Minha primeira vez comendo um cuzinho

Eu tinha quinze anos e meu primeiro namorado, vinte. Aos quinze, eu já tinha uns peitões de 100, o que era bem atraente pra qualquer cara, e uma bunda grande e empinada. Fazia um ano que a gente tava junto e ele já tinha me desvirginado a buceta como presente de aniversário. Ele tinha uma pica enorme, muita experiência, e eu só sabia o que ele tinha me ensinado. Ele adorava que eu chupasse a pica dele escondido em qualquer lugar, e quando a gente ia de carro, queria que eu usasse minissaia porque às vezes parava em qualquer canto e me comia sem enrolação. Sempre passava a mão na minha bunda, mas nunca tinha me penetrado por lá — eu nem imaginava que dava pra comer por ali. Ele sempre me acariciava, mas nunca tentava nada além. Vivia dizendo que amava meu rabo e que tinha algo muito especial guardado pra mim. Gostava que eu chupasse a pica dele sem a calcinha, com a bunda empinada pra ele ficar olhando. Mas não falava mais nada.

Uma noite, no apartamento dele, a gente tinha terminado de jantar. Ele me levou pro sofá pela mão, eu já sabia que ia me comer e tava esperando ansiosa, já tava com a calcinha molhada quando ele me acariciava e dizia: "que putinha linda você é, amor, como você se molha". Eu tava em pé na frente dele, ele baixou minha calcinha e meteu a língua molhada e quente pra me chupar a buceta. Eu tremia ali em pé, sentindo a língua dele, e deixava todo meu mel na boca dele. Depois subia e chupava meus bicos, que já tavam duros como pedra, mordendo eles e me fazendo tremer. Eu sabia que ele queria me comer. Mas naquela noite ele disse que ia me ensinar algo novo. Me levou pra cama, colocou a pica na minha boca como sempre, enquanto olhava pra minha bunda e começava a acariciar ela. Vi que tinha óleo de bebê na mesinha, mas não pensei pra que seria.

Aí, quase de repente, ele me deitou na cama e encheu minha buceta com aquela pica divina enquanto chupava meus peitos quase que nem um selvagem. Falava no meu ouvido que queria que eu gozasse, que tinha uma surpresa pra mim. Eu não aguentei mais e me molhei toda, tremendo cada vez que ele me fazia gozar.
Então ele me disse: vira, putinha. Começou a beijar meu pescoço, desceu pelas minhas costas e chegou com a boca na minha bunda. Sussurrou: relaxa, gostosa. Aí, com a língua, começou a acariciar meu buraquinho virgem. Eu tremia, sentia a língua molhada dele entrando no meu buraquinho que se fechava sozinho. Ele falava: relaxa, bebê. Pegou o óleo de bebê e lubrificou o buraquinho que se fechava só com o toque dos dedos dele. Eu sentia as gotas de óleo escorrendo pelas minhas pernas, estava nervosa e ansiosa, não imaginava o que ele queria fazer. Aí eu entendi. Ele levantou minha bunda e apoiou a cabeça da rola na entrada do meu cu. Sussurrou: relaxa, bebê, primeiro só a cabeça. Aí senti a cabeça me penetrando e me rasgando o cu literalmente. Eu gritei e tentei fugir, mas ele me pegou pelo cabelo, me colocou de novo de costas e disse: slut, esse cu é meu. Depois não foi tão gentil. Me lubrificou de novo, beijou meu pescoço e disse: relaxa, bebê, assim você vai dilatar mais rápido. E me penetrou de novo, mas dessa vez afundou a rola até o fundo do cu. Eu gritei de dor e ao mesmo tempo me excitava, porque parecia que ele estava me estuprando. Sentia como ele me comia pelo cu, a rola entrando e saindo sem me deixar respirar, e pulsava apertada porque eu não terminava de dilatar. Comecei a me molhar ao mesmo tempo que morria de dor. Com um dos dedos, ele começou a acariciar minha buceta molhada e disse: viu que você gosta, slut? Viu como você está molhada? Continuou me comendo pelo cu à vontade, sem tirar a rola, só para me comer de novo até o fundo. Eu sentia o cu doendo e ao mesmo tempo não queria que ele parasse de me comer, até que ele começou a gozar e eu sentia a rola pulsando enquanto o leite escapava do meu buraco já desvirginado.

Depois daquela noite, toda vez que ele tinha vontade, eu virava, ele puxava a tanga e afundava a rola no meu cu até me encher de leite. Eu acabava dolorida e excitada, porque nessa altura ele me fazia gozar sem nem me tocar. buceta. não importava onde a gente tava, ele dava um jeito de me enfiar num canto ou num banheiro e, sem enrolação, me comia pelo cu até deixar todo o leite dentro de mim. Às vezes ele mal baixava minha calça ou levantava minha saia e eu já sentia a cabeça do pau quente dele na entrada do meu buraco, enquanto apertava minhas tetas e enfiava até o fundo, sussurrando no meu ouvido que meu cu deixava ele louco. Depois dele, isso virou um vício pra mim, e fico doida quando me comem o cu em qualquer lugar.

10 comentários - Minha primeira vez comendo um cuzinho

guaauu que buen relato exelente gracias por compartirlo espero alguno que otro mas
Exelente relato eh, que buen debut bebe! esperamos mas ehhh! 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
ves este tipo de relato habria que publicarlo en todos lados asi aprenden la que se hacen las estrechas, estas son minas gauchitas.
tenes un 10 obvio 🙎‍♂️ 🤤
Tenía quince años y mi primer novio 20... me había desvirgado la conchita como regalo de cumpleaños > Bien...!! Muy original el regalo!! 🆒

Siempre me acariciaba la cola pero nunca me había penetrado yo ni me imaginaba que se podía coger por ahí. > Bue... Fantasiaaaaaaaaa... Fantasiaaaaaaa... estás ahí? 😀

Así que te volviste adicta del sexo anal... 🤤 Bien por vos... y por tu afortunado novio!!

Minha primeira vez comendo um cuzinho