Mudança de vida 5

Olha, escrevi essa faz tempo, nem publiquei metade. Quando cansar por ser repetitiva, avisem, valeu.Uma Mudança de Vida V

Nos despedimos do senhor Fernandez, pra quem meu marido pediu o telefone a meu pedido. Até quarta-feira, a gente passou o tempo transando quando dava, mas só na posição do missionário e meu marido sempre de camisinha, mas minhas conversas no ouvido dele continuavam fazendo um efeito mágico no meu marido. Na quarta, falei que tava de abstinência e que ele não ousasse gozar, que eu queria ele bem quentinho pro fim de semana. Liguei pro Sr. Fernandez e convidei ele pra almoçar domingo ao meio-dia. Com o Ricardito na faculdade, fiz uma cena de arrependida; na real, não sabia o que tinha me dado, a situação tinha me dominado, etc., etc., mas convidei ele e o Sebastião pra sábado à tarde na minha casa. Falei que tinha convidado uma colega também, coisa que fiz, e como imaginei, a Laura disse que voltava pra cidade dela nos fins de semana, que tentaria vir. Anotei o endereço num papel e, de propósito, me enganei ao escrever, pra não correr o risco dela vir atrapalhar minha festa.

Na sexta, meu marido me ajudou a arrumar a sala de um jeito que ele, do quarto, tivesse uma boa visão do que pudesse rolar. O sofá de três lugares tava virado pro quarto; mandei ele levar um balde ou algo pra fazer xixi, porque não poderia sair do quarto; se a gente entrasse, ele teria que se esconder no armário que preparamos pra essa situação.

Sábado à tarde, a campainha tocou. Beijei meu marido, que foi pro nosso quarto, e fui abrir a porta. Tava de legging sem nada por baixo, que marcava minha bunda e minha buceta pra valer, e uma regatinha até o umbigo. Quando abri a porta, era o Ricardo; deixei ele entrar, nos cumprimentamos com um beijo na bochecha e aproveitei pra andar na frente dele, rebolando o máximo que podia. "Senta aí que vou fazer café." Fui preparar o café na cozinha e, de repente, senti ele me apoiando por trás. "Por favor, Ricky, te falei que só... Tinha sido um erro. Enquanto mexia minha bunda como se quisesse separar ela de mim, escapei do abraço dele e fui pra sala. Ele veio até mim e me beijou, eu fingia rejeitar, mas tava morrendo de vontade de sentir ele dentro de mim de novo. As duas mãos dele agarraram minha bunda, fazendo eu sentir a dureza daquele pedaço. "Por favor, Richar, que o Sebastião tá chegando." "Tá bom, só chupa um pouquinho e não encho mais teu saco." Eu me ajoelhei, olhei pra ele e falei: "Mas depois não me enche mais, OK?" E puxei pra fora e comecei a chupar com gosto. Chupei só um pouquinho, porque não queria que ele gozasse na minha boca, queria sentir a primeira explosão bem gostosa dentro de mim. "Já chega", falei. "Bom, tira a calcinha um pouco pra eu te olhar, nunca consegui te ver direito." "Tá bom, mas chega... Hein?" Me despi do jeito mais puta que consegui e sentei no sofá. Como eu esperava, ele se aproximou, se ajoelhou e colocou o pau na entrada da minha pussy. "O que você vai fazer?" Como resposta, senti aquela coisa dura me penetrar até o fundo. Soltei um gemido profundo. "Bomba em mim, vagabundo, por favor, me dá duro, me dá muito..." Olhava pro quarto e imaginava a excitação do meu marido. Ele me bombou por um tempão, até que senti ele cravar até o fundo e jorros de porra me encherem. Tive meu primeiro orgasmo, apertando com minha pussy aquele pau que ainda continuava duro. Ele ficou um tempo apoiado em mim, e então eu o afastei, dizendo que precisava me arrumar, que o Sebastião ia chegar. Fui pro banheiro e me limpei um pouco, só pra não sujar muito a legging. Me vesti e saí, falei: "Vamos estudar um pouco, por favor." E começamos a fazer como se nada tivesse acontecido, até que a campainha tocou. "Vai abrir", pedi, e fui pegar o café que tinha ficado na cozinha. Quando eu tava agachada colocando a bandeja na mesa, senti puxarem minha legging de uma vez. Ricardo dizia pro Sebas: "Olha que forte que tá a babe. e agarrando a mão dela e levei até minha buceta e disse: senti que ainda deve estar saindo meu gozo. Ela me empurrou pelos ombros e disse pro Sebas abaixar o moletom; de joelhos na frente dele, vi sair uma bela pica, bem cabeçuda, minha boca encheu de água e eu engoli na hora. Cê tava certo, Richar, ela é uma puta. Enquanto isso, nas minhas costas, o Ricardito se ajeitava e metia devagar até o fundo da minha buceta, me acomodei melhor e, me segurando pela cintura, começou a bombar forte e firme. Tirei a pica da boca e gritei: é isso mesmo, vagabundos, me comam... me façam de puta de vocês... me encham de gozo!!! Senta no sofá, disse o Richar, e o Sebas obedeceu. Você, puta, monta nele. Me aproximei do sofá, beijei ele na boca, enfiando a língua bem fundo, e comecei a deslizar naquela pica bem dura. Daí a pouco, senti o Richar brincando com a língua no meu cu, gemia desesperada e gritava: é isso mesmo, viadinhos, me comam!!! Senti que o Richard apoiou a cabeça e ficou parado, deixando eu mesma me enfiar com meus movimentos; nunca senti nada igual. Enfiem em mim, por favor... bem fundo, meus meninos. Richar começou a serrar com violência, enquanto o Sebas dizia que não aguentava muito mais. E enche ela, o que cê tá esperando... não vê que a puta adora gozo? Senti a pica do Sebas se contrair e, de repente, me inundar por dentro. Tive um orgasmo diferente, mais profundo, e com meu cu comecei a apertar a pica do Sebas pra espremer ele. Funcionou, e daí a pouco ele enchia minha bunda com o gozo dele. Ficamos naquela posição, e eu sentia que a pica do Sebas não baixava, e a do Richar começava a escorregar pra fora. Ele me apoiou no sofá, de joelhos no chão, e disse pro Sebas: vai, come essa bunda que é uma delícia e eu deixei bem lubrificadinha. A próxima coisa que senti, mesmo já estando aberta, foi a pica do Sebas, que custou a enfiar a cabeça, entrou e ficou parada. Tá doendo?, me perguntou. perguntou. Richar disse pra ele me comer de uma vez, que senão ele ia enfiar no dele, e ele começou a meter com tudo, eu empurrava minha bunda pra fora pra entrar o máximo possível, eu realmente amo no cu, é o que mais curto. Richar se levantou no sofá e me deu o pau dele pra eu limpar, coisa que fiz com prazer, ele segurou minha cara e, fixando o olhar, me disse que puta que eu sou, como você gosta de ser puta... Naquele instante senti o Sebas enfiar de novo, enchendo meu cu de porra outra vez, e ao mesmo tempo Richar explodia de novo, enchendo minha boca; ouviu-se a porta do elevador e os dois se apressaram pra se trocar, deve ser meu marido, falei. Ficamos todos quietos e alguém entrou no apartamento ao lado, me levantei e pedi pra eles irem embora que meu marido ia chegar. Eles foram embora assustados, como se o diabo estivesse atrás deles, quando a porta fechou vi meu marido saindo do quarto. Gostou do show, corno? Se eu não mandasse eles embora ainda tavam me dando pica, diferente de você, que me dá uma rapidinha e já fica cansado. Me sentei como uma puta no sofá e falei toma a porra, corno, que você tem muita pra tomar. E nem pense em gozar que amanhã o Sr. Fernandez vem e quero você bem quente. Sentir a língua do meu marido no meu cu me deu outro orgasmo, me senti perversa. Deixei ele limpar bem todos os meus buracos por um bom tempo, e falei vamos descansar.
No dia seguinte pedi pro meu marido amassar uns macarrões, ele faz uns talharim caseiro muito bom; assim a gente agrada nosso convidado, falei. Você pode colocar o aventalzinho pra cozinhar e mais nada. Não acho legal se o Sr. Fernandez chegar e te ver pelado, vem experimentar uma das minhas calcinhas fio dental, fiz ele provar várias até achar uma que gostei, você tá ótimo, falei. Toda hora passava pela cozinha e olhava pra ele, me excitava ver ele de fio dental no cu.
Perto do meio-dia tocou a campainha, vai abrir, meu amor, falei. O Sr. Fernandez ao vê-lo esboçou um grande sorriso. sorriso, Ricardo, como ele tá bem, disse quando meu marido voltava pra cozinha, fala que ainda não curto booties masculinos. Ele se aproximou de mim e me deu um beijo na bochecha, enquanto me entregava uma sacola com roupa — veste isso, por favor — e foi pra cozinha com um vinho que tinha trazido. Ele tinha me trazido uma mini saia xadrez estilo colégio, uns sapatos de salto agulha e umas meias até a metade da coxa. Não coloquei nada por baixo, nem calcinha nem sutiã, porque imaginei que se quisesse isso, teria trazido. Ao entrar na cozinha, meu marido soltou um suspiro. — Vamos pra sala — disse Fernandez. — Caminhe um pouco, por favor, senhora — e comecei a desfilar pra ele. — Chegue mais perto, por favor. — Parei ao lado dele e senti que começou a acariciar minha bunda. Virei pra ele e ele abriu minhas nádegas pra começar a chupar. — Pelo amor de Deus — exclamou. — Me convidam pra almoçar e já usaram a buceta que vou comer? — Ele me pegou pelo pulso e me deitou no colo dele, senti a dureza do pau dele na minha pélvis. Levantou a saia, esfregando minha bunda, senti a mão dele se afastar e levei a primeira palmada numa nádega. — Vou te ensinar, puta sem noção — e começou a me bater cada vez mais forte, às vezes acertava no meio, bem perto da minha buceta. Eu me senti muito excitada, muito perto do orgasmo, e comecei a me esfregar no pau dele. Virei a cabeça e vi meu marido olhando extasiado. — Tá olhando o quê, corno? Gosta do tratamento que tão me dando? — Senti mais palmadas e ouvi a voz do Fernandez pedindo óleo de cozinha pro meu marido. Ele entregou e senti um jorro no meu cu, e o dedo do senhor Fernandez entrou gostoso dentro de mim. — Não aguento mais esperar pra comer essa bunda bem lubrificada — disse. Apoiou meu peito numa cadeira e senti o pau dele entrando bem suave dentro de mim. — Que delícia — exclamou Fernandez. — Ricardo, te parabenizo de novo — e começou a me bombar como um louco. — Desculpa, esperava fazer isso depois de comer, mas essa puta me esquenta demais. — Ele ficou parado e Levantando-me, ele ordenou: "Me coma com o cu, quero ver como você mexe." Comecei a me mover pra trás e pra frente, tentando fazer círculos. Eu ouvia ele gemer cada vez mais forte e também sentia meu orgasmo se aproximando. Parece que o Sr. Fernandez também sentiu, porque ele enfiou fundo e deixou lá enquanto gozava, soltando um monte de gemidos. Senti o cum quente dele me inundando em jatos. Ele se levantou, arrumou a roupa e pediu desculpas por não ficar pra comer. "Que cavalheiro", falei pro meu marido, colocando voz de puta, "e como ele gosta da minha buceta. Gostou do fim de semana, cuck? Vem aqui que já tem o cum servido, comedor de porra alheia promíscuo." Eu sentia ele se ajoelhar e chupar desesperado. Deixei ele me limpar por um bom tempo, depois mandei ele levantar e tirar o avental. Ele ficou parado só de minha tanga, com o pau aparecendo por cima dela. "Viu como os machos de verdade gostaram? Não esses viadinhos que não conseguem me comer o cu. Os machos de verdade. Mariquinha, agora usa minha tanga." Comecei a esfregar o pau dele, que já não aguentava mais. "Se suje você com seu próprio cum, cuckhold", e fiz ele gozar pra caralho. "Sujo, sujou minha tanga", falei, e mandei ele terminar a comida, dando um tapa forte na bunda dele.

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