Não vou dar meu nome. Tenho 20 e moro com Flor, minha namorada, e juntos somos donos de um comércio. Sexta e sábado a gente fica aberto até as 2:30 da madrugada porque vende muito álcool ($). Naquele sábado a noite tava bem gostosa, e lá pelas 22:30 caiu um SMS de uma colega de faculdade da Flor, chamando a gente pra ir dançar. A gente conversou e decidiu que a ideia era boa.
— Vai você primeiro tomar banho, porque mais tarde eu tenho medo de ficar sozinha — falou Flor, já que nos fundos do comércio faltava um chuveiro. O resto tava de boa: uma sala de estar confortável com uma cama de casal, uma cozinha pequena e um banheiro. Compacto e prático.
— Beleza — respondi e saí de moto pra casa.
Tomando banho, ficava imaginando como seriam as amigas da Flor. Eu conhecia só uma, a Martina, uma morena alta de nariz gordinho, simpática e responsável, corpo magrinho. Por outro lado, eu não sou nada mal pra ter 20. Antes eu me achava menos, mas ultimamente percebi que as minas me olham na rua, sorriem pra mim, e as amigas da Flor curtem muito a minha cara, mais de uma já deu em cima de mim. Aliás, nenhuma tem vergonha de falar na cara da Flor que eu sou gostoso. Alto, cabelo castanho escuro quase até os ombros, olhos meio cinzentos, lábios de conquistador... Costas largas e físico bom porque jogo futebol e trampo pra caralho. Coloquei um tênis branco, uma calça jeans azul escura que é foda, uma camiseta com um suéter em V, e o perfume mais caro que minha mina já me deu. Quando voltei pro comércio, as gurias já tavam lá, fazendo a famosa prévia com uma cerveja e ouvindo El Original.
— Finalmente, amor... A Martina você já conhece; ela é a Paola e ela a Chechu — disse Flor, apontando pra uma loira e uma morena.
— Ah! Oi, tudo bem? — cumprimentei com um beijo.
— Bem, e você? — falou a morena.
— Você não sabe se a chapinha de cabelo tá lá em casa? — perguntou Flor.
— É... sim, Em cima do encosto do sommier.
— Tá... já volto, gurias! Abram mais uma cerveja se quiserem. Tchau, amor, cuidado com o que vocês fazem, haja — disse Flor, zoando.
— Não seja boba! Não vamos estuprar ele — riu Paola, a loira de olhos claros, que já tinha virado mais um copo de cerveja.
No momento em que Flor saía pela porta, entraram vários clientes seguidos, então fiquei uns 10 minutos sem saber o que rolava além do biombo que separava nossa "casinha" do salão. Quando terminei com o último cliente, a Martina aparece pelo vão aberto do biombo.
— Toma, me cobra outra cerveja que aquelas tão doidas — sussurrou pra mim.
— Tão afim de dançar, hein?
— Sim, tão na pista, hehe.
— Mas não, não paga, só serve.
— Não, fala sério, me cobra porque a outra quem abriu foi a Flor.
— OK. E aí, como vai a faculdade? — perguntei enquanto voltávamos pra sala.
— Bem, bem. Ontem foi uma loucura, a Flor te contou? Uma enfermeira de fora nos visitou, passou três horas dando uma palestra sobre como devíamos agir como futuras enfermeiras formadas.
— Sim, ela me disse, uma merda... Quer que eu abra pra você? — perguntei pra Martina ao ver que ela não conseguia.
— Pra mim primeiro — saltou Paola, colocando o copo. Enquanto servia, observei ela dos pés à cabeça: tênis lindos e na moda, e as pernas finas mas bem torneadas vestidas com uma calça jeans preta de lycra. A barriguinha era linda, assim como a cintura; parecia tão leve que dava pra fazer de tudo com ela na cama. Devia ter uns 155 centímetros. Os peitinhos bem redondinhos se destacavam numa regata vermelha colada no corpo, mas eram os lábios e os olhos verdes que a deixavam tão gostosa.
No entanto, não me distraí. Queria que ela soubesse que eu tinha olhado, mas não que tinha ficado besta com ela.
— Pra mim serve só um pouquinho — pediu a Chechu. A morena tava linda. Mais elegante, com uns sapatos de bico marrom e uma saia curta mas delicada. Admirei as pernas dela, fortes. e delicadas ao mesmo tempo... pareciam macias. Em cima, ela tava agasalhada com um casaco que destacava um baita par de peitos. A cara também era bonita, olhos castanhos e cabelo preto até a metade das costas. Dei um copo pra Martina e servi outro pra mim, cheio de espuma.
— Posso trocar a música? — perguntei, já de saco cheio de ouvir cumbia.
— Pode, bota o que quiser — respondeu uma, então peguei o mouse e coloquei No Te Va Gustar no talo.
— Jhona, posso sentar na cama? — perguntou Paola, fazendo gestos de quem tava desconfortável na cadeira de madeira.
— Pode, burra, fica à vontade como se tivesse na sua casa.
Peguei a cadeira que ela tinha deixado e sentei com elas, esperando os clientes, a maioria moleque a caminho de várias baladas. Aí a Chechu chegou a mão na barriga da loira divina, que mais que sentar, tinha se jogado na cama.
— Tá mó gostosa, Pao! — falou, enquanto levantava a regata dela e começava a acariciar.
— É, foda demais... — disse Martina, se juntando pra tocar também.
— Valeu... mas vocês também — respondeu Pao, se levantando um pouco e acariciando a cintura de Martina. Se olharam com amor por uns segundos.
— Ei, vamos parar com isso que vamos deixar ele desconfortável — cortou Chechu, se referindo a mim, que tava me segurando pra não ficar muito excitado.
— É, pra ele não achar que somos estranhas e contar pra Flor — completou Martina.
— Não me incomoda nada, pelo contrário — falei, entrando na brincadeira. Por sorte, Flor sempre demorava pra caralho no banho e pra se arrumar. Era isso que elas tavam esperando pra continuar.
— Me dá um espaço, Pao — pediu Chechu, e deitou do lado dela de bruços, ajeitando a saia pra não mostrar tudo. Me fazendo de besta, fingia que ignorava elas e continuei tomando cerveja.
— Mmm... que bunda gostosa, hein! O que cê andou fazendo? — disse Martina, sentada do meu lado, levantando a saia da Chechu pelas costas. Óbvio, eu comi o rabo dela com os olhos: era impressionante, duas bundonas do caralho. nalgas levantavam aquela bunda durinha e de curvas perfeitas. A calcinha rosa ficava linda nela. Pao também começou a tocar ela e Chechu abriu um pouco as pernas, deixando ver uma pussy gordita, que já tinha molhado parte da calcinha dela. Martina me olhou sorrindo, e depois desviou o olhar pra aquela bunda linda que continuava massageando, como exigindo que eu me juntasse. Não tinha outra opção, nem dava pra me segurar, já tava com a cock explodindo.
- Cê gosta, princesa? - falei pra Chechu pra quebrar o gelo enquanto começava a tocar ela de leve.
- O que cê acha? Continua, vai... - ela respondeu na hora que ouvi a porta do local abrir.
- Eu atendo, continua com a tua - disse Martina, levantando pra ir atender. Ouvindo ela atender o cliente, aproximei ainda mais minha cadeira da cama e tirei o casaco da Chechu com a ajuda dela, e depois a camisa branca, jogando as duas peças pro lado. O sutiã parecia que ia estourar, os peitos dela eram maiores do que eu imaginava. Ela se deitou de novo, na hora que Martina voltava.
- Vão rápido, não me deixem de fora - riu Martina voltando pra cadeira dela. Ela afastou o cabelo comprido das costas da Chechu e beijou o pescoço dela, fazendo ela gemer de prazer. Do meu lado, segurei ela pela cintura e devorei a curva entre as costas e a tiny ass. Pao foi pros pés da cama e me imitou, até que encontrei a boquinha dela e comecei a beijar. Nos beijamos por um tempão, apaixonados, excitadíssimos. Martina, enquanto isso, provocava os gemidos da Chechu, que ao perceber que Pao tentava tirar a calcinha dela, abriu as pernas e levantou a bunda. Aquela imagem fez minha cock ficar tão dura que até doía apertada contra a cueca e a calça jeans. Vi Pao pegar a parte molhada da calcinha e chupar com vontade, e depois subi na cama - onde já não cabia mais ninguém - e direcionei minha boca automaticamente pra buceta da Chechu. Rosadinha, com poucos pelos, era uma delícia, gostosa pra caralho. Quando minha língua tocou a clitóris delicado, a Chechu teve que tapar a boca com as duas mãos pra que o gemido dela não fosse ouvido da calçada. Segundo minha namorada, ela era uma expert nisso. Alguns minutos depois, a Martina teve que parar pra atender outro cliente, e a Chechu se levantou de repente, com o rosto suado, e mandou a Pao — que já tinha tirado a calça jeans e se masturbava — sair da cama. A loira parecia estar em outro mundo, mas obedeceu. Eu, surpreso e confuso, parei de chupar a pussy dela e fiquei de pé ao lado da cama com a Pao, que, com cara de puta, levava os dedos molhados à boca. Mas, num piscar de olhos, a Chechu tirou o sutiã, me agarrou pelos ombros e me jogou de costas na cama. Ela subiu primeiro um joelho, depois o outro, colocou a pussy dela na minha cara e começou a montar em mim enquanto eu chupava ela como nunca, com uma sede que eu não sentia nem pela buceta da Flor. Já não me importava se os clientes ouviam, mas a Chechu era muito cuidadosa — com certeza já tinham tudo planejado antes — e abafava os próprios gritos de prazer, embora a música ajudasse bastante.
— Chupa... por favor, mais rápido essa língua divina, Jhona... — sussurrava de cima. Acelerei, percebendo que alguém estava desabotoando minha calça. Levantei as costas e, enquanto duas mãos puxavam minha calça jeans pra baixo, outras duas tocavam com fervor minhas bolas e meu pau por cima da cueca justa, que também tiraram, entre a Martina e a Pao.
— Que pau mais lindo que você tem — disse a Pao, respirando ofegante.
— Que inveja, Flor, pelo amor de Deus! — comentou a Martina, que parecia estar de olho pra ver se alguém entrava pra comprar. Mas não hesitou em ser a primeira a levar meus 17 centímetros de pau grosso na boca.
— Ai... Ah... Sim... Ah...! — A Chechu estava gozando, e eu saboreei com minha boca o maior orgasmo que já tinha sentido. Ela se abria e fechava sem parar, até que o orgasmo tomou conta do corpo dela também. inteiro e não conseguia parar de tocar os próprios peitos, gigantes e flexíveis. Até que ficou parada, se manteve ali uns segundos dourados pra mim, e parou.
- Obrigada, gostoso - ela disse me olhando nos olhos e me beijou com amor.
- Prazer, quando quiser - eu disse; ela riu, satisfeita.
- Vocês continuem que esse pedaço de homem merece, eu vou me vestir e atender se vier alguém - ela falou pras outras, que se revezavam chupando meus ovos e a pica, que tava duríssima. Assim que terminassem, ia encher a boca delas de porra, já que fazia vários dias que não transava com a Flor.
- Engole tudo - exigi pra Pao empurrando a cabeça dela pro tronco do meu pau. A loira engasgou mas pareceu gostar, porque cada vez tentava ir mais fundo. Não sei o que me deixava mais louco, se os olhos verdes de puta que me olhavam chupando minha pica, ou ver a Chechu em pé arrumando as tetas pra colocar o sutiã. Depois de se vestir toda, essa última se abaixou e falou no ouvido da Pao, que tinha passado a vez pra Martina. Paola olhou pra ela meio com medo.
- Vai... por favor... - pediu a Chechu.
- Me destrói - respondeu baixinho a Pao olhando de esguelha pra minha pica. Eu me fazia de desentendido, entendendo que a Chechu tava pedindo pra Pao me comer; só não sabia se pela buceta ou pelo cu, porque não achava que doesse por dentro. De qualquer forma, continuei curtindo o boquete da Martina, que não mandava nada mal. Abriram de novo a porta do depósito.
- Quando eu voltar quero te ver aí, ok? - disse a Chechu pra Pao enquanto passava pro salão. A loira só sorriu.
- Você vai adorar, mamãe - falei olhando pra ela com desejo. Martina deu uma última chupada e, sem se levantar, desatou os cadarços do tênis da Pao, que, meio sem jeito, colaborou. Tirou a calça jeans dela e empurrou ela na minha direção.
- Para. Não precisa fazer isso se não quiser - falei vendo a cara dela.
- Shhh! - cortou Martina, na hora que entrava a Chechu.
—Não se faz de sonsinha, porque depois ela curte mais que qualquer uma —disse Chechu em tom de brincadeira.
Pao chegou perto de mim e me beijou como já tinha feito. Devolvi o beijo e, quando nos separamos, as amigas já tinham tirado a fio dental dela. Ela tinha um corpo tão delicado e lindo que talvez eu devesse mesmo ter medo de machucá-la. Com movimentos sutis e sensuais, passou as pernas por cima das minhas e sentou nua na minha barriga. Eu tocava o clitóris dela, e ela me punhetava. Aí vi a Martina tirar uma camisinha do bolso, abriu e colocou em mim de um jeito espetacular. Pao se levantou uns centímetros e, de uma vez, engoliu com a buceta toda a minha pica. Dessa vez não consegui evitar soltar um gemido de leão. O calor daquela buceta toda molhada não dá pra explicar com palavras. Eu não podia acreditar, tanta preliminar e teatro, e ela acabou enfiando a pica toda de uma vez. Até parecia que ficava pequena pra ela. As outras duas riam, e a loira puta se mexia bem devagar em círculos, sabendo que a qualquer hora eu ia gozar.
— Calma aí! —falei de repente, vendo que ia estourar.
— Já sei, mas segura porque o melhor ainda não chegou —ela sussurrou pra mim.
Não sabia do que ela tava falando, mas o que nunca imaginei aconteceu. Ela saiu, deixando minha pica cheia dos sucos dela, e posicionou o cu na minha pica.
— Se você fizer isso, eu morro —falei com a respiração. Ela, sem me dar bola, começou a fazer círculos na cabeça da pica até que conseguiu entrar uns quatro centímetros, e nós dois suspiramos: ela de prazer e, principalmente, de dor. Ela continuou descendo, e eu tava com medo de encher a bunda dela de porra antes mesmo de entrar metade. Isso ia ser uma fraude, ia decepcionar elas. Mas me segurei e me concentrei ao máximo.
— Tá doendo... mas eu tô gostando! —disse enquanto enfiava o cu na minha pica até o fundo, devagar e sem parar. Sentou em cima de mim, relaxando as pernas.
— Não acredito, deusa, não sei o que te dizer.
— Não fala nada. nada. Aproveita — me disse Chechu no ouvido, quando Pao começou a se mexer bruscamente, e eu senti algo que nunca tinha experimentado. Aquela bunda apertava meu pau com força e fazia ela gozar. Que mina, pelo amor... Fechei os olhos e o leite jorrou. Ela, experiente, ficou parada se segurando nos meus joelhos que tremiam.
— Ahhh...! — gritei. Foi o maior orgasmo que tive na vida até aquele momento. Passaram os minutos e meu pau não baixava, continuava duro, querendo mais, mas eu tava tipo na lua. Além disso, não tinha sobrado nem uma gota de porra, tinha espremido tudo.
— Assim...! Tô terminando também — disse Pao. O cu dela apertou meu pau com tanta força que doía, mas não dava tempo pra dor, aquilo era prazer demais, uma overdose. Devagar, Paola saiu sorrindo e apertando a bunda pra não vazar toda a goza, e Martina alcançou papel higiênico pra ela e acompanhou até o banheiro pra se vestir.
— Nunca imaginou isso, hein? — me disse Chechu.
— Queria que isso se repetisse... mas que a Flor não fique sabendo.
— Fica tranquilo, lindo — ela disse e me ajudou a subir a roupa.
Horas depois, no baile, Pao me mandava piscadas com aqueles olhos de mentira e, quando a Flor se afastava um pouco, ela tocava até a sombra. O que rolou depois de dançar e beber a noite toda, conto na próxima, se eu chegar a New Full User.
— Vai você primeiro tomar banho, porque mais tarde eu tenho medo de ficar sozinha — falou Flor, já que nos fundos do comércio faltava um chuveiro. O resto tava de boa: uma sala de estar confortável com uma cama de casal, uma cozinha pequena e um banheiro. Compacto e prático.
— Beleza — respondi e saí de moto pra casa.
Tomando banho, ficava imaginando como seriam as amigas da Flor. Eu conhecia só uma, a Martina, uma morena alta de nariz gordinho, simpática e responsável, corpo magrinho. Por outro lado, eu não sou nada mal pra ter 20. Antes eu me achava menos, mas ultimamente percebi que as minas me olham na rua, sorriem pra mim, e as amigas da Flor curtem muito a minha cara, mais de uma já deu em cima de mim. Aliás, nenhuma tem vergonha de falar na cara da Flor que eu sou gostoso. Alto, cabelo castanho escuro quase até os ombros, olhos meio cinzentos, lábios de conquistador... Costas largas e físico bom porque jogo futebol e trampo pra caralho. Coloquei um tênis branco, uma calça jeans azul escura que é foda, uma camiseta com um suéter em V, e o perfume mais caro que minha mina já me deu. Quando voltei pro comércio, as gurias já tavam lá, fazendo a famosa prévia com uma cerveja e ouvindo El Original.
— Finalmente, amor... A Martina você já conhece; ela é a Paola e ela a Chechu — disse Flor, apontando pra uma loira e uma morena.
— Ah! Oi, tudo bem? — cumprimentei com um beijo.
— Bem, e você? — falou a morena.
— Você não sabe se a chapinha de cabelo tá lá em casa? — perguntou Flor.
— É... sim, Em cima do encosto do sommier.
— Tá... já volto, gurias! Abram mais uma cerveja se quiserem. Tchau, amor, cuidado com o que vocês fazem, haja — disse Flor, zoando.
— Não seja boba! Não vamos estuprar ele — riu Paola, a loira de olhos claros, que já tinha virado mais um copo de cerveja.
No momento em que Flor saía pela porta, entraram vários clientes seguidos, então fiquei uns 10 minutos sem saber o que rolava além do biombo que separava nossa "casinha" do salão. Quando terminei com o último cliente, a Martina aparece pelo vão aberto do biombo.
— Toma, me cobra outra cerveja que aquelas tão doidas — sussurrou pra mim.
— Tão afim de dançar, hein?
— Sim, tão na pista, hehe.
— Mas não, não paga, só serve.
— Não, fala sério, me cobra porque a outra quem abriu foi a Flor.
— OK. E aí, como vai a faculdade? — perguntei enquanto voltávamos pra sala.
— Bem, bem. Ontem foi uma loucura, a Flor te contou? Uma enfermeira de fora nos visitou, passou três horas dando uma palestra sobre como devíamos agir como futuras enfermeiras formadas.
— Sim, ela me disse, uma merda... Quer que eu abra pra você? — perguntei pra Martina ao ver que ela não conseguia.
— Pra mim primeiro — saltou Paola, colocando o copo. Enquanto servia, observei ela dos pés à cabeça: tênis lindos e na moda, e as pernas finas mas bem torneadas vestidas com uma calça jeans preta de lycra. A barriguinha era linda, assim como a cintura; parecia tão leve que dava pra fazer de tudo com ela na cama. Devia ter uns 155 centímetros. Os peitinhos bem redondinhos se destacavam numa regata vermelha colada no corpo, mas eram os lábios e os olhos verdes que a deixavam tão gostosa.
No entanto, não me distraí. Queria que ela soubesse que eu tinha olhado, mas não que tinha ficado besta com ela.
— Pra mim serve só um pouquinho — pediu a Chechu. A morena tava linda. Mais elegante, com uns sapatos de bico marrom e uma saia curta mas delicada. Admirei as pernas dela, fortes. e delicadas ao mesmo tempo... pareciam macias. Em cima, ela tava agasalhada com um casaco que destacava um baita par de peitos. A cara também era bonita, olhos castanhos e cabelo preto até a metade das costas. Dei um copo pra Martina e servi outro pra mim, cheio de espuma.
— Posso trocar a música? — perguntei, já de saco cheio de ouvir cumbia.
— Pode, bota o que quiser — respondeu uma, então peguei o mouse e coloquei No Te Va Gustar no talo.
— Jhona, posso sentar na cama? — perguntou Paola, fazendo gestos de quem tava desconfortável na cadeira de madeira.
— Pode, burra, fica à vontade como se tivesse na sua casa.
Peguei a cadeira que ela tinha deixado e sentei com elas, esperando os clientes, a maioria moleque a caminho de várias baladas. Aí a Chechu chegou a mão na barriga da loira divina, que mais que sentar, tinha se jogado na cama.
— Tá mó gostosa, Pao! — falou, enquanto levantava a regata dela e começava a acariciar.
— É, foda demais... — disse Martina, se juntando pra tocar também.
— Valeu... mas vocês também — respondeu Pao, se levantando um pouco e acariciando a cintura de Martina. Se olharam com amor por uns segundos.
— Ei, vamos parar com isso que vamos deixar ele desconfortável — cortou Chechu, se referindo a mim, que tava me segurando pra não ficar muito excitado.
— É, pra ele não achar que somos estranhas e contar pra Flor — completou Martina.
— Não me incomoda nada, pelo contrário — falei, entrando na brincadeira. Por sorte, Flor sempre demorava pra caralho no banho e pra se arrumar. Era isso que elas tavam esperando pra continuar.
— Me dá um espaço, Pao — pediu Chechu, e deitou do lado dela de bruços, ajeitando a saia pra não mostrar tudo. Me fazendo de besta, fingia que ignorava elas e continuei tomando cerveja.
— Mmm... que bunda gostosa, hein! O que cê andou fazendo? — disse Martina, sentada do meu lado, levantando a saia da Chechu pelas costas. Óbvio, eu comi o rabo dela com os olhos: era impressionante, duas bundonas do caralho. nalgas levantavam aquela bunda durinha e de curvas perfeitas. A calcinha rosa ficava linda nela. Pao também começou a tocar ela e Chechu abriu um pouco as pernas, deixando ver uma pussy gordita, que já tinha molhado parte da calcinha dela. Martina me olhou sorrindo, e depois desviou o olhar pra aquela bunda linda que continuava massageando, como exigindo que eu me juntasse. Não tinha outra opção, nem dava pra me segurar, já tava com a cock explodindo.
- Cê gosta, princesa? - falei pra Chechu pra quebrar o gelo enquanto começava a tocar ela de leve.
- O que cê acha? Continua, vai... - ela respondeu na hora que ouvi a porta do local abrir.
- Eu atendo, continua com a tua - disse Martina, levantando pra ir atender. Ouvindo ela atender o cliente, aproximei ainda mais minha cadeira da cama e tirei o casaco da Chechu com a ajuda dela, e depois a camisa branca, jogando as duas peças pro lado. O sutiã parecia que ia estourar, os peitos dela eram maiores do que eu imaginava. Ela se deitou de novo, na hora que Martina voltava.
- Vão rápido, não me deixem de fora - riu Martina voltando pra cadeira dela. Ela afastou o cabelo comprido das costas da Chechu e beijou o pescoço dela, fazendo ela gemer de prazer. Do meu lado, segurei ela pela cintura e devorei a curva entre as costas e a tiny ass. Pao foi pros pés da cama e me imitou, até que encontrei a boquinha dela e comecei a beijar. Nos beijamos por um tempão, apaixonados, excitadíssimos. Martina, enquanto isso, provocava os gemidos da Chechu, que ao perceber que Pao tentava tirar a calcinha dela, abriu as pernas e levantou a bunda. Aquela imagem fez minha cock ficar tão dura que até doía apertada contra a cueca e a calça jeans. Vi Pao pegar a parte molhada da calcinha e chupar com vontade, e depois subi na cama - onde já não cabia mais ninguém - e direcionei minha boca automaticamente pra buceta da Chechu. Rosadinha, com poucos pelos, era uma delícia, gostosa pra caralho. Quando minha língua tocou a clitóris delicado, a Chechu teve que tapar a boca com as duas mãos pra que o gemido dela não fosse ouvido da calçada. Segundo minha namorada, ela era uma expert nisso. Alguns minutos depois, a Martina teve que parar pra atender outro cliente, e a Chechu se levantou de repente, com o rosto suado, e mandou a Pao — que já tinha tirado a calça jeans e se masturbava — sair da cama. A loira parecia estar em outro mundo, mas obedeceu. Eu, surpreso e confuso, parei de chupar a pussy dela e fiquei de pé ao lado da cama com a Pao, que, com cara de puta, levava os dedos molhados à boca. Mas, num piscar de olhos, a Chechu tirou o sutiã, me agarrou pelos ombros e me jogou de costas na cama. Ela subiu primeiro um joelho, depois o outro, colocou a pussy dela na minha cara e começou a montar em mim enquanto eu chupava ela como nunca, com uma sede que eu não sentia nem pela buceta da Flor. Já não me importava se os clientes ouviam, mas a Chechu era muito cuidadosa — com certeza já tinham tudo planejado antes — e abafava os próprios gritos de prazer, embora a música ajudasse bastante.
— Chupa... por favor, mais rápido essa língua divina, Jhona... — sussurrava de cima. Acelerei, percebendo que alguém estava desabotoando minha calça. Levantei as costas e, enquanto duas mãos puxavam minha calça jeans pra baixo, outras duas tocavam com fervor minhas bolas e meu pau por cima da cueca justa, que também tiraram, entre a Martina e a Pao.
— Que pau mais lindo que você tem — disse a Pao, respirando ofegante.
— Que inveja, Flor, pelo amor de Deus! — comentou a Martina, que parecia estar de olho pra ver se alguém entrava pra comprar. Mas não hesitou em ser a primeira a levar meus 17 centímetros de pau grosso na boca.
— Ai... Ah... Sim... Ah...! — A Chechu estava gozando, e eu saboreei com minha boca o maior orgasmo que já tinha sentido. Ela se abria e fechava sem parar, até que o orgasmo tomou conta do corpo dela também. inteiro e não conseguia parar de tocar os próprios peitos, gigantes e flexíveis. Até que ficou parada, se manteve ali uns segundos dourados pra mim, e parou.
- Obrigada, gostoso - ela disse me olhando nos olhos e me beijou com amor.
- Prazer, quando quiser - eu disse; ela riu, satisfeita.
- Vocês continuem que esse pedaço de homem merece, eu vou me vestir e atender se vier alguém - ela falou pras outras, que se revezavam chupando meus ovos e a pica, que tava duríssima. Assim que terminassem, ia encher a boca delas de porra, já que fazia vários dias que não transava com a Flor.
- Engole tudo - exigi pra Pao empurrando a cabeça dela pro tronco do meu pau. A loira engasgou mas pareceu gostar, porque cada vez tentava ir mais fundo. Não sei o que me deixava mais louco, se os olhos verdes de puta que me olhavam chupando minha pica, ou ver a Chechu em pé arrumando as tetas pra colocar o sutiã. Depois de se vestir toda, essa última se abaixou e falou no ouvido da Pao, que tinha passado a vez pra Martina. Paola olhou pra ela meio com medo.
- Vai... por favor... - pediu a Chechu.
- Me destrói - respondeu baixinho a Pao olhando de esguelha pra minha pica. Eu me fazia de desentendido, entendendo que a Chechu tava pedindo pra Pao me comer; só não sabia se pela buceta ou pelo cu, porque não achava que doesse por dentro. De qualquer forma, continuei curtindo o boquete da Martina, que não mandava nada mal. Abriram de novo a porta do depósito.
- Quando eu voltar quero te ver aí, ok? - disse a Chechu pra Pao enquanto passava pro salão. A loira só sorriu.
- Você vai adorar, mamãe - falei olhando pra ela com desejo. Martina deu uma última chupada e, sem se levantar, desatou os cadarços do tênis da Pao, que, meio sem jeito, colaborou. Tirou a calça jeans dela e empurrou ela na minha direção.
- Para. Não precisa fazer isso se não quiser - falei vendo a cara dela.
- Shhh! - cortou Martina, na hora que entrava a Chechu.
—Não se faz de sonsinha, porque depois ela curte mais que qualquer uma —disse Chechu em tom de brincadeira.
Pao chegou perto de mim e me beijou como já tinha feito. Devolvi o beijo e, quando nos separamos, as amigas já tinham tirado a fio dental dela. Ela tinha um corpo tão delicado e lindo que talvez eu devesse mesmo ter medo de machucá-la. Com movimentos sutis e sensuais, passou as pernas por cima das minhas e sentou nua na minha barriga. Eu tocava o clitóris dela, e ela me punhetava. Aí vi a Martina tirar uma camisinha do bolso, abriu e colocou em mim de um jeito espetacular. Pao se levantou uns centímetros e, de uma vez, engoliu com a buceta toda a minha pica. Dessa vez não consegui evitar soltar um gemido de leão. O calor daquela buceta toda molhada não dá pra explicar com palavras. Eu não podia acreditar, tanta preliminar e teatro, e ela acabou enfiando a pica toda de uma vez. Até parecia que ficava pequena pra ela. As outras duas riam, e a loira puta se mexia bem devagar em círculos, sabendo que a qualquer hora eu ia gozar.
— Calma aí! —falei de repente, vendo que ia estourar.
— Já sei, mas segura porque o melhor ainda não chegou —ela sussurrou pra mim.
Não sabia do que ela tava falando, mas o que nunca imaginei aconteceu. Ela saiu, deixando minha pica cheia dos sucos dela, e posicionou o cu na minha pica.
— Se você fizer isso, eu morro —falei com a respiração. Ela, sem me dar bola, começou a fazer círculos na cabeça da pica até que conseguiu entrar uns quatro centímetros, e nós dois suspiramos: ela de prazer e, principalmente, de dor. Ela continuou descendo, e eu tava com medo de encher a bunda dela de porra antes mesmo de entrar metade. Isso ia ser uma fraude, ia decepcionar elas. Mas me segurei e me concentrei ao máximo.
— Tá doendo... mas eu tô gostando! —disse enquanto enfiava o cu na minha pica até o fundo, devagar e sem parar. Sentou em cima de mim, relaxando as pernas.
— Não acredito, deusa, não sei o que te dizer.
— Não fala nada. nada. Aproveita — me disse Chechu no ouvido, quando Pao começou a se mexer bruscamente, e eu senti algo que nunca tinha experimentado. Aquela bunda apertava meu pau com força e fazia ela gozar. Que mina, pelo amor... Fechei os olhos e o leite jorrou. Ela, experiente, ficou parada se segurando nos meus joelhos que tremiam.
— Ahhh...! — gritei. Foi o maior orgasmo que tive na vida até aquele momento. Passaram os minutos e meu pau não baixava, continuava duro, querendo mais, mas eu tava tipo na lua. Além disso, não tinha sobrado nem uma gota de porra, tinha espremido tudo.
— Assim...! Tô terminando também — disse Pao. O cu dela apertou meu pau com tanta força que doía, mas não dava tempo pra dor, aquilo era prazer demais, uma overdose. Devagar, Paola saiu sorrindo e apertando a bunda pra não vazar toda a goza, e Martina alcançou papel higiênico pra ela e acompanhou até o banheiro pra se vestir.
— Nunca imaginou isso, hein? — me disse Chechu.
— Queria que isso se repetisse... mas que a Flor não fique sabendo.
— Fica tranquilo, lindo — ela disse e me ajudou a subir a roupa.
Horas depois, no baile, Pao me mandava piscadas com aqueles olhos de mentira e, quando a Flor se afastava um pouco, ela tocava até a sombra. O que rolou depois de dançar e beber a noite toda, conto na próxima, se eu chegar a New Full User.
9 comentários - Futuras formandas gostosas
volvere con puntos en cuanto pueda