esse é um relato incrível, o título já diz tudo, aproveitem
p!
Oi, bom... essa não é a primeira vez que escrevo algo assim, mas, outras vezes foram só historinhas sem importância, mas essa... bom, é mais uma confissão. Uma fantasia nunca realizada e uma situação onde um ato sexual poderia acontecer... sempre buscando agradar os leitores e a mim mesma ao escrever. Nota: não é muito recomendado pra quem gosta de ler algo curto.
Isso, mesmo sendo pouco realista... foi algo muito desejado por mim.
15 anos. Nessa idade, exatamente nessa idade, minha mente mudava tão frequentemente que podiam me considerar bipolar, e de qualquer forma, me pegar num certo dia podia causar uma mudança considerável na forma como algumas pessoas me viam. No começo do semestre, ainda no ensino médio, no último ano, estudava numa escolinha modesta e meio pobre. O uniforme, como qualquer outro, era branco, camisa branca de algodão e saia branca, sempre na altura do joelho... haha, claro que ninguém obedecia essa regla, no nosso caso, as alunas, era acima do joelho por lei.
Eu ia com pouca frequência, porque não gostava da escola. Mesmo assim, meu rosto se iluminava quando olhava pro meu professor de português, tão atraente e educado, simpático e jovem... ah sim, o mais jovem de toda a escola, com apenas 23 anos. Mas ainda era mais velho pra mim. Sim, e eu era o tipo de menina inocente e recatada, bom... talvez recatada não, ao morar em Acapulco era vital estar fresca, então quando tinha oportunidade, usava alguma blusa de alcinha por baixo da camisa e quando não tinha professores olhando, tirava a carga branca de cima.
Pra mim esse comportamento era indiferente, não era taxada de puta já que não era muito sociável com os garotos, não tinha muitas (nenhuma) amiga e meu corpo não era dos sonhos no ensino médio. Ninguém me olhava, ninguém sonhava ou suspirava por mim, falavam e brincavam comigo, mas nunca do jeito que faziam com as outras garotas.
Mesmo assim... tinha algo estar com meu professor, que me fazia sentir a garota mais gostosa de toda a sala, me fazia sentir atraente sem tirar minha inteligência e ternura. Eu sabia que não era feia, pelo contrário, me considerava bem bonita e linda com minha pele branquíssima e meu cabelo preto longo e ondulado, mas não era a mesma coisa que... "desejável"; talvez a única coisa sexy em mim fosse uma pequena pinta na minha bochecha. Todas as garotas flertavam com ele sutilmente, sempre olhando onde não deviam e se aproximando demais dele, se inclinando muito e rindo de tudo.
Eu, talvez sendo chata, preferia rir só quando tinha vontade (o que com ele era frequente), e conversar bastante com ele, não só para admirar sua beleza exterior, mas para curtir sua personalidade. Era estranho, mas eu afirmava pra mim mesma que não estava apaixonada por ele. E talvez fosse verdade, quem sabe... mas tinha algo que eu simplesmente não conseguia esconder de mim, e dificilmente dos outros... Eu gostava do professor de espanhol, gostava pelo sorriso dele e pelo interesse que ele demonstrava em mim, mas mais do que isso... eu o desejava. Olhava pra ele em cada aula e às vezes não conseguia me concentrar nas tarefas; em mais de uma ocasião me peguei olhando, e isso parecia agradar a ele, mas pra mim era muito ousado. Havia vezes que minha mente dizia uma coisa, mas claramente meu corpo pedia algo... diferente.
Inclusive uma vez fiquei molhada só de ficar olhando pra ele um bom tempo, numa hora da leitura onde todo mundo estava concentrado nos livros. Eu já nem sabia mais do que se tratava o meu, e embora ele fingisse ler o dele, me olhava de soslaio, e eu poderia jurar que ele notou meu nervosismo e minha umidade; cruzei as pernas na tentativa de disfarçar, mas acho que só piorou as coisas, dando a ele um ângulo melhor. Talvez por isso não me surpreendeu tanto o jogo que comecei com ele no outro dia.
Numa sexta-feira, que pra falar a verdade estava um calor do caralho, tinha me tocado fazer o serviço, ou seja, varrer e arrumar as cadeiras da minha sala. Originalmente, deviam ficar comigo Mais 5 colegas, mas todos vazaram me deixando sozinha, claro... sempre eu! Mas enfim, já que estava tanto calor, tinha feito meu truque de sempre e tirado a blusinha, guardando na mochila e ficando só com uma blusa preta de alcinhas.
Enquanto terminava de arrumar até a última carteira da minha sala, percebi que tinha ficado sozinha não só na sala mas também na escola; bom, imaginei que algum professor, algum zelador e/ou a diretora ainda estariam por aí, esperando para poder fechar. Qual não foi minha surpresa quando de repente aquele professor gostoso cruzou o corredor, com sua pasta preta numa mão e papéis na outra, ele parecia ocupado e apressado, então quando notou minha presença através da janela, eu me encolhi e baixei o olho pra minha mochila, como se já fosse ir embora.
—Tá sozinha? — ele perguntou, interrompendo a pressa anterior.
—E-Eh... s-sim, hoje me tocou fazer serviço — falei baixinho. Ele resmungou e entrou com certa brusquidão, ficando bem na minha frente.
Outra razão pela qual eu achava que era pouco atraente, é que sempre fui alta, a mais alta entre as meninas e ultrapassada por poucos garotos. No entanto, percebi que ele me ultrapassava por pouco mais de uma cabeça. Olhou em volta com a testa franzida, eu me intimidei um pouco e baixei o olho de novo.
—Não devia ter ficado alguém pra te ajudar? — me perguntou, segurando raiva na voz. No entanto, percebi sua voz rouca de forma estranha, porque além disso ele desviava o olhar de mim como se algo em mim o incomodasse.
—Sim, mas todos foram embora. — murmurei de forma seca, também não é que eu gostasse de ser dedo-duro, mas não tinha como negar. Ouvi ele suspirar e ele pôs uma mão no meu ombro.
—Vou falar com eles na segunda, por enquanto não tem nada pra fazer — ele disse, me encarando fixamente. Eu me atrevi a levantar o olhar e senti um calafrio percorrer meu corpo; fiquei corada quando ele pareceu notar, me mostrando um sorriso.
—Não precisa, sério — falei quase num fio de voz. voz. Mas ele balançou a cabeça, depois se aproximou da mesa e largou suas coisas em cima dela. Eu o observei por um momento, meio confusa com aquela atitude, antes ele parecia bem apressado.
- Eu tinha vindo ver quem ainda estava na escola, ufff… como não vi ninguém pensei que seria perda de tempo, mas te encontrei. - Ele me olhou, mantendo aquele sorriso que derreteria qualquer um. Eu o encarei desconcertada, mas era pouca a concentração que conseguia manter nisso, pois sentia uma corrente elétrica dentro de um contorno que envolvia a nós dois. - Hoje a diretora teve um compromisso e me pediu para trancar… olha, agora estamos iguais, né? - ele disse, segurando uma risadinha.
Eu não pude fazer nada além de concordar nervosamente, forçando um sorriso. Isso parecia diverti-lo, e eu não entendia o motivo. Meu lábio inferior começou a tremer e senti minhas bochechas corarem. Ouvi ele rir e dar um passo na minha direção.
- O que foi? - ele perguntou, semicerrando os olhos, incrédulo com meu comportamento tão tímido. - Te incomoda ficar sozinha comigo? - Ele perguntou, fingindo estar triste.
Eu balancei a cabeça e esfreguei meu braço, já que sentia um formigamento. Então ele começou a acariciar essa mesma área com seus dedos. Eu me surpreendi e olhei para sua mão. Com a outra, ele pegou meu queixo e me obrigou a encará-lo. Como negar? A cura para aquela ansiedade era ele, suas carícias. No entanto, eu continuava indecisa, ele era um homem mais velho, além de ser meu professor. Eu nunca tinha feito nada inapropriado e… se tudo isso não bastasse, estávamos falando de um homem incrivelmente gato, e de mim… uma garota de compleição cheinha, nada esquelética.
Ele continuou acariciando meu braço, dessa vez sem se limitar a alguns centímetros, mas sim do ombro até a mão. Sua outra mão se enlaçou no meu cabelo solto e segurou minha nuca. Aproximou seu rosto do meu e eu estremeci de novo. Ele era um homem de pele morena, como qualquer acapulqueño, e era a exceção à minha própria regra de que This type of man isn't handsome. His breath collided with mine and I dared to look at his lips; he held back a laugh and smiled mischievously, touched my lower lip with a finger, stretching it slightly downward, tempting me. But instead of kissing me, he brought his face close until his lips touched my ear.
"No kissing," he replied sternly, like a teacher telling a student a new rule. And, if we spoke without shame, that's how it was. No kissing... and though I didn't understand it then, I would come to know that kisses gave desire something more than passion—they gave it love, and I wasn't allowed that. Then his tongue began to dance between my neck and collarbone, in such an erotic way that it's hard to describe... it was like... a vampire, in old stories where they were experts in sex and in that way lured their prey. However, my professor wasn't one... though once, too lost in his beautiful face, I had noticed his canines were larger than normal.
"Hmm," my body tensed when I felt his hands encircling my waist, pressing me against him. Suddenly, just as he had been charming, he turned wild and even anxious. He walked quickly toward the wall behind me, too fast in fact, so that he slammed me against it; I could say it hurt, but I'd be lying—I didn't even notice because that fury was beginning to draw out something in me I didn't know existed.
I pressed myself back against him almost by inertia, rising onto my tiptoes to bury my hands in his raven-black tangle of hair. I didn't recognize myself, but that was fine, that's how I wanted it... with him, I couldn't keep up the good-girl charade. He lowered his hands to my rear, with a possessiveness I never would have believed of him.
Almost wary, as if he wanted to make clear it was his. But that... wasn't yet the case.
I let out a muffled moan that echoed in the hall, and was grateful to remember we were alone in a 150-meter area.
His hands moved up quickly até as minhas costas, e me acariciou de formas tão incríveis, que minha mente começou a ficar turva, como se algo me possuísse. Pisquei várias vezes, tentando fazer meu corpo parar de tremer, mas era algo impossível. Suas mãos percorriam minhas costas, e de repente desciam até meus quadris e de novo até minha bunda. Seus lábios pareciam querer me comer inteira, pois devoravam puros beijos e chupões no meu pescoço e meus ombros, deixando rastros de saliva neles, como se marcasse sua propriedade.
No entanto, um microssegundo antes de eu gemer de novo, um som estranho ecoou na sala. Eu lancei um olhar envenenado para a mesa, pois de alguma forma soube que o som vinha dali. Era um "Bip, bip, bip", então deduzi que se tratava de um alarme. Meu professor praguejou baixinho e interrompeu secamente seu beijo itinerante. Olhou pelo canto do olho para a mesa, quase com tanto ódio quanto o meu. Depois suspirou e deixou sua cabeça cair sobre meus seios, inalando com resignação. Eu grunhi com um pouco de irritação e ele riu baixinho.
— Hmm… temos o ano todo — murmurou para mim com um sorriso torto. Não parecia querer me dizer o que era aquilo tão importante que não podia esperar… sei lá, umas horas! Me sentia totalmente diferente, já não era uma garota tímida e meio desajeitada, muito reprimida para fazer algo indevido. Agora me sentia como uma garota interessada demais em nada mais do que transar com seu professor de espanhol, já não agia desajeitada, já nem mesmo me importava. Não tinha mais complexos, só queria tê-lo agora. Mas ele, ao ver minha expressão de insatisfação, me deu um beijo no pescoço. — Te convido amanhã para almoçar… quer?
Fiquei surpresa com aquela convite. Ele era alguém solteiro, no entanto me surpreendia um pouco que se aventurasse não só a transar com uma aluna, o que ele poderia fazer com qualquer uma, mas que queria me convidar para almoçar, como algo que não deixaria ir tão facilmente.
— Onde? — perguntei de forma desconfiada, sem nem me preocupar com como Eu mentiria para minha mãe só para sair com ele sem que ela descobrisse. Ele sorriu com arrogância, como se fosse óbvio.
– Na minha casa, claro. – Ele riu um pouco e eu ri junto dessa vez, então dei um leve empurrão nele, olhando com uma estranha malícia escondida. Mordi meu lábio inferior e passei por ele, correndo para minha cadeira para pegar minha mochila; quando cheguei perto da porta, parei e dei uma última olhada.
– Então nos vemos amanhã, venha me buscar aqui. – Informei sem sombra de dúvidas. Depois baixei meu olhar para as calças dele e ri um pouco. – Aliás, talvez você devesse tomar um banho de água fria antes de fazer o que quer que vá fazer. – Terminei antes de ir embora.
Bem, um pequeno, muito, muito pequeno encontro com ele, onde em um segundo minha personalidade tinha mudado, eu tinha me tornado uma completa estranha para mim mesma. Mesmo não saindo com qualquer homem, eu tinha a intenção de deixar claro para aquele professor que, com ele, eu seria a maior putinha de todas, e que nenhuma outra garota iria tocá-lo além de mim, ha… ou pelo menos nenhuma lhe daria tanto prazer.
p!
Oi, bom... essa não é a primeira vez que escrevo algo assim, mas, outras vezes foram só historinhas sem importância, mas essa... bom, é mais uma confissão. Uma fantasia nunca realizada e uma situação onde um ato sexual poderia acontecer... sempre buscando agradar os leitores e a mim mesma ao escrever. Nota: não é muito recomendado pra quem gosta de ler algo curto.
Isso, mesmo sendo pouco realista... foi algo muito desejado por mim.
15 anos. Nessa idade, exatamente nessa idade, minha mente mudava tão frequentemente que podiam me considerar bipolar, e de qualquer forma, me pegar num certo dia podia causar uma mudança considerável na forma como algumas pessoas me viam. No começo do semestre, ainda no ensino médio, no último ano, estudava numa escolinha modesta e meio pobre. O uniforme, como qualquer outro, era branco, camisa branca de algodão e saia branca, sempre na altura do joelho... haha, claro que ninguém obedecia essa regla, no nosso caso, as alunas, era acima do joelho por lei.
Eu ia com pouca frequência, porque não gostava da escola. Mesmo assim, meu rosto se iluminava quando olhava pro meu professor de português, tão atraente e educado, simpático e jovem... ah sim, o mais jovem de toda a escola, com apenas 23 anos. Mas ainda era mais velho pra mim. Sim, e eu era o tipo de menina inocente e recatada, bom... talvez recatada não, ao morar em Acapulco era vital estar fresca, então quando tinha oportunidade, usava alguma blusa de alcinha por baixo da camisa e quando não tinha professores olhando, tirava a carga branca de cima.
Pra mim esse comportamento era indiferente, não era taxada de puta já que não era muito sociável com os garotos, não tinha muitas (nenhuma) amiga e meu corpo não era dos sonhos no ensino médio. Ninguém me olhava, ninguém sonhava ou suspirava por mim, falavam e brincavam comigo, mas nunca do jeito que faziam com as outras garotas.
Mesmo assim... tinha algo estar com meu professor, que me fazia sentir a garota mais gostosa de toda a sala, me fazia sentir atraente sem tirar minha inteligência e ternura. Eu sabia que não era feia, pelo contrário, me considerava bem bonita e linda com minha pele branquíssima e meu cabelo preto longo e ondulado, mas não era a mesma coisa que... "desejável"; talvez a única coisa sexy em mim fosse uma pequena pinta na minha bochecha. Todas as garotas flertavam com ele sutilmente, sempre olhando onde não deviam e se aproximando demais dele, se inclinando muito e rindo de tudo.
Eu, talvez sendo chata, preferia rir só quando tinha vontade (o que com ele era frequente), e conversar bastante com ele, não só para admirar sua beleza exterior, mas para curtir sua personalidade. Era estranho, mas eu afirmava pra mim mesma que não estava apaixonada por ele. E talvez fosse verdade, quem sabe... mas tinha algo que eu simplesmente não conseguia esconder de mim, e dificilmente dos outros... Eu gostava do professor de espanhol, gostava pelo sorriso dele e pelo interesse que ele demonstrava em mim, mas mais do que isso... eu o desejava. Olhava pra ele em cada aula e às vezes não conseguia me concentrar nas tarefas; em mais de uma ocasião me peguei olhando, e isso parecia agradar a ele, mas pra mim era muito ousado. Havia vezes que minha mente dizia uma coisa, mas claramente meu corpo pedia algo... diferente.
Inclusive uma vez fiquei molhada só de ficar olhando pra ele um bom tempo, numa hora da leitura onde todo mundo estava concentrado nos livros. Eu já nem sabia mais do que se tratava o meu, e embora ele fingisse ler o dele, me olhava de soslaio, e eu poderia jurar que ele notou meu nervosismo e minha umidade; cruzei as pernas na tentativa de disfarçar, mas acho que só piorou as coisas, dando a ele um ângulo melhor. Talvez por isso não me surpreendeu tanto o jogo que comecei com ele no outro dia.
Numa sexta-feira, que pra falar a verdade estava um calor do caralho, tinha me tocado fazer o serviço, ou seja, varrer e arrumar as cadeiras da minha sala. Originalmente, deviam ficar comigo Mais 5 colegas, mas todos vazaram me deixando sozinha, claro... sempre eu! Mas enfim, já que estava tanto calor, tinha feito meu truque de sempre e tirado a blusinha, guardando na mochila e ficando só com uma blusa preta de alcinhas.
Enquanto terminava de arrumar até a última carteira da minha sala, percebi que tinha ficado sozinha não só na sala mas também na escola; bom, imaginei que algum professor, algum zelador e/ou a diretora ainda estariam por aí, esperando para poder fechar. Qual não foi minha surpresa quando de repente aquele professor gostoso cruzou o corredor, com sua pasta preta numa mão e papéis na outra, ele parecia ocupado e apressado, então quando notou minha presença através da janela, eu me encolhi e baixei o olho pra minha mochila, como se já fosse ir embora.
—Tá sozinha? — ele perguntou, interrompendo a pressa anterior.
—E-Eh... s-sim, hoje me tocou fazer serviço — falei baixinho. Ele resmungou e entrou com certa brusquidão, ficando bem na minha frente.
Outra razão pela qual eu achava que era pouco atraente, é que sempre fui alta, a mais alta entre as meninas e ultrapassada por poucos garotos. No entanto, percebi que ele me ultrapassava por pouco mais de uma cabeça. Olhou em volta com a testa franzida, eu me intimidei um pouco e baixei o olho de novo.
—Não devia ter ficado alguém pra te ajudar? — me perguntou, segurando raiva na voz. No entanto, percebi sua voz rouca de forma estranha, porque além disso ele desviava o olhar de mim como se algo em mim o incomodasse.
—Sim, mas todos foram embora. — murmurei de forma seca, também não é que eu gostasse de ser dedo-duro, mas não tinha como negar. Ouvi ele suspirar e ele pôs uma mão no meu ombro.
—Vou falar com eles na segunda, por enquanto não tem nada pra fazer — ele disse, me encarando fixamente. Eu me atrevi a levantar o olhar e senti um calafrio percorrer meu corpo; fiquei corada quando ele pareceu notar, me mostrando um sorriso.
—Não precisa, sério — falei quase num fio de voz. voz. Mas ele balançou a cabeça, depois se aproximou da mesa e largou suas coisas em cima dela. Eu o observei por um momento, meio confusa com aquela atitude, antes ele parecia bem apressado.
- Eu tinha vindo ver quem ainda estava na escola, ufff… como não vi ninguém pensei que seria perda de tempo, mas te encontrei. - Ele me olhou, mantendo aquele sorriso que derreteria qualquer um. Eu o encarei desconcertada, mas era pouca a concentração que conseguia manter nisso, pois sentia uma corrente elétrica dentro de um contorno que envolvia a nós dois. - Hoje a diretora teve um compromisso e me pediu para trancar… olha, agora estamos iguais, né? - ele disse, segurando uma risadinha.
Eu não pude fazer nada além de concordar nervosamente, forçando um sorriso. Isso parecia diverti-lo, e eu não entendia o motivo. Meu lábio inferior começou a tremer e senti minhas bochechas corarem. Ouvi ele rir e dar um passo na minha direção.
- O que foi? - ele perguntou, semicerrando os olhos, incrédulo com meu comportamento tão tímido. - Te incomoda ficar sozinha comigo? - Ele perguntou, fingindo estar triste.
Eu balancei a cabeça e esfreguei meu braço, já que sentia um formigamento. Então ele começou a acariciar essa mesma área com seus dedos. Eu me surpreendi e olhei para sua mão. Com a outra, ele pegou meu queixo e me obrigou a encará-lo. Como negar? A cura para aquela ansiedade era ele, suas carícias. No entanto, eu continuava indecisa, ele era um homem mais velho, além de ser meu professor. Eu nunca tinha feito nada inapropriado e… se tudo isso não bastasse, estávamos falando de um homem incrivelmente gato, e de mim… uma garota de compleição cheinha, nada esquelética.
Ele continuou acariciando meu braço, dessa vez sem se limitar a alguns centímetros, mas sim do ombro até a mão. Sua outra mão se enlaçou no meu cabelo solto e segurou minha nuca. Aproximou seu rosto do meu e eu estremeci de novo. Ele era um homem de pele morena, como qualquer acapulqueño, e era a exceção à minha própria regra de que This type of man isn't handsome. His breath collided with mine and I dared to look at his lips; he held back a laugh and smiled mischievously, touched my lower lip with a finger, stretching it slightly downward, tempting me. But instead of kissing me, he brought his face close until his lips touched my ear.
"No kissing," he replied sternly, like a teacher telling a student a new rule. And, if we spoke without shame, that's how it was. No kissing... and though I didn't understand it then, I would come to know that kisses gave desire something more than passion—they gave it love, and I wasn't allowed that. Then his tongue began to dance between my neck and collarbone, in such an erotic way that it's hard to describe... it was like... a vampire, in old stories where they were experts in sex and in that way lured their prey. However, my professor wasn't one... though once, too lost in his beautiful face, I had noticed his canines were larger than normal.
"Hmm," my body tensed when I felt his hands encircling my waist, pressing me against him. Suddenly, just as he had been charming, he turned wild and even anxious. He walked quickly toward the wall behind me, too fast in fact, so that he slammed me against it; I could say it hurt, but I'd be lying—I didn't even notice because that fury was beginning to draw out something in me I didn't know existed.
I pressed myself back against him almost by inertia, rising onto my tiptoes to bury my hands in his raven-black tangle of hair. I didn't recognize myself, but that was fine, that's how I wanted it... with him, I couldn't keep up the good-girl charade. He lowered his hands to my rear, with a possessiveness I never would have believed of him.
Almost wary, as if he wanted to make clear it was his. But that... wasn't yet the case.
I let out a muffled moan that echoed in the hall, and was grateful to remember we were alone in a 150-meter area.
His hands moved up quickly até as minhas costas, e me acariciou de formas tão incríveis, que minha mente começou a ficar turva, como se algo me possuísse. Pisquei várias vezes, tentando fazer meu corpo parar de tremer, mas era algo impossível. Suas mãos percorriam minhas costas, e de repente desciam até meus quadris e de novo até minha bunda. Seus lábios pareciam querer me comer inteira, pois devoravam puros beijos e chupões no meu pescoço e meus ombros, deixando rastros de saliva neles, como se marcasse sua propriedade.
No entanto, um microssegundo antes de eu gemer de novo, um som estranho ecoou na sala. Eu lancei um olhar envenenado para a mesa, pois de alguma forma soube que o som vinha dali. Era um "Bip, bip, bip", então deduzi que se tratava de um alarme. Meu professor praguejou baixinho e interrompeu secamente seu beijo itinerante. Olhou pelo canto do olho para a mesa, quase com tanto ódio quanto o meu. Depois suspirou e deixou sua cabeça cair sobre meus seios, inalando com resignação. Eu grunhi com um pouco de irritação e ele riu baixinho.
— Hmm… temos o ano todo — murmurou para mim com um sorriso torto. Não parecia querer me dizer o que era aquilo tão importante que não podia esperar… sei lá, umas horas! Me sentia totalmente diferente, já não era uma garota tímida e meio desajeitada, muito reprimida para fazer algo indevido. Agora me sentia como uma garota interessada demais em nada mais do que transar com seu professor de espanhol, já não agia desajeitada, já nem mesmo me importava. Não tinha mais complexos, só queria tê-lo agora. Mas ele, ao ver minha expressão de insatisfação, me deu um beijo no pescoço. — Te convido amanhã para almoçar… quer?
Fiquei surpresa com aquela convite. Ele era alguém solteiro, no entanto me surpreendia um pouco que se aventurasse não só a transar com uma aluna, o que ele poderia fazer com qualquer uma, mas que queria me convidar para almoçar, como algo que não deixaria ir tão facilmente.
— Onde? — perguntei de forma desconfiada, sem nem me preocupar com como Eu mentiria para minha mãe só para sair com ele sem que ela descobrisse. Ele sorriu com arrogância, como se fosse óbvio.
– Na minha casa, claro. – Ele riu um pouco e eu ri junto dessa vez, então dei um leve empurrão nele, olhando com uma estranha malícia escondida. Mordi meu lábio inferior e passei por ele, correndo para minha cadeira para pegar minha mochila; quando cheguei perto da porta, parei e dei uma última olhada.
– Então nos vemos amanhã, venha me buscar aqui. – Informei sem sombra de dúvidas. Depois baixei meu olhar para as calças dele e ri um pouco. – Aliás, talvez você devesse tomar um banho de água fria antes de fazer o que quer que vá fazer. – Terminei antes de ir embora.
Bem, um pequeno, muito, muito pequeno encontro com ele, onde em um segundo minha personalidade tinha mudado, eu tinha me tornado uma completa estranha para mim mesma. Mesmo não saindo com qualquer homem, eu tinha a intenção de deixar claro para aquele professor que, com ele, eu seria a maior putinha de todas, e que nenhuma outra garota iria tocá-lo além de mim, ha… ou pelo menos nenhuma lhe daria tanto prazer.
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