8|A origem de tudo 8| :P ;)

A Origem

Vocês já devem me conhecer de outras confidências, então aproveito pra confessar uma que é o começo de tudo, a que, por assim dizer, me transformou um pouco no que sou hoje.

Preciso confessar que, como guri, me desenvolvi meio tarde. Dei o estirão perto dos 18, e passei de baixinho pra altura normal, mas era magro demais. Então, por sugestão do treinador que eu tinha, comecei a puxar ferro, coisa que, na real, não curtia muito, mas, pô, tenho que admitir que o pouco sucesso que tinha com as minas me fez tentar por esse lado.

Foi assim que comecei a ir na academia, onde, pra minha alegria, ia a garota que na época me tirava o sono e pra quem, confesso, dedicava mais de uma punheta, hehehe. O destino quis que, por causa dos meus horários, que faziam eu ir na academia num horário bem doido, nunca cruzasse com a Lula (como chamavam a mina), uma gostosa morena de olhos azuis enormes, com uns peitos lindos e uma raba empinada que chamava atenção por onde passava. No entanto, via a mãe dela direto. Com o tempo e vencendo minha timidez, começamos a conversar sempre. Faço um parêntese pra descrevê-la: Inês na época tinha 45 anos, bem conservados, tinha os peitos feitos (não menos de 100) e uma bunda trabalhada na academia que era uma beleza, morena de olhos enormes (a filha tinha de quem puxar) cor de mel. De rosto era bem feia, pra ser sincero, mas... tudo não dá, né? Como falei antes, era bem otário nessa época, não que agora seja esperto, mas... Inês sempre me pedia coisas, pra arrumar algum aparelho, tirar os pesos, sei lá, besteiras, e enquanto conversávamos sobre qualquer coisa. Ela até chegou a me perguntar se eu tinha namorada. Quando falei que não, ela ficou surpresa, segundo ela, eu era um guri “bonitinho”. No fim, fomos ficando mais íntimos, e com o tempo melhorei meu físico na base de ir todo dia (não era um Cristiano Ronaldo, mas tava trabalhado), e de vez em quando Inês... Brincando, ela passava a mão nos meus braços ou no meu peito e falava: "como você mudou, hein, deve estar quebrando corações por aí". Não sei por quê, mas a verdade é que a maturidade dela me deixava muito excitado e às vezes eu tinha que disfarçar pra ela não perceber como eu tava duro quando ela me roçava ou ficava batendo papo comigo. O negócio é que eu me abri e contei o que tava rolando comigo, quase sem perceber despejei tudo: que eu não pegava ninguém, que transava pouco ou nada (óbvio que não usei essas palavras, mas surgiu e eu contei), e até que tava apaixonadão pela Lula e ela nem ligava pra mim. Ela me disse uma coisa que até hoje ficou gravada: primeiro, ter confiança em si mesmo, a tal da atitude, sem isso você já começa mal e é foda recuperar; segundo, saber a hora de falar — a gente, mulher, gosta de ser ouvida, mas também gosta que o homem imponha condições, depende de cada uma, quando e como, e você vai ter que aprender a perceber sozinho. Naquele dia ficou tarde e ela me pediu pra acompanhá-la até em casa (ficava a uma quadra).

Depois disso, ela ficou uma semana sem ir na academia. Nesse tempo, fiquei pensando no que ela disse, mas a confiança não veio como num passe de mágica... No fim, ela apareceu na academia e me perguntou se eu conhecia algum pintor, porque o marido tinha pedido pra ela arrumar um e ela não tinha achado ninguém que quisesse trabalhar no fim de semana. Como nunca tive dinheiro sobrando e sempre me virei, falei que se ela quisesse eu podia ir no sábado à tarde. Fechamos assim, e no sábado, depois do jogo, fui na casa da Inês. Como atrasei, não deu tempo de tomar banho, então cheguei lá e, morrendo de vergonha, pedi se ela me deixava usar o banheiro pra me lavar um pouco. Entrei no banheiro e vi uma pilha de roupa: uma saia de hóquei, um sutiã esportivo e umas calcinhas. Não aguentei a tentação de cheirar elas. Nisso, ouvi a Lula (era dela as coisas) discutindo com a Inês:

— Mãe, você é burra ou se faz??
— O que foi, filha??
— Como é que Você vai deixar aquele idiota entrar no banheiro? Deixei todas as minhas coisas lá. Devia ter mandado ele usar o de serviço.

Ah, querida, se fode por ser bagunceira. Tá com medo que ele veja suas calcinhas?

Não, mas é uma merda mesmo. O cara é muito nabo (foi como se uma mula tivesse chutando minhas bolas).

Não sei por que você é tão burra, Lu. Ele é um doce de garoto.

Bom, mãe, se você diz... (buzina tocou). Vou ter que ir, deve ser o Mati (o namorado típico, um cuzão metido que pegava todas as gatinhas).

Saí do banheiro com minha roupa de pintar (uma jeans toda gasta e uma camiseta que já tava no fim da vida, não era mais branca, tava meio transparente).

— Acabou de sair, Lula. Você perdeu ela — disse a Inês e deu um sorrisinho.

Não consigo ficar vermelho porque sou moreno, mas senti as orelhas queimando de vergonha. Enfim, ela me mostrou o que o marido disse que precisava pintar urgente: era o quarto da Lula. Segundo ela, o cara da casa tinha ficado puto quando viu que a Lula decorou o quarto com grafites (uma besteira total, nem dava pra ficar bravo, mas parece que o cara queria pagar de durão). Resumo: botei a mão na massa. Óbvio que tava super excitado de estar no quarto da Lula, e como bom punheteiro, não resisti em dar uma bisbilhotada. Levei um tempão porque tive que tirar os móveis, cobrir tudo, lixar e só depois pintar. No começo, a Inês passava e dava uma olhada, mas depois, como ela mesma disse, tava entediada e veio pro quarto ver eu pintando, e começou a conversar comigo. Expliquei que ia demorar porque a tinta era meio bosta e não secava direito. Ela disse que o marido tinha comprado tudo, porque segundo ele ela não entendia nada. Rimos um pouco com isso, e ela me convidou pra tomar algo na cozinha. Eu não conseguia parar de olhar pra ela, tava muito gostosa. Aproveitei pra dar uma olhada na raba dela enquanto caminhava na minha frente pra cozinha. Ficamos papeando sobre qualquer coisa, e aos poucos a conversa foi esquentando. Inês acabou soltando... as críticas dela ao marido, dizendo que ele era um autoritário de merda, que passava o tempo todo querendo controlar tudo, que se descobrisse que a filha não era mais virgem podia até matar ela. Nesse ponto, e acho que deve ter sido pela minha cara de estupefação, ela disse:

"Marquitos, não seja bobo, minha filha não é nenhuma santa."

Lembro que fiquei sem saber o que dizer. Ela parecia ter pegado gosto pelo assunto e continuou:

"Outro dia o Mati veio em casa e ficaram vendo filmes até tarde. Eu e meu marido já tínhamos ido dormir. No meio da madrugada, levantei pra ir ao banheiro e peguei os dois. Ela tava dando um boquete daqueles no meio da sala."

Meus olhos se arregalaram como o dois de ouro e não consegui articular palavra. Isso sim, a pica ficou dura na hora, então tentei me ajeitar na cadeira pra não aparecer. Inês continuou falando:

"Preciso confessar que até me excitei vendo aquilo. Acho que é pela falta de atenção do meu marido."

"Inês, me desculpa, mas se seu marido não te dá atenção, ele é um idiota. Você é uma mulher muito gostosa." – falei de repente, e senti aquele calorzinho no rosto de novo.

"Você é um doce, Marquitos. Minha filha é uma cega que não percebe nada!"

"É, bom... graças a você, tô descobrindo virtudes ocultas da Lula."

"Não vai sair contando por aí o que te falei, hein! Ninguém sabe disso. Contei só pra você ver que ela não te merece. Tem muitas mulheres que morreriam por um cara como você." (Isso eu lembro exatamente, pelo absurdo, mas como já disse, era burro demais e não me toquei.)

Ela se levantou e perguntou se eu podia dar uma olhada nuns pontos de umidade que tinha no quarto. Fomos lá e em dois segundos descobri o problema. Quando me virei pra falar com ela, ela já tava deitada na cama me olhando.

"Marquitos, como é que tem que falar com você pra você entender?"

Pulei da escada de uma vez. A pica tava pulsando. Parei do lado da cama, ela continuava deitada, de shortinho e camiseta.

"O quê, sou muito velha pra você? Eu não podia acreditar, tava com uma gostosa daquelas deitada na cama e ela tava se entregando pra mim. Meio que em câmera lenta, me aproximei e dei um beijo nela, ela me agarrou pela bunda e me puxou pra perto dela, caí na cama e ela me envolveu com os braços. Com uma certa falta de jeito e a pressa típica do cara que quer transar igual cachorrinho, comecei a acariciar ela, mas ela falou pra ir devagar. Primeiro ela tirou minha camiseta, passou a ponta dos dedos no meu peito, me beijou o peito todo com beijinhos intercalados com mordiscadas, beijou minha boca, lambeu meus lóbulos das orelhas, enquanto sussurrava coisas no meu ouvido.

"Como você me deixa com tesão, gato, tava afim de você desde a primeira vez que te vi na academia."

Isso aumentou minha confiança, não tem nada melhor do que se sentir desejado, então comecei a acariciar ela de novo, tirei a camiseta e o sutiã dela, ela sentou no meu peito, deixando as tetas lindas dela ao alcance da minha mão e da minha boca. Quase desesperado, chupei aqueles mamilos, sugava igual um recém-nascido no peito da mãe. Ela tava excitada, abriu minha calça e bem devagar começou a me masturbar, a mão dela subia e descia no meu pau, com as unhas roçando minhas bolas. Eu tava a mil por hora, ela desceu até ficar com a boca na altura da minha barriga, bem devagar, enquanto me beijava a barriga, foi tirando minha calça jeans, era óbvio que ia aproveitar a gostosa que ia comer.

Ela começou abrindo só um pouco a boca, com os lábios na minha glande, depois centímetro por centímetro a boca dela foi engolindo meu pau, enquanto as mãos acariciavam minhas bolas. Enfiou até a garganta e brincava com a língua no tronco, tirava e enfiava de novo. Eu não tinha muita experiência naquela época, mas ela sabia muito bem o que tava fazendo. Eu continuei deitado, imóvel, Inês levantava a vista de vez em quando e me olhava com aqueles olhos enormes, o que me deixava ainda mais excitado. Ela intensificou o ritmo e eu não aguentei muito mais, avisei que ia gozar, e de resposta ela enfiou até o fundo. O fundo recebeu toda a porra na garganta dela.

"Agora é sua vez" – ela disse, sorrindo.

Aos poucos, sempre guiado pelas instruções dela, comecei a comer a pussy dela. Primeiro beijei os lábios por fora, estava molhada e com aquele aroma tão excitante de mulher. Depois ela me mostrou como usar a língua, embora segundo ela eu tivesse um talento natural pra isso. Aproveitando todo o comprimento da minha língua, percorri as paredes vaginais dela. Ela falava coisas entrecortadas. Chupei o clitóris dela e continuei movendo minha língua e meus lábios pela buceta deliciosa dela. A respiração dela ficou ofegante, já não era mais uma senhora, ela gemia como uma mulher no cio. Ela empurrou minha cabeça contra as pernas dela, fazendo com que meu rosto inteiro ficasse sobre a vulva dela, e eu pude sentir as contrações do orgasmo dela.

Já mais calmos, nos deitamos enquanto ela me acariciava e dizia que eu era lindo, prometendo que ia me ensinar a transar e que ia me transformar num garanhão capaz de satisfazer qualquer mulher.

"Você vai me deixar te ensinar, Marquitos?"

"Sim, Inês, adoraria que você fosse minha professora e me ensinasse a fazer de tudo."

Vendo que já era tarde, ela pediu pra eu me vestir enquanto ia tomar um banho. Depois de inspecionar a parede e ver que não tinha secado direito ainda, decidi me trocar pra ir embora. Tava tirando a camiseta quando ouço:

"Com licença?? O que você tava fazendo?"

Lula estava parada na porta do quarto dela, com uma expressão de surpresa.

"Ahh, desculpa, é que a parede não secou, vou ter que vir amanhã ou outro dia, sei lá. Você vai ter que colocar a cama longe dessa parede por causa do cheiro de tinta."

Ela me olhou com a mesma expressão que se olharia uma barata ou um verme.

"Bom, vê se consegue arrumar isso antes de ir" – Ela disse e me deixou sozinho no quarto.

Varri e arrumei os móveis quando ouço que no banheiro Inês e Lula estavam discutindo.

"Luciana, você não pode tratar esse menino como se fosse seu empregado."

"Mãããe, chega, para de me encher o saco."

Fiquei ali. ouvindo e não pude deixar de me divertir com a situação. Daqui a pouco Lula apareceu na porta.

"Quer que eu te ajude?" — ela disse, tentando soar simpática.

Não pude evitar sorrir enquanto respondia:

"Não, não precisa, eu empurro a cama e pronto."

"Do que você tá rindo?" — ela soltou, voltando ao tom metido de antes.

"De nada" — falei, tentando disfarçar a risada que me dava. Era estranho, mas as frescuras dela não me afetavam, era como se o que tinha rolado agora pouco com a mãe servisse de escudo contra a filha.

Inês saiu do chuveiro e me perguntou sobre a pintura. Expliquei o que tinha dito pra Lula. Ela me perguntou se eu podia ir no dia seguinte, mesmo sendo domingo, que ela falava com o marido e me ligava em casa. Disse que sim e fui embora.

Continua...

Bom, espero que tenham gostado. Pode ter ficado um pouco longo, mas o que vem por aí vai ser melhor. Isso é 100% real e é meio que, como falei antes, o começo do Morocho. E de quebra, uma homenagem pequenininha pra mulher que realmente me iniciou no sexo, porque com ela aprendi pra caralho do que depois minhas várias acompanhantes aproveitaram. Os diálogos podem não ter sido exatamente assim, mas leva em conta que já fazem 10 anos. Espero comentários pra postar a segunda parte.

😳 😛 😉

10 comentários - 8|A origem de tudo 8| :P ;)

buenisimo 😉 😉 😉

buen post

gracias por la invitacion

a favoritossssss 😉 😉

besossss

micamorocha
viene buenisimo, viejo....
se esta poniendo bueno...
abrazo
bueno querido compañero narrador... debo confesar que llego atrasada para tus historias!!! pero prometo comermelas todas!!! porque me gustó mucho como las relatas!!!
saludos!!
8|A origem de tudo 8| :P ;)

elegi uno para empezar y que mejor que el inicio de este morocho,sorpendente y mas que placentero..la clave es contar cosas reales,siempre son atrapantes y mas que regocijantes...
un placer morocho mañana vuelvo a pasearme por alguno de tus post.un beso amigo mio 😉
Nada mal vale la pena, gracias por haber compartido hace tanto tiempo con nosotros, te sigo, te recomiendo y te vas a ,mis favoritos!!!
gracias capo¡¡