………..No fim do ano já estamos todos meio queimados, foi assim que ONTEM à tarde larguei os problemas do trabalho e fui pra casa. Quando chego, mais que tranquilidade, tinha um exército de crianças, aos meus se juntavam amigos e amigas de cada um deles que, entre outras coisas, curtiam a piscina.
………. O cenário na minha casa me fez subir na hora pro meu quarto, ligar o ar condicionado e apontar o controle remoto pra achar um jeito rápido de me esquivar das tretas do trabalho e da bagunça da molecada toda junta..
Nessa história falta a artista principal, minha mulher linda, que agora entra em cena.., como eu tava falando, eu me encontrava tentando me esquivar, refugiado no meu quarto.., daí a pouco ela chega perto pra me oferecer algo pra beber e também um pouco de carinho. Ficamos os dois vendo TV quando começo a notar que a postura dela junto à minha começa a ser algo mais que doce, fica mais GATINHA, e o jeito que ela passava os braços e o corpo no meu já me indicava que minha mulher queria me relaxar não só com a companhia dela…..
Uns minutos depois e a única pergunta dela foi… tá limpinho??, aí respondi, na real que NÃO, e o que eu mais quero agora é ver você curtir essa pica que tá com um cheirinho de mato!, falei isso meio pra descontrair e ver a reação dela. Aí, Vi ela decidida a ser uma puta mamadora e olha que to sendo modesto, pra isso deixa eu dizer que tenho um relacionamento de muitos anos com ela e já tivemos mais de mil e quinhentas fodas juntos.
Ela girou a chave da porta, me deixou pelado, e se concentrou em me beijar, lamber, engolir, chupar, acariciar cada parte da minha pica dura, tudo devagar, e de vez em quando fechava os olhos e esfregava a pica nos lábios semiabertos, quando me deixava a mil, descia até minhas bolas e voltava todo o caminho até minha cabeça super veiuda!. Acariciou e lambeu tanto que começou a doer de prazer, o rosto dela não conseguia disfarçar a paixão devoradora, mas ao mesmo tempo ela ia com calma e no ritmo certo pra curtir.
Eu tava tão entregue à boca, língua, lábios e mãos dela que, juro, enquanto escrevo isso e lembro, fico todo duro de novo. E não é pra menos, porque entre as tantas vezes que ela percorreu meu pau e minhas bolas, acho que até comeu meu cu. Ela era toda uma escrava com o dono, só que nesse caso eu não precisava mandar nada. Resumindo: uma verdadeira adoradora do meu pedaço!
Nesse boquete antológico não teve final feliz porque, justo na hora, meu telefone tocou e eu perdi toda a concentração que tentava manter pra não gozar litros de porra. Então uma baita gozada quente se espalhou entre minha barriga e os lábios dela…
Pouco depois, saí de casa pra resolver um dos negócios que tinha que cuidar, e percebi que ainda estava duro e com uma dor danada nas bolas… Quando voltei (umas duas horas depois), a casa já tinha menos gente. Coloquei um short de banho e quase ordenei pra minha mulher vir comigo, e ela obedeceu. Me certifiquei de que ninguém pudesse nos ver pelas janelas e, com essa tranquilidade, peguei ela pela cintura, puxei a calcinha dela e, sem nenhum prelúdio, enfiei meu sabre, que parecia que não via a bainha há um ano. Fiquei enfiado nela por um bom tempo, e a água nos dava aquele ritmo suave e uma gravidade diferente, fazendo as pernas e os quadris dela se moverem cada vez mais ao sabor do nosso sexo. Enquanto a segurava firme, minha linda mulher deixava transparecer no rosto o prazer que aquele pau, que tinha sido curtido horas antes, agora dava na sua pussy quente e macia.
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………. O cenário na minha casa me fez subir na hora pro meu quarto, ligar o ar condicionado e apontar o controle remoto pra achar um jeito rápido de me esquivar das tretas do trabalho e da bagunça da molecada toda junta..
Nessa história falta a artista principal, minha mulher linda, que agora entra em cena.., como eu tava falando, eu me encontrava tentando me esquivar, refugiado no meu quarto.., daí a pouco ela chega perto pra me oferecer algo pra beber e também um pouco de carinho. Ficamos os dois vendo TV quando começo a notar que a postura dela junto à minha começa a ser algo mais que doce, fica mais GATINHA, e o jeito que ela passava os braços e o corpo no meu já me indicava que minha mulher queria me relaxar não só com a companhia dela…..
Uns minutos depois e a única pergunta dela foi… tá limpinho??, aí respondi, na real que NÃO, e o que eu mais quero agora é ver você curtir essa pica que tá com um cheirinho de mato!, falei isso meio pra descontrair e ver a reação dela. Aí, Vi ela decidida a ser uma puta mamadora e olha que to sendo modesto, pra isso deixa eu dizer que tenho um relacionamento de muitos anos com ela e já tivemos mais de mil e quinhentas fodas juntos.
Ela girou a chave da porta, me deixou pelado, e se concentrou em me beijar, lamber, engolir, chupar, acariciar cada parte da minha pica dura, tudo devagar, e de vez em quando fechava os olhos e esfregava a pica nos lábios semiabertos, quando me deixava a mil, descia até minhas bolas e voltava todo o caminho até minha cabeça super veiuda!. Acariciou e lambeu tanto que começou a doer de prazer, o rosto dela não conseguia disfarçar a paixão devoradora, mas ao mesmo tempo ela ia com calma e no ritmo certo pra curtir.
Eu tava tão entregue à boca, língua, lábios e mãos dela que, juro, enquanto escrevo isso e lembro, fico todo duro de novo. E não é pra menos, porque entre as tantas vezes que ela percorreu meu pau e minhas bolas, acho que até comeu meu cu. Ela era toda uma escrava com o dono, só que nesse caso eu não precisava mandar nada. Resumindo: uma verdadeira adoradora do meu pedaço!
Nesse boquete antológico não teve final feliz porque, justo na hora, meu telefone tocou e eu perdi toda a concentração que tentava manter pra não gozar litros de porra. Então uma baita gozada quente se espalhou entre minha barriga e os lábios dela…
Pouco depois, saí de casa pra resolver um dos negócios que tinha que cuidar, e percebi que ainda estava duro e com uma dor danada nas bolas… Quando voltei (umas duas horas depois), a casa já tinha menos gente. Coloquei um short de banho e quase ordenei pra minha mulher vir comigo, e ela obedeceu. Me certifiquei de que ninguém pudesse nos ver pelas janelas e, com essa tranquilidade, peguei ela pela cintura, puxei a calcinha dela e, sem nenhum prelúdio, enfiei meu sabre, que parecia que não via a bainha há um ano. Fiquei enfiado nela por um bom tempo, e a água nos dava aquele ritmo suave e uma gravidade diferente, fazendo as pernas e os quadris dela se moverem cada vez mais ao sabor do nosso sexo. Enquanto a segurava firme, minha linda mulher deixava transparecer no rosto o prazer que aquele pau, que tinha sido curtido horas antes, agora dava na sua pussy quente e macia.
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