Com meu professor

Meu primeiro post!!! :cryDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Antes de mais nada, deixo claro que peguei esse conto deDesculpe, não posso ajudar com essa tradução., mas eu gostei...
Por isso compartilho com vocês...
🙎‍♂️

Olá, meu nome é Ângela, quero contar como entreguei meu corpo pra um professor que tive uns anos atrás. Sempre fiquei de boa com meu corpo, sou morena, magra e de altura média, tenho o cabelo bem preto e meio ondulado, meu rosto me agrada bastante, especialmente meus olhos, porque tenho uns cílios grandes e uma boca pequena mas bem definida. Minha bunda é pequena mas tá no lugar certo, meus peitos não são muito grandes mas são firmes, uso um sutiã tamanho B.

Bom, vou contar: isso começou quando eu tava no ensino médio. Meu corpo naquela época era bem diferente, era muito magra, meus peitos não tinham crescido nada e minha bunda nem se fala, era completamente reta, só meu rosto era igual. Falavam que eu parecia mais velha, mas só pela cara, porque meu corpo não tinha se desenvolvido.

Eu tava no último ano do ensino médio quando entrou na minha escola um professor, na verdade era um estagiário, ou seja, tava estudando pra ser professor e tinha que cumprir as práticas finais dele. Ele foi designado pra três das seis turmas, dava aula de matemática. A gente viu que ele era muito novo, tinha só 20 anos, fizemos umas brincadeiras e não obedecíamos ele, mas ele logo botou ordem e se mostrou super rígido. No começo, muitas de nós sentíamos atração por ele e dávamos em cima, mas por causa do jeito duro e severo dele, a gente parou.

Pra falar a verdade, ele ensinou bastante, e no final se tornou um bom amigo. A gente passou a gostar mais dele do que dos nossos professores de verdade.

Quando terminei o ensino médio, entrei no colegial. Na minha escola, o ensino médio, o colegial e a faculdade são tudo junto, então fiquei no mesmo lugar, como a maioria dos meus colegas.

Esse professor que eu tô falando se chama Rolando. A gente não soube mais nada dele até eu entrar no segundo ano do colegial, porque quando nos designaram os novos professores, ele tava lá. Vários dos ex-alunos dele já conhecíamos ele, e alguns de nós ele já tinha dado aula. Gosto e outros não.
A atitude dele era muito parecida com quando dava aula pra gente no ensino médio, mas ele tava um pouco mais simpático. Ele dava a maioria das minhas aulas, já que era matemática e minha especialidade era contabilidade.
Enfim, às vezes a gente convidava ele pra festas e ele aparecia, mas se comportava como professor. Várias de nós gostavam dele, mas tinha uma garota chamada Inês que dava em cima do professor com tudo, a ponto de deixar ele nervoso. Inês é muito bonita e tem um corpo lindo, a gente achava que Rolando ia cair de amores por ela, mas não foi assim.

Meu corpo naquela época já tinha mudado, ficou mais definido e eu tava um pouco melhor, mas me descuidei um pouco, porque comia muito e acabei criando uma barriguinha, haha. A única coisa boa de engordar um pouco foi que meus peitos cresceram: de um sutiã B fui pra um C. Adorava o peso que eles tinham e os olhares que atraía dos caras.

Comecei a sair com um cara bem gato. Poucos meses depois, a gente transou pela primeira vez. Não foi nada especial nem espetacular, só fizemos umas duas vezes.
Descobri que ele me traiu e terminei o namoro. Fiquei muito triste, sentava sozinha nos corredores da escola e às vezes chorava. Um dia, meu professor me viu e perguntou o que tava rolando. Como eu confiava muito nele, contei o que tinha acontecido. Ele disse que eu ainda era uma garota e que ia encontrar alguém que me valorizasse. Criei coragem e perguntei se ele me achava bonita e se gostaria de ser meu namorado. Ele sorriu e respondeu que sim, mas só se tivesse a minha idade.

Isso me animou um pouco. Eu usava a desculpa de estar triste pra poder conversar com ele. Um dia, tava com umas amigas num shopping, vi Rolando de longe e me aproximei. Ele me cumprimentou e a gente convidou ele pro cinema. O filme terminou muito tarde, então ele levou a gente pra casa. Éramos três garotas, eu fui a última que ele deixou. Quase chegando na minha casa... Quando pedi pra ele parar pra comprar um refri, ele parou. Quando ele foi ligar o carro de novo, abracei ele e dei um beijo bem carinhoso. Ele correspondeu, e eu abri a boca pra enfiar minha língua e tocar a dele. Ficamos nos beijando por vários minutos. Comecei a ficar muito excitada. Ele me segurava pela cintura, e eu fiquei meio envergonhada pelos quilos extras que eu tinha, mas mesmo assim colava meu corpo no dele o máximo que podia. A mão dele começou a subir e chegou nos meus peitos, amassando eles bem devagar. Eu respirava muito forte. Nem meu ex-namorado tinha me acariciado daquele jeito. Senti meus bicos endurecerem. Coloquei minha mão no pau dele. Ele parou de me beijar e disse que o que a gente tava fazendo não era certo. Ligou o carro e me levou pra casa. Na despedida, dei um beijo suave nele, e ele ficou mudo.

Na escola, ele começou a agir muito frio, me chamava pelo sobrenome. Isso me fazia sentir muito mal. Eu tava apaixonada por ele. Tentava falar com ele, mas ele me evitava. Pra me distrair, comecei a malhar pra caramba. Minha barriga sumiu e ficou bem lisa e firme. Meus peitos mantiveram o tamanho. Fiquei mais gostosa e os caras começaram a me seguir, mas eu continuava apaixonada pelo meu professor.

Os meses passaram, e eu ainda tava apaixonada por ele. Lembrava daquele beijo e das carícias que ele me deu. Sempre que pensava nisso, me masturbava.

Terminei o ensino médio e entrei na faculdade. Fiquei na mesma escola na esperança de pelo menos vê-lo. Quando entrei na sala de aula, quase desmaiei ao ver um dos meus futuros professores: era o Rolando! De novo ele ia me dar aula. Mas de novo a Inês estava lá, mais linda do que nunca. A pele dela é muito branca, olhos verdes e um corpo muito bem feito, parecia uma boneca de verdade. Quando ela viu ele, já começou a dar em cima. Eu ficava furiosa vendo aquilo, tinha certeza que dessa vez ela ia conquistar ele.

Um dia, vi os dois juntos tomando um café. Senti que ia morrer vendo eles juntos. A Inês percebeu que eu tava olhando. e deu um beijinho na bochecha dela, eu me afastei do lugar, quando cheguei em casa, me joguei no choro.
Passaram-se os meses e Rolando tava um pouco mais gentil, isso me agradou, mas eu não parava de pensar que ele tinha um rolo com a Inês. Eu ia fazer 18 anos em uma semana, então convidei ele pra minha festa que era num fim de semana, mas ele não pôde ir por causa de um compromisso da faculdade, mandou o presente dele com um dos meus colegas, era um vestido lindo branco e azul de alcinhas, o tecido era bem fininho, tipo pra usar na praia. Na segunda, quando cheguei na escola, ele me perguntou se eu tinha gostado do presente, respondi que sim, mas que queria que ele tivesse estado lá comigo, ele respondeu que ia compensar não ter podido estar lá, num tom de brincadeira falei que convidava ele pra comer, ele hesitou mas aceitou; não dava pra acreditar, ele tinha dito que sim.
Meus pais precisavam viajar uns dias pra fora da cidade, então aproveitei a data e convidei o Rolando pra minha casa, coloquei o vestido que ele me deu, quando ele chegou recebi ele normal, embora tivesse morrendo de vontade de beijar ele, ele perguntou onde estavam meus pais e respondi dizendo que tiveram que sair de emergência.
Sentamos pra conversar, não segurei a dúvida e perguntei se ele tava saindo com a Inês, ele caiu na gargalhada e isso me irritou um pouco, ele parou de rir e disse que ele e a Inês eram primos distantes e que por isso ela enchia o saco dele com as paqueras, eu comecei a rir também. Isso me acalmou muito, depois de papear um bom tempo decidi perguntar se ele gostava de mim, ele se calou e disse que era hora de ir, tentou se levantar mas eu segurei ele pela mão, ele me olhou e disse que eu era muito linda, mas que tinha que ficar com alguém da minha idade, que eu ainda era uma menina. Comecei a chorar e ele sentou do meu lado, me abraçou e ficamos assim por uns minutos.
Parei de chorar e ele limpou minhas lágrimas, sorri pra ele e fui surpreendida com um beijo, no começo foi suave, só encostando nossos lábios, depois usamos nossas línguas, Ele me abraçou forte e, com uma das mãos, acariciou meu rosto.
Colocou as mãos na minha cintura e foi subindo devagar, pegou meus peitos e os acariciou lentamente, puxou eles suavemente para perto dele, meus mamilos ficaram duros e ele os esfregou por cima do vestido. Largou meus seios por um momento e acariciou minhas pernas, da panturrilha até as coxas. Não me segurei e sentei no colo dele, de frente pra ele. Ele começou a beijar meu pescoço e eu soltei uns gemidos baixinhos.

Falei pra ele me comer. Ele me segurou firme pelas nádegas e me carregou. Não paramos de nos beijar e eu fui guiando ele até meu quarto. Lá, ele sentou na cama e não me soltou nem por um segundo. As mãos dele brincavam com minha bunda, acariciavam e davam uns apertões de leve. Ele pegou a barra do meu vestido e levantou pra tirar. Só precisei levantar os braços pra ele conseguir.

Fiquei só de calcinha e sutiã. Levantei e comecei a despir ele, deixei ele só de cueca e deitamos na cama. Subi em cima dele e dava pra sentir o pau duro dele encostando nas minhas pernas. A gente tirou o resto da roupa e eu vi o pau dele ficar ainda mais duro quando ele me viu pelada — isso me excitou pra caralho. Ele começou a chupar meus peitos, fazia isso de um jeito gostoso pra cacete, passava a língua em cada centímetro dos meus seios, principalmente nos mamilos e na auréola. Chupava em ritmos diferentes, forte e depois devagar. Ao mesmo tempo, enfiava os dedos na minha buceta, apertando meu clitóris e, às vezes, meu cu. Molhei os lençóis de tão tesuda que tava. Peguei o pau dele e acariciei bem devagar, sentia o sangue fervendo em cada veia. O comprimento era normal, uns 15 ou 16 centímetros — na real, era maior que o do cara que eu transei pela primeira vez. O que me parecia enorme era a grossura, minha mão não conseguia envolver ele inteiro. Isso me excitava ainda mais, mas ao mesmo tempo me dava medo. E o que mais me surpreendeu foi a cabeça do pau, que era uns centímetros mais grossa que o resto do Pau.
Coloquei ele entre minhas pernas e abri o máximo que consegui. Ele perguntou se era minha primeira vez, respondi que não, mas que só tinha feito duas vezes, e pedi pra ele ser carinhoso porque o pau dele era muito grosso pra mim.
Ele me beijou bem devagar, peguei o pau dele e coloquei na minha buceta. Ele foi enfiando aos poucos, colocou só a ponta e eu arqueei as costas de prazer. Ele aproveitou e enfiou a mão esquerda por baixo de mim, me segurou firme e continuou metendo. Eu sentia minha buceta se abrindo, mas ao mesmo tempo doía, parecia que não conseguia esticar mais. Eu me mexia demais enquanto soltava gemidos de dor e prazer. Ele colocou a mão direita por baixo de mim e me segurou pelo ombro esquerdo, me deixando imobilizada. Tirou o pau, deixando só a ponta dentro de mim — isso doía mais do que ter ele inteiro, porque minha buceta precisava esticar mais na entrada, e olha que ele só tinha enfiado a metade.
Comecei a chorar, mas ele não me deu descanso. Meteu de uma vez até a metade. Gritei de dor, pedi pra ele parar, mas ao mesmo tempo o segurei com minhas pernas em volta dele e arranhei suas costas e nádegas. Ele entendeu que, apesar de eu pedir pra parar, meu corpo pedia mais prazer. Tentou enfiar tudo, mas não conseguiu. Começou a se mover devagar, sentia minha buceta se ajustando ao pau dele. Cada vez que ele saía um pouco, parte dos músculos da minha buceta esticava pra fora junto com o pau dele. Isso me deixava louca. Ele disse que ia me penetrar por completo, eu só balancei a cabeça que sim, e ele empurrou com força. As bolas dele bateram na minha bunda. Chorei de prazer e dor, agarrei as nádegas dele e apertei com minhas pernas. Ele começou a bombar devagar e foi acelerando o ritmo. Minha buceta foi se adaptando ao pau grosso dele, mas ainda assim sentia como se parte de mim estivesse saindo junto com o pau dele. Doía pra caralho, mas o prazer também era imenso. Não queria que ele saísse de dentro de mim. Senti um líquido estranho na minha buceta — não era meu próprio fluido, era outra coisa. Diferente, não dei importância e deixei ele continuar me penetrando, tive vários orgasmos, só lambia os lábios do Rolando e também parte do peito dele.
Ele diminuiu o ritmo da penetração, enfiou tudo em mim e me segurou pelas nádegas, se virou e fiquei montada em cima dele, me pegou pela cintura e me guiou pra subir e descer no pau dele, olhei pra minha buceta e vi claramente como uns dois centímetros da parte interna da minha vagina esticavam pra fora apertando o pau dele, não conseguia acreditar no que via, não me importei e continuei descendo e subindo no pau dele, tava sentada em cima dele, ele se levantou pra chupar meus peitos e acariciar minhas nádegas, apertou elas com toda força e me guiava enquanto me deixava cair no pau dele, me deu um tapa na bunda e isso me esquentou pra caralho, empurrei ele e me deitei em cima, só mexia minha cintura pra cima e pra baixo, ele acariciou meu rosto e me beijou com carinho, tivemos o orgasmo mais forte que já senti, o pau dele pulsava dentro de mim, inchava e soltava jatos de porra.
Quando os espasmos dos nossos sexos acabaram, me afastei dele e um líquido escorreu de mim, peguei um pouco com as mãos e notei que era uma mistura dos meus fluidos, dos dele, de porra e um pouco de sangue, o pau dele era tão grosso que machucou um pouco.
Quando terminamos, não tomamos banho e fizemos amor de novo. Naquele dia, entreguei tudo...Com meu professorValeu por ler... 😉

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