Histórias Eróticas III

É um texto extenso, mas muito bom, super recomendado.

Existiu há muitos anos um país de grandes florestas densas com muita vegetação, e povoado de animais selvagens, como o urso, a raposa, o lobo, e outros inofensivos como os cervos, os cães e os linces. Estamos em tempos distantes da Idade Média. As florestas sempre foram refúgio de malfeitores, bandoleiros e vigaristas, onde se escondiam os perseguidos pela lei, e os sem-teto nem documentos.

Existiu uma adolescente muito atraente, de corpo bonito, bem alimentada e viçosa, usava tranças, tinha uns olhos azuis lindos e expressivos, sua alegria enchia a casa da mãe e dos amigos, e de todos que a conheciam. Seu charme não passava despercebido. O cabelo solto e desgrenhado a tornava uma jovem gostosa, uma mulherão mesmo sendo quase uma menina. Aos olhos dos garotos e jovens, era o símbolo sexual deles, com quem sonhavam acordados e dormindo, fechando os olhos para viver seu momento de fantasia erótica, típica da juventude. Sua avó tricotou uma capa de lã, que tingiu de vermelho com corantes naturais. Como sempre fazia umidade, ela usava a capa o tempo todo por causa do clima nas montanhas e perto das florestas. Deram a ela o apelido de Chapeuzinho, a da capa vermelha. Seus peitos eram fantásticos, nem com a capa disfarçavam.

Sua avó, que gozava de boa saúde, morava na floresta onde era muito feliz fazendo fórmulas para manter a virilidade dos camponeses, lavradores e lenhadores, tinha boa fama e uma beleza madura. Embora a melhor fórmula para os camponeses fosse ver a Chapeuzinho. Os homens viravam titãs, deuses do Olimpo, e tudo isso se notava nas calças que inchavam pra caralho, só com o olhar na bela Chapeuzinho, a da capa vermelha.

Histórias Eróticas IIIUm dia, um cervo passou perto da casa da vila, da Chapeuzinho, e comentou que a avó dela estava se sentindo mal. Chapeuzinho contou pra mãe, que arrumou uma cesta com uns pastéis de carne, mel, frutas, umas cataplasmas e ervas pras fórmulas mágicas, pra curar e se curar.

A mãe de Chapeuzinho, que era viúva e adorava dar uma voltinha nos palheiros onde os peões estavam, mas não gostava de andar pelo bosque, pede pra mocinha ir no lugar dela. (Assim ela podia brincar com algum peão jovem, castigando ele pelas falhas no trabalho). Dá conselhos, avisando pra ter cuidado. "Veste a capa que não se veja as pernas nem os peitos, que tu vai muito despreocupada, não pegue atalhos nem trilhas pequenas, vai pelo caminho largo onde passam caçadores e lenhadores que trabalham na floresta, não se deixe tocar. Não fale com estranhos. Fala sempre com quem tu conhece, porque o bosque é perigoso e o caminho é longo, e a ocasião faz o ladrão. Não chegue de noite e, principalmente, preste atenção nos barulhos do bosque, dos arbustos, que o perigo pode aparecer a qualquer momento. Bota alguma coisa por baixo da capa, não vai ficar mostrando tuas virtudes!" Chapeuzinho diz: "Sim, mãe! Mas quando é que a senhora vai me comprar um vestido mais comprido? Tô quase mostrando a bunda!" "Logo, filha, logo, com a nova colheita." E pegou a cesta com as provisões e os potes de remédio, e se preparou pra atravessar o bosque até a casa da jovem avó.

Chapeuzinho, ingênua e atrevida, não tinha e nem via perigo, por isso não sentia medo. Quem ia atacar uma adolescente que já se sentia toda mulher? Pensava consigo mesma. De repente, atrás de uma grande nogueira no caminho, aparece um desconhecido atraente que pergunta: "Aonde vai, mocinha gostosa?" (com voz suave, agradável, de conquistador e sedutor). "Vou pra casa da minha vovó, que fica no meio do bosque" (diz despreocupada e ingênua enquanto se abaixa pra pegar um cogumelo, mostrando as lindas pernas e a (nalgas) —E aí, vai sozinha fazendo o caminho? (diz o desconhecido, que já sacou o gênero e a qualidade dela) —Claro, já sou grandinha e conheço o caminho. Mas tenho muitos amigos. (Enquanto continua catando cogumelos e flores, ao mesmo tempo que se abaixa mostrando pela blusa aquele dom de peitos que enlouquecem os deuses) —Amigos? Cadê eles? Não tô vendo ninguém. Diz com curiosidade e estranheza ao não ver ninguém. (Melhor ocasião que essa, nenhuma, pensava ele consigo.) —Ah, claro! O senhor não vê, são os passarinhos, os cervinhos, os coelhinhos e o filho do guarda-florestal, que é mais velho que eu e sabe fazer um monte de coisas, e eu gosto que ele faça, ele é muito habilidoso (diz ingênua e sorrindo) —Oh, que menina linda! você é realmente gostosa e toda uma mulher. Basta olhar pra você. Quer que eu te acompanhe um pedaço? Posso ser seu amigo? O que eu tenho que fazer? —Bom… você sabe algum jogo que não seja muito de criança? —Sei, um. Chama-se um, dois, três, cervinho é. Vamos jogar? —E como se joga? —Olha, você coloca a capa no meio da clareira da floresta, aqui, assim. Muito bem. Agora levanta os braços na horizontal tapando os olhos enquanto conta até vinte e três até chegar no três. Eu vou até aquele arbusto e enquanto você conta vou me aproximando até te tocar. Se eu conseguir te tocar, aí eu faço de novo. —Legal, gostei. Vamos começar. Assim, chapeuzinho, levanta os braços e o vestido curto que com os anos não se renovou chega até o umbigo, mostrando toda a buceta loira na pele branca. O desconhecido nunca chega a tocá-la porque vai esquentando a paixão vendo as pernas dela e a buceta e quase o umbigo, o que faz reviver os sentimentos e as paixões mais baixas (tô falando das partes baixas) fazendo repetir o jogo várias vezes até atingir um estado de fervura, como diriam os cientistas. No último jogo, ele chega até chapeuzinho e toca nos peitos dela. —Pronto, te toquei nos peitos. —É verdade mesmo! Finalmente, hein! —Você sabe jogar outro? jogo? — pergunta chapeuzinho
— Sim, mais alguns. Pra começar, vamos brincar de raposas. Uma raposa e uma raposinha. A gente tem que andar de quatro e pegar um cogumelo com a boca e colocar na capa.
— Mas não vai ser cansativo, não? — pergunta chapeuzinho
— Mas a gente descansa de vez em quando em cima da sua capa de lã.
— Tá bom — diz chapeuzinho.

Então os dois ficam de quatro e dão voltas em volta de uns carvalhos até cada um encontrar um cogumelo. O desconhecido ia atrás de chapeuzinho e, claro, via a bunda dela e a rachadura do nascimento, um tufo loiro e uma bunda excelente, redonda e viçosa como a melhor fruta da estação. O desconhecido, ao ver o panorama — que fique claro — ficou parado ali pra contemplar, e começou a ficar igual aos cogumelos vermelhos, tô falando do cogumelo dele que agora tava espremido dentro da cueca.
— Ai — diz o desconhecido.
— O que foi? Se machucou?
— Espetei entre as pernas, ai, tá doendo!
— Deixa eu ver o que aconteceu, abaixa a cueca que eu tenho remédio na cesta.

Enquanto isso, ela senta de frente pro desconhecido, deixando à mostra o mato loiro e frondoso encaixado entre duas coxas brancas. O desconhecido abaixa a cueca — melhor dizendo, chapeuzinho ajuda ele a abaixar, porque ela era muito prestativa e carinhosa com os doentes — e, uma vez abaixada, ela vê o cogumelão entre as pernas.
— Caramba! O que foi que te picou que saiu um cogumelo duro e ereto?
— Vou pegar os remédios da vovó.
— Não — diz o desconhecido —, com um pouco de saliva e beijos, você sabe que cura ferida. Nunca te falaram isso?
— Ah, sim, a vovó sempre fala que com carinho, bons tratos e beijos cura muita coisa. Então o que a gente faz?
— Se você quiser me ajudar... pode passar saliva com a língua no cogumelo, dar uns beijos, e quando a dor passar, vai sair um líquido branco, aí a dor some.
— Ah, que legal. Então vou lá. (Decidida, ela põe a mão na massa) E chapeuzinho, com o desconhecido deitado... De costas pro desconhecido, ela senta em cima dele na posição do missionário (invertido, mais parecido com um 69 do que outra coisa) e vai colocando saliva, dá beijos, acaricia a cabeça do pau que fica vermelha como o cogumelo César (cogumelo do César), enquanto na posição o desconhecido vai olhando a entreperna da Chapeuzinho, que, muito dedicada, cuida do seu doente, até chegar o momento em que a cabeça do pau para de sentir dor e sai o líquido branco, deixando-o relaxado e contente. — Viu, já está. Não tá doendo agora, né? — Você é muito bondosa mesmo. Me curou. Agora vou tirar o líquido branco que caiu nos seus peitos lindos. Não vou te machucar, vou fazer com a língua. — Ah, que bom! Assim não vai doer... O desconhecido lambe os peitos da Chapeuzinho e as protuberâncias dos bicos até eles ficarem duros e túrgidos, vivos. E Chapeuzinho diz: — Você pode ter se curado, mas agora eu tenho um formigamento que vai dos meus peitos até a frondosidade da mata loira que tenho entre as pernas, e sobe um ardor que parece que estou com febre. — Não se preocupa, o mesmo remédio serve pra uma coisa e pra outra. Se quiser... eu aplico o remédio e te curo. — Então sim, faz logo, antes que chegue a noite e eu me atrase pra casa da vovó. Assim, deitada de costas, Chapeuzinho abre sua moita loira, mostrando o lugar onde coça. O desconhecido se ajoelha diante daquele vale fértil e lindo e aplica a medicina com a língua, usando a mesma técnica e método. — Tá melhorando, amiguinha? — Mais um pouco, que ainda tô com coceira. — Também vai sair o líquido branco? — Mais que branco, um pouco como uma fonte, vai ser o sinal de que te curei. — Então continua, que sua medicina eu gosto. Até chegar ao ponto de êxtase. Chapeuzinho exclama: Ahhhh! — Já estou curada. Muito obrigada, amiguinho meu. — Se quiser, pelo caminho, a gente pode continuar brincando enquanto chegamos perto da casa da sua vovó. — Bom, você é muito engenhoso, sabe muitos jogos. — Então... agora, fazendo caminho, vamos jogar o passeio do vale. É um jogo simples, não pode parar de andar. — Eu sou o caçador, você é o vale. Meus dois dedos são o caçador, suas costas são o vale, até as colinas e depois a caverna. — Que legal, vamos continuar jogando, você é um gênio dos jogos. — Me dá a cesta, eu levo. Você se cobre com a capa e deixa os braços um pouco levantados, com a parte da frente da capa aberta pra o caçador andar. Combinado? — Sim, já pode começar.

A mão direita, os dois dedos, indicador e médio, começam a andar pelas costas, a escápula, a coluna, o pescoço, chegam nas colinas redondas da bunda e vão descendo até entrar na caverna. — Ah, já entrou na caverna, com uma perna só. He, he. Diz a Chapeuzinho. — De novo. Pede a Chapeuzinho. E os dedos sobem, descem até chegar na caverna com as duas pernas. Agora sim, o jogo acaba. — Mas a gente pode fazer uma nova excursão entrando no poço. Então, de novo, os dedos percorrem a geografia da Chapeuzinho e, finalmente, quando chegam no ponto de entrada, o desconhecido diz: — abaixa um pouco, lambe meu dedinho, assim, muito bem, e o dedinho entra por trás pra completar o jogo das cavernas. — A primeira caverna eu gostei, mas a segunda custou um pouco, mas um pouquinho entrou. — É falta de prática nessas geografias, diz o desconhecido. — O que você quer dizer, que se andar mais, entra melhor? — Claro. É assim. — E como entra melhor? Pergunta com curiosidade a Chapeuzinho, que cada vez perde mais o medo e fica mais atrevida e brincalhona. — Bom, eu te ensino, mas depois você vai ter que correr pra chegar na casa da vovó, tá ficando tarde. — Tá bom, mas quero aprender. — Fica de joelhos. Os braços no chão, a buceta pra cima, abrindo os caminhos. Assim, muito bem, você é uma mulher encantadora, uma mulher maravilhosa, a cada minuto que passa eu gosto mais de você, me sinto feliz. — Obrigada, você é muito gentil e divertido, também gosto de você.

O desconhecido colocou saliva em quantidade e Colocou um dedinho, depois outro, no final os dois juntos até que entravam como uma chupeta na boca de um bebê. — Tá vendo? Como é que o senhor caçador entrou bonitinho na caverninha agora? — Pois é verdade. — Mas agora aquele formigamento voltou entre as pernas... vamos pro riacho do atalho pra refrescar. A Chapeuzinho e o desconhecido agora iam de mãos dadas, depois pela cintura e depois se agarravam nas bundas, acariciando uma a outra. Ao chegar no riacho, se livram das roupas e pelados se banham. O desconhecido, com a água fria, não endurece o argumento da vida, e a Chapeuzinho refresca o vale loiro, acalmando a coceira momentânea do entrevales. Depois do banho, Chapeuzinho brinca de percorrer o vale com o desconhecido, mas faz isso pela frente, os dois dedos brincam e vão dos novelos até a atalaia, conseguindo que o mastro da bandeira se erguesse. Chapeuzinho quis curar o desconhecido de novo até que conseguiu o líquido que acalma a dor. Depois, brincou com ele por trás até chegar na caverna dele, que doía por causa das hemorroidas. — Ai, coitadinho, sua caverna tá doente. Vou contar pra minha vovó pra ela te dar um remédio e te curar, já vou passar eu mesma pra sarar mais rápido — diz ela, cada vez mais atrevida, sedutora, ingênua ou naif. O desconhecido ajuda ela a se vestir. A blusa e a capa, e seguem caminho até perto da casa da vovó. (Naquela época, não existiam calcinhas nem sutiãs, a blusa cobria e a capa aquecia.) Se despedem na encruzilhada, dando um beijo casto, feito donzela virgem. Chapeuzinho diz que amanhã e depois vai passar na clareira da floresta, e vai esperar ele lá. — Até amanhã, amiguinho. O desconhecido concorda em voltar no mesmo horário. — Até amanhã, Chapeuzinho.

A Chapeuzinho chega na casa da vovó, que está sentada numa cadeira de balanço. É uma senhora bonita e madura. Sex symbol dos velhinhos da aldeia, pra quem ela dá as fórmulas pra levantar o moral. suas casas pra poder cuidar bem das suas esposas.

— Oi vovó, trouxe uns mantimentos e umas poções que a mamãe me deu pra você, não coube tudo na cesta mas amanhã volto pra terminar o lote.
— Obrigada, chapeuzinho. Diz a avó enquanto dá um beijo nela.
— O que foi, chapeuzinho, você tá com o corpo quente. Veio correndo por causa da hora?
— Pois é, me distraí na clareira da floresta com as flores que trouxe na cesta, são pra você, depois vim depressa e me esquentei.
— Bom, então descansa um pouco. Amanhã de manhã você volta pra aldeia, e volta quando sua mãe deixar.
— Amanhã volto, com certeza. Diz convencida, pensando no desconhecido da floresta.
— Tá bom, tá bom, amanhã volta.
— Vovó, me perguntaram no caminho se você sabe curar... me dá vergonha falar... hemorroidas do cu (fala ficando vermelha igual a capa)
— Tenho, tenho um ungüento muito eficaz. Aplica com uma cenoura bem descascada e o ungüento vai penetrando graças à cenoura, que tem que ser fina. Aplica o ungüento dentro e tampa com a cenoura. Vou te dar um potinho pequeno, tem que fazer duas vezes por dia, de manhã e de tarde/noite. A cenoura serve de tampão enfiado dentro.
— Que vergonha, como vou explicar tudo isso? (fala em voz alta Chapeuzinho)
— Se não conseguir, manda ele vir aqui em casa que eu mesma explico.

Enquanto isso na aldeia, a mãe de Chapeuzinho, a viúva ativa, encontrou um peão folgando no palheiro. Dá uma bronca nele e ameaça mandar ele embora na hora se não pedir desculpas e fizer o que for mandado. O peão pede desculpas e a viúva, com tesão, manda ele abaixar as calças, coisa que ele faz de bom grado, e a viúva faz um trabalho de artista nele, deixando ele como um garanhão, a tal ponto que não deu pra evitar a inseminação do bravo trabalhador, que perguntou quantas vezes tinha que faltar pra merecer um castigo desses. Os dois satisfeitos voltaram pros seus afazeres.

NO DIA SEGUINTE Ambos se Eles se encontram na clareira da floresta. Chapeuzinho já tem o pote pronto pra curar as hemorroidas do desconhecido sedutor ou seduzido. Ele já tem entretenimentos preparados pro caminho e brincadeiras pra clareira. – Oi, Chapeuzinho – Oi, desconhecido. – Ah, me chamo Lupus, não é muito conhecido, mas tem alguns. – O que vamos brincar hoje? – Podíamos brincar… de ninho de passarinho! – E como se joga? – É fácil, somos dois passarinhos. Pulamos com os pés juntos fazendo um círculo e depois nos encontramos no centro. – A gente precisa pegar medronhos ou frutas silvestres, ou senão, nesse caso, uma folhinha de buxo que a gente leva nos lábios. – Vamos começar. Eles dão pulinhos fazendo uma roda. Os peitos de Chapeuzinho balançam num ritmo impressionante, e o pingente do Lupus também balança, até que para de balançar. Eles se encontram no centro. Estendem as mãos e as frutas dos lábios passam de um pro outro, se beijando gostoso. (Cena de filme de Hollywood) – Gostei. Quero outra brincadeira. – Agora vamos brincar de cavaleiro e dama. Eu sou o cavalo e você a dama. Sobe nas minhas costas que vou te levar pra passear pela floresta. Chapeuzinho sobe nas costas dele, sem capa e quase nua. Se diverte pra caramba, eles galopam pela clareira e Chapeuzinho fica excitada e diz: – Como me divirto com você, melhor do que com os peões da vila. – Bom, não faço nada com eles. Mas espio eles quando vão mijar no palheiro, brincam de ver quem chega mais longe. Quem ganha dá um castigo pro outro. Às vezes é tocar nos testículos do cavalo até a outra coisa, que não é a bunda, crescer. – Se quiser, Chapeuzinho, se tá coçando e com cócegas, eu te curo como ontem. E com a criatividade da sapeca Chapeuzinho, ela diz: – Sim, mas vamos fazer ao mesmo tempo, você me cura, eu te curo. – Beleza. Eles se cobrem com a capa e começam a se curar sem saber que estavam praticando a atividade mais antiga dos tempos primitivos: o boquete e o cunnilingus, até os dois gozarem. Relaxados e, claro, bem curados.
—Agora que a gente tá curado, vou te curar você.
—Minha avó me deu um pote e uma cenoura. Com isso, vou aliviar e curar sua caverninha. Fica de joelhos, sem calcinha.

E a Chapeuzinho passa o ungüento no cu dele e vai enfiando a cenoura, entrando e saindo, aplicando, até que o Lupus pede mais, mais e mais rápido. Chapeuzinho diz:
—Já tô vendo que tá te curando, que você gosta que eu meta mais. Por hoje já deu bom, amanhã eu volto e a gente termina a cura.

A brincadeira com a cenoura fez ele gozar, e Chapeuzinho percebe.
—Pô, já ficou doente de novo.

Ela pega a rola dele entre os dedos, dá beijos e lambidas até a cabecinha vermelha aparecer de novo.
—Pronto, curei você outra vez.
—Você é uma puta curandeira. Vamos dançar no bosque.

Eles se dão as mãos e dançam em círculos, se entrelaçando. Se vestem e vão pra casa da vovó. Chapeuzinho apresenta o Lupus pra vovó Coruja. Eles viram amigos. A vovó conta as receitas dela, tipo a dos velhinhos da vila. Chapeuzinho fica toda animada vendo eles conversando e sendo tão amigos, já que não tem muitos amigos pra contar as coisas.

No fim, ela deixa ele provar a fórmula magistral do amor que faz pros velhinhos. Lupus toma uma dose um pouco maior, e o efeito é forte — a Coruja percebe na hora.
—Chapeuzinho, vai na clareira do bosque norte e traz uns brotos de índigo. Preciso pra uma fórmula. Você leva uns trinta minutos, talvez um pouco mais.
—Tá bem, vovó, já vou. Vem, Lupus?
—Não, ele fica. Precisa testar umas fórmulas novas pra ver se funcionam. Não demora muito... bom, faz o que quiser.

Chapeuzinho sai de casa e vai pra clareira do bosque. Enquanto isso, a vovó, que tomava fórmulas pra juventude eterna, mostrou pro Lupus que o corpo dela era quase tão gostoso quanto o da Chapeuzinho, mas com mais experiência. Ela mostrou as... virtudes e seu invólucro, parecido com o da Chapeuzinho, porque eram da mesma laia, e seduziu Lupus. Ele, depois da fórmula, tinha o aspecto viril de um super-homem, duro como um pau de ferro, e a vovó o seduziu, alimentou seus desejos, e brincou com ele, deixando-o mais cansado e suado que uma mula depois de uma viagem. Entra Chapeuzinho e, ao ver Lupus abatido, pergunta:
— O que foi? Ficou doente de novo?
— Não, já passou. Acho que uma fórmula me deu uma reação, mas logo passa.
A vovó estava com uma cara de satisfação que não cabia em si. Fazia tempo que esperava uma oportunidade assim. Um jovem rijo e forte, inteligente, que com ajuda era um super-homem. A vovó Coruja deu a ele um reconfortante para beber, que também fez efeito instantâneo. Em poucos minutos, ele recuperou a capacidade de ação que muitos homens se gabam de ter.
— Sabe, vovó, a gente se apaixonou.
— Muito bem, Chapeuzinho. É um homem forte, viril e, com sua ajuda, será um grande homem. Vai lutar contra todos os lobos que se aproximarem de você. Com certeza vai dar conta de todos.
(Entre si, Lupus pensava: claro, sou o chefe da matilha e este é meu território.)
A vovó deu a Lupus uma dúzia de frascos da fórmula da vida, para que ele tivesse muitos anos felizes, mas ele tinha que gastá-los com a Chapeuzinho, que era a moça mais gostosa e fogosa da região, além de carinhosa e bondosa, que adorava curar os feridos e reconfortar os doentes. (Isso vinha de família.)
Voltaram para a casa da aldeia. Chapeuzinho apresentou Lupus, que caiu muito bem com a mãe, viúva. Ela gostou de Lupus na hora. Viu nele um exemplar único, viril e bem proporcionado, atraente e com um potencial que ela imaginava. (Mas não podia opinar por experiência própria.)
Lupus e Chapeuzinho explicaram que a vovó tinha dado uns frascos da vida para eles passarem melhor as noites e torná-las mais duradouras, que davam um resultado danado.

Chapeuzinho deixou de ser menina ao conhecer Lupus e as artes. Amadoras. Ela se tornou uma grande mulher, perdeu a ingenuidade e ganhou em volúpia, sendo insaciável, e ajudou a guiar a vida de Lupus e da mãe dele, levando-os por caminhos eroticamente reconfortantes. A mãe roubou um frasco de Lupus durante a noite, enquanto ele dormia (porque agora ela vivia e dormia com a Chapeuzinho, já que ela não deixava ele ir embora — "era o Lupus dela"). E na primeira oportunidade, deu para um peão jovem e vagabundo beber, criando uma grande reação que se tornou espetacular, e maior ainda foi o prazer da mãe viúva, que gozou por horas, deixando o peão e ela exaustos de prazer (anotando no livro dos recordes). Desde então, o peão não trabalhou mais nos campos, nem preparou os estábulos, nem cuidou dos animais; só comia, dormia e atendia às necessidades da mãe viúva, que eram insaciáveis graças à fórmula da avó. Testaram a fórmula nos estábulos. O cavalo e a gostosa deram resultado também, tornando a fazenda maior e mais importante, conseguindo uma grande cavalaria e ficando ricos. A vovó guardou a fórmula que potencializava o sucesso da fazenda. Compartilhava quando podia com Lupus suas fórmulas e verificava os progressos; assim, a avó também foi feliz com Lupus, por quem sentia uma grande admiração por ser um espécime único. A mãe viúva também teria gostado de seduzir Lupus, mas só chegou a espiá-los enquanto transavam, terminando depois fazendo uma visita ao palheiro. Chapeuzinho controlava tudo. A mãe se contentou com o peão, que agora cheirava a rosas, mas a cada dia estava mais acabado.

E dizem os velhos do lugar que jamais viram nenhum lobo mau. Algo ou alguém os espantava. De bons, havia poucos. O melhor era Lupus, e se alguém duvida, que pergunte à vovó e à Chapeuzinho. A mãe viúva só sabe por ouvir dizer.


AUTOR: Salvador Barrau Viñas

Aqui esta a traducao para o p

4 comentários - Histórias Eróticas III

IMPRESIONANTE APORTE !!!!

FELICITACIONES

GRACIAS POR COMPARTIR !!

Adolescentevenezuelana
mu_a2
TREMENDO EL RELATO GRACIAS 😉 😉 😉 😉