Sandra e Daniela: Amigas Gostosas

Fala, Poringuer@s



Bem-vindos a mais um dos meus posts, amantes da leitura…

Desta vez, trago pra vocês mais um conto de Incesto Lésbico, espero que gostem.


Felizes punhetas, siriricas, masturbações, dedadas, etc.



Olá, meu nome é Sandra, tenho XX anos (hahaha!), sou tica (da Costa yummy), sou Administradora, sou casada e tenho uma linda filha de 29 anos, ela se chama Daniela, é casada, não tem filhos, é Topógrafa e muito gostosa também… E vou contar minha história…

Sempre fui uma mulher sexualmente ativa e muito aberta, gosto de pornografia, gosto de me exibir (não em público), mas gosto de andar semi-nua ou totalmente nua pela minha casa, faço amor em qualquer lugar, tiro fotos das minhas partes, me masturbo, etc.

Sempre tomei banho com minha filha desde que ela era bebê até hoje. No começo, era meio envergonhada, entrava no banho de calcinha, tanguinha ou biquíni para esconder minhas vergonhas dela, mas a verdade é que, quando a roupa molhava, mostrava tudo, além de que, na hora de lavar a buceta, era meio desconfortável. Então, comecei a tomar banho com minha filha completamente nua, e ela também. Quando ela entrou na puberdade e começou a fazer perguntas, foi mais fácil: ensinei ela a se limpar. Eu limpava minha buceta e meu cu e mandava ela olhar para aprender. No começo, eu fazia a limpeza nela, mas era melhor que ela aprendesse sozinha. A gente se divertia muito no banho, ela me ensaboava e vice-versa, passávamos as mãos ensaboadas pelo corpo todo, nos abraçávamos para a água cair nas duas, é realmente lindo.

Teve uma época em que eu e meu marido tivemos nossas diferenças, então ele saiu de casa por um tempo. Eu estava triste, e minha filha dormia comigo para me fazer companhia. Uma noite, saí com umas amigas para dançar e cheguei tarde em casa. Quando entrei, não fiz muito barulho, não queria acordar a Daniela. Ao me aproximar do quarto, vi a porta entreaberta e um clarão, como se ela estivesse vendo TV. Quando cheguei na porta, abri e falei: – “Dani” (é assim que chamo minha filha carinhosamente) “você está acordada?”. De repente, a TV apagou, e ela se cobriu e se virou rápido. Estranhei, me aproximei, toquei no ombro dela e perguntei: – “O que O que foi? Ela não me disse nada. Na hora, lembrei que antes de sair, deixei no aparelho de DVD do meu quarto um filme pornô que ia emprestar pra uma amiga e esqueci de levar. Levantei da cama e liguei a TV, e claro, o filme estava rodando. Entrei tão de repente que a pobre da Daniela só teve tempo de desligar a televisão. Acendi a luz, me aproximei e mandei ela levantar. A coitada sentou na cama e se cobriu com o cobertor, porque estava nua. Muito provavelmente estava se masturbando e ficou com vergonha. Olhei nos olhos dela e perguntei: — O filme é bom? Enquanto sorria pra deixar ela à vontade, sem pressão, sem achar que o que fez era errado e se fechar. Ela sorriu, baixando o olhar. Então falei, acariciando o cabelo dela: — Dani, não se preocupa, eu vejo esses filmes toda hora. Não são ruins. O problema é fazer escondido ou preferir ver pornografia em vez de ir pra escola ou ter amigos, ou, no meu caso, preferir me masturbar vendo pornô a transar com seu pai. Ela não dizia nada. — Minha vida, quantas vezes a gente tomou banho juntas, se tocou, se olhou pelada, e por que você tá se escondendo? Tira esse cobertor. A gente pode ver o filme juntas, quer? — falei. Ela tirou o cobertor e deixou à mostra os peitos bem formados e os mamilos cor de mel, e disse: — Desculpa, mãe. — Nada de desculpa, fica tranquila. Se vira, me faz um espaço e aumenta um pouco o volume da TV — respondi, sorrindo. Tirei a roupa, sentei do lado da Dani e abracei ela. Começamos a ver o filme, bem numa cena lésbica. Ela disse, deitada no meu ombro: — Que estranho, né, mãe? Ver dois caras se beijando é nojento, mas se a gente vê duas minas se beijando, não acha feio, até acha bonitinho. Nunca tinha pensado nisso, e ela tinha razão. Mesmo me considerando sexualmente aberta, acho que dois homens na cama é nojento, mas duas mulheres não. É lindo, já que por natureza a mulher é linda, com muito mais razão duas são mais gostosas. Eu respondi – Pois se você tem razão. – Você já beijou outra mulher? Me disse Dani… Me arrepiei um pouco, mas fui sincera e falei – Sim, não sou lésbica e foi antes de conhecer seu pai, a verdade foi uma experiência gostosa, éramos quase namoradas, mas nunca transamos, na verdade nunca transei com nenhuma mulher –; mmm – ela disse entre gemidos e suspiros do filme que já tava perdendo o interesse por causa da conversa que eu tava tendo com Daniela. Eu beijei poucos caras, então acho que nunca vou beijar uma mulher – me disse Daniela, e por que você queria beijar uma garota? – eu falei, – sei lá, deve ser que ver esse filme me deixou meio excitada e esses pensamentos vêm na minha cabeça – ela disse enquanto suspirava. A partir daquele momento, eu nunca mais vi Daniela com os olhos que sempre a via, olhei pros peitos dela e vi os bicos durinhos e excitados, sem pensar eu tava acariciando suavemente as costas dela, você fica excitada com duas garotas se pegando? – eu falei com um tom de voz suave – sei lá – ela disse enquanto se acariciava as coxas debaixo do cobertor.
Bateu um tesão em mim como nunca senti, você gosta dos meus peitos? – eu falei você gosta da minha bunda? Por que não toca em mim? E me diz o que sente – eu falava; peguei a mão dela e coloquei no meu peito direito – toca! Assim, olha – enquanto eu acariciava minha outra teta, eu tava muito excitada, ela começou a acariciar meu peito de cima pra baixo e tocava meu bico com a ponta dos dedos; – O que você sente? – eu falei você gosta? –; ela disse – sim, mamãe – que macios e que delícia – ela falou, você quer chupar minhas tetas? – eu falei, enquanto praticamente colocava elas na cara dela, já tava entrando em êxtase, queria falar putaria como quando tava com meu marido. Dani pegou minhas tetas com as duas mãos (embora eu não tenha peitão grande como ela) e a linguinha rosada dela passava desesperadamente pelas minhas tetas, sentia a saliva dela nos meus bicos, eu falava – chupa mamilo duro até doer - e - ah! Sim, como eu gosto disso - falei pra ela.
Não sei quanto tempo ela passou chupando meus peitos e eu falei – Dani, beija sua mãe – ela se aproximou e juntamos nossos lábios, eu, como a maior das amazonas, entrei pela boca dela abrindo caminho com minha língua, sentir a língua da minha filha me fez sentir tão viva que minha mão já estava entre minhas pernas, enquanto nos beijávamos toquei o corpo bem definido da minha filha, toquei seu rosto, seu pescoço, seus dois peitos, toquei seus mamilos, acariciei suas nádegas e quando estava prestes a tocar sua buceta algo me disse para parar.
Eu estava tão excitada que esqueci a ternura com que deveria tratar minha filha, ela virgem e eu uma loba caçadora. Tentei me acalmar por um momento, mas minha filha tocava meus peitos de um jeito tão gostoso que eu só me deitei e falei – meu amor, vou me deitar e vou te dizer o que quero e o que me dá prazer – sim, mamãe, sim, mamãe – ela dizia com um tom de voz inexplicável, cheio de amor, paixão, tesão e excitação.
Então falei – senta em cima de mim – ela abriu as pernas deixando eu ver a buceta que herdou de mim, se colocou sobre mim, eu sentia os lábios da buceta dela no meu abdômen – acaricia seus peitos e me diz que me ama – pedi; obediente, ela começou a tocar os próprios seios e dizia – te amo, te amo, te amo muito, mamãe, te amoooo!!! – Você se masturbava vendo o filme, Dani? Me fala se gostou de ver? – falei – Sim, mamãe, eu estava me masturbando, toquei meus peitos, minhas nádegas, coloquei saliva nos mamilos, adoro o filme. Ela disse – você quer chupar meus peitos e sugar meu mamilo? – falei – cuspir nos meus peitos e me morder? – eu dizia enquanto agarrava meus seios e começava a suar e gemer de tão excitada que estava. Dani cuspiu no meio dos meus peitos, se colocou sobre mim e começou a lamber meus peitos e morder meus mamilos, sugava e sugava – hummm! Sim! Sim! Assim! Meu amor, assim! Mais! Mais! Quero mais!!! – eu dizia para minha filha, toca minha buceta – falei; ela colocou a mãozinha entre minhas pernas e começou a acariciar meus lábios, eu sentia a Dedo brincando com meu clitóris e outros dedos safados tentando entrar na minha buceta — me trata como uma puta, enfia os dedos, sou sua vagabunda — falei pra Daniela, eu já tava no meu mundo sexual, não media o que falava nem me importava, e pelo visto a Daniela também não — cê é minha putinha, mamãe? — ela perguntou — sim, sim, sim! — respondi, ela começou a me masturbar e enfiar os dedos, quando enfiava os dedos eu mandava ela tirar e colocar na minha boca — gosto do meu gosto — falei — quero chupar você, mamãe — a Daniela disse, eu abri as pernas e falei — me pega — ela se aproximou de mim e começou a me chupar de cima pra baixo, enfiava a língua na minha cavidade vaginal, eu falava com a voz muito excitada — sou uma puta, sou uma puta e tô comendo minha filha, hmm sim, Dani, mais, meu amor, maaaaais, sou uma puta desgraçada que só quer que você me chupe, Dani, me chupa mais, mais! — eu segurava a cabeça dela, não queria que a Daniela parasse de me chupar. Enquanto ela me chupava, eu me acariciava os peitos e enfiava os dedos na buceta e aproveitava pra colocar na boca da Dani, ela sugava meus dedos muito bem, então pensei que ela ia ser muito boa pra chupar paus.
Depois de um tempo, falei — Dani, linda, olha aqui — coloquei meu dedo no meu clitóris molhado pela saliva da minha filha e falei — chupa aqui e não para, meu amor, não para — a Dani começou a me chupar o clitóris, minha intenção era gozar, eu me contorcia de prazer até que depois de alguns minutos — Dani, Dani, Dani, sim, sim, siiiim! Ah, ah, ah, ah, ah!! Umm! Sim, sim, mais, mais, enfia os dedos, rápido, forte, forte, sou uma putaaaaaa!!! — falei e me reguei (é assim que a gente chama aqui de ter um orgasmo), tive um orgasmo longo e especial. A Dani se aproximou de mim e perguntou — o que foi isso? — eu beijei ela e senti nos lábios e na língua dela meu próprio gosto vaginal — minha vida, isso foi que eu tive um orgasmo graças a você — falei — sério? — ela disse com os olhos brilhando e felizes.
Agora é a vez da Dani se regar também — falei, ela se deitou e disse — eu nunca tive Um orgasmo, mamãe... Hoje vai ser o primeiro dia — falei, me aproximei e comecei a beijar o pescoço dela devagar, passando minhas mãos pela boca dela. Ela colocou a língua pra fora e molhou meus dedos. Enfiei meus dedos na boca dela como se fosse um pau, pra dentro e pra fora. Quando eles estavam bem molhados, tirei e coloquei na minha boca. Olhei nos olhos dela e comecei a tocar os peitões dela, e falei: — Que peitos gostosos, Dani, de quem você puxou esses peitos tão grandes? Eu não sou assim! Ela riu e ficou vermelha. Comecei a chupar os bicos dos peitos dela, olhei pra ela de novo enquanto puxava eles com os dedos e falei: — Fala umas putarias enquanto eu chupo seus peitos, bebê, qualquer coisa, me faz sentir uma vadia. — Tá bom — ela disse. Pegou meu cabelo e começou a respirar fundo, e falava: — Sua puta, você é a mãe mais puta do mundo, como você chupa meus peitos gostoso, você gosta disso, né, mamãe? Que eu te chame de puta nojenta e chupa buceta, chupa mais. Essas palavras me deixavam mais excitada, então comecei a me masturbar enquanto lambia os peitos dela. Num momento de tesão profundo, me levantei um pouco, peguei a mão da minha Dani e me espanquei sozinha. Dani riu, e eu gostei do sorriso dela. — Me dá outra — falei. Ela me deu um tapa de leve. — Mais forte — falei. — Não, mamãe, me dá vergonha — ela disse. Feito uma fera, falei: — Mais forte, sua puta!!! Ela ficou me olhando assustada, não soube o que fazer, e ela me deu um tapa mais forte. Sentei em cima dela, agarrando os peitos dela, e falei: — Isso, mamãe, assim. Ela me deu outro tapa mais forte. — Humm, isso — falei. Não sei por que, mas eu também bati nela. Não fiz de novo, mas ela continuou batendo em mim, e eu gostava. Já estava com as bochechas vermelhas quando decidi descer pra chupar a buceta dela. Toquei a bucetinha dela devagar, tentei enfiar um dedo, mas ela estava meio fechada, só falava: — Ai! Ai! Humm! Eu fazia com carinho, toquei o clitóris dela com meus dedos babados pra molhar bem a buceta dela. Não queria desvirginar ela, mas queria penetrar. — Me chama de rabuda — falei pra Dani. — Rabuda, você não vai mais me chupar, sua puta sem nome, mulher vulgar e suja — minha filha falava pra mim. Decidi tocar a... buceta com minha língua e definitivamente era minha filha, era o mesmo gosto da minha buceta, sentir a buceta dela, o sabor, o cheiro, era como lamber a minha própria buceta, foi nesse momento que Dani gemeu como nunca naquela noite –ah, ah, ah, ah, mamiii, mamiii, ah, ah, ah, slut, slut, ah, ah, ah, mmm!– ela gemia, não conseguia me dizer nada do gostoso que eu tava chupando e do prazer que ela sentia, aos poucos fui enfiando um dedo, enfiava, tirava, chupava e enfiava de novo, assim por um bom tempo, quando eu passava a língua no clitóris da Dani, ela me agarrava o cabelo com força, foi quando decidi fazer ela ter um orgasmo daqueles, comecei a lamber o clitóris dela com tudo e apertar os peitos dela –Você gosta do meu amor, gosta?– eu falei –sim, mais, mais, mais, mami, mais– ela respondia com a voz forte, foi quando ouvi um –umm umm umm uuuuuummmmm!!!! Ai ah ah ah!!!! Puta que pariu!!!!– vinha da Daniela, ela tinha acabado de gozar, quase me jogou pra fora da cama quando se virou com violência de tanta excitação; quando ela se virou, deixou a bunda dela na minha cara, então aproveitei, me encaixei nas nádegas dela e comecei a chupar o cu dela –nossa, mami, que delícia isso– ela falou enquanto se contorcia e eu arranhava as costas dela, pedi pra ela ficar de quatro, levantando a bunda, e falei –quem é a safada mal comportada que tá vendo pornografia escondida?– enquanto dava tapas na bunda dela –eu, sua puta, e daí?– ela falou –puta sou eu– eu falei e bati com tudo de novo –ai, mami, dói– ela falou –cala a boca– eu respondi e bati de novo –abre mais as pernas– eu falei enquanto dava mais um tapa –ai! Chupa minha bunda, sua safada– ela falou e eu continuei lambendo o cu dela, ela dizia –ah, ah, ah, ah, ah, ah– eu continuava tocando a buceta dela em círculos, sem parar, até que ela caiu de lado na cama, colocando as mãos entre as pernas, suspirando –mami… mami– ela falou –o que foi, amor?– eu falei; –como eu te amo, você me fez tão feliz e eu senti tudo tão gostoso– e de repente ela começou a chorar; preocupada, me aproximei e a Abracei ela e perguntei: – Meu amor, o que foi? Te ofendi com alguma coisa? Você não queria fazer isso? Mas me diz, o que foi? – Não, mamãe, não foi isso. Choro porque estou feliz, só isso... Abracei ela forte e beijei ela na boca por um bom tempo.

Quando nosso beijo acabou, conversamos sobre o que aconteceu e o que sentimos. Ela gostou de me falar putaria, gostou que eu batesse nela, gostou quando me deu um tapa. Eu disse que gostei do jeito que ela falou comigo, como gemeu, como me chupou e me tocou. Ela me perguntou se eu era assim na cama com o pai dela e eu disse que sim – eu me entrego ao amor e à paixão. O que fiz, fiz porque gosto. Dani, você me atrai, é uma mulher gostosa, e qualquer mãe adoraria ter uma filha aberta sexualmente, sem se sentir inibida no amor só porque somos mãe e filha. Nosso amor é puro e saudável, nós duas nos amamos e nos entregamos aos nossos impulsos. Ela me abraçou e perguntou: – Eu ainda sou virgem? Eu olhei pra ela e falei: – Não, se for questão de ter relações sexuais, porque já fizemos amor. Mas, falando de hímen, sim, porque não quis romper. Sei que você não é lésbica e que um dia vai casar e ter filhos. Vou deixar pra um homem a honra de romper seu hímen, e espero que seja na sua noite de núpcias, amor. – Mas e se eu quiser te dar minha virgindade, mamãe? – ela disse. – Não toma decisões por impulso, Dani. Melhor deixar o tempo decidir – respondi. – Quando o papai vai voltar? Quando ele voltar, a gente não vai mais ficar juntas? – perguntou Daniela. – Não sei, ainda não resolvemos nossos problemas. Mas, por outro lado, claro que vamos ficar juntas de novo, sempre que você quiser. Mas acho que seria melhor contar isso pro seu pai, não acha? – respondi. – Não, mamãe, não! – ela disse. – Eu não quero. Depois ele vai querer transar comigo ou fazer um menage, e eu não quero. Eu só quero você, por favor, mamãe. – Tá bom – falei, e fechei minha promessa beijando ela nos lábios.

Desde então, minha filha Daniela e eu temos relações. Ela perdeu a... virgindade comigo, mas isso vai ser outra história. Ela casou com um cara legal e, às vezes, já pensei em oferecer um ménage pra ela, porque, pelo que ela me conta, o marido é bem dotado e bonito também. Mas eu respeito e não quero me meter na vida sexual dela, mesmo morrendo de vontade. Eu voltei com o pai da Daniela três meses depois que eu e ela tivemos nossa primeira vez. Ele nunca soube de nada. A única coisa que ele me diz é: "Que estranho, a Daniela nunca quer ir pra casa com o marido, e toda vez que vem, quer ficar no seu quarto com você?" Ha, ha, ha, ha, se o coitado soubesse!


Tomara que tenham gostado, espero os comentários de vocês, família. Poringa girl.

7 comentários - Sandra e Daniela: Amigas Gostosas

Impresionante!!! Perfectamente tomado en cuenta cada detalle....me sumergi en la historia...+10 sin lugar a dudas!!! 😛
que lindo relatoo me las imagine alas dos y me masturbe durante todo el relato ojala y ubiera una foto de ambas gran post
MUY BUENA HISTORIA.... SE NOTA QUE NO LA ESCRIBIO UNA MUJER...
Quien sabe en internet hay demasiadas cosas quisas hasta vino del espacio esta historia ja ja ja ja
Hola feliz noche muy buen relato sandrita y daniela de donde son yo soy tico y me encantaria conocerlas seria un gusto