Fala galera, esse é meu primeiro post, é um relato que queria compartilhar com vocês. É 100% meu. Aproveitem.
Vamos supor que meu nome é Ignacio. E que ela se chama Denise. Mas o que não dá pra supor é quem ela foi, e que eu ainda não superei.
Uns anos atrás, fui buscar meu amigo German na casa da namorada com quem ele tava há 3 anos. Ele tinha me falado que ia estar lá, e pra eu passar por volta das onze da noite. Já tinha ido várias vezes buscar ele, e até fui num aniversário dela. Não tinha nada fora do normal.
Fazia uns meses que eu tinha assumido que ela me atraía pra caralho, mas, puta que pariu, era a namorada do meu amigo.
É que ela era tão doce, tão tranquila, tão gostosa. Tinha um corpo que eu não conseguia parar de olhar.
Era branca como a neve, tinha olhos verdes, cabelo castanho escuro com uns cachos lindos, uma cintura fininha e um quadril
bem desenhado. O German queria ela, mas não do jeito que ela merecia. Ele já tinha traído ela umas vezes. Pra ser sincero, eu não tinha
esperança de que ela fosse ser minha esposa um dia, mas não queria sair desse mundo sem saber como era tocar aquela beleza branca.
Não tinha intenção de fazer ela se apaixonar, mas sim de ver ela se contorcendo numa cama. Desci do carro, e chegou uma mensagem do German: "fui ver a Julieta. não vai na casa da Denu, e não fala nada pra ela. depois te ligo". E antes que eu decidisse subir no carro, a Denise saiu sorrindo, feliz por eu ter ido à toa na casa dela, e me contar que o amado German tinha ido embora.
"Ele foi embora há 15 minutos! Tava muito cansado, coitado. Sexta-feira ele termina assim mesmo."
Pobre moça, pensei, mas era meu amigo, e não podia ferrar a noite dele. Será que não bastava ele comer a gostosa que tinha de namorada, e ainda ia atrás de outra que, pra piorar, nem era bonita?
"Ahh, tudo bem, ele não me avisou nada, você tá bem?" falei, não podia ir embora sem perguntar alguma coisa.
"Tô sim, por sorte, e você?" respondeu sorrindo.
"Bem. Bom, vou indo", falei.
"Tá bom, nene. Ah! amanhã o Ger vem dormir aqui, viu! aviso pra caso queiram me roubar pra ir tomar cerveja! kkkkk" ela falou
e eu pensei, ah amanhã cê não fode. maneiro. "Ah beleza beleza, é bom saber" falei controlando pra não escapar nada.
Vim buscar meu amigo, e não tava. Tinha ido comer a amante. Nunca mais ia ter essa chance de ver ela sozinha de novo, e será que ia fazer algo que meu amigo não faz?
Antes de ir, olhei pra ela, e ela tava de shortinho branco, descalça e com uma camiseta laranja. O cabelo cacheado preso. E olhei no rosto dela.
"Tá olhando o quê?" perguntou ela rindo nervosa.
E respondi, "o que o German pega toda vez que pode" me aproximando dela e encurralando ela contra a parede. E ela, assustada,
fala "cê tá falando o quê?". Quando ela encostou na parede, falei, "se quisesse que eu fosse embora, já tinha gritado". E ela me olhou séria, levantei ela no colo e levei pro carro. As pernas dela envolviam minha cintura, e a buceta dela roçava na minha barriga. Dirigi até em casa com ela no meu colo, sem falar uma palavra.
Entendia o nervoso dela, e entendia que minha vontade não aguentava mais.
Sem tirar ela de cima de mim, entramos em casa sem acordar ninguém e fomos pro meu quarto. Lá, botei ela no chão e acendi o abajur, fiquei atrás dela. Sussurrei no ouvido, "quem ia imaginar que você tá aqui comigo agora? Quem ia pensar
que a doce e meiga Denise, a namorada que todo mundo queria ter, tá aqui comigo, no meu quarto, num sábado de madrugada? Ninguém. Ninguém tem capacidade de pensar nisso. Não se preocupa, não tô pensando nada estranho, te desejo desde o primeiro dia que te vi, e não tem nada que me derreta mais que você. Nada me mexe por dentro mais que teu corpo". E ela se virou, com cara de medo e culpa, e peguei o rosto dela e beijei. Putinha, aquela carinha me deixou louco, dava vontade de deixar ela com esse medo e mostrar no corpo dela o que ela causava em mim. A língua dela era tão doce e delicada, se mexia enquanto com minhas mãos eu Acariciava devagar pelas costas, pela cintura, uma cintura lindíssima. Enfiei as mãos por baixo da camiseta e tirei ela. Pude ver que ela tinha dois peitos grandes e brancos, que todas as camisetas que ela usava disfarçavam. Já tava com a pica dura pra caralho, e sentia que a cada segundo inchava mais. Tirei o elástico do cabelo dela, e os cachos caíram nos ombros delicadamente. Sentei na cama e comecei a beijar a barriguinha dela, que tinha cheiro de baunilha (além de ser linda pra cacete, ela usava creme de baunilha pra hidratar aquela pele tão sensível e branca, era incrível). Passei a língua bem devagar, e ela começou a acariciar meu cabelo. Que pele macia ela tinha. Ela começou a respirar rápido.
Tirei minha camiseta, e depois tirei devagar o shortinho dela. Como era bailarina, tinha umas pernas maravilhosas, umas coxas grossas e torneadas, umas panturrilhas lindas e uns pés divinos. Deitei ela na cama e desabotoei o sutiã. Passei a língua por toda a costa dela, sabia bem que ela gostava disso graças ao meu amigo. Quando cheguei na cintura, virei ela e coloquei de barriga pra cima.
Beijei o pescoço dela bem suave, e falei que ela era totalmente gostosa, que não entendia como ela tinha dado bola pro German. E ela continuava sem falar nada, de olhos fechados. Eu sabia que ela tava curtindo, mas o fato de estar com alguém não oficial pesava por dentro. Eu tinha que me esforçar pra fazer ela esquecer quem eu era. Beijei os peitos dela, passei a língua toda por cima bem devagar. Ela tinha mamilos pequenos, mas deliciosos. Começou a respirar pela boca sem abrir os olhos. Continuei descendo, mas fui pros pés. Beijei os pés dela, e ela esticava como se fosse uma das aulas de dança. Formava um arco impressionante. Fui subindo pela parte interna das pernas, até chegar naquelas coxas duras do caralho, que me perderam.
Beijei elas como se tentasse mantê-las vivas, como se tentasse deixá-las ainda mais macias. Quando olhei pra cima, ela tava de calcinha de renda branca, que combinavam com a pele branca e delicada dela. A pele mais branca que já vi. Tirei a calcinha dela e olhei pra buceta dela. Era a buceta mais linda que já tinha visto. Nunca tinha sentido essa atração por uma beleza rosada. Era pra olhar, e depois chupar e aproveitar. Notei que ela tinha ficado nervosa, e sem piorar a situação, falei "não tem coisa mais linda que você, ninguém imagina o quão gostosa você é, nem o German deve saber te valorizar tanto. Você tem a virilha mais bonita que já conheci. E não vou ficar sem saber como é molhar minha língua nela." Apoiei um dedo no clitóris dela, devagar, e tirei, e vi que o dedo brilhava. "Você se molhou, Denise", falei. Ela abriu os olhos e mordeu os lábios. "Agora você vai se molhar mais", falei, me aproximando da buceta dela. Apoiei as mãos nas coxas dela e as abri. Abri a boca e encostei na buceta dela, sem tirar a língua. Beijei e beijei sem língua enquanto não conseguia calar meus gemidos, me dava prazer aquela buceta, não me importava se ela tava gostando, me esqueci dela mesmo sendo a dona, mas não conseguia parar de beijar, de chupar. Ela tinha um clitóris muito doce e macio. Comecei a notar que ela desgrudava as costas do colchão, sem tirar a cabeça. E ali, apoiei a língua. Que buceta mais gostosa que essa gata tinha. Passei a língua no clitóris, brincava em círculos, descia a língua até o buraco e enfiava dentro. Não tinha limites, sentia que podia fazer o que quisesse. Ela começou a se contorcer, a agarrar o lençol, e pela primeira vez, ouvi ela gemer. Chupei toda a buceta dela por um bom tempo. Sem sair de entre as pernas dela, tirei a calça e a cueca, e enquanto colocava a camisinha, falei "Denise, o tempo que eu quiser te ter assim, no ponto de te fazer minha, mesmo que seja só uma noite..." Abri mais as pernas dela e, como ela era bailarina, sem problema abriu em 180 graus, e olhei a ponta dos pés esticados. delicadamente enquanto os músculos se contraíam e a buceta dela se abria totalmente. As pernas dela formavam uma linha perfeita, e eu fiquei olhando pra ela.
Olhei pro rosto da Denise, e ela tava esperando. Ela me olhou desesperada e disse: "que que cê tá esperando, neném?". E eu respondi: "isso, que você se desesperasse". E olhando pro teto ela me diz: "cê não acha que eu tô desesperada? Deixei você me despir, me abrir as pernas. Não acha que tô desesperada?" Ela tentava me fazer entender que se considerava alguém que não era.
E eu falo pra ela: "não te considero nem se considere desesperada. É só vontade que cê tem, nada mais". Ao notar um gesto de relaxamento, enfiei a pica bem devagar, porque era isso que eu queria dela: que sentisse que, apesar do nosso grande crime, eu não descuidaria do quanto ela era delicada e que ela não se arrependesse do que sentiu.
Os gemidos dela se transformavam na primeira vogal enquanto eu me balançava dentro dela. Começamos a suar.
Ela colocou as mãos nas minhas costas e me arranhava, me apertava. Começou a gritar, e isso me excitou tanto. Ela gritava como se tivesse reprimido o mesmo tempo que eu que ela gostava. Depois, sozinha, levou a perna esquerda esticada pra cima, e tinha o calcanhar debaixo do meu ombro. O peito do pé dela descansava no travesseiro. Não dava pra ficar mais excitado com a flexibilidade dela! Eu já tinha visto ela dançar, mas não pensei que me deixaria tão louco! A buceta dela era tão quente por dentro, os peitos dela eram lindos de ver se mexendo assim, a cara de prazer dela é uma lembrança inesquecível. Ela me pediu pra gemer, pra gritar, pra mostrar o que eu sentia.
Notei que ela achava que eu não tava excitado, tinha gemido a noite toda menos quando eu tava comendo ela, com certeza achava estranho. Mas eu não gritava nem gemia porque queria ouvir ela. Ao ver que ela tava duvidando, não me segurei. Não dava pra parar de gritar e olhar nos olhos dela. Ela abaixou a perna esquerda e fez o mesmo com a perna direita. Gozamos, e eu estiquei os braços, pude ver o corpo dela agitado e molhado, os cachos dela por A almofada inteira, o rostinho dela relaxado.
Como ainda era tarde, perguntei se ela queria dormir comigo, mas com uma condição. Ela, relaxada, aceitou e perguntou qual era a condição.
Pedi pra deixar eu dormir entre as pernas dela. Beijei ela devagar, a língua dela tava quente e ainda mantinha aquela doçura.
Ela fazia carinho no meu pescoço e no meu cabelo. Desci pras pernas dela, apoiei meu rosto na cintura dela, do lado da buceta, e abracei a perna direita. Precisava dormir do lado daquela bucetinha linda, molhada e quente, que tinha me feito gemer e gozar como nunca.
Dormimos até as onze da manhã. Acordamos, vesti ela, e coloquei o shortinho sem a calcinha.
E ela pergunta: "por quê?". E eu digo: "quero ficar com ela pra lembrar de você". Ela não reclamou, me troquei e levei ela até a casa dela.
Antes dela descer, falei que ela era a coisa mais incrível que já tinha tido na minha cama, e que não ia contar nada pra ninguém. E ela sorriu, me beijou e entrou em casa, descalça como tinha saído... mas com uma foda na memória. Fui pra casa e tentei dormir de novo.
Nunca pensei que ela fosse se entregar, e que no fim, tinha reprimido tudo o que eu reprimi. Mesmo ela não tendo me tocado em nenhum momento, não liguei, porque também não era isso que eu procurava. Só queria que ela sentisse o que ela me causa. Dormi com a calcinha dela no meu rosto, ainda dava pra sentir como tava molhada, o sabor doce dela misturado com baunilha que a pele dela tinha.
Vamos supor que meu nome é Ignacio. E que ela se chama Denise. Mas o que não dá pra supor é quem ela foi, e que eu ainda não superei.
Uns anos atrás, fui buscar meu amigo German na casa da namorada com quem ele tava há 3 anos. Ele tinha me falado que ia estar lá, e pra eu passar por volta das onze da noite. Já tinha ido várias vezes buscar ele, e até fui num aniversário dela. Não tinha nada fora do normal.
Fazia uns meses que eu tinha assumido que ela me atraía pra caralho, mas, puta que pariu, era a namorada do meu amigo.
É que ela era tão doce, tão tranquila, tão gostosa. Tinha um corpo que eu não conseguia parar de olhar.
Era branca como a neve, tinha olhos verdes, cabelo castanho escuro com uns cachos lindos, uma cintura fininha e um quadril
bem desenhado. O German queria ela, mas não do jeito que ela merecia. Ele já tinha traído ela umas vezes. Pra ser sincero, eu não tinha
esperança de que ela fosse ser minha esposa um dia, mas não queria sair desse mundo sem saber como era tocar aquela beleza branca.
Não tinha intenção de fazer ela se apaixonar, mas sim de ver ela se contorcendo numa cama. Desci do carro, e chegou uma mensagem do German: "fui ver a Julieta. não vai na casa da Denu, e não fala nada pra ela. depois te ligo". E antes que eu decidisse subir no carro, a Denise saiu sorrindo, feliz por eu ter ido à toa na casa dela, e me contar que o amado German tinha ido embora.
"Ele foi embora há 15 minutos! Tava muito cansado, coitado. Sexta-feira ele termina assim mesmo."
Pobre moça, pensei, mas era meu amigo, e não podia ferrar a noite dele. Será que não bastava ele comer a gostosa que tinha de namorada, e ainda ia atrás de outra que, pra piorar, nem era bonita?
"Ahh, tudo bem, ele não me avisou nada, você tá bem?" falei, não podia ir embora sem perguntar alguma coisa.
"Tô sim, por sorte, e você?" respondeu sorrindo.
"Bem. Bom, vou indo", falei.
"Tá bom, nene. Ah! amanhã o Ger vem dormir aqui, viu! aviso pra caso queiram me roubar pra ir tomar cerveja! kkkkk" ela falou
e eu pensei, ah amanhã cê não fode. maneiro. "Ah beleza beleza, é bom saber" falei controlando pra não escapar nada.
Vim buscar meu amigo, e não tava. Tinha ido comer a amante. Nunca mais ia ter essa chance de ver ela sozinha de novo, e será que ia fazer algo que meu amigo não faz?
Antes de ir, olhei pra ela, e ela tava de shortinho branco, descalça e com uma camiseta laranja. O cabelo cacheado preso. E olhei no rosto dela.
"Tá olhando o quê?" perguntou ela rindo nervosa.
E respondi, "o que o German pega toda vez que pode" me aproximando dela e encurralando ela contra a parede. E ela, assustada,
fala "cê tá falando o quê?". Quando ela encostou na parede, falei, "se quisesse que eu fosse embora, já tinha gritado". E ela me olhou séria, levantei ela no colo e levei pro carro. As pernas dela envolviam minha cintura, e a buceta dela roçava na minha barriga. Dirigi até em casa com ela no meu colo, sem falar uma palavra.
Entendia o nervoso dela, e entendia que minha vontade não aguentava mais.
Sem tirar ela de cima de mim, entramos em casa sem acordar ninguém e fomos pro meu quarto. Lá, botei ela no chão e acendi o abajur, fiquei atrás dela. Sussurrei no ouvido, "quem ia imaginar que você tá aqui comigo agora? Quem ia pensar
que a doce e meiga Denise, a namorada que todo mundo queria ter, tá aqui comigo, no meu quarto, num sábado de madrugada? Ninguém. Ninguém tem capacidade de pensar nisso. Não se preocupa, não tô pensando nada estranho, te desejo desde o primeiro dia que te vi, e não tem nada que me derreta mais que você. Nada me mexe por dentro mais que teu corpo". E ela se virou, com cara de medo e culpa, e peguei o rosto dela e beijei. Putinha, aquela carinha me deixou louco, dava vontade de deixar ela com esse medo e mostrar no corpo dela o que ela causava em mim. A língua dela era tão doce e delicada, se mexia enquanto com minhas mãos eu Acariciava devagar pelas costas, pela cintura, uma cintura lindíssima. Enfiei as mãos por baixo da camiseta e tirei ela. Pude ver que ela tinha dois peitos grandes e brancos, que todas as camisetas que ela usava disfarçavam. Já tava com a pica dura pra caralho, e sentia que a cada segundo inchava mais. Tirei o elástico do cabelo dela, e os cachos caíram nos ombros delicadamente. Sentei na cama e comecei a beijar a barriguinha dela, que tinha cheiro de baunilha (além de ser linda pra cacete, ela usava creme de baunilha pra hidratar aquela pele tão sensível e branca, era incrível). Passei a língua bem devagar, e ela começou a acariciar meu cabelo. Que pele macia ela tinha. Ela começou a respirar rápido.
Tirei minha camiseta, e depois tirei devagar o shortinho dela. Como era bailarina, tinha umas pernas maravilhosas, umas coxas grossas e torneadas, umas panturrilhas lindas e uns pés divinos. Deitei ela na cama e desabotoei o sutiã. Passei a língua por toda a costa dela, sabia bem que ela gostava disso graças ao meu amigo. Quando cheguei na cintura, virei ela e coloquei de barriga pra cima.
Beijei o pescoço dela bem suave, e falei que ela era totalmente gostosa, que não entendia como ela tinha dado bola pro German. E ela continuava sem falar nada, de olhos fechados. Eu sabia que ela tava curtindo, mas o fato de estar com alguém não oficial pesava por dentro. Eu tinha que me esforçar pra fazer ela esquecer quem eu era. Beijei os peitos dela, passei a língua toda por cima bem devagar. Ela tinha mamilos pequenos, mas deliciosos. Começou a respirar pela boca sem abrir os olhos. Continuei descendo, mas fui pros pés. Beijei os pés dela, e ela esticava como se fosse uma das aulas de dança. Formava um arco impressionante. Fui subindo pela parte interna das pernas, até chegar naquelas coxas duras do caralho, que me perderam.
Beijei elas como se tentasse mantê-las vivas, como se tentasse deixá-las ainda mais macias. Quando olhei pra cima, ela tava de calcinha de renda branca, que combinavam com a pele branca e delicada dela. A pele mais branca que já vi. Tirei a calcinha dela e olhei pra buceta dela. Era a buceta mais linda que já tinha visto. Nunca tinha sentido essa atração por uma beleza rosada. Era pra olhar, e depois chupar e aproveitar. Notei que ela tinha ficado nervosa, e sem piorar a situação, falei "não tem coisa mais linda que você, ninguém imagina o quão gostosa você é, nem o German deve saber te valorizar tanto. Você tem a virilha mais bonita que já conheci. E não vou ficar sem saber como é molhar minha língua nela." Apoiei um dedo no clitóris dela, devagar, e tirei, e vi que o dedo brilhava. "Você se molhou, Denise", falei. Ela abriu os olhos e mordeu os lábios. "Agora você vai se molhar mais", falei, me aproximando da buceta dela. Apoiei as mãos nas coxas dela e as abri. Abri a boca e encostei na buceta dela, sem tirar a língua. Beijei e beijei sem língua enquanto não conseguia calar meus gemidos, me dava prazer aquela buceta, não me importava se ela tava gostando, me esqueci dela mesmo sendo a dona, mas não conseguia parar de beijar, de chupar. Ela tinha um clitóris muito doce e macio. Comecei a notar que ela desgrudava as costas do colchão, sem tirar a cabeça. E ali, apoiei a língua. Que buceta mais gostosa que essa gata tinha. Passei a língua no clitóris, brincava em círculos, descia a língua até o buraco e enfiava dentro. Não tinha limites, sentia que podia fazer o que quisesse. Ela começou a se contorcer, a agarrar o lençol, e pela primeira vez, ouvi ela gemer. Chupei toda a buceta dela por um bom tempo. Sem sair de entre as pernas dela, tirei a calça e a cueca, e enquanto colocava a camisinha, falei "Denise, o tempo que eu quiser te ter assim, no ponto de te fazer minha, mesmo que seja só uma noite..." Abri mais as pernas dela e, como ela era bailarina, sem problema abriu em 180 graus, e olhei a ponta dos pés esticados. delicadamente enquanto os músculos se contraíam e a buceta dela se abria totalmente. As pernas dela formavam uma linha perfeita, e eu fiquei olhando pra ela.
Olhei pro rosto da Denise, e ela tava esperando. Ela me olhou desesperada e disse: "que que cê tá esperando, neném?". E eu respondi: "isso, que você se desesperasse". E olhando pro teto ela me diz: "cê não acha que eu tô desesperada? Deixei você me despir, me abrir as pernas. Não acha que tô desesperada?" Ela tentava me fazer entender que se considerava alguém que não era.
E eu falo pra ela: "não te considero nem se considere desesperada. É só vontade que cê tem, nada mais". Ao notar um gesto de relaxamento, enfiei a pica bem devagar, porque era isso que eu queria dela: que sentisse que, apesar do nosso grande crime, eu não descuidaria do quanto ela era delicada e que ela não se arrependesse do que sentiu.
Os gemidos dela se transformavam na primeira vogal enquanto eu me balançava dentro dela. Começamos a suar.
Ela colocou as mãos nas minhas costas e me arranhava, me apertava. Começou a gritar, e isso me excitou tanto. Ela gritava como se tivesse reprimido o mesmo tempo que eu que ela gostava. Depois, sozinha, levou a perna esquerda esticada pra cima, e tinha o calcanhar debaixo do meu ombro. O peito do pé dela descansava no travesseiro. Não dava pra ficar mais excitado com a flexibilidade dela! Eu já tinha visto ela dançar, mas não pensei que me deixaria tão louco! A buceta dela era tão quente por dentro, os peitos dela eram lindos de ver se mexendo assim, a cara de prazer dela é uma lembrança inesquecível. Ela me pediu pra gemer, pra gritar, pra mostrar o que eu sentia.
Notei que ela achava que eu não tava excitado, tinha gemido a noite toda menos quando eu tava comendo ela, com certeza achava estranho. Mas eu não gritava nem gemia porque queria ouvir ela. Ao ver que ela tava duvidando, não me segurei. Não dava pra parar de gritar e olhar nos olhos dela. Ela abaixou a perna esquerda e fez o mesmo com a perna direita. Gozamos, e eu estiquei os braços, pude ver o corpo dela agitado e molhado, os cachos dela por A almofada inteira, o rostinho dela relaxado.
Como ainda era tarde, perguntei se ela queria dormir comigo, mas com uma condição. Ela, relaxada, aceitou e perguntou qual era a condição.
Pedi pra deixar eu dormir entre as pernas dela. Beijei ela devagar, a língua dela tava quente e ainda mantinha aquela doçura.
Ela fazia carinho no meu pescoço e no meu cabelo. Desci pras pernas dela, apoiei meu rosto na cintura dela, do lado da buceta, e abracei a perna direita. Precisava dormir do lado daquela bucetinha linda, molhada e quente, que tinha me feito gemer e gozar como nunca.
Dormimos até as onze da manhã. Acordamos, vesti ela, e coloquei o shortinho sem a calcinha.
E ela pergunta: "por quê?". E eu digo: "quero ficar com ela pra lembrar de você". Ela não reclamou, me troquei e levei ela até a casa dela.
Antes dela descer, falei que ela era a coisa mais incrível que já tinha tido na minha cama, e que não ia contar nada pra ninguém. E ela sorriu, me beijou e entrou em casa, descalça como tinha saído... mas com uma foda na memória. Fui pra casa e tentei dormir de novo.
Nunca pensei que ela fosse se entregar, e que no fim, tinha reprimido tudo o que eu reprimi. Mesmo ela não tendo me tocado em nenhum momento, não liguei, porque também não era isso que eu procurava. Só queria que ela sentisse o que ela me causa. Dormi com a calcinha dela no meu rosto, ainda dava pra sentir como tava molhada, o sabor doce dela misturado com baunilha que a pele dela tinha.
5 comentários - A amiga gostosa do meu amigo
Muchisimas gracias!
Gracias, pasa que soy nuevo por aca, lo voy a tener en cuenta 😃