**"Andina" – Valparaíso.**
Com muita inveja, tentei em vão fazer amor pelo Booty, mas por razões fisiológicas sou extremamente "apertada" e, longe de sentir prazer, só senti dor.
Depois de muito tempo, li um comentário de um sexólogo espanhol sobre relações anais e esse tipo de impedimento. Embora os comentários dele fossem simples e a suposta solução mais simples ainda, escrevi um e-mail para confirmar o que ele disse e, com absoluta surpresa, compartilho com vocês esse raciocínio e o sucesso da minha experiência.
O tal profissional alega que o ânus é um músculo que, como tal, se contrai e se expande. Na verdade, ele está preparado para se expandir quando recebe os sinais do esfíncter para a necessária descarga, mas também pode se dilatar ou expandir quando recebe estímulos externos.
Na real, existem músculos mais preguiçosos ou menos receptivos a esses estímulos. Foi então que ele me aconselhou a criar o hábito e a rotina de introduzir no ânus pequenos objetos previamente lubrificados, de formas suaves e cilíndricas, começando com diâmetros que não ultrapassassem 15 mm, e até mesmo com características vibratórias, com o objetivo de ir acostumando esse músculo a uma dilatação espontânea.
E foi assim que fiz. Busquei orientação num sex shop e me ofereceram vários artigos para o booty que coincidiam com minhas necessidades, embora a tal "bala de prata" me parecesse a mais adequada.
Rapidamente consegui meus resultados e, longe de sentir dor, comecei a sentir plena satisfação, a ponto de ter orgasmos lindos e diferentes. Na verdade, depois de algumas semanas, notei meu booty muito mais relaxado de forma natural e, aos poucos, fui aumentando o diâmetro dos meus artigos para o booty, sempre tomando todos os cuidados de lubrificação e higiene, até começar a experimentar uma satisfação plena e verdadeira.
O reencontro com meu parceiro e a surpresa da minha nova experiência deram à nossa relação uma plenitude insuspeitada, ficaram pra trás aqueles tempos de dor, trocando por uma harmonia perfeita nesse sentido.
Com muita inveja, tentei em vão fazer amor pelo Booty, mas por razões fisiológicas sou extremamente "apertada" e, longe de sentir prazer, só senti dor.
Depois de muito tempo, li um comentário de um sexólogo espanhol sobre relações anais e esse tipo de impedimento. Embora os comentários dele fossem simples e a suposta solução mais simples ainda, escrevi um e-mail para confirmar o que ele disse e, com absoluta surpresa, compartilho com vocês esse raciocínio e o sucesso da minha experiência.
O tal profissional alega que o ânus é um músculo que, como tal, se contrai e se expande. Na verdade, ele está preparado para se expandir quando recebe os sinais do esfíncter para a necessária descarga, mas também pode se dilatar ou expandir quando recebe estímulos externos.
Na real, existem músculos mais preguiçosos ou menos receptivos a esses estímulos. Foi então que ele me aconselhou a criar o hábito e a rotina de introduzir no ânus pequenos objetos previamente lubrificados, de formas suaves e cilíndricas, começando com diâmetros que não ultrapassassem 15 mm, e até mesmo com características vibratórias, com o objetivo de ir acostumando esse músculo a uma dilatação espontânea.
E foi assim que fiz. Busquei orientação num sex shop e me ofereceram vários artigos para o booty que coincidiam com minhas necessidades, embora a tal "bala de prata" me parecesse a mais adequada.
Rapidamente consegui meus resultados e, longe de sentir dor, comecei a sentir plena satisfação, a ponto de ter orgasmos lindos e diferentes. Na verdade, depois de algumas semanas, notei meu booty muito mais relaxado de forma natural e, aos poucos, fui aumentando o diâmetro dos meus artigos para o booty, sempre tomando todos os cuidados de lubrificação e higiene, até começar a experimentar uma satisfação plena e verdadeira.
O reencontro com meu parceiro e a surpresa da minha nova experiência deram à nossa relação uma plenitude insuspeitada, ficaram pra trás aqueles tempos de dor, trocando por uma harmonia perfeita nesse sentido.
1 comentários - Por causa da buceta, tudo é possível!