Amigos porra! Tô de volta gastando o mazo em baralho inútil! Ehehe, diria um tango...
Vou contar o começo da minha relação com a minha vizinha, isso foi ano passado no aniversário dela e é totalmente real, não tem exageros eróticos, mas esquenta pra caralho!
Liliana é uma amiga minha que mora na casa que fica à esquerda da minha. Nos conhecemos há uns anos, quando me mudei pro bairro.
Depois de criar uma amizade linda sem me interessar muito por ela fisicamente (admito que tava ocupado com outras coisas e pessoas), e sendo que eu apresentei ela pro meu primo e eles saíram por um tempo, terminando porque ela deu chifre nele com vários caras, já tava pintando o cenário preto.
Vamos ao que interessa.
Um sábado de março do ano passado, a Lili tava comemorando o aniversário dela. Eu, estudante universitário, tava meio duro, então pensei em não ir. A aniversariante tava festando num boteco da Balcarce, então fácil tinha que juntar uns 20 conto, porque a Balca fica perto da minha casa. No fim, resolvi ir, juntei uns 15 pila e fui a pé (voltei do mesmo jeito! hehe). Cheguei no boteco, entrei e, como tinha muita gente, pedi pra chamarem a Lili pelo microfone.
Quando a Lili chegou, tava com um vestido azul com um decote sóbrio, que tinha na altura da cintura um elástico que marcava a silhueta dela. O vestido foi um presente do irmão dela, da viagem dele ao Brasil.
Nos abraçamos e, depois do beijo de praxe, parabenizei ela pelo aniversário. Daí descemos e nos juntamos com um casal de amigos dela e outras minas pra dançar e comemorar o aniversário. Dançamos um bom tempo enquanto eu tomava fernet e ela speed com vodka, até que passaram uns lentos e ela ficou melancólica por causa do meu primo, me abraçou e ficou falando dele pra mim.
Depois de ouvir os lamentos de relacionamentos passados, a Lili se dispôs a me apresentar uns amigos que eu não conhecia. Ela me abraçou e colocou a mão na minha cintura, descendo levemente pra roçar minha bunda devagar. Naquele momento, comecei a ficar excitado, e ainda mais sabendo... Porque meu primo me contou que ela tinha dado pra ele, aí eu abracei ela e desci ainda mais a mão, tocando de cheio na bunda dela.
Não escutava nada do que aqueles amigos da Lili falavam, só sentia uma coisinha durinha na minha mão, redondinha e bem trabalhada, e ainda mais quando a Lili ouvia alguma música que gostava e mexia um pouquinho — aquele movimento eu sentia na minha palma e ia ficando cada vez mais tesudo.
Depois disso, continuamos dançando quase como se nada tivesse acontecido, mas chegou uma hora que tocou um reggaeton e aí, sozinha, ela, ao rebolar, esfregava a bunda linda em mim como se tivesse cola no meu pau já endurecendo.
Quando a Lili descia, eu acompanhava, sentindo aquela bundinha minúscula no ritmo de quem queria ser aberta e gozar de sexo de qualquer jeito. Naquele momento, meu pau já pulsava como se tivesse dois corações, e eu percebia ela meio exaltada, excitada, respirando meio rápido e séria, como se estivesse se segurando pra não me comer ali mesmo.
Dançamos mais um pouco e paramos porque não gostávamos da música — tinham colocado muita cumbia — e de quebra papeamos com os amigos dela.
A Lili se posicionou na minha frente, se apoiando em mim e fazendo com que eu a abraçasse. Na hora, senti meu pau afundar entre aquelas bundas lindas de um vestido bem fresquinho de verão, percebendo pelo tato a rachinha da minha vizinha (aquele vestido era pura luxúria; quando eu tocava minha vizinha, quase não sentia o tecido, era como se ela estivesse peladinha, mostrando a bunda atlética).
Minha vizinha Lili percebeu como meu pau estava porque vira a cabeça num momento, me olha e faz um sorrisinho cúmplice, como se estivesse adorando sentir minha cabecinha na bundinha dela.
Continuamos dançando, mas dessa vez eu com mais atitude. Já nos giros, quando acompanho a volta com a mão, pego ela por baixo da cintura, tocando a bunda com a mão bem aberta. Ela tem uma bunda típica de jogadora de hóquei, e ainda por cima, quando toco, percebo que não tá de calcinha, só uma fio dental bem fininha.
Depois da balada. Convenço ela a voltar andando pra casa, ela já meio tocada pelo álcool, junto com umas amigas do bairro.
Voltando pra casa, a conversa já vem mais fria, sobre coisas sem importância que não lembro. O que lembro é que a gente vinha bem abraçado e eu, descaradamente, ia com a mão na bundinha dela, fervendo de tesão, e ela se fazia de desentendida no abraço e passava a mão na minha rabeta sem parar.
Quando deixamos todas as amigas, voltamos pra casa e, quase a uma quadra, ela recebe uma ligação de um ex. Ela mostra sinais de tédio com a ligação, mas atende. Eu aproveito pra encostar nela e deixar claro que tô muito excitado. Ela me olha com um sorriso, se afasta e baixa o olhar pro meu volume, roçando a mão livre nele. Na hora, beijo o pescoço dela, encosto de novo e abraço pra ela não se soltar.
Ela desliga o telefone e voltamos pra casa. Quando estamos chegando, convido ela pra entrar na minha casa. Ela diz que é tarde, que outro dia seria melhor. Aceito, mas não sem antes me despedir com um beijo e um abraço, segurando as duas nádegas dela com as mãos, apertando forte, sentindo a dureza gostosa da bundinha dela.
Lili fica excitada com isso e sinto que ela dá um reflexo por eu ter apertado assim, dando um pulinho e uma leve exclamação, e depois me diz: "A gente tem que sair de novo."
"Mas da próxima não te perdoo, hein", falei assim, e cada um foi pra sua casa.
Antes dessa saída, ela era só mais uma amiga. Agora, quando a gente se encontra, sempre nos roçamos e eu dou cada tapa na bundinha linda e pontuda dela, que sobe e incha como se tivesse uma rola dentro — e olha que deve ter tido várias.
Lili sempre deixa eu apalpar ela e não fala nada, e isso que a gente nunca transou. Sempre encosto ou toco na rabeta dela, e ela se faz de besta. Quando me abraça, roça na minha bunda ou, se eu me faço de distraído, ela fica olhando muito pro meu volume.
Dá pra ver que ela adora pica, minha querida vizinha...
Abraço!!
Vou contar o começo da minha relação com a minha vizinha, isso foi ano passado no aniversário dela e é totalmente real, não tem exageros eróticos, mas esquenta pra caralho!
Liliana é uma amiga minha que mora na casa que fica à esquerda da minha. Nos conhecemos há uns anos, quando me mudei pro bairro.
Depois de criar uma amizade linda sem me interessar muito por ela fisicamente (admito que tava ocupado com outras coisas e pessoas), e sendo que eu apresentei ela pro meu primo e eles saíram por um tempo, terminando porque ela deu chifre nele com vários caras, já tava pintando o cenário preto.
Vamos ao que interessa.
Um sábado de março do ano passado, a Lili tava comemorando o aniversário dela. Eu, estudante universitário, tava meio duro, então pensei em não ir. A aniversariante tava festando num boteco da Balcarce, então fácil tinha que juntar uns 20 conto, porque a Balca fica perto da minha casa. No fim, resolvi ir, juntei uns 15 pila e fui a pé (voltei do mesmo jeito! hehe). Cheguei no boteco, entrei e, como tinha muita gente, pedi pra chamarem a Lili pelo microfone.
Quando a Lili chegou, tava com um vestido azul com um decote sóbrio, que tinha na altura da cintura um elástico que marcava a silhueta dela. O vestido foi um presente do irmão dela, da viagem dele ao Brasil.
Nos abraçamos e, depois do beijo de praxe, parabenizei ela pelo aniversário. Daí descemos e nos juntamos com um casal de amigos dela e outras minas pra dançar e comemorar o aniversário. Dançamos um bom tempo enquanto eu tomava fernet e ela speed com vodka, até que passaram uns lentos e ela ficou melancólica por causa do meu primo, me abraçou e ficou falando dele pra mim.
Depois de ouvir os lamentos de relacionamentos passados, a Lili se dispôs a me apresentar uns amigos que eu não conhecia. Ela me abraçou e colocou a mão na minha cintura, descendo levemente pra roçar minha bunda devagar. Naquele momento, comecei a ficar excitado, e ainda mais sabendo... Porque meu primo me contou que ela tinha dado pra ele, aí eu abracei ela e desci ainda mais a mão, tocando de cheio na bunda dela.
Não escutava nada do que aqueles amigos da Lili falavam, só sentia uma coisinha durinha na minha mão, redondinha e bem trabalhada, e ainda mais quando a Lili ouvia alguma música que gostava e mexia um pouquinho — aquele movimento eu sentia na minha palma e ia ficando cada vez mais tesudo.
Depois disso, continuamos dançando quase como se nada tivesse acontecido, mas chegou uma hora que tocou um reggaeton e aí, sozinha, ela, ao rebolar, esfregava a bunda linda em mim como se tivesse cola no meu pau já endurecendo.
Quando a Lili descia, eu acompanhava, sentindo aquela bundinha minúscula no ritmo de quem queria ser aberta e gozar de sexo de qualquer jeito. Naquele momento, meu pau já pulsava como se tivesse dois corações, e eu percebia ela meio exaltada, excitada, respirando meio rápido e séria, como se estivesse se segurando pra não me comer ali mesmo.
Dançamos mais um pouco e paramos porque não gostávamos da música — tinham colocado muita cumbia — e de quebra papeamos com os amigos dela.
A Lili se posicionou na minha frente, se apoiando em mim e fazendo com que eu a abraçasse. Na hora, senti meu pau afundar entre aquelas bundas lindas de um vestido bem fresquinho de verão, percebendo pelo tato a rachinha da minha vizinha (aquele vestido era pura luxúria; quando eu tocava minha vizinha, quase não sentia o tecido, era como se ela estivesse peladinha, mostrando a bunda atlética).
Minha vizinha Lili percebeu como meu pau estava porque vira a cabeça num momento, me olha e faz um sorrisinho cúmplice, como se estivesse adorando sentir minha cabecinha na bundinha dela.
Continuamos dançando, mas dessa vez eu com mais atitude. Já nos giros, quando acompanho a volta com a mão, pego ela por baixo da cintura, tocando a bunda com a mão bem aberta. Ela tem uma bunda típica de jogadora de hóquei, e ainda por cima, quando toco, percebo que não tá de calcinha, só uma fio dental bem fininha.
Depois da balada. Convenço ela a voltar andando pra casa, ela já meio tocada pelo álcool, junto com umas amigas do bairro.
Voltando pra casa, a conversa já vem mais fria, sobre coisas sem importância que não lembro. O que lembro é que a gente vinha bem abraçado e eu, descaradamente, ia com a mão na bundinha dela, fervendo de tesão, e ela se fazia de desentendida no abraço e passava a mão na minha rabeta sem parar.
Quando deixamos todas as amigas, voltamos pra casa e, quase a uma quadra, ela recebe uma ligação de um ex. Ela mostra sinais de tédio com a ligação, mas atende. Eu aproveito pra encostar nela e deixar claro que tô muito excitado. Ela me olha com um sorriso, se afasta e baixa o olhar pro meu volume, roçando a mão livre nele. Na hora, beijo o pescoço dela, encosto de novo e abraço pra ela não se soltar.
Ela desliga o telefone e voltamos pra casa. Quando estamos chegando, convido ela pra entrar na minha casa. Ela diz que é tarde, que outro dia seria melhor. Aceito, mas não sem antes me despedir com um beijo e um abraço, segurando as duas nádegas dela com as mãos, apertando forte, sentindo a dureza gostosa da bundinha dela.
Lili fica excitada com isso e sinto que ela dá um reflexo por eu ter apertado assim, dando um pulinho e uma leve exclamação, e depois me diz: "A gente tem que sair de novo."
"Mas da próxima não te perdoo, hein", falei assim, e cada um foi pra sua casa.
Antes dessa saída, ela era só mais uma amiga. Agora, quando a gente se encontra, sempre nos roçamos e eu dou cada tapa na bundinha linda e pontuda dela, que sobe e incha como se tivesse uma rola dentro — e olha que deve ter tido várias.
Lili sempre deixa eu apalpar ela e não fala nada, e isso que a gente nunca transou. Sempre encosto ou toco na rabeta dela, e ela se faz de besta. Quando me abraça, roça na minha bunda ou, se eu me faço de distraído, ela fica olhando muito pro meu volume.
Dá pra ver que ela adora pica, minha querida vizinha...
Abraço!!
8 comentários - Descobri que minha vizinha dá pra geral
JAJAJAJAJJAJA 😃 😃 😃
😀 😀