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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Tinha 19 anos quando me entreguei a um homem casado sendo virgem – Sou de pele clara, do tipo que chamam de "loira", desde pequena fiz ginástica e balé, isso ajudou a moldar meu corpo. Minhas amigas me chamam de "gringa".
Meu namorado era um cara que eu considerava quase perfeito em todos os sentidos… de família boa, jovem (20 anos), estudava arquitetura, não tinha nenhum vício, ia na mesma igreja que a gente e o melhor de tudo… a mamãe gostava dele, ele vinha em casa estudar, a gente se via no cinema, ele me levava pra comer, me dava presentes lindos. Eu me sentia nas nuvens.
Adorava meu namorado e fazia de tudo pra ficarmos sozinhos até altas horas da noite em casa, quando mamãe tomava o remédio dela que a fazia dormir a noite toda… mas ele não tomava a iniciativa… Então nosso namoro era quase como de crianças, só beijos e raramente uns amassos. Ele sempre dizia que a gente devia esperar até casar. E eu acabava me sentindo insatisfeita.
Gustavo se chama o homem que me fez mulher. Ele é moreno claro – bruto, feio, alto. Tem cerca de 1,85 e pesa uns 80 quilos. É um bruto na hora de foder. Minha relação com ele foi bem diferente da que eu tinha com meu namorado.
Tinha fama no hotel de ser um mulherengo. Mas o mais impressionante era a grossura e o tamanho do pau dele, nunca pensei que um homem pudesse ter um pau tão grosso e grande, achei que era só fantasia, porque os homens geralmente se gabam de ter um membro enorme. Ele me machucou bastante quando me comeu pela primeira vez. Mas acho que essa primeira vez nunca vou esquecer.
Durante 2 meses trabalhamos juntos, conheci ele no hotel onde eu fazia estágio – ele é fotógrafo – na primeira vez que saí com ele sabia que estava brincando com fogo, que ele não ia se contentar só com beijos. Ele me chamou pra dançar, era um bom dançarino, se mexia no ritmo e aos poucos fui me sentindo mais à vontade com ele. Ele nunca me chamava pelo nome, me chamava de boneca ou gringa.
Começou a pedir pra ficarmos a sós – mas eu Eu ignorava, ou queria pensar que podia ignorar – mas a ousadia dele – e o assédio foram constantes.
Chegou o dia em que nos beijamos – quis resistir – não consegui, porque no fundo eu desejava aquilo – sentir os lábios dele me fez tremer – começamos a nos beijar com paixão – peguei a língua dele e enrolei com a minha. Deixei que ele tocasse minhas pernas e meus peitos até que um dia não consegui me segurar e as mãos dele acariciaram minha entreperna, me senti molhada, excitada quando os dedos dele acariciaram a entrada da minha intimidade.
Sem mais rodeios, ele me disse – quero te comer – quero que você seja minha – se entrega, gostosa. Eu me assustei, meu coração batia a mil por hora, só consegui dizer: – por favor, para – eu sou virgem. Nunca fiz isso.
Diferente do meu namorado, ele era vulgar com as palavras – quando ouvi ele dizer quero te arrombar – quero te foder. Naquele momento senti o perigo – minha virgindade estava em risco. Ele começou a acariciar minha buceta – não consegui me conter, comecei a gemir ao sentir o dedo dele roçar os lábios da minha buceta, quando o dedo dele começou a me dedilhar meu corpo era um vulcão, mas juntei forças e me soltei dos braços dele.
No caminho pra casa, me senti tremendo, no fundo eu tinha ficado excitada.
No dia seguinte, não queria olhar nos olhos dele de vergonha, começou uma luta interna entre meus princípios morais e a inquietação que o Gustavo provocava em mim, era muito diferente do meu namorado. Me irritava que ele fosse tão vulgar, quando eu ouvia ele dizer: – quero te arrombar, te desejo e você sente o mesmo.
Muitas vezes imaginei minha primeira vez como num conto de fadas com um príncipe encantado, mas quando nos olhamos nos olhos, não consegui evitar que nos beijássemos. Me pendurei no pescoço dele num impulso de excitação, senti os lábios dele me beijarem, remexerem dentro da minha boca, a língua dele se enlaçou com a minha e as mãos dele começaram a me acariciar. Esqueci de tudo e me entreguei por completo. Fomos andando até o apartamento dele. Ele me pegou pela cintura e eu atravessei a rua como se fosse um robô. Ele morava a uma quadra dali. do hotel – nunca soube como chegamos, eu estava excitada até a loucura.
Ele me despiu rápido, com brutalidade, até me deixar completamente nua. Com minhas mãos cobri minha nudez, mas ele começou a me beijar e a beijar meu pescoço, me enlouquecendo de prazer. Beijou meus seios e começou a chupá-los com ansiedade, pegou minha mão e a levou até o pau dele. Naquela altura, eu morria de vontade de tocar o pau dele, de apalpar, de saber e provar o gosto.
O pênis dele – já duro – era grande, grosso. Lembrei do meu namorado e de como uma vez no cinema eu apalpei o pau dele, mas não tinha comparação – entre o membro dele e o do meu namorado. Ouvi a voz dele – Abre a boca, chupa!
Abri minha boca e comecei a chupar o pau dele, fechei meus olhos, sei que dei prazer a ele, percebi apesar da minha inexperiência e de não saber como chupar o pau dele. Ouvi ele gemer cada vez que meus lábios faziam um O no tronco do pau dele. Naquele momento, sentia no meu corpo uma excitação enorme, tinha uma cócega insuportável na minha buceta e também sentia um pouco de medo por ser minha primeira vez. Gustavo me pegou nos braços, me colocou na cama e percebeu meu nervosismo, viu meu medo, notou minha insegurança em abrir minhas pernas para que ele me desvirginasse, eu tinha medo de que ele me machucasse.
Começamos a nos beijar. Ouvi ele me dizer – vou meter meu pau em você por todos os lados, vou te estrear e dar o prazer que seu corpo pede aos gritos.
Senti a língua dele lamber minhas coxas, minhas panturrilhas, uma corrente elétrica passou pelo meu corpo quando senti a língua dele nos lábios da minha buceta e comecei a gemer, era algo delicioso sentir a língua dele fuçar na minha intimidade, no mais íntimo do meu corpo, queria que ele parasse e ele não parava.
Me senti subir ao céu, senti uma onda de prazer, não sabia se ria ou chorava, mas comecei a mover meus quadris, a rodar minha buceta contra a língua áspera dele, e assim chegou, eu acho, meu primeiro orgasmo entre gritos e gemidos, me senti explodir, foi uma loucura para mim. Ele parou os ataques da língua para coloca perto do meu rosto e de novo colocou o pau dele na minha boca, não esperei mais, peguei com as duas mãos e igual um bebê chupando mamadeira comecei a mamar, fechando os olhos, enquanto ele dizia: "assim mesmo, boneca, molha bem gostoso". Chupei ele por uns minutos e depois ele se posicionou entre minhas pernas, começou a esfregar ele contra meus lábios da buceta, de cima pra baixo, esse jeito de me acariciar com o pau dele foi eletrizante, eu tava à beira da loucura, comecei a girar minha bunda, a rebolar procurando o pau dele.
Aconteceu algo em mim que me fez mudar de uma menina pra uma mulher selvagem, esqueci todos os meus medos, me levantei da cama e me agarrei com força no pescoço dele, beijei ele e falei no ouvido: – vai devagar, não me machuca. Ele pegou um dos dedos e enfiou na minha boca, "saliva ele", falou, e depois senti o dedo dele cutucando meu cu. – O que cê tá fazendo? falei – vai me machucar.
A vulgaridade das palavras dele me irritava quando ele disse: "vou arrebentar essa sua buceta, vou encher ela de porra, você vai sofrer no começo mas vai adorar. Essa noite você vai virar minha mulher, uma mulher de verdade". Ele abriu minhas pernas o máximo que pôde, eu me segurei na cabeça dele, nos cabelos, pra não cair da cama. A língua dele percorreu toda a minha xota de cima pra baixo, me virou de bruços, com as mãos separou minhas nádegas e me lambeu o cu naquele lugar que eu nunca imaginei que fosse tão sensível, comecei a rebolar com força cada vez que a língua dele chupava, era uma sensação única.
Ele se levantou da cama por um segundo só pra me olhar e falar que eu era uma boneca linda. Pegou a câmera e tirou uma foto minha – o que cê tá fazendo falei, não faz isso –
Ele pegou o pau dele com as mãos e começou a passar a ponta do pau pela minha buceta virgem – enquanto chupava e mordiscava meus peitos. Senti claramente quando ele colocou o pau na entrada da minha xota e começou a empurrar, a me penetrar devagar mas com firmeza. Dizer que não tava nervosa é mentira, senti Uma pontada de dor ao sentir meus lábios íntimos se abrirem, ele começou a pressionar e eu comecei a reclamar: – Ai, me dói, você tá me machucando, sinto como se estivesse me abrindo por dentro, sinto que tá me partindo.
Você tá me machucando, Gustavo, me dói, senti a cabeça do pau dele entrar na minha buceta, tentei me mexer, quis fechar minhas pernas mas não consegui, senti o pau dele bater no meu hímen, no meu bem mais precioso, o que minha mãe sempre me pediu pra guardar até casar, meu selo de garantia. Ele fez pressão pra empurrar, pra romper, começou a empurrar e eu a reclamar, até que não tive tempo de pensar nem de reagir, senti o pau dele entrar em mim, me penetrou com força, senti o pau dele rasgar o que uma mulher tem de mais íntimo, a virgindade dela.
Gritei ao me sentir penetrada, ao sentir o pau dele rompendo meu cabaço. – Ai, me dói – ele não se mexeu, ficou firme dentro da minha buceta. Estendi uma das mãos como se buscasse apoio pra minha dor de me sentir penetrada, e veio um lembrete das palavras dele: “Fica calma, boneca, já tá quebrada, meu amor, já se desvirginou, já é uma mulher, já é minha mulher, minha putinha. Você é bem apertada, é um sonho, nunca imaginei te ter enfiada e ser o primeiro, mas já passou, agora você vai gozar, se deixa levar.” Ele ficou parado dentro de mim até que eu mesma comecei a mexer meus quadris, a mover minha barriga, buscando sensações novas.
Comecei a gozar, a curtir minha primeira vez. Ele começou a tirar e a meter o pau dele mais algumas vezes até que não havia nem sinal de desconforto no meu rosto, e num movimento rápido ele enfiou o pau todo até o fundo do meu útero. Ele me comeu fenomenalmente, comecei a ofegar, a gemer, meu corpo era um vulcão, sentia minha buceta ardendo, mas adorava a martelada dos ovos dele, adorava sentir ele dentro da minha buceta. Ele ficou me comendo sem parar até que os gritos e gemidos dele me indicaram que ele tava prestes a me dar o leite dele.
Foi nesse momento que eu me apavorei, melhor dizendo, me horrorizei, mas a martelada do pau dele... Dentro da minha buceta me deixava louca, comecei a falar: “sai, sai, você não usou camisinha. Sai, não goza dentro, não faz isso, ah. Por favor, Gustavo, não goza dentro de mim”. Bati nele com as mãos, arranhei ele, não consegui parar. Ele enterrou o pau dele até o fundo e eu senti o calor do sêmen dele dentro do meu corpo. Acabei desmaiando de exaustão, minhas pernas doíam, minha xota ardia, sentia minha intimidade rasgada, pegajosa.
Ficamos deitados na cama, eu não queria me mexer, mas tava com vontade de ir ao banheiro. Quando urinei, ardeu, vi minha buceta aberta, desflorada, nas minhas pernas tinha um fio de sangue escorrendo da minha xota.
Na cama, sobre o lençol, tinha uma gota de sangue como testemunha da minha perda da virgindade. Quando me deitei na cama, ele tirou mais uma foto minha, comecei a chorar. Ele me abraçou, me beijou e, entre soluços, eu disse:
– E se eu engravidar, o que vou falar em casa pro meu namorado?
– Fica tranquila – ele disse – você vai tomar uns comprimidos que vou te dar e assim evita ficar prenha. Para de chorar, vem, vamos tomar banho.
Entramos numa banheira tipo jacuzzi e tomei banho com ele. Ele começou a lavar minha xota, tirou uma foto minha de costas. Dessa vez eu falei: não faz isso, você vai me prejudicar. Fica tranquila – ele disse – é só pra mim, você é muito gostosa mesmo.
Ficamos tomando banho juntos, ele beijou cada parte do meu corpo devagar. Que raba você tem, boneca – sabe, nunca me cansaria de te foder – mas vou ser sincero, um dia tenho que ir embora, então hoje vamos gozar.
Essa primeira vez ainda tá na minha mente como se fosse ontem, fui nas mãos dele uma boneca, ele fez o que quis comigo. Quando ele me deu o pau dele pra chupar, chupei de novo, quase vomitei quando senti o gozo quente na minha boca. Vai, abre a boca, engole, assim suave, devagar, chupa, chupa, abre a boca. Senti nojo, não vou negar, mas engoli o sêmen dele.
Exausta, deitamos na cama e ficamos semi-adormecidos, eu completamente pelada. Umas meia hora depois... Senti os dedos dele remexendo na minha buceta. Naquela noite ele me comeu quatro vezes. Fiquei exausta, largada na cama com o olhar perdido, ofegante. Toda cheia de porra.
Uma semana depois de perder a virgindade, ele quis fazer anal e, pra ser sincera, eu tava com medo. Várias vezes ele falava:
- Deixa eu tentar. Você tem uma raba que me fascina.
Sempre respondia que não, que ia me machucar.
Tava com ele no apartamento dele quando tentou me comer no cu e eu não deixei. Ouvi ele falar: hoje à noite vou te foder no cu. Se não, não me procura mais. Gustavo, por favor, tô com medo. Você pode me machucar. Ele saiu do quarto e eu fui trabalhar.
O dia inteiro fiquei distraída pensando nele e, quando chegou a noite, uma das minhas colegas perguntou se tava acontecendo alguma coisa. Respondi que não, que era só sono. Saí do trabalho e fui pra casa tomar banho.
Deitei na cama tentando dormir, mas não conseguia. Levantei duas vezes e, por fim, tomei a decisão de dar o cu. Tava como se hipnotizada, por dentro o tesão me vencia, era maior que meu medo da dor. Olhei o relógio, eram 8h45 da noite, sabia que naquela hora ele tava saindo do hotel. Falei pra minha mãe que ia cobrir uma colega do trabalho e que chegaria um pouco tarde. Recebi uma mensagem do meu namorado no celular dizendo que passaria pra me pegar, mas não respondi.
Fui procurar ele. Quando me viu, me abraçou e começamos a nos beijar.
- Não tem medo, não - Não sou um bruto. - Mas você tem que cooperar, ficar relaxada.
Levantei o olhar e vi meu namorado do outro lado da rua. Quis recusar, mas era tarde demais. Gustavo me pegou pela cintura e atravessei a rua com ele - passei na frente do meu namorado. Quando chegamos no apartamento dele, transamos como loucos. Ao me sentir sendo penetrada, falei: devagar, tá doendo, devagar, por favor. Separando minhas pernas, ele começou a me penetrar. Sentia o pau dele chegando no fundo do meu útero. Enrolei minhas pernas nas costas dele pra evitar que saísse da minha buceta, e ele começou... a me penetrar lentamente. Como se estivesse curtindo o momento.
- Que delícia que você é, como me aperta, você é estreita demais. Comecei a mexer minha cabeça com força, enterrei as unhas nas costas dele. E comecei a gemer, pedindo pra ele me enfiar até o fundo, ele começou a mexer os quadris mais rápido, afundando cada vez mais forte o pau dele na minha buceta. Não aguentei mais e explodi gritando que nem uma louca, sentir o roçar do pau dele me dava tanto prazer.
Você me machuca e me mata, mas eu gosto, você me preenche toda, ah. Ele tirou o pau todo e me virou de bruços, me enfiou por trás até as bolas, eu gritei ao sentir minha carne se abrindo pra dar passagem pro pau dele.
Senti o pau dele crescer e começar a explodir, enchendo todo o interior da minha buceta de porra.
Ficamos deitados, olhei o relógio, eram 10h45 da noite. Fiquei meio dormindo, meu celular me acordou, era minha mãe perguntando a que horas eu chegaria – só respondi: não se preocupa, chego mais tarde, tenho trabalho, e desliguei porque tinha medo que meus gemidos me entregassem. Quando minha mãe me ligou, ele começou a chupar minha buceta, fiquei selvagem, a língua áspera e arranhada dele me enlouquecia, ele sabia chupar e onde lamber. Peguei a cabeça dele com força e gritei, abafando um gemido de prazer quando me senti explodir.
Senti as mãos dele separarem minhas nádegas e a língua começar a percorrer a divisão delas, me arrancando um gemido. A língua continuou o trajeto e chegou no meu buraco proibido, e os dedos dele trabalhavam minha buceta, que eu mal conseguia controlar meus gemidos.
Era uma sensação única, muitas vezes ouvi os elogios dos homens na rua quando saía de short ou calça, nunca soube se meus quadris eram uma bênção ou um mal que eu tinha que carregar. Levantei pra ir ao banheiro e me aproximei da janela, vi meu namorado encostado num poste – nessa hora, Gustavo me pegou pela cintura e me levou pra cama.
A língua dele começou a percorrer meu cu, dando bicadinhas. ponta da língua dele. Senti que ele passava creme na entrada do meu buraco e senti um dedo cutucando dentro do meu cu, foi uma sensação estranha sentir os dedos dele, doía mas ao mesmo tempo eu gostava.
Ele começou a encostar a cabeça do pau no meu cu. De vez em quando fazia pressão e depois soltava.
Levantei da cama e coloquei um travesseiro debaixo da minha barriga, e ele pediu pra eu cooperar.
— Deixa eu tentar, se doer eu paro. E começou a me penetrar.
Senti a cabeça do pau dele fazendo pressão e tentei cooperar relaxando o corpo, mas não consegui, dei um grito enorme e levantei da cama. Ele me segurou pela cintura e me deitou de novo, tentou de novo, eu gritei ao sentir a pressão na entrada do meu cu. Ai, ai, ai, não, por favor, para. Ele tirou e de novo senti ele passando creme no meu buraco e pedindo pra eu relaxar.
Me coloquei na cama de quatro com o travesseiro debaixo. Me segurei no colchão com força, a pressão voltou, fechei os olhos e apertei os lábios. Senti ele entrando e gritei, não consegui me segurar. Comecei a balançar a cabeça desesperada, sentia meus olhos arregalados de tanto esforço pra sentir o pau dele me abrindo o cu. Era uma dor terrível, quis me mexer e não conseguia, ele me segurava com todo o peso. Virei pra olhar pra ele, implorando pra ele tirar. Por favor, você tá me machucando. — Ai, dói, por favor — Tira, você tá me rasgando. Não ligou pra minhas súplicas nem pro meu choro.
Ele ficou parado por alguns segundos. Depois me segurou pelos quadris com força e deu um empurrão que enfiou tudo, senti que faltava ar, esperneei, senti que ia morrer. A visão ficou turva. Quebrei algumas unhas de tanta força que apertei o travesseiro. Comecei a chorar, pra que mentir, foi uma dor enorme, gritei ao me sentir completamente arrebentada do cu.
Consegui balbuciar: “tá doendo, por favor, sai” antes de cair como morta, senti a visão escurecer. Você me machuca, não aguento, você é muito grande. Não consegui mais pará-lo, ele deixava descansar um pouco e depois enfiava de novo até o fundo. Pedi pra ele parar, mas não consegui fazer ele largar meu cu.
- Fica tranquila, ele disse, só coopera. Já tá aberta, agora vai entrar mais fácil. Teu cu é uma obsessão pra mim, tenho que meter ou vou explodir.
Perdi a noção do tempo, não sei quanto tempo ele ficou dentro do meu cu, mas sentia que a pica dele ia sair pela minha boca de tão fundo que enfiava.
Passaram uns minutos que eu não me mexi, mas depois senti meu cu se acostumando com o tronco da pica dele e, bem devagar, comecei a me mover. Cada vez que a pica dele entrava no meu cu, doía e ao mesmo tempo eu gostava. Teve hora que as estocadas dele me levantavam da cama. Até que ele gozou, banhando meus intestinos com o leite dele.
Quando tudo acabou, mal conseguia ficar de pé, meu cu doía, minhas pernas tremiam. - Fica tranquila, já passou, ele disse. - Vai ver que daqui a pouco você vai se acostumar com minha pica. Quando a última gota de porra dele esvaziou no meu cu - só então ele tirou. Levantei com dificuldade e fui pro banheiro, fechei a porta e comecei a chorar, meu cu doía. Ardia, sentia meu cu enorme, desflorado, lacerado.
Levantei do vaso com dificuldade. Me limpei com umas toalhas, vi uns vestígios de sangue no papel, e saí do banheiro. Foi assim que perdi a virgindade do cu. Cheguei em casa às 6h30 da manhã, mal conseguia andar. Ele me comeu duas vezes no cu. Quando saí, olhei pro meu namorado, ele ainda estava lá esperando eu sair.
Passei reto, mal conseguia andar, ele me alcançou no Volkswagen dele. "Amadureci" foram minhas palavras - ele me seguiu e abriu a porta do fusca, e eu entrei. Pedi pra ele parar numa farmácia, comprei uns absorventes íntimos e um creme vaginal porque sentia os lábios da minha buceta inchados, inflamados, e o cu doía pra caralho.
Durante o trajeto, ele não falou nada - quando chegamos em casa, só me perguntou por que eu fiz aquilo - viu no meu rosto uma careta de dor quando desci do carro dele - me Suas palavras me surpreenderam porque ele não era de falar mal. Ele te comeu – ele te comeu o cu? – Você deu o cu pra ele, né – Eu olhei pra ele e falei que não – Eu ouvi seu grito – Eu vi pela janela – Você é uma puta, me decepcionou.
No dia seguinte que ele fez sexo anal comigo, não fui trabalhar. Minhas pernas doíam e meu quadril doía. Pedi pra minha mãe ligar no trabalho e me justificar como doente. Tava com vergonha de sair, não desci nem pra comer. Minha mãe meio que desconfiou de algo, mas também não falou nada.
Quando a putaria acaba, a culpa moral bate.
Essa é minha história, boa ou ruim, essa foi minha primeira vez. Não consigo explicar em palavras o que sinto. Gustavo foi o primeiro homem que me desvirginou: buceta, cu e boca. E isso não é fácil de esquecer, você marcou meu início sexual.
Continuei com Gustavo mesmo sabendo que é algo proibido. Meu namorado me procurou, a gente conversou e eu confessei a verdade, não escondi nada. Só pedi desculpas e terminei com ele, não queria mais machucá-lo. Ele me disse que viu quando eu me deitei na cama de quatro e ouviu meu grito, achou que estavam me machucando, por isso espiou pela janela.
http://freakshare.net/files/m87au1v4/El-despertar-al-sexo-de-una-virgen.docx.html
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Tinha 19 anos quando me entreguei a um homem casado sendo virgem – Sou de pele clara, do tipo que chamam de "loira", desde pequena fiz ginástica e balé, isso ajudou a moldar meu corpo. Minhas amigas me chamam de "gringa".
Meu namorado era um cara que eu considerava quase perfeito em todos os sentidos… de família boa, jovem (20 anos), estudava arquitetura, não tinha nenhum vício, ia na mesma igreja que a gente e o melhor de tudo… a mamãe gostava dele, ele vinha em casa estudar, a gente se via no cinema, ele me levava pra comer, me dava presentes lindos. Eu me sentia nas nuvens.
Adorava meu namorado e fazia de tudo pra ficarmos sozinhos até altas horas da noite em casa, quando mamãe tomava o remédio dela que a fazia dormir a noite toda… mas ele não tomava a iniciativa… Então nosso namoro era quase como de crianças, só beijos e raramente uns amassos. Ele sempre dizia que a gente devia esperar até casar. E eu acabava me sentindo insatisfeita.
Gustavo se chama o homem que me fez mulher. Ele é moreno claro – bruto, feio, alto. Tem cerca de 1,85 e pesa uns 80 quilos. É um bruto na hora de foder. Minha relação com ele foi bem diferente da que eu tinha com meu namorado.
Tinha fama no hotel de ser um mulherengo. Mas o mais impressionante era a grossura e o tamanho do pau dele, nunca pensei que um homem pudesse ter um pau tão grosso e grande, achei que era só fantasia, porque os homens geralmente se gabam de ter um membro enorme. Ele me machucou bastante quando me comeu pela primeira vez. Mas acho que essa primeira vez nunca vou esquecer.
Durante 2 meses trabalhamos juntos, conheci ele no hotel onde eu fazia estágio – ele é fotógrafo – na primeira vez que saí com ele sabia que estava brincando com fogo, que ele não ia se contentar só com beijos. Ele me chamou pra dançar, era um bom dançarino, se mexia no ritmo e aos poucos fui me sentindo mais à vontade com ele. Ele nunca me chamava pelo nome, me chamava de boneca ou gringa.
Começou a pedir pra ficarmos a sós – mas eu Eu ignorava, ou queria pensar que podia ignorar – mas a ousadia dele – e o assédio foram constantes.
Chegou o dia em que nos beijamos – quis resistir – não consegui, porque no fundo eu desejava aquilo – sentir os lábios dele me fez tremer – começamos a nos beijar com paixão – peguei a língua dele e enrolei com a minha. Deixei que ele tocasse minhas pernas e meus peitos até que um dia não consegui me segurar e as mãos dele acariciaram minha entreperna, me senti molhada, excitada quando os dedos dele acariciaram a entrada da minha intimidade.
Sem mais rodeios, ele me disse – quero te comer – quero que você seja minha – se entrega, gostosa. Eu me assustei, meu coração batia a mil por hora, só consegui dizer: – por favor, para – eu sou virgem. Nunca fiz isso.
Diferente do meu namorado, ele era vulgar com as palavras – quando ouvi ele dizer quero te arrombar – quero te foder. Naquele momento senti o perigo – minha virgindade estava em risco. Ele começou a acariciar minha buceta – não consegui me conter, comecei a gemir ao sentir o dedo dele roçar os lábios da minha buceta, quando o dedo dele começou a me dedilhar meu corpo era um vulcão, mas juntei forças e me soltei dos braços dele.
No caminho pra casa, me senti tremendo, no fundo eu tinha ficado excitada.
No dia seguinte, não queria olhar nos olhos dele de vergonha, começou uma luta interna entre meus princípios morais e a inquietação que o Gustavo provocava em mim, era muito diferente do meu namorado. Me irritava que ele fosse tão vulgar, quando eu ouvia ele dizer: – quero te arrombar, te desejo e você sente o mesmo.
Muitas vezes imaginei minha primeira vez como num conto de fadas com um príncipe encantado, mas quando nos olhamos nos olhos, não consegui evitar que nos beijássemos. Me pendurei no pescoço dele num impulso de excitação, senti os lábios dele me beijarem, remexerem dentro da minha boca, a língua dele se enlaçou com a minha e as mãos dele começaram a me acariciar. Esqueci de tudo e me entreguei por completo. Fomos andando até o apartamento dele. Ele me pegou pela cintura e eu atravessei a rua como se fosse um robô. Ele morava a uma quadra dali. do hotel – nunca soube como chegamos, eu estava excitada até a loucura.
Ele me despiu rápido, com brutalidade, até me deixar completamente nua. Com minhas mãos cobri minha nudez, mas ele começou a me beijar e a beijar meu pescoço, me enlouquecendo de prazer. Beijou meus seios e começou a chupá-los com ansiedade, pegou minha mão e a levou até o pau dele. Naquela altura, eu morria de vontade de tocar o pau dele, de apalpar, de saber e provar o gosto.
O pênis dele – já duro – era grande, grosso. Lembrei do meu namorado e de como uma vez no cinema eu apalpei o pau dele, mas não tinha comparação – entre o membro dele e o do meu namorado. Ouvi a voz dele – Abre a boca, chupa!
Abri minha boca e comecei a chupar o pau dele, fechei meus olhos, sei que dei prazer a ele, percebi apesar da minha inexperiência e de não saber como chupar o pau dele. Ouvi ele gemer cada vez que meus lábios faziam um O no tronco do pau dele. Naquele momento, sentia no meu corpo uma excitação enorme, tinha uma cócega insuportável na minha buceta e também sentia um pouco de medo por ser minha primeira vez. Gustavo me pegou nos braços, me colocou na cama e percebeu meu nervosismo, viu meu medo, notou minha insegurança em abrir minhas pernas para que ele me desvirginasse, eu tinha medo de que ele me machucasse.
Começamos a nos beijar. Ouvi ele me dizer – vou meter meu pau em você por todos os lados, vou te estrear e dar o prazer que seu corpo pede aos gritos.
Senti a língua dele lamber minhas coxas, minhas panturrilhas, uma corrente elétrica passou pelo meu corpo quando senti a língua dele nos lábios da minha buceta e comecei a gemer, era algo delicioso sentir a língua dele fuçar na minha intimidade, no mais íntimo do meu corpo, queria que ele parasse e ele não parava.
Me senti subir ao céu, senti uma onda de prazer, não sabia se ria ou chorava, mas comecei a mover meus quadris, a rodar minha buceta contra a língua áspera dele, e assim chegou, eu acho, meu primeiro orgasmo entre gritos e gemidos, me senti explodir, foi uma loucura para mim. Ele parou os ataques da língua para coloca perto do meu rosto e de novo colocou o pau dele na minha boca, não esperei mais, peguei com as duas mãos e igual um bebê chupando mamadeira comecei a mamar, fechando os olhos, enquanto ele dizia: "assim mesmo, boneca, molha bem gostoso". Chupei ele por uns minutos e depois ele se posicionou entre minhas pernas, começou a esfregar ele contra meus lábios da buceta, de cima pra baixo, esse jeito de me acariciar com o pau dele foi eletrizante, eu tava à beira da loucura, comecei a girar minha bunda, a rebolar procurando o pau dele.
Aconteceu algo em mim que me fez mudar de uma menina pra uma mulher selvagem, esqueci todos os meus medos, me levantei da cama e me agarrei com força no pescoço dele, beijei ele e falei no ouvido: – vai devagar, não me machuca. Ele pegou um dos dedos e enfiou na minha boca, "saliva ele", falou, e depois senti o dedo dele cutucando meu cu. – O que cê tá fazendo? falei – vai me machucar.
A vulgaridade das palavras dele me irritava quando ele disse: "vou arrebentar essa sua buceta, vou encher ela de porra, você vai sofrer no começo mas vai adorar. Essa noite você vai virar minha mulher, uma mulher de verdade". Ele abriu minhas pernas o máximo que pôde, eu me segurei na cabeça dele, nos cabelos, pra não cair da cama. A língua dele percorreu toda a minha xota de cima pra baixo, me virou de bruços, com as mãos separou minhas nádegas e me lambeu o cu naquele lugar que eu nunca imaginei que fosse tão sensível, comecei a rebolar com força cada vez que a língua dele chupava, era uma sensação única.
Ele se levantou da cama por um segundo só pra me olhar e falar que eu era uma boneca linda. Pegou a câmera e tirou uma foto minha – o que cê tá fazendo falei, não faz isso –
Ele pegou o pau dele com as mãos e começou a passar a ponta do pau pela minha buceta virgem – enquanto chupava e mordiscava meus peitos. Senti claramente quando ele colocou o pau na entrada da minha xota e começou a empurrar, a me penetrar devagar mas com firmeza. Dizer que não tava nervosa é mentira, senti Uma pontada de dor ao sentir meus lábios íntimos se abrirem, ele começou a pressionar e eu comecei a reclamar: – Ai, me dói, você tá me machucando, sinto como se estivesse me abrindo por dentro, sinto que tá me partindo.
Você tá me machucando, Gustavo, me dói, senti a cabeça do pau dele entrar na minha buceta, tentei me mexer, quis fechar minhas pernas mas não consegui, senti o pau dele bater no meu hímen, no meu bem mais precioso, o que minha mãe sempre me pediu pra guardar até casar, meu selo de garantia. Ele fez pressão pra empurrar, pra romper, começou a empurrar e eu a reclamar, até que não tive tempo de pensar nem de reagir, senti o pau dele entrar em mim, me penetrou com força, senti o pau dele rasgar o que uma mulher tem de mais íntimo, a virgindade dela.
Gritei ao me sentir penetrada, ao sentir o pau dele rompendo meu cabaço. – Ai, me dói – ele não se mexeu, ficou firme dentro da minha buceta. Estendi uma das mãos como se buscasse apoio pra minha dor de me sentir penetrada, e veio um lembrete das palavras dele: “Fica calma, boneca, já tá quebrada, meu amor, já se desvirginou, já é uma mulher, já é minha mulher, minha putinha. Você é bem apertada, é um sonho, nunca imaginei te ter enfiada e ser o primeiro, mas já passou, agora você vai gozar, se deixa levar.” Ele ficou parado dentro de mim até que eu mesma comecei a mexer meus quadris, a mover minha barriga, buscando sensações novas.
Comecei a gozar, a curtir minha primeira vez. Ele começou a tirar e a meter o pau dele mais algumas vezes até que não havia nem sinal de desconforto no meu rosto, e num movimento rápido ele enfiou o pau todo até o fundo do meu útero. Ele me comeu fenomenalmente, comecei a ofegar, a gemer, meu corpo era um vulcão, sentia minha buceta ardendo, mas adorava a martelada dos ovos dele, adorava sentir ele dentro da minha buceta. Ele ficou me comendo sem parar até que os gritos e gemidos dele me indicaram que ele tava prestes a me dar o leite dele.
Foi nesse momento que eu me apavorei, melhor dizendo, me horrorizei, mas a martelada do pau dele... Dentro da minha buceta me deixava louca, comecei a falar: “sai, sai, você não usou camisinha. Sai, não goza dentro, não faz isso, ah. Por favor, Gustavo, não goza dentro de mim”. Bati nele com as mãos, arranhei ele, não consegui parar. Ele enterrou o pau dele até o fundo e eu senti o calor do sêmen dele dentro do meu corpo. Acabei desmaiando de exaustão, minhas pernas doíam, minha xota ardia, sentia minha intimidade rasgada, pegajosa.
Ficamos deitados na cama, eu não queria me mexer, mas tava com vontade de ir ao banheiro. Quando urinei, ardeu, vi minha buceta aberta, desflorada, nas minhas pernas tinha um fio de sangue escorrendo da minha xota.
Na cama, sobre o lençol, tinha uma gota de sangue como testemunha da minha perda da virgindade. Quando me deitei na cama, ele tirou mais uma foto minha, comecei a chorar. Ele me abraçou, me beijou e, entre soluços, eu disse:
– E se eu engravidar, o que vou falar em casa pro meu namorado?
– Fica tranquila – ele disse – você vai tomar uns comprimidos que vou te dar e assim evita ficar prenha. Para de chorar, vem, vamos tomar banho.
Entramos numa banheira tipo jacuzzi e tomei banho com ele. Ele começou a lavar minha xota, tirou uma foto minha de costas. Dessa vez eu falei: não faz isso, você vai me prejudicar. Fica tranquila – ele disse – é só pra mim, você é muito gostosa mesmo.
Ficamos tomando banho juntos, ele beijou cada parte do meu corpo devagar. Que raba você tem, boneca – sabe, nunca me cansaria de te foder – mas vou ser sincero, um dia tenho que ir embora, então hoje vamos gozar.
Essa primeira vez ainda tá na minha mente como se fosse ontem, fui nas mãos dele uma boneca, ele fez o que quis comigo. Quando ele me deu o pau dele pra chupar, chupei de novo, quase vomitei quando senti o gozo quente na minha boca. Vai, abre a boca, engole, assim suave, devagar, chupa, chupa, abre a boca. Senti nojo, não vou negar, mas engoli o sêmen dele.
Exausta, deitamos na cama e ficamos semi-adormecidos, eu completamente pelada. Umas meia hora depois... Senti os dedos dele remexendo na minha buceta. Naquela noite ele me comeu quatro vezes. Fiquei exausta, largada na cama com o olhar perdido, ofegante. Toda cheia de porra.
Uma semana depois de perder a virgindade, ele quis fazer anal e, pra ser sincera, eu tava com medo. Várias vezes ele falava:
- Deixa eu tentar. Você tem uma raba que me fascina.
Sempre respondia que não, que ia me machucar.
Tava com ele no apartamento dele quando tentou me comer no cu e eu não deixei. Ouvi ele falar: hoje à noite vou te foder no cu. Se não, não me procura mais. Gustavo, por favor, tô com medo. Você pode me machucar. Ele saiu do quarto e eu fui trabalhar.
O dia inteiro fiquei distraída pensando nele e, quando chegou a noite, uma das minhas colegas perguntou se tava acontecendo alguma coisa. Respondi que não, que era só sono. Saí do trabalho e fui pra casa tomar banho.
Deitei na cama tentando dormir, mas não conseguia. Levantei duas vezes e, por fim, tomei a decisão de dar o cu. Tava como se hipnotizada, por dentro o tesão me vencia, era maior que meu medo da dor. Olhei o relógio, eram 8h45 da noite, sabia que naquela hora ele tava saindo do hotel. Falei pra minha mãe que ia cobrir uma colega do trabalho e que chegaria um pouco tarde. Recebi uma mensagem do meu namorado no celular dizendo que passaria pra me pegar, mas não respondi.
Fui procurar ele. Quando me viu, me abraçou e começamos a nos beijar.
- Não tem medo, não - Não sou um bruto. - Mas você tem que cooperar, ficar relaxada.
Levantei o olhar e vi meu namorado do outro lado da rua. Quis recusar, mas era tarde demais. Gustavo me pegou pela cintura e atravessei a rua com ele - passei na frente do meu namorado. Quando chegamos no apartamento dele, transamos como loucos. Ao me sentir sendo penetrada, falei: devagar, tá doendo, devagar, por favor. Separando minhas pernas, ele começou a me penetrar. Sentia o pau dele chegando no fundo do meu útero. Enrolei minhas pernas nas costas dele pra evitar que saísse da minha buceta, e ele começou... a me penetrar lentamente. Como se estivesse curtindo o momento.
- Que delícia que você é, como me aperta, você é estreita demais. Comecei a mexer minha cabeça com força, enterrei as unhas nas costas dele. E comecei a gemer, pedindo pra ele me enfiar até o fundo, ele começou a mexer os quadris mais rápido, afundando cada vez mais forte o pau dele na minha buceta. Não aguentei mais e explodi gritando que nem uma louca, sentir o roçar do pau dele me dava tanto prazer.
Você me machuca e me mata, mas eu gosto, você me preenche toda, ah. Ele tirou o pau todo e me virou de bruços, me enfiou por trás até as bolas, eu gritei ao sentir minha carne se abrindo pra dar passagem pro pau dele.
Senti o pau dele crescer e começar a explodir, enchendo todo o interior da minha buceta de porra.
Ficamos deitados, olhei o relógio, eram 10h45 da noite. Fiquei meio dormindo, meu celular me acordou, era minha mãe perguntando a que horas eu chegaria – só respondi: não se preocupa, chego mais tarde, tenho trabalho, e desliguei porque tinha medo que meus gemidos me entregassem. Quando minha mãe me ligou, ele começou a chupar minha buceta, fiquei selvagem, a língua áspera e arranhada dele me enlouquecia, ele sabia chupar e onde lamber. Peguei a cabeça dele com força e gritei, abafando um gemido de prazer quando me senti explodir.
Senti as mãos dele separarem minhas nádegas e a língua começar a percorrer a divisão delas, me arrancando um gemido. A língua continuou o trajeto e chegou no meu buraco proibido, e os dedos dele trabalhavam minha buceta, que eu mal conseguia controlar meus gemidos.
Era uma sensação única, muitas vezes ouvi os elogios dos homens na rua quando saía de short ou calça, nunca soube se meus quadris eram uma bênção ou um mal que eu tinha que carregar. Levantei pra ir ao banheiro e me aproximei da janela, vi meu namorado encostado num poste – nessa hora, Gustavo me pegou pela cintura e me levou pra cama.
A língua dele começou a percorrer meu cu, dando bicadinhas. ponta da língua dele. Senti que ele passava creme na entrada do meu buraco e senti um dedo cutucando dentro do meu cu, foi uma sensação estranha sentir os dedos dele, doía mas ao mesmo tempo eu gostava.
Ele começou a encostar a cabeça do pau no meu cu. De vez em quando fazia pressão e depois soltava.
Levantei da cama e coloquei um travesseiro debaixo da minha barriga, e ele pediu pra eu cooperar.
— Deixa eu tentar, se doer eu paro. E começou a me penetrar.
Senti a cabeça do pau dele fazendo pressão e tentei cooperar relaxando o corpo, mas não consegui, dei um grito enorme e levantei da cama. Ele me segurou pela cintura e me deitou de novo, tentou de novo, eu gritei ao sentir a pressão na entrada do meu cu. Ai, ai, ai, não, por favor, para. Ele tirou e de novo senti ele passando creme no meu buraco e pedindo pra eu relaxar.
Me coloquei na cama de quatro com o travesseiro debaixo. Me segurei no colchão com força, a pressão voltou, fechei os olhos e apertei os lábios. Senti ele entrando e gritei, não consegui me segurar. Comecei a balançar a cabeça desesperada, sentia meus olhos arregalados de tanto esforço pra sentir o pau dele me abrindo o cu. Era uma dor terrível, quis me mexer e não conseguia, ele me segurava com todo o peso. Virei pra olhar pra ele, implorando pra ele tirar. Por favor, você tá me machucando. — Ai, dói, por favor — Tira, você tá me rasgando. Não ligou pra minhas súplicas nem pro meu choro.
Ele ficou parado por alguns segundos. Depois me segurou pelos quadris com força e deu um empurrão que enfiou tudo, senti que faltava ar, esperneei, senti que ia morrer. A visão ficou turva. Quebrei algumas unhas de tanta força que apertei o travesseiro. Comecei a chorar, pra que mentir, foi uma dor enorme, gritei ao me sentir completamente arrebentada do cu.
Consegui balbuciar: “tá doendo, por favor, sai” antes de cair como morta, senti a visão escurecer. Você me machuca, não aguento, você é muito grande. Não consegui mais pará-lo, ele deixava descansar um pouco e depois enfiava de novo até o fundo. Pedi pra ele parar, mas não consegui fazer ele largar meu cu.
- Fica tranquila, ele disse, só coopera. Já tá aberta, agora vai entrar mais fácil. Teu cu é uma obsessão pra mim, tenho que meter ou vou explodir.
Perdi a noção do tempo, não sei quanto tempo ele ficou dentro do meu cu, mas sentia que a pica dele ia sair pela minha boca de tão fundo que enfiava.
Passaram uns minutos que eu não me mexi, mas depois senti meu cu se acostumando com o tronco da pica dele e, bem devagar, comecei a me mover. Cada vez que a pica dele entrava no meu cu, doía e ao mesmo tempo eu gostava. Teve hora que as estocadas dele me levantavam da cama. Até que ele gozou, banhando meus intestinos com o leite dele.
Quando tudo acabou, mal conseguia ficar de pé, meu cu doía, minhas pernas tremiam. - Fica tranquila, já passou, ele disse. - Vai ver que daqui a pouco você vai se acostumar com minha pica. Quando a última gota de porra dele esvaziou no meu cu - só então ele tirou. Levantei com dificuldade e fui pro banheiro, fechei a porta e comecei a chorar, meu cu doía. Ardia, sentia meu cu enorme, desflorado, lacerado.
Levantei do vaso com dificuldade. Me limpei com umas toalhas, vi uns vestígios de sangue no papel, e saí do banheiro. Foi assim que perdi a virgindade do cu. Cheguei em casa às 6h30 da manhã, mal conseguia andar. Ele me comeu duas vezes no cu. Quando saí, olhei pro meu namorado, ele ainda estava lá esperando eu sair.
Passei reto, mal conseguia andar, ele me alcançou no Volkswagen dele. "Amadureci" foram minhas palavras - ele me seguiu e abriu a porta do fusca, e eu entrei. Pedi pra ele parar numa farmácia, comprei uns absorventes íntimos e um creme vaginal porque sentia os lábios da minha buceta inchados, inflamados, e o cu doía pra caralho.
Durante o trajeto, ele não falou nada - quando chegamos em casa, só me perguntou por que eu fiz aquilo - viu no meu rosto uma careta de dor quando desci do carro dele - me Suas palavras me surpreenderam porque ele não era de falar mal. Ele te comeu – ele te comeu o cu? – Você deu o cu pra ele, né – Eu olhei pra ele e falei que não – Eu ouvi seu grito – Eu vi pela janela – Você é uma puta, me decepcionou.
No dia seguinte que ele fez sexo anal comigo, não fui trabalhar. Minhas pernas doíam e meu quadril doía. Pedi pra minha mãe ligar no trabalho e me justificar como doente. Tava com vergonha de sair, não desci nem pra comer. Minha mãe meio que desconfiou de algo, mas também não falou nada.
Quando a putaria acaba, a culpa moral bate.
Essa é minha história, boa ou ruim, essa foi minha primeira vez. Não consigo explicar em palavras o que sinto. Gustavo foi o primeiro homem que me desvirginou: buceta, cu e boca. E isso não é fácil de esquecer, você marcou meu início sexual.
Continuei com Gustavo mesmo sabendo que é algo proibido. Meu namorado me procurou, a gente conversou e eu confessei a verdade, não escondi nada. Só pedi desculpas e terminei com ele, não queria mais machucá-lo. Ele me disse que viu quando eu me deitei na cama de quatro e ouviu meu grito, achou que estavam me machucando, por isso espiou pela janela.
10 comentários - El despertar al sexo de una virgen(Relato) ;)
🙄 🙄 🙄 🙄 🤔 🤔
me quedo la vista hecha mierda por la pantalla blanca 😞
linda t escuchaba GRITARRR
harto tonto el novio de no agarrarsela el y quedarse mirando como el otro le dava¡¡¡