Meu nome é Lily, tenho 38 anos, mas aparento só 30. Talvez seja porque não tivemos filhos, vou à academia três vezes por semana, não trabalho e não temos aperto financeiro.
Pedro tem a própria empresa de informática e, acima de tudo, sou feliz. Tenho todo o sexo que preciso ou quero, e ainda gosto do meu corpo. Tenho 1,68m e medidas magníficas: 95-65-90, olhos pretos e cabelo moreno que, embora eu goste de usar sempre na altura dos ombros, encaixa bem no conjunto.
Desde que conheci o Pedro, aos 17 anos, até uns três anos atrás, não tinha transado com ninguém além dele.
Sempre fui sexualmente muito ativa e fácil de convencer a experimentar coisas novas.
Pouco depois de nos conhecermos, numa tarde em que estávamos nos divertindo enquanto eu batia uma punheta pra ele, ele estava apertando meus peitos e me perguntou, pouco antes de gozar:
— Quando você vai me chupar? Porque esse é o próximo passo.
Não respondi. Ele gozou parte na minha mão, parte nas minhas pernas, porque levantei a saia pra não sujar. Lambi com a ponta da língua alguns restos da mão e senti um gosto meio forte, ácido e "acre ou salgado", tipo o de nêsperas quando estão quase maduras, mas falta aquele "quase".
Sem dizer nada, me abaixei e meti o pau já murcho na boca, sem saber bem o que fazer com ele. No começo, chupei tudo que pude, mas talvez pela situação, logo ele endureceu o suficiente pra eu poder fazer um boquete mais "sério".
Dessa vez foi com uma gozada mais fraca, mas toda na boca. Eu engolia, lambia, voltava a chupar e, com os lábios e a língua, fazia como se estivesse batendo punheta. E não devo ter feito mal, porque desde aquele dia nunca mais bati punheta pra ele, só pra começar.
Pouco depois, foi durante um feriado prolongado em que nenhum dos dois foi com as famílias — elas não sabiam nada do nosso relacionamento — e ambos dissemos em casa que íamos com amigos. No meu caso, a Júlia, uma grande amiga que ainda é, passou na minha casa com a... Meus pais iam me buscar no dia da partida, mas me deixaram na primeira estação de trem porque "esqueceram uns remédios e não podiam continuar".
Passamos os três dias sem sair da casa dele e foi a oportunidade de ter relações completas com Pedro, as penetrações vaginais eram com camisinha, mas quando perguntei:
"A camisinha é obrigatória pro sexo anal?"
Ele me explicou que não, mas que teria muito cuidado pra não me machucar. Começou me acariciando com um dedo "lubrificado" com creme, mas quando ele estava no meio do caminho, eu dei um empurrão forte pra trás de forma que entrou inteiro, doeu um pouco, mas economizamos muito tempo.
No primeiro dia e sua noite, passamos transando por onde ele queria e nos momentos "de calma" eu aproveitava pra fazer um bom boquete nele. No segundo dia, Pedro estava destruído, mas não deixei ele dormir mais que um pouco; quando ele dormia, eu mesma tratava de "acordá-lo". Esse feriado foi memorável e até hoje a gente cita como promessa de uma sessão de "sexo sem piedade".
Quando um de nós diz "Vamos de feriado?" já sabemos que não devemos nos comprometer com outras coisas.
Quatro anos depois, poucos dias depois de eu fazer 22 anos, nos casamos e nossa relação foi cada vez mais sólida e cúmplice. Com o tempo, compramos alguns brinquedos porque o Pedro às vezes tinha dificuldade em acompanhar meu ritmo, mas há três anos ele me propôs algo que me "beneficiou" e que pra ele trouxe pouco ganho.
"Você toparia a gente fazer uma troca de casais?"
Sinceramente, não. Acho que estamos bem como estamos e meter estranhos na nossa relação acho que não traria nada de bom.
"Não me referia a estranhos, também acho que ir a um clube desses que anunciam poderia ser um problema."
E ele continuou:
"Tinha pensado em alguém conhecido, como a Júlia e o Luís. Você poderia comentar com a Júlia e ver o que ela acha. Faz muito tempo que nos conhecemos e vejo como o Luís te olha, e a Júlia não me desagrada. Seria só uma questão de... vocês falariam.
¡Mas! Mas você está louco, nada menos que com a Júlia e o marido dela, eu ficaria muito chateada se eles se irritassem com isso. Não sei o que te dizer.
Faça isso por mim, por nós, sei ou pelo menos imagino que o Luís não te desagrada e com certeza vocês se divertiriam. Não tenho queixas de você porque sempre me deu tudo que pedi, mas agora me daria vontade de experimentar isso.
Vou falar com a Júlia, mas não me pressiona, farei isso quando surgir uma oportunidade para que ela não se ofenda e, se ela recusar, não vou tocar mais no assunto nem com ela nem com nenhum outro amigo.
Combinamos assim, eu não sabia como abordar isso com a Júlia, mas naquela quarta-feira ela me disse que não iria à academia porque o Luís estaria fora até sexta e ela estava meio cansada. Falei que passaria para vê-la, já que eu também não estava com muita vontade. Quando cheguei, ela me serviu um café e conversamos besteiras, até que ela perguntou:
"O que é que você tem? Faz tempo que nos conhecemos e já vejo que quer me contar algo, mas está com dificuldade."
"Você tem razão, preciso te perguntar uma coisa, mas não quero que você fique brava. Se você topar, ótimo! E se não, por favor, esquece, mas não vamos brigar por isso."
Quando contei o pedido do Pedro, ela caiu na risada e disse:
"É só disso que se trata? Pensei que fosse algo mais sério. Nós já fomos algumas vezes a um clube desses, há mais de dois anos. O Luís insistiu e eu topei, e se não te contei nada antes é porque não 'curtimos' totalmente."
"Foi uma experiência ruim, não foi legal?"
"Não, a primeira vez foi muito boa para nós dois, embora antes de entrar tenhamos combinado de nos separar e cada um ir por conta depois de nos explicarem como funcionava tudo, e que sairíamos no máximo às três.
Quem chegasse primeiro ao carro esperaria o outro e, se nos encontrássemos antes de sair, nos tratar como desconhecidos e, acima de tudo, não perguntar ao outro como tinha sido e o que tinha feito. Se quiséssemos contar, tudo bem, mas se não, seria nosso direito. Cala a boca.
Sendo a primeira vez de uma garota muito gostosa e completamente nua, ela nos mostrou as instalações que estavam pouco movimentadas, já que eram menos de dez da noite. Uma sala grande e comum, com mesas e um balcão pra pedir o que a gente quisesse beber — só podia beber naquela sala.
Depois, nos mostrou duas jacuzzis grandes, pra pelo menos oito pessoas cada uma, e uma piscina onde umas vinte pessoas podiam se banhar sem problemas. Em seguida, uma sala com uma cama redonda enorme, caso a gente quisesse participar da orgia que costumava rolar ali. "O Muro das Surpresas" era uma sala onde, de um lado, ficavam quem oferecia — buceta, cu, pau, peitos — e do outro, quem acariciava, beijava, penetrava. Algo muito curioso, porque você podia enfiar os peitos nuns buracos e não sabia quem estava te apalpando.
E por último, mas não menos importante, ela nos mostrou uma série de reservados, onde se entrava por uma cortina curta que deixava ver se tava ocupado. Tinha uma cama que comportava bem umas quatro pessoas. Por toda parte, havia divãs de três lugares pra quem preferia "brincar em público". Imagino que alguns fossem animadores pra fazer o povo se soltar.
Quando terminou as explicações, a garota que nos atendeu, depois que confirmamos que íamos ficar, reforçou a regra principal da casa:
Quando alguém diz NÃO, é simplesmente NÃO. Isso não impede que te toquem ou te apalpem, mas você pode parar ou recusar. Se você afastar a mão de alguém ou o que for, a pessoa vai entender que não deve continuar. TODOS os frequentadores respeitam essa regra, sob ameaça de expulsão sem nunca mais poder voltar.
Ela nos acompanhou até um vestiário onde nos despimos, deixando tudo nuns armários e pegando um roupão caso "a gente sentisse frio" e uma pulseira com a chave do armário. Era só o que a gente levava. Então, Luís e eu nos beijamos e combinamos de nos encontrar às três no carro.
— E você se divertiu?
— Maravilhosamente, Lily. Foi uma das melhores experiências da minha vida. vida, instantes depois de ver o Luís sumir, senti umas mãos na minha cintura, eram bem macias mas grandes, coloquei as minhas por cima e subi até os meus peitos, quando senti uns mamilos duros se cravando nas minhas costas fiquei meio surpresa, mas me esfreguei neles, aí ela me beijou no pescoço e sussurrou.
"Quer ir pra um reservado? Parece que é a primeira vez que você vem, nunca te vi por aqui."
Eu concordei e me deixei levar, entramos no mais afastado de onde estávamos, ela me guiava por trás segurando meus peitos e me beijando o pescoço, soprando na minha nuca, esfregando a boceta dela na minha bunda, e quando me sentou na cama na minha frente, pude ver a mina mais gostosa que você pode imaginar, não devia ter mais de 24~25 anos.
Sem mais enrolação, ela me empurrou pra trás e me deitou na cama com as pernas penduradas, abriu elas um pouco e me fez o melhor boquete de buceta que eu já imaginei, gozei três vezes antes dela me deixar descansar, depois me ajeitou direitinho na
cama e começou a lamber meu corpo todo.
Quando chupava um mamilo, enfiava dois dedos na minha buceta já bem sensível, de modo que com ela, em pouco mais de uma hora e meia, tive seis orgasmos, minhas pernas não aguentavam mais.
Num sussurro, porque parecia que não queria falar alto, como se fosse um sonho, ela me disse:
"Quando você descansar um pouco."
"Se me acompanhar um instante no vestiário, vou te dar um cartão meu, caso queira me ver algum dia fora daqui. Não sou profissional, é só que gosto do gosto da sua buceta e queria repetir, sem compromisso nenhum."
Eu não resisti e perguntei:
"O que você fez? Acompanhou ela? Ela te deu o cartão? Você viu ela de novo?"
"Sim! Sim e sim, acompanhei ela, me deu o cartão e vi ela muitas vezes nesses dois anos. Mais que isso, a gente tinha combinado de se ver hoje à tarde, mas vou ter que falar que tô cansada, porque quando a gente fica junto, ela me dá uns ralos que me deixa acabada."
"Mas ela tem tanta energia assim que te vence? O que ela faz com você?"
Julia, sem Sem dizer nada, ela se levantou, estendeu as mãos para mim e eu me levantei também, sem saber bem o que ela queria.
Me aproximei dela e ela me beijou nos lábios, foi um beijo muito terno, mais parecia uma carícia do que outra coisa. Então as mãos dela percorreram todo o meu corpo e, quando me dei conta, eu estava só de tanga, o vestido no chão e o sutiã no sofá.
Aí ela me perguntou:
— Percebeu alguma coisa? Pois eu também não. Quando a Luz "acende", não tem quem a sacie, é algo nunca visto. Quando estou com ela, o tempo parece parar.
A gente se enfiou num amasso, o primeiro que eu tive na vida com uma mulher, mas nem por isso menos gostoso. Ela me pegou pela mão e me levou até a cama dela, onde a gente se deitou. Ela não parecia nada cansada, lambeu meu corpo inteiro e, antes de chegar na buceta, eu já tinha tido meu primeiro orgasmo.
O segundo veio logo depois que ela se colocou entre minhas pernas e foi precedido por uma gozada enorme. Já tinha tido algumas em situações bem excitantes, mas nunca tão abundante. Depois desse segundo orgasmo, puxei ela para cima, beijei com muita paixão e falei que agora era minha vez de satisfazer ela.
— Não, disso a Luz vai cuidar depois. Melhor ainda, a gente vai as duas vê-la e ver se ela dá conta de nós duas.
— E foi só isso que você fez naquela primeira noite no clube?
— Não! Qual nada. Quando a Luz me deu o cartão e me deixou, fui pra hidromassagem relaxar um pouco. Tinha uma vazia. Tinha acabado de me instalar e estava de olhos semicerrados, tentando me recuperar, quando chegaram dois caras de uns 30 anos perguntando se podiam me acompanhar.
— Sim! Tem lugar de sobra.
— A pergunta é se "podemos te acompanhar" até um lugar mais tranquilo.
A pergunta me desconcertou um pouco, mas não hesitei em perguntar:
— O que vocês tão propondo? Vocês parecem bem seguros de que têm algo a oferecer.
— Quantas vezes você já teve uma dupla penetração na água? Somos uma equipe e essa é uma das nossas especialidades.
— Sempre na água?
— Ou onde você quiser. Você prefere, melhor ainda, podemos experimentar uma na água e outra onde você sugerir, e depois você mesma julga qual gostou mais.
O que você fez?
Falei pra eles que estava um pouco cansada e que por isso estava na jacuzzi descansando, mas que se me ajudassem a ir até a piscina, a gente podia tentar. Um deles me disse:
"Não me surpreende que você esteja cansada, nas mãos da Luz todo mundo se perde, vimos como ela te pegou assim que você se separou do seu acompanhante. Queríamos ser os primeiros a te dar as boas-vindas, mas ela se adiantou. De qualquer forma, com a gente você não vai se entediar nem se cansar."
Eles me ajudaram a sentar na borda da piscina, que era toda forrada com aquela madeira de sauna, pra não marcar o corpo. Um entrou na piscina, me segurou pela cintura e me desceu, esfregando o corpo no meu. Quando meus pés tocaram o fundo, o outro já estava atrás de mim, apalpando meus peitos, que ficavam bem na superfície da água.
O que estava na minha frente se afastou um pouco, subiu com facilidade na borda da piscina, e eu pude ver que ele tinha um pau mais que apetitoso, com mais de 20 cm e grosso, uns quatro de diâmetro. Quando vi que ele começava a abrir a embalagem de uma camisinha, me aproximei e, sem aviso, engoli aquele pau, fazendo um meio boquete enquanto o outro enfiava o pau dele entre minhas pernas.
Então eu disse que, quando terminássemos, daria uma inteira pra cada um, como retribuição pelo que eles iam me dar.
O que estava fora colocou a camisinha e entrou na água. Com a ajuda do parceiro, ele me ergueu e, quando apontou a entrada da minha buceta, foi me penetrando devagar, enquanto o outro lambia minhas costas, da linha d'água até a nuca, onde soprava um pouquinho. Isso me deixa louca, e não deve ser só comigo.
Quando o que estava atrás achou que era hora, começou a acariciar minha barriga com uma mão enquanto com a outra apontava bem pro meu cu. Não foi brusco, mas não parou em nenhum momento. Chegou ao fundo com um empurrão lento, mas imparável. Quando ele me enfiou tudo, perguntei:
"Tá doendo ou posso continuar?"
"Continua! Ou vai ter problema."
Aí comecei a sentir algo diferente de tudo que já tinha vivido até então, quando um entrava o outro saía e eu no meio. Quando cheguei ao orgasmo, foi sensacional, eu tremendo e não por causa do frio, e aqueles dois sátiros que não me deixavam gozar. O que tava na frente gozou, mas continuaram me fodendo até eu pedir pra parar, não aguentava mais. Eles ficaram parados os dois dentro de mim, e eu pensava — bom, pensei depois — que na verdade eram um puta time.
Quando consegui falar alguma coisa, só me veio um simples "Valeu". Eles saíram de mim, primeiro o de trás e depois o da frente, que saiu da água, tirou a camisinha e colocou num daqueles "recipientes" espalhados por todo lado pra isso.
Ele sentou na borda da piscina e foi o primeiro que eu chupei. Recolhi os restos que tinham ficado e um pouco mais que ele soltou, porque me esforcei ao máximo. Quando terminei com ele, ele se abaixou o suficiente pra me beijar na boca, e aí me dediquei ao amigo dele. Esse não tinha gozado, tinha se enxaguado com a água da piscina, então quando comecei a chupar, só encontrei uma pica limpa e anormalmente dura, já que geralmente na água elas murcham.
O cara aguentou bastante, e olha que tenho muita prática, porque o Luís adora e quase sempre, se não no começo, é no final, mas a gente faz um 69 bem gostoso.
Quando finalmente o cara gozou, pensei que ia engasgar, não dava tempo de engolir no ritmo que ele soltava. Apertei um pouco os ovos dele com uma mão, ele aliviou um pouco, mas demorou mais de dois minutos pra esvaziar. Quando engoli tudo e ele se recuperou um pouco, ele voltou pra piscina e, depois de me beijar de língua bem gostoso, os dois me ajudaram a sair. Me acompanharam até um dos reservados de onde vimos sair uma "senhora da limpeza", porque toda vez que um é desocupado, trocam a roupa de cama. Limpa.
Continua.
🤤 🤤 🤤 Deixo com vocês a primeira parte de um conto muito interessante. Em breve vou lançar um minilivro de contos, a prévia tá uma delícia!!!! 🤤 🤤 🤤
Pedro tem a própria empresa de informática e, acima de tudo, sou feliz. Tenho todo o sexo que preciso ou quero, e ainda gosto do meu corpo. Tenho 1,68m e medidas magníficas: 95-65-90, olhos pretos e cabelo moreno que, embora eu goste de usar sempre na altura dos ombros, encaixa bem no conjunto.
Desde que conheci o Pedro, aos 17 anos, até uns três anos atrás, não tinha transado com ninguém além dele.
Sempre fui sexualmente muito ativa e fácil de convencer a experimentar coisas novas.
Pouco depois de nos conhecermos, numa tarde em que estávamos nos divertindo enquanto eu batia uma punheta pra ele, ele estava apertando meus peitos e me perguntou, pouco antes de gozar:
— Quando você vai me chupar? Porque esse é o próximo passo.
Não respondi. Ele gozou parte na minha mão, parte nas minhas pernas, porque levantei a saia pra não sujar. Lambi com a ponta da língua alguns restos da mão e senti um gosto meio forte, ácido e "acre ou salgado", tipo o de nêsperas quando estão quase maduras, mas falta aquele "quase".
Sem dizer nada, me abaixei e meti o pau já murcho na boca, sem saber bem o que fazer com ele. No começo, chupei tudo que pude, mas talvez pela situação, logo ele endureceu o suficiente pra eu poder fazer um boquete mais "sério".
Dessa vez foi com uma gozada mais fraca, mas toda na boca. Eu engolia, lambia, voltava a chupar e, com os lábios e a língua, fazia como se estivesse batendo punheta. E não devo ter feito mal, porque desde aquele dia nunca mais bati punheta pra ele, só pra começar.
Pouco depois, foi durante um feriado prolongado em que nenhum dos dois foi com as famílias — elas não sabiam nada do nosso relacionamento — e ambos dissemos em casa que íamos com amigos. No meu caso, a Júlia, uma grande amiga que ainda é, passou na minha casa com a... Meus pais iam me buscar no dia da partida, mas me deixaram na primeira estação de trem porque "esqueceram uns remédios e não podiam continuar".
Passamos os três dias sem sair da casa dele e foi a oportunidade de ter relações completas com Pedro, as penetrações vaginais eram com camisinha, mas quando perguntei:
"A camisinha é obrigatória pro sexo anal?"
Ele me explicou que não, mas que teria muito cuidado pra não me machucar. Começou me acariciando com um dedo "lubrificado" com creme, mas quando ele estava no meio do caminho, eu dei um empurrão forte pra trás de forma que entrou inteiro, doeu um pouco, mas economizamos muito tempo.
No primeiro dia e sua noite, passamos transando por onde ele queria e nos momentos "de calma" eu aproveitava pra fazer um bom boquete nele. No segundo dia, Pedro estava destruído, mas não deixei ele dormir mais que um pouco; quando ele dormia, eu mesma tratava de "acordá-lo". Esse feriado foi memorável e até hoje a gente cita como promessa de uma sessão de "sexo sem piedade".
Quando um de nós diz "Vamos de feriado?" já sabemos que não devemos nos comprometer com outras coisas.
Quatro anos depois, poucos dias depois de eu fazer 22 anos, nos casamos e nossa relação foi cada vez mais sólida e cúmplice. Com o tempo, compramos alguns brinquedos porque o Pedro às vezes tinha dificuldade em acompanhar meu ritmo, mas há três anos ele me propôs algo que me "beneficiou" e que pra ele trouxe pouco ganho.
"Você toparia a gente fazer uma troca de casais?"
Sinceramente, não. Acho que estamos bem como estamos e meter estranhos na nossa relação acho que não traria nada de bom.
"Não me referia a estranhos, também acho que ir a um clube desses que anunciam poderia ser um problema."
E ele continuou:
"Tinha pensado em alguém conhecido, como a Júlia e o Luís. Você poderia comentar com a Júlia e ver o que ela acha. Faz muito tempo que nos conhecemos e vejo como o Luís te olha, e a Júlia não me desagrada. Seria só uma questão de... vocês falariam.
¡Mas! Mas você está louco, nada menos que com a Júlia e o marido dela, eu ficaria muito chateada se eles se irritassem com isso. Não sei o que te dizer.
Faça isso por mim, por nós, sei ou pelo menos imagino que o Luís não te desagrada e com certeza vocês se divertiriam. Não tenho queixas de você porque sempre me deu tudo que pedi, mas agora me daria vontade de experimentar isso.
Vou falar com a Júlia, mas não me pressiona, farei isso quando surgir uma oportunidade para que ela não se ofenda e, se ela recusar, não vou tocar mais no assunto nem com ela nem com nenhum outro amigo.
Combinamos assim, eu não sabia como abordar isso com a Júlia, mas naquela quarta-feira ela me disse que não iria à academia porque o Luís estaria fora até sexta e ela estava meio cansada. Falei que passaria para vê-la, já que eu também não estava com muita vontade. Quando cheguei, ela me serviu um café e conversamos besteiras, até que ela perguntou:
"O que é que você tem? Faz tempo que nos conhecemos e já vejo que quer me contar algo, mas está com dificuldade."
"Você tem razão, preciso te perguntar uma coisa, mas não quero que você fique brava. Se você topar, ótimo! E se não, por favor, esquece, mas não vamos brigar por isso."
Quando contei o pedido do Pedro, ela caiu na risada e disse:
"É só disso que se trata? Pensei que fosse algo mais sério. Nós já fomos algumas vezes a um clube desses, há mais de dois anos. O Luís insistiu e eu topei, e se não te contei nada antes é porque não 'curtimos' totalmente."
"Foi uma experiência ruim, não foi legal?"
"Não, a primeira vez foi muito boa para nós dois, embora antes de entrar tenhamos combinado de nos separar e cada um ir por conta depois de nos explicarem como funcionava tudo, e que sairíamos no máximo às três.
Quem chegasse primeiro ao carro esperaria o outro e, se nos encontrássemos antes de sair, nos tratar como desconhecidos e, acima de tudo, não perguntar ao outro como tinha sido e o que tinha feito. Se quiséssemos contar, tudo bem, mas se não, seria nosso direito. Cala a boca.
Sendo a primeira vez de uma garota muito gostosa e completamente nua, ela nos mostrou as instalações que estavam pouco movimentadas, já que eram menos de dez da noite. Uma sala grande e comum, com mesas e um balcão pra pedir o que a gente quisesse beber — só podia beber naquela sala.
Depois, nos mostrou duas jacuzzis grandes, pra pelo menos oito pessoas cada uma, e uma piscina onde umas vinte pessoas podiam se banhar sem problemas. Em seguida, uma sala com uma cama redonda enorme, caso a gente quisesse participar da orgia que costumava rolar ali. "O Muro das Surpresas" era uma sala onde, de um lado, ficavam quem oferecia — buceta, cu, pau, peitos — e do outro, quem acariciava, beijava, penetrava. Algo muito curioso, porque você podia enfiar os peitos nuns buracos e não sabia quem estava te apalpando.
E por último, mas não menos importante, ela nos mostrou uma série de reservados, onde se entrava por uma cortina curta que deixava ver se tava ocupado. Tinha uma cama que comportava bem umas quatro pessoas. Por toda parte, havia divãs de três lugares pra quem preferia "brincar em público". Imagino que alguns fossem animadores pra fazer o povo se soltar.
Quando terminou as explicações, a garota que nos atendeu, depois que confirmamos que íamos ficar, reforçou a regra principal da casa:
Quando alguém diz NÃO, é simplesmente NÃO. Isso não impede que te toquem ou te apalpem, mas você pode parar ou recusar. Se você afastar a mão de alguém ou o que for, a pessoa vai entender que não deve continuar. TODOS os frequentadores respeitam essa regra, sob ameaça de expulsão sem nunca mais poder voltar.
Ela nos acompanhou até um vestiário onde nos despimos, deixando tudo nuns armários e pegando um roupão caso "a gente sentisse frio" e uma pulseira com a chave do armário. Era só o que a gente levava. Então, Luís e eu nos beijamos e combinamos de nos encontrar às três no carro.
— E você se divertiu?
— Maravilhosamente, Lily. Foi uma das melhores experiências da minha vida. vida, instantes depois de ver o Luís sumir, senti umas mãos na minha cintura, eram bem macias mas grandes, coloquei as minhas por cima e subi até os meus peitos, quando senti uns mamilos duros se cravando nas minhas costas fiquei meio surpresa, mas me esfreguei neles, aí ela me beijou no pescoço e sussurrou.
"Quer ir pra um reservado? Parece que é a primeira vez que você vem, nunca te vi por aqui."
Eu concordei e me deixei levar, entramos no mais afastado de onde estávamos, ela me guiava por trás segurando meus peitos e me beijando o pescoço, soprando na minha nuca, esfregando a boceta dela na minha bunda, e quando me sentou na cama na minha frente, pude ver a mina mais gostosa que você pode imaginar, não devia ter mais de 24~25 anos.
Sem mais enrolação, ela me empurrou pra trás e me deitou na cama com as pernas penduradas, abriu elas um pouco e me fez o melhor boquete de buceta que eu já imaginei, gozei três vezes antes dela me deixar descansar, depois me ajeitou direitinho na
cama e começou a lamber meu corpo todo.
Quando chupava um mamilo, enfiava dois dedos na minha buceta já bem sensível, de modo que com ela, em pouco mais de uma hora e meia, tive seis orgasmos, minhas pernas não aguentavam mais.
Num sussurro, porque parecia que não queria falar alto, como se fosse um sonho, ela me disse:
"Quando você descansar um pouco."
"Se me acompanhar um instante no vestiário, vou te dar um cartão meu, caso queira me ver algum dia fora daqui. Não sou profissional, é só que gosto do gosto da sua buceta e queria repetir, sem compromisso nenhum."
Eu não resisti e perguntei:
"O que você fez? Acompanhou ela? Ela te deu o cartão? Você viu ela de novo?"
"Sim! Sim e sim, acompanhei ela, me deu o cartão e vi ela muitas vezes nesses dois anos. Mais que isso, a gente tinha combinado de se ver hoje à tarde, mas vou ter que falar que tô cansada, porque quando a gente fica junto, ela me dá uns ralos que me deixa acabada."
"Mas ela tem tanta energia assim que te vence? O que ela faz com você?"
Julia, sem Sem dizer nada, ela se levantou, estendeu as mãos para mim e eu me levantei também, sem saber bem o que ela queria.
Me aproximei dela e ela me beijou nos lábios, foi um beijo muito terno, mais parecia uma carícia do que outra coisa. Então as mãos dela percorreram todo o meu corpo e, quando me dei conta, eu estava só de tanga, o vestido no chão e o sutiã no sofá.
Aí ela me perguntou:
— Percebeu alguma coisa? Pois eu também não. Quando a Luz "acende", não tem quem a sacie, é algo nunca visto. Quando estou com ela, o tempo parece parar.
A gente se enfiou num amasso, o primeiro que eu tive na vida com uma mulher, mas nem por isso menos gostoso. Ela me pegou pela mão e me levou até a cama dela, onde a gente se deitou. Ela não parecia nada cansada, lambeu meu corpo inteiro e, antes de chegar na buceta, eu já tinha tido meu primeiro orgasmo.
O segundo veio logo depois que ela se colocou entre minhas pernas e foi precedido por uma gozada enorme. Já tinha tido algumas em situações bem excitantes, mas nunca tão abundante. Depois desse segundo orgasmo, puxei ela para cima, beijei com muita paixão e falei que agora era minha vez de satisfazer ela.
— Não, disso a Luz vai cuidar depois. Melhor ainda, a gente vai as duas vê-la e ver se ela dá conta de nós duas.
— E foi só isso que você fez naquela primeira noite no clube?
— Não! Qual nada. Quando a Luz me deu o cartão e me deixou, fui pra hidromassagem relaxar um pouco. Tinha uma vazia. Tinha acabado de me instalar e estava de olhos semicerrados, tentando me recuperar, quando chegaram dois caras de uns 30 anos perguntando se podiam me acompanhar.
— Sim! Tem lugar de sobra.
— A pergunta é se "podemos te acompanhar" até um lugar mais tranquilo.
A pergunta me desconcertou um pouco, mas não hesitei em perguntar:
— O que vocês tão propondo? Vocês parecem bem seguros de que têm algo a oferecer.
— Quantas vezes você já teve uma dupla penetração na água? Somos uma equipe e essa é uma das nossas especialidades.
— Sempre na água?
— Ou onde você quiser. Você prefere, melhor ainda, podemos experimentar uma na água e outra onde você sugerir, e depois você mesma julga qual gostou mais.
O que você fez?
Falei pra eles que estava um pouco cansada e que por isso estava na jacuzzi descansando, mas que se me ajudassem a ir até a piscina, a gente podia tentar. Um deles me disse:
"Não me surpreende que você esteja cansada, nas mãos da Luz todo mundo se perde, vimos como ela te pegou assim que você se separou do seu acompanhante. Queríamos ser os primeiros a te dar as boas-vindas, mas ela se adiantou. De qualquer forma, com a gente você não vai se entediar nem se cansar."
Eles me ajudaram a sentar na borda da piscina, que era toda forrada com aquela madeira de sauna, pra não marcar o corpo. Um entrou na piscina, me segurou pela cintura e me desceu, esfregando o corpo no meu. Quando meus pés tocaram o fundo, o outro já estava atrás de mim, apalpando meus peitos, que ficavam bem na superfície da água.
O que estava na minha frente se afastou um pouco, subiu com facilidade na borda da piscina, e eu pude ver que ele tinha um pau mais que apetitoso, com mais de 20 cm e grosso, uns quatro de diâmetro. Quando vi que ele começava a abrir a embalagem de uma camisinha, me aproximei e, sem aviso, engoli aquele pau, fazendo um meio boquete enquanto o outro enfiava o pau dele entre minhas pernas.
Então eu disse que, quando terminássemos, daria uma inteira pra cada um, como retribuição pelo que eles iam me dar.
O que estava fora colocou a camisinha e entrou na água. Com a ajuda do parceiro, ele me ergueu e, quando apontou a entrada da minha buceta, foi me penetrando devagar, enquanto o outro lambia minhas costas, da linha d'água até a nuca, onde soprava um pouquinho. Isso me deixa louca, e não deve ser só comigo.
Quando o que estava atrás achou que era hora, começou a acariciar minha barriga com uma mão enquanto com a outra apontava bem pro meu cu. Não foi brusco, mas não parou em nenhum momento. Chegou ao fundo com um empurrão lento, mas imparável. Quando ele me enfiou tudo, perguntei:
"Tá doendo ou posso continuar?"
"Continua! Ou vai ter problema."
Aí comecei a sentir algo diferente de tudo que já tinha vivido até então, quando um entrava o outro saía e eu no meio. Quando cheguei ao orgasmo, foi sensacional, eu tremendo e não por causa do frio, e aqueles dois sátiros que não me deixavam gozar. O que tava na frente gozou, mas continuaram me fodendo até eu pedir pra parar, não aguentava mais. Eles ficaram parados os dois dentro de mim, e eu pensava — bom, pensei depois — que na verdade eram um puta time.
Quando consegui falar alguma coisa, só me veio um simples "Valeu". Eles saíram de mim, primeiro o de trás e depois o da frente, que saiu da água, tirou a camisinha e colocou num daqueles "recipientes" espalhados por todo lado pra isso.
Ele sentou na borda da piscina e foi o primeiro que eu chupei. Recolhi os restos que tinham ficado e um pouco mais que ele soltou, porque me esforcei ao máximo. Quando terminei com ele, ele se abaixou o suficiente pra me beijar na boca, e aí me dediquei ao amigo dele. Esse não tinha gozado, tinha se enxaguado com a água da piscina, então quando comecei a chupar, só encontrei uma pica limpa e anormalmente dura, já que geralmente na água elas murcham.
O cara aguentou bastante, e olha que tenho muita prática, porque o Luís adora e quase sempre, se não no começo, é no final, mas a gente faz um 69 bem gostoso.
Quando finalmente o cara gozou, pensei que ia engasgar, não dava tempo de engolir no ritmo que ele soltava. Apertei um pouco os ovos dele com uma mão, ele aliviou um pouco, mas demorou mais de dois minutos pra esvaziar. Quando engoli tudo e ele se recuperou um pouco, ele voltou pra piscina e, depois de me beijar de língua bem gostoso, os dois me ajudaram a sair. Me acompanharam até um dos reservados de onde vimos sair uma "senhora da limpeza", porque toda vez que um é desocupado, trocam a roupa de cama. Limpa.
Continua.
🤤 🤤 🤤 Deixo com vocês a primeira parte de um conto muito interessante. Em breve vou lançar um minilivro de contos, a prévia tá uma delícia!!!! 🤤 🤤 🤤
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