
Amigos, tô postando de novo esse conto editado, claro, pra quem não leu e pra quem leu mas não conseguiu porque eu tinha apagado! Espero que vocês curtam... Um conto erótico, daqueles que não escrevo muito, mas que conta uma história real que rolou na minha vida há um tempinho já! Saúde e boa semana!

Oliveiras...finais de janeiro de 2008
Embora a gente se conhecesse há muitos anos, nunca tivemos uma amizade, muito menos... considerando que ela é mãe de um amigo que vejo no máximo duas vezes por mês... é compreensível que nunca tenha rolado nada além de um "oi" ou "tchau" em algum aniversário, ou talvez aquele "Adoraria que você desse umas aulas de culinária... quanto cobra?", frase que deu origem a toda essa história que hoje me atrevo a tornar pública.
A primeira vez que pude admirá-la foi também a primeira vez que fui na casa do Botija (caro leitor, entenda que usei o apelido do meu amigo pra evitar qualquer tipo de problema) há uns dois anos, no aniversário de 25 anos dele. Era uma sexta-feira, cheguei atrasado como sempre, meu trampo de cozinheiro tem dessas de não ter horário fixo pra sair... toquei a campainha e ela abriu a porta... uma mulher gostosa pra caralho, chutei na época uns 45 anos, no máximo... morena de cachos até a metade da cintura, boca grande e lábios carnudos pintados de um vermelho metálico que já de cara me metalizaram a cabeça. Não tive coragem de fazer mais que cumprimentá-la, mas admito que naquela noite não conseguia pensar em outra coisa senão em que cômodo da casa ela estava, o que tava fazendo, com quem tava e essas paradas... realmente tinha pirado a cabeça com aquela primeira imagem. Ela tava de jeans azul escuro, um tênis baixinho, o cabelo molhado e o cheiro de maçã que sua esteira deixava me indicou que tinha acabado de sair de um banho caprichado... era verão, final de janeiro... em cima, uma camiseta com decote em V que me deixou ver os peitos dela... firmes, grandes e um biquinho dos mamilos duros.
Num momento da noite, fui até a cozinha buscar um pouco de comida... na sala só tinha bebida e, como cheguei tarde, tinha perdido quase tudo que tinha pra comer. Não conhecia a casa, o Botija me indicou uma porta, um corredor e mais outra porta pra chegar... então fiz isso. Ao entrar, vejo ela, Anabella, tomando uns mates sentada na mesa da cozinha, peço desculpas por a intromissão e me aproximo da geladeira pra encontrar o que tinha ido buscar, e foi aí que começou uma conversinha que tivemos...
- Então você é o cozinheiro...
E eu, com uma cara de quem não tava entendendo nada, me joguei no que poderia ter sido rotulado como "desacato"
- É, é o que tem, fazer o quê, de alguma coisa a gente tem que viver... sorte que tem trampo e eu gosto do que faço.
E ela, claramente interessada no assunto, continuou...
- Ah... eu adoro cozinhar, desde pequena, mas nessa idade a verdade é que gosto mais que cozinhem pra mim, porque morando nessa casa já cansei de delivery...
(Pra mim, na minha cabeça... essa frase soou como "Eu adoro foder, desde pequena... mas nessa idade a verdade é que gostaria que fizessem direito... porque morando nessa casa já cansei do meu marido...")
Fechando a geladeira e com dois sanduíches de pão de forma na mão, resolvi olhar pra ela...
- É... todo mundo gosta que cozinhem pra gente, ainda mais se pedimos algo que a gente gosta... cozinhar é uma arte e uma paixão, e como toda coisa apaixonada, se não for feita com tudo... não tem graça.
Dando uma risadinha que me esquentou até a ponta dos pés, ela respondeu
- Totalmente, tirou as palavras da minha boca... você toma chimarrão? Não tô com sono e enjoei de ver TV lá em cima, acontece todo fim de semana, os meninos saem, meu marido trabalha como segurança... e não sou de sair... bom, não tenho idade pra sair como vocês!!
Me debatendo entre sentar ou voltar pra minha geração pra ouvir as mesmas histórias de sempre, aceitei uns mates e seguimos...
- O que importa é a atitude... não a idade, além disso você não aparenta a idade que tem... parece muito mais nova, eu diria uns 35 e muito bem vividos...
Visivelmente feliz com o pseudo elogio que fiz, sentando na mesa da cozinha, ela mudou de postura e me ofereceu outro mate...
- Quem dera meu marido pensasse como você...(rindo) ultimamente te diria que ele me vê como uma velha gostosa de 60... não sei se me Sabe o que eu tô querendo dizer?... Juro que faço de tudo pra ele reparar em mim, mas não sei se o problema sou eu ou se ele já vem cansado... Pra ser sincera, já desisti dessa parada... Como eu tava te falando antes (chupando a bombilla do mate), não sei por quê, mas tô numa fase de ficar mais em casa... A única coisa que faço é ir pra academia três vezes por semana... Com os filhos já crescidos, achei que a gente ia reacender a chama... mas tô percebendo que me enganei...
Era agora ou nunca... era avançar pelo menos um pouco ou meter o pé de vez sem remexer o vespeiro... Não pensei muito... às vezes ser impulsivo tem suas vantagens!
- Nunca é tarde... a questão é se valorizar, é perceber que a gente ainda pode fazer um monte de coisa e não deixar que os outros, quem tá ao redor, seja o parceiro ou quem for, tirem essa vontade de ignorar a gente... a vida é pra ser vivida... seja um momento ou o dia inteiro... essa é minha filosofia... por isso que tô solteiro
Nós dois começamos a rir... A Botija chegou depois e, como viu que a gente tava tomando mate e na sala só estavam os amigos da faculdade dela e eu não conhecia ninguém, não falou nada... então a gente conversou um tempão... Ela me contou que sempre foi fiel ao marido, mas que às vezes dava vontade de fazer outras coisas... de se sentir mulher de novo e, o mais importante, de sentir de novo coisas que há muito tempo tinha deixado de sentir. Da minha parte, contei que tava solteiro, que trabalhava de segunda a sábado até umas 20h e que gostava de mulheres mais velhas, exatamente como tô escrevendo aqui, e foi nesse momento da conversa que ela disse...
- Não ter 20 anos a menos...
E eu, sem perder tempo, me joguei de vez na piscina que ela já tinha enchido de água pra mim...
- Do jeito que você tá... você tá muito gostosa... nunca diria não pra você... pra nada!
A madrugada tava ficando cada vez mais quente... eu não sabia bem onde isso tudo ia dar, já eram quase 4 da manhã... de manhã e eu entrava pra trampar às 7. Passei um tempo com o Botija lá fora, pra não ser tão na cara, e quando resolvi ir embora pra não chegar atrasado no trampo, saindo de casa e acenando pros poucos que ainda estavam... Anabella apareceu de novo...
- Já vai? Eu tenho que buscar minha mãe no Retiro, quer que te dê uma carona?
Claro que aceitei quase sem pensar, peguei meu casaco e ela já tava lá fora me esperando com o carro ligado...
- Vou até Palermo, mas me deixa onde for mais fácil pra você, de boa
- Te levo, sem problema, senão nem teria falado nada, bombom, você me caiu super bem...
A pica ficou dura que nem pedra na hora que ouvi isso... ter ela ali, no carro dela, só nós dois... com tempo ainda porque faltava um tempinho pra chegar e a gente podia fazer qualquer coisa... me excitava só de olhar a virilha dela naquele jeans azul justo e como o sol batia de cheio no decote... banhando de amarelo os peitos lindos dela...
- Bom, me deixa aqui na Oro e Libertador, trampo perto daqui... preciso comprar uma coisa antes de entrar... muito obrigado pela carona...
E ela... mostrando a segunda intenção que tinha pra me levar...
- De nada... como é que vai me pagar? Melhor dizendo... o que você vai fazer pra me retribuir o favor?
Com a cara toda vermelha e pegando minha mochila no banco de trás, quase que eu via ela pelada com o que acabou de me falar...
- O que você quiser... e quando quiser
Ela gostou...
- Mmmmmmmmm que gostoso... quer me passar seu celular? Adoro mandar mensagens e como você não vem muito em casa... a gente pode perder contato...
- Fechou, vou te passar...
E passei... dei um beijo nela... fechei a porta e ela arrancou pra ir embora. Confesso que andando pro trampo eu ficava me perguntando se o que tinha rolado era real ou só mais uma fantasia... se eu tinha sonhado ou se aquela gostosa linda de uns 45 anos realmente me via como algo mais que o amigo do filho dela...
O fim de semana passou sem novidades. Importante só umas mensagens tranquilas sobre as coisas que a gente conversou... nada de outro mundo... mas chegou segunda-feira à noitinha, já eram quase 9 da noite e eu esperando o 152 na Santa Fé e Godoy Cruz, toca meu celular com uma mensagem dela...
"Oi, gato... como você tá? Terminou de trabalhar? Fiquei o dia inteiro pensando em você... nem me pergunta por quê... pareço uma adolescente... mas queria saber de você... tô voltando da academia, te mando beijinhos"
Eu tinha só dois reais de crédito... mas tinha que responder aquela mensagem na hora...
"Tudo bem... tô pegando o busão pra voltar pra casa... hahaha Pensando em mim? Você me faz corar... não me faz pensar mal, hein... beijinhos pra você, gostosa"
Assim que apertei enviar, surgiram duas chances: 1- Ela respondia no mesmo tom ou 2- Nunca mais me respondia
Graças ao deus do sexo, a resposta foi essa...
"Simmm, pensando em você... tá errado? Você me fez pensar muito com tudo que a gente conversou e, sinceramente, você não parece ter 25 anos, cara... onde você tá? A gente pode se ver?"
Tremendamente excitado e pensando que eu tinha no máximo duas ou três mensagens... mandei tudo pra merda e me entreguei ao destino...
"Adoraria te ver... tô no busão já... me fala como a gente faz"
E ela, levando em conta a proximidade da casa dela... a hora e o dia, me disse...
"Desce em Belgrano, me espera na Cabildo e Juramento... em 20 minutos tô aí"
E foi assim... desci onde ela mandou, em 5 minutos vi ela chegar no carro dela, entrei rápido e ela arrancou...
- Como você tá... cansado do trampo? Que delícia te ver tão cedinho!
Eu, que não sabia bem o que tava rolando, não tive ideia melhor do que falar...
- É... dia puxado de trampo, nem queria tomar banho... só queria ir pra puta que pariu!!!
- Bom, agora você tá comigo... quer que eu te faça umas massagens? (Já tinha virado a esquina... e tava cruzando os trilhos em direção à Libertador)
- Você não faz ideia do bem que me fariam... tô com as costas todas travadas de ficar em pé na cozinha...
De repente, ela se jogou pro lado... freio e parei o carro na Montañeses e Mendoza... desliguei o som que a gente tava ouvindo baixinho, sem dar a mínima importância, e de uma vez, sem rodeios, ela se virou, olhando nos meus olhos e apoiando a mão direita na minha perna, me disse:
- Quer que eu faça as massagens aqui mesmo ou prefere que a gente vá pra algum lugar mais confortável pra ficar mais à vontade e ninguém encher o saco? Fala você... (E já não só apoiava a mão, mas começava a passar a mão no meu volume e a sentir como eu ficava duro e empinado com as coisas que ela falava)
- Vamos pra onde você quiser... tenho todo o tempo do mundo pra você... você tem algum problema com o horário?
Ela se entregou de vez.
- Não, nenhum, só penso nesse momento... contanto que seja com você e você tire essa vontade que tô de você, não ligo pra hora, posso inventar alguma desculpa pra não falarem nada em casa e pronto...
Direto, quando ela terminou de falar, peguei ela pela nuca, puxei pra perto de mim e provei pela primeira vez aquela boca que pedia sexo aos berros... beijei ela... mordi... lambi... roçei devagar com a língua enquanto ela fazia de tudo pra pular do banco e sentar em cima de mim, e o lugar não ajudava muito... mesmo assim, aqueles 15 minutos serviram pra apalpar os peitos dela e enfiar a mão na buceta dela... que depois ela me disse que tinha depilado tudo pra ocasião. Ouvindo ela começar a gemer enquanto eu mordia devagar o pescoço dela, comecei a falar no ouvido dela:
- Quer me sentir? Quer me ter dentro de você? Tô morrendo de vontade de te jogar numa cama e te fazer minha... (Já louco e doente de tesão... senti ela enfiar a mão em mim, pegar no meu pau e começar a me masturbar com uma ansiedade tremenda... ofegante)
- Siiim, quero, quero você inteiro... não aguento mais!
Ela falou, virou pra trás, ajeitou um pouco a roupa e ligou o carro de novo... quase sem trocar palavra e nos tocando enquanto saíamos de lá, chegamos num hotel na Montanheses... entramos, ela pediu um horário e me olhou cúmplice, me indicando que a partir das 22h já podíamos passar a noite. Com um olhar, aceitei, e ela pagou os 90 reais de um quarto simples até a manhã seguinte. Ao entrar, usou o celular pra avisar que ia ficar na casa de uma amiga, ligou pra amiga pra ser cúmplice e, quando tudo estava fechado e sem suspeitas, desligou o celular e guardou na bolsa. Ela tava de jogging e uma camiseta esportiva, e por cima uma jaqueta leve... eu não fazia outra coisa senão olhar pra ela... não conseguia acreditar em tudo que tava rolando... no elevador, antes de chegar no quarto 406, ela me apertou contra o espelho e, me beijando, pegou na minha piroca de novo, dizendo:
- É isso que eu quero, quero tudo, quero me encher de você, cara, quero que me faça sentir mulher e que tire a puta que tem dentro de mim...
Se ainda faltava algo pra me deixar de pau duro, ela disse as palavras certas... parei o elevador... abri a porta, ela saiu primeiro e o quarto tava bem na frente da porta. Fechei o elevador e, quando me virei, sem nenhum pudor, agarrei a bunda dela bem forte, apertando. Ela riu e falou:
- Mmmmmm, cê gosta? Eu malho ela na academia... vai estrear pra mim?
Rápido, abri a porta, entramos... e ela deu uma segurada, se abrindo:
- Que loucura tudo isso... mas eu adoro. Quero te falar uma coisa... eu sei que tudo aconteceu rápido e nós dois colaboramos de certo jeito pra estar aqui, mas preciso te dizer que faz mais de 20 anos que não piso num lugar desses e que, mesmo que você não acredite, isso é uma aventura pra mim, e não sei se amanhã vou me arrepender ou não. A única coisa que sei e pelo que estou aqui é que te desejo muito, você me virou a cabeça e eu não conseguia mais pensar, queria sentir com meu corpo e aqui estou, sou toda sua...
Ela se aproximou, começamos a nos beijar, jogou a bolsa de lado na cama... sem parar de nos beijar, me levou até um dos nas laterais da cama onde ficava o controle das luzes... eu de pé... ela sentou na cama e começou a brincar com as luzes, me perguntando como eu gostava do clima, escolhemos juntos uma penumbra que deixava ver os contornos dos corpos... e assim, sentada...
- Quer que eu chupe sua pica? Quer gozar na minha boca?
E abaixando minha calça e cueca, ela começou a me chupar de um jeito incrível, segurando com as duas mãos primeiro e enfiando tudo na boca, passando a língua da cabeça até as bolas... de vez em quando me olhava com aquela cara de puta que ela mesma disse que queria ter, e não parou um segundo de ter na boca, aos poucos foi tirando minha roupa e eu a dela... ela se levantou, ficamos de frente e eu virei ela contra a parede... ela estava nua toda pra mim, finalmente pude ter ela pelada, aquela gostosa infernal que pouco tinha de velha como ela dizia que todo mundo olhava. Encostei minha pica na bunda dela e comecei a apalpar os peitos dela contra a parede... devagar fui abrindo as pernas dela e tocando... estávamos pegando fogo os dois, mas ainda nos conhecendo
- Que dura que você tá... como eu adoro sentir ela, cara, toca ela que eu depilei pra você. Chupa minha buceta, faz o que quiser comigo
Virei ela... levei pra cama e comecei a lamber ela toda, de ponta a ponta do corpo, a pele dela era especial... e o gosto que tinha nos poros irradiava sexo, e quando falei isso pra ela, fiz ela se sentir uma puta como ela pedia... ela pediu pra eu chupar os peitos dela como se fosse tomar leite, me perguntou se eu gostava do corpo dela, se me excitava ver ela pelada... eu disse que sim, que adorava, que ia foder ela toda... e ela tremeu. Desci pelos peitos e barriga até a virilha... comecei a chupar devagar, brincando com minha língua e dedos até levar ela ao ponto de ebulição
- Siimm que delícia pelo amor de Deus, chupa toda minha buceta... me faz gozar com sua boca, seu puto
- Você gosta que eu chupei ela assim, sua putinha? hein? cê gosta?
- Siiiiim, chupa assim...assim (e se agarrava nos lençóis com força)
Tanto chupei ela e meti os dedos que, aos poucos, comecei a sentir ela gozando na minha boca. Fui descobrindo o jeito de esquentar ela e levar ao primeiro orgasmo dela naquela noite... de repente, ela começou a gemer mais alto, agarrou minha cabeça com uma mão e com a outra ficava apertando os peitos... em questão de segundos, senti o mel escorrendo na minha boca e os músculos dela se contraindo tudo... foi lindo sentir ela gozar...
- Que filho da puta que você é... tem pena de mim!!! Ahhhhhhhhhhh quanto tempo que não sentia uma coisa dessas... tinha esquecido como era...
Ela tava toda gozada, com uma cara linda de felicidade, e eu esperando mais. Aí ela começou:
- Senta que eu quero chupar você de novo... vem... me dá ele de novo...
Sentei na cama e ela se ajoelhou no chão e começou a me mamar de novo, se tocando... tava muito tesuda. Depois de um tempo, não aguentou mais. Levantou:
- Quero sentir ele dentro de mim, me fode
Ela sentou no meu pau e, me abraçando forte, começou a rebolar... entrou fácil e até o fundo, ela mesma colocou pra dentro e começou a cavalgar sem parar
- Isso, gostoso, me fode bem até o fundo... cê gosta que sua puta seja tão fácil? Hein? Fala... cê gosta que eu seja a mais puta na cama?
- Sim, adoro que você seja tão puta, adoro que você goste tanto de ser fodida
- Siiim, adoro seu pau... desde que peguei nele no carro, não parei de pensar em ter ele dentro de mim... me fode, me fode, gostoso, me fode
E eu fodi ela... chupando ela toda, ouvindo tudo que ela falava no meu ouvido... trocamos de posição algumas vezes... e ela pedia pra avisar quando eu fosse gozar
- Me avisa... quero ele todo na boca, quero ele quentinho na boca, bebê
E eu dei pra ela... do jeito que ela pediu... levantei, ela se ajoelhou de novo e me deu a boca dela toda pra eu encher de porra... ela adorou... quando acabei de gozar, ela chupou pra tirar o que tinha sobrado Fiquei... ela olhou nos meus olhos... abriu a boca e me mostrou tudo, se levantou na minha frente e engoliu tudo... e me disse:
- Que gostoso... quanto tempo eu queria fazer isso em você... queria ela toda na boca... você gostou?
- Siim, ameeeeeii
- Quer descansar? Ou continuamos?
Ela parecia cansada... ofegante, mas não queria me decepcionar nem que eu pensasse que ela não tinha prática pra foder a noite toda, então dei essa escolha pra ela...
- Bom, vem... vamos tomar banho juntos, você me disse que não tinha se lavado... (ela pegou na minha mão e, do jeito que estávamos, fomos pro chuveiro e começamos a nos lavar... no meio do banho... ela faz a piada clássica do sabonete e se abaixa pra pegar... na sequência, se levanta e me diz...)
- Quero que você me coma o cu... quero sentir seu pau
E não hesitei um segundo em começar a enfiar os dedos um por um... primeiro sentiu um pouco de dor... mas foi me dizendo que gostava e a dor foi se transformando em prazer... quando já estava bem aberta, me pediu pra meter com força... e foi assim... devagar comecei a enfiar o pau sem fazer muita força... sem machucar...
- Aí... que delícia... me come o cu, seu filho da putaaa (Ela começou a gritar... já não eram gemidos, ela gritava de prazer, adorava que eu tivesse comendo o cu dela)
- Que puta você me faz sentir... Como é bom sentir seu pau, bebê, continua, continua
- Siiiiim, me fode, filho da puta, me fode
E assim ela continuou pedindo até que eu não aguentava mais e perguntei onde ela queria que eu gozasse dessa vez...
- Onde você quiser, amor, quer gozar dentro? Goza dentro e deixa escorrer seu leite... enche meu cu de porra, seu safado
Enchi o cu dela de porra, senti um prazer inexplicável em palavras, ela de quatro, toda aberta e extasiada, e eu atrás dela vendo a porra escorrer do cu dela, e ela me mostrava feliz... e passava a mão por baixo, levava à boca e chupava os dedos... realmente incrível.
Aquela noite foi só sexo... ela chegou a me dizer que se Me senti a maior puta de todas, fazendo coisas que só tinha visto na televisão, mas que nunca tinha feito. Descansamos um pouco e ela me acordou antes de irmos embora, chupando meu pau e me dizendo:
- Antes de você ir, quero tomar café... me dá?
E eu não aguentava mais... meti nela até não poder mais, e os dois tínhamos que sair cedo, ela pra casa dela, continuar a vida de mãe e esposa, e eu pro meu trampo, cozinhar a terça-feira inteira quase sem dormir, mas não tava nem aí, aquela gostosa linda de 45 anos me deixou de cama e eu deixei ela... nos trocamos juntos, sem parar de nos tocar e chupar... saímos do hotel no carro dela e ela me levou pro trampo. Os caras que me viram descer do carro zoaram, falando que minha mãe tinha me trazido pro trabalho... eu só ria. Lá pela metade da manhã, meu celular tocou:
- Tudo bem em casa, sem problemas, felizmente... amei cada coisa que você fez comigo, amei ser sua puta... espero que não seja a última vez... antes eu já te queria, agora quero ficar viciada no seu pau... tenha um lindo dia, amor... vou dormir um pouco, porque já tomei café com seu leite...
E eu respondi com o último crédito que me restava desde ontem à noite:
- Dorme bem... sexta-feira eu saio no mesmo horário de novo.
- Perfeito. Passo pra te pegar.
(Mensagem impossível de enviar, recarregue sua linha)
Não tava nem aí... sexta-feira ela vinha me buscar.
A primeira vez que pude admirá-la foi também a primeira vez que fui na casa do Botija (caro leitor, entenda que usei o apelido do meu amigo pra evitar qualquer tipo de problema) há uns dois anos, no aniversário de 25 anos dele. Era uma sexta-feira, cheguei atrasado como sempre, meu trampo de cozinheiro tem dessas de não ter horário fixo pra sair... toquei a campainha e ela abriu a porta... uma mulher gostosa pra caralho, chutei na época uns 45 anos, no máximo... morena de cachos até a metade da cintura, boca grande e lábios carnudos pintados de um vermelho metálico que já de cara me metalizaram a cabeça. Não tive coragem de fazer mais que cumprimentá-la, mas admito que naquela noite não conseguia pensar em outra coisa senão em que cômodo da casa ela estava, o que tava fazendo, com quem tava e essas paradas... realmente tinha pirado a cabeça com aquela primeira imagem. Ela tava de jeans azul escuro, um tênis baixinho, o cabelo molhado e o cheiro de maçã que sua esteira deixava me indicou que tinha acabado de sair de um banho caprichado... era verão, final de janeiro... em cima, uma camiseta com decote em V que me deixou ver os peitos dela... firmes, grandes e um biquinho dos mamilos duros.
Num momento da noite, fui até a cozinha buscar um pouco de comida... na sala só tinha bebida e, como cheguei tarde, tinha perdido quase tudo que tinha pra comer. Não conhecia a casa, o Botija me indicou uma porta, um corredor e mais outra porta pra chegar... então fiz isso. Ao entrar, vejo ela, Anabella, tomando uns mates sentada na mesa da cozinha, peço desculpas por a intromissão e me aproximo da geladeira pra encontrar o que tinha ido buscar, e foi aí que começou uma conversinha que tivemos...
- Então você é o cozinheiro...
E eu, com uma cara de quem não tava entendendo nada, me joguei no que poderia ter sido rotulado como "desacato"
- É, é o que tem, fazer o quê, de alguma coisa a gente tem que viver... sorte que tem trampo e eu gosto do que faço.
E ela, claramente interessada no assunto, continuou...
- Ah... eu adoro cozinhar, desde pequena, mas nessa idade a verdade é que gosto mais que cozinhem pra mim, porque morando nessa casa já cansei de delivery...
(Pra mim, na minha cabeça... essa frase soou como "Eu adoro foder, desde pequena... mas nessa idade a verdade é que gostaria que fizessem direito... porque morando nessa casa já cansei do meu marido...")
Fechando a geladeira e com dois sanduíches de pão de forma na mão, resolvi olhar pra ela...
- É... todo mundo gosta que cozinhem pra gente, ainda mais se pedimos algo que a gente gosta... cozinhar é uma arte e uma paixão, e como toda coisa apaixonada, se não for feita com tudo... não tem graça.
Dando uma risadinha que me esquentou até a ponta dos pés, ela respondeu
- Totalmente, tirou as palavras da minha boca... você toma chimarrão? Não tô com sono e enjoei de ver TV lá em cima, acontece todo fim de semana, os meninos saem, meu marido trabalha como segurança... e não sou de sair... bom, não tenho idade pra sair como vocês!!
Me debatendo entre sentar ou voltar pra minha geração pra ouvir as mesmas histórias de sempre, aceitei uns mates e seguimos...
- O que importa é a atitude... não a idade, além disso você não aparenta a idade que tem... parece muito mais nova, eu diria uns 35 e muito bem vividos...
Visivelmente feliz com o pseudo elogio que fiz, sentando na mesa da cozinha, ela mudou de postura e me ofereceu outro mate...
- Quem dera meu marido pensasse como você...(rindo) ultimamente te diria que ele me vê como uma velha gostosa de 60... não sei se me Sabe o que eu tô querendo dizer?... Juro que faço de tudo pra ele reparar em mim, mas não sei se o problema sou eu ou se ele já vem cansado... Pra ser sincera, já desisti dessa parada... Como eu tava te falando antes (chupando a bombilla do mate), não sei por quê, mas tô numa fase de ficar mais em casa... A única coisa que faço é ir pra academia três vezes por semana... Com os filhos já crescidos, achei que a gente ia reacender a chama... mas tô percebendo que me enganei...
Era agora ou nunca... era avançar pelo menos um pouco ou meter o pé de vez sem remexer o vespeiro... Não pensei muito... às vezes ser impulsivo tem suas vantagens!
- Nunca é tarde... a questão é se valorizar, é perceber que a gente ainda pode fazer um monte de coisa e não deixar que os outros, quem tá ao redor, seja o parceiro ou quem for, tirem essa vontade de ignorar a gente... a vida é pra ser vivida... seja um momento ou o dia inteiro... essa é minha filosofia... por isso que tô solteiro
Nós dois começamos a rir... A Botija chegou depois e, como viu que a gente tava tomando mate e na sala só estavam os amigos da faculdade dela e eu não conhecia ninguém, não falou nada... então a gente conversou um tempão... Ela me contou que sempre foi fiel ao marido, mas que às vezes dava vontade de fazer outras coisas... de se sentir mulher de novo e, o mais importante, de sentir de novo coisas que há muito tempo tinha deixado de sentir. Da minha parte, contei que tava solteiro, que trabalhava de segunda a sábado até umas 20h e que gostava de mulheres mais velhas, exatamente como tô escrevendo aqui, e foi nesse momento da conversa que ela disse...
- Não ter 20 anos a menos...
E eu, sem perder tempo, me joguei de vez na piscina que ela já tinha enchido de água pra mim...
- Do jeito que você tá... você tá muito gostosa... nunca diria não pra você... pra nada!
A madrugada tava ficando cada vez mais quente... eu não sabia bem onde isso tudo ia dar, já eram quase 4 da manhã... de manhã e eu entrava pra trampar às 7. Passei um tempo com o Botija lá fora, pra não ser tão na cara, e quando resolvi ir embora pra não chegar atrasado no trampo, saindo de casa e acenando pros poucos que ainda estavam... Anabella apareceu de novo...
- Já vai? Eu tenho que buscar minha mãe no Retiro, quer que te dê uma carona?
Claro que aceitei quase sem pensar, peguei meu casaco e ela já tava lá fora me esperando com o carro ligado...
- Vou até Palermo, mas me deixa onde for mais fácil pra você, de boa
- Te levo, sem problema, senão nem teria falado nada, bombom, você me caiu super bem...
A pica ficou dura que nem pedra na hora que ouvi isso... ter ela ali, no carro dela, só nós dois... com tempo ainda porque faltava um tempinho pra chegar e a gente podia fazer qualquer coisa... me excitava só de olhar a virilha dela naquele jeans azul justo e como o sol batia de cheio no decote... banhando de amarelo os peitos lindos dela...
- Bom, me deixa aqui na Oro e Libertador, trampo perto daqui... preciso comprar uma coisa antes de entrar... muito obrigado pela carona...
E ela... mostrando a segunda intenção que tinha pra me levar...
- De nada... como é que vai me pagar? Melhor dizendo... o que você vai fazer pra me retribuir o favor?
Com a cara toda vermelha e pegando minha mochila no banco de trás, quase que eu via ela pelada com o que acabou de me falar...
- O que você quiser... e quando quiser
Ela gostou...
- Mmmmmmmmm que gostoso... quer me passar seu celular? Adoro mandar mensagens e como você não vem muito em casa... a gente pode perder contato...
- Fechou, vou te passar...
E passei... dei um beijo nela... fechei a porta e ela arrancou pra ir embora. Confesso que andando pro trampo eu ficava me perguntando se o que tinha rolado era real ou só mais uma fantasia... se eu tinha sonhado ou se aquela gostosa linda de uns 45 anos realmente me via como algo mais que o amigo do filho dela...
O fim de semana passou sem novidades. Importante só umas mensagens tranquilas sobre as coisas que a gente conversou... nada de outro mundo... mas chegou segunda-feira à noitinha, já eram quase 9 da noite e eu esperando o 152 na Santa Fé e Godoy Cruz, toca meu celular com uma mensagem dela...
"Oi, gato... como você tá? Terminou de trabalhar? Fiquei o dia inteiro pensando em você... nem me pergunta por quê... pareço uma adolescente... mas queria saber de você... tô voltando da academia, te mando beijinhos"
Eu tinha só dois reais de crédito... mas tinha que responder aquela mensagem na hora...
"Tudo bem... tô pegando o busão pra voltar pra casa... hahaha Pensando em mim? Você me faz corar... não me faz pensar mal, hein... beijinhos pra você, gostosa"
Assim que apertei enviar, surgiram duas chances: 1- Ela respondia no mesmo tom ou 2- Nunca mais me respondia
Graças ao deus do sexo, a resposta foi essa...
"Simmm, pensando em você... tá errado? Você me fez pensar muito com tudo que a gente conversou e, sinceramente, você não parece ter 25 anos, cara... onde você tá? A gente pode se ver?"
Tremendamente excitado e pensando que eu tinha no máximo duas ou três mensagens... mandei tudo pra merda e me entreguei ao destino...
"Adoraria te ver... tô no busão já... me fala como a gente faz"
E ela, levando em conta a proximidade da casa dela... a hora e o dia, me disse...
"Desce em Belgrano, me espera na Cabildo e Juramento... em 20 minutos tô aí"
E foi assim... desci onde ela mandou, em 5 minutos vi ela chegar no carro dela, entrei rápido e ela arrancou...
- Como você tá... cansado do trampo? Que delícia te ver tão cedinho!
Eu, que não sabia bem o que tava rolando, não tive ideia melhor do que falar...
- É... dia puxado de trampo, nem queria tomar banho... só queria ir pra puta que pariu!!!
- Bom, agora você tá comigo... quer que eu te faça umas massagens? (Já tinha virado a esquina... e tava cruzando os trilhos em direção à Libertador)
- Você não faz ideia do bem que me fariam... tô com as costas todas travadas de ficar em pé na cozinha...
De repente, ela se jogou pro lado... freio e parei o carro na Montañeses e Mendoza... desliguei o som que a gente tava ouvindo baixinho, sem dar a mínima importância, e de uma vez, sem rodeios, ela se virou, olhando nos meus olhos e apoiando a mão direita na minha perna, me disse:
- Quer que eu faça as massagens aqui mesmo ou prefere que a gente vá pra algum lugar mais confortável pra ficar mais à vontade e ninguém encher o saco? Fala você... (E já não só apoiava a mão, mas começava a passar a mão no meu volume e a sentir como eu ficava duro e empinado com as coisas que ela falava)
- Vamos pra onde você quiser... tenho todo o tempo do mundo pra você... você tem algum problema com o horário?
Ela se entregou de vez.
- Não, nenhum, só penso nesse momento... contanto que seja com você e você tire essa vontade que tô de você, não ligo pra hora, posso inventar alguma desculpa pra não falarem nada em casa e pronto...
Direto, quando ela terminou de falar, peguei ela pela nuca, puxei pra perto de mim e provei pela primeira vez aquela boca que pedia sexo aos berros... beijei ela... mordi... lambi... roçei devagar com a língua enquanto ela fazia de tudo pra pular do banco e sentar em cima de mim, e o lugar não ajudava muito... mesmo assim, aqueles 15 minutos serviram pra apalpar os peitos dela e enfiar a mão na buceta dela... que depois ela me disse que tinha depilado tudo pra ocasião. Ouvindo ela começar a gemer enquanto eu mordia devagar o pescoço dela, comecei a falar no ouvido dela:
- Quer me sentir? Quer me ter dentro de você? Tô morrendo de vontade de te jogar numa cama e te fazer minha... (Já louco e doente de tesão... senti ela enfiar a mão em mim, pegar no meu pau e começar a me masturbar com uma ansiedade tremenda... ofegante)
- Siiim, quero, quero você inteiro... não aguento mais!
Ela falou, virou pra trás, ajeitou um pouco a roupa e ligou o carro de novo... quase sem trocar palavra e nos tocando enquanto saíamos de lá, chegamos num hotel na Montanheses... entramos, ela pediu um horário e me olhou cúmplice, me indicando que a partir das 22h já podíamos passar a noite. Com um olhar, aceitei, e ela pagou os 90 reais de um quarto simples até a manhã seguinte. Ao entrar, usou o celular pra avisar que ia ficar na casa de uma amiga, ligou pra amiga pra ser cúmplice e, quando tudo estava fechado e sem suspeitas, desligou o celular e guardou na bolsa. Ela tava de jogging e uma camiseta esportiva, e por cima uma jaqueta leve... eu não fazia outra coisa senão olhar pra ela... não conseguia acreditar em tudo que tava rolando... no elevador, antes de chegar no quarto 406, ela me apertou contra o espelho e, me beijando, pegou na minha piroca de novo, dizendo:
- É isso que eu quero, quero tudo, quero me encher de você, cara, quero que me faça sentir mulher e que tire a puta que tem dentro de mim...
Se ainda faltava algo pra me deixar de pau duro, ela disse as palavras certas... parei o elevador... abri a porta, ela saiu primeiro e o quarto tava bem na frente da porta. Fechei o elevador e, quando me virei, sem nenhum pudor, agarrei a bunda dela bem forte, apertando. Ela riu e falou:
- Mmmmmm, cê gosta? Eu malho ela na academia... vai estrear pra mim?
Rápido, abri a porta, entramos... e ela deu uma segurada, se abrindo:
- Que loucura tudo isso... mas eu adoro. Quero te falar uma coisa... eu sei que tudo aconteceu rápido e nós dois colaboramos de certo jeito pra estar aqui, mas preciso te dizer que faz mais de 20 anos que não piso num lugar desses e que, mesmo que você não acredite, isso é uma aventura pra mim, e não sei se amanhã vou me arrepender ou não. A única coisa que sei e pelo que estou aqui é que te desejo muito, você me virou a cabeça e eu não conseguia mais pensar, queria sentir com meu corpo e aqui estou, sou toda sua...
Ela se aproximou, começamos a nos beijar, jogou a bolsa de lado na cama... sem parar de nos beijar, me levou até um dos nas laterais da cama onde ficava o controle das luzes... eu de pé... ela sentou na cama e começou a brincar com as luzes, me perguntando como eu gostava do clima, escolhemos juntos uma penumbra que deixava ver os contornos dos corpos... e assim, sentada...
- Quer que eu chupe sua pica? Quer gozar na minha boca?
E abaixando minha calça e cueca, ela começou a me chupar de um jeito incrível, segurando com as duas mãos primeiro e enfiando tudo na boca, passando a língua da cabeça até as bolas... de vez em quando me olhava com aquela cara de puta que ela mesma disse que queria ter, e não parou um segundo de ter na boca, aos poucos foi tirando minha roupa e eu a dela... ela se levantou, ficamos de frente e eu virei ela contra a parede... ela estava nua toda pra mim, finalmente pude ter ela pelada, aquela gostosa infernal que pouco tinha de velha como ela dizia que todo mundo olhava. Encostei minha pica na bunda dela e comecei a apalpar os peitos dela contra a parede... devagar fui abrindo as pernas dela e tocando... estávamos pegando fogo os dois, mas ainda nos conhecendo
- Que dura que você tá... como eu adoro sentir ela, cara, toca ela que eu depilei pra você. Chupa minha buceta, faz o que quiser comigo
Virei ela... levei pra cama e comecei a lamber ela toda, de ponta a ponta do corpo, a pele dela era especial... e o gosto que tinha nos poros irradiava sexo, e quando falei isso pra ela, fiz ela se sentir uma puta como ela pedia... ela pediu pra eu chupar os peitos dela como se fosse tomar leite, me perguntou se eu gostava do corpo dela, se me excitava ver ela pelada... eu disse que sim, que adorava, que ia foder ela toda... e ela tremeu. Desci pelos peitos e barriga até a virilha... comecei a chupar devagar, brincando com minha língua e dedos até levar ela ao ponto de ebulição
- Siimm que delícia pelo amor de Deus, chupa toda minha buceta... me faz gozar com sua boca, seu puto
- Você gosta que eu chupei ela assim, sua putinha? hein? cê gosta?
- Siiiiim, chupa assim...assim (e se agarrava nos lençóis com força)
Tanto chupei ela e meti os dedos que, aos poucos, comecei a sentir ela gozando na minha boca. Fui descobrindo o jeito de esquentar ela e levar ao primeiro orgasmo dela naquela noite... de repente, ela começou a gemer mais alto, agarrou minha cabeça com uma mão e com a outra ficava apertando os peitos... em questão de segundos, senti o mel escorrendo na minha boca e os músculos dela se contraindo tudo... foi lindo sentir ela gozar...
- Que filho da puta que você é... tem pena de mim!!! Ahhhhhhhhhhh quanto tempo que não sentia uma coisa dessas... tinha esquecido como era...
Ela tava toda gozada, com uma cara linda de felicidade, e eu esperando mais. Aí ela começou:
- Senta que eu quero chupar você de novo... vem... me dá ele de novo...
Sentei na cama e ela se ajoelhou no chão e começou a me mamar de novo, se tocando... tava muito tesuda. Depois de um tempo, não aguentou mais. Levantou:
- Quero sentir ele dentro de mim, me fode
Ela sentou no meu pau e, me abraçando forte, começou a rebolar... entrou fácil e até o fundo, ela mesma colocou pra dentro e começou a cavalgar sem parar
- Isso, gostoso, me fode bem até o fundo... cê gosta que sua puta seja tão fácil? Hein? Fala... cê gosta que eu seja a mais puta na cama?
- Sim, adoro que você seja tão puta, adoro que você goste tanto de ser fodida
- Siiim, adoro seu pau... desde que peguei nele no carro, não parei de pensar em ter ele dentro de mim... me fode, me fode, gostoso, me fode
E eu fodi ela... chupando ela toda, ouvindo tudo que ela falava no meu ouvido... trocamos de posição algumas vezes... e ela pedia pra avisar quando eu fosse gozar
- Me avisa... quero ele todo na boca, quero ele quentinho na boca, bebê
E eu dei pra ela... do jeito que ela pediu... levantei, ela se ajoelhou de novo e me deu a boca dela toda pra eu encher de porra... ela adorou... quando acabei de gozar, ela chupou pra tirar o que tinha sobrado Fiquei... ela olhou nos meus olhos... abriu a boca e me mostrou tudo, se levantou na minha frente e engoliu tudo... e me disse:
- Que gostoso... quanto tempo eu queria fazer isso em você... queria ela toda na boca... você gostou?
- Siim, ameeeeeii
- Quer descansar? Ou continuamos?
Ela parecia cansada... ofegante, mas não queria me decepcionar nem que eu pensasse que ela não tinha prática pra foder a noite toda, então dei essa escolha pra ela...
- Bom, vem... vamos tomar banho juntos, você me disse que não tinha se lavado... (ela pegou na minha mão e, do jeito que estávamos, fomos pro chuveiro e começamos a nos lavar... no meio do banho... ela faz a piada clássica do sabonete e se abaixa pra pegar... na sequência, se levanta e me diz...)
- Quero que você me coma o cu... quero sentir seu pau
E não hesitei um segundo em começar a enfiar os dedos um por um... primeiro sentiu um pouco de dor... mas foi me dizendo que gostava e a dor foi se transformando em prazer... quando já estava bem aberta, me pediu pra meter com força... e foi assim... devagar comecei a enfiar o pau sem fazer muita força... sem machucar...
- Aí... que delícia... me come o cu, seu filho da putaaa (Ela começou a gritar... já não eram gemidos, ela gritava de prazer, adorava que eu tivesse comendo o cu dela)
- Que puta você me faz sentir... Como é bom sentir seu pau, bebê, continua, continua
- Siiiiim, me fode, filho da puta, me fode
E assim ela continuou pedindo até que eu não aguentava mais e perguntei onde ela queria que eu gozasse dessa vez...
- Onde você quiser, amor, quer gozar dentro? Goza dentro e deixa escorrer seu leite... enche meu cu de porra, seu safado
Enchi o cu dela de porra, senti um prazer inexplicável em palavras, ela de quatro, toda aberta e extasiada, e eu atrás dela vendo a porra escorrer do cu dela, e ela me mostrava feliz... e passava a mão por baixo, levava à boca e chupava os dedos... realmente incrível.
Aquela noite foi só sexo... ela chegou a me dizer que se Me senti a maior puta de todas, fazendo coisas que só tinha visto na televisão, mas que nunca tinha feito. Descansamos um pouco e ela me acordou antes de irmos embora, chupando meu pau e me dizendo:
- Antes de você ir, quero tomar café... me dá?
E eu não aguentava mais... meti nela até não poder mais, e os dois tínhamos que sair cedo, ela pra casa dela, continuar a vida de mãe e esposa, e eu pro meu trampo, cozinhar a terça-feira inteira quase sem dormir, mas não tava nem aí, aquela gostosa linda de 45 anos me deixou de cama e eu deixei ela... nos trocamos juntos, sem parar de nos tocar e chupar... saímos do hotel no carro dela e ela me levou pro trampo. Os caras que me viram descer do carro zoaram, falando que minha mãe tinha me trazido pro trabalho... eu só ria. Lá pela metade da manhã, meu celular tocou:
- Tudo bem em casa, sem problemas, felizmente... amei cada coisa que você fez comigo, amei ser sua puta... espero que não seja a última vez... antes eu já te queria, agora quero ficar viciada no seu pau... tenha um lindo dia, amor... vou dormir um pouco, porque já tomei café com seu leite...
E eu respondi com o último crédito que me restava desde ontem à noite:
- Dorme bem... sexta-feira eu saio no mesmo horário de novo.
- Perfeito. Passo pra te pegar.
(Mensagem impossível de enviar, recarregue sua linha)
Não tava nem aí... sexta-feira ela vinha me buscar.
20 comentários - Anabella
GRACIAS
OJALÁ NUNCA TE TENGA DE AMIGO!!!! 😀 😀 😀 😀
No es de los clàsicos tuyos, con risotadas y demàs, pero te deja el bocho hirviendo.
Me matò el final, clàsico tema con los mensajes, pero ya nada importaba "el viernes lo pasaba a buscar" 😀 .
Lo dejo agendado para el +10. 😉
excelente relato don Bebe!
muy bueno el relato amigo bebe
aguanten las veteranas
+ 10
excelente amigazo 😉 😉 😉 😉
Besos!!
Muy buen relato. Te dejo un diego, no Maradona pero sirve
Comparto plenamente lo dicho por morocha !!!
Excelente y caliente relato Bebe !!!
A favoritos y volveremos !!!
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Bueno Bebe..., aquí tengo que sacarme el sombrero. Una melange literaria rayana con la perfección: Clasicismo erótico dulce, narrativa dosificada criteriosamante, lenguaje corriente pero sensible, personajes reales de realidad extrema.
Pero más allá de todo eso, una historia que transcurre debajo de la piel del que lee y la acaricia, la rasguña, la eriza, la excita.
Gracias por reivindicar el adulterio en nombre del placer. Mis 10 de hoy, son muy poca cosa.
saludos,
Volvimos con un par de simbólicos puntos de reconocimiento !!!
Muchas gracias por el aporte, segui asi!!!!
Postea, comparti, comenta, disfruta...
Gracias por compartir, unos puntines pa ud !!