FALA GALERA DO PORINGA, TROUXE UM RELATO PRA VOCÊS FICAREM BEM QUENTES, DEIXEM PONTINHOS QUE EU QUERO SER NFU
NÃO É MEU, POR ISSO VOU DEIXAR O LINK http://www.todorelatos.com/relato/69778/
José Tinajero era um cara normal que tentava criar sozinho os dois filhos dele.
O divórcio tinha sido uma puta bagunça na vida dele. Os filhos eram muito pequenos quando a mãe deles decidiu que não curtia crianças. — Parece que ela só gostava de fazer, não de criar. — A guarda não foi problema nenhum, já que a ex-mulher se recusou a ter qualquer envolvimento com os filhos.
Marcos e Cinthia eram os nomes das duas crianças que nunca conheceram a mãe.
Ele educou os filhos com os melhores modos. Os dois respeitavam os mais velhos, obedeciam os professores, estudavam com muito capricho, trabalhavam duro pelo que queriam e se amavam um ao outro. Mas José Tinajero nunca soube o quanto os filhos chegariam a se amar até eles entrarem na adolescência:
ele sempre foi um cara que não gostava de usar muita roupa. Era bem liberal e adorava andar pelado pela casa. Isso nunca mudou, nem quando os dois filhos nasceram.
Mesmo assim, os garotos aprenderam que isso era algo normal da família deles e, por isso, não saíam contando por aí, e quando tinham visitas, sabiam se comportar direito. Andar pelados pela casa nunca foi problema para os filhos, porque foram criados assim desde sempre. No entanto, quando Cinthia começou a menstruar, José não soube o que fazer e acabou chamando uma amiga do trabalho para explicar tudo sobre menstruação para Cinthia, como a mãe dela deveria ter feito.
Josefina, a amiga de José, deu para Cinthia a primeira caixa de absorventes femininos e ensinou como usar. Como era uma mulher que achava que absorvente interno não era adequado para a idade de Cinthia, resolveu deixar isso de lado e nem tocou no assunto. Cinthia imediatamente avisou o pai sobre as mudanças no corpo dela como mulher e disse que o mais saudável seria ela começar a parar de andar pelada pela casa. E foi assim que ela começou a andar só de calcinha, porque os absorventes femininos exigiam calcinha o tempo todo.
As coisas continuaram mais ou menos como sempre por mais alguns anos. Mas logo Cinthia descobriu a existência dos tampões numa das várias conversas femininas e como eles eram menos problemáticos comparados aos absorventes. E foi assim que, alguns anos depois, ela pediu ajuda ao pai…
Queria aprender a se depilar, porque sempre que tentava acabava se cortando.
Ele ensinou a filha a depilar as axilas e as pernas. Enquanto fazia isso, a filha estava só de calcinha, então ele começou a notar o quanto ela tinha crescido desde a última vez que tinha olhado pra ela. E é que Cinthia já não era mais a menina de peito chato, de jeito nenhum. Agora tinha 18 anos e dois peitinhos bem formados, coroados por duas auréolas lindas.
Naquele momento, José sentiu a sensação incômoda de um formigamento na ponta do pau. Não era pra isso acontecer…
Cinthia trouxe uma caixa de tampões e não hesitou em mostrar pro pai.
— Os absorventes fazem um volume na minha calcinha e as meninas da minha turma tiram sarro de mim… — disse tristemente. — Me deram esses aqui, mas não sei como usar…
José abriu a caixa de tampões e imediatamente notou que faltava um.
— Tá faltando um, filha…
— Ah, sim… tá no meu quarto. — Cinthia correu pro quarto dela e trouxe o que faltava. — Tentei fazer o que as instruções diziam, mas não consegui… dói demais.
Ele logo percebeu qual era o problema. A filha era virgem. E não que isso fosse um problema em si, mas definitivamente atrapalhava o uso de tampões.
Por um breve momento, pensou na possibilidade de fazer do jeito tradicional de tirar a virgindade de uma jovem, mas rapidamente… Mentalmente, deu um tapa na própria cara e disse pra si mesmo: se comporta, homem!!
Depois pensou em algo que pudesse usar no lugar do desvirginamento tradicional…
Olhou pra mão e percebeu que talvez o dedo do meio fosse perfeito pro serviço. Mas sabia que a filha podia se assustar com as intenções dele…
— Querida, você já se masturbou alguma vez?
Cinthia ficou vermelha.
— Nnn… acho que não, pai…
— Acha que não?
— Sim, bom, às vezes quando tomo banho sinto uma coisa gostosa quando me toco lá embaixo, mas…
José ficou pensativo por um minuto e depois:
— Bom, olha, pra você conseguir usar absorvente interno, a gente vai ter que… como vou te dizer… romper seu hímen, filha… sabe o que é, né?
Cinthia balançou a cabeça e disse:
— Sim, é o que me faz ser virgem…
— Certo, mas isso vira uma barreira pro absorvente. Então vamos ter que romper… senão vai doer toda vez que tentar colocar. Também vai doer na hora de romper, mas só uma vez… ainda assim, é sua decisão, filha… se é o que você quer, então…
Ela ficou pensativa.
— Se eu já tentei colocar uma vez, por que não rompeu?
— Acho que porque você não sabe como fazer… às vezes o hímen é muito resistente.
— E como a gente vai romper?
José levantou o dedo.
— Esse parece ter o tamanho certo… vou ter que enfiar e empurrar até romper seu hímen. Recomendo a gente te masturbar um pouco antes de fazer, porque assim não vai doer tanto.
Cinthia olhou pra ele confusa e com medo.
— Parece meio estranho, pai…
O pai tossiu nervoso.
— Eu sei, filha, mas não consigo pensar em nada melhor… sua buceta é muito seca por dentro, mas com um pouco de estimulação vai ficar molhada e isso vai ajudar muito… se quiser, posso pedir pra minha amiga fazer isso…
— Não! — gritou Cinthia. — Prefiro fazer com você, papai… tenho muita vergonha de ser outra pessoa.
Apesar do que possam pensar, ele não estava totalmente feliz. A ideia de desejar a própria filha a ponto de romper o hímen dela era aterrorizante e gostosa ao mesmo tempo.
– O que eu tenho que fazer, papai?
– Bom, por que você não se deita na sua cama e eu faço do seu lado? Qual é a sua música favorita?
E assim, enquanto Cinthia se deitava nua na cama dela, o pai dela colocou uma música pra amenizar um pouco a situação. Claro, nunca esqueceu de trancar a porta com chave, caso o filho dele chegasse.
Ao olhar ela nua na cama, com a buceta meio depilada, José sentiu o pau dele se mexendo forte dentro da calça. Sem dúvida, tava excitado como nunca!
Decidiu começar acariciando os peitos de Cinthia pra ela relaxar um pouco. Disse que ia acariciar os peitos dela com as mãos e dali ia descendo devagar.
Cinthia suspirou ao sentir as mãos do pai amassando de leve as tetas dela.
– Você tem uns bicos muito sensíveis… – falou José pra filha. – Me fala se quiser que eu pare, filha…
– Tá gostoso, papai… – respondeu Cinthia enquanto o pai brincava com os bicos dela. – Por que não é a mesma coisa quando eu toco neles?
– Quando você aprender como fazer, te garanto que vai sentir igual ou até melhor…
José sabia que com isso já era suficiente, mas a sensação tão macia e firme dos peitos da filha fez ele perder a cabeça a ponto de acabar dizendo:
– Vou chupar um pouquinho seus peitos, filha… Vou fazer como se fosse um bebê enquanto acaricio outras partes do seu corpo…
Antes que a filha respondesse, ele levou um bico até a boca e começou a mamar de leve. A mão dele se movia em círculos pela barriga da filha e assim ia descendo devagar.
– Hmmmmmmm, papai… que gostoso…
– Abre as pernas, amor… – falou enquanto começava a enfiar um dos dedos naquela portinha virgem.
Cinthia abriu as pernas o máximo que pôde e começou a gemer.
– Aaah, papai… é tão gostoso… não dói nada…
O dedo de José começava a ficar todo molhado com os sucos da buceta de Cinthia. O momento tinha chegado e assim, enquanto mamava com mais força os peitos da filha, José Tinajero começou a penetrá-la cada vez mais com o dedo até que…
- OOOHHH Papai… alguma coisa tá acontecendo… AAAAHHH… Algo dentro de mim quer sair…
- Assim filha… assim… deixa sair… você tá quase tendo um orgasmo…
Enfiou o dedo o mais fundo que pôde e ali encontrou o hímen da filha enquanto ela se contorcia no primeiro orgasmo. Aproveitou o momento e penetrou com força e pronto… o hímen finalmente cedeu.
O orgasmo tremendo abafou a dor da desvirginada de tal jeito que, quando Cinthia parou de se mexer na cama, já não sentia dor nenhuma.
- Ohhhh papai!! Cê tinha razão, doeu mas só uns segundos… depois senti uma delícia!!
- Vai doer um pouco mais quando eu tirar o dedo… então me fala quando você estiver pronta.
- Tô pronta papai… pode tirar…
José tirou o dedo devagar, arrancando um suspiro de dor da filha. Um fio de sangue cobria ele.
- Nossa… quanto sangue… é assim que se faz sexo?
- Não filha, nada disso… o pau de um homem é bem maior que meu dedo… mas você ainda não tá pronta pra isso. Pra o que você já tá pronta é pra usar absorvente interno…
José teve uma dificuldade danada pra se separar daquele corpo lindo e nu, mas no fim conseguiu.
Esse foi o primeiro obstáculo que ele teve que pular, porque depois da morte da esposa, não tinha ficado com nenhuma mulher até aquele momento.
Depois disso, Cinthia começou a tomar banhos mais demorados e saía renovada. Sempre saía com um sorrisão no rosto lindo dela.
José, claro, sabia o motivo. Sabia o que a filha tava fazendo debaixo do chuveiro. Sem querer querendo, tinha ensinado ela a se masturbar.
Os absorventes internos começaram a funcionar bem na Cinthia e assim os dias, semanas, meses e anos foram passando de novo.
Cinthia se transformou numa moça linda, cheia de curvas gostosas, que todo homem corria atrás.
Ela e o irmão pareciam os irmãos mais felizes do mundo.
Marcos, o mano, por ser o mais velho, ensinava tudo sobre a escola e eles passavam as noites fazendo lição. José estava muito orgulhoso deles.
Mas numa sexta à noite, depois de arrumar o jantar, os garotos anunciaram que iam fazer a lição como de costume no quarto do Marcos e, enquanto José lavava a louça, não conseguiu evitar pensar em como eles tinham convivido pouco como família ultimamente.
— A gente devia ver TV como não faz há anos numa sexta à noite… eles devem estar cansados de tanto estudar… melhor ainda, por que não convido eles pro cinema?? — pensou enquanto ia pro quarto do Marcos, onde sabia que eles sempre estudavam.
Bem quando estava prestes a abrir a porta, ouviu as vozes dos filhos num tom nada normal. Era difícil ouvir com a porta fechada, mas fazendo um esforço conseguiu escutar a filha dizer:
— OOOOHHHH Marcoss… que gostoso HMMMM
Ele colocou a mão na maçaneta e girou devagar. Entreabrindo a porta, conseguiu dar uma olhada e logo viu a imagem dos filhos através do espelho enorme que tinha no quarto do Marcos.
O espelho dava pra cama, então os filhos estavam na cama, mas pelados!
José tinha ensinado a filha a se dar prazer anos atrás e, pelo visto, agora ela ensinava o irmão!
Cinthia estava deitada na cama enquanto o irmão a dedava com força. Mas não parava por aí, enquanto Marcos fazia isso, Cinthia masturbava ele também, de um jeito que a pica tava prestes a explodir!
Será que ele devia parar eles, José Tinajero?
Ele não achou conveniente e logo fechou a porta.
Os dias passaram e Cinthia avisou o pai sobre um encontro com um garoto.
— Me deixa ir? — perguntou.
— Bom, você já tem idade pra sair, filha… mas eu me sentiria melhor se seu irmão fosse junto…
Cinthia sorriu e disse:
— Tá bom… vou falar pra ele ir comigo.
Eles saíram uma semana depois disso e José Tinajero esperou acordado até eles chegarem.
Os dois estavam Felizes, riam e zoavam.
—Como é que foi? — perguntou ao vê-los chegar.
—Foi divertido… o cara tentou me beijar e o Marcos não deixou…
—Bem feito, filho…
Depois de uma conversa agradável, todos foram pros seus quartos.
José se deitou, mas por algum motivo não tava com sono, então ficou ali pensando no escuro.
Foi quando ouviu um barulho no corredor. Era óbvio que os filhos dele estavam acordados.
—Será que eles já não tiveram tempo suficiente juntos? — pensou, se perguntando o que eles queriam agora.
Saiu no corredor e, andando devagar, foi até o quarto da Cinthia, mas tudo parecia normal. Depois foi pro do Marcos e, de fora, notou que tinha uma luz acesa.
De novo, entreabriu a porta e viu pelo espelho a imagem do filho dele pelado e deitado de costas. A Cinthia tava em cima dele, completamente nua, enquanto a cabeça dela subia e descia! Era mais que óbvio, era o famoso 69!!
Quando sentiu que podia ser pego espiando, fechou a porta de novo e foi pro quarto dele se masturbar.
Depois disso, os irmãos saíram em encontros duplos por várias semanas. Sempre chegavam conversando sobre o que o outro tinha proibido no relacionamento e pareciam se divertir pra caramba com isso.
José não conseguia evitar o que rolava depois dos encontros. Amava tanto ver eles que, sendo um cara habilidoso com as mãos, decidiu fazer uma placa com o nome de cada um pra porta deles, como um presente de irmão. Os meninos acharam meio brega, mas não puderam recusar o presente do pai, que parecia ter feito com muito carinho pra eles. O que os meninos não sabiam é que aquela placa tinha um truque. Se apertasse num lugar específico, abria um buraco que virava uma janela pro interior do quarto!
Puta que pariu, como o José era habilidoso!
A noite do aniversário do Marcos foi uma noite muito especial. Os dois meninos saíram em encontros duplos como de costume, e o pai deles sugeriu que eles podiam ficar a Noite inteira fora de casa. Quando ambos recusaram a oferta, José sorriu sabendo o motivo.
Ao chegar, os irmãos foram direto pro quarto da Cinthia.
José foi na hora pra sua janela secreta observar tudo em detalhes. Quando chegou, os dois já estavam pelados se beijando e se acariciando. Puta merda, eram rápidos pra tirar a roupa.
A ereção do Marcos era motivo de orgulho pro pai dele, que sentia que tinha herdado bem o seu maior orgulho.
Cinthia deitou o irmão de costas na cama e depois subiu de quatro, andando até ele igual uma gatinha no cio. Chupou a pica dele de um jeito espetacular e depois fizeram um 69.
Quando o Marcos não aguentou mais, meteu entre as pernas da Cinthia e, colocando a pica na entrada da buceta dela, penetrou com força.
José esperava ouvir a filha gritar de dor, mas não foi assim. Depois olhou pro rostinho lindo da filha, esperando ver o reflexo da dor causada pela pica enorme do irmão, mas também não tinha nada.
O que ele viu foi a Cinthia tomar a iniciativa e, em poucos segundos, já tava por cima montando no irmão...
- AAAAHHHHH Marcossss... HMMMMMMMMM
Era mais que óbvio que já tinham feito aquilo centenas de vezes antes.
Foi um sexo selvagem, mas ao mesmo tempo mostrava que não era só sexo, era amor também. Se beijavam e se acariciavam de um jeito que só dois amantes poderiam fazer.
Quando o Marcos não aguentou mais, gozou dentro da irmã e, naquele momento, José esperou ver alguma reação de nojo da filha por ter enchido a buceta fértil dela de porra, mas não foi nada disso. Muito pelo contrário, ela se mexia como se quisesse espremer cada gota de sêmen pra dentro dela.
Pelo visto, o Marcos já tinha gozado dentro dela várias vezes também.
Depois disso, o Marcos comeu a irmã mais três vezes naquela noite enquanto o pai espiava tudo escondido.
José precisava fazer alguma coisa a respeito... e pode crer que fez, porque depois disso, comprou uma câmera de vídeo...
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NÃO É MEU, POR ISSO VOU DEIXAR O LINK http://www.todorelatos.com/relato/69778/
José Tinajero era um cara normal que tentava criar sozinho os dois filhos dele.
O divórcio tinha sido uma puta bagunça na vida dele. Os filhos eram muito pequenos quando a mãe deles decidiu que não curtia crianças. — Parece que ela só gostava de fazer, não de criar. — A guarda não foi problema nenhum, já que a ex-mulher se recusou a ter qualquer envolvimento com os filhos.
Marcos e Cinthia eram os nomes das duas crianças que nunca conheceram a mãe.
Ele educou os filhos com os melhores modos. Os dois respeitavam os mais velhos, obedeciam os professores, estudavam com muito capricho, trabalhavam duro pelo que queriam e se amavam um ao outro. Mas José Tinajero nunca soube o quanto os filhos chegariam a se amar até eles entrarem na adolescência:
ele sempre foi um cara que não gostava de usar muita roupa. Era bem liberal e adorava andar pelado pela casa. Isso nunca mudou, nem quando os dois filhos nasceram.
Mesmo assim, os garotos aprenderam que isso era algo normal da família deles e, por isso, não saíam contando por aí, e quando tinham visitas, sabiam se comportar direito. Andar pelados pela casa nunca foi problema para os filhos, porque foram criados assim desde sempre. No entanto, quando Cinthia começou a menstruar, José não soube o que fazer e acabou chamando uma amiga do trabalho para explicar tudo sobre menstruação para Cinthia, como a mãe dela deveria ter feito.
Josefina, a amiga de José, deu para Cinthia a primeira caixa de absorventes femininos e ensinou como usar. Como era uma mulher que achava que absorvente interno não era adequado para a idade de Cinthia, resolveu deixar isso de lado e nem tocou no assunto. Cinthia imediatamente avisou o pai sobre as mudanças no corpo dela como mulher e disse que o mais saudável seria ela começar a parar de andar pelada pela casa. E foi assim que ela começou a andar só de calcinha, porque os absorventes femininos exigiam calcinha o tempo todo.
As coisas continuaram mais ou menos como sempre por mais alguns anos. Mas logo Cinthia descobriu a existência dos tampões numa das várias conversas femininas e como eles eram menos problemáticos comparados aos absorventes. E foi assim que, alguns anos depois, ela pediu ajuda ao pai…
Queria aprender a se depilar, porque sempre que tentava acabava se cortando.
Ele ensinou a filha a depilar as axilas e as pernas. Enquanto fazia isso, a filha estava só de calcinha, então ele começou a notar o quanto ela tinha crescido desde a última vez que tinha olhado pra ela. E é que Cinthia já não era mais a menina de peito chato, de jeito nenhum. Agora tinha 18 anos e dois peitinhos bem formados, coroados por duas auréolas lindas.
Naquele momento, José sentiu a sensação incômoda de um formigamento na ponta do pau. Não era pra isso acontecer…
Cinthia trouxe uma caixa de tampões e não hesitou em mostrar pro pai.
— Os absorventes fazem um volume na minha calcinha e as meninas da minha turma tiram sarro de mim… — disse tristemente. — Me deram esses aqui, mas não sei como usar…
José abriu a caixa de tampões e imediatamente notou que faltava um.
— Tá faltando um, filha…
— Ah, sim… tá no meu quarto. — Cinthia correu pro quarto dela e trouxe o que faltava. — Tentei fazer o que as instruções diziam, mas não consegui… dói demais.
Ele logo percebeu qual era o problema. A filha era virgem. E não que isso fosse um problema em si, mas definitivamente atrapalhava o uso de tampões.
Por um breve momento, pensou na possibilidade de fazer do jeito tradicional de tirar a virgindade de uma jovem, mas rapidamente… Mentalmente, deu um tapa na própria cara e disse pra si mesmo: se comporta, homem!!
Depois pensou em algo que pudesse usar no lugar do desvirginamento tradicional…
Olhou pra mão e percebeu que talvez o dedo do meio fosse perfeito pro serviço. Mas sabia que a filha podia se assustar com as intenções dele…
— Querida, você já se masturbou alguma vez?
Cinthia ficou vermelha.
— Nnn… acho que não, pai…
— Acha que não?
— Sim, bom, às vezes quando tomo banho sinto uma coisa gostosa quando me toco lá embaixo, mas…
José ficou pensativo por um minuto e depois:
— Bom, olha, pra você conseguir usar absorvente interno, a gente vai ter que… como vou te dizer… romper seu hímen, filha… sabe o que é, né?
Cinthia balançou a cabeça e disse:
— Sim, é o que me faz ser virgem…
— Certo, mas isso vira uma barreira pro absorvente. Então vamos ter que romper… senão vai doer toda vez que tentar colocar. Também vai doer na hora de romper, mas só uma vez… ainda assim, é sua decisão, filha… se é o que você quer, então…
Ela ficou pensativa.
— Se eu já tentei colocar uma vez, por que não rompeu?
— Acho que porque você não sabe como fazer… às vezes o hímen é muito resistente.
— E como a gente vai romper?
José levantou o dedo.
— Esse parece ter o tamanho certo… vou ter que enfiar e empurrar até romper seu hímen. Recomendo a gente te masturbar um pouco antes de fazer, porque assim não vai doer tanto.
Cinthia olhou pra ele confusa e com medo.
— Parece meio estranho, pai…
O pai tossiu nervoso.
— Eu sei, filha, mas não consigo pensar em nada melhor… sua buceta é muito seca por dentro, mas com um pouco de estimulação vai ficar molhada e isso vai ajudar muito… se quiser, posso pedir pra minha amiga fazer isso…
— Não! — gritou Cinthia. — Prefiro fazer com você, papai… tenho muita vergonha de ser outra pessoa.
Apesar do que possam pensar, ele não estava totalmente feliz. A ideia de desejar a própria filha a ponto de romper o hímen dela era aterrorizante e gostosa ao mesmo tempo.
– O que eu tenho que fazer, papai?
– Bom, por que você não se deita na sua cama e eu faço do seu lado? Qual é a sua música favorita?
E assim, enquanto Cinthia se deitava nua na cama dela, o pai dela colocou uma música pra amenizar um pouco a situação. Claro, nunca esqueceu de trancar a porta com chave, caso o filho dele chegasse.
Ao olhar ela nua na cama, com a buceta meio depilada, José sentiu o pau dele se mexendo forte dentro da calça. Sem dúvida, tava excitado como nunca!
Decidiu começar acariciando os peitos de Cinthia pra ela relaxar um pouco. Disse que ia acariciar os peitos dela com as mãos e dali ia descendo devagar.
Cinthia suspirou ao sentir as mãos do pai amassando de leve as tetas dela.
– Você tem uns bicos muito sensíveis… – falou José pra filha. – Me fala se quiser que eu pare, filha…
– Tá gostoso, papai… – respondeu Cinthia enquanto o pai brincava com os bicos dela. – Por que não é a mesma coisa quando eu toco neles?
– Quando você aprender como fazer, te garanto que vai sentir igual ou até melhor…
José sabia que com isso já era suficiente, mas a sensação tão macia e firme dos peitos da filha fez ele perder a cabeça a ponto de acabar dizendo:
– Vou chupar um pouquinho seus peitos, filha… Vou fazer como se fosse um bebê enquanto acaricio outras partes do seu corpo…
Antes que a filha respondesse, ele levou um bico até a boca e começou a mamar de leve. A mão dele se movia em círculos pela barriga da filha e assim ia descendo devagar.
– Hmmmmmmm, papai… que gostoso…
– Abre as pernas, amor… – falou enquanto começava a enfiar um dos dedos naquela portinha virgem.
Cinthia abriu as pernas o máximo que pôde e começou a gemer.
– Aaah, papai… é tão gostoso… não dói nada…
O dedo de José começava a ficar todo molhado com os sucos da buceta de Cinthia. O momento tinha chegado e assim, enquanto mamava com mais força os peitos da filha, José Tinajero começou a penetrá-la cada vez mais com o dedo até que…
- OOOHHH Papai… alguma coisa tá acontecendo… AAAAHHH… Algo dentro de mim quer sair…
- Assim filha… assim… deixa sair… você tá quase tendo um orgasmo…
Enfiou o dedo o mais fundo que pôde e ali encontrou o hímen da filha enquanto ela se contorcia no primeiro orgasmo. Aproveitou o momento e penetrou com força e pronto… o hímen finalmente cedeu.
O orgasmo tremendo abafou a dor da desvirginada de tal jeito que, quando Cinthia parou de se mexer na cama, já não sentia dor nenhuma.
- Ohhhh papai!! Cê tinha razão, doeu mas só uns segundos… depois senti uma delícia!!
- Vai doer um pouco mais quando eu tirar o dedo… então me fala quando você estiver pronta.
- Tô pronta papai… pode tirar…
José tirou o dedo devagar, arrancando um suspiro de dor da filha. Um fio de sangue cobria ele.
- Nossa… quanto sangue… é assim que se faz sexo?
- Não filha, nada disso… o pau de um homem é bem maior que meu dedo… mas você ainda não tá pronta pra isso. Pra o que você já tá pronta é pra usar absorvente interno…
José teve uma dificuldade danada pra se separar daquele corpo lindo e nu, mas no fim conseguiu.
Esse foi o primeiro obstáculo que ele teve que pular, porque depois da morte da esposa, não tinha ficado com nenhuma mulher até aquele momento.
Depois disso, Cinthia começou a tomar banhos mais demorados e saía renovada. Sempre saía com um sorrisão no rosto lindo dela.
José, claro, sabia o motivo. Sabia o que a filha tava fazendo debaixo do chuveiro. Sem querer querendo, tinha ensinado ela a se masturbar.
Os absorventes internos começaram a funcionar bem na Cinthia e assim os dias, semanas, meses e anos foram passando de novo.
Cinthia se transformou numa moça linda, cheia de curvas gostosas, que todo homem corria atrás.
Ela e o irmão pareciam os irmãos mais felizes do mundo.
Marcos, o mano, por ser o mais velho, ensinava tudo sobre a escola e eles passavam as noites fazendo lição. José estava muito orgulhoso deles.
Mas numa sexta à noite, depois de arrumar o jantar, os garotos anunciaram que iam fazer a lição como de costume no quarto do Marcos e, enquanto José lavava a louça, não conseguiu evitar pensar em como eles tinham convivido pouco como família ultimamente.
— A gente devia ver TV como não faz há anos numa sexta à noite… eles devem estar cansados de tanto estudar… melhor ainda, por que não convido eles pro cinema?? — pensou enquanto ia pro quarto do Marcos, onde sabia que eles sempre estudavam.
Bem quando estava prestes a abrir a porta, ouviu as vozes dos filhos num tom nada normal. Era difícil ouvir com a porta fechada, mas fazendo um esforço conseguiu escutar a filha dizer:
— OOOOHHHH Marcoss… que gostoso HMMMM
Ele colocou a mão na maçaneta e girou devagar. Entreabrindo a porta, conseguiu dar uma olhada e logo viu a imagem dos filhos através do espelho enorme que tinha no quarto do Marcos.
O espelho dava pra cama, então os filhos estavam na cama, mas pelados!
José tinha ensinado a filha a se dar prazer anos atrás e, pelo visto, agora ela ensinava o irmão!
Cinthia estava deitada na cama enquanto o irmão a dedava com força. Mas não parava por aí, enquanto Marcos fazia isso, Cinthia masturbava ele também, de um jeito que a pica tava prestes a explodir!
Será que ele devia parar eles, José Tinajero?
Ele não achou conveniente e logo fechou a porta.
Os dias passaram e Cinthia avisou o pai sobre um encontro com um garoto.
— Me deixa ir? — perguntou.
— Bom, você já tem idade pra sair, filha… mas eu me sentiria melhor se seu irmão fosse junto…
Cinthia sorriu e disse:
— Tá bom… vou falar pra ele ir comigo.
Eles saíram uma semana depois disso e José Tinajero esperou acordado até eles chegarem.
Os dois estavam Felizes, riam e zoavam.
—Como é que foi? — perguntou ao vê-los chegar.
—Foi divertido… o cara tentou me beijar e o Marcos não deixou…
—Bem feito, filho…
Depois de uma conversa agradável, todos foram pros seus quartos.
José se deitou, mas por algum motivo não tava com sono, então ficou ali pensando no escuro.
Foi quando ouviu um barulho no corredor. Era óbvio que os filhos dele estavam acordados.
—Será que eles já não tiveram tempo suficiente juntos? — pensou, se perguntando o que eles queriam agora.
Saiu no corredor e, andando devagar, foi até o quarto da Cinthia, mas tudo parecia normal. Depois foi pro do Marcos e, de fora, notou que tinha uma luz acesa.
De novo, entreabriu a porta e viu pelo espelho a imagem do filho dele pelado e deitado de costas. A Cinthia tava em cima dele, completamente nua, enquanto a cabeça dela subia e descia! Era mais que óbvio, era o famoso 69!!
Quando sentiu que podia ser pego espiando, fechou a porta de novo e foi pro quarto dele se masturbar.
Depois disso, os irmãos saíram em encontros duplos por várias semanas. Sempre chegavam conversando sobre o que o outro tinha proibido no relacionamento e pareciam se divertir pra caramba com isso.
José não conseguia evitar o que rolava depois dos encontros. Amava tanto ver eles que, sendo um cara habilidoso com as mãos, decidiu fazer uma placa com o nome de cada um pra porta deles, como um presente de irmão. Os meninos acharam meio brega, mas não puderam recusar o presente do pai, que parecia ter feito com muito carinho pra eles. O que os meninos não sabiam é que aquela placa tinha um truque. Se apertasse num lugar específico, abria um buraco que virava uma janela pro interior do quarto!
Puta que pariu, como o José era habilidoso!
A noite do aniversário do Marcos foi uma noite muito especial. Os dois meninos saíram em encontros duplos como de costume, e o pai deles sugeriu que eles podiam ficar a Noite inteira fora de casa. Quando ambos recusaram a oferta, José sorriu sabendo o motivo.
Ao chegar, os irmãos foram direto pro quarto da Cinthia.
José foi na hora pra sua janela secreta observar tudo em detalhes. Quando chegou, os dois já estavam pelados se beijando e se acariciando. Puta merda, eram rápidos pra tirar a roupa.
A ereção do Marcos era motivo de orgulho pro pai dele, que sentia que tinha herdado bem o seu maior orgulho.
Cinthia deitou o irmão de costas na cama e depois subiu de quatro, andando até ele igual uma gatinha no cio. Chupou a pica dele de um jeito espetacular e depois fizeram um 69.
Quando o Marcos não aguentou mais, meteu entre as pernas da Cinthia e, colocando a pica na entrada da buceta dela, penetrou com força.
José esperava ouvir a filha gritar de dor, mas não foi assim. Depois olhou pro rostinho lindo da filha, esperando ver o reflexo da dor causada pela pica enorme do irmão, mas também não tinha nada.
O que ele viu foi a Cinthia tomar a iniciativa e, em poucos segundos, já tava por cima montando no irmão...
- AAAAHHHHH Marcossss... HMMMMMMMMM
Era mais que óbvio que já tinham feito aquilo centenas de vezes antes.
Foi um sexo selvagem, mas ao mesmo tempo mostrava que não era só sexo, era amor também. Se beijavam e se acariciavam de um jeito que só dois amantes poderiam fazer.
Quando o Marcos não aguentou mais, gozou dentro da irmã e, naquele momento, José esperou ver alguma reação de nojo da filha por ter enchido a buceta fértil dela de porra, mas não foi nada disso. Muito pelo contrário, ela se mexia como se quisesse espremer cada gota de sêmen pra dentro dela.
Pelo visto, o Marcos já tinha gozado dentro dela várias vezes também.
Depois disso, o Marcos comeu a irmã mais três vezes naquela noite enquanto o pai espiava tudo escondido.
José precisava fazer alguma coisa a respeito... e pode crer que fez, porque depois disso, comprou uma câmera de vídeo...
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7 comentários - Pai solteiro gostoso
Deja de leer estos relatos bobo, no entendes que solo son fantasias?