Debora e eu no caminho da perversão 14

Bom, a continuação... cansa um pouco ninguém comentar, nem pra encher o saco, mas fazer o quê, né.Debora e eu a caminho da perversão 14

Debora estava em casa me esperando, não falou nada sobre o que aconteceu na oficina, à noite nem me tocou, dormiu na hora, estava muito cansada. Na manhã seguinte, ela me trouxe o café na cama.

— Tá bonito seu esconderijo... como eu gosto do gozo... me fez engolir um monte de porra... quase me afoguei... — falou com voz de puta. — E depois, nem te conto... no cu, levei outra porrada... valeu, meu amor... — me deu um beijo e saiu do quarto. Eu já tinha ficado de pau duro com os comentários dela. Daí a pouco, ela voltou ao quarto só de lingerie, meia com liga e salto alto branco.

— Tô gostosa, meu amor? Cê tá com tesão, né? Pena que se você gozar, perde o interesse... quero que você compre um sofá de três lugares de couro preto... vi outro dia... posso deitar inteirinha nele... é lindo... vai ficar no seu escritório... meus joelhos tão meio incomodados hoje... — disse e saiu rindo do quarto.

Pedimos juntos o sofá que ela queria, era realmente confortável e delicioso. Passou quase uma semana e Debora tinha outro plano. Já que Oscar não tinha ligado, ela queria que Ricardo passasse na oficina, que eu fosse embora e que ela seduzisse o Ricardo, que também estaria no jogo, pra ver como Oscar reagia. Assim, Debora planejou tudo. Fui trabalhar e Oscar estava muito feliz, dizia que tinha melhorado o relacionamento com a Alicia, a mulher dele. Trabalhamos a manhã inteira, perto do meio-dia o Ricardo apareceu, tinha ido buscar a Debora em casa. Ele entrou sozinho, Debora devia estar dando voltas por fora, imaginei. Ricardo estava todo animado com o sucesso da produtora e blá-blá-blá, eu falei que precisava ir pra produtora, Ricardo disse que precisava de umas notas fiscais, perguntou onde encontrar, eu mostrei e fui embora. Ele ficou lá procurando as notas e daí a pouco Debora entrou em cena. Cumprimentou o Oscar e perguntou por mim, ele disse que eu tinha saído, eu observava do meu novo posto. Observação, a Débora cumprimentou o Ricardo com um beijo na bochecha. Ela tava usando uma minissaia, sentou no sofá de couro e dava pra ver o começo das meias com liga.

— Que fresca que você veio — falou o Ricardo.

— É que comprei umas meias novas… queria que o Jesus visse… cê gostou…?

— São lindas e ficaram muito bem em você… pena que você é esposa de um amigo.

— E pra que servem os amigos… você é bem gostoso… nunca tinha reparado…

— Vindo de você… mais que elogio… acho melhor eu ir…

— Me leva até o abastecimento?

— Bora, vamos… — A Débora segurou na cintura dele. O Oscar tava olhando bem puto. Eu pensei que a Débora ia fazer alguma coisa, mas a parada ficou por ali. Ela foi com o Ricardo e eu fui esperar ela em casa, liguei pro Oscar e falei pra ele fechar quando fosse embora.

A Débora chegou perto da meia-noite. Vinha felizona.

— Tira a roupa e vem pro quarto… — Ela me amarrou na cama e enfiou a bunda na minha cara. — Chupa, vai… de novo a mesma coisa… ele terminou de me encher no elevador… e gozou só com a pontinha dentro pra você poder tirar bem… cê gosta, porco…

— Mmmm…

— Você não fala… só me limpa direitinho… cê tá superquente… olha os pulos que a pica tá dando… se cê vai gozar me avisa… não quero que você goze… quando eu der pra trás pro Oscar de novo aí você vai poder… — Eu limpava ela bem no fundo, adorava como ela ficava tesuda, me segurei pra não gozar e continuar chupando, a boca até adormeceu de tanto chupar. A Débora levantou da minha cara sorrindo.

— Muito bem, amor… cê tá uma chupetinha… a próxima que você vai provar é a do Oscar… com certeza ele me liga amanhã… então em algum momento você vaza, tá…?

No trabalho não consegui me concentrar, isso já tava indo pro caralho, a Débora tava puta demais. Mas a verdade é que eu tava voando de tesão. O Oscar ficou calado a manhã toda, perto do meio-dia falei que ia pra produtora e que não voltava até o dia seguinte. O Oscar ficou trabalhando um Cara, duas vezes ele pegou o celular e guardou de novo. No fim, se decidiu e ligou.

— Alô, quero que você venha… — pausa — mas você me disse pra ligar… cê deve ter dado pra Ricardo, certeza… puta… tá bom, desculpa… quero te comer… que quero te comer… não… não vou parar de te ligar… vem, por favor… por favor — e aí desligou, parecia preocupado, continuou trabalhando. Meia hora depois, Débora chegou, e eles começaram a se pegar na oficina. Quando entraram no escritório, o Oscar estava pelado. A Débora tava com a minissaia do dia anterior, as meias com liga e sem calcinha. Sentou no sofá e mostrava a buceta pro Oscar, que ele mandou ficar de pé e olhar enquanto ela se acariciava a buceta.

— Tá gostando…?

— Sim

— Vou deixar você me comer… mas não quero que goze dentro… tem que pedir permissão pra gozar… e eu vou te falar quando e onde… tá claro?

— Sim

— Vem… coloca devagarzinho… — Oscar se ajeitou entre as pernas da Débora, que tava sentada na beirada do sofá, ajoelhou no chão e começou a meter bem devagar. Débora tirou a camiseta que tava usando e ofereceu os peitos por cima do sutiã. Oscar chupava igual um desesperado, e num momento parou de se mexer. — Já não aguenta mais, né… ninguém te esquenta igual a mim… verdade…?

— Sim.

— Queria que eu deixasse você encher minha buceta…? Me pede, por favor…

— Por favor…

— Então vai… mete forte… e continua metendo depois bem durinho… — o cara bombou e obviamente não perdeu a ereção, continuou comendo ela depois de gozar. — Que gostoso, cara… te esquento, hein…?

— Muito…

— Quer saber o que rolou com o Ricardo…?

— Não

— Mas você não fez cena de ciúmes… quer saber… cê acha que eu tô dando pra qualquer um por aí…? Não responde… quer saber se ele tem pau grande…?

O cara, como resposta, começou a bombear com força, cada vez mais bruto. Meteu forte até gozar de novo na buceta dela. Ficou. Ainda um tempinho se mexendo em cima dela. Dava pra ver que não tinha perdido totalmente a ereção.

— Vai pra sua casa se quiser… não trabalha mais hoje… fuck you, Franco — disse a Débora. Oscar se trocou devagar, chupou mais um pouco os peitos dela e saiu. Débora fez um gesto pro espelho, mandando ele ir embora.

Quando cheguei, caí de joelhos aos pés dela. Era impressionante a quantidade de porra que saía dela. Me dava muito nojo, mas o tesão da Débora era foda. Ela apertava minha cabeça contra a boceta dela enquanto tinha uma série de orgasmos que a sacudiam. Com a mão, ela abaixou meu zíper e libertou meu pau do cativeiro, bateu uma punheta pra mim e eu gozei como não gozava há anos, diante do sorriso perverso da Débora.

5 comentários - Debora e eu no caminho da perversão 14

Bebe23
INTERESANTE! VOY A LEER LOS ANTERIORES!! BUEN APORTE MASTER!

Debora y yo camino a la perversión 14
tetas
jajajaja no sabe como estoy quiero que mi marido sea asi pero que me atienda y no me trate mal...debora es demasiado forra pero como me calienta leer sus andanzas 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
que tipo loco cada vez cae mas bajo mientras le hierve la verga

sgui asi querido!!!
van + de recomocimiento 😉 como me gusta esta saga 🤤 🤤 🤤 🤤