Meu Papi e eu, sua gostosa... (Episódio 4)

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Hoje descobri a Mami conversando com um cara no telefone. Ela tava muito misteriosa, cochichando, e eu consegui ouvir que iam se encontrar essa mesma tarde num motel perto de casa.
Não acreditei que ela fosse tão piranha e que tivesse chifrando o Papai...
À tarde, ela voltou feliz, a gostosa. Esperei por ela e disse que sabia de tudo e que, se não quisesse que o Pai descobrisse, teria que aceitar algumas regras. Ela tava assustada e choramingando que nem uma idiota. Era a oportunidade que eu tava esperando. Finalmente poderia agir como quisesse com o Papucho. Na hora do jantar, apareci de minissaia e sem nada por baixo, com uma regata que marcava meus peitos grandes e com os bicos durinhos.
Minha mãe tava furiosa, mas aguentou heroicamente. Papai me olhava disfarçadamente de vez em quando, principalmente minhas nádegas quando me abaixei pra arrumar a mesa e virei minha bunda linda na direção dele.
— Como foi sua tarde, Mãe?
— Bemm...! Fui fazer compras... — gaguejou a safada.
— Ah, é? Que bom, né?
— Sim...
— E onde?
— Ehh... por aqui perto... — a piranha não aguentava o nervosismo.
— Que bom que você se divertiu, Mãe! Posso dormir com vocês hoje, como quando eu era pequena?
— Ehhh... mas você já é grande... não sei. Pergunta pro seu pai.
Papai não acreditava na situação e tava morrendo de vontade de me ter na cama dele.
— Bom, se ela quer...
Minha mãe não aguentava a raiva...
Eles se deitaram primeiro, esperei um pouco e, completamente peladinha, me meti entre os dois.
Mãe não dormia e, ao me ver nua, sussurrou: "Filha de uma piranha...!" entre os dentes.
Papai fingia que tava dormindo, mas o pau dele denunciava tudo por baixo da cueca.
Eu tinha me proposto a enlouquecê-lo e enlouquecer também. Deixei passar um tempo e, aos poucos, fui puxando o pau do Papai e acariciando até ele ficar bem duro. Depois de pronto, coloquei na minha boca e fiquei assim um tempão, só molhando ele com minha saliva.
Não me mexia, queria ver o que ia rolar naquela situação. Mamãe via tudo de canto de olho e tava enfurecida. Não teve ideia melhor do que... Me castigar a enfiar um dedo no meu cu, pensei que ia doer, mas só me excitava mais como uma puta.
A pica do Papai estava fervendo e toda molhada da minha saliva, minha língua percorria quase imperceptivelmente a cabeça dele prestes a explodir.
Fiquei assim por mais de uma hora, sentindo o ofegar do Papai e a respiração dele entrecortada. A Mamãe continuava enfiando os dedos em mim pra tentar me fazer parar, naquele ponto já tinha três dedos no meu cu dilatado, comecei a me mexer devagar e continuei babando no pedaço do meu querido Papai.
Depois de uma hora e meia, sentia a pica do Papai como nunca tinha sentido antes, eu também tava prestes a gozar, a mão da Mamãe estava toda enfiada e pressionava com insistência.
Quando senti a porra quente do meu Papai saindo, foi uma loucura. Era porra pra caralho, saindo devagar, sem movimentos da pica dele, o orgasmo durou mais de um minuto e o meu foi espetacular, molhei toda a minha Mamãe que não acreditava que eu fosse tão puta. Com a boca cheia de porra, me virei e derramei devagar na boca da Mamãe, ela, como vingança, engoliu tudo tentando me deixar com ciúmes, saboreando devagar com um sorriso. Eu sabia que naquele momento ela me odiava, mas ia passar, no fundo ela era minha mãe e me perdoaria tudo.
Depois a gente dormiu, no dia seguinte tomamos café da manhã como se nada tivesse acontecido…

Continua…

10 comentários - Meu Papi e eu, sua gostosa... (Episódio 4)

capo sos un groso!!! me estoy tocando por tu relato teniendo a mis suegros atras mio!!! jajajjaja +10
comento, comento... no se le ocurra renunciar... siga siga!!!