Antes de começar, preciso avisar meus queridos leitores que revisem meus contos anteriores pra entender todos os detalhes deste...
Há pouco tempo, fui visitar minha Tia. Ela já é uma gostosa madura de 52 anos, mas ainda tem a carne firme, a bunda bem dura de tanto transar, e os peitos lindos. Fui passar uma temporada de verão com ela.
Ela ficou feliz em me ver, me recebeu com uma toalha branca porque tinha acabado de tomar banho, tomamos café e fumamos.
Contei pra ela que estava escrevendo no Todorelatos.com sobre aqueles verões que passamos juntos, e que a série estava fazendo muito sucesso. Ela se emocionou ao saber e quis que eu mostrasse os textos.
Ela me perguntou se eu não me importava que ela ficasse à vontade em casa. Continuava mantendo o costume de andar nua como uma puta, calçou saltos agulha (imagino que só pra me esquentar...) e fomos pro quintal perto da piscina. Eu levei o notebook pra poder ler meus contos pra ela.
Eu também fiquei à vontade e dei um belo mergulho nu. Ela me olhava sentada na borda da piscina, os mamilos tinham ficado bem grossos e duros. Sentei na espreguiçadeira e a convidei pra sentar em cima de mim, assim a gente lia um pouco...
Foi lindo. A gente se divertiu e se excitou muito com cada conto. Cada detalhe que chamava a atenção dela, ela me beliscava ou dava tapas na minha bunda... Eu, disfarçadamente, acariciava o lado dos peitos dela... Ela se deixava fazer, como a puta que sempre foi.
Ficamos umas duas horas lendo, relembrando e fumando. Eu tava muito excitado, pau duro e os ovos doendo pra caralho... Ela tinha adorado meu jeito tão sincero de narrar aquelas experiências... Se surpreendia com as verdades que ia descobrindo em cada conto, e o safado que eu tinha sido com ela... Percebi como ela ia molhando minhas pernas e minha barriga, tava escorrendo igual uma gostosa. Não quis fazer nada naquele momento, queria deixar ela o mais tesuda possível, pra que ela mesma tomasse a iniciativa.
A gente se deu um banho e fomos tirar uma soneca, perguntei se podia fazer com ela e ela topou na hora…
Já na cama, ela estava de costas pra mim, mostrando aquela bunda enorme, redonda e morena… eu só fiquei encostando a cabeça da minha pica no buraco dela, deixava um tempo entre as nádegas dela, ficava doidão com aquela situação, ela vibrava imperceptivelmente, a buceta dela estava ensopada, claro que não dormimos nada, ficamos nos esquentando o tempo todo. Minha pica soltava um líquido grosso e transparente. "Acordei" ela com um café e tomamos na cama, na penumbra, excitados e molhados. Ela me perguntou de repente se eu achava que a gente podia gozar sem quase nos tocar e sem foder, aí percebi que ela continuava sendo a mesma puta de sempre. Falei que a gente podia tentar, e perguntei se ela tinha alguma ideia de como conseguir. Ela disse que sim…
Ela chegou perto do meu ouvido e começou a sussurrar: - sou sua tia mais puta… mmmhh, você me deixa igual uma puta no cio… não… não me toca, tô toda molhada, minha buceta e meu cu tão abertos e querem sua pica mas você não vai meter… você é um filho da puta e eu queria lamber suas bolas agora mesmo, devorar elas com minha língua, cobrir de baba quente, brincar com sua pica entre meus peitos, você sempre gostou deles, olha meus bicos como tão duros, olha como eu cuspo nos meus peitos, você gosta da minha saliva caindo nos meus bicos? Você é um safado e me comeu muitas vezes quando era adolescente, agora você é um homem de verdade e eu adoraria que você me macetasse com essa pica de homem feito… mmmhhh!
Eu não aguentava mais, meu pau tava ensopado, e continuava soltando líquido, ela só sussurrava no meu ouvido e às vezes com a língua lambia minha orelha. Ela continuava: - Sempre bato uma pensando naqueles dias de verão…, muitas vezes deixo qualquer um me comer na rua pensando em você, às vezes vou andando e vejo um carro parado no semáforo, faço sinal pro motorista me deixar entrar e sem dizer nada Começo a fazer um boquete violento nela, sem parar. Ela continua dirigindo e eu sigo com o pau dela na minha boca até tirar toda a porra. Depois, desço com o sêmen na boca, nem olho pra ela, sigo andando, brincando com a porra quente na minha boquinha, pensando que é o teu néctar… mmmhhh, engulo tudo… sou sua putinha mmmhh..
Ao contar isso, percebo que estou prestes a gozar, ela também nota e continua atirando…
Quero que você pense que, em cada macho que tive, sempre imaginei que era você, o que me estuprava. Me fiz ser estuprada por sua causa, seu filho da puta… mmmh. Uma vez saí tarde, vestida só com um vestidinho curto rosa, sem calcinha, com salto agulha, pra caminhar à noite no parque, sabendo que tem muito tarado por lá. Me pegaram entre vários e me estupraram desesperadamente. Eu fingia gritar e resistir, mas adorava sentir os paus por todos os lados, a porra escorrendo no meu rosto… ahhhh.
Já não aguento mais e sinto minha porra subindo dos ovos até a ponta do pau, ela percebe. Nunca tinha acontecido algo assim comigo, é maravilhoso. Quando a porra quente está prestes a sair, ela se deita debaixo do meu pau sem tocar, e abre a boca. Recebe o líquido devagar, gota a gota, lentamente, mas em grande quantidade. Geme porque também está gozando, sorri… está emocionada por ter conseguido… Se levanta com a porra quente na boca e nos beijamos por um bom tempo, somos como um casal apaixonado. Aos poucos, vamos nos alimentando do meu esperma abundante até ficarmos saciados…
Essa é minha tia e essa é minha homenagem. Por favor, adoraria receber comentários…
Há pouco tempo, fui visitar minha Tia. Ela já é uma gostosa madura de 52 anos, mas ainda tem a carne firme, a bunda bem dura de tanto transar, e os peitos lindos. Fui passar uma temporada de verão com ela.
Ela ficou feliz em me ver, me recebeu com uma toalha branca porque tinha acabado de tomar banho, tomamos café e fumamos.
Contei pra ela que estava escrevendo no Todorelatos.com sobre aqueles verões que passamos juntos, e que a série estava fazendo muito sucesso. Ela se emocionou ao saber e quis que eu mostrasse os textos.
Ela me perguntou se eu não me importava que ela ficasse à vontade em casa. Continuava mantendo o costume de andar nua como uma puta, calçou saltos agulha (imagino que só pra me esquentar...) e fomos pro quintal perto da piscina. Eu levei o notebook pra poder ler meus contos pra ela.
Eu também fiquei à vontade e dei um belo mergulho nu. Ela me olhava sentada na borda da piscina, os mamilos tinham ficado bem grossos e duros. Sentei na espreguiçadeira e a convidei pra sentar em cima de mim, assim a gente lia um pouco...
Foi lindo. A gente se divertiu e se excitou muito com cada conto. Cada detalhe que chamava a atenção dela, ela me beliscava ou dava tapas na minha bunda... Eu, disfarçadamente, acariciava o lado dos peitos dela... Ela se deixava fazer, como a puta que sempre foi.
Ficamos umas duas horas lendo, relembrando e fumando. Eu tava muito excitado, pau duro e os ovos doendo pra caralho... Ela tinha adorado meu jeito tão sincero de narrar aquelas experiências... Se surpreendia com as verdades que ia descobrindo em cada conto, e o safado que eu tinha sido com ela... Percebi como ela ia molhando minhas pernas e minha barriga, tava escorrendo igual uma gostosa. Não quis fazer nada naquele momento, queria deixar ela o mais tesuda possível, pra que ela mesma tomasse a iniciativa.
A gente se deu um banho e fomos tirar uma soneca, perguntei se podia fazer com ela e ela topou na hora…
Já na cama, ela estava de costas pra mim, mostrando aquela bunda enorme, redonda e morena… eu só fiquei encostando a cabeça da minha pica no buraco dela, deixava um tempo entre as nádegas dela, ficava doidão com aquela situação, ela vibrava imperceptivelmente, a buceta dela estava ensopada, claro que não dormimos nada, ficamos nos esquentando o tempo todo. Minha pica soltava um líquido grosso e transparente. "Acordei" ela com um café e tomamos na cama, na penumbra, excitados e molhados. Ela me perguntou de repente se eu achava que a gente podia gozar sem quase nos tocar e sem foder, aí percebi que ela continuava sendo a mesma puta de sempre. Falei que a gente podia tentar, e perguntei se ela tinha alguma ideia de como conseguir. Ela disse que sim…
Ela chegou perto do meu ouvido e começou a sussurrar: - sou sua tia mais puta… mmmhh, você me deixa igual uma puta no cio… não… não me toca, tô toda molhada, minha buceta e meu cu tão abertos e querem sua pica mas você não vai meter… você é um filho da puta e eu queria lamber suas bolas agora mesmo, devorar elas com minha língua, cobrir de baba quente, brincar com sua pica entre meus peitos, você sempre gostou deles, olha meus bicos como tão duros, olha como eu cuspo nos meus peitos, você gosta da minha saliva caindo nos meus bicos? Você é um safado e me comeu muitas vezes quando era adolescente, agora você é um homem de verdade e eu adoraria que você me macetasse com essa pica de homem feito… mmmhhh!
Eu não aguentava mais, meu pau tava ensopado, e continuava soltando líquido, ela só sussurrava no meu ouvido e às vezes com a língua lambia minha orelha. Ela continuava: - Sempre bato uma pensando naqueles dias de verão…, muitas vezes deixo qualquer um me comer na rua pensando em você, às vezes vou andando e vejo um carro parado no semáforo, faço sinal pro motorista me deixar entrar e sem dizer nada Começo a fazer um boquete violento nela, sem parar. Ela continua dirigindo e eu sigo com o pau dela na minha boca até tirar toda a porra. Depois, desço com o sêmen na boca, nem olho pra ela, sigo andando, brincando com a porra quente na minha boquinha, pensando que é o teu néctar… mmmhhh, engulo tudo… sou sua putinha mmmhh..
Ao contar isso, percebo que estou prestes a gozar, ela também nota e continua atirando…
Quero que você pense que, em cada macho que tive, sempre imaginei que era você, o que me estuprava. Me fiz ser estuprada por sua causa, seu filho da puta… mmmh. Uma vez saí tarde, vestida só com um vestidinho curto rosa, sem calcinha, com salto agulha, pra caminhar à noite no parque, sabendo que tem muito tarado por lá. Me pegaram entre vários e me estupraram desesperadamente. Eu fingia gritar e resistir, mas adorava sentir os paus por todos os lados, a porra escorrendo no meu rosto… ahhhh.
Já não aguento mais e sinto minha porra subindo dos ovos até a ponta do pau, ela percebe. Nunca tinha acontecido algo assim comigo, é maravilhoso. Quando a porra quente está prestes a sair, ela se deita debaixo do meu pau sem tocar, e abre a boca. Recebe o líquido devagar, gota a gota, lentamente, mas em grande quantidade. Geme porque também está gozando, sorri… está emocionada por ter conseguido… Se levanta com a porra quente na boca e nos beijamos por um bom tempo, somos como um casal apaixonado. Aos poucos, vamos nos alimentando do meu esperma abundante até ficarmos saciados…
Essa é minha tia e essa é minha homenagem. Por favor, adoraria receber comentários…
4 comentários - Minha tia gostosa no presente...
🙂 🙂 🙂 🙂 🙂
POR ESO MAÑANA PASO Y TE DEJO MIS +10
SEGUI ASI!!!
che y si le dejas 10 puntos en este y yo tmb le dejo 10 asi se hace full user el vago 😀 😀 😀 qe decis? +10
en este post
http://www.poringa.net/posts/relatos/1194375/La-yegua-de-mi-t%C3%ADa.html