Se você é mulher, fica toda molhada

Bom, essa é minha primeira postagem e também meu primeiro conto. Como diz o título, está escrito em primeira pessoa pra ser lido por uma mulher. Espero que curta. 🙂

Sabe como eu me imagino te chupando toda, começando pelo canto dos seus lábios e descendo pelo seu pescoço, tirando a camiseta que você tá usando e a calça, brincando com minha língua por todo seu corpo de lingerie enquanto acaricio sua barriga, suas pernas, procuro os lugares onde você se arrepia, sentindo como você começa a arquear as costas de prazer e suas mãos já não sabem mais onde colocar, você puxa meu cabelo, me deixa fechar as mãos, não sabe o que fazer, mexe as pernas devagar, sua respiração vai mudando, você me pede pra tirar o sutiã, que não aguenta mais, você o desliza mas quer que eu tire, sentindo aos poucos como você vai ficando molhada, a calcinha já tá molhada e você começa a se mexer e quer me tirar desses lugares porque quanto mais eu continuo, mais louca você fica, e assim que tira o sutiã, você me pede pra dedicar tempo e minha língua e carícias neles, nos seus peitos, e pra procurar o lugar mais sensível ali pra já começar a fazer seu tesão ficar incrível, você já não consegue pensar de tão quente que tá, assim que começo com seus peitos, eu os lambo, acaricio e sopro devagar, eles começam a endurecer, você já não sabe o que fazer, não sabe o que dizer nem o que fazer com as mãos, tá desesperada, por um momento eu paro e pego seu rosto, olhando nos seus olhos, começo a te beijar, te dar o beijo mais apaixonado que ninguém te deu, e volto a percorrer você, mas com mais intensidade e tocando só os lugares que te fazem arquear as costas, onde você começa a se contorcer, a morder os lábios de prazer até não aguentar mais e me pedir por favor, aos gritos, pra descer, pra continuar descendo e só ficar embaixo do seu umbigo. Nisso tudo, você praticamente me obrigou a descer... não me deixa fazer outra coisa, estica seus braços me levando pra baixo... me obrigando a tirar essa calcinha que você tá usando... toda molhada, e ao sentir o ar correr por ali embaixo, você solta um... Suspiro de prazer... essa mistura de ar frio com o calor que você tem no corpo te dá uma sensação extrema, mas como não vou facilitar, não toco nada ali. Isso é pro final. Começo a acariciar suas coxas com as mãos e a língua, e aí você já perde o controle, não consegue mais se segurar como antes. Quanto mais subo pela sua coxa, mais forte fica sua respiração, mais você arqueia as costas, mas não chego... chego na virilha e paro. Subo até o umbigo pra descer de novo na outra coxa, fazendo a mesma coisa, e dá pra ver como você fica molhada de novo. Você tá fervendo, não sabe o que fazer. Tenta se tocar pra aliviar o desejo, mas não deixo, tiro suas mãos. Você começa a fechar as pernas, tentando levar minha cabeça pro único lugar que te interessa, e finalmente, fuck you, não tinha mais nada pra fazer... me aproximando devagar, quando toco pela primeira vez com minha língua aí embaixo, você solta um gemido e automaticamente fica mais molhada... você tava no limite de enlouquecer. Devagar, comecei a chupar você de cima pra baixo... depois em círculos... tudo bem devagar, sentindo e vendo o quanto você tava molhada e quanto mais se molhava. Seus gritos começaram a ficar mais altos, era o que você quis a noite toda, que eu chegasse lá. Já começa a ficar difícil te chupar com calma, você começa a se mexer mais rápido... começa a ter contrações e a arquear as costas... já não consegue nem abrir os olhos, sua boca tá seca. Então começo a seguir o ritmo do seu corpo, começo a chupar mais forte, com mais força. Você começa a abrir as pernas e a apertar meu rosto contra seu corpo. Já não basta só eu te chupar, você precisa que eu vá mais fundo. Então, como não podia ser diferente, começo a te acariciar com a mão... e vou abrindo caminho pra fazer você sentir um dedo, colocando só a pontinha do dedo, e você solta um grito de alívio e prazer. E já sem freio, você mesma, com sua mão, faz eu enfiar o dedo inteiro, e com seu corpo você começa a marcar o ritmo do movimento...ao mesmo tempo, depois de recuperar a língua, volto a lamber em cima de onde meu dedo tá entrando e saindo, fazendo você parar de gritar e começar a gemer. Chega a hora que um dedo já não serve mais, você sente que não aguenta e pede pra eu usar outro, e obviamente nessa altura já não dava pra negar...continuando com a língua, mas agora usando dois dedos, praticamente você já tava violentando meus dedos, não para de se mexer e se contorcer, suas costas tão se arqueando tanto que vão quebrar...devagar, os espasmos e contrações começam a aparecer mais seguidos, ao mesmo tempo que você começa a se sentar, não quer mais ficar deitada. Com uma mão você se mantém sentada e com a outra agarra minha cabeça, puxando meu cabelo e apertando contra seu corpo. Você começa a se mover, querendo tomar o controle, mas não consegue, percebe que é minha mão e minha cara, não pode fazer nada, então começa a xingar, pedindo pra eu ir mais rápido, mais fundo, você nem sabe o que quer, mas tá chegando lá, e o prazer e o êxtase já são demais, você quer gozar, quer liberar todo aquele prazer que veio acumulando todo esse tempo, até que finalmente chega o momento. Começo a sentir você gozando com minha mão dentro, ao mesmo tempo que desaba na cama com um grito e tremendo, aquele tremor que você não consegue controlar, tá ofegante, com a boca seca, começa a contorcer as pernas, não sabe como parar o prazer que tá sentindo, enquanto um sorriso começa a se desenhar no seu rosto...você continua de olhos fechados enquanto eu me jogo do seu lado, já cansado, e começo a te acariciar, e enquanto sinto você tremer, começo a te acalmar até que consiga se tranquilizar e cair no sono.

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