Lua de mel (esposa infiel)

Infidelidade não é uma escolha. Eu não escolhi ser infiel, não tenho orgulho de botar chifre na pessoa que amo, mas... sempre tem um mas... não consigo evitar, carrego isso em mim como um estigma, tá na minha personalidade, no meu jeito de ser, na minha atitude... invejo aquelas mulheres que vivem pros maridos, que só se entregam a um homem, aquele que amam, a quem juraram amar e ser fiéis pra vida toda... eu também jurei fidelidade eterna, mas... e aqui vai outro mas... por mais que eu tente, não consigo ser. Não sou uma piranha sem sentimentos, não saio na rua olhando pra ver com quem vou trair meu marido, sempre que saio de casa de manhã penso: "Bom, hoje vou me comportar", claro que isso só fica num mero desejo, porque sempre ou quase sempre acabo me comportando mal... muito mal. Não me surpreende. Não dá pra esperar outra coisa de uma mulher que traiu o marido na própria lua de mel.
LUA DE MEL
Quando conheci meu marido, foi amor à primeira vista. Desde aquele instante em que ele apertou minha mão e me cumprimentou com um simples "oi", eu soube que ele era o homem com quem queria passar o resto da minha vida.
Uma amiga em comum nos apresentou numa festa de aniversário. Passamos o resto da noite juntos, conversando e experimentando drinks diferentes que um barman especialmente convidado pra ocasião ia preparando pra gente.
Eu tinha acabado de terminar um relacionamento anterior que tinha sido bem traumático pra mim, então estava longe de querer começar um novo namoro. Mas fiquei encantada, me apaixonei feito uma adolescente e já não me importava que tivessem passado só algumas semanas desde meu último compromisso.
Ninguém disse nada, não teve comemoração, anúncio nem nada parecido. A gente simplesmente começou a se ver mais vezes, íamos ao cinema, jantar, dançar, passear pela orla — coisas simples, mas que iam consolidando uma atração que ficava mais forte a cada dia.
Sempre fui daquelas mulheres que transam no primeiro encontro. Não gosto de fazer os caras esperarem, não curto joguinho. Se tô com vontade, tiro ela, simples assim. Pra que complicar? Mas com meu marido, na época meu namorado ou só meu pretendente, a gente só foi pra cama um bom tempo depois de se conhecer. Claro que não me mantive totalmente virtuosa, porque enquanto saía com ele, tive uns "deslizes" por aí — nada demais, só encontros casuais pra matar a vontade. E é que eu sempre fiz todos os meus namorados de corno em algum momento, e meu futuro marido não seria exceção.
Com certos homens, só me interessa o sexo, meter e pronto. Não tô nem aí pra conhecê-los a fundo. Mas com ele... com ele era tudo muito diferente.
Quando finalmente a gente transou, eu soube que nunca mais me separaria dele. E é que com meu marido, senti que estava realmente fazendo amor e não só trepando.
Poucos meses depois, a gente casou e foi pra lua de mel. de mel. A gente não era rica, então o dinheiro só deu pra viajar pras Serras de Córdoba, numa cidadezinha chamada Capilla del Monte.
Não vou me alongar muito com o que rolou durante nossa estadia nas Serras, porque a gente fez o que todo casal faz na lua de mel: passeamos, fomos pro rio e, acima de tudo, transamos pra caralho. A gente transava de manhã ao acordar, saía pra dar uma volta ou comprar alguma coisa no centro, e quando voltava, transava de novo. À noite, na hora de dormir, mais uma vez, gozando cada vez uns gozos sublimes, gozos conjugais, bem diferentes dos outros, dos de traição, fruto das minhas inúmeras infidelidades. Não tô dizendo que são melhores ou piores, só que são diferentes, intensos e prazerosos os dois, embora diferentes.
Eu me diverti tanto e terminei tão satisfeita, tão cheia de satisfação, que comecei a pensar se valia a pena continuar sendo infiel. Naqueles dias, percebi mais do que nunca que amo loucamente meu marido e que ele me basta e me sobra, e que se eu tenho ele do meu lado, não preciso de mais ninguém. Tava convencida disso, até parei de me cuidar, aceitando o desejo dele de engravidar, mas… sempre tem um mas. E é que eu sou uma puta, puta de alma, uma puta incurável, e mesmo que meu coração me diga uma coisa, mais que lógica e razoável, minha buceta sempre vai puxar pro outro lado, pro lado da chifrada. Não é que eu queira ser infiel, a questão é que não consigo evitar, e se eu gosto, por que eu seria tão hipócrita a ponto de negar esses prazeres?

Era nosso último dia em Capilla, um dia lindo, ideal pra passar no rio. Depois de dar uma trepada gloriosa, como todas as manhãs, tomei um banho e preparei uns sanduíches pra levar. Lá pelo meio da manhã, a gente já tava lá, em cima das pedras, perto da ponte pênsil, que é onde fica a maior parte do povo.
Enquanto eu me bronzeava, pude me dar Tava ligada na presença de uma família a poucos metros de onde a gente tava. O pai, a mãe e quatro crianças pequenas, idades próximas, que não paravam quietas nem por um segundo. Me imaginei eu mesma com vários pivetes rodando ao meu redor, e a real é que esse detalhe não passaria de uma simples anedota não fossem os olhares que, de vez em quando, aquele pai de família numerosa me lançava. Apesar da prole farta que tinha gerado, ele tava em boa forma. Alto, forte, atlético, aproveitava cada distração da esposa pra me olhar daquele jeito que entrega um desejo extremo, a vontade da luxúria no ponto mais intenso.

Não era um simples tarado, mas um pirata de carteirinha, igual a mim, que soube reconhecer em mim uma da mesma laia. Aí eu esqueci tudo que tinha pensado durante aquelas semanas. É inacreditável o que um simples olhar pode provocar, embora não fosse um olhar comum, mas sim carregado com o germe da infidelidade. Tirei então os óculos escuros que tava usando e, aproveitando que meu marido tava cochilando na sombra, comecei a devolver os olhares, um por um. Ele sorria pra mim e eu sorria pra ele.

Num certo momento, ele meio que dá uma acenada com a cabeça apontando um caminho entre as serras. Fala algo pra esposa, pega uma toalha e segue na direção daquele caminho, e ao passar do meu lado me lança um olhar carregado de putaria e excitação. Vejo ele sumir entre os arbustos e as pedras. Fico pensando por um instante, ainda indecisa. Só aí tomo a decisão de segui-lo, afinal, penso comigo, talvez não role nada.

Me aproximo do meu marido que continua cochilando na sombra de uma árvore e falo que vou dar uma volta, que já volto. Ele responde com um ronco. Levanto e sigo pelo mesmo caminho. Desanimo logo, porque depois de andar uns metros só encontro pedras e água. Nem sinal daquele pai de família que tanto tinha me Ofuscado pelos olhares dela, hesito entre seguir ou voltar, decido ir um pouco mais. Não tem mais ninguém, só se ouve o fluxo contínuo e persistente das águas. Nisso, quando já estou prestes a dar meia-volta, dou de cara com ele. Solto um grito que ele logo trata de abafar, tapando minha boca com a mão e me arrastando para o lado daquele caminho. Não resisto àquele sequestro tão desejado. O susto passa quase na hora quando percebo que ele era meu captor. Já protegido e sem dizer nada, ele me puxa e me beija com furor. Não há rejeição da minha parte, pelo contrário, respondo com o mesmo frenesi, enlaçando minha língua na dele, nos fundindo num beijo intenso, arrebatado, cheio de lascívia e promiscuidade.

— Vai botar chifre no seu maridinho? Fala, me diz que você adora botar chifre nele — ele fala, descolando os lábios dos meus.

— Sim… vou botar chifre em você com ele… vou fazer ele de corno manso… depois de hoje ele não vai conseguir passar nem pela porta dos chifres enormes que vai ter! — digo, buscando ansiosa a boca dele, enquanto com uma mão esfrego a barraca que já se formou por baixo do short de banho.

Ele me pega pela mão e me leva para um lugar aparentemente isolado e bem afastado do braço principal do rio. Encosta as costas numa pedra e abaixa o short, me mostrando uma ereção de proporções soberbas. É bem comprida, acho que uns 18, 19 centímetros, por aí, com uma curva no meio que faz a cabeça apontar para o céu, inchada, tentadora, brilhante. Pego com uma mão e começo a manobrar, batendo uma forte e ritmada, olho nos olhos dele, não precisa de palavras, em situações assim pessoas como a gente se comunicam sem falar. Nós dois sabemos muito bem o que queremos e até onde estamos dispostos a ir para conseguir.

Abro a boca e engulo um bom pedaço. pedaço, enfio até onde dá, um pouco além das amígdalas, e aí sim, começo a chupar ele com um frenesi descontrolado, enfiando até onde consigo, chorando e até engasgando toda vez que a ponta bate na minha garganta. Sinto ele duro e quente, cheio de veias, transbordando vigor e virilidade. Mesmo tendo aproveitado ao máximo a pica do meu marido naqueles dias, eu precisava de algo assim, a rola de um desconhecido, não sei por que, mas a pica de um estranho sempre me satisfaz muito mais, e a daquele cara atendia todas as minhas exigências de sobra.
Claro que queria aproveitar o máximo de tempo possível, então fui diminuindo o ritmo, mas contrariando minha decisão, ele me agarrou a cabeça com as duas mãos e enfiou a rola quase até a laringe. Achei que ia me afogar, porque ele não soltava, enchendo minha boca com aquele volume enorme, e ainda tampava meu nariz com a mata espessa de pelos. Sentia meus olhos se encherem de lágrimas e minhas bochechas ficarem vermelhas, até que ele tirou bem na hora de eu recuperar o fôlego, tossi, cuspi e aspirei uma longa bocada de ar, e aí ele meteu de novo, segurou um tempo dentro da minha boca e começou a se mover, devagar, deslizando a rola guerreira entre meus lábios. De vez em quando tirava e batia no meu rosto com ela, me dando umas porradas gostosas que me excitavam ainda mais. Eu lambia, passava a língua dos lados, em cima e embaixo, lambia os ovos dele, chupava, tentava enfiar os dois juntos na boca, mas não dava, estavam muito inchados, cheios de porra, depois de um boquete gostoso ele me levanta, me segura junto dele e me beija longa e apaixonadamente, com os lábios desce pelo meu pescoço, pelo meu peito, abaixando o sutiã da bikini, toma conta dos meus peitos, chupa um, depois o outro, morde meus mamilos, mastiga deliciosamente, continua descendo, lambendo e beijando minha barriga, abaixa a tanga, me Ele tira e joga ela sobre uma pedra, estou totalmente nua à beira do rio com um completo estranho, à inteira disposição dele, ninguém diz nada, nesses momentos as palavras não são necessárias, só suspiros e gemidos, agora é ele quem se ajoelha na minha frente e percorre toda a minha fenda com a língua, me chupa tão gostoso que minhas pernas tremem, mal consigo me segurar, mas ele continua, levanto uma perna e coloco sobre um dos ombros dele, me agarrando nos cabelos dele pra manter o equilíbrio, ele continua bem metido lá dentro, no fundo, serpenteando no meu interior, me enchendo de delícias subjugantes. Sem parar de me chupar, ele me agarra pelas nádegas e enfia um dedo no meu cu, mete tudo, até o nó, entrando e saindo, enquanto a língua dele faz o mesmo na frente.
Então ele se levanta, me pega pela mão e me leva até uma das pedras. Faz com que eu me deite sobre ela, de costas pra ele, e se prepara pra me penetrar. Estamos no meio do rio, sem nenhum lugar por perto pra comprar uma camisinha. Além disso, durante aquela lua de mel que tive com meu marido, não me cuidei, deixando a natureza decidir sobre a gravidez. Sei que o mais sensato é se prevenir, mas acho que vocês vão me entender.
— Pela Booty — avisei então — É que não tô me cuidando —
Sem dizer nada, ele enfiou dois dedos no meu cu, girando e girando pra me abrir ainda mais, e aí sim, senti a ponta quente do pau dele avançando pela minha retaguarda, me abrindo na base do empurrão e mais empurrão, gritei de prazer ao sentir como ele avançava, afundando completamente dentro de mim, queimando, arrasando com a virilidade dele. Quando ele estava bem metido, ficou parado por um instante, gemendo satisfeito, e então começou a se mover em toda a sua extensão suculenta, me rasgando, me proporcionando de novo, depois de vários dias, o prazer incomparável de me sentir muito bem enrabada. Meu marido não Ela me faz a bunda, isso eu guardo pros meus amantes, então tava sentindo falta daquela queimação gostosa no meu cu, aquela invasão anal brutal que me dá tanto prazer.
Bem agarrado na minha cintura, o pai de família entrava e saía num ritmo lento e medido primeiro, mas aumentando aos poucos, enfiando tudo até o talo, até nos pelos, empurrando meus intestinos mais pra dentro a cada estocada. Não sei se tinha gente perto, mas eu gemia à vontade, soltando através de gritos cada vez mais exaltados toda aquela agressão sexual que eu vinha segurando há umas duas semanas. Com meu marido eu faço amor, com os outros é foda, é garcho, é fifo, é culeo, a diferença é notória, embora tudo leve ao mesmo fim: aproveitar a melhor trepada possível. A vida se resume a isso, ao prazer dos sentidos.
Bem agarrado na minha cintura, aquele pai de família acelerava de vez em quando o ritmo da foda, estourando minhas nádegas com os golpes violentos da pélvis dele. Então ele cruzou os braços nas minhas costas e, me segurando pelos ombros com as mãos trocadas, acelerou os movimentos de um jeito brutal e rápido, como se quisesse me partir ao meio com as investidas. Meus gritos e gemidos aumentaram de intensidade, tanto que ecoavam no meio das serras. Aí, numa dessas estocadas fortes, ele deixou o pau cravado bem fundo e, soltando um urro cheio de prazer, se deixou ir, enchendo minha bunda com o gozo carregado de luxúria e infidelidade.
Era tanta porra que ele tinha gozado que eu sentia o leite escorrendo entre minhas coxas, me encharcando com aquela viscosidade deliciosa. Ele tirou o pau e, ainda trêmula, esfregou ele nos lábios da pussy, mas sem entrar. Aí ele me pegou pela mão e me levou pro lado, numa clareira entre o mato. Lá estava estendida a toalha com que eu tinha visto ele sumir pelo caminho. Ele se deitou de costas, com o cock meia-bomba, ainda pingando, e me fez saber que queria que eu chupasse ele de novo. Pelo visto, ele tinha gostado do que eu fiz com minha boquinha. Deitei do lado dele e, me inclinando sobre a suculenta pica daquele pai de família, meti na boca e dei um boquete daqueles, fazendo dos meus lábios uma verdadeira máquina de sugar. Os suspiros satisfeitos que ele soltava eram minha recompensa merecida, o que me motivava a continuar. Eu chupava quase até a metade, agora sendo eu quem tentava devorar inteira, me sufocando com aquela quantidade de carne.

Quando já estava pronta, no ponto máximo de dureza, sentei em cima, de cócoras sobre o corpo dele e encaixando na porta do cu, sentei de uma vez só, fazendo deslizar até o fundo. Fiquei ali sentada, me mexendo gostoso, sentindo meus esfíncteres se dilatando, e então comecei a subir e descer, aumentando aos poucos o ritmo, enterrando toda aquela pica quente e pulsante enquanto com meus próprios dedos massageava meu clitóris, afinando ele, endurecendo, me guiando para um orgasmo de proporções monumentais, como o que eu tinha tido há só uns instantes.

Meus peitos balançavam de um lado para o outro por causa da minha cavalgada agitada, mas ele os pegava de vez em quando e apertava, me derretendo com essas carícias tão excitantes, até que de novo uma explosão leitosa se desencadeou dentro de mim, me transbordando com suas delícias cheias de gozo. Eu também explodi junto com ele, gozando até a loucura aquele intenso jorro que tantas gratificações me proporcionava. Nós dois gememos quase em uníssono, nos complementando, nos desmanchando de prazer, nos elevando a puro sentimento até o topo do Céu.

Ficamos um tempão ali, bem encaixados, deixando o êxtase fluir, até que a pica do pai de família numerosa desinchou e sozinha saiu de dentro de mim, soltando um som aguado que foi seguido por um jorro de porra que escorreu entre minhas coxas.

Me Levantei, apertei bem a bunda pra expulsar todo o sêmen de dentro, e procurei meu biquíni entre as pedras, vesti ele e voltei pelo mesmo caminho que vim. Meu marido ainda estava cochilando na sombra. Deitei ao lado dele, coloquei meus óculos escuros e fingi que nada tinha acontecido, embora a porra que ainda escorria entre minhas pernas e as pontadas que sentia na minha bunda confirmassem que sim, tinha acontecido alguma coisa, e algo muito bom, diga-se de passagem.
Voltei pra Buenos Aires convencida de que o caminho escolhido era o certo e que não devia mudá-lo, e é que quando a gente escolhe, tem que ser pra sempre.

30 comentários - Lua de mel (esposa infiel)

ME MATAS Y ME IDENTIFICO CON VOS EN MUCHAS COSAS + 10
me encanto el relato, te espero que pases por mi ciudad cuando vallas alas sierras a vacaciones asi seguis con tu rutina bb
me dejaste bien durito 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
Marita, que te voy a decir. . . 100 puntos
Fatti
soy padre de familia y vivo cerca de sierra de la ventana, te va invitar a tu marido una nueva luna de miel .., jajaja, felicitaciones lindo relato, fogoso... 🆒 🤤
Encantado de estar otra ves en esa colita, lo que generas en mi mente es como si lo estuviera viviendo, que linda presa serias para un cazador de recompensa, osea que voy a estar mas atento a las miradas o mejor a como devolverlas, espero que la proxima sea nuestra historia.
besotes en todos lados!!!!
Especialmente a tu colita!!!
🤤 🤤
🆒
excelentes relatos! me matan las expresiones que usas 🙂
Tremendo post!!!!!


Luna de miel (maritainfiel)

Muchas Gracias por compartir!!! 😉



relatos
Postea, comparti, comenta, disfruta
kapri
Avisa cuando vengas de vuelta a Capilla 😉
bicar
me hiciste acbar hija de puta..
buenisimo..
luego te dejo los puntos q te mereces...
estoy orgullosa de ser tu amiga jaja
me excitan mucho mucho tus relatos
besitos
Tremendo relato, me paso algo parecido en mi luna de miel, es mas hoy soy padre de 4 críos. causalidad.
muy bueno...!! quiere decir.....que si algun mortal se encuentra con vos con ganas....lo detectás..? jaja!! detectame a mi....jeje..!!
"...llenándome el ojete con su leche cargada de lujuria e infidelidad"

"...haciendo de mis labios una auténtica máquina succionadora"

"...hasta que de nuevo, una explosión láctea se desencadenó en mi interior rebalsándome con sus pletóricas delicias"
[/i]
No puedo dejar de dejar de mencionar algunas de estas frases tuyas que me encantan...jajaja!!:hot::hot:
"Y es que soy una puta, una puta de alma, una puta incurable..."[/i]
Dicen que las putas cuando se enamoran, se convierten en las mujeres más fieles del universo! :love:;)
Buenisimo tu relato como de costumbre amiga...CONGRATULATIONS!!👏👏
Y yo sigo en mi "tour" de leer ojalá TODOS tus deliciosos relatos querida Mary!!
Besos querida!!💋 +10



Lua de mel (esposa infiel)