AQUI O POST ANTERIORhttp://www.poringa.net/posts/relatos/1632009/Casi-me-garcho-a-mi-suegra.htmlE AGORA SIM, A SEGUNDA PARTE
Quando cheguei em casa, tomei um banho e fui pra cama, mas tava louco e tive que bater duas punheta quase seguidas pra dar uma baixada na bola e conseguir pegar no sono.
No dia seguinte, tentei não pensar em nada. À tarde, a Flor me ligou querendo me ver. Eu já tava fervendo de novo. Falei pra ela vir em casa às seis, que ia fuder ela toda. Mas ela disse que só se liberava às 9. Merda.
Enrolei até as sete no trampo e fui pra casa. Quando cheguei, servi um uísque e liguei o computador pra zueira e matar o tempo. Facebook.
Assim que entrei, vi que tinha umas mensagens e um pedido de amizade. Era minha sogra. "E essa agora?", pensei. Mas aceitei sem hesitar. Enquanto ia ver as mensagens, tocou o "pop" da janela do chat do Face. Era ela.
-Oi (Ela)
-Eaí, Oi
-O que cê tava fazendo?
-Tava tomando um uísque
-Epa, epa, continua hein…
-Kkk, é, um vício!
-Kkkk, mas cuidado que uísque te deixa doidão
-Hoje vou ficar doidão, mas com sua filha! kkkk
-Divertam-se
-Valeu
-Ela te falou que deixei ela dormir aqui?
-Nããão
-Uuuu! estraguei a surpresa então, desculpa! Kkkk
-Valeu de novo!
-Queria te pedir uma coisa…
-O que cê quiser!
-Sobre ontem, nem uma palavra, por favor!
-Claro, além disso, quem passou do ponto fui eu
-Você não foi sozinho… Eu também… Foi mal
-Sério, desculpa
-Aiii, já foi, tudo bem
-Cê é a sogra mais maneira que já tive!
-Kkkk… Imagino
-A mais gostosa também! Kkkk
-Valeu! Kkkk
-Tô te devendo um presente
-Ok, tô esperando
-Prometo… O que cê ia gostar?
-Alguma coisa de couro…
-Tenho algo aqui… kkkk
-Doidão… Tava pensando numa bolsa ou sapato!
-Kkkk Sim! Isso! O que cê pensou?
-Não se faz de bobo! Se comporta!
-Desculpa! Ainda tô quente! kkkkk
-Bom… minha filha já vem… kkkk… eu já…
-Me fala se posso ajudar… kk
-Se comporta, cara!
-Ok, não briga, eu só queria ajudar!
-Kkkk, cê me faz rir, adoro falar com você
-Quando quiser… — Vale, um beijo.
— Beijo.
Pouco depois, a Flor chegou. Jantamos pizza e depois levei ela pra cama. Eu tava voando de tesão, e ela também.
Mandei ela ajoelhar no chão e tirar minha pica. Ela chupou com gosto. Sabia que não ia aguentar muito com a linguinha dela passando nas minhas bolas e aquela mãozinha de menina batendo uma punheta com vontade.
Tirei a roupa dela, coloquei ela de quatro na cama e fui baixando a calcinha devagar. Que espetáculo aquele rabo e a buceta toda depilada, rosadinha e molhada.
Passei a língua na racha, do clitóris até o cu. Ela tava delirando.
O polegar massageava o clitóris dela em movimentos circulares, e o indicador deslizava pelos lábios e na entrada da buraquinha dela. Minha língua pintava a bunda dela.
Depois enfiei dois dedos no buraquinho. Entravam e saíam todos encharcados daquela buceta quente e molhada. Ela não aguentou mais e pediu pra eu meter.
Comi ela de quatro por uns quinze minutos. Quando ela gozou (gritando “siim love siiiim”), eu tirei e pedi pra ela chupar minha pica de novo. Ela lambeu minhas bolas outra vez enquanto batia uma punheta da boa. E a porra pintou a cara dela.
Ela foi se lavar, quando voltou, a pica já tava dura de novo. Ela pegou de novo, e quando ficou dura, sentou em cima e me comeu. Ela tava louca. Dizia que amava minha pica. Que tinha ficado com vontade o fim de semana inteiro. Que queria que eu comesse ela na casa dela, na cama dela…
Aquela imagem me fez pensar na mãe dela e quase gozei na hora. Virei ela e fiquei por cima pra controlar o ritmo da foda e continuei até ela gozar de novo. Aí, sem esperar muito, levantei as perninhas dela e apontei a pica pro cu. “Devagar, love”, pediu, sem resistir.
A pica entrou sozinha. Pedi pra ela se tocar, e ela obedeceu. Devagar fui enfiando no cu dela até ela pedir pra parar, com linhas de dor no rosto. Beijei ela e deixei ela se acostumar. Os chupões no pescoço e nos peitos amoleceram ela, e comecei a me mexer.
Ela revirou os olhos. branco e depois fechou os olhos enquanto eu começava a serrar a bunda dela. A boca dela fazia um O. Eu, muito doido, tive vontade de meter um beijo de língua igual nos filmes pornô, mas me segurei e, em vez disso, chupei a língua dela.
Pedi pra ela me ajudar se tocando na buceta, e isso ajudou pra caralho. Ela começou a gozar. Ou pelo menos se deixou comer naquela posição (nunca tínhamos feito assim, tipo papai e mamãe mas com as perninhas no ombro e pelo cu) até minhas bolas esvaziarem de novo na bundinha dela.
Depois disso, ela saiu correndo pro banheiro e eu ouvi um peidinho aguado. Eu ri e pedi pra ela fechar a porta, ela riu e falou algo que não entendi. Liguei a TV e, quando ela voltou do banheiro, fui tomar um banho.
Na volta, foram só beijos. Ela tava super feliz que a mãe deixou ela dormir lá. "Sua mãe é demais, ela é muito ligada", falei. Mudamos de assunto, depois vimos TV e dormimos. Mas à meia-noite acordei com o pau durasso. Provavelmente por causa da bexiga cheia. Mas tendo uma mina por perto, resolvi aproveitar.
Me encaixei nela de conchinha e comecei a dar beijinhos até ela reagir e se virar. Quando ela começou a retribuir os beijos (ainda dormindo), comecei a trabalhar a buceta dela. Ela pegou no meu pau e disse: "como ele tá duro, meu amor!".
E meteu a boca pra chupar ele de novo. Eu acariciei as bundinhas dela e o dedinho sozinho se enfiou até a porta do cu dela. Tava molhadinho. Devia ser um pouco de porra minha que tinha escorrido durante a noite.
Não hesitei e comecei a trabalhar o cu dela com a ponta do dedo pra abrir ele. A putinha levantou a bunda como se pedisse mais, e eu dei o gosto. Meti o dedo dentro do cu e comecei a comer ela com o dedo.
Até que não aguentei mais e falei: "garota, você me enlouquece, vou te comer de novo agora!!!" Coloquei ela de quatro e pedi pra ela abrir o cu com as duas mãos. A visão daquela bunda empinada deixou meu pau duríssimo, e assim enfiei ele no anelzinho de couro. Ela Ela enfiou a cabeça. Ela gritou. Mas gostou. "Me mata quando entra, love", falou baixinho com o rosto enterrado nos lençóis. Tirei e enfiei de novo. "Bate uma devagar e vai enfiando você mesma", pedi.
Que gostosa! A vadona fez tudo que pedi e o pau já duro comeu até o cabo. Fiquei louco com a visão e peguei o celular no criado-mudo pra tirar uma foto. Ela deixou.
Depois a luxúria me dominou e comecei a serrar a bunda dela com gosto. Pensava que era um filho da puta por meter assim no cu de uma mina apertadinha que não tinha provado até um mês atrás, mas no meio dos gemidos escapou a primeira gozada anal dela.
Isso me incentivou pra caralho e meti ainda mais forte até gozarmos juntos (ou foi o que ela disse, pela felicidade devia ser verdade). A glória! A melhor foda anal dos últimos tempos. E levei de lembrança outra fotinha do cu dela aberto.
No dia seguinte tomamos café juntos e ela foi pra casa dela e eu pro trabalho destruído pela trepada e pela falta de sono. Voltei cedo do trampo e me joguei pra dormir sem jantar.
No dia seguinte tava de boa. Fui na academia e no almoço comi com os caras do escritório, e sem as gostosas por perto contei sobre o fim de semana. "Você é um filho da puta, pra você todas dão", disse o Nacho. "O filho da puta sabe fazer", falou o Ale. "Mas se essa der pra você, a gente vai te odiar todos", completou e rimos.
À noite quando volto pra casa, de novo o ritual de ligar a TV e o computador. E direto no Facebook pra ver se tinha alguma novidade interessante. E de novo em 5 minutos pop da janela do Chat, e de novo minha sogra. "Essa quer pica, sem dúvida", pensei. E já me preparei pra meter o louco sem filtro.
-Oi (respondi).
-Como você está?
-Bem, ontem dormi a noite toda, e já me recuperei…
-Epa! O que houve? Minha filha te deixou de cama?
-Foi uma noite intensa, ela não te contou nada??
-Não precisei, vi ela morta…
-Sim, foi bom pra caralho, Fizemos de tudoooo
- Siiim, percebiiii
- Eh???
- Vi que andava como pato, hahahahaha
- Hahahaha
- Tem que ser mais sutil
- Cê acha?? Mas ela pede! A culpa é sua por me servir de bandeja! Hahahaha
- Aiii, você me deve um presente enorme já!
- Olha, hoje mesmo passei por uma vitrine e vi algo que gostei pra te dar e tirei uma foto com o celular, passa seu número que eu mando e você me diz se gostou, e se é o tamanho… (já tinha isso em mente há alguns segundos e nem pensei, puxei a rola que tava dura e tirei uma foto com o celular e apertei enviar, esperando ela me responder…)
- 155-xxx-xxxx O que é?
- Dá uma olhada, mandei agora, me fala se gostou…
- Ok.
Mandei. Meu coração a mil por hora, falei “o que eu fiz?”, mas não tinha volta. Tinha mandado a foto da minha rola pra minha sogra. Me acalmei pensando que ela tinha começado. Que era óbvio que queria transar…
- Chegou (ela avisou)
- Eyyyyyyy! E isso??????!!!!!!! (ela escreveu)
- Gostou???
- Aiii, filho da puta!
- E???
- Você foi longe demais!
(E ela desconectou)
Eu ri sozinho e fui pegar um uísque pra acalmar os nervos. A cabeça a mil. E de repente o barulho do celular com uma mensagem. Ela: “Você não pode me mandar isso! Que sem noção!”.
Não sei por que, mas tava certo de que ela tinha gostado, embora também devesse estar se sentindo culpada. Comigo era a mesma coisa, mas naquele momento eu não pensava. E respondi com uma provocação. Mandei a foto da minha rola no cu da filha dela e uma mensagem dizendo “sei que você gostou. Aqui vai outra pra você ver como fica de legging”.
Não teve resposta. Uma hora depois não aguentei e liguei pra Flor. Claro, ela não sabia de nada. Fiquei tranquilo. Falei pra gente se ver no dia seguinte, mas ela disse que não podia, que tinha que estudar pra uma prova.
No dia seguinte foi a mesma coisa. Falei de nos ver no fim de semana. Ela disse que não ia naquele fim de semana na casa do velho com os irmãos, porque ia estudar com as amigas da faculdade na casa dela (quando desliguei, entrei em contato com…) outras pra baixar a calentura).
No final, liguei pra ela no sábado porque ela tinha me pedido pra ligar pra ver se conseguia dar uma escapada de umas duas horas. “Quero te ver, love, agora vou pra academia por uma hora, se quiser vem depois e a gente fica um tempo junto, mas à noite não vou poder sair porque as meninas vão vir de novo…”, ela disse.
Perguntei pela velha e ela disse que tava lá. “Não, tá tudo errado, não vamos poder fazer nada”, ela falou. Mas eu tava pouco me lixando. Automaticamente imaginei a velha sozinha e pensei “é agora ou nunca”.
Flor ia pra academia das 5 às 6 e eu apareci no apartamento dela às 5 e quinze. A velha abriu a porta. “A Flor acabou de sair”, ela disse me olhando nos olhos. “Ué, devo ter entendido errado, te incomoda se eu esperar ela aqui?”, respondi me fazendo de besta. Mas ela sacou.
“Melhor você ter vindo antes, eu queria falar com você”, ela disse. “Já sei que eu te dei abertura, e que os dois ficam excitados com a situação, mas isso tá indo longe demais…”, continuou. Eu cortei: “não vai me dizer que você não tá tão tesuda quanto eu. Se você me procurou no Facebook pra me provocar”, falei. Ela calada me encarou enquanto ficava vermelha.
“Não gostou das fotos que te mandei???”, perguntei sorrindo safado e metido enquanto me aproximava. “Você é um filho da puta, não pode, queria te matar!”, ela respondeu meio nervosa ficando roxa. “Eu também quero te matar, mas com isso”. Peguei na minha pica que tava dura e aparecendo.
“Você é um animal, Max, não pode falar assim comigo, sou sua sogra!”, ela disse com ironia enquanto pegava na minha pica. “Me excita pra caralho você ser minha sogra”, respondi olhando nos olhos dela e a gente se agarrou de boca.
A filha da puta desabotoou minha calça e enfiou a mão até pegar minha pica. “Que pica gostosa que você tem”, ela soltou tesuda. “Sua filha adora”, falei.
“Você é um tarado filho da puta, adora isso, né?”. “Você também, ou esqueceu que o que você tem na mão é minha pica…”. “Aii, essa…” O pau é demais, tá duríssimo em cima". Tirei ele pra fora e fiquei batendo uma punheta pra ele, com os olhos fixos no pedaço e uma puta safadeza crescendo. Dos dois. "Quer ver como tua sogra chupa teu pau??? Ehhh!?? Quer???" "Sim, vai, chupa ele todo".
A gata se ajoelhou ali mesmo onde a gente tava (de pé perto da mesa da sala de jantar), e começou a me mamar. Técnica: 10. A veterana já tinha comido mais de um pau com aquela boca grande e carnuda.
Quando eu tava chegando no nirvana, a velha soltou meu pau e falou "chega, chega, não aguento". Ah não, que histérica de merda, pensei. Ela se levantou, secando a boca escorrendo de saliva, e foi pra cozinha.
Eu ajeitei o pau molhado e duro dentro da calça e segui ela. Ela tirou uma garrafa de Coca da geladeira e serviu um copo. Eu olhava pra ela. "Quer?", ela disse meio ofegante. "Sim, manda". Ela me serviu.
"Você entende que a gente não pode, né?", ela falou. "Não", eu respondi. "Não sou o marido da Flor, sou só um namorado e ponto. Isso não sei quanto tempo dura, talvez mais um mês, sei lá. E você, desde que te conheci, me dá um tesão danado, e ainda por cima não para de me provocar", devolvi.
"Ai, você não sabe o tesão que eu tô", ela disse como se pedisse desculpa, mas pra mim soou como convite. "Você tá muito molhada", perguntei bem tarado. "Ai, vem, olha". Era uma histérica a gata. Cheguei perto e toquei a buceta dela, enfiando a mão dentro da calça jeans desabotoada. Era uma poça aquele anel.
— Não sabe a vontade que eu tenho de você, Clau!!, falei olhando nos olhos dela.
— Aiii, você também me dá um tesão, cara!! Depois de ver aquelas fotos, não consigo segurar a vontade!!!
— Gostou, né?
— Siiiim, tô com um tesão do caralho!!!
"Vamos pra sua cama", falei. Fomos.
Assim que entramos, joguei ela na cama e puxei o jeans dela pra baixo, revelando uma calcinha preta de cetim que me deixou com muito mais tesão. Ela pediu pra eu tirar as botinhas que ela tava usando, e eu fiz isso enquanto ela tentava arrancar minha camiseta.
Ficamos assim: ela só com a parte de cima e de calcinha, eu pelado. com as calças vestidas. A Cláudia tava muito tesuda, dava pra ver no olhar dela. Ela pegou na minha cara e me deu um puta beijo. Eu tava louco, mas com aquele nó no estômago, típico da situação.
Preferia ter um pouco mais de controle, ou sei lá. Era meio impossível, mas acho que eu curtia mais ver ela louca. Então meio que forcei ela a deitar e aproximei meu rosto da virilha dela.
Primeiro beijei o contorno da calcinha, que fui puxando até descobrir a rachinha dela, banhada por um líquido meio esbranquiçado e transparente. Senti aquele cheiro de mulher que eu tanto gosto, e aproximei meu nariz da buceta molhada dela pra sentir melhor.
Minha língua começou a percorrer a argolinha aberta e úmida dela. Abri os lábios e beijei o clitóris. Depois chupei a buceta inteirinha e enfiei dois dedos enquanto minha língua se dedicava a pintar o botãozinho dela.
Ela não dizia nada, só gemia. Tava com os olhos fechados e a cabeça jogada pra trás. As pernas flexionadas e abertas, e a pelve subindo e descendo devagar, como se não quisesse perder o contato com minha língua.
Tirei os dedos e abri bem a buceta dela, que era rosadinha por dentro, mas mais escurinha por fora, e sem nenhum pelo, igual ao cu dela. Pela primeira vez reparei na bunda dela, moreninha e não tão fechada quanto a da Flor. Dei uma linguada. Depois chupei o dedo maior da mão direita e brinquei um pouco ali antes de voltar a comer a buceta dela.
Minha língua se enfiou dentro da caverninha dela – que já era uma fonte – e entrava e saía rápido, como se tivesse fodendo ela. Ela segurou minha nuca, afundando ainda mais meu rosto na buceta dela. “Ai, seu filho da putaaaaa! Como você chupa bem minha bocetaaaaaa!”, soltou finalmente a velha.
Eu desgrudei um pouco e levantei a cara pra olhar ela. Ela tava com o pescoço esticado e me olhava também. “Você gosta assim?”, perguntei. “Sim, adoro, adoro”, respondeu enquanto meu dedo continuava brincando na entrada da sua bunda. “E isso?”, perguntei, enfiando o dedo sem problemas até a primeira falange.
“Aiiii sim também!”, respondeu bem putinha. “Não sabe a vontade que tô de te comer o cu”, falei sem pensar. “Já vou te dar”, respondeu. Era óbvio que o histeriquê tinha acabado. Tirei o dedo do cu e desci até minha língua encontrar o asterisco já abertinho. Beijei, chupei, e cuspi nele antes de enfiar de novo o dedo indicador e o médio juntos.
Ela soltou um “aaaaiiiiiiiiiiiii” e desceu a mão direita rápido pra se tocar no clitóris que eu tinha abandonado, com movimentos circulares rápidos. “Isso puta, bate uma… Aiiii vou te comer o cu igual comi o da sua filha…”, soltei bonner. “Sim sim, sim sim”, foi a única resposta dela enquanto arqueava as costas e continuava batendo uma (e com dois dos meus dedos no cu).
“Gostou da foto que te mandei?”, perguntei. Ela só respondia “Sim, sim”. “Bateu uma, putinha?” De novo “sim, sim”. Também, que saco eu querer conversar naquele momento. Mas a visão da mãe da minha namorada de pernas abertas e entregue me dominava, e claro que meu tesão queria aproveitar. “Bati muita, muita”, soltou no final.
Minha cara foi direto pra buceta dela e ela tirou a mão. Meus lábios se prenderam no clitóris inchado dela como um bebê no peito da mãe e chupei com gosto enquanto meus dedos brincavam acariciando as paredes do cu dela.
“Aiiiiii ai ai aiiii simmm chupa meu…. chupa meu… assiiim assiiim!!!”, gritava Clau à beira do orgasmo. Continuei chupando com vontade.
“Simmm me faz gozar. Aiiii simmm aiiii tô gozando ai ai”. Minha língua bateu na xota dela como louca enquanto ela soltava o último “aiiiii simmmmm aiiiiii sim ai ai, seeeeeeeeeeeee”. E gozou. Depois se sacudiu umas duas vezes com a pelve pra cima e pra baixo num espasmo que me matou de ver.
E depois se desabou como destruída. Eu ainda tinha os Dois dedos no cu dela. Tirei o mais devagar que pude, mas ela soltou um gemido mesmo assim. Subi na cama do lado dela até ficar na altura. O rosto dela estava suado, mas relaxado, com um sorriso de felicidade que ela mal conseguia manter por causa da agitação. Ela abria a boca pra puxar ar e recuperar o fôlego. Os olhos dela estavam meio vidrados. "Como você gozou, sogrinha", falei pra ela. "Aii, fazia tempo que não me chupavam tão bem assim", respondeu.
Quando cheguei em casa, tomei um banho e fui pra cama, mas tava louco e tive que bater duas punheta quase seguidas pra dar uma baixada na bola e conseguir pegar no sono.
No dia seguinte, tentei não pensar em nada. À tarde, a Flor me ligou querendo me ver. Eu já tava fervendo de novo. Falei pra ela vir em casa às seis, que ia fuder ela toda. Mas ela disse que só se liberava às 9. Merda.
Enrolei até as sete no trampo e fui pra casa. Quando cheguei, servi um uísque e liguei o computador pra zueira e matar o tempo. Facebook.
Assim que entrei, vi que tinha umas mensagens e um pedido de amizade. Era minha sogra. "E essa agora?", pensei. Mas aceitei sem hesitar. Enquanto ia ver as mensagens, tocou o "pop" da janela do chat do Face. Era ela.
-Oi (Ela)
-Eaí, Oi
-O que cê tava fazendo?
-Tava tomando um uísque
-Epa, epa, continua hein…
-Kkk, é, um vício!
-Kkkk, mas cuidado que uísque te deixa doidão
-Hoje vou ficar doidão, mas com sua filha! kkkk
-Divertam-se
-Valeu
-Ela te falou que deixei ela dormir aqui?
-Nããão
-Uuuu! estraguei a surpresa então, desculpa! Kkkk
-Valeu de novo!
-Queria te pedir uma coisa…
-O que cê quiser!
-Sobre ontem, nem uma palavra, por favor!
-Claro, além disso, quem passou do ponto fui eu
-Você não foi sozinho… Eu também… Foi mal
-Sério, desculpa
-Aiii, já foi, tudo bem
-Cê é a sogra mais maneira que já tive!
-Kkkk… Imagino
-A mais gostosa também! Kkkk
-Valeu! Kkkk
-Tô te devendo um presente
-Ok, tô esperando
-Prometo… O que cê ia gostar?
-Alguma coisa de couro…
-Tenho algo aqui… kkkk
-Doidão… Tava pensando numa bolsa ou sapato!
-Kkkk Sim! Isso! O que cê pensou?
-Não se faz de bobo! Se comporta!
-Desculpa! Ainda tô quente! kkkkk
-Bom… minha filha já vem… kkkk… eu já…
-Me fala se posso ajudar… kk
-Se comporta, cara!
-Ok, não briga, eu só queria ajudar!
-Kkkk, cê me faz rir, adoro falar com você
-Quando quiser… — Vale, um beijo.
— Beijo.
Pouco depois, a Flor chegou. Jantamos pizza e depois levei ela pra cama. Eu tava voando de tesão, e ela também.
Mandei ela ajoelhar no chão e tirar minha pica. Ela chupou com gosto. Sabia que não ia aguentar muito com a linguinha dela passando nas minhas bolas e aquela mãozinha de menina batendo uma punheta com vontade.
Tirei a roupa dela, coloquei ela de quatro na cama e fui baixando a calcinha devagar. Que espetáculo aquele rabo e a buceta toda depilada, rosadinha e molhada.
Passei a língua na racha, do clitóris até o cu. Ela tava delirando.
O polegar massageava o clitóris dela em movimentos circulares, e o indicador deslizava pelos lábios e na entrada da buraquinha dela. Minha língua pintava a bunda dela.
Depois enfiei dois dedos no buraquinho. Entravam e saíam todos encharcados daquela buceta quente e molhada. Ela não aguentou mais e pediu pra eu meter.
Comi ela de quatro por uns quinze minutos. Quando ela gozou (gritando “siim love siiiim”), eu tirei e pedi pra ela chupar minha pica de novo. Ela lambeu minhas bolas outra vez enquanto batia uma punheta da boa. E a porra pintou a cara dela.
Ela foi se lavar, quando voltou, a pica já tava dura de novo. Ela pegou de novo, e quando ficou dura, sentou em cima e me comeu. Ela tava louca. Dizia que amava minha pica. Que tinha ficado com vontade o fim de semana inteiro. Que queria que eu comesse ela na casa dela, na cama dela…
Aquela imagem me fez pensar na mãe dela e quase gozei na hora. Virei ela e fiquei por cima pra controlar o ritmo da foda e continuei até ela gozar de novo. Aí, sem esperar muito, levantei as perninhas dela e apontei a pica pro cu. “Devagar, love”, pediu, sem resistir.
A pica entrou sozinha. Pedi pra ela se tocar, e ela obedeceu. Devagar fui enfiando no cu dela até ela pedir pra parar, com linhas de dor no rosto. Beijei ela e deixei ela se acostumar. Os chupões no pescoço e nos peitos amoleceram ela, e comecei a me mexer.
Ela revirou os olhos. branco e depois fechou os olhos enquanto eu começava a serrar a bunda dela. A boca dela fazia um O. Eu, muito doido, tive vontade de meter um beijo de língua igual nos filmes pornô, mas me segurei e, em vez disso, chupei a língua dela.
Pedi pra ela me ajudar se tocando na buceta, e isso ajudou pra caralho. Ela começou a gozar. Ou pelo menos se deixou comer naquela posição (nunca tínhamos feito assim, tipo papai e mamãe mas com as perninhas no ombro e pelo cu) até minhas bolas esvaziarem de novo na bundinha dela.
Depois disso, ela saiu correndo pro banheiro e eu ouvi um peidinho aguado. Eu ri e pedi pra ela fechar a porta, ela riu e falou algo que não entendi. Liguei a TV e, quando ela voltou do banheiro, fui tomar um banho.
Na volta, foram só beijos. Ela tava super feliz que a mãe deixou ela dormir lá. "Sua mãe é demais, ela é muito ligada", falei. Mudamos de assunto, depois vimos TV e dormimos. Mas à meia-noite acordei com o pau durasso. Provavelmente por causa da bexiga cheia. Mas tendo uma mina por perto, resolvi aproveitar.
Me encaixei nela de conchinha e comecei a dar beijinhos até ela reagir e se virar. Quando ela começou a retribuir os beijos (ainda dormindo), comecei a trabalhar a buceta dela. Ela pegou no meu pau e disse: "como ele tá duro, meu amor!".
E meteu a boca pra chupar ele de novo. Eu acariciei as bundinhas dela e o dedinho sozinho se enfiou até a porta do cu dela. Tava molhadinho. Devia ser um pouco de porra minha que tinha escorrido durante a noite.
Não hesitei e comecei a trabalhar o cu dela com a ponta do dedo pra abrir ele. A putinha levantou a bunda como se pedisse mais, e eu dei o gosto. Meti o dedo dentro do cu e comecei a comer ela com o dedo.
Até que não aguentei mais e falei: "garota, você me enlouquece, vou te comer de novo agora!!!" Coloquei ela de quatro e pedi pra ela abrir o cu com as duas mãos. A visão daquela bunda empinada deixou meu pau duríssimo, e assim enfiei ele no anelzinho de couro. Ela Ela enfiou a cabeça. Ela gritou. Mas gostou. "Me mata quando entra, love", falou baixinho com o rosto enterrado nos lençóis. Tirei e enfiei de novo. "Bate uma devagar e vai enfiando você mesma", pedi.
Que gostosa! A vadona fez tudo que pedi e o pau já duro comeu até o cabo. Fiquei louco com a visão e peguei o celular no criado-mudo pra tirar uma foto. Ela deixou.
Depois a luxúria me dominou e comecei a serrar a bunda dela com gosto. Pensava que era um filho da puta por meter assim no cu de uma mina apertadinha que não tinha provado até um mês atrás, mas no meio dos gemidos escapou a primeira gozada anal dela.
Isso me incentivou pra caralho e meti ainda mais forte até gozarmos juntos (ou foi o que ela disse, pela felicidade devia ser verdade). A glória! A melhor foda anal dos últimos tempos. E levei de lembrança outra fotinha do cu dela aberto.
No dia seguinte tomamos café juntos e ela foi pra casa dela e eu pro trabalho destruído pela trepada e pela falta de sono. Voltei cedo do trampo e me joguei pra dormir sem jantar.
No dia seguinte tava de boa. Fui na academia e no almoço comi com os caras do escritório, e sem as gostosas por perto contei sobre o fim de semana. "Você é um filho da puta, pra você todas dão", disse o Nacho. "O filho da puta sabe fazer", falou o Ale. "Mas se essa der pra você, a gente vai te odiar todos", completou e rimos.
À noite quando volto pra casa, de novo o ritual de ligar a TV e o computador. E direto no Facebook pra ver se tinha alguma novidade interessante. E de novo em 5 minutos pop da janela do Chat, e de novo minha sogra. "Essa quer pica, sem dúvida", pensei. E já me preparei pra meter o louco sem filtro.
-Oi (respondi).
-Como você está?
-Bem, ontem dormi a noite toda, e já me recuperei…
-Epa! O que houve? Minha filha te deixou de cama?
-Foi uma noite intensa, ela não te contou nada??
-Não precisei, vi ela morta…
-Sim, foi bom pra caralho, Fizemos de tudoooo
- Siiim, percebiiii
- Eh???
- Vi que andava como pato, hahahahaha
- Hahahaha
- Tem que ser mais sutil
- Cê acha?? Mas ela pede! A culpa é sua por me servir de bandeja! Hahahaha
- Aiii, você me deve um presente enorme já!
- Olha, hoje mesmo passei por uma vitrine e vi algo que gostei pra te dar e tirei uma foto com o celular, passa seu número que eu mando e você me diz se gostou, e se é o tamanho… (já tinha isso em mente há alguns segundos e nem pensei, puxei a rola que tava dura e tirei uma foto com o celular e apertei enviar, esperando ela me responder…)
- 155-xxx-xxxx O que é?
- Dá uma olhada, mandei agora, me fala se gostou…
- Ok.
Mandei. Meu coração a mil por hora, falei “o que eu fiz?”, mas não tinha volta. Tinha mandado a foto da minha rola pra minha sogra. Me acalmei pensando que ela tinha começado. Que era óbvio que queria transar…
- Chegou (ela avisou)
- Eyyyyyyy! E isso??????!!!!!!! (ela escreveu)
- Gostou???
- Aiii, filho da puta!
- E???
- Você foi longe demais!
(E ela desconectou)
Eu ri sozinho e fui pegar um uísque pra acalmar os nervos. A cabeça a mil. E de repente o barulho do celular com uma mensagem. Ela: “Você não pode me mandar isso! Que sem noção!”.
Não sei por que, mas tava certo de que ela tinha gostado, embora também devesse estar se sentindo culpada. Comigo era a mesma coisa, mas naquele momento eu não pensava. E respondi com uma provocação. Mandei a foto da minha rola no cu da filha dela e uma mensagem dizendo “sei que você gostou. Aqui vai outra pra você ver como fica de legging”.
Não teve resposta. Uma hora depois não aguentei e liguei pra Flor. Claro, ela não sabia de nada. Fiquei tranquilo. Falei pra gente se ver no dia seguinte, mas ela disse que não podia, que tinha que estudar pra uma prova.
No dia seguinte foi a mesma coisa. Falei de nos ver no fim de semana. Ela disse que não ia naquele fim de semana na casa do velho com os irmãos, porque ia estudar com as amigas da faculdade na casa dela (quando desliguei, entrei em contato com…) outras pra baixar a calentura).
No final, liguei pra ela no sábado porque ela tinha me pedido pra ligar pra ver se conseguia dar uma escapada de umas duas horas. “Quero te ver, love, agora vou pra academia por uma hora, se quiser vem depois e a gente fica um tempo junto, mas à noite não vou poder sair porque as meninas vão vir de novo…”, ela disse.
Perguntei pela velha e ela disse que tava lá. “Não, tá tudo errado, não vamos poder fazer nada”, ela falou. Mas eu tava pouco me lixando. Automaticamente imaginei a velha sozinha e pensei “é agora ou nunca”.
Flor ia pra academia das 5 às 6 e eu apareci no apartamento dela às 5 e quinze. A velha abriu a porta. “A Flor acabou de sair”, ela disse me olhando nos olhos. “Ué, devo ter entendido errado, te incomoda se eu esperar ela aqui?”, respondi me fazendo de besta. Mas ela sacou.
“Melhor você ter vindo antes, eu queria falar com você”, ela disse. “Já sei que eu te dei abertura, e que os dois ficam excitados com a situação, mas isso tá indo longe demais…”, continuou. Eu cortei: “não vai me dizer que você não tá tão tesuda quanto eu. Se você me procurou no Facebook pra me provocar”, falei. Ela calada me encarou enquanto ficava vermelha.
“Não gostou das fotos que te mandei???”, perguntei sorrindo safado e metido enquanto me aproximava. “Você é um filho da puta, não pode, queria te matar!”, ela respondeu meio nervosa ficando roxa. “Eu também quero te matar, mas com isso”. Peguei na minha pica que tava dura e aparecendo.
“Você é um animal, Max, não pode falar assim comigo, sou sua sogra!”, ela disse com ironia enquanto pegava na minha pica. “Me excita pra caralho você ser minha sogra”, respondi olhando nos olhos dela e a gente se agarrou de boca.
A filha da puta desabotoou minha calça e enfiou a mão até pegar minha pica. “Que pica gostosa que você tem”, ela soltou tesuda. “Sua filha adora”, falei.
“Você é um tarado filho da puta, adora isso, né?”. “Você também, ou esqueceu que o que você tem na mão é minha pica…”. “Aii, essa…” O pau é demais, tá duríssimo em cima". Tirei ele pra fora e fiquei batendo uma punheta pra ele, com os olhos fixos no pedaço e uma puta safadeza crescendo. Dos dois. "Quer ver como tua sogra chupa teu pau??? Ehhh!?? Quer???" "Sim, vai, chupa ele todo".
A gata se ajoelhou ali mesmo onde a gente tava (de pé perto da mesa da sala de jantar), e começou a me mamar. Técnica: 10. A veterana já tinha comido mais de um pau com aquela boca grande e carnuda.
Quando eu tava chegando no nirvana, a velha soltou meu pau e falou "chega, chega, não aguento". Ah não, que histérica de merda, pensei. Ela se levantou, secando a boca escorrendo de saliva, e foi pra cozinha.
Eu ajeitei o pau molhado e duro dentro da calça e segui ela. Ela tirou uma garrafa de Coca da geladeira e serviu um copo. Eu olhava pra ela. "Quer?", ela disse meio ofegante. "Sim, manda". Ela me serviu.
"Você entende que a gente não pode, né?", ela falou. "Não", eu respondi. "Não sou o marido da Flor, sou só um namorado e ponto. Isso não sei quanto tempo dura, talvez mais um mês, sei lá. E você, desde que te conheci, me dá um tesão danado, e ainda por cima não para de me provocar", devolvi.
"Ai, você não sabe o tesão que eu tô", ela disse como se pedisse desculpa, mas pra mim soou como convite. "Você tá muito molhada", perguntei bem tarado. "Ai, vem, olha". Era uma histérica a gata. Cheguei perto e toquei a buceta dela, enfiando a mão dentro da calça jeans desabotoada. Era uma poça aquele anel.
— Não sabe a vontade que eu tenho de você, Clau!!, falei olhando nos olhos dela.
— Aiii, você também me dá um tesão, cara!! Depois de ver aquelas fotos, não consigo segurar a vontade!!!
— Gostou, né?
— Siiiim, tô com um tesão do caralho!!!
"Vamos pra sua cama", falei. Fomos.
Assim que entramos, joguei ela na cama e puxei o jeans dela pra baixo, revelando uma calcinha preta de cetim que me deixou com muito mais tesão. Ela pediu pra eu tirar as botinhas que ela tava usando, e eu fiz isso enquanto ela tentava arrancar minha camiseta.
Ficamos assim: ela só com a parte de cima e de calcinha, eu pelado. com as calças vestidas. A Cláudia tava muito tesuda, dava pra ver no olhar dela. Ela pegou na minha cara e me deu um puta beijo. Eu tava louco, mas com aquele nó no estômago, típico da situação.
Preferia ter um pouco mais de controle, ou sei lá. Era meio impossível, mas acho que eu curtia mais ver ela louca. Então meio que forcei ela a deitar e aproximei meu rosto da virilha dela.
Primeiro beijei o contorno da calcinha, que fui puxando até descobrir a rachinha dela, banhada por um líquido meio esbranquiçado e transparente. Senti aquele cheiro de mulher que eu tanto gosto, e aproximei meu nariz da buceta molhada dela pra sentir melhor.
Minha língua começou a percorrer a argolinha aberta e úmida dela. Abri os lábios e beijei o clitóris. Depois chupei a buceta inteirinha e enfiei dois dedos enquanto minha língua se dedicava a pintar o botãozinho dela.
Ela não dizia nada, só gemia. Tava com os olhos fechados e a cabeça jogada pra trás. As pernas flexionadas e abertas, e a pelve subindo e descendo devagar, como se não quisesse perder o contato com minha língua.
Tirei os dedos e abri bem a buceta dela, que era rosadinha por dentro, mas mais escurinha por fora, e sem nenhum pelo, igual ao cu dela. Pela primeira vez reparei na bunda dela, moreninha e não tão fechada quanto a da Flor. Dei uma linguada. Depois chupei o dedo maior da mão direita e brinquei um pouco ali antes de voltar a comer a buceta dela.
Minha língua se enfiou dentro da caverninha dela – que já era uma fonte – e entrava e saía rápido, como se tivesse fodendo ela. Ela segurou minha nuca, afundando ainda mais meu rosto na buceta dela. “Ai, seu filho da putaaaaa! Como você chupa bem minha bocetaaaaaa!”, soltou finalmente a velha.
Eu desgrudei um pouco e levantei a cara pra olhar ela. Ela tava com o pescoço esticado e me olhava também. “Você gosta assim?”, perguntei. “Sim, adoro, adoro”, respondeu enquanto meu dedo continuava brincando na entrada da sua bunda. “E isso?”, perguntei, enfiando o dedo sem problemas até a primeira falange.
“Aiiii sim também!”, respondeu bem putinha. “Não sabe a vontade que tô de te comer o cu”, falei sem pensar. “Já vou te dar”, respondeu. Era óbvio que o histeriquê tinha acabado. Tirei o dedo do cu e desci até minha língua encontrar o asterisco já abertinho. Beijei, chupei, e cuspi nele antes de enfiar de novo o dedo indicador e o médio juntos.
Ela soltou um “aaaaiiiiiiiiiiiii” e desceu a mão direita rápido pra se tocar no clitóris que eu tinha abandonado, com movimentos circulares rápidos. “Isso puta, bate uma… Aiiii vou te comer o cu igual comi o da sua filha…”, soltei bonner. “Sim sim, sim sim”, foi a única resposta dela enquanto arqueava as costas e continuava batendo uma (e com dois dos meus dedos no cu).
“Gostou da foto que te mandei?”, perguntei. Ela só respondia “Sim, sim”. “Bateu uma, putinha?” De novo “sim, sim”. Também, que saco eu querer conversar naquele momento. Mas a visão da mãe da minha namorada de pernas abertas e entregue me dominava, e claro que meu tesão queria aproveitar. “Bati muita, muita”, soltou no final.
Minha cara foi direto pra buceta dela e ela tirou a mão. Meus lábios se prenderam no clitóris inchado dela como um bebê no peito da mãe e chupei com gosto enquanto meus dedos brincavam acariciando as paredes do cu dela.
“Aiiiiii ai ai aiiii simmm chupa meu…. chupa meu… assiiim assiiim!!!”, gritava Clau à beira do orgasmo. Continuei chupando com vontade.
“Simmm me faz gozar. Aiiii simmm aiiii tô gozando ai ai”. Minha língua bateu na xota dela como louca enquanto ela soltava o último “aiiiii simmmmm aiiiiii sim ai ai, seeeeeeeeeeeee”. E gozou. Depois se sacudiu umas duas vezes com a pelve pra cima e pra baixo num espasmo que me matou de ver.
E depois se desabou como destruída. Eu ainda tinha os Dois dedos no cu dela. Tirei o mais devagar que pude, mas ela soltou um gemido mesmo assim. Subi na cama do lado dela até ficar na altura. O rosto dela estava suado, mas relaxado, com um sorriso de felicidade que ela mal conseguia manter por causa da agitação. Ela abria a boca pra puxar ar e recuperar o fôlego. Os olhos dela estavam meio vidrados. "Como você gozou, sogrinha", falei pra ela. "Aii, fazia tempo que não me chupavam tão bem assim", respondeu.
14 comentários - Quase comi minha sogra (parte 2)
🙎♂️
Lo peor es cuando la suegra esta MEJOR QUE LA HIJA !!!!!!!!!!!!!!!jajajaj 👍