Ele tava casado há mais de 20 anos, e o sexo com a esposa já tinha perdido a graça, principalmente por parte dela. Era sempre ele quem pedia pra transar, e a esposa, que com seus 45 anos se mantinha muito bem, com os peitos e a bunda bem firme e as pernas longas e torneadas, nunca demonstrava sentir vontade. Era uma mulher muito delicada e parecia que o sexo era algo sujo pra ela, que só fazia por obrigação com o marido. Geralmente, quando ele acordava, procurava o corpo dela e começava a acariciar, e na maioria das vezes ela tirava as mãos dele e dizia que tava cansada e pra deixar ela dormir. Às vezes deixava ele agir e eles transavam, mesmo ela não mostrando nenhum interesse. De vez em quando ele conseguia que ela o acariciasse e participasse. Toda essa situação deixava ele muito tenso, e muitas vezes terminavam o dia sem se falar. Essa história começa justamente num desses dias. Ricardo acorda uns minutos antes do despertador e começa a acariciar ela. Brigitte fica parada. Quando ele avança com as carícias, ela diz que precisa ir ao banheiro, e quando volta, fica no lugar dela na cama sem fazer nenhum esforço pra se aproximar. Mais uma vez ele se levanta decepcionado, toma banho e vai pro trabalho, praticamente sem trocar uma palavra com ela. O horário dele era das 7 às 14h de segunda a sexta e das 8 às 14h aos sábados. Uns dias antes, a geladeira começou a funcionar mal, e o técnico deu uma olhada e disse que tava sem gás e que precisava recarregar. Depois de insistir um pouco, conseguiram que ele viesse em casa fazer esse serviço naquela manhã. Enquanto tava no trabalho, lembrou da visita do técnico e ligou pra casa pra ver se ele tinha aparecido. Quem atendeu foi a esposa, e com surpresa ele notou que ela tava alegre e relaxada, o que o deixou espantado depois do que rolou de manhã. — Querida, o técnico chegou? — Sim, meu amor, tá aqui trabalhando. — Beleza, mais tarde te ligo. — Perfeito. E desligou. Ele ficou surpreso com o comportamento da esposa, mas achou que ela disfarçava por causa dos estranhos e, como estava muito ocupado, continuou trabalhando.
Pouco depois, o telefone toca.
– Alô
– Sim, querido, está ocupado?
– Sim, tenho bastante trabalho.
– A que horas você volta?
– Hoje vou até tarde porque temos uma inspeção chegando, falei.
– Bom, não importa, mais tarde a gente fala e te conto sobre a geladeira.
– Já funcionou?
– Sim, querido, faz dez minutos que terminaram o serviço.
– Beleza. Quando souber a que horas vou sair, te aviso.
– Tá bem, meu amor, assim preparo o almoço.
Esse segundo telefonema começou a dar má impressão. Ele teve a sensação de que Brigitte ligava pra confirmar onde ele estava e até que horas.
Diante disso, pediu licença ao chefe e saiu do trabalho, indo pra casa, que não ficava a mais de 15 minutos.
Quando chegou, viu a caminhonete do serviço estacionada na frente de casa, o que era estranho, porque, segundo sua querida esposa, o trabalho já tinha terminado há um tempinho.
Em vez de entrar pela frente, entrou pela garagem sem fazer barulho e foi até a janela da sala de jantar, de onde dava pra ver a casa toda. E o que viu o abalou.
Sua amada e fiel esposa estava sentada no sofá da sala, fazendo um boquete de campeão num jovenzinho completamente pelado, enquanto no outro sofá o técnico, também sem roupa, assistia à cena e se masturbava lentamente uma piroca de bom tamanho.
Nesse momento, o técnico se levantou.
– Vadia, vamos pra sua cama que quero te foder onde seu maridinho te come.
– Não, vamos continuar aqui, disse ela, parando de chupar o pirulito.
Sem dizer mais nada, o técnico pegou ela pelos cabelos e a obrigou a levantar do sofá, e aos empurrões a levou pro quarto.
– Vou te ensinar quem manda. Se quer pica, tem que merecer.
Brigitte, tropeçando, foi pro quarto, seguida pelos dois parceiros, e Ricardo esperou eles sumirem no corredor pra se mover da janela. da janela da sala de jantar para a do quarto, pra seguir a cena. Nessa hora, lembrou do celular com câmera e se preparou pra documentar o que rolasse. Chegou na janela e ativou.
Entraram no quarto e os homens sentaram na cama com os paus duros, enquanto a mulher dele ficou de pé.
— Então, gatinha, com certeza você deve ter alguma roupa erótica pra vestir. Agora vai fazer um desfile íntimo pra gente.
— Na real, não gosto de me exibir assim, — disse minha esposa.
— Acho que você não entendeu que não é sobre o que você gosta, é sobre o que excita a gente, — falou o rapazinho, se mostrando decidido.
Sem mais, a esposa dele foi até o guarda-roupa e pegou uma camisola de seda preta curta, que usou pouquíssimas vezes, e a tanga que completava o conjunto. Ia vestir quando o técnico interrompeu.
— Não, a tanga não veste, só a camisola, assim vai ser mais fácil, — disse com uma voz onde a luxúria era mais que evidente e combinava com o estado do pau dele.
Brigitte olhou pra ele, sorriu, se despiu entre os elogios dos caras e vestiu a camisola que deixava as coxas dela de fora.
Assim vestida, andou pelo quarto umas duas vezes, sob o olhar atento dos homens, que comentavam como ela era gostosa e como iam possuir ela.
— Tá vendo, Raulito? Essa é uma senhora de verdade. Por isso sempre tratam ela com educação. Mas imagino que ela tá entediada de tanta cultura, então hoje vamos dar umas coisinhas selvagens pra ela. Olha como os mamilos dela ficam duros só de pensar nos paus que vai chupar.
Depois, se aproximou e ficou de pé na frente deles, abrindo as pernas. Contra a luz, dava pra ver o corpo inteiro dela, e isso com certeza excitou eles ainda mais, se é que era possível.
— Agora, putinha, você vai se ajoelhar e vai chupar bem meu pau. E você, Raul (esse era o nome do ajudante dele), vai ficar sentadinho na cômoda até eu terminar com ela. Depois, ela é toda sua.
Raul, sem dizer nada, levantou da cama. acariciando a própria pica, ela sentou na cômoda pra ter uma visão privilegiada do que ia rolar em seguida. O assistente e o corno tinham uma vista excelente da cena, e a situação, além de enfurecer o marido traído, o excitava pra caralho.
A mulher se ajoelhou e, pegando o pau com as duas mãos, meteu ele na boca, depois desceu uma das mãos pra acariciar as bolas, que estavam grandes e duras. Enquanto fazia isso, olhava diretamente nos olhos dele, o que com certeza deixava o parceiro mais louco ainda.
Ele deixou ela fazer aquilo por um bom tempo e, finalmente, pegou ela pelos ombros, fez ela se levantar e deitou ela na cama. Abriu as pernas dela e, se posicionando no meio, puxou as alças da camisola pra baixo e começou a chupar os peitos, o pescoço e a boca dela, mostrando que a possuía por completo.
A mulher suspirava e gemia, tentando responder às carícias dele como nunca respondia às do marido, o que deixou ele puto, mas ele tentou se controlar pra não deixar que soubessem que tava observando.
Ele se afastou um pouco, pegou as pernas dela e colocou nos ombros, e apontou a pica.
— Não, assim não, vai doer — a infiel conseguiu dizer, quando de repente ficou paralisada de boca aberta. Já era tarde. O animal tinha enfiado a cabeça da pica. Agora ele se apoiava só na ponta dos pés e pressionava com o corpo todo em cima da gostosa. Devagar, o resto da ferramenta seguiu o mesmo caminho. Só os ovos dele apareciam pendurados pra fora do corpo da mulher. O resto tava bem guardado.
Brigitte tentou reclamar, mas ele tapou a boca dela com a mão. Por fim, avançou um pouco as pernas e começou a bombar ela, primeiro devagar, fazendo a pica sair quase toda, e depois mais rápido até virar um pistão do demônio. Nessa hora, soltou a boca da presa.
A esposa infiel, sacudida e dominada por esse trabalho, só conseguia gritar e gemer, enquanto arregalava os olhos desmedidamente, como se pedisse clemência. mas essa não era a intenção do amante dela.
Naquele momento, ficou claro que ela tinha gozado. Ela ficou tensa e gritou de prazer, pra depois relaxar como uma boneca de pano.
Nada disso fez o ritmo do predador diminuir. Ele continuou com sua enfiada furiosa, até que depois que ela gozou de novo, ele tirou e ficou olhando fixo pra ela, mantendo o pau duro na entrada da caverna dela.
— Gostou de mim? — ele perguntou com um sorriso.
— Sim, curti muito — ela respondeu, olhando pra ele.
— Bom, já não aguento mais, então agora vou te penetrar e gozar dentro de você.
Como resposta, a mulherzinha tímida levantou a cabeça, beijou ele e, procurando o pau dele, tentou se empalar de novo.
Ele, diante dessa atitude, voltou a penetrá-la por completo e, depois de alguns movimentos lentos que faziam o pau entrar e sair totalmente, tomou a boca dela e enterrou a ferramenta com força, começando a se esvaziar.
— Toma, putinha, toma todo o leite — e ela, como resposta, apertou os ovos dele pra ele esvaziar tudo. Quando ele sentiu isso, capturou os lábios dela de novo e a beijou desesperadamente.
Depois de vários tremores, ele ficou sobre ela, esmagando-a, totalmente mole e satisfeito.
— Seu marido tem muita sorte de poder aproveitar todos os dias uma mulher dessas — ele disse.
— Meu maridinho não sabe o que é aproveitar uma mulher como eu — ela respondeu, sorrindo.
Naquele momento, o macho lembrou do jovem que estava esperando e se levantou.
— É sua vez, garoto.
Ela se afastou pro lado e o jovem subiu na cama e se deitou de costas, com a vara dura feito um mastro.
Devagar, Brigitte virou e começou a acariciar o peito do jovem enquanto os lábios dela buscavam os dele. Ela capturou a boca dele e começou a meter a língua, pra depois descer pelo pescoço até o peito, enquanto a mão dela descia sensualmente.
O jovem, que claramente não tinha muita experiência, parecia extasiado. Com os olhos fechados, ele se deixava levar. fazer, enquanto seu pau pulsava de excitação.
Quando a boca dela chegou no umbigo dele, a mão dela encontrou o aparelho e começou a masturbá-lo devagar.
- Você gosta?, ela perguntou
- Sim, senhora. Me enlouquece, respondeu o jovem sem abrir os olhos e respirando ofegante.
- Que menino educado, te chama de senhora, disse o técnico rindo.
Ela olhou pra ele e, com uma carinha de puta, começou a passar a língua no pau do rapaz, que respirava cada vez mais agitado.
- Gata, se não se apressar, ele vai gozar seco, falou o técnico.
A mulher entendeu que isso era verdade e, passando uma perna por cima do corpo do rapaz, ajoelhou-se sobre ele, pegou a lança e apontou pra sua buceta. Quando apontou, deixou-se cair, empalando-se até o fundo. Depois, começou a beijar o jovem na boca, enquanto subia e descia.
O técnico observou a cena por um tempo, e eu pude ver como o pau dele começou a pulsar de novo. Como pra se distrair, abriu uma gaveta do criado-mudo e encontrou um pote de creme.
O rosto dele se iluminou e foi óbvio como o pau dele endureceu.
- Vamos dar uma emoção a mais nesse encontro, disse ele se posicionando atrás da mulherzinha.
Abriu o pote de creme e começou a passar no cu dela, enfiando primeiro um dedo, depois dois. O marido teve um impulso inicial de intervir pra evitar a sodomia. A esposa nunca tinha deixado ele fazer sexo por ali, mas com esforço ele conseguiu se controlar. Ela se surpreendeu e virou pra olhar pra ele, mas naquele momento o jovem que estava dentro dela agarrou seu pescoço e puxou ela pra baixo, enquanto começava a bombar, pronto pra gozar.
Aquele minuto de distração foi fatal. O técnico se ajoelhou atrás da mulher e, aproveitando a posição curvada que forçaram ela a tomar, separou as nádegas dela e a cabeça do pau dele entrou devagar.
- Não!! Por aí não, que dói!!!, ela conseguiu gritar se libertando do rapaz, mas já era tarde. A cabeça já estava dentro.
A contração involuntária ao Sentindo-se penetrada por trás, apressou o rapaz que, no meio de gritos, a regou toda. Dá pra ver que o esperma quente e a situação a excitaram demais, porque ela também chegou ao orgasmo, e enquanto gozava, o técnico aproveitou para segurá-la pelos ombros e lentamente enfiar a pica até o fundo no cu da cliente.
A investida fez ela cair para frente, esmagando o jovem que ofegava depois de ter gozado, e o técnico, enterrado até os ovos, começou a se mexer dentro dela, que gemia, uma mistura de dor e orgasmo, com os olhos fechados.
A cena era muito quente. O marido corno ficou surpreso, excitado e chocado com o que via, algo que nunca teria imaginado. Sua mulherzinha, a doce, delicada e contida, estava curtindo uma dupla penetração de verdade, e pra piorar, estava adorando.
O jovem que já tinha gozado continuava mostrando um alto nível de excitação, enquanto a mulher, sacudida pelo seu cavaleiro, apertava a pica dele com um vai e vem enlouquecedor. O cavaleiro, já com a primeira tesão saciada, se dedicava a aproveitar o encontro com penetrações lentas e profundas, que faziam a mulher gemer a cada entrada e reclamar a cada saída.
— Sua puta, que apertadinho você tem, aperta minha pica como uma luva, é a melhor buceta que já provei na vida — dizia o técnico enquanto cavalgava.
— Continua, não para, por favor — gemia Brigitte à beira do clímax.
E não dava pra durar muito mais. Uns minutos depois, o que a montava esvaziou os ovos no cu dela, e o rapaz que estava embaixo, desesperado e louco de tesão, teve outro orgasmo sem se mexer, enquanto continuava dentro dela.
O amontoado de corpos ficou, finalmente, quieto depois de todo o auê.
Aos poucos foram se soltando. Primeiro o técnico, que lentamente foi até a sala de jantar pegar a roupa. Depois Brigitte, que saiu da cama e sentou na beirada, e por último o rapaz, que rapidamente também foi para a sala de jantar.
O corno. Ela largou o posto e foi escutar os homens.
— Falei ou não falei que era uma putaça?
— O senhor tem razão, chefe, nunca teria acreditado.
— Por sorte o encanador me contou. Parece que ela tem fraqueza por todo mundo que vem fazer algum serviço em casa, mas depois não dá pra chegar perto. E ainda por cima gosta que forcem ela, a vagabunda, quando tá desesperada pra levar uma surra de pica.
— Bom, então é esperar, disse o rapaz sorrindo.
Brigitte entrou na sala naquele momento.
— Quando a gente pode repetir isso? — perguntou o técnico.
— Nunca mais, e esqueçam o que aconteceu — respondeu ela. — E agora vamos, que meu marido pode voltar a qualquer hora.
Ela acompanhou os dois até a porta e se despediu deles numa boa.
Entrou, voltou pro quarto, arrumou a bagunça e foi pro banheiro se livrar, com certeza, do cheiro de porra que tinha no corpo todo.
O marido enganado aproveitou o momento pra ir embora. Ele realmente não sabia como reagir ao que tinha visto.
A vagabunda tinha gozado igual uma louca. Como nunca gozava com ele. E pra piorar, não era a primeira vez, como o técnico comentou com o ajudante. Pensou no encanador e em todos os serviços que tinham ido na casa dele nos últimos meses e ficou se dizendo que não podia ser verdade. A cabeça dele tava prestes a explodir. Pra completar, tava excitado pra caralho, como se a mulher que tinham empalado não fosse a esposa dele.
Voltou pro trabalho, mas não conseguiu mais se concentrar. A mulherzinha dele ligou um tempo depois pra saber quando ele voltava. Ele teve dificuldade pra manter a calma, mas como a voz dele saiu estranha, a mulher perguntou o que tava rolando, e ele conseguiu dizer que eram problemas do serviço. De vez em quando, quando ninguém tava perto, ele via o vídeo no celular, e no fim do expediente voltou pra casa, pensando em como descobrir o que acontecia lá quando ele não tava. Mas isso já é outra história.
Pouco depois, o telefone toca.
– Alô
– Sim, querido, está ocupado?
– Sim, tenho bastante trabalho.
– A que horas você volta?
– Hoje vou até tarde porque temos uma inspeção chegando, falei.
– Bom, não importa, mais tarde a gente fala e te conto sobre a geladeira.
– Já funcionou?
– Sim, querido, faz dez minutos que terminaram o serviço.
– Beleza. Quando souber a que horas vou sair, te aviso.
– Tá bem, meu amor, assim preparo o almoço.
Esse segundo telefonema começou a dar má impressão. Ele teve a sensação de que Brigitte ligava pra confirmar onde ele estava e até que horas.
Diante disso, pediu licença ao chefe e saiu do trabalho, indo pra casa, que não ficava a mais de 15 minutos.
Quando chegou, viu a caminhonete do serviço estacionada na frente de casa, o que era estranho, porque, segundo sua querida esposa, o trabalho já tinha terminado há um tempinho.
Em vez de entrar pela frente, entrou pela garagem sem fazer barulho e foi até a janela da sala de jantar, de onde dava pra ver a casa toda. E o que viu o abalou.
Sua amada e fiel esposa estava sentada no sofá da sala, fazendo um boquete de campeão num jovenzinho completamente pelado, enquanto no outro sofá o técnico, também sem roupa, assistia à cena e se masturbava lentamente uma piroca de bom tamanho.
Nesse momento, o técnico se levantou.
– Vadia, vamos pra sua cama que quero te foder onde seu maridinho te come.
– Não, vamos continuar aqui, disse ela, parando de chupar o pirulito.
Sem dizer mais nada, o técnico pegou ela pelos cabelos e a obrigou a levantar do sofá, e aos empurrões a levou pro quarto.
– Vou te ensinar quem manda. Se quer pica, tem que merecer.
Brigitte, tropeçando, foi pro quarto, seguida pelos dois parceiros, e Ricardo esperou eles sumirem no corredor pra se mover da janela. da janela da sala de jantar para a do quarto, pra seguir a cena. Nessa hora, lembrou do celular com câmera e se preparou pra documentar o que rolasse. Chegou na janela e ativou.
Entraram no quarto e os homens sentaram na cama com os paus duros, enquanto a mulher dele ficou de pé.
— Então, gatinha, com certeza você deve ter alguma roupa erótica pra vestir. Agora vai fazer um desfile íntimo pra gente.
— Na real, não gosto de me exibir assim, — disse minha esposa.
— Acho que você não entendeu que não é sobre o que você gosta, é sobre o que excita a gente, — falou o rapazinho, se mostrando decidido.
Sem mais, a esposa dele foi até o guarda-roupa e pegou uma camisola de seda preta curta, que usou pouquíssimas vezes, e a tanga que completava o conjunto. Ia vestir quando o técnico interrompeu.
— Não, a tanga não veste, só a camisola, assim vai ser mais fácil, — disse com uma voz onde a luxúria era mais que evidente e combinava com o estado do pau dele.
Brigitte olhou pra ele, sorriu, se despiu entre os elogios dos caras e vestiu a camisola que deixava as coxas dela de fora.
Assim vestida, andou pelo quarto umas duas vezes, sob o olhar atento dos homens, que comentavam como ela era gostosa e como iam possuir ela.
— Tá vendo, Raulito? Essa é uma senhora de verdade. Por isso sempre tratam ela com educação. Mas imagino que ela tá entediada de tanta cultura, então hoje vamos dar umas coisinhas selvagens pra ela. Olha como os mamilos dela ficam duros só de pensar nos paus que vai chupar.
Depois, se aproximou e ficou de pé na frente deles, abrindo as pernas. Contra a luz, dava pra ver o corpo inteiro dela, e isso com certeza excitou eles ainda mais, se é que era possível.
— Agora, putinha, você vai se ajoelhar e vai chupar bem meu pau. E você, Raul (esse era o nome do ajudante dele), vai ficar sentadinho na cômoda até eu terminar com ela. Depois, ela é toda sua.
Raul, sem dizer nada, levantou da cama. acariciando a própria pica, ela sentou na cômoda pra ter uma visão privilegiada do que ia rolar em seguida. O assistente e o corno tinham uma vista excelente da cena, e a situação, além de enfurecer o marido traído, o excitava pra caralho.
A mulher se ajoelhou e, pegando o pau com as duas mãos, meteu ele na boca, depois desceu uma das mãos pra acariciar as bolas, que estavam grandes e duras. Enquanto fazia isso, olhava diretamente nos olhos dele, o que com certeza deixava o parceiro mais louco ainda.
Ele deixou ela fazer aquilo por um bom tempo e, finalmente, pegou ela pelos ombros, fez ela se levantar e deitou ela na cama. Abriu as pernas dela e, se posicionando no meio, puxou as alças da camisola pra baixo e começou a chupar os peitos, o pescoço e a boca dela, mostrando que a possuía por completo.
A mulher suspirava e gemia, tentando responder às carícias dele como nunca respondia às do marido, o que deixou ele puto, mas ele tentou se controlar pra não deixar que soubessem que tava observando.
Ele se afastou um pouco, pegou as pernas dela e colocou nos ombros, e apontou a pica.
— Não, assim não, vai doer — a infiel conseguiu dizer, quando de repente ficou paralisada de boca aberta. Já era tarde. O animal tinha enfiado a cabeça da pica. Agora ele se apoiava só na ponta dos pés e pressionava com o corpo todo em cima da gostosa. Devagar, o resto da ferramenta seguiu o mesmo caminho. Só os ovos dele apareciam pendurados pra fora do corpo da mulher. O resto tava bem guardado.
Brigitte tentou reclamar, mas ele tapou a boca dela com a mão. Por fim, avançou um pouco as pernas e começou a bombar ela, primeiro devagar, fazendo a pica sair quase toda, e depois mais rápido até virar um pistão do demônio. Nessa hora, soltou a boca da presa.
A esposa infiel, sacudida e dominada por esse trabalho, só conseguia gritar e gemer, enquanto arregalava os olhos desmedidamente, como se pedisse clemência. mas essa não era a intenção do amante dela.
Naquele momento, ficou claro que ela tinha gozado. Ela ficou tensa e gritou de prazer, pra depois relaxar como uma boneca de pano.
Nada disso fez o ritmo do predador diminuir. Ele continuou com sua enfiada furiosa, até que depois que ela gozou de novo, ele tirou e ficou olhando fixo pra ela, mantendo o pau duro na entrada da caverna dela.
— Gostou de mim? — ele perguntou com um sorriso.
— Sim, curti muito — ela respondeu, olhando pra ele.
— Bom, já não aguento mais, então agora vou te penetrar e gozar dentro de você.
Como resposta, a mulherzinha tímida levantou a cabeça, beijou ele e, procurando o pau dele, tentou se empalar de novo.
Ele, diante dessa atitude, voltou a penetrá-la por completo e, depois de alguns movimentos lentos que faziam o pau entrar e sair totalmente, tomou a boca dela e enterrou a ferramenta com força, começando a se esvaziar.
— Toma, putinha, toma todo o leite — e ela, como resposta, apertou os ovos dele pra ele esvaziar tudo. Quando ele sentiu isso, capturou os lábios dela de novo e a beijou desesperadamente.
Depois de vários tremores, ele ficou sobre ela, esmagando-a, totalmente mole e satisfeito.
— Seu marido tem muita sorte de poder aproveitar todos os dias uma mulher dessas — ele disse.
— Meu maridinho não sabe o que é aproveitar uma mulher como eu — ela respondeu, sorrindo.
Naquele momento, o macho lembrou do jovem que estava esperando e se levantou.
— É sua vez, garoto.
Ela se afastou pro lado e o jovem subiu na cama e se deitou de costas, com a vara dura feito um mastro.
Devagar, Brigitte virou e começou a acariciar o peito do jovem enquanto os lábios dela buscavam os dele. Ela capturou a boca dele e começou a meter a língua, pra depois descer pelo pescoço até o peito, enquanto a mão dela descia sensualmente.
O jovem, que claramente não tinha muita experiência, parecia extasiado. Com os olhos fechados, ele se deixava levar. fazer, enquanto seu pau pulsava de excitação.
Quando a boca dela chegou no umbigo dele, a mão dela encontrou o aparelho e começou a masturbá-lo devagar.
- Você gosta?, ela perguntou
- Sim, senhora. Me enlouquece, respondeu o jovem sem abrir os olhos e respirando ofegante.
- Que menino educado, te chama de senhora, disse o técnico rindo.
Ela olhou pra ele e, com uma carinha de puta, começou a passar a língua no pau do rapaz, que respirava cada vez mais agitado.
- Gata, se não se apressar, ele vai gozar seco, falou o técnico.
A mulher entendeu que isso era verdade e, passando uma perna por cima do corpo do rapaz, ajoelhou-se sobre ele, pegou a lança e apontou pra sua buceta. Quando apontou, deixou-se cair, empalando-se até o fundo. Depois, começou a beijar o jovem na boca, enquanto subia e descia.
O técnico observou a cena por um tempo, e eu pude ver como o pau dele começou a pulsar de novo. Como pra se distrair, abriu uma gaveta do criado-mudo e encontrou um pote de creme.
O rosto dele se iluminou e foi óbvio como o pau dele endureceu.
- Vamos dar uma emoção a mais nesse encontro, disse ele se posicionando atrás da mulherzinha.
Abriu o pote de creme e começou a passar no cu dela, enfiando primeiro um dedo, depois dois. O marido teve um impulso inicial de intervir pra evitar a sodomia. A esposa nunca tinha deixado ele fazer sexo por ali, mas com esforço ele conseguiu se controlar. Ela se surpreendeu e virou pra olhar pra ele, mas naquele momento o jovem que estava dentro dela agarrou seu pescoço e puxou ela pra baixo, enquanto começava a bombar, pronto pra gozar.
Aquele minuto de distração foi fatal. O técnico se ajoelhou atrás da mulher e, aproveitando a posição curvada que forçaram ela a tomar, separou as nádegas dela e a cabeça do pau dele entrou devagar.
- Não!! Por aí não, que dói!!!, ela conseguiu gritar se libertando do rapaz, mas já era tarde. A cabeça já estava dentro.
A contração involuntária ao Sentindo-se penetrada por trás, apressou o rapaz que, no meio de gritos, a regou toda. Dá pra ver que o esperma quente e a situação a excitaram demais, porque ela também chegou ao orgasmo, e enquanto gozava, o técnico aproveitou para segurá-la pelos ombros e lentamente enfiar a pica até o fundo no cu da cliente.
A investida fez ela cair para frente, esmagando o jovem que ofegava depois de ter gozado, e o técnico, enterrado até os ovos, começou a se mexer dentro dela, que gemia, uma mistura de dor e orgasmo, com os olhos fechados.
A cena era muito quente. O marido corno ficou surpreso, excitado e chocado com o que via, algo que nunca teria imaginado. Sua mulherzinha, a doce, delicada e contida, estava curtindo uma dupla penetração de verdade, e pra piorar, estava adorando.
O jovem que já tinha gozado continuava mostrando um alto nível de excitação, enquanto a mulher, sacudida pelo seu cavaleiro, apertava a pica dele com um vai e vem enlouquecedor. O cavaleiro, já com a primeira tesão saciada, se dedicava a aproveitar o encontro com penetrações lentas e profundas, que faziam a mulher gemer a cada entrada e reclamar a cada saída.
— Sua puta, que apertadinho você tem, aperta minha pica como uma luva, é a melhor buceta que já provei na vida — dizia o técnico enquanto cavalgava.
— Continua, não para, por favor — gemia Brigitte à beira do clímax.
E não dava pra durar muito mais. Uns minutos depois, o que a montava esvaziou os ovos no cu dela, e o rapaz que estava embaixo, desesperado e louco de tesão, teve outro orgasmo sem se mexer, enquanto continuava dentro dela.
O amontoado de corpos ficou, finalmente, quieto depois de todo o auê.
Aos poucos foram se soltando. Primeiro o técnico, que lentamente foi até a sala de jantar pegar a roupa. Depois Brigitte, que saiu da cama e sentou na beirada, e por último o rapaz, que rapidamente também foi para a sala de jantar.
O corno. Ela largou o posto e foi escutar os homens.
— Falei ou não falei que era uma putaça?
— O senhor tem razão, chefe, nunca teria acreditado.
— Por sorte o encanador me contou. Parece que ela tem fraqueza por todo mundo que vem fazer algum serviço em casa, mas depois não dá pra chegar perto. E ainda por cima gosta que forcem ela, a vagabunda, quando tá desesperada pra levar uma surra de pica.
— Bom, então é esperar, disse o rapaz sorrindo.
Brigitte entrou na sala naquele momento.
— Quando a gente pode repetir isso? — perguntou o técnico.
— Nunca mais, e esqueçam o que aconteceu — respondeu ela. — E agora vamos, que meu marido pode voltar a qualquer hora.
Ela acompanhou os dois até a porta e se despediu deles numa boa.
Entrou, voltou pro quarto, arrumou a bagunça e foi pro banheiro se livrar, com certeza, do cheiro de porra que tinha no corpo todo.
O marido enganado aproveitou o momento pra ir embora. Ele realmente não sabia como reagir ao que tinha visto.
A vagabunda tinha gozado igual uma louca. Como nunca gozava com ele. E pra piorar, não era a primeira vez, como o técnico comentou com o ajudante. Pensou no encanador e em todos os serviços que tinham ido na casa dele nos últimos meses e ficou se dizendo que não podia ser verdade. A cabeça dele tava prestes a explodir. Pra completar, tava excitado pra caralho, como se a mulher que tinham empalado não fosse a esposa dele.
Voltou pro trabalho, mas não conseguiu mais se concentrar. A mulherzinha dele ligou um tempo depois pra saber quando ele voltava. Ele teve dificuldade pra manter a calma, mas como a voz dele saiu estranha, a mulher perguntou o que tava rolando, e ele conseguiu dizer que eram problemas do serviço. De vez em quando, quando ninguém tava perto, ele via o vídeo no celular, e no fim do expediente voltou pra casa, pensando em como descobrir o que acontecia lá quando ele não tava. Mas isso já é outra história.
5 comentários - Frio e Calor (1ª parte)