De cama em cama
Segunda Parte
- Você pode dormir no quarto do seu irmão… a cama dele é grande o suficiente para os dois. Não podemos fazer essa grosseria com seus tios e mandar eles para um hotel, mocinha… isso se você quiser, senão já sabe onde fica a porta… - Ouvi minha mãe dizer no meio da discussão que ela e minha irmã tinham sobre onde meus tios, que vinham visitar, dormiriam.
Poxa! Sorte melhor não podia ter. Todos esses anos desejando sexualmente minha irmã e agora meus pais se encarregavam de mandá-la direto pra minha cama. Será que mamãe é tão boba a ponto de não perceber a vontade que tenho da minha irmã? Não, é mais porque minha mãe ainda acha que sou um garoto inocente que não vê além do futebol e dos videogames. Se ela soubesse quantas vezes me masturbei com a calcinha da minha irmã…
Eva, minha irmã, é uma mulher de dar inveja! O corpo dela parece ter sido feito por deuses e polido à mão. Ela tem uma bunda e uns peitos de parar o coração que nem nas melhores baladas da minha cidade consegui encontrar iguais.
Eu não sou feio, nem sou o mais galã, mas sempre tem umas minas me seguindo, e eu não perco a chance de foder e aliviar um pouco a pica de como minha irmã me deixa. Mas a coisa fica por aí, com nenhuma delas passei de um namoro de 1 mês, porque a única carne que me atrai e que sei que nunca vou me cansar é a da minha irmã.
E em parte, Eva tem culpa. Ela vive usando roupas bem provocantes. Decotes profundos que mostram aquele par de peitos tão suculentos que ela tem e jeans apertados que realçam aquela bunda tão empinada.
Sempre que posso, fico de olho nela e dá uma vontade de comê-la que, se não fosse minha irmã, já teria enfiado.
Na sexta-feira, meus tios chegaram e já de noite estavam instalados no quarto da minha irmã.
Lá pelas 9 da noite, minha irmã entrou no banho. enquanto eu já esperava por ele debaixo das cobertas. Tava com a pica dura só de pensar que aquela seria a primeira noite em que dormiríamos juntos.
Tava nessa quando de repente meu tio entrou no meu quarto pra me dar boa noite. Ele vinha acompanhado da minha tia, que logo se mandou e me deixou falando com meu tio.
— E ainda torce pra esse time de futebol tão ruim? — ele perguntava enquanto olhava todos os pôsteres e os vários acessórios do meu time favorito espalhados pelo quarto todo.
— O que te digo… é que existe time melhor?
Tava nessa, no meio de um debate de futebol, quando de repente ele se abaixou e pegou uma calcinha fio dental do chão.
— E isso? Também é acessório do seu time? — ele disse me zoando até perceber que aquela calcinha era da minha irmã Eva. — Opa, desculpa…
— Sem problemas, ela tinha deixado a roupa limpa aqui… deve ter caído quando tava indo pro banheiro… — falei pro meu tio, que não parava de olhar aquela calcinha vermelha tão gostosa.
Imagino que ele imaginou, como eu já tinha feito muitas vezes antes, como aquela calcinha devia ficar no rabo da minha irmã.
Ele se despediu todo nervoso enquanto a gente ouvia a porta do banheiro abrir e minha irmã voltar pro quarto.
— Vou dormir… boa noite e desculpa pela…
— Relaxa, tio. — falei, e depois de vê-lo sair, peguei a calcinha da minha irmã e guardei debaixo do meu colchão antes que ela voltasse.
Minha irmã chegou toda gostosa. Tava de roupão por cima da calcinha, que não sei de onde caralhos ela tirou, e uma blusinha leve que usou pra não marcar nada. Parece que a putinha sabia que tava na toca do lobo. E naquela hora me veio a ideia de que, com certeza, minha irmã tinha planejado usar calcinha fio dental e calcinha normal ao mesmo tempo pra se proteger da pica do lobo mau durante a noite...
Ela se enfiou debaixo das cobertas, deixando um espaço grande. Entre nós dois, e ela tava bem nervosa. Em segundos, ela virou pra me olhar e, como não tava coberto pelas cobertas porque eu tinha me descoberto quando coloquei a calcinha dela debaixo do colchão, ela viu que eu dormia só de cueca. Dei um sorriso malicioso e ela virou as costas na hora.
Depois de admirar a silhueta gostosa do corpo dela se formando nas cobertas, apaguei a luz e me preparei pra dar uns avanços naquela noite.
Esperei uns 30 ou 40 minutos até ela pegar no sono pra dar o primeiro passo. Quando fiz isso, me aproximei dela com a intenção de abraçar ela por trás, fingindo que tava dormindo. Afinal, ninguém podia me criticar por isso estando dormido, né?
Tava quase abraçando ela, depois de ter fingido roncos por uns 2 minutos, quando de repente ouvi no quarto ao lado os estalos fortes das molas da cama.
— Que filho da puta é meu tio… — pensei, certo de que a calcinha da minha irmã tinha excitado ele tanto que agora ele tava descontando na pobre da minha tia. — Com certeza ele fica excitado sabendo que tá fodendo na cama onde minha irmã dorme… — falei comigo mesmo, sabendo que essa ideia também me excitava pra caralho várias vezes. — Enfim, ele pode estar na cama da minha irmã, mas eu tenho ela bem do meu lado…
Fui me encostando devagar na minha irmã até que, deslizando um braço por cima dela, puxei ela pra perto de mim e, com a cueca no joelho, encostei a pica nua na bunda dela, coberta só pela calcinha.
Que duro que tava!! Ainda lembro e a pica fica dura que nem vocês imaginam.
Tinha certeza de que minha irmã sentia toda a magnitude da minha pica porque ela tinha ido parar naquele canalzinho gostoso entre as nádegas dela. Ou seja, a pica tava presa no meio dos dois peitos da bunda da minha irmã.
Comecei a mexer o quadril pra esfregar naquele canalzinho gostoso enquanto os gemidos dos meus tios já passavam das paredes. Sabia que não ia durar muito e, mesmo querendo chegar a algo mais naquela noite, não consegui evitar de esporrar tudo nela.
Foi tanta porra que soltei que sabia que, se minha irmã ainda não estivesse acordada, com certeza acordaria ao sentir a buceta molhada.
Fiquei com muito medo porque podia dar uma merda que eu não saísse bem, e me virei na hora, fechando os olhos para fingir que estava dormindo de novo.
Logo comecei a sentir minha irmã se mexendo na cama e o medo aumentou ainda mais. Comecei a roncar pra ela achar que eu tava dormindo, afinal, se minha irmã fosse fofocar pros meus pais e mostrasse a calcinha encharcada de esperma, minha única defesa seria dizer que tive um sonho molhado.
Não sei quanto tempo passou disso, mas meus medos ficaram mais fortes quando senti minha irmã levantar e sair do quarto.
— Porra, em meio minuto meus pais tão aqui... — pensei no pior e fiquei parado, tentando esconder minha culpa.
Passaram uns 5 minutos, depois 10, depois 15 e meus pais ainda não apareciam. O nervosismo me consumia. Não sabia o que fazer, tava morrendo de impaciência pra saber pra onde minha irmã tinha ido.
— E se ela foi pro quarto dos meus tios e entrou num ménage? — pensei, mas logo descartei a ideia. — Não, isso só acontece em filme e em conto erótico... na vida real, ela deve tá contando pros meus pais... mas o que eles tão fazendo? Por que demoram tanto pra vir me encarar, me xingar ou até me bater?
O nervosismo tomou conta de mim. Não dava mais pra ficar parado, muito menos deitado.
Acabei levantando e saindo na ponta dos pés do meu quarto. Olhei pros dois lados do corredor, e a escuridão e o silêncio estavam mais que presentes. Virei à esquerda, rumo ao quarto da minha irmã, e vi que a porta tava fechada. Encostei o ouvido na porta pra ver se ouvia alguma coisa, mas nada. só os roncos do meu tio, que com certeza tinha caído no sono exausto.
- No banheiro... - pensei e na hora me mandei pro banheiro.
Eu caminhava firme quando, de repente, a porta do quarto dos meus pais estava aberta.
- Com certeza ela tá aí dentro, eles nunca deixam a porta aberta. O que será que ela tá falando pra eles??
Me aproximei da porta, tentando aguçar ao máximo minha audição, mas sem olhar pra dentro.
De repente, ouvi um som muito conhecido...
- O que é isso? - me perguntei, alarmado e inquieto. - Parece um chupão...
Levado pela curiosidade, enfiei a cabeça pra dentro do quarto e o que vi me deixou gelado!!!
Minha irmã mais nova tava chupando a pica do meu pai, que parecia estar completamente dormindo!!
Olhei pra mãe e ela também tava dormindo, o lençol que cobria ela tinha escorregado um pouco e deixava ver parte dos peitos dela nus.
Olhei de novo pra minha irmã e ela tava se esforçando pra enfiar a pica toda do pai na boca. Ela engolia e depois tirava pra dar lambidas por todo o comprimento do tronco.
Quem diria?? Minha irmã, toda uma profissional em chupar pica!
Na hora senti minha pica ficar dura que nem uma pedra.
Minha irmã chupava com uma intensidade tão foda que eu fiquei com inveja do meu pai! Como eu queria que ela chupasse a minha assim no meu quarto!
Quando minha irmã tava mais vidrada do que nunca na pica do pai, minha mãe começou a se mexer e, ao perceber, minha irmã soltou a pica do pai na hora e cobriu ele com o lençol.
- Eva?? - perguntou minha mãe na escuridão da noite e eu corri na hora pro meu quarto.
Não soube o que aconteceu depois, mas tenho certeza que a Eva conseguiu enganar minha mãe muito bem, porque não deu nenhuma confusão.
Só quando começou a amanhecer que senti minha irmã entrar na minha cama de novo.
Eu não me mexi nem falei nada. A atitude dela realmente me deixou surpreso. Nunca imaginei ela mamando o pau do papai!
Não consegui dormir e, quando ouvi que alguns já estavam se levantando em casa, fiz o mesmo. Olhei pra minha irmã e ela dormia como um anjo. Quem a visse…
Vi que a porta do meu quarto estava encostada e pensei em dar uma olhada no corpo dela debaixo das cobertas. Afinal, ninguém me veria e ela parecia estar bem cansada.
Fui puxando as cobertas devagar, até que o corpo dela, só coberto pelo robe, ficou exposto na minha frente.
Que delícia, aquelas pernas torneadas e brancas estavam lindas. Levantei um pouco o robe dela pra ver mais e qual não foi minha surpresa!! A calcinha dela estava manchada de sangue…
Imediatamente cobri ela de novo com as cobertas e me levantei. Que porra tinha acontecido na noite anterior entre minha irmã e meu pai depois que fui pro meu quarto?
Desci e minha mãe já estava na cozinha com meu pai discutindo.
Depois meus tios desceram e os ânimos se acalmaram um pouco, mas nem por isso pararam de discutir.
Quando estávamos quase tomando café, minha irmã desceu feita uma deusa.
Ela parecia diferente, como se estivesse mais mulher. O cabelo dela estava molhado; ela estava simplesmente lindíssima.
Tentei ver a reação do papai, mas ele nem olhou pra ela, ainda continuava discutindo com minha mãe.
— Eva, você esteve no quarto ontem à noite, né? — perguntou mamãe ao vê-la.
Eva hesitou em responder. Olhou pros outros e todos estávamos olhando pra ela. Especialmente meu tio e eu, que estávamos bobos com a beleza dela.
— Não, mamãe… — respondeu, e antes que minha mãe, que olhava fixamente nos olhos dela, fizesse outra pergunta, ela disse — Oscar dormiu comigo, pergunta pra ele se eu saí do quarto…
Minha mãe então virou pra mim com cara de cachorro raivoso e não tive escolha a não ser seguir o jogo da minha irmã.
— Sim, mãe, Eva nunca saiu do quarto…
— Eu te disse… — falou meu pai pra ela. Minha irmã. — Tudo foi fruto do seu sonambulismo. Já te falei pra tomar o remédio que o médico receitou…
— Bom… — disse mamãe hesitando, mas já um pouco mais convencida de que tinha sido tudo produto da imaginação ou sonambulismo… — mas isso não te livra de ter que lavar o lençol, Felipe. — falou pro meu pai. — Olha só, manchou de sangue… provavelmente saiu do seu nariz enquanto dormia e, como você toma esses comprimidos pra dormir, nem percebeu…
Na hora me veio à mente: sangue no lençol da cama dos meus pais e lençol na calcinha da minha irmã??????
Enigma resolvido: minha irmã tinha perdido a virgindade com a pica do meu pai!!
Olhei pra minha irmã e ela me encarava estranho. Parecia ao mesmo tempo surpresa com meu olhar e ressentida com o que tinha rolado na noite passada.
— Tá bem? — perguntei enquanto meus pais iam pra cozinha e meus tios conversavam entre si.
— Tô, e você?
— Também… — falei, tentando ligar os pontos na minha cabeça.
A única certeza no assunto era que meu pai tomava remédio pra dormir e isso sempre o apagava de vez. Por isso, ao ter visto minha irmã mamando a pica dele tão selvagemente, nunca o vi acordar, mas enfiar a pica sem estar totalmente consciente??
Se fosse assim, eu sentia duas coisas: espanto pela atitude tão puta da minha irmã e tristeza pelo meu pai, que não tinha conseguido aproveitar com todos os sentidos o quanto devia ser maravilhoso desvirginar minha irmã.
Naquele dia, meu tio sugeriu pra mim e pra minha irmã irmos a um jogo de futebol à tarde, nós três. Eu aceitei na hora e minha irmã disse que ia pensar. No fim, acabou indo com a gente e até no estádio tomou várias cervejas.
Ao sair do estádio, minha irmã já tava bem bêbada quando uma multidão se aglomerou nos corredores de saída.
Meu tio fez um sinal pra eu passar na frente da minha irmã e ele ficar cuidaria da parte de trás.
- Você vai na frente dela, porque com tanta gente e ela meio tonta, podem empurrar ela e a gente perde ela...
Eu, inocente, obedeci meu tio. E digo inocente porque quando minha irmã falou:
- Oscar, anda logo, tem alguém me apalpando... - Na hora eu entendi as intenções do meu tio.
O filho da puta tinha me colocado na frente pra eu não perceber como ele, atrás da minha irmã, aproveitando a multidão, ficava passando a mão na bunda dela enquanto botava a culpa nos outros:
- Não se preocupa, Eva... já já a gente sai... é que tem muita gente... - falava o sem-vergonha.
Mas não parou por aí. Quando entramos no metrô, com a mesma quantidade ou até mais gente que nos corredores, meu tio deu a mesma ordem: eu na frente da minha irmã e ele atrás.
De novo, minha irmã reclamou que alguém tava apalpando ela, mostrando que não tava gostando. Aí, num momento, virei de frente pra ela e, olhando bem nos olhos, falei:
- Vou ficar assim pra ver se alguém encosta em você...
Minha irmã pareceu ficar mais tranquila assim, até que, numa freada brusca do metrô, ela caiu pra frente e esfregou os peitos quase na minha cara.
- Desculpa... - ela disse. - Sabe o quê? Melhor trocar de lugar, porque assim vai ser muito difícil...
E não tive escolha a não ser virar de novo.
Quando virei, fiquei de frente pro espelho da porta do metrô e, me desviando um pouco, vi pelo espelho que dava pra enxergar meu tio.
- Que idiota eu fui por não ter percebido antes... - pensei, e pelo visto meu tio também não sacou que eu tava vendo ele, porque em segundos eu vi ele passar a mão aberta na bunda da minha irmã com uma cara de pau que só quem sabe que vai botar a culpa em outro e ser acreditado tem.
Durante o caminho inteiro, com certeza ele ficou apalpando ela e, mesmo quando minha Minha irmã não disse mais nada, vi ela descendo do vagão com as bochechas vermelhas.
-Puxa, parece que a putinha ficou excitada…- pensei.
Quando cheguei em casa, meus pais já estavam no quarto deles e minha tia esperava meu tio no dela.
Já eram quase 11 da noite. Puxa, como o tempo passou rápido. Tinha chegado a hora de dormir mais uma vez com minha linda irmã e, melhor ainda, pelo visto, ela vinha quentinha das carícias do metrô.
Em questão de minutos, estávamos os dois debaixo da cama. Minha irmã já tinha ido ao banheiro tomar banho e trocar de roupa, e eu dormia só de cueca de novo.
Esperei mais uns 30 minutos e, como se fosse uma repetição da noite anterior, meus tios começaram a foder fazendo barulho no quarto ao lado.
Eu, por minha vez, virei de novo fingindo que estava dormindo e abracei minha irmã, colando ela contra meu pau. Dessa vez foi mais fácil, e até senti como se ela mesma tivesse empinado a bunda para trás.
De novo, sentia a firmeza da bunda dela apertando meu pau entre as duas bandas. AAAHHH… que sensação gostosa!!
Comecei a mexer meus quadris para esfregar o pau como na noite anterior, só que dessa vez ia ser diferente. Sim, dessa vez não ia deixar minha irmã sair do meu quarto para chupar um pau. Dessa vez, ela ia chupar o meu, e não o do meu pai, que nem percebia nada.
Minha irmã, por sua vez, parecia achar que a noite anterior ia se repetir em todos os momentos, pois, discretamente, mexia a bunda para acelerar minha gozada. Suponho que ela achava que, depois que tudo terminasse, poderia ir para o quarto dos meus pais e repetir o que fez na noite anterior.
Criando coragem, me afastei e, depois de baixar minha cueca até os tornozelos, peguei o elástico da calcinha da minha irmã e fiz o mesmo.
Minha irmã deu um pulinho leve, mas não fez nada.
De novo, coloquei ela contra mim. agora sim, a pica no cu desnudo dela e comecei a passar ela.
Hmm… que delícia sentir aquela pele tão macia no contato com minha pica. Apertei um pouco mais e minha pica afundou no cuzinho dela. Passei ela de leve e, depois de mais umas metidas, coloquei na entrada da buceta dela.
Minha irmã tentou se jogar pra frente, mas eu já tinha passado uma mão na barriga dela pra segurar ela mais perto de mim e impedir qualquer fuga.
Apertei um pouco e minha pica começou a se encher dos fluidos dela. E assim, aos poucos, a cabeça da minha pica foi sendo envolvida pela buceta mais gostosa e apertada que já tive na vida.
-Hmmm…- gemeu minha irmã, mostrando que estava mais acordada do que nunca.
E naquele momento eu também comecei a gemer.
-AAAHHHHH…
Mais uma estocada e minha pica já estava completamente enterrada na buceta da minha irmã até as bolas.
-Tô comendo ela… finalmente tô comendo ela!!!- gritei de emoção na minha mente.
E comecei um ritmo meio lento nas minhas metidas, que logo foi ganhando força e velocidade.
-AAAHHHHH HMMMM…- eu gemia enquanto minha irmã tentava abafar os próprios gemidos até não conseguir mais e começou a gemer forte também.
-AAAAHHHH HMMMMM… Oscarrrrr…. Hmmm
O som das minhas bolas batendo na bunda dela ecoava pelas quatro paredes.
Agora que estava dentro da buceta da minha irmã, não parava de me maravilhar com o quanto ela era gostosa e apertadinha.
Ela envolvia e apertava minha pica de um jeito tão delicioso que, se eu não soubesse que meu pai tinha desvirginado ela na noite anterior, juraria que era virgem.
Que fodida maravilhosa!! Boa demais pra dizer que incesto é errado ou proibir!
Depois de 10 minutos, comecei a encher a buceta dela de porra. Minha irmã soltou um gemido que tenho certeza que pelo menos meus tios devem ter ouvido.
Terminando de esvaziar toda minha porra, tirei a pica e me virei pra atrás. Virei e dormi como se nada tivesse acontecido.
Naquela noite, tenho certeza de que minha irmã não precisou se levantar pra chamar meu pai. E ainda bem que não fez isso, porque minha mãe, que já estava inquieta desde a noite anterior, passou a noite em claro. Soube disso porque, pouco depois de 3 minutos de ter esvaziado o leite dentro da minha irmã e nos coberto com os lençóis, ouvi mamãe espiando pela porta do meu quarto. Tenho certeza de que ela também ouviu o gemido enorme da minha irmã, mas provavelmente pensou que fossem meus tios, depois de verificar que estávamos dormindo como anjinhos.
Na manhã seguinte, meu tio, ao se despedir, me disse sem ninguém perceber:
— Você é um filho da puta, Oscar. Ontem à noite percebi que você não perdoa nem sua irmã…
Fiquei sem reação, mas na hora ele disse algo que me surpreendeu ainda mais:
— Tá tranquilo, cara, não fica com essa cara de susto que nunca vou contar nada. Afinal, é um pecado que um dia todo mundo comete…
Desde aquela noite, minha irmã me visita toda noite e chupa minha rola ou monta em mim. Nós dois sempre ficamos de olhos fechados e sem falar. Acho que é um segredo entre nós, algo que fazemos fingindo não estar conscientes. Não sei se ela também visita papai, mas, afinal, minha irmã é tão gostosa que tem carne suficiente pra família toda!
Segunda Parte
- Você pode dormir no quarto do seu irmão… a cama dele é grande o suficiente para os dois. Não podemos fazer essa grosseria com seus tios e mandar eles para um hotel, mocinha… isso se você quiser, senão já sabe onde fica a porta… - Ouvi minha mãe dizer no meio da discussão que ela e minha irmã tinham sobre onde meus tios, que vinham visitar, dormiriam.
Poxa! Sorte melhor não podia ter. Todos esses anos desejando sexualmente minha irmã e agora meus pais se encarregavam de mandá-la direto pra minha cama. Será que mamãe é tão boba a ponto de não perceber a vontade que tenho da minha irmã? Não, é mais porque minha mãe ainda acha que sou um garoto inocente que não vê além do futebol e dos videogames. Se ela soubesse quantas vezes me masturbei com a calcinha da minha irmã…
Eva, minha irmã, é uma mulher de dar inveja! O corpo dela parece ter sido feito por deuses e polido à mão. Ela tem uma bunda e uns peitos de parar o coração que nem nas melhores baladas da minha cidade consegui encontrar iguais.
Eu não sou feio, nem sou o mais galã, mas sempre tem umas minas me seguindo, e eu não perco a chance de foder e aliviar um pouco a pica de como minha irmã me deixa. Mas a coisa fica por aí, com nenhuma delas passei de um namoro de 1 mês, porque a única carne que me atrai e que sei que nunca vou me cansar é a da minha irmã.
E em parte, Eva tem culpa. Ela vive usando roupas bem provocantes. Decotes profundos que mostram aquele par de peitos tão suculentos que ela tem e jeans apertados que realçam aquela bunda tão empinada.
Sempre que posso, fico de olho nela e dá uma vontade de comê-la que, se não fosse minha irmã, já teria enfiado.
Na sexta-feira, meus tios chegaram e já de noite estavam instalados no quarto da minha irmã.
Lá pelas 9 da noite, minha irmã entrou no banho. enquanto eu já esperava por ele debaixo das cobertas. Tava com a pica dura só de pensar que aquela seria a primeira noite em que dormiríamos juntos.
Tava nessa quando de repente meu tio entrou no meu quarto pra me dar boa noite. Ele vinha acompanhado da minha tia, que logo se mandou e me deixou falando com meu tio.
— E ainda torce pra esse time de futebol tão ruim? — ele perguntava enquanto olhava todos os pôsteres e os vários acessórios do meu time favorito espalhados pelo quarto todo.
— O que te digo… é que existe time melhor?
Tava nessa, no meio de um debate de futebol, quando de repente ele se abaixou e pegou uma calcinha fio dental do chão.
— E isso? Também é acessório do seu time? — ele disse me zoando até perceber que aquela calcinha era da minha irmã Eva. — Opa, desculpa…
— Sem problemas, ela tinha deixado a roupa limpa aqui… deve ter caído quando tava indo pro banheiro… — falei pro meu tio, que não parava de olhar aquela calcinha vermelha tão gostosa.
Imagino que ele imaginou, como eu já tinha feito muitas vezes antes, como aquela calcinha devia ficar no rabo da minha irmã.
Ele se despediu todo nervoso enquanto a gente ouvia a porta do banheiro abrir e minha irmã voltar pro quarto.
— Vou dormir… boa noite e desculpa pela…
— Relaxa, tio. — falei, e depois de vê-lo sair, peguei a calcinha da minha irmã e guardei debaixo do meu colchão antes que ela voltasse.
Minha irmã chegou toda gostosa. Tava de roupão por cima da calcinha, que não sei de onde caralhos ela tirou, e uma blusinha leve que usou pra não marcar nada. Parece que a putinha sabia que tava na toca do lobo. E naquela hora me veio a ideia de que, com certeza, minha irmã tinha planejado usar calcinha fio dental e calcinha normal ao mesmo tempo pra se proteger da pica do lobo mau durante a noite...
Ela se enfiou debaixo das cobertas, deixando um espaço grande. Entre nós dois, e ela tava bem nervosa. Em segundos, ela virou pra me olhar e, como não tava coberto pelas cobertas porque eu tinha me descoberto quando coloquei a calcinha dela debaixo do colchão, ela viu que eu dormia só de cueca. Dei um sorriso malicioso e ela virou as costas na hora.
Depois de admirar a silhueta gostosa do corpo dela se formando nas cobertas, apaguei a luz e me preparei pra dar uns avanços naquela noite.
Esperei uns 30 ou 40 minutos até ela pegar no sono pra dar o primeiro passo. Quando fiz isso, me aproximei dela com a intenção de abraçar ela por trás, fingindo que tava dormindo. Afinal, ninguém podia me criticar por isso estando dormido, né?
Tava quase abraçando ela, depois de ter fingido roncos por uns 2 minutos, quando de repente ouvi no quarto ao lado os estalos fortes das molas da cama.
— Que filho da puta é meu tio… — pensei, certo de que a calcinha da minha irmã tinha excitado ele tanto que agora ele tava descontando na pobre da minha tia. — Com certeza ele fica excitado sabendo que tá fodendo na cama onde minha irmã dorme… — falei comigo mesmo, sabendo que essa ideia também me excitava pra caralho várias vezes. — Enfim, ele pode estar na cama da minha irmã, mas eu tenho ela bem do meu lado…
Fui me encostando devagar na minha irmã até que, deslizando um braço por cima dela, puxei ela pra perto de mim e, com a cueca no joelho, encostei a pica nua na bunda dela, coberta só pela calcinha.
Que duro que tava!! Ainda lembro e a pica fica dura que nem vocês imaginam.
Tinha certeza de que minha irmã sentia toda a magnitude da minha pica porque ela tinha ido parar naquele canalzinho gostoso entre as nádegas dela. Ou seja, a pica tava presa no meio dos dois peitos da bunda da minha irmã.
Comecei a mexer o quadril pra esfregar naquele canalzinho gostoso enquanto os gemidos dos meus tios já passavam das paredes. Sabia que não ia durar muito e, mesmo querendo chegar a algo mais naquela noite, não consegui evitar de esporrar tudo nela.
Foi tanta porra que soltei que sabia que, se minha irmã ainda não estivesse acordada, com certeza acordaria ao sentir a buceta molhada.
Fiquei com muito medo porque podia dar uma merda que eu não saísse bem, e me virei na hora, fechando os olhos para fingir que estava dormindo de novo.
Logo comecei a sentir minha irmã se mexendo na cama e o medo aumentou ainda mais. Comecei a roncar pra ela achar que eu tava dormindo, afinal, se minha irmã fosse fofocar pros meus pais e mostrasse a calcinha encharcada de esperma, minha única defesa seria dizer que tive um sonho molhado.
Não sei quanto tempo passou disso, mas meus medos ficaram mais fortes quando senti minha irmã levantar e sair do quarto.
— Porra, em meio minuto meus pais tão aqui... — pensei no pior e fiquei parado, tentando esconder minha culpa.
Passaram uns 5 minutos, depois 10, depois 15 e meus pais ainda não apareciam. O nervosismo me consumia. Não sabia o que fazer, tava morrendo de impaciência pra saber pra onde minha irmã tinha ido.
— E se ela foi pro quarto dos meus tios e entrou num ménage? — pensei, mas logo descartei a ideia. — Não, isso só acontece em filme e em conto erótico... na vida real, ela deve tá contando pros meus pais... mas o que eles tão fazendo? Por que demoram tanto pra vir me encarar, me xingar ou até me bater?
O nervosismo tomou conta de mim. Não dava mais pra ficar parado, muito menos deitado.
Acabei levantando e saindo na ponta dos pés do meu quarto. Olhei pros dois lados do corredor, e a escuridão e o silêncio estavam mais que presentes. Virei à esquerda, rumo ao quarto da minha irmã, e vi que a porta tava fechada. Encostei o ouvido na porta pra ver se ouvia alguma coisa, mas nada. só os roncos do meu tio, que com certeza tinha caído no sono exausto.
- No banheiro... - pensei e na hora me mandei pro banheiro.
Eu caminhava firme quando, de repente, a porta do quarto dos meus pais estava aberta.
- Com certeza ela tá aí dentro, eles nunca deixam a porta aberta. O que será que ela tá falando pra eles??
Me aproximei da porta, tentando aguçar ao máximo minha audição, mas sem olhar pra dentro.
De repente, ouvi um som muito conhecido...
- O que é isso? - me perguntei, alarmado e inquieto. - Parece um chupão...
Levado pela curiosidade, enfiei a cabeça pra dentro do quarto e o que vi me deixou gelado!!!
Minha irmã mais nova tava chupando a pica do meu pai, que parecia estar completamente dormindo!!
Olhei pra mãe e ela também tava dormindo, o lençol que cobria ela tinha escorregado um pouco e deixava ver parte dos peitos dela nus.
Olhei de novo pra minha irmã e ela tava se esforçando pra enfiar a pica toda do pai na boca. Ela engolia e depois tirava pra dar lambidas por todo o comprimento do tronco.
Quem diria?? Minha irmã, toda uma profissional em chupar pica!
Na hora senti minha pica ficar dura que nem uma pedra.
Minha irmã chupava com uma intensidade tão foda que eu fiquei com inveja do meu pai! Como eu queria que ela chupasse a minha assim no meu quarto!
Quando minha irmã tava mais vidrada do que nunca na pica do pai, minha mãe começou a se mexer e, ao perceber, minha irmã soltou a pica do pai na hora e cobriu ele com o lençol.
- Eva?? - perguntou minha mãe na escuridão da noite e eu corri na hora pro meu quarto.
Não soube o que aconteceu depois, mas tenho certeza que a Eva conseguiu enganar minha mãe muito bem, porque não deu nenhuma confusão.
Só quando começou a amanhecer que senti minha irmã entrar na minha cama de novo.
Eu não me mexi nem falei nada. A atitude dela realmente me deixou surpreso. Nunca imaginei ela mamando o pau do papai!
Não consegui dormir e, quando ouvi que alguns já estavam se levantando em casa, fiz o mesmo. Olhei pra minha irmã e ela dormia como um anjo. Quem a visse…
Vi que a porta do meu quarto estava encostada e pensei em dar uma olhada no corpo dela debaixo das cobertas. Afinal, ninguém me veria e ela parecia estar bem cansada.
Fui puxando as cobertas devagar, até que o corpo dela, só coberto pelo robe, ficou exposto na minha frente.
Que delícia, aquelas pernas torneadas e brancas estavam lindas. Levantei um pouco o robe dela pra ver mais e qual não foi minha surpresa!! A calcinha dela estava manchada de sangue…
Imediatamente cobri ela de novo com as cobertas e me levantei. Que porra tinha acontecido na noite anterior entre minha irmã e meu pai depois que fui pro meu quarto?
Desci e minha mãe já estava na cozinha com meu pai discutindo.
Depois meus tios desceram e os ânimos se acalmaram um pouco, mas nem por isso pararam de discutir.
Quando estávamos quase tomando café, minha irmã desceu feita uma deusa.
Ela parecia diferente, como se estivesse mais mulher. O cabelo dela estava molhado; ela estava simplesmente lindíssima.
Tentei ver a reação do papai, mas ele nem olhou pra ela, ainda continuava discutindo com minha mãe.
— Eva, você esteve no quarto ontem à noite, né? — perguntou mamãe ao vê-la.
Eva hesitou em responder. Olhou pros outros e todos estávamos olhando pra ela. Especialmente meu tio e eu, que estávamos bobos com a beleza dela.
— Não, mamãe… — respondeu, e antes que minha mãe, que olhava fixamente nos olhos dela, fizesse outra pergunta, ela disse — Oscar dormiu comigo, pergunta pra ele se eu saí do quarto…
Minha mãe então virou pra mim com cara de cachorro raivoso e não tive escolha a não ser seguir o jogo da minha irmã.
— Sim, mãe, Eva nunca saiu do quarto…
— Eu te disse… — falou meu pai pra ela. Minha irmã. — Tudo foi fruto do seu sonambulismo. Já te falei pra tomar o remédio que o médico receitou…
— Bom… — disse mamãe hesitando, mas já um pouco mais convencida de que tinha sido tudo produto da imaginação ou sonambulismo… — mas isso não te livra de ter que lavar o lençol, Felipe. — falou pro meu pai. — Olha só, manchou de sangue… provavelmente saiu do seu nariz enquanto dormia e, como você toma esses comprimidos pra dormir, nem percebeu…
Na hora me veio à mente: sangue no lençol da cama dos meus pais e lençol na calcinha da minha irmã??????
Enigma resolvido: minha irmã tinha perdido a virgindade com a pica do meu pai!!
Olhei pra minha irmã e ela me encarava estranho. Parecia ao mesmo tempo surpresa com meu olhar e ressentida com o que tinha rolado na noite passada.
— Tá bem? — perguntei enquanto meus pais iam pra cozinha e meus tios conversavam entre si.
— Tô, e você?
— Também… — falei, tentando ligar os pontos na minha cabeça.
A única certeza no assunto era que meu pai tomava remédio pra dormir e isso sempre o apagava de vez. Por isso, ao ter visto minha irmã mamando a pica dele tão selvagemente, nunca o vi acordar, mas enfiar a pica sem estar totalmente consciente??
Se fosse assim, eu sentia duas coisas: espanto pela atitude tão puta da minha irmã e tristeza pelo meu pai, que não tinha conseguido aproveitar com todos os sentidos o quanto devia ser maravilhoso desvirginar minha irmã.
Naquele dia, meu tio sugeriu pra mim e pra minha irmã irmos a um jogo de futebol à tarde, nós três. Eu aceitei na hora e minha irmã disse que ia pensar. No fim, acabou indo com a gente e até no estádio tomou várias cervejas.
Ao sair do estádio, minha irmã já tava bem bêbada quando uma multidão se aglomerou nos corredores de saída.
Meu tio fez um sinal pra eu passar na frente da minha irmã e ele ficar cuidaria da parte de trás.
- Você vai na frente dela, porque com tanta gente e ela meio tonta, podem empurrar ela e a gente perde ela...
Eu, inocente, obedeci meu tio. E digo inocente porque quando minha irmã falou:
- Oscar, anda logo, tem alguém me apalpando... - Na hora eu entendi as intenções do meu tio.
O filho da puta tinha me colocado na frente pra eu não perceber como ele, atrás da minha irmã, aproveitando a multidão, ficava passando a mão na bunda dela enquanto botava a culpa nos outros:
- Não se preocupa, Eva... já já a gente sai... é que tem muita gente... - falava o sem-vergonha.
Mas não parou por aí. Quando entramos no metrô, com a mesma quantidade ou até mais gente que nos corredores, meu tio deu a mesma ordem: eu na frente da minha irmã e ele atrás.
De novo, minha irmã reclamou que alguém tava apalpando ela, mostrando que não tava gostando. Aí, num momento, virei de frente pra ela e, olhando bem nos olhos, falei:
- Vou ficar assim pra ver se alguém encosta em você...
Minha irmã pareceu ficar mais tranquila assim, até que, numa freada brusca do metrô, ela caiu pra frente e esfregou os peitos quase na minha cara.
- Desculpa... - ela disse. - Sabe o quê? Melhor trocar de lugar, porque assim vai ser muito difícil...
E não tive escolha a não ser virar de novo.
Quando virei, fiquei de frente pro espelho da porta do metrô e, me desviando um pouco, vi pelo espelho que dava pra enxergar meu tio.
- Que idiota eu fui por não ter percebido antes... - pensei, e pelo visto meu tio também não sacou que eu tava vendo ele, porque em segundos eu vi ele passar a mão aberta na bunda da minha irmã com uma cara de pau que só quem sabe que vai botar a culpa em outro e ser acreditado tem.
Durante o caminho inteiro, com certeza ele ficou apalpando ela e, mesmo quando minha Minha irmã não disse mais nada, vi ela descendo do vagão com as bochechas vermelhas.
-Puxa, parece que a putinha ficou excitada…- pensei.
Quando cheguei em casa, meus pais já estavam no quarto deles e minha tia esperava meu tio no dela.
Já eram quase 11 da noite. Puxa, como o tempo passou rápido. Tinha chegado a hora de dormir mais uma vez com minha linda irmã e, melhor ainda, pelo visto, ela vinha quentinha das carícias do metrô.
Em questão de minutos, estávamos os dois debaixo da cama. Minha irmã já tinha ido ao banheiro tomar banho e trocar de roupa, e eu dormia só de cueca de novo.
Esperei mais uns 30 minutos e, como se fosse uma repetição da noite anterior, meus tios começaram a foder fazendo barulho no quarto ao lado.
Eu, por minha vez, virei de novo fingindo que estava dormindo e abracei minha irmã, colando ela contra meu pau. Dessa vez foi mais fácil, e até senti como se ela mesma tivesse empinado a bunda para trás.
De novo, sentia a firmeza da bunda dela apertando meu pau entre as duas bandas. AAAHHH… que sensação gostosa!!
Comecei a mexer meus quadris para esfregar o pau como na noite anterior, só que dessa vez ia ser diferente. Sim, dessa vez não ia deixar minha irmã sair do meu quarto para chupar um pau. Dessa vez, ela ia chupar o meu, e não o do meu pai, que nem percebia nada.
Minha irmã, por sua vez, parecia achar que a noite anterior ia se repetir em todos os momentos, pois, discretamente, mexia a bunda para acelerar minha gozada. Suponho que ela achava que, depois que tudo terminasse, poderia ir para o quarto dos meus pais e repetir o que fez na noite anterior.
Criando coragem, me afastei e, depois de baixar minha cueca até os tornozelos, peguei o elástico da calcinha da minha irmã e fiz o mesmo.
Minha irmã deu um pulinho leve, mas não fez nada.
De novo, coloquei ela contra mim. agora sim, a pica no cu desnudo dela e comecei a passar ela.
Hmm… que delícia sentir aquela pele tão macia no contato com minha pica. Apertei um pouco mais e minha pica afundou no cuzinho dela. Passei ela de leve e, depois de mais umas metidas, coloquei na entrada da buceta dela.
Minha irmã tentou se jogar pra frente, mas eu já tinha passado uma mão na barriga dela pra segurar ela mais perto de mim e impedir qualquer fuga.
Apertei um pouco e minha pica começou a se encher dos fluidos dela. E assim, aos poucos, a cabeça da minha pica foi sendo envolvida pela buceta mais gostosa e apertada que já tive na vida.
-Hmmm…- gemeu minha irmã, mostrando que estava mais acordada do que nunca.
E naquele momento eu também comecei a gemer.
-AAAHHHHH…
Mais uma estocada e minha pica já estava completamente enterrada na buceta da minha irmã até as bolas.
-Tô comendo ela… finalmente tô comendo ela!!!- gritei de emoção na minha mente.
E comecei um ritmo meio lento nas minhas metidas, que logo foi ganhando força e velocidade.
-AAAHHHHH HMMMM…- eu gemia enquanto minha irmã tentava abafar os próprios gemidos até não conseguir mais e começou a gemer forte também.
-AAAAHHHH HMMMMM… Oscarrrrr…. Hmmm
O som das minhas bolas batendo na bunda dela ecoava pelas quatro paredes.
Agora que estava dentro da buceta da minha irmã, não parava de me maravilhar com o quanto ela era gostosa e apertadinha.
Ela envolvia e apertava minha pica de um jeito tão delicioso que, se eu não soubesse que meu pai tinha desvirginado ela na noite anterior, juraria que era virgem.
Que fodida maravilhosa!! Boa demais pra dizer que incesto é errado ou proibir!
Depois de 10 minutos, comecei a encher a buceta dela de porra. Minha irmã soltou um gemido que tenho certeza que pelo menos meus tios devem ter ouvido.
Terminando de esvaziar toda minha porra, tirei a pica e me virei pra atrás. Virei e dormi como se nada tivesse acontecido.
Naquela noite, tenho certeza de que minha irmã não precisou se levantar pra chamar meu pai. E ainda bem que não fez isso, porque minha mãe, que já estava inquieta desde a noite anterior, passou a noite em claro. Soube disso porque, pouco depois de 3 minutos de ter esvaziado o leite dentro da minha irmã e nos coberto com os lençóis, ouvi mamãe espiando pela porta do meu quarto. Tenho certeza de que ela também ouviu o gemido enorme da minha irmã, mas provavelmente pensou que fossem meus tios, depois de verificar que estávamos dormindo como anjinhos.
Na manhã seguinte, meu tio, ao se despedir, me disse sem ninguém perceber:
— Você é um filho da puta, Oscar. Ontem à noite percebi que você não perdoa nem sua irmã…
Fiquei sem reação, mas na hora ele disse algo que me surpreendeu ainda mais:
— Tá tranquilo, cara, não fica com essa cara de susto que nunca vou contar nada. Afinal, é um pecado que um dia todo mundo comete…
Desde aquela noite, minha irmã me visita toda noite e chupa minha rola ou monta em mim. Nós dois sempre ficamos de olhos fechados e sem falar. Acho que é um segredo entre nós, algo que fazemos fingindo não estar conscientes. Não sei se ela também visita papai, mas, afinal, minha irmã é tão gostosa que tem carne suficiente pra família toda!
8 comentários - De cama em cama 2
http://www.poringa.net/comunidades/incesto/
lo ahcemos pero con los ojos cerrados !