Quero deixar claro que os relatos a seguir são de gente de verdade e podem ter alguns fictícios, mas enfim, o negócio é vocês curtirem e, se ficarem excitados... façam o de vocês.

Que peluqueira gente boa!!
Enrique - Tacuarembó - Uruguai
Sempre ia naquela barbearia, mesmo sendo longe de casa, conheci o lugar quando morava naquele bairro, e gostava de como cortavam cabelo lá. Em especial, tinha uma cabeleireira, embora já não fosse nenhuma novinha, parecia uma boneca Barbie, loira e bem penteada, não ficava enchendo o saco falando de futebol, e quando passava a mão na minha cabeça, eu costumava fechar os olhos e relaxar pra caralho. Quando cheguei, estavam quase fechando, na verdade só tinha um menino com a mãe, que o outro barbeiro, um cara baixinho, feio e de bigode, estava cortando o cabelo. A cabeleireira já estava varrendo o cabelo do chão. Eles me olharam com um ar de resignação, e ela começou o serviço. Sentei numa daquelas poltronas enormes de salão, e ela colocou um lençol por cima do meu corpo. Enquanto isso, o outro já tinha terminado, e quando cobrou a mãe pelo serviço, disse pra cabeleireira:
— Preciso passar pra pegar o carro, senão o mecânico fecha. Você fecha aqui?
— Tá bom, mas desce a porta da loja antes, pra não aparecer algum cliente chato de última hora. Esse moço já me ajuda depois, se não se importar, né?
— Claro que não, fique à vontade — falei eu, meio sem graça com o comentário dela.
— Assim que o outro barbeiro foi embora, ela baixou a persiana metálica, de um jeito que da rua só dava pra ver os pés e quase nada dos transeuntes.
— Eu estava meio encabulado, pensando que a mina estava atrasando a saída dela por minha causa, mas quando ia me desculpar, notei que ela passava a mão na minha cabeça com mais delicadeza, pelo menos me pareceu, como se quisesse aproximar o corpo do meu, e às vezes os peitões dela roçavam no meu rosto. Em outras ocasiões, ela esfregava a virilha na ponta do braço da cadeira, e até deu um jeito de apertar de leve minha mão com a barriga dela.
Com essas situações, obviamente eu estava ficando meio nervoso, e minha calça começou a empinar, felizmente o lençol que me protegia, escondia minha ereção.
Enquanto ela ficava calada, no máximo fazendo algum comentário sobre meu corte de cabelo, ou o xampu que ia usar, quando fosse lavar minha cabeça. Eu fechava os olhos e esperava o fim daquela tortura. Ela finalmente tirou o lençol de mim, escovou meu pescoço para tirar os últimos fiapos soltos e me perguntou se eu tinha gostado do corte de cabelo. Assenti e fui me levantar para pagar. A barraca armada na minha calça me denunciava, e um olhar rápido dela confirmou.
— Espera um momento que vou me trocar, e você me ajuda com o zíper — pediu. Foi para os fundos tirar a roupa de trabalho.
Eu estava totalmente frustrado, ia bater uma quando chegasse em casa, uma punheta histórica, pensando naquela gostosa.
— Pronto, muito obrigada por esperar — disse ela. Virei a cabeça e fiquei surpreso, a cabeleireira tinha tirado a roupa de trabalho mas não se vestido, estava só com uma calcinha vermelha minúscula, e uma camiseta justa, marcando as formas generosas de uns peitos mal contidos pelo sutiã.
— Não ia te deixar assim — enquanto roçava a mão no meu volume — Senta.
Sentei de novo na cadeira, ela a reclinou para trás, e desabotoou minha calça. Meu pau já tinha escapado da cueca e estava meio roxo de tanto tesão.
— Você tem muito pelo, isso tem que arrumar — pegou uma máquina e foi depilando a área, com uma delicadeza perfeita, quase sem me tocar.
Quando terminou, subiu na cadeira, que era resistente e bem presa no chão, e montou na minha boca. Comecei a chupar a buceta dela, que era fácil de alcançar porque a calcinha era praticamente uma tirinha naquela área e entrava dentro dela, obviamente tinha a ppk depilada e só um leve pelo loiro aparecia em algumas partes. Agarrei com as duas mãos a bunda dela, era larga, meio mole, os trinta e poucos anos da cabeleireira já apareciam, mas o que mais O que me excitava era a brancura dela. Ela tava se esquentando, e a barriga toda dela se contorcia. Minha boca encheu do suco dela, e as nalgas dela tavam vermelhas de tanto apertar com minhas mãos. Ela foi deslizando pelo meu corpo até que a boca dela, pintada de batom vermelho, ficou em cima do meu pau. Ia começar a chupar, mas levantou pra ensaboar ele.
- Espera, vou lavar ele pra você, e assim tiro os pelos, que não quero engolir.
Enquanto ela lavava minha virilha, eu aproveitei pra meter a mão nela, primeiro com um dedo, mas vi como ela ia se abrindo, quase cabia minha mão inteira. Enquanto isso, na rua, dava pra ouvir o barulho dos carros e os passos das pessoas. Até as conversas delas dava pra ouvir, se a gente não tivesse distraído com outros assuntos.
- Esfrega, mais forte - ela dizia enquanto um meleca pegajosa escorria pelos meus dedos. Peguei um pote cilíndrico de xampu e enfiei nele fácil, ela não reclamou, aliás, apontou pra uma garrafa de loção bem maior e que ainda tinha ranhuras, e eu enfiei na buceta dela fazendo girar. Cabia de tudo na boceta dela.
Ela tirou a camiseta pra secar meu pau com ela. Dois peitos brancos, grandes, se ofereceram pra mim, um já tinha escapado do sutiã, que mal segurava eles, eu puxei o outro pra fora. Eles balançavam com os mamilos rosados meio caídos.
- Bom, só não estraga meu cabelo, que dá trabalho arrumar, não seja bruto.
E começou a chupar meu pau, os lábios vermelhos dela se encaixaram bem na ponta da glande e ali ficou lambendo. Agarrei ela pelos ombros e empurrei pra ela engolir ele inteiro, pelado meu pau parecia ainda maior, ela começou a chupar, tava sufocada, mal conseguia respirar. Eu tava escarrapachado no sofá, ela de joelhos com a calcinha ainda vestida, mas encharcada, e o sutiã fora do lugar, com os peitos balançando, mas perfeitamente penteada com o cabelo cheio de laquê.
Quando ela percebeu que eu ia gozar, tirou meu pau da boca dela.
- Vou gozar na sua Joga no cabelo, puta — eu falei.
Ela ficou com cara de pânico, e voltou a chupar meu pau. Gozei com tudo na boca daquela loira de cabelo arrumado, o esperma escorria pelos cantos dos lábios dela, descendo pelo pescoço pálido da cabeleireira. Não deixei ela tirar o pau da boca até ele ficar meio mole. Ela ainda não estava satisfeita e sentou em cima de mim, de costas, com as pernas abertas. Pelo ombro dela, eu via a buceta dela refletida no espelho grande da parede do salão, entre potes e pentes. Ela começou a se masturbar, sentia a bunda dela se mexendo na minha barriga. Agarrei os peitos dela, uma mão em cada um, nem cabiam. Vi no espelho o que meus dedos já sentiam: os mamilos pálidos endurecendo e escurecendo de tesão. Meu pau estava amassado pelo peso dela e não tava nada duro, mas aguentei na boa. Ela pegou de novo o pote canelado e enfiou fundo, numa profundidade que eu não teria coragem. Ela se dobrou de prazer. Depois, mais calma, se ajeitou e desceu. Meu pau tava exausto de um lado, mas com vontade de brincar do outro. Com uma mão, pálida e fina, mas firme, ela começou a esfregar ele, me sorrindo, enquanto com a outra se acariciava os próprios peitos, que também tentava fazer eu chupar.
Quando finalmente gozei, jorrei nas mãos dela, que ela juntou como uma concha, e com elas esfregou a própria buceta. Dessa vez, a baba escorria da boca dela de tesão. Mais calmos, nos vestimos, fechamos o salão e fomos cada um pra sua casa. Semana que vem acho que vou cortar o cabelo de novo. Vou tentar chegar na hora de fechar.
Se vocês gostaram, deixem seu comentário aí embaixo.
De tempos em tempos, vou trazer histórias novas pra vocês se excitarem sozinhos ou com parceiro(a).
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4 comentários - Relatos de sexo: "Que peluqueira gostosa!!
MUY BUENA