Brincando com minha profe de espanhol

esse é um relato foda, o título já diz tudo, aproveitem

p!
Olá, bom… essa não é a primeira vez que escrevo algo assim, mas, nas outras vezes, foram só histórias pequenas sem importância, mas essa… bom, é mais uma confissão. Uma fantasia nunca realizada e uma situação onde um ato sexual poderia rolar… sempre buscando agradar os leitores e a mim mesma ao escrever. Nota: não é muito recomendável pra quem gosta de ler algo curto.

Isso, mesmo que pareça meio irreal… foi algo que eu desejei muito.

15 anos. Nessa idade, exatamente nessa idade, minha mente mudava tão rápido que dava pra me considerar bipolar, e, dependendo do dia, eu podia mudar completamente a forma como algumas pessoas me viam. No começo do semestre, ainda no ensino médio, no último ano, eu estudava numa escolinha pequena, modesta e meio pobre. O uniforme, como qualquer outro, era branco: camisa branca de algodão e saia branca, sempre na altura do joelho… haha, claro que ninguém obedecia essa regra, no nosso caso, as alunas, era acima do joelho, sem falta.

Eu ia pouco, porque não gostava da escola. Mesmo assim, meu rosto se iluminava quando via meu professor de português, tão gostoso e educado, simpático e jovem… ah, sim, o mais novo de toda a escola, com apenas 23 anos. Mas ainda era mais velho que eu. Sim, e eu era o tipo de menina inocente e recatada, bom… talvez recatada não, já que morar em Acapulco exigia estar sempre fresca, então, quando dava, eu usava uma regata por baixo da camisa e, quando nenhum professor olhava, tirava aquela blusa branca.

Esse comportamento não me incomodava, ninguém me chamava de puta porque eu não era muito sociável com os meninos, não tinha muitas (nenhuma) amiga e meu corpo não era dos sonhos no ensino médio. Ninguém me olhava, ninguém sonhava ou suspirava por mim, falavam comigo e brincavam, mas nunca do jeito que faziam com as outras garotas.

Mesmo assim… tinha algo. Ao estar com meu professor, que me fazia sentir a menina mais bonita de toda a sala, ele me fazia sentir atraente sem tirar minha inteligência e doçura. Eu sabia que não era feia, pelo contrário, me considerava bem bonita e gostosa com minha pele branquíssima e meu cabelo preto longo e ondulado, mas não era a mesma coisa que... "desejável"; talvez a única coisa sexy em mim fosse uma pequena pinta na minha bochecha. Todas as garotas paqueravam ele com sutileza, sempre olhando onde não deviam e se aproximando demais dele, se curvando exageradamente e rindo de tudo.

Eu, talvez sendo sem graça, preferia rir quando realmente tinha vontade (o que com ele era frequente), e conversar longamente com ele, não só para admirar sua beleza exterior, mas para aproveitar sua personalidade. Era estranho, mas eu afirmava para mim mesma que não estava apaixonada por ele. E talvez fosse verdade, quem sabe... mas havia algo que eu simplesmente não conseguia esconder de mim, e dificilmente dos outros... O professor de espanhol me atraía, me atraía pelo sorriso dele e pelo interesse que ele tinha por mim, mas mais do que isso... eu o desejava. Eu o olhava em cada aula e às vezes não conseguia me concentrar nas tarefas; em mais de uma ocasião, ele me pegou olhando para ele, e isso parecia agradá-lo, mas para mim era ousado demais. Havia vezes em que minha mente dizia uma coisa, mas claramente meu corpo pedia algo... diferente.

Até uma vez eu tinha ficado molhada só de olhar para ele por um bom tempo, numa hora de leitura em que todos estavam concentrados nos livros. Eu já não sabia nem do que se tratava o meu, e embora ele fingisse ler o dele, me olhava de soslaio, e eu podia jurar que ele percebeu meu nervosismo e minha umidade; cruzei as pernas numa tentativa de evitar, mas acho que só piorou as coisas, dando a ele um ângulo melhor. Talvez por isso não me surpreendeu o jogo que comecei com ele outro dia.

Numa sexta-feira, onde a verdade é que tinha feito um calor danado, eu tinha que fazer o serviço, ou seja, varrer e arrumar as cadeiras da minha sala. Originalmente, eles deviam ficar comigo Outros 5 colegas, mas todos vazaram e me deixaram sozinha, claro… sempre eu! Mas enfim, já que tava um calorão, fiz meu truque velho e tirei a blusa por cima, enfiando na mochila e fiquei só numa regata preta.

Enquanto terminava de arrumar até a última carteira da minha sala, percebi que tinha ficado sozinha não só na sala, mas na escola inteira; bom, imaginava que algum professor, algum zelador e/ou a diretora ainda estivessem por lá, esperando pra fechar. Qual não foi minha surpresa quando, de repente, aquele professor gato cruzou o corredor, com a pasta preta numa mão e papéis na outra, parecia ocupado e apressado, então quando ele notou minha presença pela janela, eu me encolhi e baixei o olhar pra minha mochila, como se já fosse embora.

— Tá sozinha? — ele perguntou, parando com a pressa anterior.

— A-ah… s-sim, hoje foi meu dia de serviço — falei baixinho. Ele resmungou e entrou meio bruscamente, parando bem na minha frente.

Outro motivo pelo qual eu me achava sem graça é que sempre fui alta, a mais alta entre as minas e passava por poucos caras. Mas percebi que ele era mais de uma cabeça mais alto que eu. Olhou em volta de cara fechada, eu me intimidei um pouco e baixei o olhar de novo.

— Não tinha que ficar alguém pra te ajudar? — ele perguntou, com a voz cheia de raiva contida. Mas notei a voz rouca dele de um jeito estranho, porque ele também desviava o olhar de mim como se algo me incomodasse.

— Tinha, mas todo mundo foi embora. — murmurei seca, também não gostava de ser dedo-duro, mas não tinha como negar. Ouvi ele suspirar e colocar a mão no meu ombro.

— Vou falar com eles na segunda, por enquanto não tem o que fazer — ele disse, me encarando. Eu me atrevi a levantar o olhar e senti um arrepio no corpo todo; fiquei vermelha quando ele pareceu perceber, me mostrando um sorriso.

— Não precisa, juro — falei quase num fio de voz. voz. Mas ele balançou a cabeça, depois se aproximou da mesa e deixou as coisas dela em cima. Eu olhei pra ele por um momento, meio confusa com aquela ação, já que antes ele parecia bem apressado.

- Eu vim ver quem ainda estava na escola, uff... como não vi ninguém, pensei que seria perda de tempo, mas te encontrei. - Ele me olhou, mantendo aquele sorriso que derreteria qualquer um. Eu fiquei desconcertada, mas mal conseguia me concentrar nisso, porque sentia uma corrente elétrica dentro de um contorno que nos envolvia. - Hoje a diretora teve um compromisso e me pediu pra fechar... olha só, agora estamos iguais, hein? - ele disse, segurando uma risadinha.

Eu só consegui concordar com nervosismo, forçando um sorriso. Isso parecia diverti-lo, e eu não entendia o motivo. Meu lábio inferior começou a tremer e senti minhas bochechas ficarem vermelhas. Ouvi ele rir e dar um passo em minha direção.

- O que foi? - ele perguntou, semicerrando os olhos, incrédulo com meu comportamento tão tímido. - Te incomoda ficar a sós comigo? - perguntou, fingindo estar triste.

Eu balancei a cabeça e esfreguei meu braço, porque sentia um formigamento. Então ele começou a acariciar essa mesma área com os dedos. Eu me assustei e olhei pra mão dele. Com a outra, ele segurou meu queixo e me obrigou a olhar pra ele. Como negar? A cura pra aquela ansiedade era ele, seus carinhos. Mas eu ainda estava indecisa, ele era um homem mais velho, além de meu professor. Eu nunca tinha feito nada inapropriado e... se tudo aquilo não bastasse, estávamos falando de um homem incrivelmente gostoso, e de mim... uma garota de corpo cheinho e nada esquelético.

Ele continuou acariciando meu braço, dessa vez sem se limitar a alguns centímetros, mas do ombro até a mão. A outra mão dele se enroscou no meu cabelo solto e segurou minha nuca. Aproximou o rosto do meu e eu tremi de novo. Ele era um homem de pele morena, como qualquer acapulquense, e era a exceção à minha própria regra de que Esse tipo de homem não é bonito. O hálito dele se chocava com o meu, e eu me atrevi a olhar para os lábios dele; ele conteve uma risada e sorriu com malícia, tocou meu lábio inferior com um dedo, puxando-o levemente para baixo, me provocando. Mas, em vez de me beijar, aproximou o rosto até que os lábios dele tocassem minha orelha.

— Nada de beijos. — respondeu com severidade, como um professor diz a um aluno uma nova regra. E, se falávamos sem vergonha, era assim mesmo. Nada de beijos… e, embora naquele momento eu não entendesse, saberia que os beijos davam ao desejo algo mais que paixão, davam *love*, e isso não me era permitido. Então, a língua dele começou a dançar entre meu pescoço e minha clavícula, de um jeito tão erótico que é difícil descrever… era como… um vampiro, daquelas histórias antigas onde eles eram experts em sexo e assim atraíam suas presas. No entanto, meu professor não era um… embora, alguma vez, perdida demais naquele rosto lindo, eu tivesse notado que as presas dele eram maiores que o normal.

— Humm — meu corpo se tensionou quando senti as mãos dele rodeando minha cintura, me colando nele. De repente, assim como tinha sido encantador, ele se tornou selvagem e até ansioso. Caminhou rápido em direção à parede que eu tinha atrás de mim, rápido demais, na verdade, de um jeito que me estampou contra ela; poderia dizer que doeu, mas estaria mentindo, nem percebi isso porque aquela fúria começava a tirar algo de mim que eu desconhecia.

Eu me colei de volta nele quase por inércia, chegando a ficar na ponta dos pés para enfiar minhas mãos naquela maraña de cabelo preto. Não me reconhecia, mas tudo bem, era assim que eu queria… com ele, não dava pra manter a farsa de menina boazinha. Ele desceu as mãos até minha bunda, com uma possessão que eu jamais imaginaria vinda dele.

Quase ciumento, como se quisesse deixar claro que eu era dele. Mas isso… ainda não era assim.

Eu soltei um gemido abafado que ecoou pela sala, e agradeci por lembrar que estávamos sozinhos numa área de 150 metros.

As mãos dele subiram rápido. até minhas costas, e me acariciou de formas tão incríveis que minha mente começou a nublar, como se algo estivesse me possuindo. Pisquei várias vezes, tentando fazer meu corpo parar de tremer, mas era impossível. As mãos dele percorriam minhas costas, e de repente desciam até meus quadris e de novo pra minha bunda. Os lábios dele pareciam querer me devorar inteira, porque sugavam beijos e chupões no meu pescoço e ombros, deixando rastros de saliva, como se marcasse território.

No entanto, um microssegundo antes de eu gemer de novo, um som estranho ecoou na sala. Olhei com um olhar envenenado pra mesa, porque de algum jeito sabia que o som vinha dali. Era um "bip, bip, bip", então deduzi que era um alarme. Meu professor praguejou baixinho e parou bruscamente aquele beijo todo. Olhou de canto pro birô, quase com tanto ódio quanto eu. Depois suspirou e deixou a cabeça cair sobre meus peitos, inalando com resignação. Eu rosnei, meio irritada, e ele riu baixinho.

— Hmm… temos o ano inteiro pela frente — murmurou com um sorriso torto. Não parecia querer me dizer o que era tão importante que não podia esperar… sei lá, umas horas! Eu me sentia completamente diferente, já não era mais aquela garota tímida e meio atrapalhada, cheia de vergonha pra fazer algo errado. Agora me sentia como uma menina interessada só em transar com o professor de espanhol, já não agia sem jeito, nem me importava mais. Não tinha mais complexos, só queria ter ele naquele momento. Mas ele, vendo minha expressão insatisfeita, me deu um beijo no pescoço. — Te convido pra almoçar amanhã… quer?

Fiquei surpresa com aquele convite. Ele era solteiro, mas me espantava um pouco que se arriscasse não só a transar com uma aluna — isso ele podia fazer com qualquer uma —, mas que quisesse me chamar pra comer, como se fosse algo que não deixaria escapar tão fácil.

— Onde? — perguntei desconfiada, sem nem me preocupar com o jeito. Eu mentiria pra minha mãe só pra sair com ele sem ela saber. Ele sorriu com aquela arrogância, como se fosse óbvio.

—Na minha casa, claro. —Ele riu um pouco e dessa vez eu ri junto, dei um empurrãozinho nele, olhando com uma malícia escondida. Mordi o lábio inferior e passei por ele, correndo pro meu lugar pra pegar minha mochila; quando cheguei perto da porta, parei e lancei um último olhar.

—Então a gente se vê amanhã, vem me buscar aqui. —falei sem nenhuma dúvida na voz. Depois baixei o olhar pra calça dele e ri um pouco.—Aliás, talvez você devesse tomar um banho gelado antes de fazer o que for fazer. —falei antes de ir embora.

Bom, um encontro pequeno, muito, muito pequeno com ele, onde num segundo minha personalidade tinha mudado, eu tinha virado uma completa estranha pra mim mesma. Embora não fosse de ficar com um e outro, eu tava decidida a deixar claro pra aquele professor que, com ele, eu seria a mais puta de todas, e que nenhuma garota ia tocar nele além de mim, HA… ou pelo menos nenhuma ia dar tanto prazer pra ele.

2 comentários - Brincando com minha profe de espanhol

Que genial, y lo mejor es que fue en acapulco, un paraiso tropical del sexo 😃