Fala pessoal, sou a Guadalupe, tenho 25 anos e essa é minha primeira vez no Poringa. Tenho 1,76, sou morena de cabelo comprido, olhos castanhos, medidas 93-62-88, uma boa raba… enfim, uma gostosa, alvo de muitos elogios e umas coisas mais safadas também.
Preciso confessar: sou uma viciada em sexo, que no começo era uma menina recatada, e através de experiências, de conhecer coisas novas, fui me soltando até chegar no que sou hoje, que não consigo ficar um dia sem pensar em sexo. E escolhi o Poringa como um lugar para extravasar minhas fantasias, minhas experiências, etc.
Bom, chega de falar de mim, e vou contar essa história que aconteceu uns anos atrás. Espero que vocês gostem e fiquem com vontade de mais…
Um dia, o Ezequiel me falou de uma ideia que no começo não me convenceu muito, mas depois acabou me agradando: ele sugeriu a gente trocar mensagens do trabalho, mas num clima mais picante. No escritório, eu era tipo a queridinha do Júlio (o amigo do meu pai), então tinha uma mesa própria e bastante privacidade. E foi assim que começaram minhas aventuras naquele cantinho do escritório. A gente falava umas coisas bem safadas, ele às vezes me mandava fotos nossas particulares (transando, pra ser mais exata), e minha excitação só aumentava. Tenho que confessar que adoro me tocar, então, disfarçando bem, eu enfiava a mão por dentro da saia e me tocava por cima da calcinha, até sentir ela bem molhadinha. Também passava a mão nos peitos, sentindo meus bicos ficarem cada vez mais durinhos. Chegava um ponto em que eu não ligava se alguém pudesse estar olhando, aliás, imaginar um colega de escritório me espiando me deixava ainda mais excitada.
A questão é que um dia o Júlio me falou que eu precisava ficar até mais tarde no trabalho, e eu topei sem problema nenhum, já que não tinha nada planejado pra aquele dia. Lá pelas seis da tarde, quando todo mundo que trabalhava no escritório já tinha ido embora, o Júlio me chamou na sala dele.
— Guada, pode vir aqui um segundo?
— Sim, Júlio, já vou.
Entrei na sala dele, e ele se levantou da cadeira. cadeira pra me receber. Júlio é um homem solteiro, que nunca se dedicou à vida de família, muito bonitão, uns 45 anos, alto, olhos azuis, boa aparência, mas eu nunca vi ele como nada além de um amigo do meu pai que agora era meu chefe. Percebi que dessa vez o Júlio tinha outras intenções, além do trampo. Tanto que ele se aproximou até ficar a alguns centímetros de mim.
— Olha, Guada, você sabe que te conheço desde pequenininha… — ele começou a dizer.
— Sim… — respondi surpresa, sem entender bem pra onde o Júlio queria ir.
— E então, a verdade é que conheço seu pai há muitos anos, e…
— Para, Júlio, tem alguma coisa que você quer me dizer? — falei, cortando o discurso sem sentido.
— A verdade é que você me dá um tesão danado, gata, não tem ideia das fantasias que tenho com você — respondeu sem rodeios dessa vez, enquanto a mão direita dele descia pelas minhas costas até a minha raba.
— Para! Você tá louco? Já vou embora daqui e contar tudo pro meu pai! — gritei, totalmente alterada com a situação.
— Deixa eu te mostrar uma coisa primeiro — ele disse, bem tranquilo.
Ele foi até o computador dele e começou a me mostrar as fotos que eu tinha guardadas no meu, as fotos transando com meu namorado. O filho da puta evidentemente tinha fuçado no meu computador e as encontrado, mesmo estando bem escondidas.
— Também vai contar isso pra ele? — ele me perguntou com um sorriso degenerado.
Eu fiquei totalmente paralisada, de boca aberta. Júlio, aproveitando a situação, se aproximou e começou a me beijar bem de leve, e apalpava meus peitos por cima da minha camisa. Eu estava absolutamente indefesa, não sabia o que fazer.
— Você é um filho da puta… — consegui dizer.
— E você é uma puta. E putinhas me encantam… — ele sussurrou no meu ouvido, de um jeito nojento.
Não podia acreditar. Ia ter que transar com o Júlio pra que meu pai não descobrisse as safadezas que eu fazia com meu namorado. Devagar, ele foi desabotoando os botões da minha camisa e soltou meus peitos do sutiã. que as apertava. Eu chupava, passava a língua, e me entregava sem oferecer resistência. Ele continuou descendo até ficar de joelhos na minha frente. As mãos dele percorriam minhas pernas de baixo pra cima, entravam por baixo da saia e se divertiam com minha bunda. Ficou assim por um tempo, até que tirou as mãos pra me desabotoar e abaixar a saia. Fez isso e ficou de frente pra minha calcinha minúscula que, sem eu ter percebido, estava toda molhada.
Aconteceu uma coisa muito estranha comigo, porque apesar da situação em que eu estava, comecei a aproveitar o momento com o Júlio, me dava um tesão que me deixava a mil. Sabia que o que tava fazendo era errado, mas a excitação tomou conta de mim e depois disso eu não consegui mais me controlar.
— Viu que você é uma puta, já tá toda molhada… — dizia Júlio, antes de puxar a tanga pro lado e começar a mostrar suas habilidades com a língua. A verdade é que dá pra ver que os anos vêm com experiência, porque lá embaixo ele fez maravilhas, adorava brincar com minha buceta molhada, enfiava um dedinho ou outro e eu me sentia a puta mais puta da história. E o pior é que eu tava adorando.
— Ahh… para, Júlio… — era a única coisa que saía de mim, tentando disfarçar toda a putaria que eu tinha dentro. Comecei a gemer e a soltar suspiros de prazer. Isso só fazia ele aumentar o tesão, e ele mexia a língua cada vez mais rápido dentro da minha buceta. Eu mordia o lábio inferior pra controlar os gritos e a excitação, mas já não aguentava mais, minhas pernas tremiam de um jeito inacreditável. Nisso, Júlio parou o que tava fazendo e se levantou.
— Vem, puta, agora é tua vez de chupar minha pica — dizia Júlio, e eu já tava começando a gostar que ele me chamasse de “puta” o tempo todo. Eu já tinha decidido aproveitar o sexo com o Júlio, então imediatamente me ajoelhei pra fazer o que mais gosto: chupar uma boa pica. Tirei o cinto dele, abaixei a calça e me deparei com um volume enorme pedindo pra sair da cueca. Comecei a apalpar por cima e notei como ela ia crescendo cada vez mais, o que me deixava louca. Aí eu puxei a cueca e me deparei com uma pica imensa, peluda, gordinha, que dava vontade de devorar inteira de uma bocada só.
— Gostou da minha pica, putinha? — perguntou o Júlio, e eu respondi com um sorriso safado.
Sem perder tempo, peguei aquela pica com as mãos e comecei a masturbar ele olhando nos olhos, com a minha melhor cara de vagabunda. Enfiei na minha boca e comecei a chupar, não acreditava que tinha uma pica daquela na minha boquinha. Eu masturbava ele com uma mão e com a outra acariciava os ovos bem de leve, fazendo cócegas. Os gemidos do Júlio não demoraram a aparecer, e ele já tinha colocado as mãos na minha cabeça acompanhando os movimentos. Eu continuava chupando e me molhando cada vez mais, passava a língua da ponta até os ovos, e enfiava de novo na boca.
Ficamos assim por um bom tempo, até que ele me pegou pelos braços, me fez parar, me levantou e me sentou na escrivaninha dele. Eu fui desabotoando a camisa dele e enchendo o peito dele de beijos enquanto fazia isso. Depois me deitei e senti a pica dele entrando na minha buceta. O Júlio segurou minhas pernas e começou a bombar com toda a raiva. Eu olhava pra ele e ele tava com uma cara de louco do caralho, o que me excitava pra caralho. Com as mãos, comecei a acariciar meus peitos, apertar meus bicos. Depois esfregava a mão na minha buceta e levava até a boca pra provar meus sucos. Eu me arqueava toda, igual uma besta sem controle.
— Ahh! Mete ela toda! Me come, me come! — eu gritava descontrolada.
— Vou te dar tudo! Você é minha putinha, né? — respondia o Júlio, enquanto me comia com tudo.
— Siiiim, sou sua putinha! — eu respondia, entregue totalmente ao prazer.
Eu queria ser comida como a putinha que sou, então desci da escrivaninha e virei de costas pro Júlio, oferecendo minha bundinha. O Júlio se aproximou e lambeu meu cu, molhando pra enfiar a pica dele. Aí. Ele me pegou pela cintura e senti ele inteiro dentro do meu corpo. O prazer que eu sentia era indescritível, algo monstruoso. O Julio metia com toda força, agarrava meus peitos com paixão e me comia sem piedade. Meus gritos deviam ter sido ouvidos a um quarteirão de distância, sou a mais gritona que vocês podem imaginar.
— Como eu amo essa sua bunda pequenina, gata! — gritou o Julio.
Nisso, ele me deitou na mesa, me puxou pelo cabelo com uma mão enquanto com a outra me batia forte na bunda pequenina. De repente, as mãos dele foram pros meus peitos e os apertou sem nenhuma delicadeza. Eu sentia a respiração dele na minha nuca e percebi que ele ia gozar. Aí senti todo o gozo dele entrando no meu corpo, se espalhando até o último cantinho. Depois ele tirou o pau e eu fui logo chupar, saborear aquele leite que ainda tinha no membro dele.
— Olha só, Guada, que puta você acabou sendo — disse o Julio enquanto vestia a camisa de novo. Eu me aproximei, enrolei os braços no pescoço dele e dei um beijo doce na boca dele.
— Adorei ser sua puta — respondi, olhando nos olhos dele e sorrindo.
Naquela noite, voltei pra casa com a certeza de que era uma puta de verdade. Embora tenha ficado com a consciência pesada por causa do Ezequiel, era a primeira vez que eu tinha traído ele. Aí liguei pra Mariana pra contar tudo, e ela ficou muito mal porque era amiga do Ezequiel, mas prometeu não contar nada. Foi assim que confiei minha experiência à minha melhor amiga, que de agora em diante ia servir de desculpa pros meus encontros quentes com o Julio…
CONTINUA
Bom, esse foi meu primeiro relato, espero que tenham gostado e que tenham ficado bem excitados… Prometo escrever assim que puder como continua essa história apaixonante…
Beijinhos!!!
Preciso confessar: sou uma viciada em sexo, que no começo era uma menina recatada, e através de experiências, de conhecer coisas novas, fui me soltando até chegar no que sou hoje, que não consigo ficar um dia sem pensar em sexo. E escolhi o Poringa como um lugar para extravasar minhas fantasias, minhas experiências, etc.
Bom, chega de falar de mim, e vou contar essa história que aconteceu uns anos atrás. Espero que vocês gostem e fiquem com vontade de mais…
SOU putinha DO MEU CHEFE
Eu tinha 22 anos, estudava Ciências Econômicas na UBA e trabalhava no escritório de contabilidade de um amigo do meu pai, que muito gentilmente me ofereceu uma vaga. Na época, eu namorava o Ezequiel, um cara um ano mais velho que eu, e a gente tinha um relacionamento legal. A gente se conheceu pela Mariana, minha amiga desde a primeira série, com quem eu compartilhei mais coisas na vida, e ela era colega de faculdade do Ezequiel. Com o estudo e o trabalho, sinceramente, não sobrava muito tempo pra ele, porque meus dias eram lotados, ele também trabalhava, e a gente tinha pouco tempo pra ficar junto.Um dia, o Ezequiel me falou de uma ideia que no começo não me convenceu muito, mas depois acabou me agradando: ele sugeriu a gente trocar mensagens do trabalho, mas num clima mais picante. No escritório, eu era tipo a queridinha do Júlio (o amigo do meu pai), então tinha uma mesa própria e bastante privacidade. E foi assim que começaram minhas aventuras naquele cantinho do escritório. A gente falava umas coisas bem safadas, ele às vezes me mandava fotos nossas particulares (transando, pra ser mais exata), e minha excitação só aumentava. Tenho que confessar que adoro me tocar, então, disfarçando bem, eu enfiava a mão por dentro da saia e me tocava por cima da calcinha, até sentir ela bem molhadinha. Também passava a mão nos peitos, sentindo meus bicos ficarem cada vez mais durinhos. Chegava um ponto em que eu não ligava se alguém pudesse estar olhando, aliás, imaginar um colega de escritório me espiando me deixava ainda mais excitada.
A questão é que um dia o Júlio me falou que eu precisava ficar até mais tarde no trabalho, e eu topei sem problema nenhum, já que não tinha nada planejado pra aquele dia. Lá pelas seis da tarde, quando todo mundo que trabalhava no escritório já tinha ido embora, o Júlio me chamou na sala dele.
— Guada, pode vir aqui um segundo?
— Sim, Júlio, já vou.
Entrei na sala dele, e ele se levantou da cadeira. cadeira pra me receber. Júlio é um homem solteiro, que nunca se dedicou à vida de família, muito bonitão, uns 45 anos, alto, olhos azuis, boa aparência, mas eu nunca vi ele como nada além de um amigo do meu pai que agora era meu chefe. Percebi que dessa vez o Júlio tinha outras intenções, além do trampo. Tanto que ele se aproximou até ficar a alguns centímetros de mim.
— Olha, Guada, você sabe que te conheço desde pequenininha… — ele começou a dizer.
— Sim… — respondi surpresa, sem entender bem pra onde o Júlio queria ir.
— E então, a verdade é que conheço seu pai há muitos anos, e…
— Para, Júlio, tem alguma coisa que você quer me dizer? — falei, cortando o discurso sem sentido.
— A verdade é que você me dá um tesão danado, gata, não tem ideia das fantasias que tenho com você — respondeu sem rodeios dessa vez, enquanto a mão direita dele descia pelas minhas costas até a minha raba.
— Para! Você tá louco? Já vou embora daqui e contar tudo pro meu pai! — gritei, totalmente alterada com a situação.
— Deixa eu te mostrar uma coisa primeiro — ele disse, bem tranquilo.
Ele foi até o computador dele e começou a me mostrar as fotos que eu tinha guardadas no meu, as fotos transando com meu namorado. O filho da puta evidentemente tinha fuçado no meu computador e as encontrado, mesmo estando bem escondidas.
— Também vai contar isso pra ele? — ele me perguntou com um sorriso degenerado.
Eu fiquei totalmente paralisada, de boca aberta. Júlio, aproveitando a situação, se aproximou e começou a me beijar bem de leve, e apalpava meus peitos por cima da minha camisa. Eu estava absolutamente indefesa, não sabia o que fazer.
— Você é um filho da puta… — consegui dizer.
— E você é uma puta. E putinhas me encantam… — ele sussurrou no meu ouvido, de um jeito nojento.
Não podia acreditar. Ia ter que transar com o Júlio pra que meu pai não descobrisse as safadezas que eu fazia com meu namorado. Devagar, ele foi desabotoando os botões da minha camisa e soltou meus peitos do sutiã. que as apertava. Eu chupava, passava a língua, e me entregava sem oferecer resistência. Ele continuou descendo até ficar de joelhos na minha frente. As mãos dele percorriam minhas pernas de baixo pra cima, entravam por baixo da saia e se divertiam com minha bunda. Ficou assim por um tempo, até que tirou as mãos pra me desabotoar e abaixar a saia. Fez isso e ficou de frente pra minha calcinha minúscula que, sem eu ter percebido, estava toda molhada.
Aconteceu uma coisa muito estranha comigo, porque apesar da situação em que eu estava, comecei a aproveitar o momento com o Júlio, me dava um tesão que me deixava a mil. Sabia que o que tava fazendo era errado, mas a excitação tomou conta de mim e depois disso eu não consegui mais me controlar.
— Viu que você é uma puta, já tá toda molhada… — dizia Júlio, antes de puxar a tanga pro lado e começar a mostrar suas habilidades com a língua. A verdade é que dá pra ver que os anos vêm com experiência, porque lá embaixo ele fez maravilhas, adorava brincar com minha buceta molhada, enfiava um dedinho ou outro e eu me sentia a puta mais puta da história. E o pior é que eu tava adorando.
— Ahh… para, Júlio… — era a única coisa que saía de mim, tentando disfarçar toda a putaria que eu tinha dentro. Comecei a gemer e a soltar suspiros de prazer. Isso só fazia ele aumentar o tesão, e ele mexia a língua cada vez mais rápido dentro da minha buceta. Eu mordia o lábio inferior pra controlar os gritos e a excitação, mas já não aguentava mais, minhas pernas tremiam de um jeito inacreditável. Nisso, Júlio parou o que tava fazendo e se levantou.
— Vem, puta, agora é tua vez de chupar minha pica — dizia Júlio, e eu já tava começando a gostar que ele me chamasse de “puta” o tempo todo. Eu já tinha decidido aproveitar o sexo com o Júlio, então imediatamente me ajoelhei pra fazer o que mais gosto: chupar uma boa pica. Tirei o cinto dele, abaixei a calça e me deparei com um volume enorme pedindo pra sair da cueca. Comecei a apalpar por cima e notei como ela ia crescendo cada vez mais, o que me deixava louca. Aí eu puxei a cueca e me deparei com uma pica imensa, peluda, gordinha, que dava vontade de devorar inteira de uma bocada só.
— Gostou da minha pica, putinha? — perguntou o Júlio, e eu respondi com um sorriso safado.
Sem perder tempo, peguei aquela pica com as mãos e comecei a masturbar ele olhando nos olhos, com a minha melhor cara de vagabunda. Enfiei na minha boca e comecei a chupar, não acreditava que tinha uma pica daquela na minha boquinha. Eu masturbava ele com uma mão e com a outra acariciava os ovos bem de leve, fazendo cócegas. Os gemidos do Júlio não demoraram a aparecer, e ele já tinha colocado as mãos na minha cabeça acompanhando os movimentos. Eu continuava chupando e me molhando cada vez mais, passava a língua da ponta até os ovos, e enfiava de novo na boca.
Ficamos assim por um bom tempo, até que ele me pegou pelos braços, me fez parar, me levantou e me sentou na escrivaninha dele. Eu fui desabotoando a camisa dele e enchendo o peito dele de beijos enquanto fazia isso. Depois me deitei e senti a pica dele entrando na minha buceta. O Júlio segurou minhas pernas e começou a bombar com toda a raiva. Eu olhava pra ele e ele tava com uma cara de louco do caralho, o que me excitava pra caralho. Com as mãos, comecei a acariciar meus peitos, apertar meus bicos. Depois esfregava a mão na minha buceta e levava até a boca pra provar meus sucos. Eu me arqueava toda, igual uma besta sem controle.
— Ahh! Mete ela toda! Me come, me come! — eu gritava descontrolada.
— Vou te dar tudo! Você é minha putinha, né? — respondia o Júlio, enquanto me comia com tudo.
— Siiiim, sou sua putinha! — eu respondia, entregue totalmente ao prazer.
Eu queria ser comida como a putinha que sou, então desci da escrivaninha e virei de costas pro Júlio, oferecendo minha bundinha. O Júlio se aproximou e lambeu meu cu, molhando pra enfiar a pica dele. Aí. Ele me pegou pela cintura e senti ele inteiro dentro do meu corpo. O prazer que eu sentia era indescritível, algo monstruoso. O Julio metia com toda força, agarrava meus peitos com paixão e me comia sem piedade. Meus gritos deviam ter sido ouvidos a um quarteirão de distância, sou a mais gritona que vocês podem imaginar.
— Como eu amo essa sua bunda pequenina, gata! — gritou o Julio.
Nisso, ele me deitou na mesa, me puxou pelo cabelo com uma mão enquanto com a outra me batia forte na bunda pequenina. De repente, as mãos dele foram pros meus peitos e os apertou sem nenhuma delicadeza. Eu sentia a respiração dele na minha nuca e percebi que ele ia gozar. Aí senti todo o gozo dele entrando no meu corpo, se espalhando até o último cantinho. Depois ele tirou o pau e eu fui logo chupar, saborear aquele leite que ainda tinha no membro dele.
— Olha só, Guada, que puta você acabou sendo — disse o Julio enquanto vestia a camisa de novo. Eu me aproximei, enrolei os braços no pescoço dele e dei um beijo doce na boca dele.
— Adorei ser sua puta — respondi, olhando nos olhos dele e sorrindo.
Naquela noite, voltei pra casa com a certeza de que era uma puta de verdade. Embora tenha ficado com a consciência pesada por causa do Ezequiel, era a primeira vez que eu tinha traído ele. Aí liguei pra Mariana pra contar tudo, e ela ficou muito mal porque era amiga do Ezequiel, mas prometeu não contar nada. Foi assim que confiei minha experiência à minha melhor amiga, que de agora em diante ia servir de desculpa pros meus encontros quentes com o Julio…
CONTINUA
Bom, esse foi meu primeiro relato, espero que tenham gostado e que tenham ficado bem excitados… Prometo escrever assim que puder como continua essa história apaixonante…
Beijinhos!!!
17 comentários - Chifres... e mais chifres (1ª Parte)
pasate por mis posts a ver qué te parecen, dale? Dos relatos, creo, bastante morbosos... Si te gusta la onda escribime por privado
morboso