Meu casamento foi por quase 20 anos um oásis de paz e felicidade. Meu homem durante esse tempo não me deixou faltar as duas coisas mais importantes pra manter um bom casamento: dinheiro e sexo. Durante todo esse tempo, a gente manteve uma relação sexual assídua, umas 4 vezes por semana no mínimo, com só umas duas brigas. Essas brigas foram por causa do interesse dele em me penetrar analmente, situação que nunca permiti, deixando ele só "brincar" com os dedos no meu buraquinho, mas não com o pau dele. Mas de repente isso começou a diminuir até virar uma vez por semana, e essa vez parecia que era por obrigação. Essa mudança de atitude me fez suspeitar que tinha "outra", e por isso comecei a investigar.
Essa investigação é a origem desse relato.
Estacionei o carro a uma quadra do escritório do meu marido. Entrei no bar charmoso que fica no local e que dá pra vigiar a entrada sem chamar atenção. Na porta, estava estacionado o carro do meu marido. Pedi um café duplo, paguei e me preparei pra esperar, com a "câmera fotográfica" na mão, a saída do meu esposo.
19h25 – Apareceu a figura do meu marido na porta, junto com a secretária dele, uma morena muito bem vestida e 10 anos mais nova que eu, ou seja, 15 anos mais nova que meu marido. Assim que saíram na rua, foram direto pro carro dele. Ele abriu o celular e discou.
Meu celular tocou estrondosamente, me assustando. Atendi.
- Oi, meu amor... como cê tá?
- Oi, querido... bem, obrigada, e você?
- Bem... olha, te liguei pra avisar que não me espere cedo... surgiu uma reunião de última hora com uns executivos, e você sabe como é...
- Tá bom, querido... fica tranquilo...
- Tchau, meu amor... beijos
- Valeu, igual...
Enquanto falava, saí na rua e chamei um táxi. O taxista esperou eu terminar a conversa pra eu dar o endereço.
- Vamos seguir aquele carro ali. negro...
- O toyota?
- Esse...
- Dona, não vai ter tiro, né?..
- Fica tranquila... vou seguir meu marido pra ver se é verdade que ele vai pra uma reunião...
- Entendo..
- Por favor, com toda discrição, pode ser?
- Dona, a senhora contratou o melhor detetive taxista...
Tentei esboçar um sorriso, mas imagino que só consegui uma careta... O carro do meu marido seguiu pra uma avenida e, por ela, desembocou na autoestrada oeste. Depois de meia hora, pegou uma saída pra via coletora e, por ela, entrou num motel...
Ao passar, minha câmera fez um belo trabalho... Mas meu estômago revirou e minha mente se encheu de fúria...
- O filho da puta tá me traindo com a secretária... Porco machista... - e tive uma crise de nervos.
O jovem taxista, um rapaz de uns 24 anos, tentou me consolar. Falava baixinho, tentando me fazer ver que não precisava me preocupar tanto... que era normal... que os homens são isso ou aquilo...
Por um momento, ele conseguiu me acalmar e eu o ouvi dizer...
- Vamos fazer uma coisa... Te convido pra um café! A senhora se acalma e eu levo onde quiser, depois que estiver tranquila...
- Preciso voltar pra onde você me pegou, deixei meu carro estacionado lá... mas antes aceito o café... preciso me acalmar e pensar com clareza... minha cabeça tá começando a doer de tanta raiva.
- Não é pra menos... mas já vai passar, se acalma que tudo vai ficar melhor..
- É... você tem razão... mas o filho da puta vai me pagar... logo com essa mosca-morta me engana... se fosse outro tipo de mulher... maldito seja... mil vezes maldito.
A raiva nublava meu entendimento. Eu tava cega de fúria. Não conseguia controlar meu ódio.
O motorista do táxi, muito educadamente, me levou até um barzinho onde descemos pra tomar o café.
Quando o garçom chegou com a bebida, o rapaz, muito gentil, me deu um comprimido. me dizendo
- Tome esta aspirina pra se acalmar...
- Obrigada, você é muito gentil... me desculpe pela situação...
- Não, senhora, por favor, imagina... é um prazer poder dar uma mão...
Tomei a aspirina. Enquanto conversávamos sobre como os fatos que me levaram a suspeitar tinham se desenrolado, contei tudo... Me sentia aliviada falando... estava como numa nuvem... falava, falava e falava sem nenhum controle e, pior, contava tudo pra um desconhecido...
- Você não faz ideia de como a gente comia aquele cretino... as sacanagens que a gente fazia...
- Não sei, mas tô começando a ter uma ideia... – o rapaz me respondeu.
E eu, cada vez mais excitada, relatava com todos os detalhes nossa relação sexual. Minha buceta tinha começado a molhar com a lembrança dessas coisas, mas eu não parava de contar minhas histórias...
- Acho que você já tá melhor – ele disse suavemente.
- É... já me sinto quase totalmente bem...
- Vem, vamos pro carro...
Me levantei a duras penas do banco. Meu corpo pesava uma tonelada, produto do relaxamento depois da raiva... O solícito me ajudou a chegar no veículo, mas em vez de me fazer sentar no lugar da passageira, me fez sentar do lado dele. Ajeitou o banco, reclinando um pouco pra trás, e me disse:
- Entra... fica confortável e relaxa, você vai ficar bem...
- É, obrigada... – minha cabeça estava meio nublada e eu agia com bastante atraso... meio entorpecida...
Ele subiu no carro e deu partida, nos afastando do lugar. Solucei de impotência diante do que estava acontecendo comigo. Ele apoiou a mão no meu joelho enquanto dizia:
- Lá vem a tristeza de novo... calma...
Sem perceber o que rolava, envolta em lágrimas, ele estacionou na calçada. A mão dele subiu pela minha coxa enquanto, com a outra, levantava meu rosto e apertava meus lábios contra os dele. Por um instante, não consegui reagir. Quando finalmente esbocei reação a mão dele tinha se enfiado por baixo da minha calcinha e acariciava sem pudor nenhum a minha buceta, me causando umas ondas de prazer do caralho, e a outra amassava meus peitos por baixo do sutiã, beliscando e apertando meus bicos... A língua dele tinha invadido as defesas da minha boca e brincava de se enroscar na minha num papo infernalmente apaixonado.
- Vamos pra outro lugar!
- Sim – respondi num suspiro
Sem parar de acariciar minha buceta com a mão direita, ele dirigiu o carro por um tempinho. De olhos fechados, aproveitando a carícia, nem vi onde a gente tava.
Ele parou o carro. Parou de me acariciar por uns minutos. Abriu a porta do meu lado e me levou até o quarto. Na penumbra do cômodo, me puxou até a cama, onde meu corpo caiu totalmente pelado. Ele enfiou o rosto entre minhas pernas e suas carícias, chupões, lambidas e dedos, junto com a puta necessidade de sexo e a excitação que me dominava, fizeram eu gozar pela primeira vez...
- To gozando...vou gozar...uuuhhhhhh...aaahhh...
Ele, dominando a situação, subiu devagar até meu rosto, levantando minhas pernas nos ombros dele... Essa posição deixou minha buceta toda entregue.
Os lábios dele tomaram conta dos meus e eu senti o pau dele chegar na entrada da minha buceta. Enorme, duro, cabeçudo e poderoso, ele forçou a entrada pra dentro de mim, esfregando com força as paredes internas.
- Hhuuummm... É gran..de.. bebê...
- Sim, mamãe, é bem grande... e você vai comer ele todinho...
- É?...Tudinho?..
- Siiiim, mamãe! Tudinho!...
- Uuuuyyyy...bebê... de..va..gar... é muito... grandão...
É, o tamanho do que tava entrando no meu cuzinho era descomunal, tava me "partindo" em dois, me causando umas ondas enormes de prazer que ecoavam pelo corpo inteiro, me fazendo flutuar e voar sem controle. Sem querer, meu corpo se arqueava, minhas pernas se abriam ainda mais. mais e o “pedaço” se enterrava dentro de mim provocando reações novas e mais intensas de prazer...
- Não aguento mais... vou gozar... vou... voooouuuuu... zzzzzaaaaaaaaahhhhhhhuuuuaaauuu...
- Goza! Goza, puta! Toma essa pica...! Puta arrombada!
- Siiim... me dá... me dá....
Os insultos dele, em vez de me irritar, me excitavam e me incitavam ainda mais... A pica dele entrava e saía levando meu corpo e minha mente ao ápice do prazer... Eu sentia ele entrando e saindo do meu corpo e todo o meu ser vibrava enlouquecido, sem controle...
Não sei quanto tempo durou tudo aquilo, nem quantas vezes meu corpo explodiu de prazer. O fluxo vaginal escorria por toda a fenda da bunda e molhava o lençol. Eu estava toda molhada. Aproveitando minha entrega total, ele me fez virar de bruços.
- Vou te comer por trás...
- Siiim, meu amorzinho
Meu marido costumava me colocar na mesma posição. Ele adorava penetrar meu cuzinho por trás enquanto os dedos dele brincavam com meu ânus... e nem preciso dizer que eu ficava louca pra ser comida desse jeito. Por isso não me opus, pelo contrário, arrumei o travesseiro de um jeito que, por mais forte que fosse a estocada, meu corpo não cedesse um centímetro. Ele me segurou pela cintura, apoiou a cabeçuda na entrada e foi enterrando devagar...
A entrada dele na minha buceta me fazia tremer. Meu corpo inteiro vibrava com as dimensões enormes do pedaço que estava esfregando as paredes internas... e eu, totalmente entregue, levantava a bunda jogando minha “bucetinha” pra trás pra ser totalmente perfurada...
- Uuuuhhhhh... que... grandona... que você tem... bebê
- Sim, mamãe, bem grandona...
- Me dá... ela todaaaaa... yyyyyy
O pedaço dele se enterrou fundo no meu corpo, mas percebi que não era “toda”. Ele sabia até onde podia entrar sem causar dor e tinha enterrado até ali.
Começou uma bombada lenta e firme que logo me levou de volta às nuvens. Vibrando sem controle, meu corpo saltava de um orgasmo pra outro rapidamente, Violenta e esmagadora... Enquanto o pau dela provocava essas reações, os dedos não paravam de "brincar" com o buraco do meu cu. Entravam, saíam, se mexiam lá dentro, primeiro foi um, depois eram dois. Totalmente encharcada com meus próprios fluidos, eu tava completamente entregue, gozando e gozando sem parar...
- Neném!... tô gooozandooo....aaaahhhhhh......que prazeeeerrrr...hhuuuummmmmm
Acabei de gozar aquele orgasmo quando ele tirou aquele pedaço enorme de dentro de mim e, sem dizer uma palavra, levou ele até a porta do meu cu, tirou os dedos e apertou com força no meu buraquinho.
O fato de eu estar totalmente entregue, relaxada depois do orgasmo recente, lubrificada e amolecida pelos dedos dele fez com que, num instante fugaz, a cabeça do pau, rompendo totalmente o orifício anal, se enfiasse lá dentro.
Meu berro não foi um grito de dor, mas um urro, e foi abafado pelo travesseiro que ele, inteligentemente, apertou contra meu rosto no momento da penetração.
Meu corpo tremeu com a agressão brutal que tava sofrendo. Tentei fechar a passagem apertando a bunda, mas foi em vão. Num mar de lágrimas e envolta numa dor terrível, senti lenta e sem pausa o membro enorme que me sodomizava se enterrar nas profundezas do meu corpo, rompendo, empurrando e abrindo tudo pelo caminho.
- yyyyiiiiiiii....uuuuuuaaaaaaaaaaayyyyyyy....hhiii..jjoooo deeeee....pppppuuuuuttaaaaaaaayyyyyyyyyyyyyy....meeeee....partiiiissssssttteeeeeee ellll oooorrrtttttttoooooo......aaaaaaaahhhhhhh....ssssaaaacccccaaaaammmmeeeeelllllaaaaa.... me dduueuueuueueuuuullllleeeeeee......uuuuuaaaaaaaggaagaggaghhhhhhh
Ignorando minhas expressões, lamentos, choro e gritos, ele continuou entrando, depois começou o vai e vem de sempre, arrancando novas amostras de dor. O tempo se prolongou, e ele sem parar seguia entrando e saindo lenta, mas firmemente, de dentro de mim. A dor, embora ainda persistisse, já não era tão forte quanto no começo. penetração.
- uuuuuhhhh....aahhhhhh.....uuuuhhhh...aaaahhhh...
Eu gemia cada vez que ele entrava ou saía. De repente, ele começou a acelerar o ritmo. Percebi que ele ia gozar dentro de mim e, num esforço supremo — “já que tudo estava feito” —, me relaxei, joguei meu corpo para trás e para cima, e entreguei totalmente minha buceta, permitindo que os últimos centímetros que estavam para fora, quando ele gozou e se apertou forte contra mim, entrassem fundo. Uma nova onda de dor me sacudiu quando aquele pedaço entrou, ajudando o líquido quente a se espalhar dentro de mim, me inundando por completo...
- Tomaaaa o leiteeee...
- Siiim... daaaaayyyymmeeeeee...aaayyyy...te...sientoooo....uuuuhhhhhmmmmm
Foi como se um raio tivesse nos atravessado. Caímos num estado de relaxamento e ficamos parados. Aquele momento não sei quanto durou, mas foi longo. Acordamos e ele ainda estava dentro do meu cu. Lentamente, foi saindo. Uma sensação estranha de frio, vazio, ausência... invadiu aquele lugar recém-ocupado.
- huuuummmmmm – gemi
- Cu lindo, gostosa... – ele disse, dando um tapa na minha bunda
Virei a cabeça e olhei para ele. Não sabia nem o nome dele, tinha o dobro da minha idade e, mesmo assim, tinha me destruído o cu. Durante todo o meu casamento, evitei ser “ajustada”, fui mesquinha, cuidei e mantive intacto. Tudo para que esse desconhecido me arrebentasse sem maiores problemas... Não conseguia entender o que tinha acontecido...
Ainda hoje não entendo o que me deu.
Só sei que não reclamei nada com meu marido sobre a traição. Aproveitei cada “reunião” que ele tinha com executivos para ter minha própria “reunião”. No começo, foi difícil, mas agora que meu buraco anal está alargado, gozo como uma louca. Ernesto, esse é o nome do taxista em questão, é um amante do sexo anal e, duas ou três vezes por semana, como ele diz, “mede meu óleo”.
Essa investigação é a origem desse relato.
Estacionei o carro a uma quadra do escritório do meu marido. Entrei no bar charmoso que fica no local e que dá pra vigiar a entrada sem chamar atenção. Na porta, estava estacionado o carro do meu marido. Pedi um café duplo, paguei e me preparei pra esperar, com a "câmera fotográfica" na mão, a saída do meu esposo.
19h25 – Apareceu a figura do meu marido na porta, junto com a secretária dele, uma morena muito bem vestida e 10 anos mais nova que eu, ou seja, 15 anos mais nova que meu marido. Assim que saíram na rua, foram direto pro carro dele. Ele abriu o celular e discou.
Meu celular tocou estrondosamente, me assustando. Atendi.
- Oi, meu amor... como cê tá?
- Oi, querido... bem, obrigada, e você?
- Bem... olha, te liguei pra avisar que não me espere cedo... surgiu uma reunião de última hora com uns executivos, e você sabe como é...
- Tá bom, querido... fica tranquilo...
- Tchau, meu amor... beijos
- Valeu, igual...
Enquanto falava, saí na rua e chamei um táxi. O taxista esperou eu terminar a conversa pra eu dar o endereço.
- Vamos seguir aquele carro ali. negro...
- O toyota?
- Esse...
- Dona, não vai ter tiro, né?..
- Fica tranquila... vou seguir meu marido pra ver se é verdade que ele vai pra uma reunião...
- Entendo..
- Por favor, com toda discrição, pode ser?
- Dona, a senhora contratou o melhor detetive taxista...
Tentei esboçar um sorriso, mas imagino que só consegui uma careta... O carro do meu marido seguiu pra uma avenida e, por ela, desembocou na autoestrada oeste. Depois de meia hora, pegou uma saída pra via coletora e, por ela, entrou num motel...
Ao passar, minha câmera fez um belo trabalho... Mas meu estômago revirou e minha mente se encheu de fúria...
- O filho da puta tá me traindo com a secretária... Porco machista... - e tive uma crise de nervos.
O jovem taxista, um rapaz de uns 24 anos, tentou me consolar. Falava baixinho, tentando me fazer ver que não precisava me preocupar tanto... que era normal... que os homens são isso ou aquilo...
Por um momento, ele conseguiu me acalmar e eu o ouvi dizer...
- Vamos fazer uma coisa... Te convido pra um café! A senhora se acalma e eu levo onde quiser, depois que estiver tranquila...
- Preciso voltar pra onde você me pegou, deixei meu carro estacionado lá... mas antes aceito o café... preciso me acalmar e pensar com clareza... minha cabeça tá começando a doer de tanta raiva.
- Não é pra menos... mas já vai passar, se acalma que tudo vai ficar melhor..
- É... você tem razão... mas o filho da puta vai me pagar... logo com essa mosca-morta me engana... se fosse outro tipo de mulher... maldito seja... mil vezes maldito.
A raiva nublava meu entendimento. Eu tava cega de fúria. Não conseguia controlar meu ódio.
O motorista do táxi, muito educadamente, me levou até um barzinho onde descemos pra tomar o café.
Quando o garçom chegou com a bebida, o rapaz, muito gentil, me deu um comprimido. me dizendo
- Tome esta aspirina pra se acalmar...
- Obrigada, você é muito gentil... me desculpe pela situação...
- Não, senhora, por favor, imagina... é um prazer poder dar uma mão...
Tomei a aspirina. Enquanto conversávamos sobre como os fatos que me levaram a suspeitar tinham se desenrolado, contei tudo... Me sentia aliviada falando... estava como numa nuvem... falava, falava e falava sem nenhum controle e, pior, contava tudo pra um desconhecido...
- Você não faz ideia de como a gente comia aquele cretino... as sacanagens que a gente fazia...
- Não sei, mas tô começando a ter uma ideia... – o rapaz me respondeu.
E eu, cada vez mais excitada, relatava com todos os detalhes nossa relação sexual. Minha buceta tinha começado a molhar com a lembrança dessas coisas, mas eu não parava de contar minhas histórias...
- Acho que você já tá melhor – ele disse suavemente.
- É... já me sinto quase totalmente bem...
- Vem, vamos pro carro...
Me levantei a duras penas do banco. Meu corpo pesava uma tonelada, produto do relaxamento depois da raiva... O solícito me ajudou a chegar no veículo, mas em vez de me fazer sentar no lugar da passageira, me fez sentar do lado dele. Ajeitou o banco, reclinando um pouco pra trás, e me disse:
- Entra... fica confortável e relaxa, você vai ficar bem...
- É, obrigada... – minha cabeça estava meio nublada e eu agia com bastante atraso... meio entorpecida...
Ele subiu no carro e deu partida, nos afastando do lugar. Solucei de impotência diante do que estava acontecendo comigo. Ele apoiou a mão no meu joelho enquanto dizia:
- Lá vem a tristeza de novo... calma...
Sem perceber o que rolava, envolta em lágrimas, ele estacionou na calçada. A mão dele subiu pela minha coxa enquanto, com a outra, levantava meu rosto e apertava meus lábios contra os dele. Por um instante, não consegui reagir. Quando finalmente esbocei reação a mão dele tinha se enfiado por baixo da minha calcinha e acariciava sem pudor nenhum a minha buceta, me causando umas ondas de prazer do caralho, e a outra amassava meus peitos por baixo do sutiã, beliscando e apertando meus bicos... A língua dele tinha invadido as defesas da minha boca e brincava de se enroscar na minha num papo infernalmente apaixonado.
- Vamos pra outro lugar!
- Sim – respondi num suspiro
Sem parar de acariciar minha buceta com a mão direita, ele dirigiu o carro por um tempinho. De olhos fechados, aproveitando a carícia, nem vi onde a gente tava.
Ele parou o carro. Parou de me acariciar por uns minutos. Abriu a porta do meu lado e me levou até o quarto. Na penumbra do cômodo, me puxou até a cama, onde meu corpo caiu totalmente pelado. Ele enfiou o rosto entre minhas pernas e suas carícias, chupões, lambidas e dedos, junto com a puta necessidade de sexo e a excitação que me dominava, fizeram eu gozar pela primeira vez...
- To gozando...vou gozar...uuuhhhhhh...aaahhh...
Ele, dominando a situação, subiu devagar até meu rosto, levantando minhas pernas nos ombros dele... Essa posição deixou minha buceta toda entregue.
Os lábios dele tomaram conta dos meus e eu senti o pau dele chegar na entrada da minha buceta. Enorme, duro, cabeçudo e poderoso, ele forçou a entrada pra dentro de mim, esfregando com força as paredes internas.
- Hhuuummm... É gran..de.. bebê...
- Sim, mamãe, é bem grande... e você vai comer ele todinho...
- É?...Tudinho?..
- Siiiim, mamãe! Tudinho!...
- Uuuuyyyy...bebê... de..va..gar... é muito... grandão...
É, o tamanho do que tava entrando no meu cuzinho era descomunal, tava me "partindo" em dois, me causando umas ondas enormes de prazer que ecoavam pelo corpo inteiro, me fazendo flutuar e voar sem controle. Sem querer, meu corpo se arqueava, minhas pernas se abriam ainda mais. mais e o “pedaço” se enterrava dentro de mim provocando reações novas e mais intensas de prazer...
- Não aguento mais... vou gozar... vou... voooouuuuu... zzzzzaaaaaaaaahhhhhhhuuuuaaauuu...
- Goza! Goza, puta! Toma essa pica...! Puta arrombada!
- Siiim... me dá... me dá....
Os insultos dele, em vez de me irritar, me excitavam e me incitavam ainda mais... A pica dele entrava e saía levando meu corpo e minha mente ao ápice do prazer... Eu sentia ele entrando e saindo do meu corpo e todo o meu ser vibrava enlouquecido, sem controle...
Não sei quanto tempo durou tudo aquilo, nem quantas vezes meu corpo explodiu de prazer. O fluxo vaginal escorria por toda a fenda da bunda e molhava o lençol. Eu estava toda molhada. Aproveitando minha entrega total, ele me fez virar de bruços.
- Vou te comer por trás...
- Siiim, meu amorzinho
Meu marido costumava me colocar na mesma posição. Ele adorava penetrar meu cuzinho por trás enquanto os dedos dele brincavam com meu ânus... e nem preciso dizer que eu ficava louca pra ser comida desse jeito. Por isso não me opus, pelo contrário, arrumei o travesseiro de um jeito que, por mais forte que fosse a estocada, meu corpo não cedesse um centímetro. Ele me segurou pela cintura, apoiou a cabeçuda na entrada e foi enterrando devagar...
A entrada dele na minha buceta me fazia tremer. Meu corpo inteiro vibrava com as dimensões enormes do pedaço que estava esfregando as paredes internas... e eu, totalmente entregue, levantava a bunda jogando minha “bucetinha” pra trás pra ser totalmente perfurada...
- Uuuuhhhhh... que... grandona... que você tem... bebê
- Sim, mamãe, bem grandona...
- Me dá... ela todaaaaa... yyyyyy
O pedaço dele se enterrou fundo no meu corpo, mas percebi que não era “toda”. Ele sabia até onde podia entrar sem causar dor e tinha enterrado até ali.
Começou uma bombada lenta e firme que logo me levou de volta às nuvens. Vibrando sem controle, meu corpo saltava de um orgasmo pra outro rapidamente, Violenta e esmagadora... Enquanto o pau dela provocava essas reações, os dedos não paravam de "brincar" com o buraco do meu cu. Entravam, saíam, se mexiam lá dentro, primeiro foi um, depois eram dois. Totalmente encharcada com meus próprios fluidos, eu tava completamente entregue, gozando e gozando sem parar...
- Neném!... tô gooozandooo....aaaahhhhhh......que prazeeeerrrr...hhuuuummmmmm
Acabei de gozar aquele orgasmo quando ele tirou aquele pedaço enorme de dentro de mim e, sem dizer uma palavra, levou ele até a porta do meu cu, tirou os dedos e apertou com força no meu buraquinho.
O fato de eu estar totalmente entregue, relaxada depois do orgasmo recente, lubrificada e amolecida pelos dedos dele fez com que, num instante fugaz, a cabeça do pau, rompendo totalmente o orifício anal, se enfiasse lá dentro.
Meu berro não foi um grito de dor, mas um urro, e foi abafado pelo travesseiro que ele, inteligentemente, apertou contra meu rosto no momento da penetração.
Meu corpo tremeu com a agressão brutal que tava sofrendo. Tentei fechar a passagem apertando a bunda, mas foi em vão. Num mar de lágrimas e envolta numa dor terrível, senti lenta e sem pausa o membro enorme que me sodomizava se enterrar nas profundezas do meu corpo, rompendo, empurrando e abrindo tudo pelo caminho.
- yyyyiiiiiiii....uuuuuuaaaaaaaaaaayyyyyyy....hhiii..jjoooo deeeee....pppppuuuuuttaaaaaaaayyyyyyyyyyyyyy....meeeee....partiiiissssssttteeeeeee ellll oooorrrtttttttoooooo......aaaaaaaahhhhhhh....ssssaaaacccccaaaaammmmeeeeelllllaaaaa.... me dduueuueuueueuuuullllleeeeeee......uuuuuaaaaaaaggaagaggaghhhhhhh
Ignorando minhas expressões, lamentos, choro e gritos, ele continuou entrando, depois começou o vai e vem de sempre, arrancando novas amostras de dor. O tempo se prolongou, e ele sem parar seguia entrando e saindo lenta, mas firmemente, de dentro de mim. A dor, embora ainda persistisse, já não era tão forte quanto no começo. penetração.
- uuuuuhhhh....aahhhhhh.....uuuuhhhh...aaaahhhh...
Eu gemia cada vez que ele entrava ou saía. De repente, ele começou a acelerar o ritmo. Percebi que ele ia gozar dentro de mim e, num esforço supremo — “já que tudo estava feito” —, me relaxei, joguei meu corpo para trás e para cima, e entreguei totalmente minha buceta, permitindo que os últimos centímetros que estavam para fora, quando ele gozou e se apertou forte contra mim, entrassem fundo. Uma nova onda de dor me sacudiu quando aquele pedaço entrou, ajudando o líquido quente a se espalhar dentro de mim, me inundando por completo...
- Tomaaaa o leiteeee...
- Siiim... daaaaayyyymmeeeeee...aaayyyy...te...sientoooo....uuuuhhhhhmmmmm
Foi como se um raio tivesse nos atravessado. Caímos num estado de relaxamento e ficamos parados. Aquele momento não sei quanto durou, mas foi longo. Acordamos e ele ainda estava dentro do meu cu. Lentamente, foi saindo. Uma sensação estranha de frio, vazio, ausência... invadiu aquele lugar recém-ocupado.
- huuuummmmmm – gemi
- Cu lindo, gostosa... – ele disse, dando um tapa na minha bunda
Virei a cabeça e olhei para ele. Não sabia nem o nome dele, tinha o dobro da minha idade e, mesmo assim, tinha me destruído o cu. Durante todo o meu casamento, evitei ser “ajustada”, fui mesquinha, cuidei e mantive intacto. Tudo para que esse desconhecido me arrebentasse sem maiores problemas... Não conseguia entender o que tinha acontecido...
Ainda hoje não entendo o que me deu.
Só sei que não reclamei nada com meu marido sobre a traição. Aproveitei cada “reunião” que ele tinha com executivos para ter minha própria “reunião”. No começo, foi difícil, mas agora que meu buraco anal está alargado, gozo como uma louca. Ernesto, esse é o nome do taxista em questão, é um amante do sexo anal e, duas ou três vezes por semana, como ele diz, “mede meu óleo”.
6 comentários - Perdi el invicto
JAAAAAAAAAAAAAA
BUEN RELATO Y MEJOR IMAGINACIÓN !!!!!
SALUDOS
=============================
Comentar, Agradecer asi esta comunidad es la mejor de todas!