Sexo com a sogra (conto)

MUITO BOM, ACHEI NUM SITE E, PRA SER MEU PRIMEIRO POST, ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM.Minha história é a seguinte: minha esposa e eu vivemos confortavelmente graças aos nossos empregos, já que somos ambos profissionais. Minha esposa é uma mulher de 24 anos, corpo normal, seios redondos e pequenos, quadris estreitos e uma bunda bem apetitosa, da qual eu curto toda vez que nos entregamos aos prazeres do sexo. Eu tenho 25 anos, me mantenho em forma porque sou membro de um time de futebol do bairro. Minha esposa diz que tenho pernas muito boas e, acima de tudo, o que ela mais gosta em mim é meu pau de 18 cm e bem grosso — ela fala que é o único e melhor pau que poderia ter encontrado. Ela realmente curte ele. A história que vou contar é mais relacionada à minha sogra, uma mulher de 54 anos, bem conservada para a idade. Ela tem aquela beleza que só a maturidade concede a algumas mulheres. É uma mulher muito séria, tem um porte autoritário, sabe se vestir muito bem, embora bem recatada. Sempre usa vestidos formais e prende o cabelo sobre os ombros, o que dá um ar de seriedade e sensualidade ao mesmo tempo. É relativamente alta e tem um corpo fenomenal. Meu sogro é bem mais velho que ela, tem 61 anos, mas por causa do trabalho parece ainda mais velho. Ele é um pouco baixo e careca, a barriga saliente mostra que come muito, o que o faz parecer ainda mais envelhecido. Os pais dela moravam em outra cidade, mas por motivos de saúde do meu sogro, tiveram que se mudar temporariamente para nossa casa, para fazer um tratamento numa clínica perto da nossa cidade. Eu sou um cara bem sem vergonha, então, quando estava sozinho em casa com minha esposa, costumava andar de cueca, geralmente umas cuequinhas pequenas que sempre marcavam minha ferramenta. Esse costume teve que parar quando meus sogros se mudaram para cá. Eles se instalaram no quarto ao lado do nosso, assim poderíamos atender qualquer necessidade que tivessem a qualquer momento, especialmente durante a noite. Tenho que acrescentar que meu costume de andar de cueca em casa não foi a única coisa que eu devia ter regulado, porque com os pais dela dormindo no quarto ao lado, nossas sessões de sexo tiveram que ser mais discretas e com menos barulho, então nossas relações sexuais passaram a ser só beijar minha esposa, apalpar os peitos dela por uns minutos, abrir as pernas dela e meter meu pau dentro da buceta dela, empurrar por alguns minutos lá dentro e gozar em silêncio. Minha esposa respondia com suspiros abafados, dizia que não queria que os pais dela ouvissem a gente. Mais de uma vez, depois de ter gozado nela, tive que ir ao banheiro e me masturbar de novo pra tirar de mim toda a excitação que ainda ficava acumulada depois daquelas transas frias. Com o passar das semanas, meu sogro teve que ser internado na clínica porque a saúde dele não melhorava, pelo contrário, só piorava. Foi assim que minha esposa e a mãe dela, minha sogra, se revezavam pra cuidar do pai na clínica. Eu entendia a situação e não fazia a menor objeção pra minha esposa ficar acompanhando o pai algumas noites por semana, já que minha sogra também precisava descansar. Minhas punhetas no banheiro ficaram ainda mais frequentes, porque minha esposa, com a doença do pai, passava o dia todo ocupada com outras coisas e o que menos tinha era vontade de curtir o sexo. Foi assim que, numa ocasião em casa, minha sogra estava se preparando pra sair e substituir minha esposa no cuidado do marido. Quando terminou de se arrumar, saiu e rapidamente se despediu de mim, disse que estava um pouco atrasada. Eu estava muito excitado e, aproveitando que ficava sozinho em casa por algumas horas, fui fazer o de sempre: fui ao banheiro aliviar minha excitação sozinho. Quando entrei no banheiro, ainda senti no ar o cheiro do perfume da minha sogra, era um aroma suave e doce. Não sei por quê, mas isso me excitou ainda mais. Sentei na tampa do vaso, tirei meu pau do calça e comecei a esfregar ela. No momento em que olho para a borda da pia, vejo recolhidos num cesto o avental da minha sogra. Um impulso me fez parar e examinar o avental dela. Surpresa! Enrolado no avental estava a calcinha dela. Senti um tesão imenso em contemplar as calcinhas da minha sogra ali no banheiro, então peguei elas na mão e instintivamente levei ao nariz e cheirei. Era um cheiro forte, penetrante e ao mesmo tempo agradável. Meu pau ficou ainda mais duro, e comecei a me masturbar cheirando as calcinhas da minha sogra. A ideia de estar ali, cheirando as calcinhas dela, sentado no vaso, fez com que em poucos minutos eu gozasse, soltando um jato forte de porra no chão do banheiro. Com a calcinha da minha sogra, a mesma que estava cheirando, limpei meu pau dos restos de sêmen, depois enrolei de novo no avental e deixei onde encontrei, no cesto de roupa suja. Naquela tarde, quando minha esposa voltou, eu dormia tranquilamente. Ela me acordou e me contou que o pai dela tinha melhorado um pouco naquele dia, que o médico disse que ele estava se recuperando. Numa manhã em que minha esposa tinha passado a noite cuidando do pai e devia voltar para descansar, pensando que minha sogra já tinha saído para a clínica para substituir minha esposa, me levantei e, completamente nu, fui para o banheiro, pois sabia que não tinha mais ninguém em casa. Urinei e a sensação de andar nu pela casa de novo me fez sentir muito bem, então saí do banheiro ainda nu e fui para a sala ver televisão. Estava na sala vendo TV quando ouvi a porta da frente abrir, e pensei que era minha esposa voltando de cuidar do pai, então comecei a acariciar meu pau até deixá-lo completamente duro e ereto. Seria uma boa oportunidade para ter uma sessão de sexo, já que não tinha mais ninguém em casa. No momento em que estou completamente ereto, acariciando meu pau com a mão, e entra... minha sogra, sim... minha sogra!, entrou na sala. Minha surpresa foi enorme ao ver que a mulher que estava ali na minha frente não era minha esposa, mas sim a mãe dela. Se meu espanto foi grande, o da minha sogra deve ter sido maior, porque a expressão no rosto dela refletiu uma mistura de surpresa, susto e admiração. Rapidamente cobri meu pau com as mãos, mas foi quase impossível, porque como eu disse, meu pau tem 19 cm e é grosso, então mesmo com minhas mãos ali, ainda era bem visível. Minha sogra virou a cabeça rapidamente e me disse: "Ah, desculpa, Raul, não sabia que você estava aqui." Ela saiu na mesma hora para o quarto dela. Eu não conseguia acreditar no que tinha acontecido, eu pelado na frente da minha sogra com o pau totalmente duro. Fui para o meu quarto, fechei a porta, e ia colocar um shorts quando a excitação tomou conta de mim. Comecei a me masturbar furiosamente, lembrando da expressão no rosto da minha sogra, e terminei com uma gozada enorme que esvaziou completamente minhas bolas. Quando saí do quarto de novo, minha sogra estava na cozinha preparando algo para comer. Eu me aproximei e falei devagar: "Dona Mary, quero me desculpar pelo que aconteceu de manhã. A verdade é que não esperava que fosse a senhora quem ia entrar, pensei que era minha esposa, sua filha." Ela continuou de costas para a pia e me disse: "Olha, Raul, na verdade quem tem que pedir desculpas sou eu. Sei que é muito difícil para você ter que aguentar eu e meu marido na sua casa. Sei que viemos limitar um monte de costumes que você e minha filha tinham. Então não se preocupe comigo, eu entendo que você precisa ter um pouco de intimidade com minha filha, e isso eu pude perceber ainda agora." Ao dizer isso, ela tentou sorrir um pouco, tentando aliviar a tensão. "Então não precisa se desculpar comigo, Raul. Eu sou uma mulher velha, e embora minhas prioridades já não sejam exatamente satisfazer meus desejos sexuais, entendo muito bem que vocês, jovens, precisam disso constantemente. Além disso, sei... que se a senhora soubesse que era eu quem estava entrando, não teria ficado tão excitada, haja vista que seria a última coisa que eu poderia imaginar, que uma mulher da minha idade fosse causar tanta excitação em um rapaz como o senhor. Diante dessas palavras, senti que, apesar de ela estar se comportando de forma muito compreensiva sobre o ocorrido, estava ferindo meu ego ao me tratar como um menininho. Então respondi: — Olhe, Dona Mary, agradeço sua compreensão sobre o que passou, mas lamento dizer que a senhora está enganada em duas coisas. A primeira é que está muito errada se acha que uma mulher tão gostosa como a senhora não pode despertar as paixões de qualquer homem. E a segunda é que se engana ao dizer que sou um rapazinho. Dona Mary, eu sou um homem feito, e não um menininho, e isso a senhora acho que pôde comprovar ainda agora na sala. E ao dizer isso, olhei diretamente nos olhos dela. Ela corou e, virando-se novamente para a pia da cozinha, finalizou: — Está bem, Raúl. Acho melhor deixarmos isso por aqui. Ficou claro que o que aconteceu foi um incidente que devemos tratar como algo sem importância. É melhor que nós dois esqueçamos o ocorrido. E dizendo isso, foi para o quarto dela. Fiquei ali parado na cozinha, me sentindo um pouco irritado com as palavras dela: "um incidente sem importância". Ela disse isso depois de ter visto meu pau ereto na frente dela. Isso machucou meu orgulho masculino. Eu precisava encontrar um jeito de mostrar a ela que ver meu pau não era coisa sem importância. Os dias seguintes passaram sem grandes novidades. Meu sogro ainda estava na clínica, mas começava a dar sinais de melhora. Uma semana depois, ele pôde voltar para casa. Minha esposa e minha sogra se dedicavam aos cuidados com ele. Uns dias depois, meu sogro já estava mais recuperado e começou a se integrar novamente à rotina familiar. Mas, apesar da recuperação do meu sogro, eu ainda notava um pouco de inquietação no rosto da minha sogra. Foi assim que, uma noite, conversando com minha esposa na cama, perguntei: — Me diz uma coisa... Sandra (era o nome da minha esposa), por que mesmo com a recuperação do seu pai, sua mãe ainda mantém um traço de preocupação no olhar? Minha esposa se aproximou de mim e respondeu: — Coisas de mulher, você não entende. E ficou em silêncio. — Como assim coisas de mulher, fala aí, o que que ela tem? — Tá bom, mas me promete que não vai comentar nada do que eu te disser. — Beleza, amor, fala. Como você sabe, minha mãe sempre foi uma mulher muito séria e preocupada consigo mesma, e um dos maiores orgulhos dela era saber que, mesmo aos 54 anos, ainda menstruava. Pra ela, isso era sinal de que ainda não era tão velha, que ainda mantinha um encanto especial apesar da idade. Mas faz dois meses que o processo parou, ou seja, ela começou a entrar na menopausa. Interrompendo, falei: — Ah, e não será que seu pai engravidou ela? Quem sabe a recuperação da doença dele não fez melhor do que a gente esperava. — Cala a boca, não brinca com isso, Raul, isso é coisa séria. Além do mais, segundo o médico, o remédio que o papai toma é muito forte e causa problemas de ereção. Meu sogro broxa e minha sogra com necessidade de se sentir produtiva ainda, uau, isso fez minha mente funcionar na hora. Virei pra minha esposa e respondi: — Poxa, isso deve ser terrível, a gente tem que apoiar eles no que der, amor. E fomos dormir. Já sabia que não teria chance de rolar uma sessão gostosa de sexo naquela noite, meus sogros estavam no quarto ao lado. Naquela manhã, quando acordei, minha esposa saiu cedo pro trabalho, então fiquei mais um tempinho na cama. A ideia de como ajudar minha sogra com o "problemão" dela ficava rodando na minha cabeça. E a reação imediata foi uma ereção fenomenal. Tava matutando quando a porta do meu quarto abre e entra minha sogra. — Ah, Raul, você ainda tá aqui! Ia arrumar o quarto, mas melhor voltar mais tarde. E já ia abrir a porta pra sair quando eu falei: — Espera, sogra. Se vier arrumar o quarto pra mim, não se preocupa, já vou levantar. E dizendo isso, tirei o lençol, deixando meu pau exposto à vista dela, meus 19 cm de pau ficaram à mostra nos olhos dela em toda a plenitude. — Como sei que pra você ver meu pau ereto é um incidente sem importância, não tenho a menor vergonha de me levantar pra você arrumar minha caminha, sogra. — Raul, o que você tá fazendo? — disse ela, surpresa. — Sou sua sogra, a mãe da sua esposa, você me deve respeito, se cubra! Ignorando isso, fui até a porta do quarto, ela recuou pra me dar passagem. Ao passar por ela, completei: — Não, sogrinha, se preocupa não, isso tá assim, mas não é por sua causa, como você disse da outra vez, são coisas de garoto. E enquanto falava isso, peguei meu pau com a mão. Ela me olhou com cara de espanto. Saí do quarto completamente pelado rumo ao banheiro. Minha sogra ficou muda no meu quarto. Sabendo que ela não demoraria a sair do quarto, deixei a porta do banheiro aberta e me preparei pra tentar mijar com o pau duro na frente do vaso. Minha sogra não demorou a sair do quarto, olhou pra onde eu estava e, segurando meu pau com ainda mais força, esfreguei ele pra cima e pra baixo olhando diretamente nos olhos da minha sogra. Ela olhou por alguns segundos da entrada do quarto dela, abriu a porta e entrou bem no momento em que um jato forte de porra saía do meu pau e ia se estampar no espelho do banheiro. Foi realmente excitante me masturbar enquanto minha sogra contemplava a cena. Voltei pro meu quarto e me vesti. No resto do dia, não vi mais minha sogra. Quem eu vi foi meu sogro, sentado na sala vendo TV. — Oi, Seu Jorge, como cê tá? Parece que melhorou, cê tá com uma cara boa. — Ele virou pra mim e me cumprimentou: — Como vai, Raul? Aqui um pouco melhor, verdade seja dita, tô me sentindo melhor, parece que ainda não querem que eu vá embora. Nisso, a gente tava conversando quando minha sogra sai do quarto dela e, sem me olhar, se... aproxima-se do marido, que a abraça e a senta ao lado dele. — Sabe, Mary, eu tava falando com o Raul sobre como minha recuperação tá indo bem, eu disse a ele que ainda não quero que você se vista de preto. E dizendo isso, sorriu. — Não fala besteira, meu amor, você sabe que é tudo que eu tenho e que eu morreria se você me faltasse. Disse minha sogra, abraçando-se mais ao marido. — Não se preocupe, sogra, que o senhor Jorge ainda tem muita vida pela frente, além disso, sabe que tem a filha e a mim pra cuidar de tudo que precisar. E enquanto dizia isso, passei minha mão disfarçadamente pelo volume da minha calça, sem que meu sogro percebesse. Ela olhou e fez um gesto de desaprovação enquanto abraçava o marido. Sabia que não ficaria tranquilo até pegar aquela mulher que tinha na minha frente. Tinham passado algumas semanas desde o incidente anterior e meu desejo de comer minha sogra só aumentava. Foi assim que, numa tarde em que minha mulher tinha saído pra um encontro com umas amigas e meu sogro tava no quarto tirando uma soneca, resolvi tentar seduzir minha sogra. Ela tava no quarto de lavar, lavando roupa suja, quando eu, vestido só com um shortinho apertado, fui até lá. — Ah, sogra, a senhora tá lavando roupa. Perguntei na maior naturalidade. — Sim, é isso mesmo, Raul, tô tentando ajudar um pouco sua mulher com os serviços de casa. Era minha chance, sem querer ela tinha dito algo que me ajudaria. — Sabe, sogrinha, se a senhora tá tão afim de ajudar sua filha, acho que podia fazer outras coisas por ela, que eu agradeceria mais. — O que você quer dizer com isso, Raul? Perguntou num tom meio irritado. — É que, sogrinha, eu, seu genro, tenho outras necessidades que sua filha não atende e que, se a senhora quisesse, podia fazer por ela. — Chega! Vou te dizer uma coisa, Raul, e espero que fique bem claro: sou uma mulher muito mais velha que você, a mãe da sua esposa, sua sogra!!! Sou uma mulher casada com um marido que amo de todo coração, e se em algum momento eu permiti que Se passar um pouquinho foi porque achei que tinha sido sem querer, mas acho que você está passando dos limites, Raul. Você está confundindo o fato de eu ter calado a boca sobre o seu quarto e o banheiro com a sua esposa: foi pra você não ter problemas com ela, mas nunca foi uma permissão pra você tentar ou ficar de gracinha comigo. Você tem que me respeitar, sou sua sogra, uma mulher mais velha e muito decente. — Sim, sogra, pode ser uma mulher mais velha, minha sogra, mas me diga: adianta de que estar apaixonada por um homem que não consegue satisfazer você? Um homem que nem consegue cumprir a tarefa mais básica de foder a própria mulher? Ela virou o rosto, muito séria, e com voz firme completou: — Olha aqui, rapazinho, não é da sua conta se meu marido me fode ou não! Isso é uma coisa muito íntima e você não tem nada a ver com isso. Além do mais, olha, sou uma mulher mais velha, a última coisa que me importa é sair por aí dando! Então estou pedindo pra você se retirar ou vou gritar. "Rapazinho" — de novo ela tinha me chamado de rapazinho. Isso feriu meu ego. Me enchi de coragem, agarrei ela pelos ombros, puxei pro meu corpo e, esfregando minha pica contra a pélvis dela através do vestido que cobria o corpo dela, falei: — Sente, senhora, essa pica. Sente minha pica e me diga se é uma pica de rapazinho. Me diga se isso que você sente é uma pica de rapazinho. E dizendo isso, beijei ela na boca. Sentir os lábios dela úmidos e mornos me excitou ainda mais. Ela tentou se soltar dos meus braços, mas eu segurava ela com força contra mim, e os movimentos que ela fazia pra se soltar só conseguiam me excitar mais. — Me solta, Raul, me larga, me respeita, sou uma mulher decente. — Sim, sogrinha, você é uma mulher decente, e eu vou fazer você deixar de ser. Vou te ensinar os prazeres que um homem como eu pode dar a uma mulher como você. E abraçando ela com um braço, com o outro levantei a saia dela, enquanto beijava o pescoço dela. — Ahhh, não, por favor, não! — ela dizia, e aos poucos a resistência dela ia diminuindo. Então ela ficou parada enquanto eu beijava o pescoço dela e ia descendo em direção aos peitos dela. Abaixei o vestido dela. pelos ombros devagar, contemplando como aquela mulher que eu tanto desejava amolecia sob minhas carícias, aos poucos baixei o vestido dela até deixá-lo no chão, e ali, diante de mim, estava nua a mulher que eu tanto queria, a mãe da minha esposa. O corpo dela era realmente maravilhoso, uns peitões grandes e redondos cobertos só por um sutiã de renda, uns quadris largos e definidos, a racha dela parecia realmente deliciosa, parecia apertadinha e peludinha, coberta por uma calcinha branca bem pouco sensual, mas muito excitante. A bunda dela era grande e firme, ver ela assim fez meu pau ficar ainda mais duro e grande. — Então, olhando diretamente nos meus olhos, ela disse: — Vamos, Raul, mostre pra essa velha que você não é nenhum menininho, que você é um homem de verdade, que pode fazer qualquer mulher feliz. Imediatamente peguei meu shorts e abaixei, deixando meu pau livre. Me aproximei dela de novo e comecei a beijá-la na boca, os lábios dela se abriram recebendo os meus, a língua dela penetrou na minha boca, nossas línguas se entrelaçaram num beijo ardente. Continuei beijando ela e comecei a acariciar os peitões gostosos dela, soltei as tiras do sutiã, que caiu no chão, e os peitões gostosos dela ficaram livres, acariciei com minhas mãos e depois, separando meus lábios dos dela, desci até chupar as pontas dos seios dela com minha boca. — Ahhh, sim, Raul, que gostoso, continue, não para, preciso sentir suas carícias, sim, me faça sentir que ainda estou viva. Ela pegou meu pau com a mão, apertando forte, esfregava e dizia: — Ai, Raul, que pau tão gostoso você tem, que delícia sentir um pau tão jovem e duro nas minhas mãos. — Pega ele, sogrinha, é todo seu, seja feliz com ele. Levantei ela e a coloquei de novo sobre um monte de roupa que estava para lavar, deitei ao lado dela e me inclinei, com muito cuidado peguei as pernas dela e as abri, separando devagar, sentia a maciez dela, aos poucos meti minha cabeça entre as coxas dela. — Uhhh, que gostoso, sogrinha, que buceta mais deliciosa você tem, passava minha língua devagar pela... lábios vaginais e introduzia suavemente minha língua na buceta dela, procurando o clitóris, que estava inchado de tanta excitação. - Ahhh, continua, continua - ela gemia, com a respiração ofegante. Chupei o clitóris dela por muitos minutos, até que de repente senti ela gemer ainda mais forte e contrair a buceta, um jato de melado saiu do fundo da alma dela. - Ahhh sim, Raúl, ahh que gostoso, tô tendo um orgasmo - ela dizia entre suspiros. - Fazia tempo que não sentia nada tão maravilhoso. Então, se levantando, ela se aproximou de mim e me beijou na boca, os peitos dela ainda estavam bem durinhos e meu pau ainda mais. Aí, se inclinando, foi direto pro meu pau e enfiou na boca, sentir o calor da boca dela no meu pau fez eu gemer de prazer, ela chupava meu pau de um jeito delicioso, lambia a base e passava a língua nas minhas bolas, colocava na boca e chupava de leve. Depois enfiou todo meu pau na boca dela, só entrou uma parte. - Papai gostoso, que pau gostoso você tem, sou muito feliz de verdade, meu marido já não sobe mais, isso é um pau de verdade. E continuava chupando com mais vontade. Então, pegando ela pela cabeça, puxei pra perto e beijei, sabia que se ela continuasse chupando meu pau daquele jeito, eu ia acabar descarregando todo meu leite na boca dela e ainda não queria gozar, deitei ela de novo na roupa e aos poucos aproximei meu pau da racha dela, esfregava a cabeça do meu pau nos lábios vaginais dela, ela gemia e tremia de tesão. - Vai, Raúl, enfia todo esse teu pau gostoso nessa velha, quero sentir essa pica toda dentro da minha buceta, então sem perder tempo, pressionei a cabeça do meu pau na entrada da racha dela, a umidade da minha sogra e o lubrificado da buceta dela fez meu pau entrar gostoso, ahhh sentir meu pau se abrindo caminho na buceta ardente dela era uma sensação deliciosa, ela gemia: Ai, Raúl, você me enlouquece com esse pau, me faz muito feliz, ahhh. Eu comecei a bombar meu pau pra dentro e pra fora, sentir a buceta dela apertando meu pau era mais do que que podia imaginar. - Raúl, você não sabe há quanto tempo eu não sinto coisas tão gostosas assim, enfia mais, amorzinho, mete essa sua piroca gostosa na sua sogra que tanto precisa. Senti que faltava pouco para gozar, então acelerei minhas bombadas dentro da racha dela. Aí, tirando minha piroca quase toda pra fora da buceta dela, enfiei de uma só vez até sentir minhas bolas batendo nos pelos da racha dela, naquele momento ela gemeu ainda mais forte de prazer, estava tendo outro orgasmo porque a buceta dela se contraiu apertando deliciosamente minha piroca, que soltou vários jatos de porra que saíram disparados lá dentro da buceta dela. Mesmo depois de ter gozado, continuei metendo e tirando porque minha piroca ainda estava bem dura e firme. Então, tirando da buceta dela, virei ela, deixando aquele rabo gostoso exposto, eram umas nádegas grandes e redondas, era uma visão muito quente. Peguei minha mão e passei pela buceta dela, que deixava sair restos da minha porra misturada com os sucos dela, peguei isso na minha mão e coloquei na entrada do cu dela. Ela gemeu ao sentir meus dedos acariciando o cu dela. Aos poucos, fui aproximando minha piroca do reto da minha sogra, ela apertava, não deixando minha piroca entrar, então, pressionando ainda mais minha piroca contra o esfíncter dela, consegui que aos poucos fosse cedendo, até que minha piroca entrou no rabo dela. Era uma sensação excitante, o rabo dela era apertadinho e com as contrações que ela tinha, apertava ainda mais minha piroca. Comecei a mover minha piroca dentro do rabo dela devagar para depois ir aumentando o ritmo. Ela gemia e mexia os quadris tentando acompanhar o ritmo das minhas estocadas. Ela começou a gemer forte de novo - Vou gozar, Raúl, ahhh, vou gozar, dizia enquanto eu de novo soltava toda a minha porra dentro do cu dela. Tirei minha piroca do cu dela e me acomodei ao lado dela. Ela me beijou nos lábios enquanto dizia: - Sabe, Raúl, sempre fui uma mulher decente, nunca traí meu marido, mas agora que provei sua piroca gostosa, jovem e forte, sei que de agora em diante serei sua, e toda vez que dormir ao lado do meu marido vou lembrar da puta transa que você me deu, de verdade, você é um homem de verdade, Raúl. Eu acariciei os peitos dela com a mão e sorri, sabia que de agora em diante comeria a minha recatada sogra quando eu quisesse.

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11 comentários - Sexo com a sogra (conto)

ea ea yo tambien quiero cojerme a mi suegra pero es bien persinada ella esta separada jjaja
La próxima nos cuentas como llevaste a las dos al mismo tiempo a la cama y una foto del trío.