Rompí minhas próprias regras

Brasil, 22:30 da noite.

Depois de entregar a maleta (uma pequena maleta preta) ao seu dono, um peixe grande. Recebi meu cheque. Fui para o aeroporto. Mas a greve de uma conhecida empresa espanhola de aviação atrasou meu voo de volta em três dias. Pensei… São Paulo, mais dois dias por conta do governo, despesas pagas… genial. Minha volta pra casa podia esperar.

Fui pro hotel, era tarde, mas ainda deu pra pedir o jantar. Me sentaram numa daquelas mesas pra dois onde tiram um talher pra todo mundo saber que você tá sozinho.

Na altura do segundo prato, levantei os olhos e vi que a uns dez metros tinha uma mulher brasileira linda, de cabelo comprido, moreno e ondulado, enfiada num vestido preto que provavelmente era de alta costura.

Trocamos uns olhares, acho que é normal num restaurante vazio e fora de hora. Ela foi embora antes, eu nem tinha chegado na sobremesa. Quando terminei meu jantar, fui pro bar, queria tomar um gole antes de dormir, queria acordar cedo pra fazer um turismo.

Pedi uma caipirinha dupla e levantei pra pegar jornal espanhol. Voltei folheando o jornal e sentei pra tomar a dose. Quando provei aquele sabor doce, me senti no paraíso, mas algo estranho tava rolando, eu tinha pedido uma dupla, e essa tava um pouco abaixo da metade do copo. Além disso, dava pra ver um pouco de batom na borda.

— Com licença, acho que você pegou meu copo — A mulher tava de pé atrás de mim, imponente e gostosa. Com um sorriso muito doce.

— Desculpa muito, eu tava lendo o jornal… — Que idiota, eu tinha sentado três banquetas mais longe do que devia, e meu copo tava intacto lá onde devia estar.

— Me perdoa — insisti — te convido pra um drink novo.

— OK — disse ela — mas vou ficar com esse, hoje tô com espaço pra dois. Não ligo que você tenha dado uma goladinha.

A voz doce dela com sotaque era muito sensual. Começamos a conversar, ela se chamava Ariadna, e era metade espanhola metade brasileira. Tinha nascido em São Paulo, mas também tinha vivido em Lisboa e Madrid. Era uma gata de pele morena e lábios escuros. Tinha um corpo de tirar o fôlego. Um pouco magra pro meu gosto, mas muito fresca na sua beleza. Cheirava a algo doce e frutado ao mesmo tempo, que me enfeitiçava o olfato. Aos poucos, começamos a nos aproximar, a ficar de mãozinha dada enquanto sussurrávamos um no ouvido do outro.
O garçom insinuou que em cinco minutos fechava o bar, e eu estava prestes a suborná-lo por mais um tempinho. E Ariadna disse que já era tarde, que era melhor deixar assim. Que estava numa vibe de relaxamento espiritual e não queria perturbar a paz interior dela.
Fiquei perplexo, então saímos do bar. Chamei o elevador, entramos, perguntei: "Qual andar você vai?" Ela disse quarto 415. Eu falei: "OK, eu fico no 532." Apertei os botões 4 e 5. Ela desceu no andar dela e, quando as portas iam se fechar, não aguentei mais, saí atrás dela, abracei com força, comecei a beijá-la como se fosse o último dia na Terra. Tava fora de mim, não dava mais pra segurar, tava morrendo de vontade dela. Ela me atacou com a mesma ferocidade. Senti os peitos dela e aquele rabo perfeito enquanto nos devorávamos de beijos. Minha ereção começou a ficar fortíssima, e ela agarrou meu pacote. Quis retribuir por baixo daquele vestido preto curto. Quando ela tentou segurar meu pulso, já era um pouco tarde.
Pensei que tava acariciando os deliciosos e molhados lábios de uma buceta depilada no estilo brasileiro. E me deparei com algo proeminente e duro, que sem dúvida era um pau bem ereto lutando pra escapar da prisão de cetim.
Fiquei petrificado, sem saber o que fazer. Me assustei um pouco. E ela não me deu tempo de reagir, saiu correndo, chorando e dizendo que sabia que isso ia acontecer, que queria ter deixado como tava no bar. Saí atrás dela bem na hora em que ela sumiu atrás da porta do quarto. Tava realmente perplexo, mas me deu uma puta pena vê-la chorar. – "Tá bem?" – gritei – "Desculpa, não queria te machucar..." – bati um pouco na porta. porta. Decidi que ela não ia ceder mais. Então, meio triste, entrei no elevador de novo. Me senti meio mal, não por ter perdido a chance de comer uma mulher que eu achava que era imponente, mas por ter visto ela chorando.

- Desculpa, mas homens não são pra mim. Era melhor deixar as coisas como estavam.

Voltei pro meu quarto, coloquei o pijama e fiquei vendo TV por um tempo. Mas bateram na porta. Abri e era o serviço de quarto, com uma garrafa de champanhe pra mim. Fechei a porta. Tinha um bilhete:

"Querido amigo, sinto pela sua decepção e por ter te confundido. Minha reação foi meio brusca, tive uma desilusão muito dolorosa há alguns meses. Perdoa meus modos. Espero apagar a má lembrança adoçando o resto da sua noite com essa garrafa. Adorei te conhecer. PS: o bar já fechou e não servem caipirinhas, só champanhe."

Adorei ler aquilo e decidi passar no 415 com a garrafa e dois copos, tentar arrancar pelo menos um sorriso daquela pessoa que eu tinha gostado tanto. Independente do corpo ou da sexualidade que ela tivesse.

Bati na porta dela. Ela estava tirando a maquiagem quando abriu. Tava com uma camisola preta meio transparente. Inacreditável que ela tivesse aquele corpo, aquelas pernas e aqueles peitos aparecendo por baixo do tecido.

- Me perdoa você, e me deixa entrar pra tomar uns últimos drinks. Adorei conversar com você. Você é uma pessoa incrível, me senti super à vontade. Prefiro ficar com essa lembrança.

- Você é um homem surpreendente, entra.

Sentamos na cama, e no final foram duas garrafas. Conversamos sobre tudo um pouco, rimos, principalmente do que tinha rolado antes no corredor.

- Desculpa - falei - mas é que você tem um corpo incrível, um rosto lindo... E nunca imaginei que você fosse homem.

- E não sou, me sinto mulher, e por isso operei os peitos. Mas não quis fazer uma vagina artificial que não me desse prazer. Preferi Ficar com meu amiguinho. Eu devia ter te falado algo, mas você me deixou a mil e eu não queria perder a chance de te beijar. Agora mesmo tô super excitada. E assim que você for embora, vou ter que dar um jeitinho em mim mesma.

— Eu também — falei — você tem um corpo e uma sensualidade fora de série.

— Você gostou de me beijar? — ela perguntou.

— Sim, adorei.

— Então me faz o love — ela sussurrou — me faz por trás. Me fode bem fodidinha e aí a gente morre de prazer juntos. Você tem sua mulher e eu tenho um bom pau me dando o que é meu.

O que quer que eu te diga? Depois de três ou quatro caipirinhas e o champanhe, eu me sentia super desinibido. Tava tão tarado que falei que sim, começamos a nos despir e a nos beijar. Ela tinha um corpo divino. Tirou da nécessaire um pote de lubrificante e começou a me fazer um boquete incrível enquanto passava lub no esfíncter dela.

Depois colocou uma boa quantidade na minha glande e espalhou magistralmente. Ela ficou de pé, de costas pra mim. Guiou minha ponta até o cu dela, no começo tava duro, mas aos poucos foi entrando. Deus, que prazer, cada milímetro que afundava era um arrepio. Comecei a foder ela enquanto chupava o pescoço e lambia os lóbulos. Mas depois de um tempo fiquei meio cansado de ficar em pé, então pedi pra ela montar em mim. Além disso, queria ver os peitos dela. Deitei na cama e ela começou a cavalgar minha vara de carne. O roçar e a pressão eram deliciosos. Os peitos perfeitos dela, tinha que admitir que o cirurgião deu uma forma incrível neles.

De repente, senti algo batendo de leve na minha barriga, o pau dela, ereto balançando um pouco sobre mim. Se apoiando a cada estocada. Fiquei olhando fixamente pra ele, senti que ia me desconcentrar e decidi mudar de posição. Coloquei ela de barriga pra cima na cama e comecei a penetrar o cu dela de novo. Ela gozava de um jeito bem mais que evidente. Mas a posição foi uma escolha ruim, porque agora eu via o mastro dela totalmente ereto e duro como uma rocha. Não sei se foi curiosidade, o álcool, ou a putaria incrível feminilidade daquele corpo. Mas parei de bombar. Tirei meu pau e peguei o dela com a mão direita. Ela me disse: — O que você tá fazendo? Não para de me comer que eu tô quase gozando.

— Espera, amor, quero experimentar.

Observei que da glande dela saía um líquido pré-seminal transparente, e com um dedo da mão esquerda peguei uma gota. Levei à boca, era doce e salgada ao mesmo tempo. Enquanto isso, minha mão direita continuava segurando o pau dela, que estava muito duro e pulsando. Agitei bem de leve algumas vezes pra cima e pra baixo. Ela se contorcia de prazer.

— Você já comeu uma rola alguma vez? — ela me perguntou.

— Não — respondi.

— Tá afim de chupar um pouco de pau?

— Sim, quero provar — as palavras saíram da minha boca sem controle. Minha vontade de experimentar algo proibido e novo me deixava a mil.

Não sei por que fiz aquilo, mas decidi chupar aquela rola que tinha na minha mão. Era um pouco mais comprida que a minha, mas mais fina. Enfiei na boca, tentei não morder e apertar o tronco entre meus lábios. Embora eu tenha feito isso de forma atrapalhada, ela começou a gemer muito mais do que antes. Deduzi que ela gostou. Senti como ficou ainda mais dura. Me deixou super excitado. Minha ereção aumentou, se é que isso era possível.

Cada vez ficava mais dura. O líquido transparente me parecia excitante e eu o recolhia com a língua. Depois de uns minutos de boquete, em que já estava começando a pegar a técnica, ela me parou.

— Meu amor, vem, quero que a gente chupe um ao outro ao mesmo tempo.

Ela continuava de barriga pra cima na cama, mas eu me virei 180 graus. De cabeça pra baixo, comecei a chupar a curvatura do pau dela, e ela enfiou o meu até o fundo. Eu tentei abocanhar o máximo possível do dela. Sentia uma transgressão e uma luxúria incrível. Me sentia inundado de coisas proibidas e totalmente pecaminosas.

Ali estava eu, um hétero seguro da sua sexualidade, que tinha se atrevido a experimentar algo a mais. Nunca fui capaz nem de ver dois homens se beijando, mas com Ariadna era diferente. Ela era uma deusa. O corpo, o rosto e os beijos dela eram de deusa. E com um plus.

Ela puxou o travesseiro e colocou debaixo do meu pescoço pra ficar mais alta. Esticou o braço pra pegar uma taça de champanhe na mesinha. Enquanto me punhetava com uma mão, com a outra derramou um pouco do líquido dourado no meu cu e começou a chupar ele. Enfiou a língua até o fundo por um minuto, e eu quase explodi de arrepio. Continuou me chupando enquanto deslizava um dedo até o fundo do meu rabo.

Até aí era tudo que eu já tinha vivido com mulheres no passado: boquete e dedinho no cu, apertando minha próstata e me levando pro céu.

Ela desfez o 69 e perguntou: "Você quer ir até o fim?"
Eu disse "SIM", sem nem pensar, tudo acontecia muito rápido e eu agia por puro instinto.

Ela me colocou de quatro na beirada da cama. Passou um tempão comendo meu cu com a língua. Minha pica tava prestes a rachar no meio. Ela lubrificou dois dedos com gel e enfiou um, depois o outro... E me fez gemer por um bom tempo.

- O que foi, meu amor, tá afim de uma pica?

- Sim, quero que me coma inteiro.

Ela posicionou a glande no meu cu, empurrou devagar e começou a meter. No começo senti um pouco de dor. Ela percebeu e parou até meu buraquinho dilatar de novo. A dor virou prazer, e ela enfiou o resto daquela pica toda lubrificada.

Achei que ia morrer de prazer, era como o dedinho na próstata inundando meu cu inteiro. Ela me fez sentir completo, sei lá, pleno. Essa é a descrição. Prazer total. Uma plenitude de prazer.

Ela começou a bombar mais rápido. O roçar da carne dela era elétrico.

- Você é tipo um deus, um anjo mandado do céu - ela sussurrou no meu ouvido. - Adorei te desvirginar, teu cu é espetacular. E tua pica me preencheu inteirinha, deus, quase gozei sem nem me tocar.

Ela continuava bombando. Me empurrou contra a cama. Parei de ficar de quatro, fiquei completamente deitado. Ela me esmagava contra o colchão. colchão. Me imobilizando. Me usando como mero instrumento de prazer. Eu estava entregue, à mercê de cada penetração dela. E me senti no céu. Pela primeira vez me senti vulnerável, mas adorei.
Quando já estava satisfeito, virei ela e tomei as rédeas da foda. Peguei ela por trás e comecei a arrebentar o buraquinho dela. Foi algo bem brutal, mas só um interlúdio. Queria aproveitar a carinha doce dela, os peitos. Então ela subiu de novo em cima de mim, cavalgando. Ficamos assim um bom tempo.

- Não aguento mais, meu amor. - Ela disse -

Ela largou meu pau, se adiantou até meu peito, segurou o próprio clitóris na mão e, depois de uns movimentos suaves, saiu um jato quente cor de pérola, embora não muito grosso. Caiu na minha clavícula esquerda. Ela se arqueou de prazer e o segundo jato, mais abundante, acertou minha boca, que sem querer estava entreaberta. Mais um jato, no mesmo lugar. Pensei que ela estava gozando pra caralho, mas ainda tinha uma última surpresa. Ela se posicionou de pernas abertas sobre meu pescoço e soltou um último jato, suave e grosso, sobre minha boca. Não me desagradou, muito pelo contrário, achei extremamente excitante. Estava sei lá… não era gostoso, mas tinha gosto de pecado, de luxúria, de maldade e de transgressão das regras.

Ela se debruçou sobre minha boca e me beijou até que nós dois engolimos toda aquela porra. Que me deixou bem surpreso.
- Agora é sua vez - ela disse, - e desceu até meu pau com o lubrificante, fez uma punheta magistral. E nessa altura eu já não aguentava mais, então gozei em poucos segundos. Com uma brutalidade e uma consistência que parecia silicone, mais que porra. Realmente tinha sido um puta sexo incrível. Não posso contar pra ninguém, porque nessa sociedade não se entende que um hétero possa curtir uma parada dessas. Mas isso não me preocupa. Eu gosto de mulheres e de aproveitar meu ponto G. E se puder ter as duas coisas ao mesmo tempo… o que mais se pode pedir?

5 comentários - Rompí minhas próprias regras

que grosa experiencia!!! salud a tu culito!!!
por ahora soy hetero yo 😃 el fututo no se sabe... pero por ahora dejo mi culito sano jajajja
buena iniciativa de expresarte por aca
buenos polvos
yo te apoyo no tienes q ser homosexual para disfrutar con alguien de tu mismo sexo!!!
me encanto tu relato a favoritos y vuelvo mañana con puntitos!!!
simplemente fascinante, me encanto, grata experiencia.