[color=[blue]curtam a parte 2 dessa história foda[/color] Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Minha mãe fez um cheesecake delicioso, e logo ia colocar uns morangos pra dar um sabor incrível. Não era comum ela se animar a fazer sobremesas, muito menos bolos, mas eu tinha que aproveitar essa oportunidade.
Naquela manhã não fazia o calor habitual de Acapulco, e isso me deixava meio triste, porque à tarde eu tinha planejado algo super quente. Eu tinha dito pra minha mãe que iria na casa de uma amiga e que ia dormir lá; não que minha amiga soubesse das minhas aventuras safadas, mas ela era a mais leal de todas e se eu pedisse pra ela mentir por mim, ela faria.
Agora eu tinha a tarde toda e a noite toda… ah sim, até a manhã toda. Minha mente já tinha começado a trabalhar em várias opções, embora eu não tivesse muita criatividade; não importava se eu tinha deixado de ser uma menina caretona, eu ainda era uma garota virgem e sem nenhuma experiência sexual. Nunca tive complexo com minha virgindade, nunca tive pressa de perder ela nem nada do tipo, mas agora o desejo e a ansiedade me dominavam, eu queria muito fazer aquilo.
Depois de dois pedaços pequenos de bolo e um copo de leite, peguei uma bolsa com um conjunto de roupa – e claro uma lingerie mais ou menos decente pra ocasião – e me despedi da minha mãe. Ao sair de casa em direção à minha escola fechada, lambi os lábios, com um gosto super doce na boca; sorri de alegria e senti uma onda de vento frio passar pelo meu corpo. Inverno. Era isso, ainda não acreditava que pudesse fazer tanto frio, pelo menos pra mim que tava acostumada com o calor. Esfreguei as mãos pra tentar esquentá-las, mas só quando vi um Volvo prateado do lado de fora da escola me esperando.
Através do para-brisa, consegui ver o sorriso safado dele e o cabelo bagunçado. Segurei um sorriso e corri até a porta do carona.
– Oi, profe… – cumprimentei, fazendo minha cena de menina boazinha, afinal era assim que ele gostava.
– Oi, e essa mudança de atitude? – perguntou franzindo a testa, com um olhar confuso, mas ele não conseguia apagar aquele sorriso torto do rosto, e o brilho nos olhos dele denunciava que o excitava me ouvir e me ver daquele jeito.
— Mmm… Que mudança? Lembra que eu sou só uma aluna, professor — falei antes de soltar uma risadinha e subir no carro. Mordi o lábio inferior sem conseguir desviar o olhar dele, mas já tinha começado a tremer por causa do frio; não foi um movimento suficiente pra ele perceber, mas imaginei que foi a cor rosada das minhas bochechas e do meu nariz que fez ele sacar. Ele passou a mão na minha perna descoberta, porque naquela tarde eu tinha vestido uma minissaia colegial, parecida com a da minha escola, mas mais bonita; ele esfregava do meu joelho até as coxas, quase roçando na minha buceta, e eu suspirei de tesão.
Ele riu baixinho e tirou a mão rapidamente. Eu devia ter esperado, mas mesmo assim senti uma decepção no olhar; provavelmente ele tava se vingando de como eu deixei ele ontem.
— Bom… — começou a falar quando já tinha ligado o carro — O que você gostaria de comer?
— Você vai cozinhar? — perguntei surpresa. Podia ser um pedófilo fodendo com uma garota de 15 anos, levando ela pra casa sem o consentimento dos pais, mas isso sim… o homem sabia cozinhar.
— Haha… claro que sim, embora eu tema que hoje você não vai ser o menu… — murmurou me olhando de canto, com um toque de tristeza. Entramos na estrada e eu levantei uma sobrancelha, confusa. Ele pareceu ler meus pensamentos e falou rápido: — Sou seu professor, isso significa que tenho que te ensinar algumas coisas, até sobre sexo. Hoje você vai ter sua primeira lição. — fiquei vermelha do jeito que ele falou.
— T-Tá… — falei com uma leve gaguejada.
Quando chegamos na casa dele, e pra não prolongar, ele cozinhou um prato estranho, que na hora de provar era uma delícia. A comida era agridoce, mas por algum motivo eu ainda sentia aquele gosto doce e enjoativo na boca, de um jeito que só conseguia lembrar de bolos. da minha mãe. A gente viu um filme junto na sala da casa dela, e a casa era bem bonita… mesmo assim, eu já tinha esperado o suficiente. Quando o filme acabou, eu me inclinei pra ele, já que os dois estavam sentados no sofá.
Passei os lábios no pescoço dele, sem dizer nada. Mesmo assim, consegui ouvir um gemido rouco vindo dele, fiquei me perguntando o que podia ser tão excitante naquela carícia pequena pra ele ficar daquele jeito.
— Hummm… te falei que hoje ia te dar uma lição, gatinha, e você não me deixa me concentrar — ele falou com uma voz séria, eu ri com malícia e beijei devagar o pescoço dele.
— Tô te distraindo? — perguntei sem dar muita bola, mas aí ele segurou meus dois braços com as mãos e me fez olhar nos olhos dele com raiva. Soltei um gemidinho surdo, porque aquela brusquidão me excitava igual tinha feito ontem. Os olhos dele tinham fogo, e isso me derretia toda.
— Sim. — respondeu firme, e lutava pra não olhar pra minha boca, primeira regra: nada de beijos. Pareceu pensar nisso ao mesmo tempo que eu, mas pareceu incluir outra coisa, porque no fim sorriu de novo de lado, tocou meus lábios com um dedo e com um tom divertido falou: — Com essa boquinha linda que você tem, vai fazer meu pau gozar pra você. — falou com uma sensualidade profissional, que as palavras dele perdiam um sentido forte demais.
Eu concordei com as bochechas queimando, sentindo a falta do frio que umas horas atrás me torturava. Olhei de relance a virilha dele e fiquei com água na boca, porque tinha um volume grande ali e minhas mãos tremiam de desejo.
— Se fizer direito, essa noite vou te recompensar com algo, neném.
Passei a língua nos lábios e desci pro chão, me ajoelhando na frente dele. Desabotoei o zíper e ele cooperou pra baixar a calça e o resto da roupa íntima. Senti meu corpo tremer violentamente ao ver o pau dele ereto ali, tão forte e… bem… grande. Mentalizei essas palavras como algo incrível, nunca tinha visto uma rola, mas aquela era fabulosa, fiquei um pouco preocupada porque duvidava que pudesse entrar inteira na minha boca.
Peguei ele com as duas mãos, esfregando um pouco, e tentei não sorrir ao sentir como ele ficava tenso. Eu podia me preocupar com o silêncio dele e sua expressão séria, como um verdadeiro professor rigoroso que se recusa a dar 10 numa prova; mas eu era mais esperta, enquanto esfregava aquela pica grande, ouvia a respiração dele ficar ofegante e o pulso acelerar, assim como o próprio pau ficando mais duro. Logo me cansei de esfregar, mas mesmo assim não soltei. Dei uma lambida com a língua, como o mais delicioso sorvete… mas mudei de ideia rápido, aquilo não tinha gosto de sorvete nenhum. Não era doce e muito menos frio… tinha um gosto meio amargo, e com a boca tão doce não ajudava muito, mas me excitava que estivesse tão quente.
Ele não conseguiu fingir por muito tempo, então deixou escapar um gemido com a voz seca. Eu sorri abertamente, enquanto continuava dando lambidas longas e demoradas, minha boca ficava mais cheia d'água, então estava molhando ele bem direitinho. Coloquei a ponta do pau dele na boca e minha língua fazia ele tremer bruscamente. Continuei dando lambidas, mas enfiando centímetro por centímetro o membro dele na minha boca.
-Ahh… isso, assim gatinha, assim… chupa com essa boquinha.- ouvir ele gemir daquele jeito me deixava louca, e um calor abrasador tomava conta da minha própria buceta. Depois de um longo minuto, e de me sentir meio molhada na vagina, foi que tive mais inspiração e comecei a chupar com fervor, igual uma louca desenfreada.
Ele grunhiu e, ao levantar o olhar, notei que ele tinha fechado os olhos com força, enquanto com uma mão segurava meu cabelo preto-azulado.
Já não tinha tempo para sorrir, mas por dentro estava mais quente que uma chapa. Gemi baixinho e chupei com mais vontade, só que agora uma das minhas mãos estava meio ocupada. Como em toda prova ou teste, alguns alunos colam ou se distraem, e eu não ia ser exceção. Enquanto mamava com fúria, minha mão esquerda procurava um jeito de Deslizei minha calcinha por baixo da saia de colegial, e foi fácil sentir que já estava molhada.
Fechei os olhos com muito prazer, porque os gemidos dele e o quanto o pau dele estava duro eram tão excitantes que me faziam ficar toda molhada. Já tinha me molhado mais de uma vez, mas nunca como naquele momento, nunca tinha chegado nem perto de um orgasmo. Enfiei dois dedos dentro da minha buceta, excitada demais e lubrificada para me concentrar em outra área; era inexperiente e só queria aliviar aquele calor, mas entendi que na hora a prioridade era ele gozar de prazer.
Fui uma menina boazinha e tirei a mão de dentro da calcinha, bem molhada pelo visto, e continuei esfregando o pau enorme dele. Ele grunhiu de novo, porque quando toquei nele, molhei ele com a minha própria umidade, e isso me agradou. Minhas mãos estavam pegando fogo, especialmente a esquerda, e minha boca estava ardendo com o pau dele dentro, enquanto sentia os quadris dele se movendo no ritmo.
Com a mão direita, tocava as bolas dele, provocando ele cada vez mais.
Depois de alguns minutos, tanta excitação acabou com ele. Ele gozou dentro da minha boca, e fechei a garganta com força, porque não me sentia puta o suficiente para engolir, Mmm… ou talvez estivesse fugindo do gosto. Então, toda aquela substância branca, grossa e quente foi escorrendo da minha boca, e algumas gotas caíram no meu peito pequeno. Ele segurou gemidos fortes e franziu os lábios com esforço. Finalmente se acalmou e o pau lindo dele voltou ao normal.
-Ahh…- ele meio que suspirou- Que boquete gostoso, gatinha… parabéns.- disse, sem fôlego.
-Não, profe… parabéns pra você, gozou incrível!- falei, sorrindo de orelha a orelha. Ele olhou para o chão e viu umas gotinhas que não eram dele, mas que vinham de dentro da minha saia. Suspirou e com um braço me indicou para sentar do lado dele de novo. Antes disso, subi as calças dele, mas não me preocupei em abotoar.
-Você foi Tramposinha, mas tudo bem, vou fingir que não vi nada e vou te deixar ir, como um bom professor. — falou bem pertinho do meu ouvido, depois suspirou, e com um olhar resignado acariciou por cima da minha calcinha molhada — Que delícia que isso parece, me pergunto como será…
— Pode ver se quiser, profe… — falei com um tom "inocente". Ele sorriu e me deu um beijo na clavícula.
— Por enquanto não, gata. Você precisa tomar um banho e ficar gostosa, que vou fazer o jantar daqui umas duas horas.
— Isso parece ótimo! — afirmei, mesmo sem ter roupas muito chiques no pouco que tinha trazido. Ele se aproximou de mim e mordeu de leve minha orelha.
— Dessa vez você está no cardápio. — depois disso, tremi de novo. Foi aí que pensei… "Bom, se é assim… uma lingerie simples vai ser uma roupa excelente.
Naquela manhã não fazia o calor habitual de Acapulco, e isso me deixava meio triste, porque à tarde eu tinha planejado algo super quente. Eu tinha dito pra minha mãe que iria na casa de uma amiga e que ia dormir lá; não que minha amiga soubesse das minhas aventuras safadas, mas ela era a mais leal de todas e se eu pedisse pra ela mentir por mim, ela faria.
Agora eu tinha a tarde toda e a noite toda… ah sim, até a manhã toda. Minha mente já tinha começado a trabalhar em várias opções, embora eu não tivesse muita criatividade; não importava se eu tinha deixado de ser uma menina caretona, eu ainda era uma garota virgem e sem nenhuma experiência sexual. Nunca tive complexo com minha virgindade, nunca tive pressa de perder ela nem nada do tipo, mas agora o desejo e a ansiedade me dominavam, eu queria muito fazer aquilo.
Depois de dois pedaços pequenos de bolo e um copo de leite, peguei uma bolsa com um conjunto de roupa – e claro uma lingerie mais ou menos decente pra ocasião – e me despedi da minha mãe. Ao sair de casa em direção à minha escola fechada, lambi os lábios, com um gosto super doce na boca; sorri de alegria e senti uma onda de vento frio passar pelo meu corpo. Inverno. Era isso, ainda não acreditava que pudesse fazer tanto frio, pelo menos pra mim que tava acostumada com o calor. Esfreguei as mãos pra tentar esquentá-las, mas só quando vi um Volvo prateado do lado de fora da escola me esperando.
Através do para-brisa, consegui ver o sorriso safado dele e o cabelo bagunçado. Segurei um sorriso e corri até a porta do carona.
– Oi, profe… – cumprimentei, fazendo minha cena de menina boazinha, afinal era assim que ele gostava.
– Oi, e essa mudança de atitude? – perguntou franzindo a testa, com um olhar confuso, mas ele não conseguia apagar aquele sorriso torto do rosto, e o brilho nos olhos dele denunciava que o excitava me ouvir e me ver daquele jeito.
— Mmm… Que mudança? Lembra que eu sou só uma aluna, professor — falei antes de soltar uma risadinha e subir no carro. Mordi o lábio inferior sem conseguir desviar o olhar dele, mas já tinha começado a tremer por causa do frio; não foi um movimento suficiente pra ele perceber, mas imaginei que foi a cor rosada das minhas bochechas e do meu nariz que fez ele sacar. Ele passou a mão na minha perna descoberta, porque naquela tarde eu tinha vestido uma minissaia colegial, parecida com a da minha escola, mas mais bonita; ele esfregava do meu joelho até as coxas, quase roçando na minha buceta, e eu suspirei de tesão.
Ele riu baixinho e tirou a mão rapidamente. Eu devia ter esperado, mas mesmo assim senti uma decepção no olhar; provavelmente ele tava se vingando de como eu deixei ele ontem.
— Bom… — começou a falar quando já tinha ligado o carro — O que você gostaria de comer?
— Você vai cozinhar? — perguntei surpresa. Podia ser um pedófilo fodendo com uma garota de 15 anos, levando ela pra casa sem o consentimento dos pais, mas isso sim… o homem sabia cozinhar.
— Haha… claro que sim, embora eu tema que hoje você não vai ser o menu… — murmurou me olhando de canto, com um toque de tristeza. Entramos na estrada e eu levantei uma sobrancelha, confusa. Ele pareceu ler meus pensamentos e falou rápido: — Sou seu professor, isso significa que tenho que te ensinar algumas coisas, até sobre sexo. Hoje você vai ter sua primeira lição. — fiquei vermelha do jeito que ele falou.
— T-Tá… — falei com uma leve gaguejada.
Quando chegamos na casa dele, e pra não prolongar, ele cozinhou um prato estranho, que na hora de provar era uma delícia. A comida era agridoce, mas por algum motivo eu ainda sentia aquele gosto doce e enjoativo na boca, de um jeito que só conseguia lembrar de bolos. da minha mãe. A gente viu um filme junto na sala da casa dela, e a casa era bem bonita… mesmo assim, eu já tinha esperado o suficiente. Quando o filme acabou, eu me inclinei pra ele, já que os dois estavam sentados no sofá.
Passei os lábios no pescoço dele, sem dizer nada. Mesmo assim, consegui ouvir um gemido rouco vindo dele, fiquei me perguntando o que podia ser tão excitante naquela carícia pequena pra ele ficar daquele jeito.
— Hummm… te falei que hoje ia te dar uma lição, gatinha, e você não me deixa me concentrar — ele falou com uma voz séria, eu ri com malícia e beijei devagar o pescoço dele.
— Tô te distraindo? — perguntei sem dar muita bola, mas aí ele segurou meus dois braços com as mãos e me fez olhar nos olhos dele com raiva. Soltei um gemidinho surdo, porque aquela brusquidão me excitava igual tinha feito ontem. Os olhos dele tinham fogo, e isso me derretia toda.
— Sim. — respondeu firme, e lutava pra não olhar pra minha boca, primeira regra: nada de beijos. Pareceu pensar nisso ao mesmo tempo que eu, mas pareceu incluir outra coisa, porque no fim sorriu de novo de lado, tocou meus lábios com um dedo e com um tom divertido falou: — Com essa boquinha linda que você tem, vai fazer meu pau gozar pra você. — falou com uma sensualidade profissional, que as palavras dele perdiam um sentido forte demais.
Eu concordei com as bochechas queimando, sentindo a falta do frio que umas horas atrás me torturava. Olhei de relance a virilha dele e fiquei com água na boca, porque tinha um volume grande ali e minhas mãos tremiam de desejo.
— Se fizer direito, essa noite vou te recompensar com algo, neném.
Passei a língua nos lábios e desci pro chão, me ajoelhando na frente dele. Desabotoei o zíper e ele cooperou pra baixar a calça e o resto da roupa íntima. Senti meu corpo tremer violentamente ao ver o pau dele ereto ali, tão forte e… bem… grande. Mentalizei essas palavras como algo incrível, nunca tinha visto uma rola, mas aquela era fabulosa, fiquei um pouco preocupada porque duvidava que pudesse entrar inteira na minha boca.
Peguei ele com as duas mãos, esfregando um pouco, e tentei não sorrir ao sentir como ele ficava tenso. Eu podia me preocupar com o silêncio dele e sua expressão séria, como um verdadeiro professor rigoroso que se recusa a dar 10 numa prova; mas eu era mais esperta, enquanto esfregava aquela pica grande, ouvia a respiração dele ficar ofegante e o pulso acelerar, assim como o próprio pau ficando mais duro. Logo me cansei de esfregar, mas mesmo assim não soltei. Dei uma lambida com a língua, como o mais delicioso sorvete… mas mudei de ideia rápido, aquilo não tinha gosto de sorvete nenhum. Não era doce e muito menos frio… tinha um gosto meio amargo, e com a boca tão doce não ajudava muito, mas me excitava que estivesse tão quente.
Ele não conseguiu fingir por muito tempo, então deixou escapar um gemido com a voz seca. Eu sorri abertamente, enquanto continuava dando lambidas longas e demoradas, minha boca ficava mais cheia d'água, então estava molhando ele bem direitinho. Coloquei a ponta do pau dele na boca e minha língua fazia ele tremer bruscamente. Continuei dando lambidas, mas enfiando centímetro por centímetro o membro dele na minha boca.
-Ahh… isso, assim gatinha, assim… chupa com essa boquinha.- ouvir ele gemir daquele jeito me deixava louca, e um calor abrasador tomava conta da minha própria buceta. Depois de um longo minuto, e de me sentir meio molhada na vagina, foi que tive mais inspiração e comecei a chupar com fervor, igual uma louca desenfreada.
Ele grunhiu e, ao levantar o olhar, notei que ele tinha fechado os olhos com força, enquanto com uma mão segurava meu cabelo preto-azulado.
Já não tinha tempo para sorrir, mas por dentro estava mais quente que uma chapa. Gemi baixinho e chupei com mais vontade, só que agora uma das minhas mãos estava meio ocupada. Como em toda prova ou teste, alguns alunos colam ou se distraem, e eu não ia ser exceção. Enquanto mamava com fúria, minha mão esquerda procurava um jeito de Deslizei minha calcinha por baixo da saia de colegial, e foi fácil sentir que já estava molhada.
Fechei os olhos com muito prazer, porque os gemidos dele e o quanto o pau dele estava duro eram tão excitantes que me faziam ficar toda molhada. Já tinha me molhado mais de uma vez, mas nunca como naquele momento, nunca tinha chegado nem perto de um orgasmo. Enfiei dois dedos dentro da minha buceta, excitada demais e lubrificada para me concentrar em outra área; era inexperiente e só queria aliviar aquele calor, mas entendi que na hora a prioridade era ele gozar de prazer.
Fui uma menina boazinha e tirei a mão de dentro da calcinha, bem molhada pelo visto, e continuei esfregando o pau enorme dele. Ele grunhiu de novo, porque quando toquei nele, molhei ele com a minha própria umidade, e isso me agradou. Minhas mãos estavam pegando fogo, especialmente a esquerda, e minha boca estava ardendo com o pau dele dentro, enquanto sentia os quadris dele se movendo no ritmo.
Com a mão direita, tocava as bolas dele, provocando ele cada vez mais.
Depois de alguns minutos, tanta excitação acabou com ele. Ele gozou dentro da minha boca, e fechei a garganta com força, porque não me sentia puta o suficiente para engolir, Mmm… ou talvez estivesse fugindo do gosto. Então, toda aquela substância branca, grossa e quente foi escorrendo da minha boca, e algumas gotas caíram no meu peito pequeno. Ele segurou gemidos fortes e franziu os lábios com esforço. Finalmente se acalmou e o pau lindo dele voltou ao normal.
-Ahh…- ele meio que suspirou- Que boquete gostoso, gatinha… parabéns.- disse, sem fôlego.
-Não, profe… parabéns pra você, gozou incrível!- falei, sorrindo de orelha a orelha. Ele olhou para o chão e viu umas gotinhas que não eram dele, mas que vinham de dentro da minha saia. Suspirou e com um braço me indicou para sentar do lado dele de novo. Antes disso, subi as calças dele, mas não me preocupei em abotoar.
-Você foi Tramposinha, mas tudo bem, vou fingir que não vi nada e vou te deixar ir, como um bom professor. — falou bem pertinho do meu ouvido, depois suspirou, e com um olhar resignado acariciou por cima da minha calcinha molhada — Que delícia que isso parece, me pergunto como será…
— Pode ver se quiser, profe… — falei com um tom "inocente". Ele sorriu e me deu um beijo na clavícula.
— Por enquanto não, gata. Você precisa tomar um banho e ficar gostosa, que vou fazer o jantar daqui umas duas horas.
— Isso parece ótimo! — afirmei, mesmo sem ter roupas muito chiques no pouco que tinha trazido. Ele se aproximou de mim e mordeu de leve minha orelha.
— Dessa vez você está no cardápio. — depois disso, tremi de novo. Foi aí que pensei… "Bom, se é assim… uma lingerie simples vai ser uma roupa excelente.
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