en el carro con mi amiga y después con mi novia (real)

Pra começar, pelo meu próprio bem e o das pessoas envolvidas no que aconteceu, vou trocar os nomes.

Tenho uma amiga que conheço desde o ensino médio, tenho 21 anos e conheço ela há 6, o nome dela é Rita. Sempre gostei dessa mina, ela sabe disso, e mesmo que nunca tenhamos ficado juntos, sempre curti a companhia dela. Meu melhor amigo, José, foi namorado dela por vários anos, e eu morria de inveja, apesar de ter tido vários namoros, sempre ficou aquela espinha de ter algo com ela.

Bom, tudo aconteceu assim:

Fomos a um mirante pra comemorar meu aniversário, que foi exatamente no dia em que saímos. Estavam lá minha amiga Rita, meu amigo José (que já não eram mais namorados), minha namorada Roxana, mais dois amigos e outra garota que não são importantes pra história.

A gente começou a beber cervejas entre os sete. Tava caindo uma chuvinha leve, e entre as cervejas e a brisa que batia nas minas, elas ficavam com muita vontade de ir ao banheiro. Perto da 1h da manhã, minha namorada me pediu pra levar ela em casa. Como o carro era dela, eu tinha que ir junto e não podia voltar porque não teria como. Mas a Rita teve a ideia de me acompanhar com a desculpa de que de quebra dava uma carona até a casa dela. Minha namorada topou, e quando a gente tava no caminho, convencemos ela a me emprestar o carro pra deixar a Rita depois de levar a Roxana. Claro que era mentira, e a gente voltou pra continuar a festa no mirante.

Quando a gente tava no caminho, começamos a falar de sexo (a Rita tem os peitos mais gostosos que já vi na vida) e eu deixei isso claro pra ela. Ela, entre brincadeiras, me deixava falar umas coisas safadas. Criei coragem e falei que ia pegar nos peitos dela porque a Roxana tem os pequenos e que sempre tive vontade de pegar nuns daquele tamanho, que claro, era minha amiga e não podia perder a oportunidade. No começo ela disse que não, mas a safada, sem eu perceber, tirou um peito pra fora e falou: "Olha e pega, porque você não vai fazer de novo". Claro que eu agarrei o peito dela, queria muito. arrancar da vontade enorme que eu tava sentindo por ela naquele momento, eu encostei com o carro da roxana e dei uma chupada nela que nem em filme pornô viram, ela tirou a outra teta e pediu pra eu igualar, e eu obedeci, a gente passou uns 10 minutos nessa sessão de chupadas, até que decidimos alcançar nossos amigos no mirante.

chegamos lá e foi tudo um jogo de olhares, ela apertava minha bunda toda vez que ninguém tava olhando e eu pegava nos peitos dela ao mesmo tempo, passou uns 30 minutos quando a rita e a outra amiga quiseram ir ao banheiro e a gente desceu num posto de gasolina que era bem perto, quando chegamos, o banheiro masculino tava fechado e só o feminino tava aberto, como já era tarde não tinha ninguém vigiando. as meninas entraram no banheiro e eu esperei, mas lembrei do que a gente tinha feito no carro e entrei no banheiro, bati na porta e falei que tava apertado pra entrar, ela abriu e eu fechei a porta na hora, e falei pra ela ficar lá dentro, ela tava no meio do xixi quando pegou no meu pau e disse que ia me ajudar, UFFFFFF pelo amor de deus, quando ela começou a bater uma foi a melhor punheta que já me deram, a gente começou a se beijar e a única coisa que lembro foram essas palavras:
você mete só a ponta e não demora, mas que porra, ela só falou isso quando eu tirei o short que ela tava usando, puxei a calcinha dela que tava uma delícia, encostei ela na privada e de uma enfiada meti tudo até o fundo, o gemido foi ouvido lá fora porque minha amiga nos avisou, coisa que não ligamos e fiquei metendo e tirando por uns 5 minutos, não gozei, mas só de fazer aquilo já tive orgasmos mentais. a gente se vestiu e voltou pra reunião. o tesão que a gente tava sentindo era demais, não aguentávamos e decidimos ir embora, deixamos o resto dos nossos amigos em casa, e quando levei a rita na casa dela, ela ficou passando a mão no meu pau o caminho inteiro, eu já sentia que ia gozar então me apressei pra chegar, quando chegamos na casa dela Abri o portão e estacionei o carro, desliguei tudo e começamos a nos beijar. O beijo foi o mais quente e safado que eu lembro. Nos tocamos e fomos para o banco de trás.

Ela tirou minha pica da cueca num movimento só e enfiou na boca. No começo, só entrou a metade, e mesmo eu não tendo uma pica muito grande (17 cm), ela é bem grossa. Do jeito que deu, ela engoliu tudo até eu jorrar uma porrada de porra que parecia não ter fim. Ela quis engolir, mas disse que era muito amarga. Claro, eu quis retribuir o favor e abri as pernas dela. Chupei toda a buceta dela, do cuzinho até o umbigo, não deixei um centímetro daquela área sem lamber. Ela se revirava e pedia aos gritos e gemidos para eu meter. Continuei chupando a buceta dela até ela gozar na minha boca. Eram fluidos do corpo dela, deliciosos, e mesmo tendo um cheiro leve de xixi, eu sabia que era parte do orgasmo dela. Enquanto ela se recuperava, continuou chupando meu pau e dizia que adorava e que queria ter minha pica sempre disponível quando ela viesse de férias (ela estuda fora da cidade). Passaram-se cinco minutos daquela mamada descomunal, e ela se ajeitou para, de uma sentada só, enfiar o pau todo na pussy. Ela cavalgou por um tempo, segundo ela, teve dois orgasmos. Depois, viramos e transamos de missionário, do jeito que deu. Quando senti que ia gozar, parei. Saímos do carro, coloquei ela de quatro dentro do carro e eu por fora. Dei mais uma chupada nela para escorregar melhor e enfiei tudo de uma vez. Só vi a coluna dela tremer e continuei metendo até sentir que ia gozar. Segurei o máximo que pude, mas não foi muito, e comecei a jorrar jatos e mais jatos de porra. Enquanto eu gozava, continuei metendo e tirando, e todo o esperma escorria para fora, ficando espalhado na borda do banco do carro. Nos vestimos, entramos na casa dela e deitamos na sala para conversar sobre tudo. Tinha acontecido, claro, eu reforcei que foi só um presente de aniversário e que não ia se repetir, mas enquanto a gente transava, ela disse que queria minha pica pra sempre. Bateu 8 da manhã e fui devolver o carro pra Roxana. Quando cheguei, ela me convidou pra entrar na casa dela, falando que os pais não estavam e que a irmã América tava bem dormindo. Me levou pro quarto dela e começou a me beijar, dizendo que ficou com tesão a noite toda, que queria transar, mas que a Rita não parava de olhar pra gente. Então aproveitou aquele tempinho que ficou sozinha pra trepar comigo. Eu já não aguentava mais, entre a bebedeira, as duas gozadas que tive e a noite virada, não queria nem saber, mas minha namorada tem uma bunda que só de olhar já me sobe o pau, e não quis perder a chance.

Começamos a nos despir e ela quis me chupar, mas como eu ainda tava com o cheiro da Rita na pica, falei pra ela que primeiro ia meter (pra ela não perceber que eu vinha de transar) e depois ela podia fazer o que quisesse. A gente mandou um round de 20 minutos. Primeiro coloquei ela de quatro pra a bunda redonda da minha namorada me excitar mais e eu poder dar o que ela queria receber. Quando peguei o ritmo, sentei e deixei ela se rebolando sozinha, dando sentadas. Falei pra Roxana que queria meter por trás, e ela não demorou a pegar um creme corporal e pedir pra eu passar no cu dela, pra que, com a grossura da minha pica, não machucasse tanto. Meti uma trepada tão violenta que os gritos dela dava pra ouvir na casa toda. De tão rápido que eu enfiava e tirava, lembrei de como tinha transado com a Rita, e a excitação foi tão grande que gozei muito rápido. Embora o esperma que saiu foi bem pouco, minha namorada lambeu tudo, e não sentiu gosto amargo.

Depois disso, tava tão cansado que me deitei na sala e acabei dormindo. Passou umas hora. Ela me acordou e disse que tinha feito café da manhã. Sentei na mesa e, enquanto a Roxana preparava tudo na cozinha, a irmã dela passou de cueca e uma... Cara, fiquei olhando pra ela besta e ela só falou:
— Que isso, cunhado, depois da pirocada que você acabou de dar na minha irmã ainda tá com vontade de mais??? — se referindo a que eu queria comer ela. Só sorri e respondi:
— Cê acha???

Terminamos de almoçar e um sorriso não saía do meu rosto. A última coisa que rolou foi que ela me levou pra casa no carro dela, o mesmo onde umas horas antes eu tinha enfiado o pau na Rita e derramado meu leite dentro.

Isso aconteceu no dia que fiz 21 anos, e tô doido pra fazer 22 🙂 Espero que tenham gostado, sorte e fiquem bem.Se comentarem, talvez eu consiga convencer minha mina a postar umas fotos da bunda linda dela. E se derem uns pontos, mesmo que poucos, eu posto um vídeo dela dando pra mim e outro dela mostrando tudo pelo MSN.

4 comentários - en el carro con mi amiga y después con mi novia (real)

ojala que para tus 22 tengas el mismo regalo viejo, no hay nada mejor que sexo como regalo de cumpleaños, muy buen relato
yo tambien tengo un realato parecido, con fotos por si quieren