intermediário: A traição contada pelo caçador

Fala, camaradas poringa boys! Hoje trago um interlude da história que vocês curtiram recentemente e que espero que continuem gostando. E sem mais delongas, deleitem suas pupilas com esse interlude narrado pelo caçador.

Ah, e se não leram os outros contos, não vão entender nada, então recomendo ler os anteriores.

Ahh, depois de completar o serviço de pegar o garoto e liquidar ele, tô indo pra torre Scorpion Tail. Vou andando de boa, como se nada tivesse acontecido, pelas ruas da cidade furry. Ahh, me lembra minha cidade natal, o vilarejo Determined, mas essa cidade é mais brilhante, cheia de lojas e com seu povo andando tão pacificamente, sem saber o que os espera. Umm, que tristeza. Enquanto o caçador seguia pra torre, ouvi uns gritos vindo de um beco. Ele foi até lá e viu um cara com um canivete apontando pra uma gata indefesa. O caçador só ficou observando por um momento até falar: — Ei, muleque, não devia brincar com essas coisas afiadas, sabia? Isso não é brinquedo. — O cara só respondeu: — E quem diabo te perguntou alguma coisa, hein? — Enquanto ele falava isso, só pulei em cima dele e fui ver se a moça tava bem. Antes que ela pudesse dizer algo, ela me abraçou e falou: — Por favor, me salva, esse cara quer me assaltar! — Enquanto ela dizia isso, só pensei: "E o que mais ele poderia estar fazendo apontando um canivete pra você, hein? Oferecendo um corte de pelo?" Antes que eu pudesse falar algo, o cara tentou me cortar com o canivete pequeno. Só segurei a mão dele antes que chegasse perto de qualquer lugar, e falei debochando: — Hahaha, moleque, essa é toda sua força? Hahaha, acho que essa moça tem mais força que você! — Depois disso, o cara só tentou me acertar com a outra mão, e eu respondi metendo um chute na barriga dele. O cara ficou um tempão caído no chão. O chão, enquanto isso, a pobre gatinha estava assustada. Enquanto eu seguia meu caminho de novo, senti uma mão pegar na minha. Naquele instante, senti como se aquela mão fosse da minha amada antiga, que morreu nas mãos de caras como esse assaltante de merda. Enquanto lembrava disso, percebi que era a jovem gata me dizendo, enquanto segurava minha mão: "Por favor, me acompanhe" — (a jovem gata tinha uns 20 anos, só pra especificar). Ela dizia isso, mas tudo que eu via era outro zumbi do Dorian. Ahhh, que mal pode fazer ao Dorian eu me atrasar um pouco? Enquanto pensava nisso, já estava indo com a gata pra casa dela. Enquanto isso acontecia, ela me perguntou: "Você tem algum nome?" E eu só respondi: "É Alphonse, meu nome é Alphonse. E o seu?" Ela disse: "Meu nome é Silvia. E o que te traz, Alphonse, por esses lugares tão perigosos?" E eu só respondi com uma risadinha: "Hahaha, isso quem deveria perguntar é você, Silvia, não é? Já que você era a donzela em perigo dessa vez." Ela respondeu: "Bom, eu moro por aqui, mas nunca te vi antes, Alphonse. Senão teria notado um cara forte e que sempre se veste de preto, hehe." — ha, ela ri de um jeito tão engraçado. Pena que vai se perder nessa guerra que o Dorian começou.

Depois de alguns minutos andando pelas ruas baixas da cidade furry, ela parou numa casa linda de dois andares, cor carmesim, com portas de madeira, e me disse: "Alphonse, não quer entrar pra tomar alguma coisa?" E eu respondi: "Ah, na verdade tenho algo importante pra fazer." Ela só disse: "Vai, entra. Tenho que te pagar de algum jeito por ter me salvado a vida, não acha? E te oferecer algo pra beber é a única coisa que me vem à cabeça." Nisso, pensei: por que diabos eu estava trabalhando pra um megalomaníaco como o Dorian? Mas depois de pensar nisso, senti a Silvia me puxando devagar pra dentro da casa dela. Já dentro, ela disse: "Vai pra sala de jantar, Alphonse. aí vou te dar algo pra beber— enquanto esperava ela aparecer pra gente voltar a conversar, ela só apareceu de calcinha e sutiã, só com aquilo cobrindo o corpo dela, tão gostosa que eu nunca tinha visto igual. Fiquei quieto um tempão enquanto servia café em duas xícaras, uma pra mim e, claro, a outra pra ela. Quando ela me entregou a xícara de café, se inclinou um pouco mais, como se quisesse me mostrar mais abertamente os peitos delicados que, há instantes, estavam na frente de uma faca e da morte. Ela só sentou do meu lado enquanto me dizia: — Alfonse, sério, muito obrigada por ter me salvado daquele ladrão. A verdade é que ainda tô pagando essa casa e, se você não aparecesse, talvez eu nunca conseguisse usar ela como minha, hehe — enquanto ela falava isso, se aproximava mais de mim, a ponto de eu sentir o pelo dela roçando meu braço direito. A bunda dela tentava se encostar na minha, enquanto ela só repetia: muito obrigada de novo, Alfonse, e se aproximava mais e mais até que aconteceu o que tinha que acontecer: ela me deu um beijo, e eu respondi do mesmo jeito. A gente se beijou até ficar sem ar. Ela só ficou na posição dela, enquanto eu levei minhas mãos pros peitos delicados e gostosos dela. Comecei a esfregar eles dentro do sutiã primeiro, depois ela só falou: — Deixa eu tirar o sutiã. — Tirou, e pra minha surpresa, eles eram ainda mais lindos sem o sutiã. Então comecei a esfregar os biquinhos dela delicadamente até que ela soltou um gemidinho de prazer. Depois disso, comecei a lamber eles suavemente até chegar nos mamilos rosados e durinhos, comecei a dar lambidas leves até que depois eu tinha eles completamente na minha boca e sentia como eram deliciosos. Enquanto eu fazia isso, ela só me levantou da mesa da cozinha e me guiou devagar, sem eu ter que tirar a boca dos peitos dela, até o quarto dela, e ela só falou: — Alfonse, tô pronta. — enquanto Enquanto ela ouvia essas palavras, só me empurrava pra cama enquanto tirava a última peça de roupa que tinha, que era a calcinha vermelha dela. Depois disso, a única coisa que fiz antes dela se deitar foi brincar um pouco com os lábios dela e o clitóris. Comecei a esfregar suavemente a parte externa da buceta dela, depois comecei a lamber devagar a buceta dela até que ela foi ficando molhadinha, lenta e deliciosamente. Depois disso, ela começou a ficar mais e mais corada, até que começou a gemer um pouco. Aí eu abri um pouco mais pra poder lamber mais fundo. Depois disso, ela só começou a morder os próprios lábios, como sinal de prazer, até que ela disse: – Ahhhhhh, tô gozandooooo – depois disso, só senti o fluido quente dela descendo pela minha garganta até que ela me empurrou pra me deixar deitado enquanto me despia rapidamente, até que começou a lamber meu pau delicadamente. Depois disso, ela só fazia um movimento com a cabeça pra cima e pra baixo enquanto eu só aproveitava, até que ela começou a esfregar com força minhas bolas. Foi aí que comecei a sentir mais prazer, até que gozei na boca dela. Depois disso, ela só se deitou em cima de mim, me beijou e, depois, sentou no meu pau e começou a dar leves sentadas nele. Ela só gemia baixinho até que eu a peguei pela cintura e comecei a movê-la com mais força. Depois de um tempo de uma noite mais agitada do que nunca, ela começou a gemer mais e mais alto a cada segundo que passava, até que num momento ela só disse, ou melhor, gemeu: – Ahhhhhhhh – depois disso, ela só desabou no meu peito e disse: – Ohhh, nunca tinha sentido tanto prazer assim, Alfonse. Depois que ela pegou no sono, me levantei o mais silenciosamente que pude e retomei o caminho até a torre escorpião pra ver o tão desesperado cliente Dorian. Enquanto seguia meu caminho, só vi uma sombra se aproximando por trás de mim. Na hora, puxei uma adaga pequena que Enfiei a mão no bolso e peguei aquela pessoa. Enquanto fazia isso, percebi que era uma loba branca. Reconheci quem era e só perguntei: "O que você quer e por que está me seguindo?" Ela simplesmente respondeu: "Dorian me mandou pra ver se você não se perdia, mas vejo que não se perdeu, só deu um desvio mais divertido, certo?" Eu respondi: "Isso não é da sua conta, Clarise." Enquanto falava isso, segui meu caminho até a torre, e ela decidiu me acompanhar. Quando chegamos na entrada da torre, ela disse: "Ha, Dorian deve estar no último andar, como de costume. Ele nunca recebe os convidados." Eu respondi: "Isso não me interessa. Só quero saber se ele tem meu pagamento ou não. Porque se não tiver, não importa quantos zumbis ele tenha, todos vão cair junto com ele." Enquanto eu dizia isso, a porta se abriu e, para minha surpresa, era Dorian Black, com sua roupa clássica: uma gabardina vermelha sangue e um laço no pescoço. Dorian simplesmente disse: "Ahhh, meu amigo, achou que eu não viria te receber como bons camaradas que fomos um tempo atrás? Por favor, entra, meu amigo. Seu pagamento está no último andar, para onde estamos indo agora." Eu respondi: "Isso espero, velho amigo. Ha, mas espero que não seja uma armadilha das suas, hein." Dorian balançou a cabeça, ou melhor, negou, mas enfim. Depois de subir pelo elevador até o último andar, vi que ele tinha um monte de pessoas transformadas em zumbis por ele. Perguntei: "Dorian, o que você fez com todas essas pessoas, hein, seu maldito psicopata?" Dorian respondeu: "Ahhh, o que é isso? É o sacrifício de alguns para reorganizar este mundo tão desequilibrado, não acha, Alfonse?" Eu respondi: "Dorian, você é louco. E nunca mais me chame para impedir pessoas que querem evitar isso, entendeu? Me dá o que combinamos e vou embora." Dorian respondeu: "Hahahahaha, acho que não vou poder te dar o dinheiro, já que não vai precisar quando virar um zumbi também – e eu respondi: você é louco se acha que vou deixar. Enquanto falava isso, os zumbis vinham na minha direção tentando me pegar, até que eu sacasse minha espada. Dorian disse – ahhh, mas acho que você não vai ter coragem de machucá-los, sabendo que eles podem voltar ao normal, né, meu amigo? Você é furry demais pra machucar gente inocente, certo? Hahahahaha – enquanto ele falava, eu só guardei a espada de novo e falei: Dorian, você sabe que é maluco, né? Mas não vou deixar você machucar mais ninguém, e não vou deixar você me pegar. Enquanto eu dizia isso, Dorian pegou Clarise pelo pescoço e falou – hahaha, você se importaria se eu machucasse essa garotinha inocente, hein? – enquanto Clarise gritava – Dorian, seu traidor, o que você tá fazendo? – e Dorian respondeu – você achou que eu ia deixar pessoas que sabem do meu plano sem transformar, né? – depois disso, ele mordeu ela, chupou um pouco do sangue e ia levar ela pra uma máquina que parecia ser o que transforma os furries dessa cidade, mas eu não ia deixar. Antes que ele jogasse ela na máquina, dei um chute nas costas dele, e Dorian quase caiu dentro da máquina. Peguei Clarise e só falei pra ele: você vai pagar por isso, Dorian. O que você tá fazendo com esses furries e essa traição, você vai pagar, seu morcego idiota. Enquanto falava isso, vi a janela que dava pra cidade e suas ruas, e pulei pra não ser pego. Depois disso, procurei um jeito de não virar uma mancha no chão, até que encontrei uns cabos que usei pra descer de boa. E depois disso, já sei pra quem ir direto pra me ajudar a resolver esse mal terrível na cidade furry.

Bom, colegas poringa boys, espero que me deem suas opiniões sinceras sobre esse intermédio que fiz na pressa, e que continuem dando força pro seu escritor amador de relatos. Nos vemos depois, diz Thanatos1500, e a propósito, não esqueçam de deixar seus comentários.

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