E foi pra puta que pariu logo...Romina, minha puta grávida 2
A situação voltou a ser parecida com a que a gente tinha vivido com o Dom Manuel, Romi ficava me encarando o tempo todo como se estivesse me provocando e não tocava no assunto. Ela me deixou de novo uns dias bem tarado e no terceiro dia voltou ao ataque. Enquanto jantávamos, começamos a conversar.
— Tamo com sorte..., amor... — disse a Romi.
— Por quê, meu céu?
— O Oscar, que é o nome do rapaz da segurança, mora aqui perto e vem de carro.
— E...?
— Que ele se ofereceu pra me trazer... — eu dei uns beijos nela e falei pra não começar a encher o saco.
Ela esperou a gente estar na cama transando. Enquanto se mexia em cima de mim, começou o ataque de novo, ficou parada, sentada em cima de mim com meu pau bem dentro da buceta dela, me olhava de frente e eu acariciava os peitos dela, que estavam bem cheios e duros.
— Já decidi..., amor... se você não falar nada..., vou dar pra ele num motel..., porque faz tempo que não vou...
— Mas deixa eu arrombar teu cu bem arrombado.
— Você é um punheteiro... e se eu falar que tô doendo, você tira fora porque tem medo de me machucar... quero um macho..., que arrebente meu cu de verdade... — ela saiu de cima de mim e ficou de quatro na cama.
— Vem por trás, mas enfia na buceta..., imagina que você tá me comendo o cu..., mas só na punheta... você vai me pedir pra convidar o rapaz amanhã pra me comer na nossa cama... antes de meter, senão acabou a foda aqui... — eu me ajeitei atrás dela, ficava louco vendo ela assim oferecida, encostei a ponta do meu pau pra começar a comer ela e ela se jogou pra frente.
— Não te ouvi..., corno punheteiro..., e agora por favor me pede..., e amanhã você mesmo vai falar pro Oscar que adoraria ver ele arrombando meu cu... tá claro?
Enfiei na buceta e ela tirou de novo, se deitou de barriga pra cima na cama.
— Nem de quatro você vai me comer..., me pede..., vamos... — eu me aproximei pra colocar meu membro e ela colocou a mão no meu peito, me olhou fundo nos olhos.
— Convida ele amanhã. amor...
—E mais?
—Vou pedir pra ele arrebentar teu cu. —sorriu perversamente e me deixou penetrar ela, me beijou fundo na boca.
—Me come com força até gozar..., imagina amanhã..., a primeira coisa que ele vai aproveitar é meu cu... e espero que ele arrebente sem piedade..., você sabe que não erro quando escolho um macho... —meti forte até gozar e nos beijamos um tempão até dormir.
No dia seguinte, o tempo passou de novo num piscar de olhos. Romi falou que iam me buscar no trampo, sorte que voltaríamos de carro. Quando saí do serviço, vi um falcon velho parado na porta e a Romi junto com o cara no carro. Entrei e sentei no banco de trás. O cara era realmente impressionante, tinha umas mãos muito fortes e cara de bruto nato. Me senti humilhado com a situação de viajar atrás e ele com minha mulher na frente. Romi só me deu um beijinho.
—Ele é o Oscar, amor. Trabalha com segurança. —O cara apertou minha mão com força e senti que ia quebrar meus ossos. Tinha uma barriga meio gorda, mas parecia um cara bravo. Batemos um papo sobre besteiras e num momento Romi me olhou e disse: meu amor, não acha que o Oscar poderia ajudar a realizar sua fantasia? Que filha da puta, pensei, por que você faz isso comigo, puta? Engoli seco. Oscar me olhou pelo espelho.
—Fala, macho, não seja tímido. —a cara de Romi era um poema.
—Fala, amor..., fala... —e vi a mão dela indo pro zíper do cara.
Oscar olhou pra ela e pra mim, eu fiz cara de idiota. Romi se abaixou sobre o cara e, liberando o pau dele, começou a chupar. Tirou da boca e disse:
—Fala, amor..., fala!!!
—Bom..., queria ver como arrebentam o cu da Romi grávida... —o cara pisou no acelerador e saiu em disparada, afastou a Romi e disse que não queria desperdiçar a porra na boca dela.
—Vou encher teu cu..., vai sair até pelas orelhas..., sempre te vi com cara de puta...
você me mostra o caminho —disse pra mim.
Quando entramos... Em casa começaram a se pegar na sala de jantar. As mãos grandes do cara passavam por todo o corpo dela. Romi também tirou a roupa dele, chupou bem o pau dele e foram se abraçando até o quarto. A safadeza dos dois era enorme, e eu também não aguentava mais. Romi ficou de quatro na cama.
— É assim que você quer que eu fique...? amor... — o cara já estava ajoelhado atrás dela, enfiou um pouco na buceta da Romi pra pegar os fluidos dela enquanto os dedos gordos brincavam com o cu da minha mina.
— Devagar..., faz tempo que não me fazem isso... — o cara pegou ela pelo cabelo e beijou, com a mão direita foi guiando o pau dele em direção ao cu da Romi e, assim que a cabeça entrou, segurou ela pela cintura e enfiou até o fundo.
— Devagar... eu falei!!!!..., tá doendo, bruto... — o cara segurou firme o quadril dela e começou a serrar cada vez mais violentamente. Enquanto dizia:
— Cala a boca, puta... se é isso que você quer... nos primeiros dias que te vi, você ficava olhando pro meu volume..., imaginava ele no seu cu...? tava com vontade de ter ele bem no fundo?
— Sim, papai..., sim!!!, que bruto você é..., que duro que ele tá..., sua mulher deve ser muito feliz...
— Mais feliz você vai ser..., porque vou te fazer minha puta... — virou a cabeça pra me ver e disse.
— Você bate punheta, corno..., me mostra como você bate punheta... — Romi também virou a cabeça pra me ver e me pareceu que sorria. — Gosta de ver como eu arrebento o cu da sua mulher? — eu só concordei com a cabeça. Ele saiu de dentro da Romi e sentou na beira da cama, o pau dele era grosso e cabeçudo. Romi sentou de costas pra ele e encaixou de novo no cu dela.
— Vem chupar a buceta da sua mulher, mariconzinho..., eu não sei como um viado igual você..., conseguiu pegar uma puta dessa. — com as mãos apertava forte os bicos dos peitos da Romi, que tinha os olhos fechados e reclamava e gemia sem parar. Ele mandou eu sair e, virando a Romi, deixou ela ajoelhada do lado da cama, começou a comer ela. violentamente.
—Que bunda gostosa..., mina..., vai ser minha putinha..., hein?
—mmmmsiiiiiii!!!..., papai..., sim!!!!, quanto tempo que ninguém me tratava assim...
—Vou te comer quando eu quiser... entendeu?
—Sim papai..., sim!!! Toda sua...,
—E o masturbador, putinha?
—Que se foda..., por corno!!!!!, por me deixar ser tão puta!!!!,
—Mas você tá grávida..., não tem vergonha de ser tão puta?
—Não, agora sou sua putinha..., toda sua papai..., não vai gozar...?
—Gosto de prolongar o prazer..., amanhã você vai dançar comigo...
—O que você mandar...!!!
—E depois vou te levar num hotel e te comer sossegado..., sem nenhum otário olhando. —ele olhou pra mim e disse. Você arruma cento e cinquenta pra amanhã que eu vou passear com sua mulher... e te devolvo bem comida... Quer? E começou a meter mais forte na Romi.
—Amor..., responde o Oscar...!!!, não vê que ele fica bravo... e descontar na minha bunda...
—Sim..., Oscar, como você quiser. —o cara riu e disse que não queria gozar ainda mas que tinha que ir. Olhou pra mim de novo e disse.
—Quer que eu encha ela... ou você tem a fantasia de ver meu gozo escorrendo pelas costas e bunda dela... hein?
—Deixa bem dentro dela..., por puta..., —o cara riu e enfiou, a Romi virou a cabeça e beijava ele.
—Quanto gozo papai..., sempre sai tanto..., como eu sinto... —o cara ficou mais um pouco bombando e tirou ela ainda dura depois do orgasmo, na verdade era um cara novo, uns vinte e quatro ou vinte e cinco anos. Ficou de pé e pegou a Romi pelo cabelo levando a cabeça dela pro pau pra ela limpar. Romi estava em êxtase.
—Coloca um pouquinho na minha buceta..., vai sim..., —o cara beijou ela e disse que melhor amanhã que iam ter a noite toda pra eles. Começou a se vestir devagar, enquanto me olhava como se eu fosse um bicho estranho. Romi se deitou na cama. Com a bunda pra cima. Acompanhei o cara até a porta.
—Lembra que amanhã eu venho buscar ela, ajuda ela a se arrumar..., vou te devolver devolver bem comida..., ela não vai querer por um tempo...
A situação voltou a ser parecida com a que a gente tinha vivido com o Dom Manuel, Romi ficava me encarando o tempo todo como se estivesse me provocando e não tocava no assunto. Ela me deixou de novo uns dias bem tarado e no terceiro dia voltou ao ataque. Enquanto jantávamos, começamos a conversar.
— Tamo com sorte..., amor... — disse a Romi.
— Por quê, meu céu?
— O Oscar, que é o nome do rapaz da segurança, mora aqui perto e vem de carro.
— E...?
— Que ele se ofereceu pra me trazer... — eu dei uns beijos nela e falei pra não começar a encher o saco.
Ela esperou a gente estar na cama transando. Enquanto se mexia em cima de mim, começou o ataque de novo, ficou parada, sentada em cima de mim com meu pau bem dentro da buceta dela, me olhava de frente e eu acariciava os peitos dela, que estavam bem cheios e duros.
— Já decidi..., amor... se você não falar nada..., vou dar pra ele num motel..., porque faz tempo que não vou...
— Mas deixa eu arrombar teu cu bem arrombado.
— Você é um punheteiro... e se eu falar que tô doendo, você tira fora porque tem medo de me machucar... quero um macho..., que arrebente meu cu de verdade... — ela saiu de cima de mim e ficou de quatro na cama.
— Vem por trás, mas enfia na buceta..., imagina que você tá me comendo o cu..., mas só na punheta... você vai me pedir pra convidar o rapaz amanhã pra me comer na nossa cama... antes de meter, senão acabou a foda aqui... — eu me ajeitei atrás dela, ficava louco vendo ela assim oferecida, encostei a ponta do meu pau pra começar a comer ela e ela se jogou pra frente.
— Não te ouvi..., corno punheteiro..., e agora por favor me pede..., e amanhã você mesmo vai falar pro Oscar que adoraria ver ele arrombando meu cu... tá claro?
Enfiei na buceta e ela tirou de novo, se deitou de barriga pra cima na cama.
— Nem de quatro você vai me comer..., me pede..., vamos... — eu me aproximei pra colocar meu membro e ela colocou a mão no meu peito, me olhou fundo nos olhos.
— Convida ele amanhã. amor...
—E mais?
—Vou pedir pra ele arrebentar teu cu. —sorriu perversamente e me deixou penetrar ela, me beijou fundo na boca.
—Me come com força até gozar..., imagina amanhã..., a primeira coisa que ele vai aproveitar é meu cu... e espero que ele arrebente sem piedade..., você sabe que não erro quando escolho um macho... —meti forte até gozar e nos beijamos um tempão até dormir.
No dia seguinte, o tempo passou de novo num piscar de olhos. Romi falou que iam me buscar no trampo, sorte que voltaríamos de carro. Quando saí do serviço, vi um falcon velho parado na porta e a Romi junto com o cara no carro. Entrei e sentei no banco de trás. O cara era realmente impressionante, tinha umas mãos muito fortes e cara de bruto nato. Me senti humilhado com a situação de viajar atrás e ele com minha mulher na frente. Romi só me deu um beijinho.
—Ele é o Oscar, amor. Trabalha com segurança. —O cara apertou minha mão com força e senti que ia quebrar meus ossos. Tinha uma barriga meio gorda, mas parecia um cara bravo. Batemos um papo sobre besteiras e num momento Romi me olhou e disse: meu amor, não acha que o Oscar poderia ajudar a realizar sua fantasia? Que filha da puta, pensei, por que você faz isso comigo, puta? Engoli seco. Oscar me olhou pelo espelho.
—Fala, macho, não seja tímido. —a cara de Romi era um poema.
—Fala, amor..., fala... —e vi a mão dela indo pro zíper do cara.
Oscar olhou pra ela e pra mim, eu fiz cara de idiota. Romi se abaixou sobre o cara e, liberando o pau dele, começou a chupar. Tirou da boca e disse:
—Fala, amor..., fala!!!
—Bom..., queria ver como arrebentam o cu da Romi grávida... —o cara pisou no acelerador e saiu em disparada, afastou a Romi e disse que não queria desperdiçar a porra na boca dela.
—Vou encher teu cu..., vai sair até pelas orelhas..., sempre te vi com cara de puta...
você me mostra o caminho —disse pra mim.
Quando entramos... Em casa começaram a se pegar na sala de jantar. As mãos grandes do cara passavam por todo o corpo dela. Romi também tirou a roupa dele, chupou bem o pau dele e foram se abraçando até o quarto. A safadeza dos dois era enorme, e eu também não aguentava mais. Romi ficou de quatro na cama.
— É assim que você quer que eu fique...? amor... — o cara já estava ajoelhado atrás dela, enfiou um pouco na buceta da Romi pra pegar os fluidos dela enquanto os dedos gordos brincavam com o cu da minha mina.
— Devagar..., faz tempo que não me fazem isso... — o cara pegou ela pelo cabelo e beijou, com a mão direita foi guiando o pau dele em direção ao cu da Romi e, assim que a cabeça entrou, segurou ela pela cintura e enfiou até o fundo.
— Devagar... eu falei!!!!..., tá doendo, bruto... — o cara segurou firme o quadril dela e começou a serrar cada vez mais violentamente. Enquanto dizia:
— Cala a boca, puta... se é isso que você quer... nos primeiros dias que te vi, você ficava olhando pro meu volume..., imaginava ele no seu cu...? tava com vontade de ter ele bem no fundo?
— Sim, papai..., sim!!!, que bruto você é..., que duro que ele tá..., sua mulher deve ser muito feliz...
— Mais feliz você vai ser..., porque vou te fazer minha puta... — virou a cabeça pra me ver e disse.
— Você bate punheta, corno..., me mostra como você bate punheta... — Romi também virou a cabeça pra me ver e me pareceu que sorria. — Gosta de ver como eu arrebento o cu da sua mulher? — eu só concordei com a cabeça. Ele saiu de dentro da Romi e sentou na beira da cama, o pau dele era grosso e cabeçudo. Romi sentou de costas pra ele e encaixou de novo no cu dela.
— Vem chupar a buceta da sua mulher, mariconzinho..., eu não sei como um viado igual você..., conseguiu pegar uma puta dessa. — com as mãos apertava forte os bicos dos peitos da Romi, que tinha os olhos fechados e reclamava e gemia sem parar. Ele mandou eu sair e, virando a Romi, deixou ela ajoelhada do lado da cama, começou a comer ela. violentamente.
—Que bunda gostosa..., mina..., vai ser minha putinha..., hein?
—mmmmsiiiiiii!!!..., papai..., sim!!!!, quanto tempo que ninguém me tratava assim...
—Vou te comer quando eu quiser... entendeu?
—Sim papai..., sim!!! Toda sua...,
—E o masturbador, putinha?
—Que se foda..., por corno!!!!!, por me deixar ser tão puta!!!!,
—Mas você tá grávida..., não tem vergonha de ser tão puta?
—Não, agora sou sua putinha..., toda sua papai..., não vai gozar...?
—Gosto de prolongar o prazer..., amanhã você vai dançar comigo...
—O que você mandar...!!!
—E depois vou te levar num hotel e te comer sossegado..., sem nenhum otário olhando. —ele olhou pra mim e disse. Você arruma cento e cinquenta pra amanhã que eu vou passear com sua mulher... e te devolvo bem comida... Quer? E começou a meter mais forte na Romi.
—Amor..., responde o Oscar...!!!, não vê que ele fica bravo... e descontar na minha bunda...
—Sim..., Oscar, como você quiser. —o cara riu e disse que não queria gozar ainda mas que tinha que ir. Olhou pra mim de novo e disse.
—Quer que eu encha ela... ou você tem a fantasia de ver meu gozo escorrendo pelas costas e bunda dela... hein?
—Deixa bem dentro dela..., por puta..., —o cara riu e enfiou, a Romi virou a cabeça e beijava ele.
—Quanto gozo papai..., sempre sai tanto..., como eu sinto... —o cara ficou mais um pouco bombando e tirou ela ainda dura depois do orgasmo, na verdade era um cara novo, uns vinte e quatro ou vinte e cinco anos. Ficou de pé e pegou a Romi pelo cabelo levando a cabeça dela pro pau pra ela limpar. Romi estava em êxtase.
—Coloca um pouquinho na minha buceta..., vai sim..., —o cara beijou ela e disse que melhor amanhã que iam ter a noite toda pra eles. Começou a se vestir devagar, enquanto me olhava como se eu fosse um bicho estranho. Romi se deitou na cama. Com a bunda pra cima. Acompanhei o cara até a porta.
—Lembra que amanhã eu venho buscar ela, ajuda ela a se arrumar..., vou te devolver devolver bem comida..., ela não vai querer por um tempo...
4 comentários - Romina, minha putinha de 17
Muchas gracias por el aporte, segui asi!!!!
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