Não sei bem como começou ou em que momento os olhares deixaram de ser o que eram e passaram a ser de desejo. Fomos todos de férias, minha família, que é composta pelo meu pai, minha mãe, minha irmã e eu. Como o relacionamento com meus tios é muito bom, meu pai, num jantar em família, perguntou se eles não queriam ir todos juntos, e eles, alguns dias depois do jantar e depois de resolverem seus assuntos, disseram que sim. O lugar para onde fomos é uma cidadezinha, não importa onde, cujo único atrativo é uma lagoa bem extensa, e o pessoal mergulha nela ou fica nas margens tomando chimarrão ou comendo.
Assim que chegamos na cidade, fomos para as cabanas que tínhamos reservado e, como não tinha mais espaço, só conseguimos ficar numa que era bem grande, com três quartos, uma sala de jantar, cozinha e banheiro. Com minha irmã, com quem me dou muito bem — só depois descobri coisas sobre ela que outro dia conto —, fomos para nossos quartos e, ao entrar, vimos que tinha duas camas e uma televisão. Férias com os pais, a gente já sabe como é: às vezes tem seus bons momentos, às vezes a gente não aguenta mais de tédio. No mesmo dia, minha irmã me perguntou se eu não queria dar uma volta e, de quebra, fumar um cigarro, coisa que não podíamos fazer na frente dos velhos, então eu disse que sim e saímos. Nessa hora, minha mãe falou que eles não iam perder tempo e que iam para a lagoa, e que qualquer coisa que precisássemos, estariam por lá, e a gente, quase sem prestar atenção, concordou. Demos uma volta pela cidade, fumamos uns cigarros e tomamos uma coca. Como começamos a cansar, fomos caminhando em direção à lagoa. Quando chegamos, procuramos nossos familiares e vimos que estavam na sombra de uma árvore grande, conversando, e fomos até eles. Ao chegar, nos perguntaram as coisas. típicas, já que eles também pareciam entediados. Aquele dia foi um saco: fast food, cedo pra casa e cedo pra dormir. Eu e minha irmã fomos deitar, já que o lugar não tinha vida noturna. Eu peguei um livro que tava lendo e ela ficou vendo TV. Num certo ponto, a leitura não tava mais tão interessante e comecei a olhar pra TV. Pra minha surpresa, tava passando um filme erótico. Olhei pra TV e depois pra minha irmã, que me viu olhando e disse: – Que que cê tá olhando!!! Não posso ver um filme erótico? Kkkkk – Eu só sorri e não falei nada. – Percebi como cê olha pra tia, e teu pau deve subir na hora quando cê vê a bunda dela – ela falou. Não respondi, só sorri de novo. Continuamos vendo TV até eu cair no sono, mas com o pau durasso pensando em certas situações.
No dia seguinte foi a mesma coisa, e quando a noite chegou, fui com minha irmã pro quarto ver TV. Compramos uma cerveja e, fumando vários cigarros, começamos a ver outro filme erótico, que sempre passava naquele canal tarde da noite. Quase não trocamos palavras, só olhávamos com o volume baixo, bebendo e fumando cada um na sua cama. De repente, ouvimos passos e quase na hora a porta abriu. Vimos minha tia parada ali. Nossa primeira reação foi esconder os cigarros, mas quando a vimos, tiramos de novo e olhamos pra ela, que tava sorrindo. – Gente, tô entediada pra caralho, todo mundo foi dormir e eu não tô com sono – ela disse. – A gente tava vendo um filme, tia. Vem aqui, toma uma cerveja com a gente – falei. Ela entrou, fechou a porta e sentou na minha cama. Eu tava deitado com uns travesseiros nas costas. Quando ela começou a prestar atenção no que tava passando na TV, sorriu e disse: – Vocês também parecem que tavam entediados, hein. Aos poucos, ela foi se deitando até ficar do meu lado. Três olhando TV, eu me sentia meio desconfortável porque tinha que fazer força pra não subir a pica que tava dura pra caralho. Num momento, olhei pra minha irmã e ela tava dormindo. Eu, que já não aguentava mais com a pica querendo sair, fiz um movimento e virei as costas pra minha tia, falei que tava com sono, e ela não respondeu nada.
Naquela hora, com os olhos abertos, vi a TV apagar e, enquanto meus olhos se acostumavam com a penumbra, dava pra ver bem claramente. Pensei que ela ia embora e ia deixar a gente dormir, mas senti ela se ajeitando. Achei que ia levantar sem fazer barulho, mas ela se encostou mais e apoiou o corpo no meu. Fiquei paralisado, sem saber o que fazer. Senti a respiração dela perto do meu ouvido e ela falou: – Você gosta da minha raba, né? Vi como você me olha, cara. Sobe a pica quando eu fico perto? Tá dura agora? Meus olhos estavam bem abertos, como se quisessem enxergar além da escuridão. Sem mais palavras, ela pegou na minha pica, que já tava bem visível. – Nossa, cara, tá dura pra caralho. E com uns movimentos rápidos, tirou ela da minha calça e começou a bater uma pra mim, enquanto eu ajudava com um movimento quase imperceptível. Me virei, com a pica de fora, e falei: – Tia, o que cê tá fazendo? – Nada, vou te masturbar e agora vou te chupar. Ela foi se ajeitando e passou a língua bem na cabeça da pica, o que me fez tremer. Mas naquela hora, me deu uma onda de decoro, segurei ela pelos ombros e puxei, dizendo que minha irmã ia nos ver. – Cala a boca e acende um cigarro. Naquela hora, foda-se tudo, acendi um cigarro, fechei os olhos e é só aproveitar. Enquanto ela me chupava – e fazia muito bem – comecei a apalpar os peitos dela e descobri que não tinha nada, ela tava pelada. Me perguntei quando é que ela tinha tirado a camiseta. Fechei os olhos de novo e ela continuou me chupando gostoso. devagar, eu tava curtindo pra caralho, adorava como ela fazia, nunca tinham me chupado assim. Num momento, ela continua me chupando, mas sem as mãos apoiadas no meu pau, pensei como eu gosto que me chupem assim. Sentia ela passando a língua, sentia ela fazendo força pra engolir tudo. Toquei minhas bolas pra ela perceber que queria que me chupasse elas e senti que tava tudo molhado da baba dela. Eu continuava fumando e curtindo muito. Num momento, ela dá uma pausa e não sinto mais a boca dela, mas foi só um instante, então nem percebi nem quis olhar, mas algo não tava certo. Sentia diferente, igualmente gostoso, mas diferente. Então, quase sem interesse, abri os olhos e vejo que era minha irmã que tava me chupando, e ela tava me olhando. Minha tia tava em pé, tirando a calça. Não sabia bem o que fazer, as duas me atraíam muito, as duas tinham aquela cara de puta que pede mais e mais. "Agora é a nossa vez", minha tia diz, e ela se deita na cama do lado. Minha irmã para de me chupar, vai até minha tia e coloca a pussy na boca dela. Como eu fiquei meio olhando a situação, minha irmã me diz: "Vai, viado, chupa a pussy da tia." Quase gozei na hora. Fui e comecei a chupar a pussy dela, que tava toda suculenta, que gosto gostoso que tinha, como eu adorava aquela pussy depiladinha, aquele cheiro de sexo. Eu olhava a situação e me segurava pra não gozar ali mesmo. Num momento, minha irmã me olha e diz: "Mete." Eu, nem lerdo nem preguiçoso, num pulo apoiei na pussy dela e, devagar, comecei a meter. Minha irmã se contorcia igual uma louca e, me olhando, diz: "Tô quase gozando, não aguento mais, minha tia chupa muito bem minha pussy." E depois disso, ela encheu a cara da minha tia de fluido, que se desesperou e lambeu com mais força, a ponto de minha irmã ter que tapar a boca pra não gritar. Com a pussy palavra: buceta ainda na boca ela me diz - Vai filho da puta que eu vou acabar com essa sua pica toda. Eu não aguentava mais, estava prestes a gozar mas queria continuar naquela situação a vida inteira. Senti que minha tia se contorcia muito até ficar completamente relaxada. Minha irmã ainda estava em cima da minha tia e acariciando a cabeça dela diz - Que gostoso que você chupa, tia. Eu, como não aguentava mais, tirei a pica porque senão ia gozar ali mesmo. As duas me olharam e com um empurrão me jogaram na cama, e eu fiquei com a pica mais dura do que nunca apontando pro céu. E aí veio o melhor, as duas começaram a me chupar, um pouquinho uma e um pouquinho a outra. Como eu gostava, estava muito bom, essa foi a experiência quase mais gostosa da minha vida. Eu não aguentava mais, e enquanto minha tia me chupava, minha irmã com a carinha mais de puta me olha e diz com voz de menininha - Você vai gozar na nossa carinha?, e naquele momento não aguentei mais e falei que estava prestes a gozar e minha tia começou a me chupar mais forte e fazendo força pra enfiar tudo na boca e eu olhava pra elas, que imagem mais linda, até que num momento em que eu estava prestes a encher a boca delas de porra vejo que minha irmã estava chupando os dedos e com um movimento rápido senti que ela estava apoiando no meu cu, aí pronto, isso foi pro caralho pensei, mas a sensação não era ruim, pelo contrário, sentia que minha pica ia explodir até que num momento já estava quase ardendo porque ela estava como se estivesse me comendo com o dedo e comecei a gozar, saía muita porra e as duas sujaram a cara e chupavam de vez em quando, eu não aguentava mais de prazer, que transa gostosa, mas elas continuavam chupando, e minha pica estava muito sensível e tentei tirá-las, coisa que foi em vão porque não me deixavam, eu sentia prazer mas também sentia uma ardência e comecei a sentir vontade de fazer xixi, mas não queria falar pra elas, então tentei de novo tirá-las e minha tia me diz - Mija nas duas, era como se Tinha adivinhado meus pensamentos, então por que não satisfazê-las? Então mijei nas duas, bem na cara, e elas adoraram porque ficaram passando o pau por todo lado. E aí eu não aguentava mais, as duas se levantaram e sem falar nada, minha tia se vestiu rápido e saiu do quarto, e minha irmã fez o mesmo e deitou. Eu, feito um otário, fiquei quase sem conseguir me mexer, devagar levantei, coloquei a cueca, e com a camiseta me limpei um pouco e limpei a cama, me joguei e fiquei de olhos fechados em silêncio. Minha irmã quebra o silêncio e fala: — Se você gostou, a gente pode repetir. Eu só respondi: — Sim — e fiquei de olhos abertos olhando pro teto até dormir.
Assim que chegamos na cidade, fomos para as cabanas que tínhamos reservado e, como não tinha mais espaço, só conseguimos ficar numa que era bem grande, com três quartos, uma sala de jantar, cozinha e banheiro. Com minha irmã, com quem me dou muito bem — só depois descobri coisas sobre ela que outro dia conto —, fomos para nossos quartos e, ao entrar, vimos que tinha duas camas e uma televisão. Férias com os pais, a gente já sabe como é: às vezes tem seus bons momentos, às vezes a gente não aguenta mais de tédio. No mesmo dia, minha irmã me perguntou se eu não queria dar uma volta e, de quebra, fumar um cigarro, coisa que não podíamos fazer na frente dos velhos, então eu disse que sim e saímos. Nessa hora, minha mãe falou que eles não iam perder tempo e que iam para a lagoa, e que qualquer coisa que precisássemos, estariam por lá, e a gente, quase sem prestar atenção, concordou. Demos uma volta pela cidade, fumamos uns cigarros e tomamos uma coca. Como começamos a cansar, fomos caminhando em direção à lagoa. Quando chegamos, procuramos nossos familiares e vimos que estavam na sombra de uma árvore grande, conversando, e fomos até eles. Ao chegar, nos perguntaram as coisas. típicas, já que eles também pareciam entediados. Aquele dia foi um saco: fast food, cedo pra casa e cedo pra dormir. Eu e minha irmã fomos deitar, já que o lugar não tinha vida noturna. Eu peguei um livro que tava lendo e ela ficou vendo TV. Num certo ponto, a leitura não tava mais tão interessante e comecei a olhar pra TV. Pra minha surpresa, tava passando um filme erótico. Olhei pra TV e depois pra minha irmã, que me viu olhando e disse: – Que que cê tá olhando!!! Não posso ver um filme erótico? Kkkkk – Eu só sorri e não falei nada. – Percebi como cê olha pra tia, e teu pau deve subir na hora quando cê vê a bunda dela – ela falou. Não respondi, só sorri de novo. Continuamos vendo TV até eu cair no sono, mas com o pau durasso pensando em certas situações.
No dia seguinte foi a mesma coisa, e quando a noite chegou, fui com minha irmã pro quarto ver TV. Compramos uma cerveja e, fumando vários cigarros, começamos a ver outro filme erótico, que sempre passava naquele canal tarde da noite. Quase não trocamos palavras, só olhávamos com o volume baixo, bebendo e fumando cada um na sua cama. De repente, ouvimos passos e quase na hora a porta abriu. Vimos minha tia parada ali. Nossa primeira reação foi esconder os cigarros, mas quando a vimos, tiramos de novo e olhamos pra ela, que tava sorrindo. – Gente, tô entediada pra caralho, todo mundo foi dormir e eu não tô com sono – ela disse. – A gente tava vendo um filme, tia. Vem aqui, toma uma cerveja com a gente – falei. Ela entrou, fechou a porta e sentou na minha cama. Eu tava deitado com uns travesseiros nas costas. Quando ela começou a prestar atenção no que tava passando na TV, sorriu e disse: – Vocês também parecem que tavam entediados, hein. Aos poucos, ela foi se deitando até ficar do meu lado. Três olhando TV, eu me sentia meio desconfortável porque tinha que fazer força pra não subir a pica que tava dura pra caralho. Num momento, olhei pra minha irmã e ela tava dormindo. Eu, que já não aguentava mais com a pica querendo sair, fiz um movimento e virei as costas pra minha tia, falei que tava com sono, e ela não respondeu nada.
Naquela hora, com os olhos abertos, vi a TV apagar e, enquanto meus olhos se acostumavam com a penumbra, dava pra ver bem claramente. Pensei que ela ia embora e ia deixar a gente dormir, mas senti ela se ajeitando. Achei que ia levantar sem fazer barulho, mas ela se encostou mais e apoiou o corpo no meu. Fiquei paralisado, sem saber o que fazer. Senti a respiração dela perto do meu ouvido e ela falou: – Você gosta da minha raba, né? Vi como você me olha, cara. Sobe a pica quando eu fico perto? Tá dura agora? Meus olhos estavam bem abertos, como se quisessem enxergar além da escuridão. Sem mais palavras, ela pegou na minha pica, que já tava bem visível. – Nossa, cara, tá dura pra caralho. E com uns movimentos rápidos, tirou ela da minha calça e começou a bater uma pra mim, enquanto eu ajudava com um movimento quase imperceptível. Me virei, com a pica de fora, e falei: – Tia, o que cê tá fazendo? – Nada, vou te masturbar e agora vou te chupar. Ela foi se ajeitando e passou a língua bem na cabeça da pica, o que me fez tremer. Mas naquela hora, me deu uma onda de decoro, segurei ela pelos ombros e puxei, dizendo que minha irmã ia nos ver. – Cala a boca e acende um cigarro. Naquela hora, foda-se tudo, acendi um cigarro, fechei os olhos e é só aproveitar. Enquanto ela me chupava – e fazia muito bem – comecei a apalpar os peitos dela e descobri que não tinha nada, ela tava pelada. Me perguntei quando é que ela tinha tirado a camiseta. Fechei os olhos de novo e ela continuou me chupando gostoso. devagar, eu tava curtindo pra caralho, adorava como ela fazia, nunca tinham me chupado assim. Num momento, ela continua me chupando, mas sem as mãos apoiadas no meu pau, pensei como eu gosto que me chupem assim. Sentia ela passando a língua, sentia ela fazendo força pra engolir tudo. Toquei minhas bolas pra ela perceber que queria que me chupasse elas e senti que tava tudo molhado da baba dela. Eu continuava fumando e curtindo muito. Num momento, ela dá uma pausa e não sinto mais a boca dela, mas foi só um instante, então nem percebi nem quis olhar, mas algo não tava certo. Sentia diferente, igualmente gostoso, mas diferente. Então, quase sem interesse, abri os olhos e vejo que era minha irmã que tava me chupando, e ela tava me olhando. Minha tia tava em pé, tirando a calça. Não sabia bem o que fazer, as duas me atraíam muito, as duas tinham aquela cara de puta que pede mais e mais. "Agora é a nossa vez", minha tia diz, e ela se deita na cama do lado. Minha irmã para de me chupar, vai até minha tia e coloca a pussy na boca dela. Como eu fiquei meio olhando a situação, minha irmã me diz: "Vai, viado, chupa a pussy da tia." Quase gozei na hora. Fui e comecei a chupar a pussy dela, que tava toda suculenta, que gosto gostoso que tinha, como eu adorava aquela pussy depiladinha, aquele cheiro de sexo. Eu olhava a situação e me segurava pra não gozar ali mesmo. Num momento, minha irmã me olha e diz: "Mete." Eu, nem lerdo nem preguiçoso, num pulo apoiei na pussy dela e, devagar, comecei a meter. Minha irmã se contorcia igual uma louca e, me olhando, diz: "Tô quase gozando, não aguento mais, minha tia chupa muito bem minha pussy." E depois disso, ela encheu a cara da minha tia de fluido, que se desesperou e lambeu com mais força, a ponto de minha irmã ter que tapar a boca pra não gritar. Com a pussy palavra: buceta ainda na boca ela me diz - Vai filho da puta que eu vou acabar com essa sua pica toda. Eu não aguentava mais, estava prestes a gozar mas queria continuar naquela situação a vida inteira. Senti que minha tia se contorcia muito até ficar completamente relaxada. Minha irmã ainda estava em cima da minha tia e acariciando a cabeça dela diz - Que gostoso que você chupa, tia. Eu, como não aguentava mais, tirei a pica porque senão ia gozar ali mesmo. As duas me olharam e com um empurrão me jogaram na cama, e eu fiquei com a pica mais dura do que nunca apontando pro céu. E aí veio o melhor, as duas começaram a me chupar, um pouquinho uma e um pouquinho a outra. Como eu gostava, estava muito bom, essa foi a experiência quase mais gostosa da minha vida. Eu não aguentava mais, e enquanto minha tia me chupava, minha irmã com a carinha mais de puta me olha e diz com voz de menininha - Você vai gozar na nossa carinha?, e naquele momento não aguentei mais e falei que estava prestes a gozar e minha tia começou a me chupar mais forte e fazendo força pra enfiar tudo na boca e eu olhava pra elas, que imagem mais linda, até que num momento em que eu estava prestes a encher a boca delas de porra vejo que minha irmã estava chupando os dedos e com um movimento rápido senti que ela estava apoiando no meu cu, aí pronto, isso foi pro caralho pensei, mas a sensação não era ruim, pelo contrário, sentia que minha pica ia explodir até que num momento já estava quase ardendo porque ela estava como se estivesse me comendo com o dedo e comecei a gozar, saía muita porra e as duas sujaram a cara e chupavam de vez em quando, eu não aguentava mais de prazer, que transa gostosa, mas elas continuavam chupando, e minha pica estava muito sensível e tentei tirá-las, coisa que foi em vão porque não me deixavam, eu sentia prazer mas também sentia uma ardência e comecei a sentir vontade de fazer xixi, mas não queria falar pra elas, então tentei de novo tirá-las e minha tia me diz - Mija nas duas, era como se Tinha adivinhado meus pensamentos, então por que não satisfazê-las? Então mijei nas duas, bem na cara, e elas adoraram porque ficaram passando o pau por todo lado. E aí eu não aguentava mais, as duas se levantaram e sem falar nada, minha tia se vestiu rápido e saiu do quarto, e minha irmã fez o mesmo e deitou. Eu, feito um otário, fiquei quase sem conseguir me mexer, devagar levantei, coloquei a cueca, e com a camiseta me limpei um pouco e limpei a cama, me joguei e fiquei de olhos fechados em silêncio. Minha irmã quebra o silêncio e fala: — Se você gostou, a gente pode repetir. Eu só respondi: — Sim — e fiquei de olhos abertos olhando pro teto até dormir.
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