— O que eu falei sobre perguntas, sua puta maldita? — grita meu amo, puxando meu cabelo com força.
— Amo, perdão — suplico.
Meu amo me solta e filma minha bunda prestes a cagar.
Cago e mijo, tudo cheio de vermes. Uma merda completa.
— Eu mandaria você comer, mas já te fiz um monte de coisas hoje, então vou embora — diz meu amo, me deixando sozinha no quarto.
Fico ali um minuto, e chega a mulher do chicote.
— Me segue, vamos ver o amo — ela fala.
Próximo capítulo: o amo
Chegamos, diz meu dono me mostrando minha suposta casa
Ele sai do carro e abre a porta pra mim
Desce, princesa, ele diz
Eu obedeço
Sabe, amanhã é capaz daqueles homens do parque virem e fazerem qualquer coisa com você, diz meu dono
Dono, uma pergunta, eu falo
Como ousa me perguntar algo, puta?, diz meu dono me puxando pelo cabelo
Vai, me pergunta, ele diz enquanto me arrasta pelo cabelo até o prédio
Depois desse horário, o que vou fazer? - pergunto
Depois das oito da noite, você obedece ao seu verdadeiro dono - ele diz
Meu verdadeiro dono? E quem é?, pergunto
Você vai conhecê-lo daqui a uma hora. Até lá, eu sou seu dono, entendeu, puta?, pergunta irritado
Sim, dono, respondo
Ele solta meu cabelo e me manda entrar no prédio
Eu entro
Não tem nenhum homem no lugar. Parece que todos já foram "atendidos"
Quero que entre naquele quarto, diz meu dono apontando pra uma porta verde
Vou até lá e entro
Tem muitas cordas. Parecem instrumentos de tortura
Tira toda a roupa, diz meu dono entrando e fechando a porta
Começo a tirar tudo, mas meu dono me para quando estou prestes a tirar a meia-calça
Deixa ela, ele diz
Agora sobe na mesa, ele fala de novo
Eu obedeço
Fica de quatro, ordena meu dono ligando a câmera
Fico de quatro e deixo a câmera gravar minha bunda enorme
Fica assim, já volto, ordena meu dono deixando a câmera me gravando
Ele volta em meio minuto com um balde de metal
O que é isso, dono?, pergunto intrigada
Meu dono me puxa pelo cabelo
O que eu te falei sobre perguntar, puta?, grita meu dono
Me desculpa, imploro
Meu dono tira algo do balde e aproxima do meu rosto
Come, hotel, ele diz
Na mão dele tem minhocas vivas
Mas, dono, eu falo
Não vai fazer? - ele pergunta
Eu abro minha boca pra ele colocar
Meu dono enfia tudo que tem na mão na minha boca e a fecha
Não quero que engula, nem que morda, nem que cuspa, ele diz
Eu concordo com a cabeça
Agora vamos pra bunda e pra buceta, ele diz
Ele começa a abrir minhas nádegas depois ele enfia os dedos no meu cu até deixar bem aberto. Aí enfia um tubo pra não fechar, e mete um monte de vermes nojentos no meu bum
Não me sinto bem... os vermes se mexem e me dão uma sensação nada agradável
Agora com sua bucetinha, diz meu amo enfiando um tampão no meu cu pra não deixar os vermes escaparem
Ele enfia a pica de uma vez na minha buceta pra abrir ela, e eu quase grito, mas me seguro pra não deixar os vermes saírem da minha boca
Ele bombeia umas quantas vezes até minha buceta ficar bem aberta, e aí me vira. Abre minhas pernas, enfia o mesmo tubo que enfiou no meu cu, e mete um monte de vermes
Depois tapa minha bucetinha com fita adesiva
Quero que você se segure pra não tirar eles por meia hora, ordena meu amo
Meia hora?, penso eu
Se aguentar, vou mandar te promoverem de nível. Senão, vou fazer te rebaixarem pro nível 3
Meu amo me coloca de quatro de novo, e grava tudo
Olha como seu cu se contorce, diz meu amo gravando a cena toda
Ele move a câmera pra minha boca
Abre, ordena
Eu abro mostrando todos aqueles vermes
Você é uma puta completa, diz meu amo
Passa a meia hora e eu tô quase explodindo
Beleza, terminamos, diz meu amo tirando o tampão do meu cu e a fita da minha buceta
Não cospe eles, ele me ordena
Não entendo o que ele pretende fazer
Meu amo abaixa as calças, e vai enfiar a pica dele na minha buceta cheia de vermes
Ele enfia de uma vez. Começa a bombar. Alguns vermes saem. Outros vão mais pra dentro.
Tira a pica da minha buceta e enfia no meu cu. Tudo é tão nojento
Ele começa a bombar meu cu por um minuto, e aí tira a pica da minha bunda
Vem direto pra minha boca e manda eu abrir
Eu abro, e ele enfia
Começa a foder minha boca, fazendo eu engolir a maioria dos vermes
Aí goza na minha boca, e termina de gravar
Amo, não me sinto bem, eu digo
Então caga e mija, diz meu amo
Posso ir ao banheiro?, pergunto
Vai lá — Pode, diz ele.
Levanto, mas mal consigo andar. Minha barriga tá doendo pra caralho.
Tô quase chegando na porta, quando meu amo prende a coleira de novo.
— Se conseguir chegar, é todo seu — ele diz.
Tento puxar, mas não consigo mover meu amo nem um centímetro.
— Não aguento — falo.
— Se quiser, caga aqui, mas se fizer, vou postar o vídeo na internet.
— Amo, pelo amor, fiz tudo que você quis — imploro.
Meu amo se compadece e tira minha coleira.
— Sobe na mesa, vai cagar aí — ele diz, pegando a câmera.
— Vai me gravar? — pergunto.
— O que eu falei sobre perguntas, sua puta maldita? — grita meu amo, puxando meu cabelo com força.
— Amo, perdão — suplico.
Meu amo me solta e filma minha bunda prestes a cagar.
Cago e mijo, tudo cheio de vermes. Uma merda completa.
— Eu mandaria você comer, mas já te fiz um monte de coisas hoje, então vou embora — diz meu amo, me deixando sozinha no quarto.
Fico ali um minuto, e chega a mulher do chicote.
— Me segue, vamos ver o amo — ela fala.
Próximo capítulo: o amo
10 comentários - Meu conto erótico: escrava sexual