Vou contar a história de Clara, uma garota de 18 anos no último ano do colégio.
Os pais de Clara eram pobres, mas muito trabalhadores, e sempre quiseram que ela estudasse num colégio particular onde a educação era muito melhor. No último ano, ela ficou com duas matérias.
Por ser um colégio particular, o uniforme era obrigatório: consistia em um suéter vermelho, uma camisa branca, uma saia xadrez vermelha, meias vermelhas e sapatos pretos. Clara, como a maioria das garotas da turma, cortou um pouco a barra da saia, que ficava na altura do joelho.
As duas matérias que ela tinha pendentes eram dadas pelo mesmo professor, um homem de uns 40 anos que usava a mesma roupa a semana toda e cheirava a peixe frito. Clara pediu uma tutoria com ele. Normalmente, os professores valorizavam esse tipo de iniciativa, e ela realmente não podia deixar que seus pais pagassem mais um ano naquele colégio.
Chegou o dia da tutoria. Clara bateu na porta, e o professor mandou ela entrar. Quando entrou, um cheiro de peixe frito a envolveu, quase fazendo ela vomitar, mas mesmo assim ela deu o melhor sorriso. O professor mandou ela sentar enquanto mexia nuns papéis em cima da mesa e perguntou: "O que houve, senhorita Ibañez?" "Professor, queria que me desse alguma dica ou pista sobre a prova de amanhã. Preciso muito passar nas duas matérias." O professor respondeu: "Clara, isso seria sacanagem com seus colegas. Se você estudou, vai passar. Agora, vá embora." Ela não desistiu e insistiu de novo: "Me fala alguma coisa, professor." Num giro estranho dos acontecimentos, o professor virou uma das folhas que tinha na mão e... eram as perguntas da prova!!! Mostrou tão rápido quanto escondeu de novo. Clara disse: "Professor, me mostra as perguntas." Ele respondeu: "Me mostra a sua calcinha." Clara ficou branca e disse: Como assim?" Se o senhor quer ver as perguntas, eu quero ver sua calcinha. Depois de alguns segundos de dúvida, Clara começou a levantar a saia, e o professor virou a folha de novo, dessa vez deixou assim por um tempo e disse: "Clara, você realmente vai lembrar de tudo ou prefere anotar?" Clara hesitou, mas era muito melhor anotar — podia esquecer uma pergunta e tudo que tinha feito não valeria nada. Ela disse: "Claro, professor, muito melhor anotar." O professor pegou uma folha em branco e deu para Clara, e disse com uma condição: que deixasse ele se masturbar enquanto isso. Clara concordou, desde que não tivesse que tocar naquele homem e passar em tudo, estava tudo bem. Ela anotou as perguntas enquanto aquele depravado se masturbava olhando para a calcinha dela.
No dia seguinte, chegou na prova e eram as perguntas que ela tinha anotado e sabia de ontem. Decidiu errar algumas de propósito para que a nota não chamasse atenção, e à tarde soube que tirou um 7. Ao chegar em casa, os pais fizeram uma festa daquelas, já que a filha estava a uma matéria de passar de ano e poder aspirar a algo bom na vida. Ela, por sua vez, se sentia mal, mas também não achava que tivesse feito algo tão errado, e estava disposta a aguentar o mesmo para passar na matéria que faltava. Pediu rapidamente outra tutoria.
Chegou de novo o dia da tutoria. Clara chegou e o professor mandou ela entrar, como da outra vez. O cheiro de peixe frito e suor faria qualquer um vomitar, mas não era hora de pensar nisso. O professor perguntou de novo: "O que houve, senhorita Ibañez?" Ao que ela, que não queria passar nem um segundo a mais naquele lugar, respondeu: "Professor, me mostre as perguntas, como no outro dia." O professor disse: "Clara, você já devia saber que nem sempre tudo na vida é igual. E sei que só falta essa matéria pra você, então se acha que com o que fez no outro dia vou te dar as perguntas, é porque me acha otário." Clara respondeu: "O senhor peça. professor, eu tô disposta a tudo que o senhor mandar", "a senhorita Ibáñez sabe dançar?", Clara respondeu "um pouco, professor", ok, quero que você se despe dançando pra mim e se apresse que a tutoria tá quase acabando. Clara se levantou e começou a tirar a roupa, primeiro o suéter, depois foi desabotoando a camisa, mas um grito a parou: "assim não, senhorita Ibáñez, dance também". Ela começou a se mexer devagar enquanto terminava de tirar a camisa, deixando um sutiã branco imaculado à vista do professor. Depois foi a vez da saia, deixando uma calcinha branca e limpinha à mostra. Clara disse: "tá bom assim, senhor professor?" E o professor, fora de si, respondeu: "acho que ainda tem umas roupas aí", apontando com os dedos pro sutiã e a calcinha de Clara. Um arrepio percorreu o corpo de Clara, mas agora não dava pra voltar atrás. Em poucos segundos, o sutiã e a calcinha estavam no chão da sala, sob o olhar do professor, que quase babava. Ele virou a folha com as perguntas, e Clara disse: "posso anotar? Tô muito nervosa e duvido que vou lembrar depois". O professor respondeu: "se você me deixar bater uma olhando seu corpo pelado". Clara concordou com a cabeça, não tinha forças pra dizer não. Quando terminou, o professor se levantou e deu a folha em branco e um celular pra ela: "esse é meu celular. Sei que sua família não tem dinheiro. Se quiser, eu tenho de sobra, me liga, mas vai ser pela sua virgindade." Clara anotou as perguntas e, depois de vestida, guardou o número do professor no bolso do suéter. Não pretendia ligar, mas podia servir de prova se ele resolvesse mudar as perguntas de última hora. No dia seguinte, a prova era das perguntas que o professor tinha, ele cumpriu, e ela tirou um 7, errando algumas de propósito. Naquela tarde, os pais dela deram um presente, mas disseram que, assim que pudesse, ela tinha que arrumar um jeito de ganhar dinheiro, porque tavam quase sem grana. Mas isso é outra história. história.
Os pais de Clara eram pobres, mas muito trabalhadores, e sempre quiseram que ela estudasse num colégio particular onde a educação era muito melhor. No último ano, ela ficou com duas matérias.
Por ser um colégio particular, o uniforme era obrigatório: consistia em um suéter vermelho, uma camisa branca, uma saia xadrez vermelha, meias vermelhas e sapatos pretos. Clara, como a maioria das garotas da turma, cortou um pouco a barra da saia, que ficava na altura do joelho.
As duas matérias que ela tinha pendentes eram dadas pelo mesmo professor, um homem de uns 40 anos que usava a mesma roupa a semana toda e cheirava a peixe frito. Clara pediu uma tutoria com ele. Normalmente, os professores valorizavam esse tipo de iniciativa, e ela realmente não podia deixar que seus pais pagassem mais um ano naquele colégio.
Chegou o dia da tutoria. Clara bateu na porta, e o professor mandou ela entrar. Quando entrou, um cheiro de peixe frito a envolveu, quase fazendo ela vomitar, mas mesmo assim ela deu o melhor sorriso. O professor mandou ela sentar enquanto mexia nuns papéis em cima da mesa e perguntou: "O que houve, senhorita Ibañez?" "Professor, queria que me desse alguma dica ou pista sobre a prova de amanhã. Preciso muito passar nas duas matérias." O professor respondeu: "Clara, isso seria sacanagem com seus colegas. Se você estudou, vai passar. Agora, vá embora." Ela não desistiu e insistiu de novo: "Me fala alguma coisa, professor." Num giro estranho dos acontecimentos, o professor virou uma das folhas que tinha na mão e... eram as perguntas da prova!!! Mostrou tão rápido quanto escondeu de novo. Clara disse: "Professor, me mostra as perguntas." Ele respondeu: "Me mostra a sua calcinha." Clara ficou branca e disse: Como assim?" Se o senhor quer ver as perguntas, eu quero ver sua calcinha. Depois de alguns segundos de dúvida, Clara começou a levantar a saia, e o professor virou a folha de novo, dessa vez deixou assim por um tempo e disse: "Clara, você realmente vai lembrar de tudo ou prefere anotar?" Clara hesitou, mas era muito melhor anotar — podia esquecer uma pergunta e tudo que tinha feito não valeria nada. Ela disse: "Claro, professor, muito melhor anotar." O professor pegou uma folha em branco e deu para Clara, e disse com uma condição: que deixasse ele se masturbar enquanto isso. Clara concordou, desde que não tivesse que tocar naquele homem e passar em tudo, estava tudo bem. Ela anotou as perguntas enquanto aquele depravado se masturbava olhando para a calcinha dela.
No dia seguinte, chegou na prova e eram as perguntas que ela tinha anotado e sabia de ontem. Decidiu errar algumas de propósito para que a nota não chamasse atenção, e à tarde soube que tirou um 7. Ao chegar em casa, os pais fizeram uma festa daquelas, já que a filha estava a uma matéria de passar de ano e poder aspirar a algo bom na vida. Ela, por sua vez, se sentia mal, mas também não achava que tivesse feito algo tão errado, e estava disposta a aguentar o mesmo para passar na matéria que faltava. Pediu rapidamente outra tutoria.
Chegou de novo o dia da tutoria. Clara chegou e o professor mandou ela entrar, como da outra vez. O cheiro de peixe frito e suor faria qualquer um vomitar, mas não era hora de pensar nisso. O professor perguntou de novo: "O que houve, senhorita Ibañez?" Ao que ela, que não queria passar nem um segundo a mais naquele lugar, respondeu: "Professor, me mostre as perguntas, como no outro dia." O professor disse: "Clara, você já devia saber que nem sempre tudo na vida é igual. E sei que só falta essa matéria pra você, então se acha que com o que fez no outro dia vou te dar as perguntas, é porque me acha otário." Clara respondeu: "O senhor peça. professor, eu tô disposta a tudo que o senhor mandar", "a senhorita Ibáñez sabe dançar?", Clara respondeu "um pouco, professor", ok, quero que você se despe dançando pra mim e se apresse que a tutoria tá quase acabando. Clara se levantou e começou a tirar a roupa, primeiro o suéter, depois foi desabotoando a camisa, mas um grito a parou: "assim não, senhorita Ibáñez, dance também". Ela começou a se mexer devagar enquanto terminava de tirar a camisa, deixando um sutiã branco imaculado à vista do professor. Depois foi a vez da saia, deixando uma calcinha branca e limpinha à mostra. Clara disse: "tá bom assim, senhor professor?" E o professor, fora de si, respondeu: "acho que ainda tem umas roupas aí", apontando com os dedos pro sutiã e a calcinha de Clara. Um arrepio percorreu o corpo de Clara, mas agora não dava pra voltar atrás. Em poucos segundos, o sutiã e a calcinha estavam no chão da sala, sob o olhar do professor, que quase babava. Ele virou a folha com as perguntas, e Clara disse: "posso anotar? Tô muito nervosa e duvido que vou lembrar depois". O professor respondeu: "se você me deixar bater uma olhando seu corpo pelado". Clara concordou com a cabeça, não tinha forças pra dizer não. Quando terminou, o professor se levantou e deu a folha em branco e um celular pra ela: "esse é meu celular. Sei que sua família não tem dinheiro. Se quiser, eu tenho de sobra, me liga, mas vai ser pela sua virgindade." Clara anotou as perguntas e, depois de vestida, guardou o número do professor no bolso do suéter. Não pretendia ligar, mas podia servir de prova se ele resolvesse mudar as perguntas de última hora. No dia seguinte, a prova era das perguntas que o professor tinha, ele cumpriu, e ela tirou um 7, errando algumas de propósito. Naquela tarde, os pais dela deram um presente, mas disseram que, assim que pudesse, ela tinha que arrumar um jeito de ganhar dinheiro, porque tavam quase sem grana. Mas isso é outra história. história.
2 comentários - Colegiala (de menina a mulher) reeditado