Raramente entro em salas de sexo pra conversar, mas naquela vez conheci o Sergio. A gente bateu um papo e depois ele me passou o MSN. Trocamos fotos, e as que ele mandava eram bem mais ousadas que as minhas, onde eu mal aparecia de biquíni, lembrança das minhas últimas férias na praia. As fotos dele obviamente acendiam minhas fantasias, já que nunca tinha ficado com um cara da idade dele. Ele perto dos 50 e eu com 24 anos.
A gente conversou pelo MSN várias vezes, e descobri que ele era separado e morava sozinho no apartamento dele na Capital.
Uma vez eu vi ele pela webcam e ele se masturbava pra mim. Eu entrava no jogo e escrevia umas putarias pra estimular ele. Obviamente me excitava ver que eu conseguia deixar um cara duro e fazer ele gozar através de um computador. Muitas vezes ele propôs a gente se encontrar num bar, me convidou pra jantar e até sugeriu se encontrarmos na rua, em plena luz do dia, mas eu sempre arrumava uma desculpa pra evitar, sem deixar de fantasiar em realizar o que a gente vinha conversando há tanto tempo.
Uns dias depois, entro no meu e-mail e vejo um correio do Sergio. Ele falava sobre a vontade que tinha de me encontrar, que me desejava e que faria de tudo pra eu aceitar um encontro. Quando terminei de ler o e-mail, me invadiu uma sensação de insegurança total. Ficava no dilema de continuar com minha postura de deixar tudo ser só uma relação virtual, ou aceitar nos encontrar, passar um tempo juntos e, acima de tudo, realizar minha grande fantasia: transar com um cara muito mais velho que eu.
Fiquei pensando por uns dias, e por mais que minha moral dissesse que não, um tesão intenso mexia com meus instintos.
Respondi o e-mail dando a entender que vontade não faltava e que ia pensar. Antes de enviar, anexei umas fotos minhas que eu achava sexy, mas sem mostrar demais: algumas de lingerie, de calcinha fio dental e sutiã, e outras posando de cama, fotos que minha ex-parceira tinha tirado e que eu guardava.
No dia seguinte, ao entrar no meu e-mail, levei um susto que não esperava: Sergio tinha se masturbado com minhas fotos, gravou o vídeo enquanto fazia isso e me mandou.
Definitivamente, esse foi o estopim para eu tomar minha decisão...
Se ele ficava excitado só de me olhar numa foto, a realidade devia superar a ficção, então topei e combinamos de nos encontrar num bar da rua Santa Fé, às 8 da noite.
Vesti uma camiseta listrada preta e branca, bem justa e com um bom decote. Definitivamente, meus peitos são meu atributo mais notável... Uma minissaia jeans bem curtinha, meia-calça de nylon e sapatos. Os nervos me atormentavam enquanto eu ia de táxi até o local do encontro. Já passava das 8 quando desci na calçada do outro lado e atravessei a rua, olhando disfarçadamente pra ver se conseguia identificar o Sergio dentro do bar. Vi ele sentado numa mesa, tomando uma taça de vinho e olhando pra rua.
Tomei coragem e continuei andando, tentando ter certeza de que o mesmo cara que eu tinha visto nas fotos era o mesmo que estava a poucos metros de mim.
Quando ele me viu entrar, me reconheceu na hora e me recebeu super educadamente com um beijo no rosto, e nos apresentamos. Os primeiros minutos do encontro foram meio estranhos, principalmente da minha parte. Ele parecia tranquilo, mas decidido. Pedimos uns drinques e, enquanto conversávamos sobre qualquer coisa, percebi como o Sergio me despia com o olhar. Até notei uma certa pressa nele, como se quisesse pagar a conta e vazar dali.
Pedi minha segunda taça de vinho, que tomei mais rápido que a primeira, quando o Sergio soltou a frase que eu tanto esperava e tanto temia ao mesmo tempo: Ele me convidou pra continuar a conversa no apartamento dele. Na hora, hesitei por um momento, mas o tesão foi mais forte e aceitei o convite.
Pegamos um táxi e chegamos no apartamento dele. No curto trajeto do elevador, o Sergio se aproximou de mim, me Pego na minha cintura e disse quanto estava esperando por esse momento.
Aproximou a boca da minha, e nos fundimos num beijo de língua bem profundo até o elevador parar. Eu estava em completo estado de choque, mas era uma sensação gostosa... sentia que estava fazendo algo proibido.
Entramos no apartamento, e Sergio foi até a cozinha, trouxe uma garrafa de champanhe e duas taças. Bebemos sentados num sofá, um do lado do outro, até que Sergio tirou a taça da minha mão e a deixou na mesa. Chegou perto de mim, me abraçou e nos beijamos por um bom tempo. A língua dele se mexia dentro da minha boca até quase me sufocar. A situação me parecia super excitante. Estar pegando um cinquentão era totalmente novo pra mim, mas ao mesmo tempo era a coisa mais tesuda que eu já tinha feito na vida.
Sergio afastou a boca da minha e, com um movimento só, tirou minha camiseta, deixando meus peitos à mostra, já que eu não tinha colocado sutiã. Ele se dedicou às minhas tetas por um bom tempo, lambendo meus mamilos e apertando eles com força com as mãos.
Totalmente excitada, comecei a passar a mão nele por cima da calça e pude sentir a excitação dele. Ele se levantou na minha frente, tirou a calça e a cueca dele estava prestes a explodir. Eu fiquei sentada no sofá, ele parado na minha frente, e comecei a masturbar ele por cima da cueca. Ficava louca sentindo como o pau dele crescia e endurecia nas minhas mãos. Ele soltou um gemido quando eu mordi de leve a cabeça dele. Ele tirou a camisa rapidamente enquanto eu abaixava a cueca dele e coloquei o pau dele na minha boca, com desespero... Senti como ele inchava e crescia dentro de mim. Sem tirar o pau da boca, tirei a minissaia e fiquei só de tanguinha...
Ele começou a passar a mão por cima da tanguinha, roçando o tecido no meu clitóris, o que me deixou completamente louca.
Depois, ele me pegou pelas mãos, me ajudou a levantar e ficamos um tempo nos beijando e nos apalpando de pé. Com movimentos lentos, Sergio esfregava o pau dele no meu corpo. Eu Virei de costas pra ele, ele me segurou pela cintura e colou com força a rola na minha bunda, pegou nos meus peitos e começou a se esfregar em mim... Nesse ponto, minha tara já tava no talo, então me soltei dele, me deitei no sofá e deixei ele subir em cima de mim enquanto eu puxava a calcinha fio dental pro lado. Ele esfregou a cabeça da rola no meu clitóris molhado e, sem aviso, enfiou tudo até o fundo, sem parar. Soltei um gemido forte ao sentir que ele chegava no fundo de mim. Tirava até a metade e metia de novo. A cada dois ou três movimentos, enfiava tudo lá dentro e tirava de novo, pra minha alegria, enquanto com as duas mãos segurava firme meus peitos. Eu tava muito perto de gozar pela primeira vez quando ele parou de repente, tirou a rola de dentro de mim, toda molhada com minha excitação. Num movimento só, me virou e me colocou de quatro. Eu tava louca de vontade de ser penetrada de novo, mas ele fez questão de me provocar um pouco até que me atacou sem aviso e enfiou até o fundo da minha buceta. Sergio me segurava pela cintura e as bolas dele batiam na minha bunda, ainda com a calcinha fio dental. Cada movimento de penetração me aproximava mais do meu tão esperado orgasmo, que eu anunciava com gemidos cada vez mais fortes e intensos. Movi meus braços pra trás e puxei ele pra perto de mim, pra que ele me fizesse explodir com toda a carne dele dentro. Enquanto sentia um dos orgasmos mais intensos da minha vida, comecei a sentir a rola dele pulsando dentro de mim, sinal de que o dele também tava chegando. Ele me penetrou mais algumas vezes até que se retirou de dentro de mim e aproximou a rola da minha boca... comecei a chupar, fazendo círculos com a ponta da língua em volta da cabeça até sentir ele derramando o leite dentro da minha boca, que engoli com muita sede, limpando cada gota que caía com a ponta da língua. Com certeza foi minha experiência mais safada. Continuamos nos vendo e aproveitando nossos corpos por uns meses depois, até que não o vi de novo porque mandaram ele a trabalho pro interior do país, mas hoje em dia ele continua sendo meu amante cibernético por excelência.
A gente conversou pelo MSN várias vezes, e descobri que ele era separado e morava sozinho no apartamento dele na Capital.
Uma vez eu vi ele pela webcam e ele se masturbava pra mim. Eu entrava no jogo e escrevia umas putarias pra estimular ele. Obviamente me excitava ver que eu conseguia deixar um cara duro e fazer ele gozar através de um computador. Muitas vezes ele propôs a gente se encontrar num bar, me convidou pra jantar e até sugeriu se encontrarmos na rua, em plena luz do dia, mas eu sempre arrumava uma desculpa pra evitar, sem deixar de fantasiar em realizar o que a gente vinha conversando há tanto tempo.
Uns dias depois, entro no meu e-mail e vejo um correio do Sergio. Ele falava sobre a vontade que tinha de me encontrar, que me desejava e que faria de tudo pra eu aceitar um encontro. Quando terminei de ler o e-mail, me invadiu uma sensação de insegurança total. Ficava no dilema de continuar com minha postura de deixar tudo ser só uma relação virtual, ou aceitar nos encontrar, passar um tempo juntos e, acima de tudo, realizar minha grande fantasia: transar com um cara muito mais velho que eu.
Fiquei pensando por uns dias, e por mais que minha moral dissesse que não, um tesão intenso mexia com meus instintos.
Respondi o e-mail dando a entender que vontade não faltava e que ia pensar. Antes de enviar, anexei umas fotos minhas que eu achava sexy, mas sem mostrar demais: algumas de lingerie, de calcinha fio dental e sutiã, e outras posando de cama, fotos que minha ex-parceira tinha tirado e que eu guardava.
No dia seguinte, ao entrar no meu e-mail, levei um susto que não esperava: Sergio tinha se masturbado com minhas fotos, gravou o vídeo enquanto fazia isso e me mandou.
Definitivamente, esse foi o estopim para eu tomar minha decisão...
Se ele ficava excitado só de me olhar numa foto, a realidade devia superar a ficção, então topei e combinamos de nos encontrar num bar da rua Santa Fé, às 8 da noite.
Vesti uma camiseta listrada preta e branca, bem justa e com um bom decote. Definitivamente, meus peitos são meu atributo mais notável... Uma minissaia jeans bem curtinha, meia-calça de nylon e sapatos. Os nervos me atormentavam enquanto eu ia de táxi até o local do encontro. Já passava das 8 quando desci na calçada do outro lado e atravessei a rua, olhando disfarçadamente pra ver se conseguia identificar o Sergio dentro do bar. Vi ele sentado numa mesa, tomando uma taça de vinho e olhando pra rua.
Tomei coragem e continuei andando, tentando ter certeza de que o mesmo cara que eu tinha visto nas fotos era o mesmo que estava a poucos metros de mim.
Quando ele me viu entrar, me reconheceu na hora e me recebeu super educadamente com um beijo no rosto, e nos apresentamos. Os primeiros minutos do encontro foram meio estranhos, principalmente da minha parte. Ele parecia tranquilo, mas decidido. Pedimos uns drinques e, enquanto conversávamos sobre qualquer coisa, percebi como o Sergio me despia com o olhar. Até notei uma certa pressa nele, como se quisesse pagar a conta e vazar dali.
Pedi minha segunda taça de vinho, que tomei mais rápido que a primeira, quando o Sergio soltou a frase que eu tanto esperava e tanto temia ao mesmo tempo: Ele me convidou pra continuar a conversa no apartamento dele. Na hora, hesitei por um momento, mas o tesão foi mais forte e aceitei o convite.
Pegamos um táxi e chegamos no apartamento dele. No curto trajeto do elevador, o Sergio se aproximou de mim, me Pego na minha cintura e disse quanto estava esperando por esse momento.
Aproximou a boca da minha, e nos fundimos num beijo de língua bem profundo até o elevador parar. Eu estava em completo estado de choque, mas era uma sensação gostosa... sentia que estava fazendo algo proibido.
Entramos no apartamento, e Sergio foi até a cozinha, trouxe uma garrafa de champanhe e duas taças. Bebemos sentados num sofá, um do lado do outro, até que Sergio tirou a taça da minha mão e a deixou na mesa. Chegou perto de mim, me abraçou e nos beijamos por um bom tempo. A língua dele se mexia dentro da minha boca até quase me sufocar. A situação me parecia super excitante. Estar pegando um cinquentão era totalmente novo pra mim, mas ao mesmo tempo era a coisa mais tesuda que eu já tinha feito na vida.
Sergio afastou a boca da minha e, com um movimento só, tirou minha camiseta, deixando meus peitos à mostra, já que eu não tinha colocado sutiã. Ele se dedicou às minhas tetas por um bom tempo, lambendo meus mamilos e apertando eles com força com as mãos.
Totalmente excitada, comecei a passar a mão nele por cima da calça e pude sentir a excitação dele. Ele se levantou na minha frente, tirou a calça e a cueca dele estava prestes a explodir. Eu fiquei sentada no sofá, ele parado na minha frente, e comecei a masturbar ele por cima da cueca. Ficava louca sentindo como o pau dele crescia e endurecia nas minhas mãos. Ele soltou um gemido quando eu mordi de leve a cabeça dele. Ele tirou a camisa rapidamente enquanto eu abaixava a cueca dele e coloquei o pau dele na minha boca, com desespero... Senti como ele inchava e crescia dentro de mim. Sem tirar o pau da boca, tirei a minissaia e fiquei só de tanguinha...
Ele começou a passar a mão por cima da tanguinha, roçando o tecido no meu clitóris, o que me deixou completamente louca.
Depois, ele me pegou pelas mãos, me ajudou a levantar e ficamos um tempo nos beijando e nos apalpando de pé. Com movimentos lentos, Sergio esfregava o pau dele no meu corpo. Eu Virei de costas pra ele, ele me segurou pela cintura e colou com força a rola na minha bunda, pegou nos meus peitos e começou a se esfregar em mim... Nesse ponto, minha tara já tava no talo, então me soltei dele, me deitei no sofá e deixei ele subir em cima de mim enquanto eu puxava a calcinha fio dental pro lado. Ele esfregou a cabeça da rola no meu clitóris molhado e, sem aviso, enfiou tudo até o fundo, sem parar. Soltei um gemido forte ao sentir que ele chegava no fundo de mim. Tirava até a metade e metia de novo. A cada dois ou três movimentos, enfiava tudo lá dentro e tirava de novo, pra minha alegria, enquanto com as duas mãos segurava firme meus peitos. Eu tava muito perto de gozar pela primeira vez quando ele parou de repente, tirou a rola de dentro de mim, toda molhada com minha excitação. Num movimento só, me virou e me colocou de quatro. Eu tava louca de vontade de ser penetrada de novo, mas ele fez questão de me provocar um pouco até que me atacou sem aviso e enfiou até o fundo da minha buceta. Sergio me segurava pela cintura e as bolas dele batiam na minha bunda, ainda com a calcinha fio dental. Cada movimento de penetração me aproximava mais do meu tão esperado orgasmo, que eu anunciava com gemidos cada vez mais fortes e intensos. Movi meus braços pra trás e puxei ele pra perto de mim, pra que ele me fizesse explodir com toda a carne dele dentro. Enquanto sentia um dos orgasmos mais intensos da minha vida, comecei a sentir a rola dele pulsando dentro de mim, sinal de que o dele também tava chegando. Ele me penetrou mais algumas vezes até que se retirou de dentro de mim e aproximou a rola da minha boca... comecei a chupar, fazendo círculos com a ponta da língua em volta da cabeça até sentir ele derramando o leite dentro da minha boca, que engoli com muita sede, limpando cada gota que caía com a ponta da língua. Com certeza foi minha experiência mais safada. Continuamos nos vendo e aproveitando nossos corpos por uns meses depois, até que não o vi de novo porque mandaram ele a trabalho pro interior do país, mas hoje em dia ele continua sendo meu amante cibernético por excelência.
2 comentários - Transado com um coroa do chat